John Lear:
Transcrição da Entrevista
Voando para o Sol com John Lear
Uma entrevista em video com John Lear
Las Vegas, agosto de 2006
|
Filmado, editado e dirigido por Kerry Cassidy e Bill
Ryan

Kerry Cassidy (KC): Fomos levados ao estudio
surpreendente
de John. Ele tem televisões por
todas as paredes. Ele tem fotos de aviões, celebridades,
sua família... 
Bill Ryan(BR): Aqui nós vemos uma fotografia
da
Área 51. Esta é uma fotografia real, uma fotografia
de alta resolução, cerca de 4 metros de comprimento,
uma cena surpreendente tirada do que eu acredito que
foi chamado Freedom Ridge. Isto agora está
fechado ao público, mas alguém tirou cuidadosamente
uma série
de fotos incríveis.
Isso é algo que realmente chamou minha atenção. Este
é o F-19 que supostamente não existe. John insiste
que ele está voando secretamente pela
Marinha...
KC: ... e que parece ser o avião que ele ama, o avião
que
ele voou. Ele é um homem muito misterioso. Ele tem
muitos contatos
altamente secretos, realmente não se sabe em quais ele
realmente voou
e quais ele só coloca na parede, porque ele adora o
visual deles.
BR:
Aqui está uma foto da lua. É de cerca de 91
centímetros por 61
centímetros. É de uma resolução muito alta e, nas
palavras do próprio
John, isso foi antes de ser retocada pela NASA. E
aqui...
O que aconteceu foi que assim que sentamos
John,
imediatamente, começou a falar não dos três
astronautas que morreram no
incêndio na plataforma de lançamento da Apollo em 27
em janeiro de 1967,
mas de quatro astronautas. Houve um quarto
astronauta cuja existência
nunca foi admitida pela NASA. A coisa toda foi
encoberta por razões
muito específicas... e aqui está John para contar a
história dele.
O quarto astronauta da Apollo/Os
Astronautas
da Corporação Secreta
John Lear (JL): É o segredo mais bem guardado, eu
quero
dizer o melhor.
Agora imagine todos os caras do Controle da Missão...
todos estavam
em torno de 25 e 35 anos de idade. Isso foi há 40
anos, então agora
eles estão entre
65 e 75, assim muitos deles ainda estão vivos. Agora,
eu não sei se
eles acompanham o que está acontecendo.
KC: Você está dizendo que eles sabiam o que aconteceu?
JL: Ah, com certeza. Quero dizer, eles estavam todos
lá.
Eles ouviram. Eu não sei se você viu meu material na
internet sobre...
KC: Sim.
JL: ... o que eu assumo que Gus Grissom disse: "OK,
idiotas,
vocês nos mataram, estamos mortos, o incêndio poderia
ser evitado e
vocês não fizeram isso". Ele tinha muito tempo para
dizer isso e todos
os registros da Apolo, todas essas coisas, as coisas
do acidente, e um
monte de coisas aconteceram e os e-mails que recebi de
Clark sobre
isso, sabem, são muito discretos, muito cuidadosos com
o que ele diz.
Mas, na minha opinião, ele está tentando,
completamente, dizer o que
aconteceu, sem o dizer em tantas palavras. Basicamente
o que eu lhe
perguntei foi: "Qual era o nome do quarto astronauta?"
Ele nunca me
disse, mas eu descobri de outras fontes, quem foi.
Então...
KC: Você têm liberdade de dizer?
JL: Não, e o motivo é porque eu quero que alguém
venha a
mim e diga: "Eu sei quem era" e depois diz o nome.
KC: Uau, interessante. Se acharmos que sabemos, talvez,
possamos
enviar um e-mail para você?

JL: Certamente. Então o que há de tão interessante
nisso... a razão pela qual não poderiam falar sobre o
quarto
astronauta... e, claro, quando o incêndio aconteceu a
ANS (Agência
Nacional de Segurança) cercou tudo por 45 minutos
enquanto tiravam o
corpo. Depois o liberaram e foi quando começou a
investigação oficial.
Entendam todos os cenários. Se pode ver onde esses 45
minutos se
encaixam quando eles tiraram o corpo. Agora, a razão
pela qual eles
não querem que ninguém saiba sobre o corpo é porque
ele fazia parte do
corpo de astronautas secreto. Então... agora, se
alguém descobrisse
sobre esse corpo, teria se perguntado... quem era ele,
qual era o nome
dele, o que ele fazia? Como é que ele não estava
listado aqui? Ele
teria exposto todo o encobrimento. É por isso que eles
não poderiam...
KC: Então esses da astronautas da corporação
secreta eram
um grande segredo. Eu entrevistei Gary McKinnon e ele
sugeriu isso.
JL: Ele estava nos dizendo tudo sobre isso! Eu não
sei
porque as pessoas não colocam isso junto!
KC: Sim, isso é lindo, é lindo.
JL: Gary tem toda a história. Foi tão interessante
que
Gary se apresentou ao mesmo tempo que eu descobri o
quarto astronauta.
KC: Ah, realmente? Na mesma época?
JL: Bom, foi no mesmo período, mais ou menos alguns
meses. Então, Gary... caramba, eu realmente gostaria
de falar com esse
cara. Ele fala sobre os oficiais não-terrestres e...
quero dizer, a
história se encaixa. Somos muito tapados, sabem, se
não podemos
conectar isso.
Dulce
KC: (Ri) Claro que sim. Então nós também queremos falar um
pouco
sobre Dulce? O que você sabe sobre Dulce? Eu sei que as
pessoas
estão dizendo, sabes, a história de Bennewitz simplesmente
não
aconteceu. Porém eu sei que você confirmou que isso
aconteceu, que
Bennewitz estava correto.
JL: Ele estava e eu entrei nisso quando
comecei a trabalhar neste negócio de OVNIs. Acabei em
Crestone, Colorado, com Linda Howe e haviam cerca de
10 de nós lá. Alguém tinha doado um condomínio em
Crestone que tinha sido usado pelo Instituto Aspen
para encontros e estudos. E nós nos encontramos por
três ou quatro dias lá e conversamos sobre o que
estava acontecendo, o que devíamos fazer, sobre o
estado da Ufologia e como cada um poderia contribuir.
Eu acabei saindo de lá de carro com Linda... e, ah,
enquanto nós estávamos lá, Tom Adams... Vocês sabem
quem é Tom?
KC: Não.
JL: Ele foi um dos encarregados em coisas estranhas
de
OVNIs, mutilações, tudo isso em 1987/88. Ele corria,
espalhava aquele
panfleto chamado "Stigmata (Estigmas)". Havia
realmente algo. Enfim, ele
me entregou uma nota. Dizia: "John, alguém me chamou
de Las Vegas. Gostarias de acompanhar isto, porque eu
não posso fazê-lo."
E... foi uma nota escrita à mão sobre um lugar
chamado
Dulce e a pessoa conhecia alguém que trabalhou lá e
falou sobre Dulce.
A única coisa que me lembro sobre a nota era que
dizia: "Corredores,
escadas que eram infinitas." Cara, isso capturou a
minha imaginação. De
qualquer forma, eu vou com Linda Howe. Fomos para
Albuquerque e
procuramos por Ernie Edwards e falamos com Ernie
Edwards.
