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John Lear:

Transcrição da Entrevista

Esta página é uma reformatação da versão original publicada no Projeto Camelot.


Voando para o Sol com  John Lear
Uma entrevista em video com John Lear

Las Vegas, agosto de 2006

Filmado, editado e dirigido por Kerry Cassidy e Bill Ryan

John Lear's
                    study

Kerry Cassidy (KC): Fomos levados ao estudio surpreendente de John. Ele tem televisões por todas as paredes. Ele tem fotos de aviões, celebridades, sua família... Groom Lake

Bill Ryan(BR): Aqui nós vemos uma fotografia da Área 51. Esta é uma fotografia real, uma fotografia de alta resolução, cerca de 4 metros de comprimento, uma cena surpreendente tirada do que eu acredito que foi chamado Freedom Ridge. Isto agora está fechado ao público, mas alguém tirou cuidadosamente uma série de fotos incríveis.

Isso é algo que realmente chamou minha atenção. Este é o F-19 que supostamente não existe. John insiste que ele está voando secretamente pela Marinha...F-19

KC: ... e que parece ser o avião que ele ama, o avião que ele voou. Ele é um homem muito misterioso. Ele tem muitos contatos altamente secretos, realmente não se sabe em quais ele realmente voou e quais ele só coloca na parede, porque ele adora o visual deles.

NASA moon photoBR: Aqui está uma foto da lua. É de cerca de 91 centímetros por 61 centímetros. É de uma resolução muito alta e, nas palavras do próprio John, isso foi antes de ser retocada pela NASA. E aqui...

O que aconteceu foi que assim que sentamos John, imediatamente, começou a falar não dos três astronautas que morreram no incêndio na plataforma de lançamento da Apollo em 27 em janeiro de 1967, mas de quatro astronautas. Houve um quarto astronauta cuja existência nunca foi admitida pela NASA. A coisa toda foi encoberta por razões muito específicas... e aqui está John para contar a história dele.

O quarto astronauta da Apollo/Os Astronautas da Corporação Secreta

John Lear (JL): É o segredo mais bem guardado, eu quero dizer o melhor. Agora imagine todos os caras do Controle da Missão... todos estavam em torno de 25 e 35 anos de idade. Isso foi há 40 anos, então agora eles estão entre 65 e 75, assim muitos deles ainda estão vivos. Agora, eu não sei se eles acompanham o que está acontecendo.John Lear

KC: Você está dizendo que eles sabiam o que aconteceu?

JL: Ah, com certeza. Quero dizer, eles estavam todos lá. Eles ouviram. Eu não sei se você viu meu material na internet sobre...

KC: Sim.

JL: ... o que eu assumo que Gus Grissom disse: "OK, idiotas, vocês nos mataram, estamos mortos, o incêndio poderia ser evitado e vocês não fizeram isso". Ele tinha muito tempo para dizer isso e todos os registros da Apolo, todas essas coisas, as coisas do acidente, e um monte de coisas aconteceram e os e-mails que recebi de Clark sobre isso, sabem, são muito discretos, muito cuidadosos com o que ele diz. Mas, na minha opinião, ele está tentando, completamente, dizer o que aconteceu, sem o dizer em tantas palavras. Basicamente o que eu lhe perguntei foi: "Qual era o nome do quarto astronauta?" Ele nunca me disse, mas eu descobri de outras fontes, quem foi. Então...

KC: Você têm liberdade de dizer?

JL: Não, e o motivo é porque eu quero que alguém venha a mim e diga: "Eu sei quem era" e depois diz o nome.

KC: Uau, interessante. Se acharmos que sabemos, talvez, possamos enviar um e-mail para você?

Grissom,
                  White and Chaffee

JL: Certamente. Então o que há de tão interessante nisso... a razão pela qual não poderiam falar sobre o quarto astronauta... e, claro, quando o incêndio aconteceu a ANS (Agência Nacional de Segurança) cercou tudo por 45 minutos enquanto tiravam o corpo. Depois o liberaram e foi quando começou a investigação oficial. Entendam todos os cenários. Se pode ver onde esses 45 minutos se encaixam quando eles tiraram o corpo. Agora, a razão pela qual eles não querem que ninguém saiba sobre o corpo é porque ele fazia parte do corpo de astronautas secreto. Então... agora, se alguém descobrisse sobre esse corpo, teria se perguntado... quem era ele, qual era o nome dele, o que ele fazia? Como é que ele não estava listado aqui? Ele teria exposto todo o encobrimento. É por isso que eles não poderiam...

KC: Então esses da astronautas da corporação secreta eram um grande segredo. Eu entrevistei Gary McKinnon e ele sugeriu isso.

JL: Ele estava nos dizendo tudo sobre isso! Eu não sei porque as pessoas não colocam isso junto!

KC: Sim, isso é lindo, é lindo.

JL: Gary tem toda a história. Foi tão interessante que Gary se apresentou ao mesmo tempo que eu descobri o quarto astronauta.

KC: Ah, realmente? Na mesma época?

JL: Bom, foi no mesmo período, mais ou menos alguns meses. Então, Gary... caramba, eu realmente gostaria de falar com esse cara. Ele fala sobre os oficiais não-terrestres e... quero dizer, a história se encaixa. Somos muito tapados, sabem, se não podemos conectar isso.

Dulce

KC: (Ri) Claro que sim. Então nós também queremos falar um pouco sobre Dulce? O que você sabe sobre Dulce? Eu sei que as pessoas estão dizendo, sabes, a história de Bennewitz simplesmente não aconteceu. Porém eu sei que você confirmou que isso aconteceu, que Bennewitz estava correto.

JL: Ele estava e eu entrei nisso quando comecei a trabalhar neste negócio de OVNIs. Acabei em Crestone, Colorado, com Linda Howe e haviam cerca de 10 de nós lá. Alguém tinha doado um condomínio em Crestone que tinha sido usado pelo Instituto Aspen para encontros e estudos. E nós nos encontramos por três ou quatro dias lá e conversamos sobre o que estava acontecendo, o que devíamos fazer, sobre o estado da Ufologia e como cada um poderia contribuir. Eu acabei saindo de lá de carro com Linda... e, ah, enquanto nós estávamos lá, Tom Adams... Vocês sabem quem é Tom?

KC: Não.

JL: Ele foi um dos encarregados em coisas estranhas de OVNIs, mutilações, tudo isso em 1987/88. Ele corria, espalhava aquele panfleto chamado "Stigmata (Estigmas)". Havia realmente algo. Enfim, ele me entregou uma nota. Dizia: "John, alguém me chamou de Las Vegas. Gostarias de acompanhar isto, porque eu não posso fazê-lo."

