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Avalon logo A Missão Anglo-Saxônica:
Transcrição da Entrevista


A Missão Anglo-Saxônica
Entrevista de áudio gravada em janeiro de 2010

Clique aqui para a entrevista em vídeo


Começo da Entrevista

Bill Ryan (B): Quero agradecer-lhe por se apresentar com o que ficou claro para mim, uma vez que tinha lido sua análise escrita, que você tem alguma informação altamente significativa que precisa ser compartilhada. E é o nosso trabalho no Projeto Camelot ajudá-lo a chegar às pessoas que têm consciência suficiente para entender o que você está dizendo, porque é importante colocá-lo em perspectiva com outras informações que eles podem ter.

E para introduzir tudo isso, quero saber se você poderia dizer o que é que você está preparado para dizer nessa entrevista sobre seus antecedentes, sobre a sua história... apenas, o geral, o que você acha que é bom para compartilhar sobre como é que você realmente foi posicionado para obter a informação que você vai nos relatar.

TESTEMUNHA (T): Certo. Bem, a informação que já compartilhei com você, sinto que não é arrasadora. Sinto que é algo que muita gente já está sabendo devido à quantidade de informação que está começando a sair na internet.

Se há alguma singularidade dentro da informação que estou oferecendo a você, que me parece que deve ser partilhado, é que são informações em primeira mão e a estou passando livremente para quem quiser usá-lo e se informar. Acho que essa é a minha posição inicial sobre este assunto. 

Da minha parte, passei um longo tempo no serviço militar e, em seguida, consegui um alto cargo na cidade de Londres, dentro de ambas as instituições fiquei muito íntimo com os eventos que estavam sendo fabricados secretamente, dissimuladamente, em nome de um grupo de pessoas - não posso dizer que é em nome de uma nação ou uma comunidade, pois certamente não é nada disso - mas, certamente, é algo que tem a ver com um grupo de pessoas cujos interesses se encontram dentro de si e o que estão fazendo para coagir uma série de eventos a acontecer. 

Olhando para trás, agora posso ver muito claramente que eles estão sendo muito bem-sucedidos em fazer o que estão fazendo. E sinto, pelo que sei, que o tempo está se esgotando para estas pessoas. 

Assim, o cronograma que vou descrever é de alguma forma... e isso é um título adequado, realmente, porque um cronograma começa em algum lugar e acaba em algum lugar e essas pessoas estão muito bem conscientes disso. 

Estamos chegando a um momento crítico agora, que todos estão discutindo nesse momento. Estou muito bem consciente disso. Mas a informação que trouxe pode dar alguma luz para outras pessoas considerarem por si. 

E quanto à veracidade da mesma, só posso dizer-lhe que o que vou dizer é verdadeiro, embora muita gente pode pensar que é uma percepção. Estou muito feliz com isso também. Mas é a minha experiência, e é essa experiência que estou pronto para compartilhar. 

B: Sim. O que seria ótimo é se você pudesse distinguir entre a informação que veio a você, em primeira mão quando estava fisicamente em reuniões com algumas dessas pessoas, e outras informações que você tem que foi através de meios mais subjetivo, com as quais você pode se sentir muito confiante. É importante separar a procedência das informações. Mas para você, é claro, e para muitas outras pessoas que estarão lendo isto, elas realmente fazem uma imagem coerente. Certo?

T: Sim. Penso que é importante. Acho que qualquer coisa como isto tem que ser coerente. E, claro, há um elemento subjetivo nosso, quero dizer, não posso negar isso. Mas, você sabe, tudo isso poderia ser encarado como sendo subjetivo, mas também é um ponto de vista de uma testemunha. Esperemos que, como o descreverei, as pessoas serão capazes de ver através de quaisquer sentimentos subjetivos que tenho sobre ele e chegar ao cerne do que está acontecendo. 

B: Certo. Agora, se você pudesse simplesmente adicionar um pouco de detalhe sobre o grupo a que se referiu. Será que este grupo tem qualquer tipo de nome pelo qual chamam a si mesmos? É este um grupo que outras pessoas lendo isto iria reconhecer quando fizessem um cruzamento de referência da informação? 

T: Eu mesmo tive dificuldades em tentar descrever estas pessoas. Chamei-os como um "Bando de Irmãos". Também chamei de um "supra-governo". Há também outros nomes que poderia chamá-los, alguns deles depreciativos e que seria merecido. [risos] Mas acho que a melhor maneira, a maneira mais sensata para descrever essas pessoas para que outros possam entender do que eles gostam, é que eles são como um supra-governo, porque é isso que eles estão fazendo. 

B: Você está falando sobre os britânico aqui, ou de pessoas internacionais? 

T: O encontro, que me referirei mais tarde, era todo do Reino Unido, e alguns deles são personagens muito bem conhecidos, que as pessoas no Reino Unido irão reconhecer imediatamente. Os que são internacionais que lerem isto pode ter que fazer alguma pesquisa sobre eles. Mas, alguns deles são figuras nacionais. 

B: São figuras políticas? Ou são figuras das classes "nobres", por assim dizer? 

T: Sim, existem alguns aristocratas e alguns deles vêm de origens muito aristocrática. Havia um que identifiquei, nessa reunião, que é um alto político. Dois outros foram figuras importantes da polícia e um dos militares. Ambos são conhecidos nacionalmente e ambos são figuras-chave na assessoria do atual governo - no tempo presente.

B: E, na medida em que há um componente político nisso, este componente político se refere a ambos os partidos?

T: Não, esse componente político de alta escal  pertence ao partido de direita na Grã-Bretanha, o Partido Conservador.

B: Ok. Para benefício dos leitores norte-americanos, seria o equivalente aos republicanos.

T: Sim.

B: Tudo bem. Então, é um grupo de iniciados, que funciona na Grã-Bretanha como muitos leitores norte-americanos desta transcrição reconheceriam, por analogia - é como o governo americano secreto. Você está falando sobre os bastidores políticos, que são ainda muito influentes com ligações com a polícia, com ligações com os militares. Há também ligações com militares americanos lá dentro?

T: Sim.

B: Ok.

T: Uma figura militar significativa, agora aposentado, mas ativo na assessoria do governo.

B: Ok. Tens conhecimento ou ouvistes qualquer discussão de uma eventual participação de autoridades da Igreja ou do Vaticano ou de qualquer das religiões do mundo? Isto foi  mencionado como parte do planejamento estratégico deles para tudo isso?

T: Não. Nada disso, mas sei que a Igreja da Inglaterra, especialmente, é cúmplice em tudo o que está acontecendo, totalmente cúmplice.

B: Ok. E você sabe disso por causa da estreita relação entre os mais altos dirigentes da Igreja da Inglaterra e do grupo com quem se reuniu na cidade de Londres?.

T: Absolutamente. Você não precisa ser um perito forense para descobrir isto. Isso é completamente aberto.

B: Ok. Isso é tudo fundamentalmente maçônaria?

T: Absolutamente. Não há dúvida sobre isso. Todos são examinados por esse processo, através do processo maçônico, e então começam a se encontrar uns com os outros. 

Isso é algo que as pessoas precisam entender. Existem vários níveis na Maçonaria. Você sabe, a maioria dos maçons não sabem absolutamente nada, eles estão lá fora, fazendo um bom trabalho na maior das vezes e recebem o benefício de uma espécie de "clube", por assim dizer. Mas isso passa por vários níveis. Algumas pessoas chamam isso de "graus" ou o que quer que seja. Mas é um Quem é Quem. Isso é - que pode ser confiável, que podem ser unido, quem detem o poder, quem é provávelmente que desenvolverá mais poder.

E essas pessoas se atraem e ficam juntas, porque todas elas têm uma única causa. Mas não é exatamente como uma causa maçônica, você sabe. É algo que pode ser comparado a ela, mas não é o mesmo que ela.

B: Você poderia explicar isso um pouco mais claramente? 

T: Bem, acho que a melhor maneira de explicar isto é: a Maçonaria, que é do meu conhecimento, é apenas um veículo para estas pessoas. Ela permite a eles se unirem em silêncio, em segredo, a portas fechadas, para conhecer um ao outro, para que se sintam seguros, com confiança, sabendo que o que for dito nas reuniões não irá além dessas reuniões. Então eles têm esse elemento maçônico para eles, mas isso vai para um nível totalmente diferente. 

Agora, na reunião de que estou falando, nem sequer considero estas pessoas em um nível significativo - significativo o suficiente para mim no momento - mas eles estavam discutindo coisas que já estavam acordadas, previstas e ditadas. Eles realmente estavam se reunindo para compartilhar informações, para saber quão bem eles estavam indo e o que era necessário para mantê-los na trilha. 

B: Então as coisas já tinha sido decididas em um nível ainda mais elevado do que este. É isso que você está dizendo?

T: Isso era muito claro. Pelo que ouvi, não eram uma decisão do grupo. Eles eram como um grupo de ação. Eram pessoas que precisavam se apresentar agora e, em seguida, discutir em conjunto o que precisa ser feito, ou o que está sendo feito e o que deveria estar sendo feito. Então, eles se dispersar e voltam aos seus postos e fazem o que precisa ser feito, como resultado dessas reuniões.

B: Ok. E você foi a uma reunião?

T: Somente um. 

B: Em que qualidade você assistiu a esta reunião? 

T: Por puro acaso! Pensei que era um reunião trimestral normal, porque olhei a lista de e-mail, que tinha nomes conhecidos nele e eu estava nela. Mas nesse época, devido à alta posição que tinha dentro da cidade, pensei que era normal para mim ser destinado para este tipo de reunião. 

Então, quando fui para a reunião, não era o mesmo local de antes. Era uma empresa local de libré, o que é bastante incomum, mas não muito incomum para se querer saber por que. Fui a esta reunião e não foi a reunião que estava esperando. Acredito que fui convidado... por causa da posição que tinha e, por causa disso, eles acreditaram que, como eles, eu era um deles. 

B: Então você foi incluído porque já o conheciam. Você foi considerado como confiável. 

T: Absolutamente. Sim. Era confiável. Era um igual. Era uma das pessoas que, no meu nível dentro da organização, fazia as coisas.

B: Ok.