KC: A propósito, ele ainda está vivo?
JL: Sabem, eu não sei. Mas ele era tão franco e, na
minha opinião, tão honesto. Ele disse que acreditava
em Bennewitz. Ele falou
durante esse tempo que o nosso radar esteve desligado
por um longo
período. Perguntei: "O que você acha que aconteceu?"
Ele disse: "Eu
acho que nós passamos uma nave secreta por lá e eles
não queriam isso no
radar." Eu disse: "Como pode você, um coronel - um
coronel atuando na
Força Aérea - dizer algo assim?" Ele disse: "Isso é o
que eu acredito."
Enfim, assim, nós conversamos sobre todos os tipos
de
coisas e depois Linda e eu partimos... fomos a Roswell
e foi uma viagem
interessante. Nós íamos dirigindo para Roswell,
estávamos a cerca de 16
quilômetros ao norte de Corona e aí vem esse A-7,
descendo, nos
pertubando e etecetera. Eu olhei para ela e disse:
"Linda, como isso
pode estar acontecendo conosco?" Eu conheço esses
A-7s. Eles fazem
parte do esquadrão Stealth Fighter F117A em Tonopah.
Enfim, nós
entramos em Corona e vamos por essa estrada pequena,
então, uma estrada
de terra que dá para a estrada principal que desce na
estrada para
Roswell. Nós entramos um pouco antes do trevo que vai
para o rancho de
MacBrazel, vamos aos trancos e barrancos e vemos uma
vaca morta, outra
vaca morta e depois outra vaca morta...
KC: Ah, meu deus...
J. Quer dizer, haviam 30 animais mortos. Então, nós
vamos
até as vacas mortas e não há nenhum sinal óbvio de
mutilação. Assim,
voltamos para a estrada em direção a MacBrazel, o que
costumava ser o
rancho dele, e falamos com o agricultor de lá e ele
disse: "É, bem, nós
não sabemos o que aconteceu. Entramos em contato com o
escritório do
veterinário do estado sobre esta doença em particular,
seja qual for". Enfim, mais tarde, Linda contactou
alguém que descobriu; não,
não poderia ter sido uma doença, porque teria havido
um cordão de isolamento de 80
quilômetros ao redor dessa área. Então isso foi apenas
uma dessas pequenas
coisas interessantes. Depois nós fomos conversar com
Clifford Stone,
que eu conheço.
KC: Ah... você conversou com ele.
JL: Então eu voltei...
KC: Então, Clifford Stone, ele também sabe sobre o
assunto
Dulce?
JL: Ah, sim. Clifford, ele sabe tudo. Então eu fui
embora... Estou pensando, estou tentando lembrar se
fiquei na casa de
Bennewitz antes disso acontecer ou depois, mas em
algum momento eu fui
e passei dois dias na casa com ele e a esposa. Ouvi a
história deles,
passei muito tempo com eles, olhei para todas as fotos
dele, todo o
material mostrando discos voadores decolando e
pousando da área Manzano
de armazenagem de armas, vocês sabem. Elas eram ótimas
fotos em papel 8x10.
Um cara chamado Chris Lambright as teve antes dele,
que eu saiba. Eu ia
roubá-las de Chris, mas eu as devolvi para ele. Eu
tenho uma ou duas
dessas em 4x5.
KC: Ah, você tem?
JL: (Acena com a cabeça que sim) Pois é,
então eu deixei Bennewitz
e ele me deu o grande raio-X da pequena coisa que a
menina tinha no
pescoço e que eu dei a ele enquanto eu estava lá e eu
não sei o que ele
fez com isso. Mas, de qualquer forma, acabei em Dulce,
chamo Gabriel
Valdez e digo: "Eu estou aqui", ele diz: "Ora, eu
tenho que patrulhar
hoje entre às 23 e 6 horas da manhã. Você quer ir
comigo?" Eu disse:
"Sim." Então ele vem e eu digo: "Eu sou John Lear."
Ele diz: "Eu sei
quem você é. Eu me lembro que você esteve aqui há 20
anos em um jato,
Lear." Eu disse: "Realmente." Ele disse: "Sim, você
trouxe bifes e a
namorada de Dean Martin." Eu me lembrei, sim, eu
estive voando
charter. Ele ativou a minha memória. Eu fui alugado
por Van Nuys
para trazer bifes frescos e a namorada de Dean Martin
para um filme que
Dean estava filmando em Dulce e Gabe me lembrou isso.
KC: Isso é incrível.
JL: Então, entrei no carro dele e essas foram as
mais
interessante oito horas circulando em torno dessas
estradas de terra.
Estava escuro que nem breu, sabem, e nós falamos sobre
Bennewitz, Ernie
Edwards... Ah, qual é o nome do cara... Doty, Moore,
todos. Essa foi
uma viagem realmente interessante. Paramos e comemos
alguns pimentões
verde neste cantinho mexicano. Enfim, dormi um pouco
no dia seguinte e,
em seguida, aluguei um carro e tentei ir até Archuleta
Mesa porque o
que eu queria fazer era ver o local onde a nave
nuclear caiu,
onde Bennewitz disse que ela caiu. Porque Gabe disse:
"Tanto quanto eu
sei, ela caiu. Era óbvio. Você podia ver a árvore que
ela atingiu.
Encontramos uma caneta do governo lá em cima. Haviam
todos os tipos de
provas de que aconteceu." Mas era inverno, eu tinha
esse carro com
freio em 2 rodas e eu tentei subir por esta estrada
até Mesa e quase
caí no desfiladeiro, então eu nunca cheguei lá.
KC: Então não era, digamos, vigiado naquela época?
JL: Não. Eu não acho que seja hoje.
KC: É mesmo? Isso é interessante...
JL: ...eu não sei. Eu posso te mostrar o lugar onde
eu
fui tentando chegar lá. Enfim, voltei para Las Vegas e
fiz contato com
Bruce e essa pessoa me diz que a coisa toda sobre... o
nome dele era
Castello? Qual era o sobrenome? O cara que trabalhou
em Dulce?
KC: Sim, isso parece estar certo.
BR: Há Castello e há Schneider. Ambos são
reconhecidos publicamente.
JL: Nós conversamos por dias, semanas, meses. Essa
pessoa me deu desenhos a lápis do que tinha visto no
vídeo ou o que
Castello tinha descrito para ela. Isso acabou no que
foram os
documentos de Dulce. Aqueles eram os meus desenhos.
Como eu mencionei
em alguns sites no outro dia, o texto dos papéis de
Dulce está publicado
na Internet e isso foi o que eu digitei a partir do
que a pessoa
Castello disse. Isso veio da minha máquina de
escrever. Ela está na
garagem. É uma IBM, a que eles chamam de Executiva que
tinha
espaçamento proporcional...
KC: Certo.
JL: E, sabem, aqueles eram os meus desenhos. Eu fiz
os
desenhos a tinta a partir dos desenhos a lápis. Eu
ainda tenho os
desenhos a lápis. Eu acho que os desenhos de tinta eu
dei para Val. Eu
não os tenho visto por aí, mas eles podem estar por
aí, eu não sei. Eu
tenho muitos arquivos na garagem, processos jurídicos,
quatro armários
com gavetas, dois ou três cheios apenas dessas coisas.
