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John Lear Conta Tudo:

transcrição - Parte 1

Esta página é uma reformatação da versão original publicada no Projeto Camelot.


Las Vegas, Nevada, abril de 2008

(continua nas Parte 2, Parte 3 e Parte 4)


John Lear (JL): Com certeza será, provavelmente, o que eles vão fazer.

... Eles vão exibir um holograma e dizer: "Ah, nós estamos sendo atacados, sabem, por alienígenas, nós fizemos um acordo com o embaixador". E ele disse que eles acham que a Terra é uma ameaça e que - mas se todos pegarem todas, quaisquer das armas que se tem e entregá-las, assim, eles nos darão uma segunda chance...

...

Eu os levria e congelaria numa posição de 32 quilômetros, a 2.130 metros do solo, numa velocidade de 250 m/s, os colocaria na cadeira, por exemplo, sabem, e depois dou a eles dois minutos para olharem para os horizontes, mostrando-lhes onde o World Trade Center está e digo: "Eu estou prestes a liberá-lo e quando o fizer, você terá um minuto e 50 segundos para acertar no centro". É, é impossível. No auge da minha carreira, tão conhecedor quanto sou em todo o tipo de avião, não há nenhuma forma que eu pudesse fazer isso, quero dizer, é muito complexo.

...

É a mesma coisa com 2012. Será apenas um ano como outro qualquer. Vamos ter, continuaremos a ter estas guerras. Provavelmente vamos ter uma guerra nuclear, mas as coisas estão apenas, sabem, irão muito bem.

Kerry Cassidy: Eu ainda tenho um palpite de que você poderia fazer parte do MJ-12, em algum momento...

JL: Foi em 06 de dezembro de 1988. Bob chega, senta, e [pausa] ele diz: "Eu vi um disco hoje", e eu estou preenchendo cheques, sabem, não estou prestando atenção e eu digo: "O QUE". Ele diz: "Eu vi um disco hoje", e eu: "Um disco deles ou nosso?" Ele diz: "Deles". Eu disse: "Você foi a Groom Lake?" Ele disse: "Sim". Eu disse: "O que você está fazendo AQUI?" Eu disse: "Obviamente, eles vão seguir você. Por que você apenas, sabem, não trabalha lá por um tempo e depois vem nos contar o que aconteceu?" Ele diz: "Porque vi você ser tão ridicularizado sobre isso nos últimos seis meses. Eu estou dizendo lhe que é real, eu o vi, eu o toquei."

...

Estou olhando para ele, dizendo: "O quê, o quê, o quê?" Ele disse: "John, você nunca vai saber o que é ver o seu primeiro alienígena". Eu disse: "Você viu um, você viu um?" "Sim". Eu disse: "Ele não poderia ter sido um boneco? Não poderia ser um..." " Não! Era real".
E, sabem, agora, se se lhe fizesse essa pergunta, ele diria: "Bom, eu não sei, podia ter sido um  boneco. Eles estavam fazendo todas essas coisas esquisitas." Mas naquela noite, isso foi exatamente o que ele disse.

...

Vocês sabem como a segurança atua nisso, é... quando eles te dão um nível de confiabilidade e quando você faz parte de grandes segredos como esse, eles te dizem: "Olha, John, demos-lhe este nível de confiança e, é claro, esperamos que você mantenha o segredo. Mas, sabemos que de vez em quando, você pode mencionar algo acidentalmente em uma festa. Você pode ter tomado bebidas demasiadas - e você acha que seria interessante falar sobre isso - e nós só queremos que você saiba que, sabes, nós realmente não nos importamos. Nós não vamos machucá-lo. Mas, vamos matar sua esposa, seus filhos, sua mãe, seu pai, o seu periquito, o seu cão ..."


Início da entrevista

Kerry Cassidy: Oi, eu sou Kerry Cassidy, este é o Projeto Camelot e estamos muito felizes por poder voltar a ver John Lear e fazer uma retomada e uma nova entrevista, para começar... basicamente, ele vai contar tudo. É isso mesmo, John?

John Lear: É.

KC: Você está, certamente, pronto para nos cativar e deslumbrar com novas informações.