E... foi uma nota escrita à mão sobre um lugar chamado Dulce e a pessoa conhecia alguém que trabalhou lá e falou sobre Dulce. A única coisa que me lembro sobre a nota era que dizia: "Corredores, escadas que eram infinitas." Cara, isso capturou a minha imaginação. De qualquer forma, eu vou com Linda Howe. Fomos para Albuquerque e procuramos por Ernie Edwards e falamos com Ernie Edwards.

KC: A propósito, ele ainda está vivo?

JL: Sabem, eu não sei. Mas ele era tão franco e, na minha opinião, tão honesto. Ele disse que acreditava em Bennewitz. Ele falou durante esse tempo que o nosso radar esteve desligado por um longo período. Perguntei: "O que você acha que aconteceu?" Ele disse: "Eu acho que nós passamos uma nave secreta por lá e eles não queriam isso no radar." Eu disse: "Como pode você, um coronel - um coronel atuando na Força Aérea - dizer algo assim?" Ele disse: "Isso é o que eu acredito."

Enfim, assim, nós conversamos sobre todos os tipos de coisas e depois Linda e eu partimos... fomos a Roswell e foi uma viagem interessante. Nós íamos dirigindo para Roswell, estávamos a cerca de 16 quilômetros ao norte de Corona e aí vem esse A-7, descendo, nos pertubando e etecetera. Eu olhei para ela e disse: "Linda, como isso pode estar acontecendo conosco?" Eu conheço esses A-7s. Eles fazem parte do esquadrão Stealth Fighter F117A em Tonopah. Enfim, nós entramos em Corona e vamos por essa estrada pequena, então, uma estrada de terra que dá para a estrada principal que desce na estrada para Roswell. Nós entramos um pouco antes do trevo que vai para o rancho de MacBrazel, vamos aos trancos e barrancos e vemos uma vaca morta, outra vaca morta e depois outra vaca morta...

KC: Ah, meu deus...

J. Quer dizer, haviam 30 animais mortos. Então, nós vamos até as vacas mortas e não há nenhum sinal óbvio de mutilação. Assim, voltamos para a estrada em direção a MacBrazel, o que costumava ser o rancho dele, e falamos com o agricultor de lá e ele disse: "É, bem, nós não sabemos o que aconteceu. Entramos em contato com o escritório do veterinário do estado sobre esta doença em particular, seja qual for". Enfim, mais tarde, Linda contactou alguém que descobriu; não, não poderia ter sido uma doença, porque teria havido um cordão de isolamento de 80 quilômetros ao redor dessa área. Então isso foi apenas uma dessas pequenas coisas interessantes. Depois nós fomos conversar com Clifford Stone, que eu conheço.

KC: Ah... você conversou com ele.

JL: Então eu voltei...

KC: Então, Clifford Stone, ele também sabe sobre o assunto Dulce?

JL: Ah, sim. Clifford, ele sabe tudo. Então eu fui embora... Estou pensando, estou tentando lembrar se fiquei na casa de Bennewitz antes disso acontecer ou depois, mas em algum momento eu fui e passei dois dias na casa com ele e a esposa. Ouvi a história deles, passei muito tempo com eles, olhei para todas as fotos dele, todo o material mostrando discos voadores decolando e pousando da área Manzano de armazenagem de armas, vocês sabem. Elas eram ótimas fotos em papel 8x10. Um cara chamado Chris Lambright as teve antes dele, que eu saiba. Eu ia roubá-las de Chris, mas eu as devolvi para ele. Eu tenho uma ou duas dessas em 4x5.

KC: Ah, você tem?

JL: (Acena com a cabeça que sim) Pois é, então eu deixei Bennewitz e ele me deu o grande raio-X da pequena coisa que a menina tinha no pescoço e que eu dei a ele enquanto eu estava lá e eu não sei o que ele fez com isso. Mas, de qualquer forma, acabei em Dulce, chamo Gabriel Valdez e digo: "Eu estou aqui", ele diz: "Ora, eu tenho que patrulhar hoje entre às 23 e 6 horas da manhã. Você quer ir comigo?" Eu disse: "Sim." Então ele vem e eu digo: "Eu sou John Lear." Ele diz: "Eu sei quem você é. Eu me lembro que você esteve aqui há 20 anos em um jato, Lear." Eu disse: "Realmente." Ele disse: "Sim, você trouxe bifes e a namorada de Dean Martin." Eu me lembrei, sim, eu estive voando charter. Ele ativou a minha memória. Eu fui alugado por Van Nuys para trazer bifes frescos e a namorada de Dean Martin para um filme que Dean estava filmando em Dulce e Gabe me lembrou isso.

KC: Isso é incrível.

JL: Então, entrei no carro dele e essas foram as mais interessante oito horas circulando em torno dessas estradas de terra. Estava escuro que nem breu, sabem, e nós falamos sobre Bennewitz, Ernie Edwards... Ah, qual é o nome do cara... Doty, Moore, todos. Essa foi uma viagem realmente interessante. Paramos e comemos alguns pimentões verde neste cantinho mexicano. Enfim, dormi um pouco no dia seguinte e, em seguida, aluguei um carro e tentei ir até Archuleta Mesa porque o que eu queria fazer era ver o local onde a nave nuclear caiu, onde Bennewitz disse que ela caiu. Porque Gabe disse: "Tanto quanto eu sei, ela caiu. Era óbvio. Você podia ver a árvore que ela atingiu. Encontramos uma caneta do governo lá em cima. Haviam todos os tipos de provas de que aconteceu." Mas era inverno, eu tinha esse carro com freio em 2 rodas e eu tentei subir por esta estrada até Mesa e quase caí no desfiladeiro, então eu nunca cheguei lá.

KC: Então não era, digamos, vigiado naquela época?

JL: Não. Eu não acho que seja hoje.

KC: É mesmo? Isso é interessante...

JL: ...eu não sei. Eu posso te mostrar o lugar onde eu fui tentando chegar lá. Enfim, voltei para Las Vegas e fiz contato com Bruce e essa pessoa me diz que a coisa toda sobre... o nome dele era Castello? Qual era o sobrenome? O cara que trabalhou em Dulce?

KC: Sim, isso parece estar certo.

BR: Há Castello e há Schneider. Ambos são reconhecidos publicamente.

JL: Nós conversamos por dias, semanas, meses. Essa pessoa me deu desenhos a lápis do que tinha visto no vídeo ou o que Castello tinha descrito para ela. Isso acabou no que foram os documentos de Dulce. Aqueles eram os meus desenhos. Como eu mencionei em alguns sites no outro dia, o texto dos papéis de Dulce está publicado na Internet e isso foi o que eu digitei a partir do que a pessoa Castello disse. Isso veio da minha máquina de escrever. Ela está na garagem. É uma IBM, a que eles chamam de Executiva que tinha espaçamento proporcional...

KC: Certo.