KC: Ora, por que você pensa que foi deixado em paz? Por
que
você acha que sabe tanto? Para começar. E por que você
acha que o
governo o deixa em paz?
JL: Eles não incomodam ninguém com informações de
segunda
mão. Eles pegaram Phil, porque ele estava lá e eu vou
lamentar para
sempre por não ter dado suficiente atenção a Phil
Schneider, porque
ele esteve bem ali, ele esteve sentado aqui e me
contou a história
dele. Não foi que eu não acreditei nisso. É que,
sabem, é, sim, bem,
talvez... sabem. Isso foi muito ruim, porque ele tinha
a história e
eu gostaria de ter lhe dado mais tempo do que
eu dei. Isso
aconteceu com outra pessoa a quem não dei muita
atenção para... Uhouse,
Bill Uhouse. Ele veio aqui a alguns anos e me contou
tudo isso. Houve
um cara que eu não acreditei até mais tarde, quando
isso... qual é o
nome dele? O cara S-4?...
KC: Você está falando sobre Dan?
JL: Dan!... até que sentei aqui e vi duas ou três
horas
de fitas e pensei, sabem, aquele cara esteve lá.
Ninguém pode imaginar
essas coisas.
KC: Não.
Dan Burisch
JL: A história de Dan Burisch é simples mas é
complexa.
Ele esteve lá. Ele fez um trabalho lá. Ouvi George
Knapp no outro
dia. Eu li o material dele em ATS e ele é tão negativo
quanto a Dan
Burisch. É lamentável.
KC: Você viu a minha entrevista com Dan? Eu fiz uma
entrevista com ele. Foi publicada recentemente. Você
devia dar uma
olhada nela. São realmente quase duas horas e meia de
depoimento
intenso.
JL: ....descreve a Área 51 e S-4. Não há nenhuma
dúvida
de que ele esteve lá. Mas há algo que está acontecendo
com Dan, algo
que estão fazendo a ele e tudo se encaixa no projeto
Serpo.
KC: Você acha?
JL: Eu acho que é um grande programa de
desinformação de
longo alcance. Mas o destaque é que Burisch esteve lá,
ele trabalhou lá
e realmente é interessante. Tem gente muito ruim,
sabem, quando olham
para estas histórias, está certo ou está errado.
KC: Certo.
JL: Você não pode saber se hão algumas partes que
estão
corretas e algumas partes que podem ser desinformação.
KC: Exatamente...
JL: Eles querem isso na esquerda, direita, ruim,
bom. É
muito ruim. Mas George Knapp, eu o conheço há anos.
Ele tem algumas
boas idéias, ele faz um trabalho tremendo, mas ele
sempre parece estar
a cerca de três anos atrás de mim. Leva algum tempo
para entender, para
chegar a este material.
Como John entrou na Pesquisa de OVNI
KC: Bom, como você começou a investigação? Porque você
era
um piloto. Você tinha muitas outras coisas acontecendo,
mas qual
foi o gatilho que realmente o levou a aprofundar-se
neste material?
JL: Eu disse isso na internet eu disse o que aconteceu.
Eu
estava do outro lado da cidade com meu amigo chamado Al
Newall. Nós
erámos companheiros de tiro ao alvo. Nos conhecemos
nesses dias... IPSIC
foi um grande congresso internacional de tiro prático e
passamos muito
tempo juntos. Eu estava na casa dele e lá estava um
livro sobre a
mesa chamado Missing Time (Tempo Perdido) de
Budd Hopkins.
Peguei essa coisa e disse: "Isso é bem interessante".
Veja, eu
sempre estive interessado em discos voadores, mas não
muito. Acontece
que meu pai já estava lá. Quero dizer, minha mãe tinha
uma atração por Hoyt
Vandenberg, um dos MJ-12. Ele estava na casa. Assim como
Jimmy
Doolittle. Papai estava no conselho de administração da
Clínica de
Lovelace. Randy Lovelace foi um cirurgião em Wright
Patterson, quando a
coisa Roswell aconteceu. Eles o mandaram para
Albuquerque para formar o
Instituto Lovelace. O Instituto Lovelace foi onde eles
fizeram a
autópsia dos corpos. Quer dizer, todo o grupo foi,
sabem, meu pai,
Jimmy Doolittle, Hoyt Vandenberg, todos aqueles caras
estavam juntos.
KC: Ah, meu deus... O seu pai ainda está vivo?
JL: Não, ele morreu em 1978.
KC: Ah...
JL: Ele costumava falar sobre isso o tempo todo, mas
não com demasiado detalhe. Ele foi a Bogotá em 1953 e
fez uma declaração de
que ele pensava que os OVNIs eram reais, fez isso e,
claro, o MJ-12 caiu
sobre Bill - "Você não pode dizer essas
coisas". "Bem, eu não
contei nada a mais do que outros disseram." "Sim, mas
Bill, você não
pode fazê-lo." Ora, aparentemente, ele estava no
assunto
antigravitacional. Há um vídeo circulando, 3 minutos,
na internet que
mostra o meu pai dando uma palestra, com a minha mãe
em pé atrás dele,
com imagens de discos voadores no quadro, no Instituto
Monson, a um grupo
de cientistas.
KC: Uau.
JL: Há mais nesse vídeo, ele mostra cientistas que
trabalham com balsa de madeira e tecido, coisas de
OVNIs, fazendo não
sei o quê, mas há um calendário e é óbvio que alguém
está tentando nos
dizer algo. No calendário, os dias estão marcados com
X. E é óbvio que
quem fez esse vídeo está nos dizendo alguma coisa
importante, que algo
importante estava sendo desenvolvido ou teve que ser
desenvolvidos.
Então...
KC: Então, você já viu este livro sobre esta mesa do
seu
amigo...
JL: Sim, Tempo Perdido. Então eu o peguei e
li e
isso me impressionou totalmente: Este material é real.
É real. Isso
está acontecendo neste exato momento. Então, penso que
isso é como em
85 ou algo assim. No mesmo período, nós tivemos uma
reunião de pilotos
do sudeste da Ásia aqui em Las Vegas e eu topei com um
dos Ravens.
Sabem quem foram os Ravens: caras sem identificação
que voaram no Laos.
Greg Wilson foi um Raven e eu falei com ele. "Ei, onde
você esteve?"
Ele disse: "Eu estava em Bentwaters." Perguntei: "Você
esteve lá em
1980?" Ele disse: "Eu estive lá. Eu não vi isso
aterrizando mas sei de
caras que viram." Eu disse:" Você quer dizer que isso
é real?" Ele
disse: "Sim, John, é real."
Então, nesse exato momento eu desabei, eu estava
baseado
em Nova York, trabalhando para esta compania de
aviação, e chamei Budd
Hopkins e disse: "Eu gostaria de falar com você."
"OK." Voltei de uma
viagem pela Europa que foi muito doida. Eu tinha a
minha mala grande e
meu saco de vôo e mais alguma coisa e em vez de ir
para o apartamento
em que morava e largar tudo lá, fui para a casa de
Budd. Então, toquei
a campainha e ele abre a porta e diz: "John Lear?"