T: E era visto desta forma. Muitos me conheciam há algum tempo, até mesmo os mais importantes deles. Quero dizer, eram nomes do primeiro escalão, esse tipo de coisa. E  também era regularmente convidado para várias atividades, atividades sociais, e coisas desse tipo, que foi onde me familiarizei com alguns deles e alguns deles tornaram-se muito familiar comigo. 

Portanto, era de trato fácil, bastante profissional, nada fora do normal, apesar dos sinos começaram a tocar sobre o que estavam tramando, o que eles estavam fazendo e qual o tipo de decisões que eles estavam fazendo, o que em grande parte, ignorei. Parece incomum, mas havia uma parte de mim que queria ignorar o que estava acontecendo.

B: Você está dizendo que neste encontro especial de que estamos falando, as pessoas que participaram da reunião estavam familiarizados com você, em grande parte, e você participou de outras reuniões com eles antes, mas esta foi uma reunião com uma diferença, porque estava em um local diferente e com uma ordem diferente, embora os delegados para a reunião eram basicamente do mesmo grupo? É isso que você está dizendo? 

T: Não, não exatamente. Conhecia a maioria dos participantes na reunião, mas não todos. Havia cerca de 25 ou 30 pessoas que estavam na reunião. E foi parecia bastante informal, você sabe, as pessoas queiram conhecer uns aos outros, re-familiarizar-se como as pessoas fazem. Não havia nada de anormal nisso. Foi quando o assunto começou a vir à tona que o meu espanto começou a subir com o que estava sendo dito. 

B: Foi como uma reunião formal presidida em torno de uma mesa, com notas e copos de água, e todos esse tipo de coisa? 

T: Nada disso. Não haviam notas sendo tomadas - nada. Foi realmente uma reunião a portas fechadas com as pessoas falando umas com as outras, algumas pessoas retendo a atenção do público, explicando qual eram as preocupações delas, catapultando para outras coisas que elas pensavam que eram motivo de preocupação para elas. 

E, em seguida, descrevendo, o que só posso denominar como o "cronograma de eventos" que tinham antecipado, estar acontecendo, estar em curso e muitas preocupações porque não estava. O que era para acontecer no cronograma que não tinha acontecido e que medidas iriam ser tomadas para que acontecesse.

E é aqui que as coisas começaram a ficar bastante surreal - porque nunca tinha estado na companhia de pessoas assim, falando desse jeito. 

Agora, o grupo de pessoas com que estava mais familiarizado, as pessoas que fazem o trabalho dentro da cidade, pertencem a vários conhecidos comitês financeiros, alguns deles de comissões bastante diversas, mas todos pertencem à mesma organização. Estas são pessoas que passam despercebidas, a maioria das pessoas não sabem quem elas são. Os conheço. Os conheço de vista, os conheço pelo nome. Os conheço pelo que fazem. 

Foram as outras pessoas que estavam lá, naquele momento, que me surpreenderam. Três outros em particular. Havia mais gente lá que estavam no tipo de nível delas, assim, as pude realmente identificar, mas três, certamente, eram importantes.

B: Ok, agora quando é que foi esse encontro? Vamos colocar uma data nisso. 

T: Ok. Estamos falando de 2005. Foi depois das eleições gerais de maio - que foi quando Blair foi eleito novamente. Essa reunião realizou-se definitivamente em algum momento em junho desse ano.

B: Não há problema em colocar na entrevista que foi em Junho?

T: Junho de 2005 está bom. Sim. 

B: Tudo bem. Agora pergunto, se você poderia explicitar o que foi que foi discutido nessa reunião. 

T: Bem, como já me referi, fiquei bastante surpreso ao ver a quantidade de pessoas que estavam lá. A reunião cobriu várias discussões que abrangiam vários itens ou coisas que estavam acontecendo no mundo naquela época, assim, houve uma discussão muito grande sobre a segurança no país. E uma daquelas três pessoas-chave agora assumiu o papel nisso... está realmente fazendo isso agora. Ele está lá agora. Ele está em posição agora.

A grande coisa na época era o Iraque. Isso estava na agenda deles, mas também, surpreendentemente, houve muita conversa e falar sobre o Irã. E o que realmente me surpreendeu e levantou as minhas sobrancelhas, foi a menção, a menção aberta - eram pessoas  confortavelmente falando umas com as outras, não discutindo ou gritando - mas falando confortavelmente sobre a relutância israelense para atacar e provocar o Irã a ação armada. Isso foi algo que realmente eriçou os cabelos na parte de trás do meu pescoço. 

E parecia que o governo israelense estava amarrado ao que estava acontecendo aqui e tinha um papel a desempenhar que estava sendo ditado fora das fronteiras de Israel. Um ano depois, Israel atacou bases do Hezbollah apoiadas pelo Irã no Líbano. 

E, então, a segunda coisa que saiu, que me lembro muito claramente, foi a menção à relutância japonesa para criar confusão no seio dos setores financeiros chinês. 

Realmente não conseguia entender por que eles estavam falando sobre isso e por que isso tivesse qualquer importância. O que entendi disto, parecia que o governo japonês, ou aqueles no Japão, estavam sendo coagidos ou ordenados a fazer algo que destruiria ou retardaria o crescimento chinês ao poder financeiro. 

Foi mencionado que a China estava crescendo muito rapidamente e o principal beneficiário desse crescimento era o militar chinês, que estava se modernizado, principalmente através do dinheiro que eles estavam recebendo do mercado mundial. 

E, então, as coisas... e é aí que não posso deixar de ser subjetivo, Bill. Porque na época lembro que comecei a me sentir muito mau sobre o que estava sendo falado, e muito ansioso sobre o que está sendo dito. 

Estava na periferia desta reunião e podia sentir a ansiedade subindo dentro de mim, porque este era o material que estava sendo falado de improviso. Não estava sendo anunciado para ninguém. Estas eram coisas que eles já sabiam. 

Então havou uma conversa aberta sobre o uso de armas biológicas, onde e quando elas seriam utilizadas e do cronograma. E o cronograma sempre parece ser crucial.

E então, houve mais conversa centrada em como o Irã deve ser envolvido militarmente, a fim de provocar a desejada resposta militar da China.

Havia uma expectativa clara de incitar o Irã em algum tipo de conflito armado contra o Ocidente, com a China vindo em auxílio do Irã. Através deste incitamento, ou a China ou o Irão iriam usar uma arma nuclear tática de algum tipo. 

E, como já me referi, estas pessoas não estavam tomando decisões. Elas estavam discutindo algo que já foi planejado, elas estavam simplesmente compartilhando suas informações entre si. E ficou claro, no decorrer dessas discussões, que a questão central desta reunião era quando o balão subiria - quando tudo isso iria acontecer. 

Outras conversas se centraram em lidar com finanças, recursos, proteção de activos, um controle desses recursos e ltrazer ativos periféricos. E posso passar por essa cadeia de eventos com você agora, Bill, se quiser. 

B: Ficaria muito feliz de entrar em tantos detalhes tanto quanto você ache que possa. 

T: Ok. Agora, como já foi mencionado anteriormente, eles precisavam que os chineses ou os iranianos fossem culpados pelo primeiro uso de armas nucleares, a fim de justificar a próxima fase. 

Agora, já tinha falado e isto é anedótico, por isso não pode ser confirmado. Mas a minha informação vindo através deste encontro e de outras áreas, de forma positiva, indica que os iranianos têm de fato uma capacidade nuclear tática agora. Eles não a desenvolveram. Eles têm isso. 

B: Alguns dizem que eles poderiam ter conseguido dos russos, talvez. Você tem alguma idéia sobre isso?

T: Acredito que veio dos chineses.

B: Dos chineses... ok.

T: É porque a tecnologia chinesa tem estado, durante muitos anos, voltada para o sistema de mísseis deles. Os iranianos também estão recebendo tecnologia de mísseis dos russos, mas estes são, principalmente, mísseis terra-ar, esse tipo de coisa - armas defensivas. Mísseis de armanento tático - essa tecnologia está vindo através da China.

B: Você tem alguma experiência neste assunto de seu próprio conhecimento militar?

T: Sim, tenho. 

B: Ok, então isso significa que, neste encontro, onde você estava ouvindo essa informação com o seu conhecimento e capacidade militar, com a sua experiência militar, e compreender de forma estratégica e tática o que era que eles estavam falando e por quê. 

T: Oh, absolutamente. Podia ter mesmo intervindo e corrigido a terminologia, porque acredito que eles estavam entendo errado, mas eles apenas a estavam descrevendo da melhor maneira que podiam.

B: Certo.

T: Então, sim, tenho um conhecimento muito profundo dos tipos de armas e sistemas de armas em geral. 

B: Sistemas de armas em geral; com certeza. Ok, de volta aonde estávamos, isso foi uma nota que você colocou ali, dizendo que você sentiu como se fosse uma anedota, mas você também está confiante nessa opinião, que o Irão realmente tem uma força nuclear atualmente. 

T: Sim, se posso colocar isso aqui, Bill, antes que isto me escape... é uma piada, no sentido de que na discussão não se mencionou que o Irã não as tinham. A discussão se inclinou na direção de que os iranianos têm esse tipo de arma e não de que não a tinham. Penso que a distinção teria sido feita - se não a tivessem. Não foi mencionado que NÃO a tinham. Ela se inclinou na direção de que eles já teriam essas armas.

B: Entendo. Agora, não quero tirar você da pista, mas há o potencial de analogia com a situação no Iraque, onde os governos e militares ocidentais se, realmente, soubessem da verdade ou não, certamente estavam dizendo ao público que a capacidade militar iraquiana era de longe maior do que realmente era. É possível que haja algum engano aqui no que diz respeito à capacidade do Irã? Ou você acha que eles realmente não sabem o que os iranianos e poderiam fazer?

T: Fazer uma comparação com o Iraque é uma coisa natural de se fazer. No entanto, neste contexto, penso que poderia induzir a erro. 

O apoio que o Iraque recebeu durante a Guerra Irã-Iraque foi principalmente ocidental. E, claro, no "Ocidental" devemos incluir Israel, tal que a probabilidade do Iraque de receber uma arma nuclear que não tenham desenvolvido, mas terem ela importada para eles, seria extremamente baixa. 

Ora, o Irã é outra coisa. Agora, o Irã está sendo continuamente apoiado pela China, depois pelos russos e também por outros países. O mercado militar é muito aberto e se pode até incluir os franceses, que independentemente exportam as armas deles onde quer que eles possam.

B: Sim.