JL: E, sabem, aqueles eram os meus desenhos. Eu fiz os desenhos a tinta a partir dos desenhos a lápis. Eu ainda tenho os desenhos a lápis. Eu acho que os desenhos de tinta eu dei para Val. Eu não os tenho visto por aí, mas eles podem estar por aí, eu não sei. Eu tenho muitos arquivos na garagem, processos jurídicos, quatro armários com gavetas, dois ou três cheios apenas dessas coisas.

KC: Ora, por que você pensa que foi deixado em paz? Por que você acha que sabe tanto? Para começar. E por que você acha que o governo o deixa em paz?

JL: Eles não incomodam ninguém com informações de segunda mão. Eles pegaram Phil, porque ele estava lá e eu vou lamentar para sempre por não ter dado suficiente atenção a Phil Schneider, porque ele esteve bem ali, ele esteve sentado aqui e me contou a história dele. Não foi que eu não acreditei nisso. É que, sabem, é, sim, bem, talvez... sabem. Isso foi muito ruim, porque ele tinha a história e eu gostaria de ter lhe dado mais tempo do que eu dei. Isso aconteceu com outra pessoa a quem não dei muita atenção para... Uhouse, Bill Uhouse. Ele veio aqui a alguns anos e me contou tudo isso. Houve um cara que eu não acreditei até mais tarde, quando isso... qual é o nome dele? O cara S-4?...

KC: Você está falando sobre Dan?

JL: Dan!... até que sentei aqui e vi duas ou três horas de fitas e pensei, sabem, aquele cara esteve lá. Ninguém pode imaginar essas coisas.

KC: Não.

Dan Burisch

JL: A história de Dan Burisch é simples mas é complexa. Ele esteve lá. Ele fez um trabalho lá. Ouvi George Knapp no ​​outro dia. Eu li o material dele em ATS e ele é tão negativo quanto a Dan Burisch. É lamentável.

KC: Você viu a minha entrevista com Dan? Eu fiz uma entrevista com ele. Foi publicada recentemente. Você devia dar uma olhada nela. São realmente quase duas horas e meia de depoimento intenso.

JL: ....descreve a Área 51 e S-4. Não há nenhuma dúvida de que ele esteve lá. Mas há algo que está acontecendo com Dan, algo que estão fazendo a ele e tudo se encaixa no projeto Serpo.

KC: Você acha?

JL: Eu acho que é um grande programa de desinformação de longo alcance. Mas o destaque é que Burisch esteve lá, ele trabalhou lá e realmente é interessante. Tem gente muito ruim, sabem, quando olham para estas histórias, está certo ou está errado.

KC: Certo.

JL: Você não pode saber se hão algumas partes que estão corretas e algumas partes que podem ser desinformação.

KC: Exatamente...

JL: Eles querem isso na esquerda, direita, ruim, bom. É muito ruim. Mas George Knapp, eu o conheço há anos. Ele tem algumas boas idéias, ele faz um trabalho tremendo, mas ele sempre parece estar a cerca de três anos atrás de mim. Leva algum tempo para entender, para chegar a este material.

Como John entrou na Pesquisa de OVNI

KC: Bom, como você começou a investigação? Porque você era um piloto. Você tinha muitas outras coisas acontecendo, mas qual foi o gatilho que realmente o levou a aprofundar-se neste material?

JL: Eu disse isso na internet eu disse o que aconteceu. Eu estava do outro lado da cidade com meu amigo chamado Al Newall. Nós erámos companheiros de tiro ao alvo. Nos conhecemos nesses dias... IPSIC foi um grande congresso internacional de tiro prático e passamos muito tempo juntos. Eu estava na casa dele e lá estava um livro sobre a mesa chamado Missing Time (Tempo Perdido) de Budd Hopkins. Peguei essa coisa e disse: "Isso é bem interessante". Veja, eu sempre estive interessado em discos voadores, mas não muito. Acontece que meu pai já estava lá. Quero dizer, minha mãe tinha uma atração por Hoyt Vandenberg, um dos MJ-12. Ele estava na casa. Assim como Jimmy Doolittle. Papai estava no conselho de administração da Clínica de Lovelace. Randy Lovelace foi um cirurgião em Wright Patterson, quando a coisa Roswell aconteceu. Eles o mandaram para Albuquerque para formar o Instituto Lovelace. O Instituto Lovelace foi onde eles fizeram a autópsia dos corpos. Quer dizer, todo o grupo foi, sabem, meu pai, Jimmy Doolittle, Hoyt Vandenberg, todos aqueles caras estavam juntos.

KC: Ah, meu deus... O seu pai ainda está vivo?

JL: Não, ele morreu em 1978.

KC: Ah...

JL: Ele costumava falar sobre isso o tempo todo, mas não com demasiado detalhe. Ele foi a Bogotá em 1953 e fez uma declaração de que ele pensava que os OVNIs eram reais, fez isso e, claro, o MJ-12 caiu sobre Bill - "Você não pode dizer essas coisas". "Bem, eu não contei nada a mais do que outros disseram." "Sim, mas Bill, você não pode fazê-lo." Ora, aparentemente, ele estava no assunto antigravitacional. Há um vídeo circulando, 3 minutos, na internet que mostra o meu pai dando uma palestra, com a minha mãe em pé atrás dele, com imagens de discos voadores no quadro, no Instituto Monson, a um grupo de cientistas.

KC: Uau.

JL: Há mais nesse vídeo, ele mostra cientistas que trabalham com balsa de madeira e tecido, coisas de OVNIs, fazendo não sei o quê, mas há um calendário e é óbvio que alguém está tentando nos dizer algo. No calendário, os dias estão marcados com X. E é óbvio que quem fez esse vídeo está nos dizendo alguma coisa importante, que algo importante estava sendo desenvolvido ou teve que ser desenvolvidos. Então...

KC: Então, você já viu este livro sobre esta mesa do seu amigo...

JL: Sim, Tempo Perdido. Então eu o peguei e li e isso me impressionou totalmente: Este material é real. É real. Isso está acontecendo neste exato momento. Então, penso que isso é como em 85 ou algo assim. No mesmo período, nós tivemos uma reunião de pilotos do sudeste da Ásia aqui em Las Vegas e eu topei com um dos Ravens. Sabem quem foram os Ravens: caras sem identificação que voaram no Laos. Greg Wilson foi um Raven e eu falei com ele. "Ei, onde você esteve?" Ele disse: "Eu estava em Bentwaters." Perguntei: "Você esteve lá em 1980?" Ele disse: "Eu estive lá. Eu não vi isso aterrizando mas sei de caras que viram." Eu disse:" Você quer dizer que isso é real?" Ele disse: "Sim, John, é real."

Então, nesse exato momento eu desabei, eu estava baseado em Nova York, trabalhando para esta compania de aviação, e chamei Budd Hopkins e disse: "Eu gostaria de falar com você." "OK." Voltei de uma viagem pela Europa que foi muito doida. Eu tinha a minha mala grande e meu saco de vôo e mais alguma coisa e em vez de ir para o apartamento em que morava e largar tudo lá, fui para a casa de Budd. Então, toquei a campainha e ele abre a porta e diz: "John Lear?" "Sim". Ele disse: "O que é isso tudo?" Ele tinha medo que eu fosse morar com ele!