JL: Eu vou dizer o que sei até este momento.

KC: Ok.

JL: Eu não estou dizendo que é absolutamente concreto - o que realmente está acontecendo - mas é o que eu acho que está acontecendo.

KC: Ótimo.

JL: Mas, eu gostaria primeiramente de dizer... Eu não posso acreditar que já se passaram dois anos que fizemos uma gravação - parece que foi apenas a cerca de seis meses. Mas antes de tudo, vamos falar sobre o que aconteceu na ATS. O que vocês sabem sobre isso?

KC: Ok, eu sei que você, você foi banido. Isso foi o que aconteceu e nós realmente não sabemos porquê. O que sabemos sobre isso é que, ou o que pensamos que sabemos é que é uma fachada e é dirigido pela CIA, por isso, se você foi banido, pode ser que você estava chegando muito perto da verdade.

JL: Isso é o que penso, e quando me juntei pela primeira vez a ATS, talvez a três anos atrás, eu pensei: "Sabem o quê, este é apenas um ponto de coleta do que as pessoas pensam que está acontecendo. Tal que ELES SAIBAM o que o público em geral acha que está acontecendo e eles têm muitos céticos que, sabem, são pagos para ir lá e se alguém fala alguma coisa", então, eles dizem: "Ah, não, não é isso o que realmente está acontecendo." Sabem...

KC: Certo...

JL: ... tal que, geralmente, eles apenas influenciam o pensamento público. Mas, então, eu comecei a colocar algumas, sabem, coisas interessantes lá e eles não disseram nada, então, pensei: "Bom talvez esteja OK".

KC: [Ri]

JL: Então, a cerca de quatro meses atrás, eu comecei a por algumas coisas realmente secretas lá, que vou te dizer mais tarde, e que tem a ver com os submarinos da Marinha. Tem a ver com o que os ônibus espaciais fazem e, então, em seguida, sabem, fui retirado. A razão exata do por quê me tiraram foram Jeff Ritzmann e David Biedne, que foram os dois principais céticos de Meier. Ora, a história de Meier é verdadeira. Não há dúvida sobre isso.

KC: Ah, é; com certeza.

JL: Ele tirou fotos, foi nos passeios. Eu não me importo se se diz que, sabem, "Haviam imagens de dinossauros", ou "A senhora saiu da revista Sears." Isso é tudo contaminação. O fato é que era verdade. Assim, eu realmente não tenho tempo para apoiar a coisa Meier, além de, no forum, eu viria  de vez em quando e dizia: "Vejam, vocês sabem, estou ocupado com outras coisas. Se eu tivesse tempo, eu lhes diria exatamente como a coisa Meier aconteceu e por que acredito nisso, mas tudo que quero lhes dizer é: o caso Meier é verdadeiro e John Lear acredita que é verdade e é isso que é importante".

E vou te dizer, eu era contestado MUITO duramente na ATS... páginas e páginas de pessoas a me criticarem, particularmente, Jeff Ritzmann e David Biedne. Então, um dia, eu peguei uma lista de tudo, todos os insultos que me fizeram, e haviam dezesseis deles. Eu os  coloquei, sabem, no final; eu disse: "Vocês sabem o que é engraçado em qualquer outro forum, as pessoas seriam repreendidas por insultar outra pessoa. Mas, aparentemente, na lista de discussão de Billy Meier não há problemas em insultar John Lear." E eu coloquei os dezesseis insultos.

Bom, isso foi num domingo à noite. Na segunda de manhã eu acordei, fiz o logon e lá está Skeptic Overlord ...qual é o nome dele, Bill ...
 

Bill Ryan: Bill Irvine?

JL: Bill Irvine.


BR: Mark Allen é o outro.

JL: Diz, sabem, nós o pós-banimos daqui até que você possa provar que o que você disse que Ritzmann e Biedne postaram era verdade. Nós temos os melhores moderadores e eles não conseguem encontrar uma única citação que seja verdade. Então, tudo o que precisamos é de sua ajuda. Eu estou pensando: "Caramba, eu apenas, sabem, peguei tudo isso, copiei tudo ontem". Então, eu comecei a me preocupar, porque nunca sequer ocorreu-me de voltar e verificar se isso ainda estava lá.