"Sim". Ele disse: "O
que é isso tudo?" Ele tinha medo que eu fosse morar
com ele!
De qualquer forma, passei a noite com ele e ele me
fez uma
regressão. Ele disse: "Você não pode estar tão
interessado e não estar
envolvido." Ele não achou nada, mas mesmo assim, isso
começou minha
aventura com Budd Hopkins.
Tudo isso aconteceu ao mesmo tempo. Foi... Foram
anos
loucos.
KC: Então você conhece Bill Cooper. Você parece ter
conhecimento de todo mundo que esteve envolvido com isso
naquele período.
JL: É. Eu trabalhava na Paranet na época. Spicer Jim
dirigia a Paranet. Eu coloquei minha hipótese na
Paranet. Em seguida,
Bill Cooper ligou e disse: "Eu posso garantir, eu
esqueço o que ele
disse, 50 ou 100 por cento do que John Lear diz" e,
então, convidei
Bill Cooper. Ele veio, conversamos e ele me disse...
Naqueles tempos
Bill estava totalmente são e racional. Ele me disse
que ele era o cara
em Pearl Harbor, que montou a câmera e pôs os
documentos a salvo para
servirem de informações aos caras de alto nível da
Marinha responsáveis
por isso. Cinco anos depois, ele é um oficial da
inteligência fazendo
esse resumo! Ele não era! Ele era apenas um cara no
escritório montava
o projetor e ele tinha a chave do cofre. Ele
leu tudo isso.
Mas, depois, ele contraiu o que chamamos de "doença
OVNI." E a doença OVNI foi algo que pegamos... Estamos
tão em demanda como palestrantes e já
dissemos tudo o que sabemos, então, agora, nós temos
que dizer um pouco
mais para manter o interesse. Estar em demanda assim
é... é
viciante, por isso você inventa até um pouco mais e
isso é chamado de
doença OVNI e foi isso o que aconteceu com Bill. Ele
começou a inventar
coisas.
Bob Lazar e a Área 51
JL: Nesse período, Bob... Eu conheci Bob aqui no verão
de
1988.
KC: Bob Lazar?
JL: É. Bob se intendeu bem com Gene Huff. Gene Huff
me
chamou e disse: "Ei, eu posso conseguir uma cópia do
seu material sobre OVNI?" E eu disse: "Gene, estou
fora disso, minha esposa está ficando
louca com isso." Eu disse: "Parei com tudo." Então ele
disse: "Bem, no
caso de você precisar de uma avaliação na sua casa,
talvez possamos conseguir um acordo." Perguntei: "Você
é um avaliador?" Naquela época eu
precisava de uma avaliação para obter uma segunda
hipoteca, porque eu
estava totalmente sem dinheiro. Ele disse: "Sim."
Então eu disse: "Bem,
ouça, eu vou te dar todas as minhas coisas, se você
avaliar a minha
casa." A partir daquele dia ele sempre pensou mal de
mim, porque
ele não tinha idéia de quão grande este lugar era.
KC: (Ri)
JL: Ele afirma que obteve o melhor acordo. Mas
quando ele
veio aqui, o rapaz que segurava a fita métrica era Bob
Lazar.
KC: Ah, meu deus...
JL: Então, eu olho o currículo dele... enquanto eu
falava, ele me entregou-o. Foi quando eu vi, sabem, o
certificado do MIT
(Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e do Cal
Tech (Instituto de
Tecnologia da California). Mas todo esse material,
juntamente com o de
Bennewitz e algumas das fotos, foi roubado.
KC: Tiraram de sua casa?
JL: É. Tiraram daqui. Quero dizer, eles passaram...
quem
sabe quanto tempo eles gastaram neste escritório
cavando coisas dos
meus arquivos.
KC: Uau.
JL: Todos os tipos de coisa estavam faltando, o
mesmo
ocorreu na casa de Bob. Das pessoas que conhecíamos,
não foi chamada a Sprint, a companhia telefônica,
descobriu-se que a casa de Bob
tinha escutas. A casa dele tinha escutas.
KC: Você agora varre eletronicamente esta casa? Você
inspeciona a sua
casa atrás de escutas e coisas assim, ou você apenas não
se incomoda
mais?
JL: Não. Eu não me incomodo. Mas o cara local,
enviado
pela telefônica, costuma fazer um monte de mudanças
nos telefones para
as minhas filhas adolescentes. Então um dia ele veio,
por volta desta
hora que conversamos. Ele disse: "John, seu telefone
está grampeado."
Eu disse: "É, sem brincadeira." Ele disse: "Você sabe,
eu gostaria de
saber onde está grampeado." Eu disse, "Ok, esteja à
vontade." Então,
ele volta cerca de meia hora mais tarde e diz: "Não é
na Monroe ou
Hollywood ou Bonanza. É além daqui." Ele disse: "Eu
vou descobrir." Eu
disse: "Você sabe, você não precisa. Eu sei que está
grampeado. Não se
preocupe com isso." Ele disse: "Não, eu gostaria de
descobrir." Então,
ele volta no dia seguinte e diz: "John, o telefone
está grampeado no
mainframe." Ele disse: "Eu fui para o meu patrão e
disse-lhe sobre isso
e ele disse: "Se você quiser manter seu emprego,
mantenha a sua boca
fechada."
KC: Uau.
JL: Ele disse: "Então, eu vou manter minha boca
fechada,
mas estou lhe dizendo. Está grampeado no
mainframe e eles não têm
a permissão." Ele disse: "Eu procurei pela 'papelada'
para autorizar um
grampo assim e eles não têm isso."
De qualquer forma, me encontro com Bob. Conversamos.
Ele acha que eu e Gene estamos totalmente loucos. Ele
disse que trabalhou em Los Alamos. Disse que se
houvesse alguma
coisa sobre OVNIs, ele saberia. Ele disse: "Vocês são
loucos" e
sentou-se ali revirando os olhos de tudo o que
falávamos. Assim, ao
longo dos próximos meses nós começamos a dar-lhe
informações e uma das
coisas que lhe demos foi onde achamos que o alienígena
foi mantido em...
KC: S-4?
JL: ...em Los Alamos: YY-II. Acontece que...
Dissemos a
ele algumas outras coisas, eu esqueço o que era, mas
haviam três coisas
que lhe dissemos e ele confirmou todas as três coisas.
Ele não
confirmou que havia um alienígena na YY-II, mas ele
confirmou que era
uma parada de correio e que era absolutamente secreta,
quero dizer, um
dos grandes segredos. Assim, ele decidiu ver se
conseguia arrumar um
emprego na área 51. Então, ele chamou o Dr. Teller. Eu
penso que estive lá durante o telefonema. Posso não
ter estado, eu poderia ter
estado lá quando o Dr. Teller retornou a ligação, mas
eu me lembro Bob
dizendo: "Ah, Dr. Teller disse - Você quer trabalhar
aqui em Livermore,
ou você quer trabalhar em Las Vegas?" Bob disse:" Eu
quero trabalhar
na Área 51". Teller diz: "Deixe-me ver o que posso
fazer."