T: Mesmo em desafio as convenções em vigor sobre a venda de armas no exterior. Mas isto vai um pouco além disso. Estamos falando de um país que está sendo muito bem utilizado por um outro país durante o período revolucionário - onde eles têm sido vistos como um inimigo de todos os países ocidentais e também dos Estados do Golfo. 

B: Quer dizer, você está se referindo ao Irã sendo usada pela China?

T: China. Sim. Ambos estão usando um ao outro, é claro. A economia da China está subindo rapidamente. Não sei se ela agora atingiu o patamar dela ou não e não estou falando sobre isso. Mas da quantidade de armamento e do nível de conhecimentos técnicos que o Irã está recebendo dos militares chineses - parece inconcebível que as armas nucleares não tenham sido incluídas dentro de qualquer pacote que tenham, se isso está sob o controle direto da Guarda da Revolução Iraniana ou em conjunto com os iranianos e chineses. Não se pode ter certeza.

Mas vou voltar ao que disse antes, que, nessa reunião, o pressuposto era - e ficoui muito claro - que os iranianos TÊM tais armas na posse deles, pois não foi mencionado o contrário. 

B: Entendi. E o que você vai passar a falar é como esta cooperação entre o Irã e a China estava sendo usada como uma forma de chegar a China - porque a China é o alvo principal. Isto está correcto? 

T: Isso é correto. A China tem sido o alvo principal, pelo menos desde meados dos anos 70 - e mais uma vez, esta informação é através de terceiros, de modo que não posso lhe dar nenhuma prova direta em primeira-mão disso - mas sempre foi a China. Sempre foi a China que é um dos grandes alvos deste cronograma.

B: Hum, hum.

T: É da China que eles estão atrás agora, é tudo sobre a forma de como coagir e criar o cenário onde este tipo de - bem, isso vai ser uma guerra, Bill; vai ser uma guerra - como isso pode ser feito e como pode ser real para todos que vivem no Ocidente? 

E a maneira como vai se tornar verdadeiro é por um Estado, como o Irã, sendo utilizado como bode expiatório para usar uma arma nuclear a fim de obter uma retaliação. 

B: E a justificação de tudo isto, então, é provocar ou enganar a China para uma guerra, com que razão? 

T: A China, então, viria para ajudar o Irã, muito rapidamente. E o que estamos falando é desses "caminhos para Jerusalém", por assim dizer. não deveria ser nenhuma surpresa que os chineses têm o próprio "Caminho para Jerusalém" deles, por assim dizer, porque é onde o petróleo está - a linha de vida deles - e é aí que o poder deles poderia ser estendido muito além de onde está nesse momento. 

B: Não entendi o que você quis dizer por caminho para Jerusalém. Era uma metáfora, falando sobre o Irã?

tem efectivamente utilizado, acredito. Hu Jintao,T: Sim. Era minha metáfora. Embora não tenha mencionado a você anteriormente, você sabe, eles falam sobre "o caminho para Jerusalém", por assim dizer. Pessoas como Benjamin Netanyahu o usam com muita frequência. Obama tem usado. O presidente chinês também o é o nome dele. Eles realmente usaram essa metáfora.

B: Não sabia disso.

T: Sim, eles têm. É onde se encontra a estrada. Será que vai através de Teerã, indo em uma direção? Ou será que vai através de Teerã, de novo, vindo de outra direção? 

B: Ok, então você está usando-o basicamente como uma metáfora para um objetivo desejado, algo que é alcançado e atingido.

T: Isso mesmo. 

B: Ok. Então o que você está dizendo, é que há um plano de longo prazo que foi decidido há muito tempo atrás para definir a situação, para configurar o tabuleiro, o tabuleiro global, de modo que haverá uma guerra com a China . Isto é o que você está dizendo. 

T: Sim, em poucas palavras. Você entendeu. É toda uma série de eventos e muitos deles se concretizaram. E mais uma vez só posso enfatizar que o tempo parece ser crítico. 

B: O que aconteceu, o que ainda está por acontecer e qual é o plano eventual apresentado que querem que aconteça, se tudo o que eles querem que ocorra viesse a ocorrer? 

T: Bem, o plano é para que o estopim seja aceso no Oriente Médio, novamente, de uma forma que fariam os conflitos anteriores no Oriente Médio parecerem brincadeira de crianças. 

Isso envolveria o uso de armas nucleares e, novamente, é para criar uma atmosfera de caos e medo extremo não só no Ocidente, mas, em todo o mundo e de pôr em prática aquilo que me referi como os governos ocidentais totalitários unificados, para que isso aconteça a China precisa ser retirada, politicamente e socialmente.

B: Então o que estão fazendo aqui, estão matando dois coelhos com uma cajadada. Estão usando isso como uma justificativa para criar o que muitos na internet têm chamado de Governo Mundial, exceto que não incluem a China. Você está falando sobre as nações ocidentais, em uma aliança para bloquear esta nova ameaça. 

T: É especificamente as nações ocidentais, mas acho que também temos que incluir o Japão nisso. 

B: E quanto a Rússia? Onde a Rússia fica? 

T: Acredito que a Rússia é um jogador, mas não tenho provas. Por uma razão ou outra a Rússia realmente não se encaixa aqui, é apenas uma suposição minha que o governo russo, que está em vigor no momento, está de mãos dada com os agentes de controlo que estão no Ocidente. 

B: Hum. Então você diz isso porque nessa reunião que você participou a Rússia não foi mencionada como um fator importante.

T: Não, nenhuma vez. A única forma em que ela foi mencionada foi na idéia total de se criar um estado de caos em todo o mundo. Isso significaria a utilização posteriormente de armas biológicas, a escassez generalizada de alimentos que afetará os países vulneráveis em todo o mundo, seguidos de fome em massa e de doença. 

A única menção que a Rússia teve é uma coisa estranha que não consigo explicar e talvez alguma outra pessoa possa. Realmente não consigo entender isso. Mas, dentro desta reunião foi mencionado: "fazer com que o exército chinês atacasse a Rússia Oriental". Agora, não posso qualificar isso, nem porque foi mencionado na reunião - não sei. 

B: Ok. Então, só para voltar ao que mencionei há um minuto, cerca de dois pássaros com uma pedra. Um dos objetivos aqui, então, é estabelecer uma aliança  dos países ocidentais em uma espécie de totalitarismo como um "fundamento emergencial de guerra", tendo um alto aspecto de controle para isso. E o outro aspecto é realmente o de acender o fogo desta guerra, o que resultará em todos os tipos de caos e, presumivelmente, um número enorme de pessoas que morrendo em algum lugar

T: Sim.

B: A população chinesa? Ou todos no planeta? É isto parte do plano de redução da população? O que eles dizem?

T: Bem, havia uma conversa sobre os agentes biológicos sendo utilizados, descritos como sendo do tipo gripal e que se espalhariam como fogo. Agora, eles não o mencionram nesta reunião, mas sei agora que ele vai atacar as pessoas geneticamente, não todos de uma só vez. Como isso iria acontecer... Não sou um geneticista, realmente não sei. Só se pode assumir que está ligado oa ADN, de alguma forma.

B:  Hum, hum.

T: E as diferenças que são encontradas no ADN. Essas diferenças foram identificadas e os vírus podem ser feitos de tal forma que poderiam matar uma pessoa e fazê-lo muito rapidamente

B: E assim os vírus alvejam geneticamente, é o que você está dizendo?

T: Sim.

B: Geneticamente direcionados para o tipo racial, ou até mais específico que isso?

T: Tipo racial. Tenho plena certeza sobre isso. Eles estão falando sobre a extinção de toda uma parte da raça humana, o fazendo geneticamente.

B: Sério? Fizeram menção a isso nessa reunião, em que condições?

T: Não exatamente. Essa é a minha opinião. Assim foi como o mencionaram, é assim que me lembro de como isso veio à tona e como o interpretei.

B: Ok.

T: Mas, assim era como o aludiam muito certamente.

B: Eles estão falando sobre tirar os chineses do caminho porque eles são um grupo grande e inconveniente é não dão bola para os planos globais? Ou eles estão falando isso como uma desculpa para diminuir as populações do mundo inteiro, inclusive em países ocidentais? 

T: Bem, é uma pergunta muito boa e, tanto quanto posso ver, é hipotética. Novamente, não posso lhe dar uma resposta a isso. De um ponto de vista pessoal, eles, definitivamente, parecem estar querendo uma diminuição da população do mundo e estão querendo reduzí-la a um tamanho controlável para este governo que vai chegar, para que eles tenham o controle que eles desejam. Caso contrário, eles não o teriam. 

Ainda sinto me mau ao falar sobre isso agora, realmente sinto. Me sinto muito mau em saber que eles seguirão em frente e farão esse tipo de coisa, que essas coisas foram realmente faladas. Eles querem a diminuição da população ao que eles friamente acreditam ser um "nível controlável". 

B: Você pode fazer referência, nesta reunião em que estiveste, sobre quais os níveis, ou os números, ou as percentagens, ou qualquer coisa tangível que você se lembre?

T: Sim. Eles estão falando de metade.

B: Uau. Isso é um monte de gente.

T: Sim, é.

B: Ok.

T: Isso é trazê-los a metade.

B:  Então isso é mais do que chineses. Isso responde a questão, não é?

T: Bem, em um intercâmbio nuclear - acredito que haverá uma troca nuclear limitada - haverá uma espécie de cessar-fogo. Isso foi falado, que previam um cessar-fogo rápido, mas não antes de milhões já haverem morrido, principalmente no Oriente Médio.

Então, provavelmente, estamos falando de Israel, aqui, a população de Israel seria sacrificada. Também lugares como Síria, Líbano, possivelmente, Iraque, Irã, definitivamente, você sabe, as cidades e as grandes cidades, usinas de energia e assim por diante, esse tipo de coisa. E, então, um cessar-fogo antes de um ataque completo.

B: Um cessar...? Uau. Desculpe, estou interrompendo você, me desculpe. Um cessar-fogo antes do ataque total?

T: Sim, é como uma espécie de jogo de poker onde eles já sabem o que há as mãos. Eles sabem o que vai ser jogado. Eles sabem que cenário será obtido e esse cenário pode terminara em um cessar-fogo novamente. Então nós vamos ter o cessar-fogo, e é durante este período do cessar-fogo que os eventos vão começar, realmente, a decolar.