KC: Uau.

JL: Eu só assumi, se Bill Irvine disse que não estava lá e os moderadores disseram que não estava lá, então isso não estava lá. Assim, o que eu pensei foi que um dos moderadores era responsável por isso e o tinha retirado. A única esperança que tinha de recuperá-lo, era ir aos arquivos.

Isso foi a cerca de oito da manhã e, durante todo o dia, aqui está Bill Irvine voltando, a cada duas horas, "John, sabes, não podemos encontrar nada disso. Precisamos da sua ajuda." Sabem, com algumas pequenas adaptações menores nisso.

Então, estou à espera de Ron Schmidt sair do trabalho às seis, para que ele possa me mostrar como ir aos arquivos. Então, finalmente, um pouco antes de ir até Ron Schmidt naquela segunda-feira, por volta das cinco horas, eu disse: "Quer saber, só vou dar uma olhada e ter CERTEZA de que isso não está lá" e eu achei todas as citações, elas ainda estavam lá. Então, laboriosamente, gastei meu tempo copiando cada uma, e pondo-as num texto dizendo exatamente onde estava, as enviando para Bill Irvine, e ele me envia um e-mail de volta dizendo: "Jeff admitiu isso, está correto."

KC: Então, em outras palavras, os moderadores estavam mais ou menos  em conluio com esse cara, Jeff...

JL: Não, não... verificou-se que nenhum deles era conivente.


KC: Eles não sabiam?

JL: Acontece que tudo ainda estava lá. Mas Irvine disse que todos os rapazes dele não conseguiam encontrar as citações.

KC: Mas, mas isso é o que estou dizendo. Se eles não conseguiram encontrar as citações, então, de repente, encontram-nas, assim, de certa forma, parece que eles estão de acordo com Jeff.

JL: Poderia ser. De qualquer forma, Bill disse: "Se todos concordarmos em manter isto entre nós." Eu respondi: "Não, eu não concordo em manter isso entre nós. Eu quero que todos saibam EXATAMENTE o que aconteceu aqui. Vocês sabem, você diz que isto é Above Top Secret e nós estamos tentando obter toda esta informação. Por que deveria essa pequena rixa, na qual você me causou um dia inteiro de dor, e realmente..."

Eu disse a Bill, eu disse: "Eu estive postando aqui por dois anos. Eu gasto de 8 a 16 horas respondendo perguntas na ATS. E você me acusa de falsificação de informações? Quero dizer que isso é INSANO". Então, eu não concordaria em calar a boca e eles, eles não me deixaram voltar ao forum, assim...

KC: Então parece que eles estão brincando.

JL: Sim. Então eles tinham muita gente perguntando por John Lear e, finalmente, no domingo, o domingo seguinte, eles me deixaram participar do forum apenas o tempo suficiente para que pudesse entrar e dar minha opinião e depois eu fui banido para sempre.

Foi óbvio que ATS era um centro de coleta de informação. Eles queriam a informação que o público tinha, para ver se eles poderiam influenciar isso. Eles não estavam interessados ​​em ter coisas boas espalhadas por aí...


KC: Certo.

JL: ... que o público possa falar. Estou te dizendo, eu estava falando algumas coisas boas e eu estava me dando bem com isso! Foi, realmente...

KC: Bom, vamos começar as coisa boa por aqui hoje.

JL: ... foi realmente surpreendente.

KC: E nós vamos chegar a isso.

JL: Eles estavam me deixando ir longe com este material. Ah, porque, sabem, eu sei o que está acontecendo. Então isso rapidamente chegou a um impasse. Então, agora nós temos conversado com várias pessoas no ATS e eles disseram que "ninguém consegue colocar mais coisas boas, sabem, tem que ser confirmadas cem por cento ou eles são banidos e o artigo é excluído".

Eu acho que o golpe culminante foi quando chegaram em Jim Oberg. E Jim Oberg foi o homem de frente da NASA, sabem, há trinta anos. Ele sabe tudo de tudo e quando chegamos num debate sobre o ponto neutro - que vou discutir mais tarde - que prova com certeza que há 64% de gravidade na Lua. Eu tenho Jim Oberg e vou ler para vocês exatamente o que ele contou. Sabem, ele foi preso. Não havia mais nada para ele dizer. Ele foi calado e foi aí que as coisas começaram a ir ladeira abaixo, vou ler para vocês exatamente o que Jim Oberg disse.