Isso foi em novembro de 88 e me lembro de Bob indo
as entrevistas na EG&G e ele nos disse exatamente
o que eles
perguntaram nas entrevistas. Foi muito, muito técnico
e ele disse que
se saiu muito bem em todas elas, porque ele realmente
sabia... Ele
estava muito orgulhoso de si mesmo. Ele disse que na
segunda
entrevista, a primeira pergunta foi: "Qual é o seu
relacionamento com
John Lear e o que você sabe sobre ele?" Bob disse,
falando comigo,
ele disse, "Eu disse a eles que conhecia John Lear, eu
ia à casa dele
e acho que ele mete o nariz onde não é chamado." Ele
disse: "O que eu
não lhes disse é que eu também gosto de enfiar o nariz
onde não sou
chamado."
Então a próxima coisa que eu sei, é que, digamos em
06 de
dezembro, poderia ter sido antes ou depois, não me
lembro... mas essa
mesa não estava aqui, haviam duas cadeiras ali, ele
entrou. Era noite.
Cerca de 7 ou 8 horas e ele sentou-se. Eu estava
preenchendo cheques e
ele disse: "John, eu vi um disco hoje." Levantei a
cabeça e disse: "O
quê?" Ele disse: "Eu vi um disco hoje." Eu disse,
"Deles ou nosso?"
Ele disse: "Deles". Eu perguntei: "Você foi à Área 51?
O que você está
fazendo aqui? Por que você não descobriu o que está
acontecendo e então
me conta sobre isso?" Ele disse: "Não, você recebeu
tanta zombaria
sobre isso que eu lhe digo o que eu vi. É tudo
verdade".
Então, passamos algumas horas aqui. Ele disse: "Vou
responder as suas perguntas. Eu não posso oferecer
informações." Ele me
fez perguntar. Depois fomos para fora, ficamos de pé
lá fora e olhamos
para as estrelas e eu disse: "Bem, se eu quizesse ir
para Zeta
Reticuli, eu vou [apontando em diferentes
direções]... que
caminho devo ir?" Ele disse: "Nesta direção." [apontando
para a
direita] e dizia como eles levantam voo e tinha uma
explicação do
porquê eles tinham que ir para a direita primeiro ou
qualquer coisa
assim.
Enfim, isso se prolongou por vários meses. Ele vinha
quando ele voltava e me dizia o que viu. Uma noite,
ele entrou e
sentou-se. Após a primeira noite nós não conversávamos
aqui mais.
Esqueci qual razão, mas não discutimos nada. Então,
ele está sentado ali
e olhando-me, nós saímos por aquela porta, passamos
pela beira da
piscina, pelo estábulo e enquanto caminhávamos
Marilee, que está sempre
desconfiada de todos, perguntou: "Onde vocês vão?" Eu
disse: "Nós vamos
lá para trás para conversarmos" e assim fomos lá para
trás e eu
perguntei: "O quê, o quê, o quê?"
Ele diz: "John, você nunca saberá o que é ver o seu
primeiro alienígena." Eu perguntei: "Você viu? Ele
está vivo?" Ele disse:
"Sim". Ele me contou as circunstâncias, que foi
conduzido por um
corredor, escoltado por guardas de cada lado. Eu tenho
um desenho aqui
de quando ele me disse isso. O que ele disse... ele
disse que havia uma
porta. Ele disse que tinha uma janela quadrada regular
de cerca de 30
por 30 centímetros com o fio atravessando e do lado de
dentro ele viu
as costas do cinza, de pé, de costas para ele, e
conversando com dois
cientistas que olhavam com desprezo para esse homem
com jaleco de
laboratório. A história segue...
KC: Ele era uma espécie de... a casa dele estava uma
bagunça, ele basicamente deixou o emprego no governo.
Quero dizer, ele
estava fugindo não é?
JL: ... Então, vira rotina, ele vai e volta para lá
e em
21 de março vou na casa dele e ele está projetando um
Doggy Death Ray
(Raio de Matar Cãezinhos). O Doggy Death Ray é para os
cães de
Marilee; eles estão entrando em nossas flores e ele
está projetando um
amplificador pequeno com um som estridente que os
manterá fora de lá. É
terça-feira dia 21. Eu lembro de estar assistindo a
TV. Foi o dia em
que dispararam um míssil de um barco que fez um loop.
Bob disse: "Eles
vão fazer teste de voo amanhã à noite. Você quer ir
ver?" Eu disse:
"Sim, mas onde podemos ir?" Ele disse: "Eu conheço uma
estrada atrás do
local de teste sem ficarmos em propriedades ilegais.
Você poderá
vê-lo." Eu disse: "Ótimo."
Assim, no dia seguinte, ele, Gene e a esposa, Jackie,
sim,
haviam quatro de nós, pegamos o meu trailer que está
aqui na frente. Iisso foi em 22 de março. Nos dirigimos
para Alamo e viramos no caminho
para Rachel, estávamos quase na colina e a transmissão
enguiçou. "É noite",
ele disse: "Bom, temos que estar lá ao por do sol porque
é quando eles
testam os voos." Então, Gene Huff pega carona de onde
estávamos parados
de volta a Ash Springs, compra umas latas de óleo de
transmissão, as
traz e põe na transmissão, então continuamos. Dessa
forma chegamos lá, um pouco depois
do anoitecer. Vamos para estrada de Groom Lake. Fomos
talvez até o
meio do caminho e chegamos nesta pequena área. Eu tirei
o telescópio
e o montei. Bob tinha a câmera de vídeo, ele a montou.
Começamos a
olhar. Então nós vimos isso. Eram cerca de 21 horas. Uma
luz surge e
começa a ir desta maneira e daquela maneira e etc e
estou tentando
fazer este telescópio, com uma lente de 20 centímetros,
centrar no
OVNI. E, claro, não tem jeito, essa coisa é muito grande
e muito
pesada. Bem, de qualquer maneira, em um momento o disco
parou e eu
consegui pegá-lo. Eu disse: "Eu consegui! Eu consegui!
Eu consegui!" O
disco estava cerca de uns 30, 35, 40, talvez 45 graus.
Era amarelo e
irradiava algo para fora dele. Eu disse: "Eu vejo ele!
Eu vejo ele!
Gene, rápido, dê uma olhada." Assim que afastei meu pé
preso no tripé
ele ficou fora de alinhamento de modo que Gene não o
viu. Ele estava
descendo atrás da montanha [gesticulando para
baixo]. Eu
vou te mostrar se tivermos tempo. Eu tenho a fita
rotulada de 22 de
março e filmamos tudo o que estava acontecendo.
Infelizmente, o vídeo
estava sobre o pára-choque, enquanto tudo isso estava
acontecendo, mas
filmamos de qualquer forma, a conversa sobre tê-lo
visto. Enfim, na
noite de quarta-feira... eles sempre testavam nas noites
de
quarta-feira e ao por do sol, porque eles descobriram
que era o tempo
com menos tráfego na estrada, assim as pessoas não
veriam
acidentalmente os discos voadores. Então a próxima noite
seria em 29 de
março e eu estava em uma viagem pela América Transair,
em Cleveland,
foi quando eu chamei Bob terça-feira e disse:
"Olha, estou em
Cleveland e eu não vou ser capaz..." Eu perguntei: "O
que vocês estão
fazendo?" Ele disse: "Estamos indo pescar." Eu disse:
"Ah, legal. Eu
gostaria de ir." Aquela foi a noite que ele levou George
Knapp e Jim
Taliani. Jim Taliani trabava no Tonopah Test Range. Foi
na semana
seguinte que ele foi demitido porque quando esta fita,
que George Knapp
filmou, veio à publico se podia ouvir a voz de Jim,
dizendo: "Ah,
legal! Ah, legal!" Eles o chamaram e disseram: "Você
está nisso".