B: Você sabe como? 

T: Sim. Isto é, quando as armas biológicas serão usadas.

B: Ah... 

T: Isso criará as condições em que as armas biológicas podem ser utilizadas. E aqui você tem que imaginar um mundo, agora pós-guerra nuclear, ou guerra nuclear limitada, em caos, com colapso financeiro e os governos totalitários chegando no lugar.

B: E um monte de danos à infra-estrutura.

T: Pessoas vivendo com medo e em pânico total - este é o que vai acontecer a seguir. Você terá um cenário... e esta foi mais uma vez falado, e posso entrar em algum detalhe sobre como as pessoas se tornarão mais controláveis com ninguém fazendo perguntas sobre o que vai acontecer, porque sua própria segurança e defesa estarão sendo colocados firmemente nas mãos daqueles que estão dizendo que podem protegê-lo melhor. 

E, é nesse caos devido a uma troca pós-nuclear que essas armas biológicas serão despachadas de tal forma que não haverá nenhuma estrutura, nenhuma rede de segurança para qualquer um contar na luta contra este tipo de ataque biológico. 

E deve-se mencionar, para aqueles que não têm conhecimento, que as armas biológicas são tão eficazes como as nucleares, elas só levam um pouco mais de tempo - isso é tudo

B: Sim. Agora, o despacho das armas biológicas na sequência do cessar-fogo, é algo que acontece secretamente, assim como todas as pessoas subitamente vão começar a ficar doente e ninguém sabe de onde isso veio? Ou isso é uma arma que será despachada abertamente sendo muito óbvia? 

T: Não acho que seria evidente, porque o povo chinês vai ser atingido pela gripe! Então vai haver uma epidemia mundial de gripe, talvez, com um país como a China - ou a China, porque a China é mencionado - seria a que mais vai sofrer.

B: Ok. Agora, se você fosse um comandante militar chinês, o que você faria nesta situação? Provavelmente, você iria retaliar. 

T: Sim, de fato. O tipo de retaliação que as forças armadas chinesas poderiam fornecer não é o mesmo daqueles existentes no Ocidente. O tipo de armas que o Ocidente pode despachar supera muito, de longe qualquer coisa que está ao alcance tecnológico das forças armadas chinesas no momento - apesar de que eles estão ficando melhor conforme o tempo passa. 

Mas, quando estou falando sobre a China, estamos falando sobre o Exército de Libertação do Povo, o Exército Popular, se reunindo muito rapidamente e se está falando sobre movimentos em massa das tropas de alguma forma, em zonas onde eles podem se envolver com o adversário. 

E neste tipo de intercâmbio, isso vai ser nuclear... é por isso que mencionei logo no começo... haverá uma guerra convencional, para começar, em seguida, ela irá rapidamente se tornar nuclear com o Irã ou o China sendo provocados a iniciar o atque nuclear, é porque eles não estarão em condições de se defenderem adequadamente contra o ataque convencional do Ocidente sem usar armas nucleares. 

B: Ok. Assim, os chineses vão ser obrigados a ir para um ataque preventivo. 

T: Sim, todas as opções serão tiradas deles... as opções de retaliação serão tiradas deles muito rapidamente e não teriam tempo de se recuperarem. 

B: Ok, agora, o que você estava descrevendo não era a situação antes do cessar-fogo, quando a China seria provocada para usar armas nucleares. 

T: Acho que é melhor olhar para isto em etapas. Então, estamos falando de um tipo de guerra convencional, essa guerra, em seguida, evoca o uso de uma arma nuclear, quer pelos chineses ou pelos iranianos.

B: Ok.

T: Provavelmente o mais plausível pelo Irã, para impedi-la de ir mais longe. Então estamos falando de uma troca de armas e, em seguida, um cessar-fogo antes de termos algo que não esteja mais confinado a uma área geográfica. 

B: O que parece? É isto global? Por exemplo, você está falando de armas nucleares em território americano, na Europa, e assim por diante?

T: Não. guerra nuclear mundial, não foi mencionada.

B: Ok.

T: Não, foi puramente geográfica, no Oriente Médio.

B: Ok. Na realidade, algumas pessoas se referem a isso como a guerra Armagedon, a guerra que foi profetizado. 

T: Sim. Isto está certo. Para aqueles que estão olhando para esse ponto, você sabe, se certamente destaca um momento onde esse tipo de coisa vai ocorrer. Mas provavelmente não do jeito que pensei, porque não posso enfatizar mais do que isto: as pessoas em geral serão colocados em tal estado de pânico e medo de que elas estarão implorando por um governo forte em toda parte. 

Eles não se chamrão de governo totalitário, serão governos militares com o governo civil ainda estando presente, mas de um modo redundante. Os militares vão dar as ordens - da mesma forma que um general faz no Afeganistão e anteriormente no Iraque. O general no comando assume a cena. Ele dá as ordens.

Portanto, temos de imaginar o mesmo tipo de coisa num país onde você tem um governo civil baseado nos militares, dando as ordens, com o chamado governo eleito quase redundante. O governo militar proverá a segurança para as pessoas que vivem nesses países que ainda têm de ser afetado por este ataque violento. 

B: Ok. Qual é a época para esta série de eventos, no melhor que você souber?

T: O melhor que eu sei... 18 meses. É definitivamente antes de 2012.

B: Ok.

T: Ou por volta de 2012, em algum momento desse ano. 

B: Agora alguém lendo isso vai perguntar: Ok, então é isso que eles estavam discutindo, em 2005. Como você pode saber que esse plano ainda está no caminho certo, que as coisas não mudaram radicalmente, que eles não tenham abandonado completamente, que não tenha havido algum grande meia volta ou epifania aqui? O que te faz tão certo que este plano ainda está em vigor? 

T: Em virtude dos acontecimentos que tiveram lugar desde 2005. Acho que essa é provavelmente a forma mais coerente de olhar para isso. Já tivemos um chamado colapso financeiro. Não foi um colapso total. Foi uma centralização do poder financeiro. Isso foi o que aconteceu. Certamente aconteceu nos Estados Unidos. Certamente aconteceu no Reino Unido. Certamente aconteceu na França e na Alemanha. Assim, todos as peças principais no mundo ocidental centralizaram seus ativos financeiros.

B: Foi falado sobre isso na reunião? 

T: Sim! Tomou-se uma parte muito grande daquela reunião falando-se sobre como isso estava para acontecer. Tenha em mente que a reunião se realizou - na cidade de Londres. A cidade é o centro financeiro do mundo, sem nenhuma dúvida. 

B: Assim, o que você está dizendo, então, é que todas estas coisas aconteceram de acordo com a implantação deste plano deles. 

T: É isso mesmo - e todos os preparativos que precisam ser feitos antes que este tipo de conflito ocorra, também já foram posto em prática. 

B: Como o quê? O que você está se referindo?

T: Bem, você está falando de figuras-chave assumindo as posições. Vamos dar um bom exemplo aqui e isto é uma coisa que provavelmente a maioria das pessoas no Reino Unido não sabem, é que a indústria britânica de segurança privada emprega cerca de 500.000 pessoas, o que é muito mais do que os militares do Reino Unido. Os número de militares no Reino Unido é muito menor do que esse. Os militares do Reino Unido estão em cerca de cem mil. Você está falando de 500.000 pessoas que trabalham na indústria da segurança privada no momento. 

Agora, antes de 2005, não havia nenhuma regulamentação para isso. Não houve treinamento para eles. Não houve unificação dessa força de pessoas. E nos bastidores - e isto é algo que as pessoas devem ser capazes de levar em conta, sobretudo os que vivem no Reino Unido - houve o Ato da Indústria de Segurança Privada 2001.

Agora, esse ato significa que qualquer um que trabalhe no setor privado tem que passar por certo treinamento. Eles também tiveram que ser verificados pela polícia. Faz algum sentido que pessoas civis que estão trabalhando em áreas tais como responsabilidade de segurança sejam verificas pela policia. 

Nestas verificações policiais... tudo fica à descoberto. Não é apenas se você cometeu um crime ou não. Acredite, você pode descobrir muito mais sobre esse indivíduo através de uma verificação policial. 

E, então, há o treinamento. Este treinamento é todo sobre gestão de conflitos: o que fazer em tempos de conflito, como gerí-los, como controlá-los. E então eles são ensinados a usar a força controlada. Estende-se a partir daí. 

B: Então você está falando sobre a manipulação de problemas de agitação civil e assim por diante. Isso tudo é uma configuração para isso. 

T: É verdade. Você pode tirar os protestos que ocorreram depois da invasão do Iraque em 2003, aqui no Reino Unido e na Europa Ocidental e também nos Estados Unidos, mas principalmente na Europa Ocidental. Era quase como um levante em massa contra a guerra no Iraque. Isso não vai ser repetido novamente. Não será.

Mas as pessoas nesta indústria precisam ser legalmente habilitadas, a fim de fazerem o trabalho delas, porque ainda estarão trabalhando na proteção de ativos, de modo que ainda estarão fazendo seu trabalho. E no momento em que falamos a Associação da Indústria de Segurança está procurando receber mais poderes sobre os poderes que já lhes foi dado. Eles já foram licenciadas para operar legalmente no ambiente civil. Agora eles estão recebendo os poderes adicionais de polícia de que necessitam. 

Não é apenas para aqueles na indústria de segurança britânica, mas também aqueles que são chamados de "agentes da autoridade civil": assistentes de estacionamento, esse tipo de coisa, os policiais comunitários, aqueles que estão ajudando a polícia a fazer o trabalho deles; eles estão recebendo os poderes compatíveis com as responsabilidades que é necessária para lhes permitir fazer o trabalho de forma eficaz. Então, estamos falando de poderes de prisão; poderes de detenção; estamos falando nestes níveis. E isso vai acontecer. 

B: Isso está acontecendo em outros países ocidentais, você sabe?

T: Bem, isso já ocorreu em outros países ocidentais, lugares como a França e a Alemanha, onde você tem várias forças policiais trabalhando juntas. Você não tem uma força policial, por assim dizer, que você pode identificar e dizer: Bem, eles são a polícia. Eles têm outras agências e eles todos carregam poderes similares. 

Mas esses poderes dentro da indústria de segurança do Reino Unido simplesmente não existem no momento. Eles já existem nos Estados Unidos e é um modelo dos Estados Unidos que está sendo usado, principalmente, aqui. 