KC: Então John, qual será a sua abordagem neste momento, já que você foi banido? Porque, de certa forma, esse era o tipo de lugar onde você podia se conectar com o público. Você vai se juntar a outro...

JL: Eu publico em quatro fóruns pequenos e qualquer um que me chame e peça, eu dou-lhes estes fóruns. Isso não é grande coisa, há como que 300 num e 80 em outro. Minha informação não está chegando a muita gente, alcança os poucos que estão interessados no que está acontecendo. Isso, realmente, não é uma ameaça para o governo. Acho que não.

KC: [Ri] Ok, bom, há muitas pessoas que visitam muitos fóruns que não fazem o login. Então, por isso é uma boa notícia saber que você realmente ainda está em ação e ainda publica.

JL: É, as coisas de que vamos falar hoje é o material que está nestes fóruns. Um deles é Open Minds, o outro é American Conspiracy, o outro é Fantastic Fórum e eu acho que há um outro. Também tenho um site com Ron Schmidt que é chamado de thelivingmoon.com, tento manter todas as coisas que nós encontramos lá.

KC: Ok.

BR: Thelivingmoon.com é um excelente site. Eu quero que isso fique registrado. Não há tantos sites que nós, do Projeto Camelot, estaríamos dispostos a recomendar, mas esse é um bom site.

JL: Ok, deixe-me...


BR: Um muito, muito bom.

JL: ... dizer-lhes como se originou thelivingmoon.com. Quando eu publiquei as imagens ENORMES originais de megabytes da Lua no ATS, em outras palavras, as enviei por DVD para... qual era o nome?

BR: Bill? Mark?

JL: Não, o outro, Mark, e ele as publicou. Na primeira semana as pessoas estavam dizendo: "Bom, eu não vejo nada, sabes, John, e não vejo o que você vê lá e etcetera." Então, este cara chamado Zorgon começou a ver o material. Assim eu lhe explicaria e eu não o induzi a coisa alguma, sabem. Eu não disse: "Bem aqui está isso" - porque não se pode fazer isso. Se tem que deixá-los encontrar. Zorgon começou a encontrar as coisas. ENTÂO, ele começou a encontrar mais do que eu achei e disse: "Sabes, nós temos que nos encontrar" e penso: "Puta merda, esse cara vive em Nova Jersey, sabem, e vou ter que voltar lá". Acontece que, sabem, ele vive a alguns quilômetros daqui!

KC: Ah, meu Deus, isso é ótimo...

JL: [Rindo] Então, ele vem até aqui, sabem, nós começamos a trocar informações. Ele já tinha um site sobre coisas medievais, por isso apenas criamos www.thelivingmoon.com como uma parte disso. As informações começaram a chegar de todos os tipos de fontes.

KC: Sim, sim.

JL: As fontes, eu não tenho idéia de como obtiveram essas coisas.


BR: Sim, sim.

JL: Mas um monte de coisas sobre os navios russos secretos e isso simplesmente continua a aparecer...

BR: É um bom site. É um bom site.

JL: Apenas 10% do material é publicado lá porque não temos tempo, sabem, gostaríamos de ter uma secretária, mas ambos estamos quebrados, sabem; então, não temos, não podemos colocar TUDO lá. Então nós colocamos as coisas mais interessantes e Ron trabalha no centro de convenções. Ele é o cara que constrói e destrói as coisas. Mas ele vem...

KC: Bom, isso é fabuloso!

JL: ... ele vem em casa e de vez em quando ficamos juntos, sabem, como uma vez por semana, e falamos sobre o que vamos focar, mas isso é, isso é tudo.

BR: Deixem-me compartilhar este e-mail com você, John. Esse é de alguém chamado Gary Dix, que costumava trabalhar em estreita colaboração com Simon, Mark e Bill. Nos primeiros dias de ATS e, após um grande desentendimento, ele se demitiu. Ele está baseado na Nova Zelândia. Ele me enviou um e-mail longo.