Pode não ter sido na semana seguinte, mas foi rápido.
Então, a terceira quarta-feira foi em 06 de abril.
Foi
quando eu, Bob, Gene, a esposa de Bob e a irmã dela
alugamos um carro
porque o trailer estava com problemas e algo não
estava funcionando, assim, tivemos que realmente
alugar um carro. Dessa forma levamos o
contador Geiger e todo o material de vídeo no
porta-malas. Fomos até
lá, preparamos tudo, nos dirigimos ao local. Eu disse:
"Ora, nós não
precisamos ir mais longe. Vamos parar por aqui." "
Não, não. Vamos
chegar mais perto, mais perto." A irmã da esposa de
Bob estava
dirigindo. Foi aí que vimos... Sabem, eu disse uma vez
que eram
quatro carros, talvez fossem 2, mas seja lá quantos
foram, haviam
faróis a frente de nós e eu disse: "Nós temos que sair
daqui." Então, eu
disse... Eu esqueci o nome dela... vire com cuidado,
porque estamos na
areia e não queremos ser pegos.
Assim, viramos para dar o fora de lá e era óbvio que
não
iríamos chegar à estrada antes deles nos pegarem.
Então, nós paramos.
Bob diz: "Olha, eu não posso me dar ao luxo de ser
pego. Eu estou
levando a minha arma (ele tinha uma 9mm) e vou para o
deserto." Ele
disse:" Quando eles forem embora eu volto." Então,
paramos, ele foi
para o deserto, eu levo o telescópio e começo a
prepará-lo e eles
freiaram e pararam. Eles estão todos ao redor de nós
com metralhadoras
nas mãos e... na verdade, eu fui até o veículo e
coloquei as minhas
mãos nele e disse: "O que vocês estão fazendo aqui, o
que está
acontecendo?" Eles disseram que precisavam ver a minha
identidade. Eu disse: "Eu não entendo. Por que vocês
estão nos perseguindo através
do deserto?" Eles disseram: "Bom do que você está
fugindo?"
Assim as coisas se acalmaram. Nós mostramos as
nossas
carteiras de motorista. Eles disseram, sabem, eles
fizeram
algumas chamadas e disseram: "Olha, não podemos
expulsá-los daqui, mas essa é uma terra BOM
(perigosa), mas nós podemos torná-la muito
desconfortável se vocês ficarem por aqui. Então, façam
suas próprias
escolhas." Eles foram embora. Esperamos cerca de 15
minutos. O
porta-mala estava aberto, porque eu tinha pego o
telescópio, assim
estavamos despreparados. Nós não tínhamos idéia de que
tudo o que esses
caras fariam era se afastar por cerca de 90 metros da
estrada, darem a
volta, montarem todas as câmeras e equipamentos
parabólicos de gravação
deles e gravar tudo que se passava. Bob voltou do
deserto com a 9mm.
Ele diz: "Vocês sabem, foi uma coisa boa eles não
darem qualquer passo
em falso. Eu os teria explodido em pedacinhos." Nós
conversamos por
cerca de 15 minutos, embalamos tudo e, sabem, nós
saímos e fomos para a
estrada e lá está o xerife do condado de Lincoln, com
todas as sirenes,
luzes vermelhas e tudo mais. Eles nos tira dali,
sabem, mãos para
cima, mãos contra o carro, depois de cerca de 15-20
minutos, fiz o
comentário pelo qual Bob nunca vai me perdoar, quando
o xerife diz: "Eu
vou precisar ver as licenças," e eu disse: "A minha
está no
porta-malas". Claro que tudo estava no porta mala do
carro, incluindo a
arma, o contador Geiger, todos os equipamentos de
vídeo e tudo mais.
Nós nunca os deixamos abrir o porta-malas. Ele disse:
"Tudo o que eu
quero saber é por que existem 5 pessoas no carro agora
e no local de
teste, haviam apenas 4. Onde está a arma? Isso é tudo
que eu quero
saber."
Passamos uma boa hora sendo evasivos e no final da
hora, ele recebe um telefonema e diz: "OK." O nome
dele era Lafrene,
Xerife Lafrene. Ele disse: "Eu não sei porque me
disseram para fazer
isso, mas foi me dito para deixá-los ir. Ora, isso não
faz qualquer
sentido para mim, mas essas são as minhas ordens.
Quero que vocês
entrem naquele carro e não quero ver vocês nunca mais
por aqui
novamente." Assim saímos, fomos para a cidade. Agora
são 11 ou 12
horas. Discutimos o que estava acontecendo.
No dia seguinte, Bob recebe um telefonema do chefe
dele... Eu não consigo lembrar o nome dele. Ele diz:
"Bob, não vá para
o aeroporto. Vou buscá-lo." Eles levaram Bob para
Indian Springs, que é
o centro de todos os locais de área testes. Eles
literalmente o
tiraram do carro com uma arma em seu ouvido e
disseram: "Bob, ora, lhe
demos uma permissão para trabalhar aqui e contamos o
segredo. Isso não significava que
você deveria dizer a todos os seus amigos sobre os
discos voadores. Ora você quer trabalhar aqui ou não?"
Bob foi evasivo. Trouxeram os
guardas que nos interceptaram e tinham falado conosco
para provar
que estivemos lá e Bob foi evasivo. Alguns dias mais
tarde, ele
disse: "Eu não vou voltar a trabalhar lá."
Perguntamos: "Por quê?"
Ele disse: "Porque a última vez que fui naquele
737..." ele disse, "Não
lembro-me de subir a rampa de embarque...
KC: Ah, não...
JL: ... e lembro-me de descer a rampa de embarque,
mas
não consigo lembrar de nada que se passou depois disso
ou durante esse
tempo. Ele disse: "Eu não quero trabalhar nessas
condições. Eu
prefiro não trabalhar nessas condições".
KC: Uau.
JL: Ele disse: "Eu sei o que está acontecendo e é
ótimo,
mas eu não quero trabalhar nessas circunstâncias". Foi
por isso que ele
nunca mais voltou.
KC: OK. Isso é uma coisa fabulosa. Eu tenho uma
pergunta.
Conhecemos um cara que disse que no subsolo da Área 51,
que eles... Eu
não sei se o cara estava doidão ou o que... mas ele
disse que eles têm
montes de, algo como, cocaína e eles basicamente estão
drogando as
pessoas para levá-las a trabalharem lá. Eles os levam
para lá, eles
dam-lhes drogas, eles dam-lhes as mulheres... Sabe
alguma coisa sobre
isso?
JL: Não, mas tenho todos os motivos para acreditar
que
seja verdade. Quero dizer, as instalações subterrâneas
de lá são tão
grandes, elas são tão grandes, que se extendem
interminavelmente, elas
têm muitos níveis. Eu tenho um amigo meu na Goldmine.