De qualquer forma, passei a noite com ele e ele me fez uma regressão. Ele disse: "Você não pode estar tão interessado e não estar envolvido." Ele não achou nada, mas mesmo assim, isso começou minha aventura com Budd Hopkins.

Tudo isso aconteceu ao mesmo tempo. Foi... Foram anos loucos.

KC: Então você conhece Bill Cooper. Você parece ter conhecimento de todo mundo que esteve envolvido com isso naquele período.

JL: É. Eu trabalhava na Paranet na época. Spicer Jim dirigia a Paranet. Eu coloquei minha hipótese na Paranet. Em seguida, Bill Cooper ligou e disse: "Eu posso garantir, eu esqueço o que ele disse, 50 ou 100 por cento do que John Lear diz" e, então, convidei Bill Cooper. Ele veio, conversamos e ele me disse... Naqueles tempos Bill estava totalmente são e racional. Ele me disse que ele era o cara em Pearl Harbor, que montou a câmera e pôs os documentos a salvo para servirem de informações aos caras de alto nível da Marinha responsáveis por isso. Cinco anos depois, ele é um oficial da inteligência fazendo esse resumo! Ele não era! Ele era apenas um cara no escritório montava o projetor e ele tinha a chave do cofre. Ele leu tudo isso. Mas, depois, ele contraiu o que chamamos de "doença OVNI." E a doença OVNI foi algo que pegamos... Estamos tão em demanda como palestrantes e já dissemos tudo o que sabemos, então, agora, nós temos que dizer um pouco mais para manter o interesse. Estar em demanda assim é... é viciante, por isso você inventa até um pouco mais e isso é chamado de doença OVNI e foi isso o que aconteceu com Bill. Ele começou a inventar coisas.

Bob Lazar e a Área 51Bob Lazar

JL: Nesse período, Bob... Eu conheci Bob aqui no verão de 1988.

KC: Bob Lazar?

JL: É. Bob se intendeu bem com Gene Huff. Gene Huff me chamou e disse: "Ei, eu posso conseguir uma cópia do seu material sobre OVNI?" E eu disse: "Gene, estou fora disso, minha esposa está ficando louca com isso." Eu disse: "Parei com tudo." Então ele disse: "Bem, no caso de você precisar de uma avaliação na sua casa, talvez possamos conseguir um acordo." Perguntei: "Você é um avaliador?" Naquela época eu precisava de uma avaliação para obter uma segunda hipoteca, porque eu estava totalmente sem dinheiro. Ele disse: "Sim." Então eu disse: "Bem, ouça, eu vou te dar todas as minhas coisas, se você avaliar a minha casa." A partir daquele dia ele sempre pensou mal de mim, porque ele não tinha idéia de quão grande este lugar era.

KC: (Ri)

JL: Ele afirma que obteve o melhor acordo. Mas quando ele veio aqui, o rapaz que segurava a fita métrica era Bob Lazar.

KC: Ah, meu deus...

JL: Então, eu olho o currículo dele... enquanto eu falava, ele me entregou-o. Foi quando eu vi, sabem, o certificado do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e do Cal Tech (Instituto de Tecnologia da California). Mas todo esse material, juntamente com o de Bennewitz e algumas das fotos, foi roubado.

KC: Tiraram de sua casa?

JL: É. Tiraram daqui. Quero dizer, eles passaram... quem sabe quanto tempo eles gastaram neste escritório cavando coisas dos meus arquivos.

KC: Uau.

JL: Todos os tipos de coisa estavam faltando, o mesmo ocorreu na casa de Bob. Das pessoas que conhecíamos, não foi chamada a Sprint, a companhia telefônica, descobriu-se que  a casa de Bob tinha escutas. A casa dele tinha escutas.

KC: Você agora varre eletronicamente esta casa? Você inspeciona a sua casa atrás de escutas e coisas assim, ou você apenas não se incomoda mais?

JL: Não. Eu não me incomodo. Mas o cara local, enviado pela telefônica, costuma fazer um monte de mudanças nos telefones para as minhas filhas adolescentes. Então um dia ele veio, por volta desta hora que conversamos. Ele disse: "John, seu telefone está grampeado." Eu disse: "É, sem brincadeira." Ele disse: "Você sabe, eu gostaria de saber onde está grampeado." Eu disse, "Ok, esteja à vontade." Então, ele volta cerca de meia hora mais tarde e diz: "Não é na Monroe ou Hollywood ou Bonanza. É além daqui." Ele disse: "Eu vou descobrir." Eu disse: "Você sabe, você não precisa. Eu sei que está grampeado. Não se preocupe com isso." Ele disse: "Não, eu gostaria de descobrir." Então, ele volta no dia seguinte e diz: "John, o telefone está grampeado no mainframe." Ele disse: "Eu fui para o meu patrão e disse-lhe sobre isso e ele disse: "Se você quiser manter seu emprego, mantenha a sua boca fechada."

KC: Uau.

JL: Ele disse: "Então, eu vou manter minha boca fechada, mas  estou lhe dizendo. Está grampeado no mainframe e eles não têm a permissão." Ele disse: "Eu procurei pela 'papelada' para autorizar um grampo assim e eles não têm isso."

De qualquer forma, me encontro com Bob. Conversamos. Ele acha que eu e Gene estamos totalmente loucos. Ele disse que trabalhou em Los Alamos. Disse que se houvesse alguma coisa sobre OVNIs, ele saberia. Ele disse: "Vocês são loucos" e sentou-se ali revirando os olhos de tudo o que falávamos. Assim, ao longo dos próximos meses nós começamos a dar-lhe informações e uma das coisas que lhe demos foi onde achamos que o alienígena foi mantido em...

KC: S-4?

JL: ...em Los Alamos: YY-II. Acontece que... Dissemos a ele algumas outras coisas, eu esqueço o que era, mas haviam três coisas que lhe dissemos e ele confirmou todas as três coisas. Ele não confirmou que havia um alienígena na YY-II, mas ele confirmou que era uma parada de correio e que era absolutamente secreta, quero dizer, um dos grandes segredos. Assim, ele decidiu ver se conseguia arrumar um emprego na área 51. Então, ele chamou o Dr. Teller. Eu penso que estive lá durante o telefonema. Posso não ter estado, eu poderia ter estado lá quando o Dr. Teller retornou a ligação, mas eu me lembro Bob dizendo: "Ah, Dr. Teller disse - Você quer trabalhar aqui em Livermore, ou você quer trabalhar em Las Vegas?" Bob disse:" Eu quero trabalhar na Área 51". Teller diz: "Deixe-me ver o que posso fazer."