B: Ok. Agora, antes que você entre em detalhes, estávamos falando sobre a linha do tempo - e eu perguntava sobre qual seria a sua resposta a alguém que quizesse saber como você poderia estar tão certo de que isto estava mais ou menos no caminho certo, embora a reunião que você participou foi há quatro anos.

T: Quase cinco agora.

B: Quase cinco. Sim.

T: Sim. Tudo que posso dizer, Bill, é que apenas levo em conta o que mencionei, e se isso abre os olhos de qualquer um - a veracidade do que é dito pode ser verificada por si mesma se assim o desejarem.

B: Sim.

T: Nem tudo está escondido. Eles não podem, eventualmente, esconder tudo, então vocês podem unir as peças do quebra-cabeça por si, em seguida, vocês vão descobrir que é bastante credível

B: Sim. Tenho que admitir, é muito credível, o que é muito decepcionante. Logo no início da nossa conversa, você disse que... Este é a minha parafrase... você disse que esta era uma corrida contra o tempo, do ponto de vista eles. Por quê?

T: Há muitas coisas que vão acontecer dentro dos próximos anos e tudo tem a ver com o poder. Algumas delas, nem eu compreendi totalmente, para ser honesto com você. Mas pelo que entendo, há uma porção de poder intermediário acontecendo e é, principalmente, daqueles que têm estado no controle da maioria da sociedade, não apenas por centenas de anos, mas há milhares de anos, e desejam que esse controle continue. E, para isso, uma seqüência de eventos tem de ser fabricada a fim de que isso aconteça. O que acabei de descrever a você é, provavelmente, a primeira parte. 

Então, estamos nos dirigindo para a guerra; depois disso... e não posso dar-lhe um prazo de quando isso vai acontecer... haverá um evento geofísico ocorrendo na Terra, que vai afetar todo mundo. 

Mas, por esse tempo, todos já teremos passado por uma guerra nuclear e biológica. A população da Terra, se isso acontecer, será drasticamente reduzida. Quando esse evento geofísico acontecer, em seguida, os restantes serão provavelmente reduzidos à metade novamente. E quem sobreviver é que vai determinar quem comandará o mundo e sua população sobrevivente na próxima era. 

Portanto, estamos falando de uma era pós-evento cataclísmico. Quem vai ser o comandante? Quem vai ser o controlador? É tudo sobre isso. E é por isso que eles estão tão desesperados para que estas coisas aconteçam dentro de um prazo definido. Caso contrário, eles vão perder.

B: Ok. Deixe-me ser o advogado do diabo aqui, me fale do seu ponto de vista da grande experiência militar profunda e familiaridade com o pensamento militar. Porque é que a guerra, o estabelecimento do governo totalitário, a atmosfera de medo e assim por diante, porque se precisa de tudo isso se haverá um grande evento geofísico, como você diz, que causará problemas de infra-estrutura resultando em muitas mortes, em todos os tipos de emergências em todo o mundo; terremotos, tsunamis, sabe-se lá o quê. Só isso já justificaria a lei marcial na maioria dos países e estados de emergência e as mesmas facções poderiam facilmente justificar a tomada do poder neste tipo de situação de emergência. Porque a guerra é parte desse cenário? Não entendo isso. 

T: Acho que você tem que olhar para isso de um ponto de vista diferente. Após um evento cataclísmico, haverá pouca ou nenhuma estrutura. E se não há nenhuma estrutura, o que significa que uma estrutura tem de ser reposta no lugar. 

A estrutura tem que estar em prática antes que isso aconteça com algum tipo de certeza que sobreviverá ao que está vindo - para que possa estar em ambos os pés no dia seguinte e, então, permanecer no poder e ter o poder que era apreciado anteriormente. 

B: Então, é uma justificação para o reforço dos componentes críticos da infra-estrutura de fato na preparação para o cataclismo que na rotina do tempo civil pode não ser tão forte. Isto é o que você está dizendo?

T: É verdade. E estou entrando em uma área onde só posso dar opiniões subjectivas o mesmo que qualquer outra pessoa poderia, mas o sentimento, e é uma forma muito intuitiva, é que eles têm que começar a se organizar agora. Eles têm que colocar a base de poder deles corretamente no lugar. E a única maneira deles fazerem isso é criar as circunstâncias para que isso aconteça, ou seja, um conflito. 

E todos podemos olhar para trás através da história. Toda guerra alcançou um objectivo. Além do sofrimento, o sofrimento humano que se passa, há sempre um objectivo alcançado. E o objetivo está sempre do lado do vencedor.

Então, nós estamos olhando para este regime totalitário, que, creio, já é totalitário de qualquer forma. Quero dizer, nós não temos uma democracia no todo. Ninguém diz uma palavra. Isso já foi decidido acima de todos. 

Não temos nenhuma importância, por assim dizer. Nós realmente não temos importância. Eles importam e o poder deles é importante, essa é a única coisa que está sendo pesada nisso. E acredito que se você tocar na mentalidade de alguém que atua dessa forma, você vai entender o que eles vão fazer, por que eles estão fazendo, por que eles querem controlar o jogo final e estarem no poder no final de tudo, intactos, uma vez que este evento geofísico terá sobreviventes. 

B: Você tem alguma indicação de quando é isso? Isto implica, a partir do que você está dizendo, que estão esperando que algo aconteça em 2012. Este evento será em 2012? 

T: Não, isso não está realmente centrado em torno de 21 de dezembro de 2012. Não sei o que vai acontecer em 21 de dezembro de 2012. 

Tenho fortes suspeitas de que vai ser algo mais, talvez algo de bom para todos. Realmente não sei. Mas, certamente, em torno dessa data vamos estar em um conflito que vai levar o tempo que for preciso. Mas estamos falando de alguns anos após 2012, quando este evento geofísico vai ocorrer. Julgo que será nessa minha vida. 

B: Ok. Então deixe-me mandar isto de volta para você, esta apresentação de eventos que descreveste: a troca nuclear e o cessar-fogo e, em seguida, o uso de armas biológicas... o que você está dizendo é que isto vai resultar em caos, na realidade vai levar uma geração da humanidade para reconstruir tudo isso. E durante todo esse tempo terá de haver algum tipo de grande infra-estrutura totalitária, a fim de lidar com este curso de emergência e re-construção. E então, em algum momento, haverá este grande evento de geofísica, mas eles têm que começar o mais cedo possível. Está certo?

T: Isso está correto. Está certo.

B: Você acha que eles sabem quando isso estará acontecendo? Ou você acha que eles pensam que vai acontecer em "algum momento"? 

T: Sim. Acho que eles têm uma boa idéia de quando isso vai acontecer. Não sei quando é. No entanto, tenho este sentimento muito forte que vai acontecer ainda na minha vida, digamos, no prazo de 20 anos. Você provavelmente poderia trazer isso de volta ainda mais - entre hoje e dez anos, entre hoje e cinco anos.

B: Hum.

T: Você sabe, realmente não sei. Desejaria saber. É algo que gostaria de saber, mas estamos entrando agora naquele período em que este evento geofísico está prestes a acontecer, quando consideramos o período de tempo que passou desde o último que aconteceu em cerca de 11.500 anos atrás  e isso acontece ao redor de 11.500 anos, ciclicamente. Agora acontecerá novamente.

B: Sim.

T: Em que medida isso vai afetar o mundo, só se pode imaginar, e tenho certeza que não há planos de contingência apostos, agora, para quando esse evento acontecer, porque acredito que é amplamente conhecido dentro destes círculos. Eles entendem que vai acontecer. Eles têm o conhecimento certo de que isso vai acontecer. Eles podem ter um prazo e parece provável que eles tenham. Novamente, é uma dessas coisas - que seria inconcebível se eles não soubessem. Quer dizer, os melhores cérebros do mundo estão trabalhando para eles sobre isso. Você sabe? E eles sabem tudo sobre isso, e, pessoalmente, eu não sei.

B: Isto foi falou na sua reunião? 

T: Não, não foi falado abertamente. Deixe-me resumir o que foi discutido na reunião:

Irã será atacado, possivelmente dentro de 18 meses. China vem a ajudar o Irã, para proteger próprios interesses dela. Armas nucleares serão usadas, quer pelo Irã ou pela China com Israel provocando a primeira primeira explosão nuclear. Grande parte do Oriente Médio será arruinado. Milhões vão morrer dentro de um período de tempo muito curto. E por alguma razão isto está aqui, e não posso te dizer porquê: China vai passar forçosamente por partes da Rússia para estender as linhas de cessar-fogo. Posteriormente, as armas biológicas serão despachadas contra a China. A China "pegará um resfriado". 

E entendo que há algum tipo de aliança ET malévola há 50 anos trabalhando com o Reino Unido, os E.U. e outras potências ocidentais, e isso inclui o Japão. 

E, novamente, quando falamos de uma aliança malévola de ET que está no âmbito dos projetos de negros, este é um intercâmbio de tecnologias que vem acontecendo há bastante tempo. Portanto, há um envolvimento e esse envolvimento nem mesmo posso explicar completamente. 

Também entendo que há entidades ETs mais humanitárias e altruístas trabalhando contra esse cronograma e estão de alguma forma mantendo um equilíbrio precário, sem ter qualquer intervenção directa por si. E, novamente, não posso explicar totalmente isso, mas é um certo sentimento intuitivo que isto está funcionando e há outros aspectos da minha experiência que me levam a fazer esta afirmação - mas isso é outra história. 

Então do que estamos falando é das potências ocidentais que procuram uma "guerra perfeita" - as estão fazendo durante todo o século 20 até os dias atuais, até porque esse cronograma vem de muito longe no passado. Então, estamos falando de décadas ou centenas de anos em que esse cronograma está em uso.

E também acho que é muito importante associar o cronograma com outras referências que já ouvi várias vezes: é chamada de MISSÃO ANGLO-SAXÔNICA. Sinto que é importante acrescentar isso porque pode soar algumas campainhas em algumas pessoas já que não acho que isso foi mencionado antes.

B: Já ouvi essa frase antes. Não quero divagar aqui, mas o sinal que tenho contra isso - e, na verdade, o que realmente estou começando a entender é tão assustador quanto parece, a partir do que você está dizendo - qual é a razão para isso ser chamado de missão anglo-saxônica; é, basicamente, porque o plano é para acabar com os chineses para que, após o cataclismo, e quando as coisas forem reconstruídas, serão os anglo-saxões que estarão em condições de reconstruir e herdar a Nova Terra, com ninguém mais por perto. Está certo? 