A pessoa que
originalmente construiu essa mina, um dos caras está
na prisão em
Winnemaka e um dos caras que está lá é um guarda de
segurança e ele diz
a eles que a razão para um guarda de segurança da Área
51 estar lá é
porque ele começou a falar. Ele está em prisão
perpétua. Ele diz... o
que eles poderiam fazer a ele agora... isso é para
sempre.
Não há dúvida em minha mente. Você vê as coisas na
Área
51 e eles dizem: "Ah, eu conheço caras que trabalham
lá e eles disseram
que não há subsolo". Claro. Porque, sabem, hão,
talvez, 1.900 pessoas
que trabalham acima do solo. Não há nenhuma razão para
elas... Quando
você trabalha na Área 51 eles não dão a você uma
entrevista e dizem:
"Ora, não contem a ninguém sobre os alienígenas que
temos aqui". Caras
que trabalham nas aeronaves, mecânica, eles não têm
nenhuma razão para
conhecer esse material. Não é assim que a segurança
funciona.
KC: É de seu entendimento que usaram controle da mente
em
Bennewitz?
JL: [Acena com a cabeça sim] Bennewitz tinha
algumas informações muito boas, a informação real. Ele
foi o único que
descobriu Dulce. Ele era o único que sabia sobre a
nave secreta, os
Cinzas, Archuleta Mesa. Ele era o único que sabia
sobre as coisas, área
de armazenamento de armas Manzano. Doty, junto
com Bill Moore,
foi enviado para desinformá-lo, para fazê-lo parecer
um idiota.
KC: Você conhecia Bill Moore, certo? Está correto?
Porque
Bill Moore desapareceu. Ele não está mais em público
agora. Eu acho que
ele foi muito manipulado. Mas ele sabe muito. Você não
acha?
JL: Provavelmente.
Projeto Serpo
KC: Quanto a Serpo? Eu entendo que na ATS você,
basicamente, disse que Serpo é desinformação em geral;
mas que sim, nós
obviamente enviamos astronautas...
JL: Nós enviamos uma equipe. Enviamos uma equipe.
Eles
foram para Zeta Reticuli. Haviam três deles. Isso
poderia ser
desinformação... quem sabe? Talvez houvesse cinco
deles.
KC: Certo.
JL: Mas o problema com Serpo, como estamos vendo
agora, e
com Burisch é que haviam homens e mulheres e isso não
está certo.
KC: O que queres dizer com homens e mulheres?
JL: De Zeta Reticuli.
KC: Você quer dizer, os alienígenas eram do sexo
masculino e feminino?
JL: ... eram do sexo masculino e feminino.
KC: Você está dizendo que não eram?
JL: Não. Eles são organismos cibernéticos. Eles, os
caras
que fizeram esses caras, que eles chamam de J-Rods e
Cinzas, o que quer
que seja, esses caras são apenas organismos
cibernéticos. Eles vêm
aqui. O trabalho deles é ver se esta fazenda... Eu
costumava chamá-lo
de um experimento, não é um experimento... é uma
fazenda, uma fazenda
de alma... Se as coisas estão indo bem. Eu costumava
pensar que isso
era mau. Não é. Nós apenas estamos em desenvolvimento
e esses caras, os
Cinzas, estão aqui apenas monitorando, vendo se tudo
está certo. Eles
pegam as crianças quando estão nos 3-4 anos, eles as
capturam quando
elas estão nos 7-8 e depois quando chegam aos 13 para
ter certeza que
tudo está OK. Esse é todo o trabalho deles.
KC: A manipulação genética, em outras palavras, a
modernização da espécie.
JL: Agora somos assassinos e ladrões arrogantes,
sabem, e
aprendemos a fazer melhor do que isso. Quando fizermos
melhor do que isso,
seremos capazes de ir e brincar com todo mundo no
universo, que é um
lugar imenso e maravilhoso.
KC: Então, de onde você tira a sua certeza?
JL: Minha o quê?
KC: Sua certeza sobre o que você sabe? Você sabe o que
eu
quero dizer? Será que é porque você já falou com tanta
gente que
trabalhou nos projetos secretos?
JL: Sim.
KC: Mas você, pessoalmente, já teve com
ETs qualquer interação que você saiba?
JL: Provavelmente, mas eu não tenho a mínima
memória. A
única coisa, sabem, que já aconteceu foi quando eu
tinha 9 ou 10 anos
de idade. Eu costumava ir até... nas manhãs de
sábado... ao Studio de
Dança de Brownie Brown, onde aprendi dança acrobática,
balé e
sapateado. Parei aos 12 anos. Eu ia a pé pela Ocean
Park Boulevard,
tomava o ônibus e voltava para minha casa na 222 14th
Street. Levava
cerca de 30 minutos. Então, um dia eu entrei no
ônibus, depois de sair
da escola de dança, e eu chegei até onde eu desço, 30
minutos, para ir
para minha casa. Eu me lembro de sair, descer os
degraus do ônibus e
olhar para o motorista e eu fiquei tão chocado. Eu
disse ... eu não
podia dizer nada por um minuto, então eu disse: "Eu
não acabei de pegar
esse ônibus para casa?" Ele olhou para mim... isso foi
o mais
estranho... a coisa... Isso se foi... o tempo. Quem
sabe onde estive?
KC: Quanto tempo levou isso?
JL: Ah, provavelmente, bom, quem sabe? Não me lembro
de
estar consciente por uma, duas horas. Poderia ter sido
uma hora ou mais.
KC: Você acha que os Cinzas são maus?
JL: Não.
KC: OK. Você está sabendo que estamos basicamente
construindo um escudo em torno do planeta para
ricochetear, sabes,
basicamente, se tivermos uma guerra com os alienígenas e
esse tipo de
coisa?
JL: É hilário. Quer dizer, o nosso governo é tão
arrogante, sabem. Eles sabem tão pouco. Aqui estão
eles, eles estão
construindo... eles pensam que construirão um escudo
contra os Cinzas ou
seja lá quem for. Pode haver algum tipo de guerra em
curso, mas o tema
básico, basicamente, o que se trata na Terra, é do
desenvolvimento da
alma. Hão bilhões de nós no universo. Bilhões
como a Terra em
vários estágios de desenvolvimento. Alguns deles não
são tão avançados
como nós e alguns estão mais avançados. Mas é tudo
sobre a alma, a
nossa natureza, não ser tais ladrões e assassinos
arrogantes.
Evolução, temos que desenvolver-nos.
The Sun
O sol não é uma série de explosões termonucleares. O
sol
é uma esfera eletromagnética e o que faz, ela reage
com o
eletromagnetismo de certos planetas, todos os planetas
do sistema
solar, o que permite que eles tenham atmosferas e
ambientes como a
Terra. Mercúrio não é quente o suficiente para
derreter chumbo, é
apenas parecido com a Terra. Netuno não é um gigante
gasoso grande, é
apenas como a terra. A única grande gasosa
gigante do nosso sistema
solar é a NASA.