Isso foi em novembro de 88 e me lembro de Bob indo as entrevistas na EG&G e ele nos disse exatamente o que eles perguntaram nas entrevistas. Foi muito, muito técnico e ele disse que se saiu muito bem em todas elas, porque ele realmente sabia... Ele estava muito orgulhoso de si mesmo. Ele disse que na segunda entrevista, a primeira pergunta foi: "Qual é o seu relacionamento com John Lear e o que você sabe sobre ele?" Bob disse, falando comigo, ele disse, "Eu disse a eles que conhecia John Lear, eu ia à casa dele e acho que ele mete o nariz onde não é chamado." Ele disse: "O que eu não lhes disse é que eu também gosto de enfiar o nariz onde não sou chamado."

Então a próxima coisa que eu sei, é que, digamos em 06 de dezembro, poderia ter sido antes ou depois, não me lembro... mas essa mesa não estava aqui, haviam duas cadeiras ali, ele entrou. Era noite. Cerca de 7 ou 8 horas e ele sentou-se. Eu estava preenchendo cheques e ele disse: "John, eu vi um disco hoje." Levantei a cabeça e disse: "O quê?" Ele disse: "Eu vi um disco hoje." Eu disse, "Deles ou nosso?" Ele disse: "Deles". Eu perguntei: "Você foi à Área 51? O que você está fazendo aqui? Por que você não descobriu o que está acontecendo e então me conta sobre isso?" Ele disse: "Não, você recebeu tanta zombaria sobre isso que eu lhe digo o que eu vi. É tudo verdade".

Então, passamos algumas horas aqui. Ele disse: "Vou responder as suas perguntas. Eu não posso oferecer informações." Ele me fez perguntar. Depois fomos para fora, ficamos de pé lá fora e olhamos para as estrelas e eu disse: "Bem, se eu quizesse ir para Zeta Reticuli, eu vou [apontando em diferentes direções]... que caminho devo ir?" Ele disse: "Nesta direção." [apontando para a direita] e dizia como eles levantam voo e tinha uma explicação do porquê eles tinham que ir para a direita primeiro ou qualquer coisa assim.

Enfim, isso se prolongou por vários meses. Ele vinha quando ele voltava e me dizia o que viu. Uma noite, ele entrou e sentou-se. Após a primeira noite nós não conversávamos aqui mais. Esqueci qual razão, mas não discutimos nada. Então, ele está sentado ali e olhando-me, nós saímos por aquela porta, passamos pela beira da piscina, pelo estábulo e enquanto caminhávamos Marilee, que está sempre desconfiada de todos, perguntou: "Onde vocês vão?" Eu disse: "Nós vamos lá para trás para conversarmos" e assim fomos lá para trás e eu perguntei: "O quê, o quê, o quê?"

Ele diz: "John, você nunca saberá o que é ver o seu primeiro alienígena." Eu perguntei: "Você viu? Ele está vivo?" Ele disse: "Sim". Ele me contou as circunstâncias, que foi conduzido por um corredor, escoltado por guardas de cada lado. Eu tenho um desenho aqui de quando ele me disse isso. O que ele disse... ele disse que havia uma porta. Ele disse que tinha uma janela quadrada regular de cerca de 30 por 30 centímetros com o fio atravessando e do lado de dentro ele viu as costas do cinza, de pé, de costas para ele, e conversando com dois cientistas que olhavam com desprezo para esse homem com jaleco de laboratório. A história segue...

KC: Ele era uma espécie de... a casa dele estava uma bagunça, ele basicamente deixou o emprego no governo. Quero dizer, ele estava fugindo não é?

JL: ... Então, vira rotina, ele vai e volta para lá e em 21 de março vou na casa dele e ele está projetando um Doggy Death Ray (Raio de Matar Cãezinhos). O Doggy Death Ray é para os cães de Marilee; eles estão entrando em nossas flores e ele está projetando um amplificador pequeno com um som estridente que os manterá fora de lá. É terça-feira dia 21. Eu lembro de estar assistindo a TV. Foi o dia em que dispararam um míssil de um barco que fez um loop. Bob disse: "Eles vão fazer teste de voo amanhã à noite. Você quer ir ver?" Eu disse: "Sim, mas onde podemos ir?" Ele disse: "Eu conheço uma estrada atrás do local de teste sem ficarmos em propriedades ilegais. Você poderá vê-lo." Eu disse: "Ótimo."

Assim, no dia seguinte, ele, Gene e a esposa, Jackie, sim, haviam quatro de nós, pegamos o meu trailer que está aqui na frente. Iisso foi em 22 de março. Nos dirigimos para Alamo e viramos no caminho para Rachel, estávamos quase na colina e a transmissão enguiçou. "É noite", ele disse: "Bom, temos que estar lá ao por do sol porque é quando eles testam os voos." Então, Gene Huff pega carona de onde estávamos parados de volta a Ash Springs, compra umas latas de óleo de transmissão, as traz e põe na transmissão, então continuamos. Dessa forma chegamos lá, um pouco depois do anoitecer. Vamos para estrada de Groom Lake. Fomos talvez até o meio do caminho e chegamos nesta pequena área. Eu tirei o telescópio e o montei. Bob tinha a câmera de vídeo, ele a montou. Começamos a olhar. Então nós vimos isso. Eram cerca de 21 horas. Uma luz surge e começa a ir desta maneira e daquela maneira e etc e estou tentando fazer este telescópio, com uma lente de 20 centímetros, centrar no OVNI. E, claro, não tem jeito, essa coisa é muito grande e muito pesada. Bem, de qualquer maneira, em um momento o disco parou e eu consegui pegá-lo. Eu disse: "Eu consegui! Eu consegui! Eu consegui!" O disco estava cerca de uns 30, 35, 40, talvez 45 graus. Era amarelo e irradiava algo para fora dele. Eu disse: "Eu vejo ele! Eu vejo ele! Gene, rápido, dê uma olhada." Assim que afastei meu pé preso no tripé ele ficou fora de alinhamento de modo que Gene não o viu. Ele estava descendo atrás da montanha [gesticulando para baixo]. Eu vou te mostrar se tivermos tempo. Eu tenho a fita rotulada de 22 de março e filmamos tudo o que estava acontecendo. Infelizmente, o vídeo estava sobre o pára-choque, enquanto tudo isso estava acontecendo, mas filmamos de qualquer forma, a conversa sobre tê-lo visto. Enfim, na noite de quarta-feira... eles sempre testavam nas noites de quarta-feira e ao por do sol, porque eles descobriram que era o tempo com menos tráfego na estrada, assim as pessoas não veriam acidentalmente os discos voadores. Então a próxima noite seria em 29 de março e eu estava em uma viagem pela América Transair, em Cleveland, foi quando eu chamei Bob terça-feira e disse: "Olha,  estou em Cleveland e eu não vou ser capaz..." Eu perguntei: "O que vocês estão fazendo?" Ele disse: "Estamos indo pescar." Eu disse: "Ah, legal. Eu gostaria de ir." Aquela foi a noite que ele levou George Knapp e Jim Taliani. Jim Taliani trabava no Tonopah Test Range. Foi na semana seguinte que ele foi demitido porque quando esta fita, que George Knapp filmou, veio à publico se podia ouvir a voz de Jim, dizendo: "Ah, legal! Ah, legal!" Eles o chamaram e disseram: "Você está nisso". Pode não ter sido na semana seguinte, mas foi rápido.