JL: E a data?

BR: Alguns anos atrás.

JL: Sim.

BR: Eu acabei de ler um dos parágrafos pertinente: "Quando eles se tornam mais negativos sobre um tópico, eles começam a conduzir as discussões usando fantoches, nomes de membros falsos, como eles não querem ser vistos como orientando as direções dos tópicos como moderadores e administradores. Este é o ESTILO de moderadores e administradores no futuro - usar contas falsas para lhes permitir publicarem livremente as ideias deles".

Registramos isso de um cara que participava disso, OK? Ora, é claro, eles vão negar. Mas se você tem alguém cujo nome de usuário é "Skeptic Overlord", o que isso nos diz?

JL: Sim.

BR: Sabem, quero dizer, a verdade está à vista. ATS é um site cético. ATS é um site desmistificador e, então, o que desmistificadores fazem? É esta frase, que você conhece: "Você mantem seus amigos próximos e seus inimigos mais perto".

JL: Sim.

BR: Então você é um inimigo de qualquer um que não quer a verdade exposta. Assim, eles o mantem em vigilância com a intenção de controlar a opinião pública sobre você.

JL: Certo.

BR: Isso quase funcionou, mas não completamente.

JL: [Ri]

BR: Porque eles cometeram o erro de chamar John Lear um mentiroso. John Lear pode ser todos os tipos de coisas, mas John Lear não é um mentiroso e todo mundo sabe que, ninguém sabe qualquer coisa sobre John Lear.

JL: Mas quais são as chances de, sabem, eu por essas fotos no ATS e O CARA que começa a ver as coisas boas vive, sabem, a 5 ou 6 quilômetros no fim da rua. Quero dizer é realmente, realmente incrível.

KC: É bizarro.

JL: Mas é assim que funciona a sincronicidade.

KC: Sem dúvida.

JL: E, e todos os dias, vejo um exemplo de sincronicidade.


KC: Bom, isso significa que você está realmente ligado ao que está acontecendo aqui e que você, basicamente, está recebendo alguma ajuda invisível. Quero dizer sincronicidade é apenas estar em sincronia com o universo de uma grande forma...

JL: Certo.

KC: ... e tudo está indo nessa direção - basicamente, a direção da revelação e da verdade. Então, nesse tom, vamos como que mergulhar aqui. Nós sabemos que você tem um monte de coisas para cobrir hoje, então, onde gostarias de ir primeiro?

JL: Primeiro vamos cobrir o logro Nibiru, Planeta X.


KC: Ok.

JL: Ele não está lá. Não vai causar problema em 2012. É um embuste. Eu o vi funcionando de todas as direções diferentes. É apenas uma TRAMA para nos manter, sabem, em um estado de ansiedade. Tudo vai continuará normalmente. O mundo não vai se desintegrar. Não vai haver nenhum planeta que vem e sacode tudo. Tudo irá muito bem.

KC: Ok, você está dizendo isso, no geral, sobre 2012?

JL: Sim.

KC: Ou você está dizendo isso...

JL: Especificamente sobre o Planeta X...


KC: Planeta X...

JL: ... ou Nibiru, ou como você quiser chamá-lo, e 2012. 2012 é como...


KC: É apenas um ano.

JL: É o quê?


KC: É apenas um ano, na sua opinião?

JL: Sim, é assim como, como chamamos isso de... Y2K? Sabem, todos tivemos que obter os alimentos e geradores e tudo, e tudo ia desabar. É a mesma coisa com 2012. Será apenas um ano como qualquer outro ano. Nós vamos ter, continuaremos a ter estas guerras. Provavelmente, vamos ter uma guerra nuclear, mas as coisas estão apenas, sabem, indo muito bem. Não vai acontecer absolutamente nada...

KC: De onde você tira suas informações? Você apenas chegou a esta conclusão por você mesmo ao somar dois mais dois, ou você tem uma fonte interna que está lhe dizendo coisas?