T: Se isso é certo realmente não sei, mas econcordo com você. Através do século 20, pelo menos, e mesmo antes dos séculos 19 e 18, a história deste mundo tem sido, predominantemente, executada a partir do Oeste e da região Norte do planeta. Outros tentaram, mas fracassaram. 

E é seguro dizer que a Primeira Guerra Mundial e a Segunda Guerra Mundial foram guerras fabricadas. Tenho certeza disso. E foram usadas como trampolins para se chegar onde estamos agora. Qualquer historiador irá dizer-lhe que, se isso não acontecesse, isto não teria acontecido. Não teriamos tido as Nações Unidas, que não teriamos tido os Estados Unidos da América tornando-se uma superpotência em um período tão curto de tempo. Tornaram-se uma superpotência dentro dos quatro anos de guerra. E eles acabaram com armas nucleares. 

Amigos, sinto, vocês têm que trazer isso para dentro de suas próprias agendas pessoais. O Ocidente se tornou a força dominante no mundo é fato. Está fora de questão. 

B: Retrospectivamente olhando para isso, você pode ver uma espécie de estratégia de longo prazo que se estenda ao longo de um número de gerações, embora não se possa ver a árvore na semente. 

T: Essa é a natureza das pessoas - realmente. Você sabe, só vivemos nossas vidas com as nossas famílias e as pessoas próximas a nós e fazemos o melhor que pudermos. Não é muito frequentemente que colocamos a cabeça acima do parapeito e damos uma boa olhada em volta para ver o que está realmente acontecendo. Não somos muito bons em fazer isso, estou com medo.

Sou um bom exemplo. Estive envolvido em tantas coisas, apenas abaixo minha cabeça e só me preocupo com o que estou fazendo, ignorando o que estava acontecendo, talvez inconscientemente, negando o que estava acontecendo até que realmente tive que dizer algo sobre ele. 

B: Sim. Apenas uma nota pessoal, deve ser muito difícil viver com essa experiência pessoal que você teve de ser parte dessas conversas e sabendo que isto não é apenas uma fantasia porque  você ouviu as pessoas falando sobre isso, rindo sobre isso. 

T: Bem, foi bastante informal. Quero dizer, eles estavam muito à vontade para falar sobre isso. 

Como posso descrever melhor as pessoas de quem estou a falando? As pessoas de que estou falando são pessoas que transpiram poder. Elas evocam medo. Elas exigem obediência e por Deus que elas o conseguem! E pela maneira como elas falam elas estão ordenando aos governos chamados eleitos que temos no Parlamento ou em Washington, ou em Berlim ou em Paris. Essas pessoas exalam esse tipo de poder, vai além do que posso dizer? 

Tenho certeza que outras pessoas cruzaram com personagens como esses em suas vidas. Não há uma molécula de compaixão no corpo delas. Elas não ressoam qualquer espiritualidade, qualquer uma. Elas são frias, são calculadoras. Para usar uma frase que é comum aqui "a manteiga não derreteria na boca delas". 

B: Um monte de gente lá fora especula que em algum nível, talvez não ao nível das pessoas que estavam naquela reunião, mas em algum nível, no presente, por trás dos bastidores do governo que está orquestrando todo esse plano, encontra-se uma inteligência não-humana. 

E um dos argumentos para isso é que leva uma quantidade enorme de tempo para se pensar nessa estratégica astuta, para planejar ao longo de muitas gerações, isso deve ser o resultado de uma inteligência extremamente elevada para jogar este jogo de xadrez em uma escala tão enorme . Por isso, algumas pessoas, me incluo, sugerem que esta deve ser uma inteligência não-humana que está por trás disso.

T: Sim. E a minha percepção é que essa inteligência é extremamente lógica, sem empatia, sem amor, sem carinho, sem compreensão e sem compaixão. Eles são frios e calculistas e lógicos além de qualquer lógica que poderíamos reunir normalmente. Eles vão bem além disso - eles são pessoas extremamente inteligentes. Estas são pessoas que podem produzir respostas para as perguntas realmente difíceis sem piscar um olho. Eles são pessoas muito, muito brilhante, brilhante, mas apenas no sentido de que a sua lógica é extraordinária. 

B: O que as pessoas comuns podem fazer? Como devem reagir? Como eles devem pensar? Você, pessoalmente, sente que isso é inevitável? Você acha que estamos todos condenados de alguma maneira? 

T: Não, absolutamente não. Sempre pensei sobre isso, Bill, e isso, claro, é uma opinião pessoal: Vamos resistir. Mas, para suportar, de uma pessoa para a outra, não trabalhe mais para eles. É para parar de trabalhar para eles. Não se trata de reagir violentamente contra eles, porque eles vão ganhar. Eles gostariam que isso acontecesse, então isso lhes daria uma desculpa. Eles criam o medo e a violência - a reação de medo. Isso seria como o mel para as abelhas para eles. Eles gostariam que isso acontecesse. 

O que é preciso é reação não-violenta: simplesmente não faça o trabalho para eles, mais nada. Para dar uma comparação, Bill. Houve um homem que a história tem ignorado largamente. Ele era um francês, com o nome de Jean Juarès. Sempre foi surpreendente para mim que este personagem incrível nunca entrou nos livros de história. Ele é bastante conhecido na França, em alguns círculos, mas não amplamente conhecido. 

Ele previu o acontecimento da Primeira Guerra Mundial. Ele queria um Movimento Internacional de Trabalhadores para não se submeter as famílias reais e da aristocracia, quando você ler sobre ele, você vai descobrir isso. Apenas um par de meses antes do surto, quando o assassinato do arquiduque Ferdinando ocorreu na Sérvia, Juarès foi assassinado em um café francês. Eles o mataram. Ele levou um tiro e com ele se foi o movimento.

Antes da Primeira Guerra Mundial, ele viu a escrita na parede. Ele viu as aristocracias e as famílias reais da Europa, colocando-se umas contra as outras, em uma grande batalha. Ele sabia que a França, a Alemanha, o Reino Unido eram todas nações industrializadas. Ele ainda percebeu que por ser industrializados, a próxima guerra seria uma guerra industrial, onde milhões de pessoas poderiam ser mortas. 

Ele formou um movimento que alguns apelidaram como comunista. Foi o Movimento Internacional dos Trabalhadores e isso não tem nada a ver com política. A idéia dele era que as pessoas comuns não fizessem nada, para não ir à guerra, só ficassem em casa e o povo não teria a guerra que os ricos queriam.

Pessoalmente acredito que se a não-violência é adotada e as pessoas ficam mais despertas para o que está acontecendo, então aquelas pessoas muito, muito rapidamente perdem o poder que elas têm. Alimentam-se de poder. Alimentam-se de medo. Portanto, se você tirar esses elementos para longe delas se tornam impotentes. Elas precisam de nós para fazer o que elas estão fazendo. Elas não podem fazê-lo por conta própria, embora elas podem ser desgraçadamente perigosas em qualquer caso, mas elas não podem fazer tudo sozinhos. 

E isso seria a minha mensagem é apenas para acordar um pouco, ver o que está acontecendo à nossa volta, coloque a cabeça acima do parapeito e sem receio de fazer isso, sem sentir medo, respire fundo, dê uma olhada em volta, veja o que está acontecendo , e então as pessoas vão logo perceber: Ah, é. Certo. Este é o lugar onde estamos indo. Este é o lugar para onde estamos caminhando e não há muito que possa fazer sobre isso. Mas eles podem! 

Como disse, não é reagir violentamente. E se as pessoas estão em posições onde aquelas pessoas precisam delas, simplesmente não trabalhem para elas. Basta parar de trabalhar para elas. Deixe o seu trabalho, porque elas precisam das tropas que vão fazer este trabalho. Não estamos apenas falando de pessoas nas forças armadas. Estamos falando de cada membro civil em todas as populações em todo o globo. Basta dizer: Não, porque não somos assim. Isto não é o que queremos fazer.

É fazer essa escolha. Soa ridiculamente simples. Acho que a execução é tão simples assim e é bem dentro do nosso poder como seres humanos, vida consciente, respirando, seres humanos que têm uma compaixão compartilhada de uns para com outros para fazer isso. Porque se não o fizermos, aquelas pessoas vão continuar e, em seguida, elas irão realizar o jogo final delas.

B: Você acha que, a partir de sua própria experiência militar, que não há um número suficiente de pessoas nas forças armadas que estão dizendo: Você sabe o quê? Eu não me inscrevi para isso. Não vou fazer isso. Ou você acha que eles vão aceitar todas as justificações que estão sendo criadas no momento? 

T: Bem, em grande parte os militares ocidentais não são um exército de conscritos. É um exército profissional, e eles se orgulham do seu profissionalismo. Orgulham-se de agir em nome do povo que elegeu o governo que os mandou para fazer o trabalho que eles estão fazendo. É uma pergunta muito difícil de responder. E, naturalmente, estas tropas estão soberbamente treinadas e eles acreditam, eles acreditam totalmente, como fiz quando estava no exército, que você está fazendo o trabalho por todas as razões certas

Se ficou claro para as pessoas que estão nas profissões como - isto não é apenas o militar, estamos falando sobre os serviços de emergência, a polícia, todos aqueles que fizeram o seu caminho para a indústria de segurança, estamos falando de todas essas pessoas. Se vozes suficientes foram ouvidas e, em seguida, aqueles entre os militares que não tenham conseguido qualquer posto importante, que não tenham nenhum interesse particular no jogo, então se acordarão tão cedo quanto qualquer outra pessoa. 

Mas é preciso ter em mente que as potências ocidentais de têm serviços militares profissionais e é uma coisa difícil de fazer para se tornar mais claro e deixar que esses rapazes e moças saibam que não estão lutando com as pessoas certas. 

B: Claro. Deixe-me fazer uma pergunta diferente. Houve referência a "lugares seguros ou mais seguros para se estar"? Fisicamente, quero dizer.

T: Não. Nenhum. 

B: Nada, como no hemisfério sul é bom, o hemisfério norte terá problemas? Nada como isso?

T: Não, não nessa reunião. Isso não foi mencionado.