Então, a terceira quarta-feira foi em 06 de abril. Foi quando eu, Bob, Gene, a esposa de Bob e a irmã dela alugamos um carro porque o trailer estava com problemas e algo não estava funcionando, assim, tivemos que realmente alugar um carro. Dessa forma levamos o contador Geiger e todo o material de vídeo no porta-malas. Fomos até lá, preparamos tudo, nos dirigimos ao local. Eu disse: "Ora, nós não precisamos ir mais longe. Vamos parar por aqui." " Não, não. Vamos chegar mais perto, mais perto." A irmã da esposa de Bob estava dirigindo. Foi aí que vimos... Sabem, eu disse uma vez que eram quatro carros, talvez fossem 2, mas seja lá quantos foram, haviam faróis a frente de nós e eu disse: "Nós temos que sair daqui." Então, eu disse... Eu esqueci o nome dela... vire com cuidado, porque estamos na areia e não queremos ser pegos.

Assim, viramos para dar o fora de lá e era óbvio que não iríamos chegar à estrada antes deles nos pegarem. Então, nós paramos. Bob diz: "Olha, eu não posso me dar ao luxo de ser pego. Eu estou levando a minha arma (ele tinha uma 9mm) e vou para o deserto." Ele disse:" Quando eles forem embora eu volto." Então, paramos, ele foi para o deserto, eu levo o telescópio e começo a prepará-lo e eles freiaram e pararam. Eles estão todos ao redor de nós com metralhadoras nas mãos e... na verdade, eu fui até o veículo e coloquei as minhas mãos nele e disse: "O que vocês estão fazendo aqui, o que está acontecendo?" Eles disseram que precisavam ver a minha identidade. Eu disse: "Eu não entendo. Por que vocês estão nos perseguindo através do deserto?" Eles disseram: "Bom do que você está fugindo?"

Assim as coisas se acalmaram. Nós mostramos as nossas carteiras de motorista. Eles disseram, sabem, eles fizeram algumas chamadas e disseram: "Olha, não podemos expulsá-los daqui, mas essa é uma terra BOM (perigosa), mas nós podemos torná-la muito desconfortável se vocês ficarem por aqui. Então, façam suas próprias escolhas." Eles foram embora. Esperamos cerca de 15 minutos. O porta-mala estava aberto, porque eu tinha pego o telescópio, assim estavamos despreparados. Nós não tínhamos idéia de que tudo o que esses caras fariam era se afastar por cerca de 90 metros da estrada, darem a volta, montarem todas as câmeras e equipamentos parabólicos de gravação deles e gravar tudo que se passava. Bob voltou do deserto com a 9mm. Ele diz: "Vocês sabem, foi uma coisa boa eles não darem qualquer passo em falso. Eu os teria explodido em pedacinhos." Nós conversamos por cerca de 15 minutos, embalamos tudo e, sabem, nós saímos e fomos para a estrada e lá está o xerife do condado de Lincoln, com todas as sirenes, luzes vermelhas e tudo mais. Eles nos tira dali, sabem, mãos para cima, mãos contra o carro, depois de cerca de 15-20 minutos, fiz o comentário pelo qual Bob nunca vai me perdoar, quando o xerife diz: "Eu vou precisar ver as licenças," e eu disse: "A minha está no porta-malas". Claro que tudo estava no porta mala do carro, incluindo a arma, o contador Geiger, todos os equipamentos de vídeo e tudo mais. Nós nunca os deixamos abrir o porta-malas. Ele disse: "Tudo o que eu quero saber é por que existem 5 pessoas no carro agora e no local de teste, haviam apenas 4. Onde está a arma? Isso é tudo que eu quero saber."

Passamos uma boa hora sendo evasivos e no final da hora, ele recebe um telefonema e diz: "OK." O nome dele era Lafrene, Xerife Lafrene. Ele disse: "Eu não sei porque me disseram para fazer isso, mas foi me dito para deixá-los ir. Ora, isso não faz qualquer sentido para mim, mas essas são as minhas ordens. Quero que vocês entrem naquele carro e não quero ver vocês nunca mais por aqui novamente." Assim saímos, fomos para a cidade. Agora são 11 ou 12 horas. Discutimos o que estava acontecendo.

No dia seguinte, Bob recebe um telefonema do chefe dele... Eu não consigo lembrar o nome dele. Ele diz: "Bob, não vá para o aeroporto. Vou buscá-lo." Eles levaram Bob para Indian Springs, que é o centro de todos os locais de área testes. Eles literalmente o tiraram do carro com uma arma em seu ouvido e disseram: "Bob, ora, lhe demos uma permissão para trabalhar aqui e contamos o segredo. Isso não significava que você deveria dizer a todos os seus amigos sobre os discos voadores. Ora você quer trabalhar aqui ou não?" Bob foi evasivo. Trouxeram os guardas que nos interceptaram e tinham falado conosco para provar que estivemos lá e Bob foi evasivo. Alguns dias mais tarde, ele disse: "Eu não vou voltar a trabalhar lá." Perguntamos: "Por quê?" Ele disse: "Porque a última vez que fui naquele 737..." ele disse, "Não lembro-me de subir a rampa de embarque...

KC: Ah, não...

JL: ... e lembro-me de descer a rampa de embarque, mas não consigo lembrar de nada que se passou depois disso ou durante esse tempo. Ele disse: "Eu não quero trabalhar nessas condições. Eu prefiro não trabalhar nessas condições".

KC: Uau.

JL: Ele disse: "Eu sei o que está acontecendo e é ótimo, mas eu não quero trabalhar nessas circunstâncias". Foi por isso que ele nunca mais voltou.

KC: OK. Isso é uma coisa fabulosa. Eu tenho uma pergunta. Conhecemos um cara que disse que no subsolo da Área 51, que eles... Eu não sei se o cara estava doidão ou o que... mas ele disse que eles têm montes de, algo como, cocaína e eles basicamente estão drogando as pessoas para levá-las a trabalharem lá. Eles os levam para lá, eles dam-lhes drogas, eles dam-lhes as mulheres... Sabe alguma coisa sobre isso?