Eu só estou falando agora sobre o que estão tentando
alimentar-nos, nesse momento, sobre o Projeto Serpo e
a razão é que eu
acredito que não há mais como o governo possa esconder
os Cinzas. Eles
têm que inventar uma história. Mas já que eles não
sabem quem são ou o
que eles estão fazendo, o governo apenas diz: "Sim,
eles são de Zeta
Reticuli. Sim, estivemos lá. Sim, é uma coisa sem
importância. Nós jogamos
futebol com eles. Sim. Não há nada de mais..."
KC: Só que eles estavam fazendo engenharia genética e
eles
pegaram partes de um astronauta, as partes do corpo, e
clonaram ele.
Isso também faz parte da história Serpo.
JL: Eu não fazia idéia disso.
KC: Sim, muita gente não vê isso.
JL: Qual astronauta?
KC: Um dos astronautas que morreram. Em Serpo...
JL: Ah, ah, sim, OK.
KC: ...e descobriu-se que, basicamente, foi clonado.
Assim, supostamente, eles quase começaram uma guerra por
achar que não
podiam fazer o enterro do colega astronauta. É uma
grande história, mas
quem sabe se isso é verdade.
JL: É uma grande história. Posso estar errado, mas
eu
acredito que é desinformação
KC: Mas nós estivemos em Zeta Reticuli. A raiz da
história é
real, tanto quanto lhe diz respeito, por causa do que
lhe diz seu
contato?
JL: Sim.
KC: Porque existem algumas pessoas muito decentes...
JL: Eu já vi... o dia é 90 horas mais longo do que
na
Terra. Eu não vi essas informações aparecem. É o
quarto planeta a
partir de Zeta Reticuli 2. Então se você está em
Retículi 4 você pode
ver ambos os sóis, Zeta 1 e Zeta 2.
KC: Uau. Sim, porque, aparentemente, há fotos de
algumas
coisas desse tipo.
JL: Ótimo.
KC: Ora você está dizendo que você não acredita que há
fotos?
JL: Não pode haver, poderia haver. Não sei?
Bobby Ray Inman, Bob Oeschler,
MJ-12
KC: Bom, você parece saber muito! Então, nós estamos
apenas
tentando chegar à raiz do que você sabe. Que tal Bobbie
Ray Inman? Você
sabe qual é o envolvimento dele?
JL:. ... Ele se envolveu com o MJ-12 ... Lembra-se
quem
Bob Oeschler foi? Bob Oeschler era realmente um cara
legal. Ele entrou
nisso comigo. Quero dizer que ele estava de pé ali
naquela porta [apontando
para outro lado da sala] e viu uma espécie de feixe
saindo deste
lugar para aqui. Nós sabemos que, ou eu acredito, esta
montanha inteira
é varrida por, sabem...
KC: Essa é uma senhora montanha que você tem atrás de
você...
JL: Sim.
KC: É incrível.
JL: Nós acreditamos que há todos estes tipos de
bases ou o
que vocês quiserem chamá-las dentro desta coisa.
Oeschler viu isso.
Oeschler era o cara e se vocês ainda não leram
essa história ou
ouviram-na, vocês têm que lê-la. Ele foi para o leste,
um dia, e eu fui
com ele; viajei de carro por horas com ele quando eu
pilotava aviões de
carga. Eu descia do meu avião às 10 horas da noite e
nós viajávamos de
carro até às 6 da manhã. Fizemos todos os tipos de
coisas loucas. Mas
Bob um dia entrou na EG & G e disse: "Como faço
para entrar no
programa de discos voadores?" Ou algo assim.
KC: Mas o que Bobby Ray Inman tem a ver com tudo isso?
JL: OK. Então, Bob Oeschler encontra Bobby Ray Inman
em
algum serviço de atendimento ao público, e vai até ele
e diz: "Como
faço para entrar em contato com o MJ-12?" Inman olhou
para ele e
disse: "Deixe-me ver se posso ajudá-lo ." Assim se
iniciou a
interação entre Bob Oeschler e Bobby Ray Inman.
KC: Por que Bobby Ray Inman foi tão prestativo?
JL: Para Oeschler?
KC: Sim. Ele é uma espécie de fã da divulgação, você
diria isso?
JL: É. Sempre houve a parte do MJ-12 que queria
divulgação
e eles sempre chegam até o limite de: "Vamos dizer ao
público", então
eles sempre recuam e não sei porque eles sempre
recuam.
KC: Isso foi realmente fabuloso. Queremos agradecer a
você.
JL: Você fez as perguntas certas. Eu estava apenas
esperando para ver qual a direção que você iria tomar.
Eu só estou
contando a história do que aconteceu. Isso não
significa que eu estou certo,
sabem. Isso significa apenas o que aconteceu.
JL: Energia do ponto zero? Eu nunca ouvi tamanha
besteira
em toda a minha vida. Quer dizer, isso é justo, se
vocês me desculpam a
expressão, uma porcaria. Quero dizer que não vai
acontecer. Isso não
aconteceu. Isso não vai acontecer.
KC: Você está familiarizado com Hal Puthoff?
JL: Claro. Um fantástico trabalho na Universidade de
Stanford e da Universidade de...
KC: Bom, ele está envolvido com alguma coisa a ver com
a
energia do ponto zero...
JL: Claro que sim, sim, e ele continua a divulgar
todas
estas coisas de energia do ponto zero e...
KC: ... e você simplesmente não acredita nisso.
JL: Não. É um embuste.
KC: Você acha? Você acha que é um embuste porque
cientificamente você acha que é uma fraude, ou porque as
pessoas lhe
disseram, seus contatos estão dizendo, que é uma fraude?
JL: Não. Eu apenas penso assim e assumo a culpa se
não for.
KC: E 2012? Você acha que isso é uma fraude?
JL:
Sim. Estamos constantemente em guerras. Constantemente
acreditando que
o mundo vai se acabar. É para nos manter irritados,
preocupados e assim
por diante. Todos nós só queremos ir para casa, só
queremos ganhar a
vida e ir para casa e estar com nossa família e
filhos. Isso é tudo que
queremos fazer. Mas, constantemente, estamos indo
atrás dos muçulmanos,
sabem, e constantemente nos dizem: "aquilo é uma
ameaça e isso é uma ameaça".
Se não se é unido e algo assim, então é muito, é
simplesmente muito
ruim. Essas são... sabem; ei, é tudo besteira.
JL: [Mostrando um objeto redondo e brilhante: um
modelo de engenharia
reversa de um OVNI da Área 51] Joe Vananetti fez isso
e é exatamente
como era. Aqui está o 115.
Bob teve três destes e eles
vieram de Los
Alamos. O governo roubou dois deles e um deles está em
um lugar
secreto em Las Vegas. Eu pensei que eu e... há apenas
três caras no
mundo que sabiam onde estava e ao ler coisas sobre
George e ATS, ele
afirma saber onde estavam, mas eu não sei se ele sabe
ou não. Mas esse
é o modelo de meia escala e eu tenho o desenho que Bob
fez para mim, em
fevereiro de 90, de como ele funcionava. O 115 era
bombardeado com
prótons e o calor de um gerador termiónico fornecia a
tensão positiva
para dirigir a nave e, em seguida, a onda de gravidade
'A' era puxada de forma que eles pudessem usá-la para
viajar por todo o
universo...