B: Ok. Outra questão que gostaria de lhe perguntar, e é uma fascinante para se debater entre as pessoas que estão sintonizados com toda esta área, é uma questão pessoal: por que você acha que os ETs benevolentes e, tenho certeza que eles existam, por que você acha que não podem dizer: Ok, rapazes, normalmente estamos de mãos atadas, mas isso aqui está ficando sério e não vamos permitir que isso aconteça. Será isso possível? Por que eles mantêm tal distância? 

T: Bem, as primeiras coisas primeiro. "Estes ETs benevolentes" - não gosto realmente de os chamar de "ETs"... Acredito que essas pessoas são nós e nós somos eles.

B: Sim.

T: Eles estam ao redor por muito mais tempo do que o regime no poder hoje. Este regime atual, este regime baseado em poder, alguns os chamam de reptilianos e não tenho nenhum problema em chamá-los assim, porque isso é exatamente como eles são - totalmente insensível. Eles têm estado aqui por muito, muito tempo e foram eles quem tornaram a humanidade no que ela é hoje. 

Intervenções? Acredito que foram interveniente da melhor forma que puderam. Mas estamos falando de seres muito evoluídos espiritualmente, como a raça humana é muito evoluída espiritualmente - talvez por isso é que voltamos aqui tantas vezes para este planeta. 

Mas para essas pessoas que são nós e nós somos eles, como já me referi, não vêm o tempo da mesma forma que nós compreendemos o tempo aqui dentro do mundo físico. Para eles, 11.500 anos atrás, foi um piscar de olhos. Não foi nada, e eles já sabem como o final do jogo vai ser. Eles acreditam, como acredito, que este regime que está no poder no momento e que desejam este domínio total sobre a Terra e tudo que está nela, não vai ganhar. Eles estão tendo o seu tempo e agora tempo deles está prestes a acabar. 

B: Em que base você sente isso? Isto é muito importante para as pessoas lendo este transcrição porque algumas pessoas vão se sentir entorpecidas e chocadas com a informação que você apresentou, pensando: Meu Deus, estamos realmente fritos.

T: Sim, acho que se você tomá-lo do ponto de vista puramente físico. Isso não significa que todos temos mentes suicidas ou algo parecido. Todos queremos nossas vidas, todos prezamos nossas vidas, todo mundo faz. Amamos nossas vidas e queremos experimentá-las plenamente de todas as maneiras, da melhor maneira que pudermos. 

No momento, estamos sendo impedidos de fazê-lo devido a este regime, que é baseada no medo, mas é tudo sobre o medo. E o maior medo que temos fisicamente é o medo da morte, o que faz parte do maior poder que eles tem sobre nós, é esse tipo de medo, essa ansiedade que podem aumentar ou diminuir - é o que eles estão fazendo o tempo todo. 

Não consigo pensar em um momento em que isso não aconteça, quando esse medo não sai e, então, reagimos a ele da maneira que fazemos. Parece perfeitamente natural. Mas o que acontece quando não o fazemos, paramos de sentir isso e dizemos: Bem, é apenas medo. Podemos superar isso, então isso é bater no que somos  realmente. 

Ainda não acredito que haja número suficiente de pessoas ao redor, no momento que sabem quem são. Eles se definem por sua própria existência física, que é toda baseada no medo, e é cíclica, e eles simplesmente não pode sair dela. E obviamente eles precisam encontrar o seu caminho fora dele. 

Acredito, pessoalmente, que dessa mudança está vindo - chamo-lhe de mudança porque é isso que acredito que vai acontecer, a crosta da Terra vai deslocar ao redor de 30 graus, cerca de 2.700 a 3.000 quilômetros para o sul, e isso causará um convulsão enorme, cujos efeitos vão durar por muito tempo. Mas a raça humana não vai morrer. Ainda estaremos aqui. É quem seremos no final disso - é onde minha mente está. E quanto a este regime, é onde está a mente deles. É por isso que eles estão fazendo o que estão fazendo, porque querem estar no controle, no final disso. 

Agora, se estamos falando de intervenção, este é o momento em que haverá uma intervenção dos "ETs benevolentes". As pessoas que são realmente nós, este é o momento  quando pode acontecer, mas não sei. Tenho um forte sentimento intuitivo que vai acontecer, mas no momento na situação em que estamos agora não é propícia para esse tipo de intervenção. Não agora.

Eles não sentem que é o momento certo. E em qualquer caso, a vida física é apenas uma parte muito pequena do que realmente somos, quanta importância você colocar nisso, sabendo que quando você cruzar esta porta para a porta seguinte, você está de volta para casa de qualquer maneira ? 

Então tudo isso tem que ser levado em consideração, tenho certeza que há pessoas lá fora que poderia articular isto muito melhor do que estou articulando. Só posso articular isso de um ponto de vista muito pessoal e é isso que sinto intuitivamente que possa acontecer. E digo, possa saber muito bem que possa estar certo dentro de mim que esse tipo de coisa vai acontecer, é apenas a dor que temos que cruzar para chegarmos ao ponto em que este regime não terá mais o poder que eles têm. 

Pessoas acordam, descobrem o que está acontecendo ao redor delas e realmente dão uma boa olhada e elevam os níveis consciente delas como nunca fizeram antes, e em seguida, põem tudo no lugar rapidamente. E quando isso acontece, o poder que aquelas pessoas têm lhes cairão como uma toalha, você sabe, apenas caem delas e elas serão expostas pelo que elas são. 

B: Isso é um pensamento muito inspirador. Você sente pessoalmente que... Deixe-me especificar um número de alternativas: Que a guerra inteira pode não acontecer, que a coisa toda vai desmoronar? Ou que tudo isso vai desmoronar após a guerra mais antes do cataclisma? Ou que tudo isso vai desmoronar após o cataclismo e que os mansos herdarão a Terra, vamos dizer? 

T: Sim. Esta é uma pergunta muito boa. Vamos considerar duas coisas: a primeira coisa é a pura determinação por parte deste regime, por falta de palavra melhor, a pura determinação que eles têm de terminar isso. Eles estão desesperados. Eles farão tudo para que isso aconteça. Eles estão criando os cenários, dentro e fora. São incansáveis, não param, não dão espaço para respirar. E quando há espaço para respirar, quero dizer, quando as pessoas começam a relaxar sobre as coisas, algo acontece para nos manter dentro do domínio do medo que eles têm gerado.

sso é uma força muito poderosa que eles têm, massivamente poderosa, e não deve nunca ser subestimada. É o tipo de coisa que leva as pessoas boas e honestas a pensar duas vezes, colocando as pessoas antecipadamente nas sepulturas delas através de estresse e ansiedade. Isso vem de longe e devemos vê-lo pelo que ele é. 

Se houver um número suficiente de pessoas que possam elevar os níveis de consciência e ver o que está acontecendo, então todo mundo vai levantar a cabeça. Acho que só se precisa de uma ou duas pessoas para erguer a cabeça e dizer apenas: É. Tudo está claro, e todos se erguerão. Então você verá todos ao redor do mundo, em vários países, apenas um sentimento novo, uma sensação melhor do que a que tínhamos antes, isso é tudo sobre os indivíduos que se habilita reconhecendo quem eles realmente são. 

E não é nada místico. Não é nada profundamente sectário ou qualquer coisa assim. Tem muito pouco a ver com religião. É tudo sobre o espírito humano, a consciência em que vivemos e que todos compartilhamos e sabermos que a consciência é, sem dúvida, compartilhada por todos nós - mas está atualmente reprimida. E nós temos que passar por essas forças supressiva, a fim de perceber quem somos. Quando isso acontecer - todo o resto seguirá naturalmente e esse regime, tão perigoso como é - não posso enfatizar mais isto: são pessoas perigosas desgraçadamente, muito perigosas - a força de vontade delas faz. 

B: Isso é muito próximo do que David Icke falou. É extremamente próximo do que o Dr. Bill Deagle falou e do que falamos muitas vezes.

T: Sim.

B: Há um aumento da consciência em curso no planeta, mas eles estão desesperadamente tentando fechar a tampa e acelerar os planos deles de modo que possam pôr em prática o punho de ferro do controle. As coisas podem piorar antes de melhorar, mas eles não vão ganhar no final, porque a consciência transcende toda a força, todo o poder militar e todo o planejamento estratégico que eles poderiam colocar em prática. E é uma questão de consciência coletiva, que continua a expandir-se, como parece ser.

E esta entrevista que estamos fazendo precisa desempenhar um papel nisso. Porque não se trata de assustar as pessoas tolas e ter todas elas se escondendo em casas matas com alimentos de emergência. É realmente para se dizer: Olha, não tem que ser assim se pudermos ser tão grande como somos, tão corajosos como podemos ser, tão fortes como  podemos ser e percebermos quem realmente somos. E se muitos de nós fizermos isso, então isso não vai acontecer assim. 

T: Isso mesmo. Estou vindo para dizer exatamente isso. Percebo que não estou dizendo nada único, mas como você está indicando, tem de ser repetido. As pessoas têm de estar cientes de que há esperança e as coisas não precisam ser do jeito que são. Elas nunca precisariam ser do jeito que são. Pode ser muito, muito melhor. 

Está se recuperando do medo, é o medo que as pessoas precisam superar. Não temos que ser psiquiatras ou psicólogos ou qualquer coisa assim - eles lidam apenas com a mente. Não temos de ser líderes religiosos ou grandes pensadores espirituais para estar ciente disto, porque todos temos dentro de nós. É inerente dentro de nós. Então é uma questão de olhar para si mesmo e, em seguida, tornar-se confortável com quem você é, então você terá um conhecimento do que está acontecendo e saber o que está errado. E todo mundo... só se espalhará. 

Mesmo aqueles que já foram doutrinados para este regime de medo, não serão capazes de resistir a isso, porque seria apenas resistir a si mesmos e o que eles realmente são. E é uma coisa maravilhosa, é tudo o que este universo, é o que toda esta experiência é. E isso fará com que esses períodos, estes últimos muitos milhares de anos, ser apenas... nem sequer uma lembrança ruim... Assim como: Hum! Bem, nós aprendemos com isso. Ok? E vamos ter certeza de que não volte a acontecer e que estes tipos de personagens que pode produzir esse tipo de medo, você sabe, não cheguem nunca a uma base de poder aqui novamente. 