JL: Não, mas tenho todos os motivos para acreditar que seja verdade. Quero dizer, as instalações subterrâneas de lá são tão grandes, elas são tão grandes, que se extendem interminavelmente, elas têm muitos níveis. Eu tenho um amigo meu na Goldmine. A pessoa que originalmente construiu essa mina, um dos caras está na prisão em Winnemaka e um dos caras que está lá é um guarda de segurança e ele diz a eles que a razão para um guarda de segurança da Área 51 estar lá é porque ele começou a falar. Ele está em prisão perpétua. Ele diz... o que eles poderiam fazer a ele agora... isso é para sempre.

Não há dúvida em minha mente. Você vê as coisas na Área 51 e eles dizem: "Ah, eu conheço caras que trabalham lá e eles disseram que não há subsolo". Claro. Porque, sabem, hão, talvez, 1.900 pessoas que trabalham acima do solo. Não há nenhuma razão para elas... Quando você trabalha na Área 51 eles não dão a você uma entrevista e dizem: "Ora, não contem a ninguém sobre os alienígenas que temos aqui". Caras que trabalham nas aeronaves, mecânica, eles não têm nenhuma razão para conhecer esse material. Não é assim que a segurança funciona.

KC: É de seu entendimento que usaram controle da mente em Bennewitz?

JL: [Acena com a cabeça sim] Bennewitz tinha algumas informações muito boas, a informação real. Ele foi o único que descobriu Dulce. Ele era o único que sabia sobre a nave secreta, os Cinzas, Archuleta Mesa. Ele era o único que sabia sobre as coisas, área de armazenamento de armas Manzano. Doty, junto com Bill Moore, foi enviado para desinformá-lo, para fazê-lo parecer um idiota.

KC: Você conhecia Bill Moore, certo? Está correto? Porque Bill Moore desapareceu. Ele não está mais em público agora. Eu acho que ele foi muito manipulado. Mas ele sabe muito. Você não acha?

JL: Provavelmente.

Projeto Serpo

KC: Quanto a Serpo? Eu entendo que na ATS você, basicamente, disse que Serpo é desinformação em geral; mas que sim, nós obviamente enviamos astronautas...

JL: Nós enviamos uma equipe. Enviamos uma equipe. Eles foram para Zeta Reticuli. Haviam três deles. Isso poderia ser desinformação... quem sabe? Talvez houvesse cinco deles.

KC: Certo.

JL: Mas o problema com Serpo, como estamos vendo agora, e com Burisch é que haviam homens e mulheres e isso não está certo.

KC: O que queres dizer com homens e mulheres?

JL: De Zeta Reticuli.

KC: Você quer dizer, os alienígenas eram do sexo masculino e feminino?

JL: ... eram do sexo masculino e feminino.

KC: Você está dizendo que não eram?

JL: Não. Eles são organismos cibernéticos. Eles, os caras que fizeram esses caras, que eles chamam de J-Rods e Cinzas, o que quer que seja, esses caras são apenas organismos cibernéticos. Eles vêm aqui. O trabalho deles é ver se esta fazenda... Eu costumava chamá-lo de um experimento, não é um experimento... é uma fazenda, uma fazenda de alma... Se as coisas estão indo bem. Eu costumava pensar que isso era mau. Não é. Nós apenas estamos em desenvolvimento e esses caras, os Cinzas, estão aqui apenas monitorando, vendo se tudo está certo. Eles pegam as crianças quando estão nos 3-4 anos, eles as capturam quando elas estão nos 7-8 e depois quando chegam aos 13 para ter certeza que tudo está OK. Esse é todo o trabalho deles.

KC: A manipulação genética, em outras palavras, a modernização da espécie.

JL: Agora somos assassinos e ladrões arrogantes, sabem, e aprendemos a fazer melhor do que isso. Quando fizermos melhor do que isso, seremos capazes de ir e brincar com todo mundo no universo, que é um lugar imenso e maravilhoso.

KC: Então, de onde você tira a sua certeza?

JL: Minha o quê?

KC: Sua certeza sobre o que você sabe? Você sabe o que eu quero dizer? Será que é porque você já falou com tanta gente que trabalhou nos projetos secretos?

JL: Sim.

KC: Mas você, pessoalmente, já teve com ETs qualquer interação que você saiba?

JL: Provavelmente, mas eu não tenho a mínima memória. A única coisa, sabem, que já aconteceu foi quando eu tinha 9 ou 10 anos de idade. Eu costumava ir até... nas manhãs de sábado... ao Studio de Dança de Brownie Brown, onde aprendi dança acrobática, balé e sapateado. Parei aos 12 anos. Eu ia a pé pela Ocean Park Boulevard, tomava o ônibus e voltava para minha casa na 222 14th Street. Levava cerca de 30 minutos. Então, um dia eu entrei no ônibus, depois de sair da escola de dança, e eu chegei até onde eu desço, 30 minutos, para ir para minha casa. Eu me lembro de sair, descer os degraus do ônibus e olhar para o motorista e eu fiquei tão chocado. Eu disse ... eu não podia dizer nada por um minuto, então eu disse: "Eu não acabei de pegar esse ônibus para casa?" Ele olhou para mim... isso foi o mais estranho... a coisa... Isso se foi... o tempo. Quem sabe onde estive?

KC: Quanto tempo levou isso?

JL: Ah, provavelmente, bom, quem sabe? Não me lembro de estar consciente por uma, duas horas. Poderia ter sido uma hora ou mais.

KC: Você acha que os Cinzas são maus?

JL: Não.

KC: OK. Você está sabendo que estamos basicamente construindo um escudo em torno do planeta para ricochetear, sabes, basicamente, se tivermos uma guerra com os alienígenas e esse tipo de coisa?

JL: É hilário. Quer dizer, o nosso governo é tão arrogante, sabem. Eles sabem tão pouco. Aqui estão eles, eles estão construindo... eles pensam que construirão um escudo contra os Cinzas ou seja lá quem for. Pode haver algum tipo de guerra em curso, mas o tema básico, basicamente, o que se trata na Terra, é do desenvolvimento da alma. Hão bilhões de nós no universo. Bilhões como a Terra em vários estágios de desenvolvimento. Alguns deles não são tão avançados como nós e alguns estão mais avançados. Mas é tudo sobre a alma, a nossa natureza, não ser tais ladrões e assassinos arrogantes. Evolução, temos que desenvolver-nos.

The Sun

O sol não é uma série de explosões termonucleares. O sol é uma esfera eletromagnética e o que faz, ela reage com o eletromagnetismo de certos planetas, todos os planetas do sistema solar, o que permite que eles tenham atmosferas e ambientes como a Terra. Mercúrio não é quente o suficiente para derreter chumbo, é apenas parecido com a Terra. Netuno não é um gigante gasoso grande, é apenas como a terra. A única grande gasosa gigante do nosso sistema solar é a NASA.

Eu só estou falando agora sobre o que estão tentando alimentar-nos, nesse momento, sobre o Projeto Serpo e a razão é que eu acredito que não há mais como o governo possa esconder os Cinzas. Eles têm que inventar uma história. Mas já que eles não sabem quem são ou o que eles estão fazendo, o governo apenas diz: "Sim, eles são de Zeta Reticuli. Sim, estivemos lá. Sim, é uma coisa sem importância. Nós jogamos futebol com eles. Sim. Não há nada de mais..."

KC: Só que eles estavam fazendo engenharia genética e eles pegaram partes de um astronauta, as partes do corpo, e clonaram ele. Isso também faz parte da história Serpo.

JL: Eu não fazia idéia disso.

KC: Sim, muita gente não vê isso.

JL: Qual astronauta?

KC: Um dos astronautas que morreram. Em Serpo...

JL: Ah, ah, sim, OK
.

KC: ...e descobriu-se que, basicamente, foi clonado. Assim, supostamente, eles quase começaram uma guerra por achar que não podiam fazer o enterro do colega astronauta. É uma grande história, mas quem sabe se isso é verdade.

JL: É uma grande história. Posso estar errado, mas eu acredito que é desinformação

KC: Mas nós estivemos em Zeta Reticuli. A raiz da história é real, tanto quanto lhe diz respeito, por causa do que lhe diz seu contato?

JL: Sim.

KC: Porque existem algumas pessoas muito decentes...

JL: Eu já vi... o dia é 90 horas mais longo do que na Terra. Eu não vi essas informações aparecem. É o quarto planeta a partir de Zeta Reticuli 2. Então se você está em Retículi 4 você pode ver ambos os sóis, Zeta 1 e Zeta 2.

KC: Uau. Sim, porque, aparentemente, há fotos de algumas coisas desse tipo.

JL: Ótimo.

KC: Ora você está dizendo que você não acredita que há fotos?

JL: Não pode haver, poderia haver. Não sei?

Bobby Ray Inman, Bob Oeschler, MJ-12

KC: Bom, você parece saber muito! Então, nós estamos apenas tentando chegar à raiz do que você sabe. Que tal Bobbie Ray Inman? Você sabe qual é o envolvimento dele?

JL:. ... Ele se envolveu com o MJ-12 ... Lembra-se quem Bob Oeschler foi? Bob Oeschler era realmente um cara legal. Ele entrou nisso comigo. Quero dizer que ele estava de pé ali naquela porta [apontando para outro lado da sala] e viu uma espécie de feixe saindo deste lugar para aqui. Nós sabemos que, ou eu acredito, esta montanha inteira é varrida por, sabem...

KC: Essa é uma senhora montanha que você tem atrás de você...

JL: Sim.

KC: É incrível.

JL: Nós acreditamos que há todos estes tipos de bases ou o que vocês quiserem chamá-las dentro desta coisa. Oeschler viu isso. Oeschler era o cara e se vocês ainda não leram essa história ou ouviram-na, vocês têm que lê-la. Ele foi para o leste, um dia, e eu fui com ele; viajei de carro por horas com ele quando eu pilotava aviões de carga. Eu descia do meu avião às 10 horas da noite e nós viajávamos de carro até às 6 da manhã. Fizemos todos os tipos de coisas loucas. Mas Bob um dia entrou na EG & G e disse: "Como faço para entrar no programa de discos voadores?" Ou algo assim.

KC: Mas o que Bobby Ray Inman tem a ver com tudo isso?

JL: OK. Então, Bob Oeschler encontra Bobby Ray Inman em algum serviço de atendimento ao público, e vai até ele e diz: "Como faço para entrar em contato com o MJ-12?" Inman olhou para ele e disse: "Deixe-me ver se posso ajudá-lo ." Assim se iniciou a interação entre Bob Oeschler e Bobby Ray Inman.

KC: Por que Bobby Ray Inman foi tão prestativo?

JL: Para Oeschler?

KC: Sim. Ele é uma espécie de fã da divulgação, você diria isso?

JL: É. Sempre houve a parte do MJ-12 que queria divulgação e eles sempre chegam até o limite de: "Vamos dizer ao público", então eles sempre recuam e não sei porque eles sempre recuam.



KC: Isso foi realmente fabuloso. Queremos agradecer a você.

JL: Você fez as perguntas certas. Eu estava apenas esperando para ver qual a direção que você iria tomar. Eu só estou contando a história do que aconteceu. Isso não significa que eu estou certo, sabem. Isso significa apenas o que aconteceu.



JL: Energia do ponto zero? Eu nunca ouvi tamanha besteira em toda a minha vida. Quer dizer, isso é justo, se vocês me desculpam a expressão, uma porcaria. Quero dizer que não vai acontecer. Isso não aconteceu. Isso não vai acontecer.

KC: Você está familiarizado com Hal Puthoff?

JL: Claro. Um fantástico trabalho na Universidade de Stanford e da Universidade de...

KC: Bom, ele está envolvido com alguma coisa a ver com a energia do ponto zero...

JL: Claro que sim, sim, e ele continua a divulgar todas estas coisas de energia do ponto zero e...

KC: ... e você simplesmente não acredita nisso.

JL: Não. É um embuste.

KC: Você acha? Você acha que é um embuste porque cientificamente você acha que é uma fraude, ou porque as pessoas lhe disseram, seus contatos estão dizendo, que é uma fraude?

JL: Não. Eu apenas penso assim e assumo a culpa se não for.

KC: E 2012? Você acha que isso é uma fraude?

UFP Power PlantJL: Sim. Estamos constantemente em guerras. Constantemente acreditando que o mundo vai se acabar. É para nos manter irritados, preocupados e assim por diante. Todos nós só queremos ir para casa, só queremos ganhar a vida e ir para casa e estar com nossa família e filhos. Isso é tudo que queremos fazer. Mas, constantemente, estamos indo atrás dos muçulmanos, sabem, e constantemente nos dizem: "aquilo é uma ameaça e isso é uma ameaça". Se não se é unido e algo assim, então é muito, é simplesmente muito ruim. Essas são... sabem; ei, é tudo besteira.

JL:
[Mostrando um objeto redondo e brilhante: um modelo de engenharia reversa de um OVNI da Área 51] Joe Vananetti fez isso e é exatamente como era. Aqui está o 115. UFO Power PlantBob teve três destes e eles vieram de Los Alamos. O governo roubou dois deles e um deles está em um lugar secreto em Las Vegas. Eu pensei que eu e... há apenas três caras no mundo que sabiam onde estava e ao ler coisas sobre George e ATS, ele afirma saber onde estavam, mas eu não sei se ele sabe ou não. Mas esse é o modelo de meia escala e eu tenho o desenho que Bob fez para mim, em fevereiro de 90, de como ele funcionava. O 115 era bombardeado com prótons e o calor de um gerador termiónico fornecia a tensão positiva para dirigir a nave e, em seguida, a onda de gravidade 'A' era puxada de forma que eles pudessem usá-la para viajar por todo o universo...






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Bill Ryan

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