Então, sim, acho que esses dias estão chegando e se não acontecer a tempo - e 'tempo' é uma daquelas palavras que você usa com muito cuidado porque este regime é muito baseado no tempo, onde a consciência humana não está realmente tão preocupada com o tempo, mas definitivamente é por causa da natureza física da Terra. Coisas acontecem em determinados momentos. Você sabe, temos estações: primavera, verão, outono, inverno. A mudança que está vindo é apenas como mais uma estação.

O que vai acontecer é a mudança geofísica, é uma outra estação, e uma humanidade muito mais consciente poderia eventualmente considerar isso como uma vantagem e sair do outro lado muito bem. 

Sei que você mencionou sobre os lugares seguros para as pessoas irem. Realmente não sei. Mas de um ponto de vista pessoal, sei onde deveria estar e onde deveria estar é onde estou agora. Se é seguro ou não é irrelevante, é onde deveria estar agora e sinto-me confortável com isso. 

B: Sim. Quando as pessoas nos perguntam esta questão sobre onde eles devem estar, sempre refletimos de volta e assinalamos que a resposta vai ser diferente para cada indivíduo, com base em coisas que mais ninguém além deles podem realmente saber. 

Algumas pessoas podem precisar ficar paradas, algumas pessoas podem precisar viajar, mas a razão para isso pode ser porque tenham que encontrar alguém e fazer alguma coisa em outro local. Isso realmente depende de muitos fatores, não apenas de uma questão: o que é objetivamente seguro e onde devemos esconder? Tem mais a ver com: como podemos melhor implantar todas as habilidades que temos aqui e agora para fazer o que é que viemos aqui a fazer? E isso vai ser individual para todos. 

T: Absolutamente. É isso. Acho que quanto mais consciente as pessoas se tornam, o fator medo some. Não vivemos naquele medo, então o que se pensava ser amedrontador não assusta mais aquele indivíduo ou grupo de pessoas naquele tema. Isso não estará lá. 

Isso não quer dizer que não haverá qualquer problema, não haverá qualquer dor ou coisas assim, claro que haverá. Mas, em cima de tudo isso, os medos que experimentamos atualmente, os medos físicos das incertezas e da natureza imprevisível das coisas, terá desaparecido - eles simplesmente sumirão. Vamos ficar sendo o povo que somos e acho que a raça humana como um todo é bastante muito maravilhosa.

B: Sim. Isso é uma coisa maravilhosa para as pessoas levarem com elas, algo que nós, muitas vezes mencionamos. Há um filme maravilhoso. Ele remonta a 1984, um filmecom  Jeff Bridges chamado Starman (Homem das Estrelas). O starman é um visitante estrangeiro que está aqui para fins pacíficos, tentando entender a raça humana porque ele foi pego em uma situação estranha. E ele está tentando voltar para casa. 

No final do filme ele diz: Gostarias de saber o que acho bonito sobre sua espécie? Vocês dão o seu melhor quando as coisas estão na pior.

Nunca mais esqueci essas frases. Tem a ver com o fato de que o que é maravilhoso sobre a raça humana é a capacidade de transcender os problemas e chegar no fundo de si para produzir o melhor de si nas piores situações. E, claro, nas forças armadas esse tipo de situação é quase uma tradição, que, sob uma pressão extraordinária, você tem pessoas se comportando com heroísmo incrível e é essa resposta à pressão que nos torna maravilhosos.

T: Sim, é mais perceptível entre os militares porque isso é reportado. A consciência humana e como existimos neste mundo físico é extremamente resistente. Um bom ponto a considerar é que podemos pensar, por vezes, que temos um impasse no pensamento ético sobre algumas coisas, mas realmente não temos. As coisas simplesmente diferem de uma pessoa para a outra o que acho que é outra coisa maravilhosa, porque se pode manter conversações que durarão para todo o sempre, o que é fantástico. O diálogo que temos nos ajuda a nos entendermos muito melhor. 

Isso transcende impasse, acho. Vai além disso. Vai além do que sabemos ser eticamente correto e assim por diante. Isso leva para um nível diferente quando essas coisas acontecem, quando a nossa capacidade de resistência é testada a esse extremo. Todos somos capazes de fazer coisas muito maravilhosas e parece provável, muito provável, que estejamos no limite de onde essa resistência vai ser testada ao extremo.

Vou ressaltar novamente que estamos jogando contra pessoas muito perigosas, pessoas extremamente perigosas, pessoas incrivelmente poderosa. E sei por experiência própria que muitas pessoas não tiveram a experiência em primeira-mão com esse tipo de poder, de como ele emana e como ela afeta a pessoa... pode fazê-lo muito, muito doente, fazer-lhe mal ao ponto de ruptura. Ou você se junta a eles, tornando-se subserviente e sendo hipócrita a tudo o que eles querem fazer, porque são as pessoas que trabalham para eles e fazem o jogo eles - e há um número considerável deles - são extremamente obedientes e extremamente servis . Elas não são o que você chama de "espíritos livres". Você sabe, elas foram tomadas, tomadas por eles. 

Talvez isso seja algo que as pessoas devem começar a ficar conscientes, do tipo de poder que detêm no momento, e não acho que isso ainda foi totalmente compreendido. As pessoas estão tentando ver entre as linhas para descobrir o que está acontecendo e obterem trechos de informações, esses trechos vão ser muito, muito importante. 

Mas para agir contra eles de qualquer maneira, pode ser bastante desastroso. Tive essa experiência e acho que muitas, muitas outras pessoas também. Portanto, talvez esta seja a razão para dizermos exatamente quem são eles, devemos nos anunciar a nós mesmos e sermos destemido sobre isso. É por causa desse medo... que está na base de tudo o que ainda existe. 

B: Algo que falamos antes, quando tivemos uma conversa há alguns dias, foi da arrogância suprema nessas pessoas, que você experimentou em primeira mão, que George Green descreveu quando nos conhecemos e conversamos com ele a cerca de um ano e nove meses: Ele disse: Eles pensam que eles ganharam. Eles não estão preocupados com mais nada. Eles não estão tentando silenciar todos os meios de comunicação alternativos. Na verdade não, você sabe. Não vai fazer nenhuma diferença. Que diferença que um par de vozes vai fazer? O plano ainda vai rolar. Não vai fazer nenhuma diferença, eles acreditam, o que você ou eu poderiamos dizer. 

T: Bem, concordo com o que disse George Green. Ele pintou um quadro muito melhor do que poderia, porque isso é exatamente o que é. Eles são incrivelmente arrogantes. Junto com os outros atributos que eles têm, aí é onde a arrogância está. É bem tangível. Sim. E eles estão muito confortáveis com o que estão fazendo, totalmente confortáveis. Eles não estão se escondendo e nem se ocultando. Quero dizer que essas pessoas estão bastante abertas, algumas delas são figuras públicas.

B: Ok. Agora, há alguma coisa que perdemos? Existe alguma coisa que você quis dizer, mas não teve uma chance de ampliar? Há algo que queira acrescentar que nem sequer lhe tenha perguntado? 

T: Há ainda uma história para contar, penso eu, porque estou muito consciente de que as pessoas precisam ter um nível digno de credibilidade no que estou descrevendo a você, e  acho que é sempre uma dificuldade. Mas tudo que posso realmente dizer é que tenho conhecimento desse cronograma desde o início dos anos 70, era muito jovem para entender o que era na época. Na verdade, pareceu-me uma coisa muito emocionante o que estava acontecendo e foi a primeira vez que ouvi sobre a existência da "Missão Anglo-Saxônica". 

E detalhes do que sei, sinto que se começasse a mencionar nomes em particular e o que foi mencionado, onde estava no momento, poderia comprometer o Ato dos Segredos Oficiais, de que ainda faço parte em muitos aspectos. Falo dos militares. Onde não é um ambiente civil, me sinto feliz de falar sobre isso. 

Gostaria que houvesse uma maneira de poder descrever outros eventos, de que você está ciente, e fazê-lo de uma forma que permitiria que as pessoas me entendessem muito melhor do que expliquei aqui. Então eles veriam exatamente de onde venho, onde estive e o que  passei. Sinto que, em seguida, as pessoas poderiam racionalizar o que foi dito muito melhor. 

Mas sinto que o que foi dito até agora é suficiente para que as pessoas, se assim o desejarem, dêem uma olhada e descubram algumas pedras. E se alguma coisa significativa vier à tona disso que outras pessoas possam corroborar, isso seria fantástico. Isso seria bom, por causa da evidência... Você sabe, sei que é tão crucial fazer coisas como esta e não há nenhuma arma fumegante como tal. Há apenas uma pessoa relatando algo que aconteceu há cinco anos, principalmente, mas há uma estória muito, muito maior sobre isso, que você está ciente, e precisamos ser muito cuidadosos sobre onde vamos com isso. 

B: Há muitas pessoas, é claro, que não têm acesso às mesmas informações que você tem. Isso é algo que é conhecido por milhares de pessoas em finanças, os militares e na política. É amplamente conhecido. É uma proporção muito pequena da população do mundo, mas ainda é amplamente conhecida.

T:  Absolutamente. Sim.

B: E algo que sempre incentivamo, e o diremos novamente aqui, é que incentivamos qualquer pessoa que tenha experimentado em primeira mão, ou mesmo em segunda mão, qualquer aspecto do presente, para, por favor, de um passo a frente e saiba que há segurança nos números. Saiba que quanto mais pessoas deixarem as fileiras deles e tiverem a coragem que você teve para falar, quanto mais ouvirmos, mais será compreendido, será como uma bola de neve rolando gradualmente. A bola de neve está rolando. É muito pequena, mas está rolando.

T: Ah, é certo que está. Ela está. Virá um tempo em que os nomes serão dados, se houver suficiente apoio público, e vamos exigir respostas das pessoas.

Assim, quando bastante frutas da árvore da evidência cair, então essas pessoas podem ser devidamente contestadas e, então, podemos ver uma estória muito diferente, você sabe, sair de pessoas como eu, com o que lhe estou dando. Se tornará mais real, muito mais real. Podemos fazer isso. Podemos levar as pessoas a ação.

B: Ok. Tudo bem. Isto é muito, muito importante. Quero terminar dizendo: Obrigado por sua coragem e obrigado por seu espírito.

T: Muito obrigado, também, Bill.

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Bill Ryan

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