JL: Nenhum informante. Eu nunca tive um informante. Mais todas as minhas informações, sabem, eu a as deduzo eu mesmo e mais divertido assim. Porque as pessoas dizem: "Onde você... quem lhe disse que a gravidade na Lua era de 64% e há uma atmosfera?" Bom, há muitos livros por aí, mas, basicamente, eu sou o cara que apareceu e disse: "Sim, há gravidade na Lua e há uma atmosfera na Lua". Na medida que...

KC: Bom, por quê, por que deveríamos acreditar que você saberia isso? Quero dizer, é porque você foi um piloto; por que você foi treinado de uma certa maneira? De onde a sua inspiração vem?

JL: Bom, na medida em que a gravidade na Lua... vamos falar sobre a lei de Bullialdus-Newton do inverso do quadrado. Vamos falar sobre como, normalmente, a NASA os convence, usando a lei gravitacional de Newton, que assume a massa da Terra e da Lua - isso não é o que se deseja usar. Se quer usar Newton-Bullialdus ou a lei de Bullialdus-Newton do inverso do quadrado, porque não se precisa PREOCUPAR com qual é a massa. Tudo que se precisa saber é qual é a distância e onde o ponto neutro está. Se nós sabemos onde está o ponto neutro e o tamanho dos planetas, podemos descobrir qual é a gravidade.

Ora, nós sabemos qual é o ponto neutro porque: 1) Wernher von Braun nos disse; 2) a tripulação da Apollo 17 nos disse; e 3) uma das outras missões Apollo nos disse. E está a cerca de 61.000 ou 63.000 quilômetros e se se usar a lei do inverso do quadrado, encontrasse que a Lua tem 64% da gravidade da Terra. Isso é tudo que existe nela. Não se tem que assumir a massa.

E, quanto ao Planeta X ou Nibiru, que está baseado em 65 anos de besteiras ouvidas, sabem, de que virá e qual desastre virá a seguir. É só que, sabem, eu sei que não há nada que está para acontecer.

KC: Ok, deixe-me perguntar-lhe porque temos várias testemunhas que estão nos dando evidências...

JL: Eu sei que você tem, eu sei que você tem e isso é por que...

KC: ... também algumas provas secretas nesse sentido estiveram, certamente, em questão a esse respeito. Não chegamos a uma conclusão por nós mesmos. No entanto, em primeiro lugar, há o Telescópio do Pólo Sul. Há também o interesse do Vaticano e as imagens dos jesuítas que apareceram, sabes, com [Cristoforo] Barbato. Talvez você tenha visto o filme, talvez não tenha. Talvez você possa nos dar alguma razão do por quê você acha que as imagens não são precisas, ou não são reais. Depois há também o aquecimento dos planetas. Como você explica o aquecimento dos planetas e da atividade no sol, que vai atingir um pico em 2012 como sendo sem sentido?

JL: Você está falando sobre o aquecimento global?

KC: Mas não é global, David Wilcock e Richard Hoagland pesquisaram planeta por planeta e mostraram como há um aumento da atividade em todos eles e realmente há um aquecimento.

BR: Hão informações em domínio público de que cada planeta no sistema solar está se aquecendo. Isso parece estar ligado ao ciclo solar 24. Então algumas pessoas dizem que há algo mais que está causando isso.

JL: Eu não iria nem mesmo prestar atenção a isso.

KC: [Ri]

JL: Todos acreditam no que eles querem. Em 2012, se poderia olhar para trás e dizer: "John Lear, em 2 de abril de 2008 disse que era tudo besteira", e se não for, sabem, eu errei, mas acho que é uma farsa total.

KC: Eu tenho certeza que você conviveu algum tempo com a comunidade Intel (de inteligência). Você sabe que seu escritório está grampeado - você demonstrou isso para nós. Há uma razão pela qual eles grampeiam você. Quero dizer, em primeiro lugar, sabes, você foi um piloto no passado, você é incrivelmente respeitado, você tem um currículo militar, um pequeno, sabes. Eu até tenho um palpite que você possa ter feito parte do MJ-12 em certo período.

JL: [Ri]

KC: [Ri] Ok, então você conhece todos os membros internos dos grupos secretos. Sabes... me diga por que é que, de repente, você diz que não tem fontes internas. Quero dizer, você conhece, Bob Lazar...

JL: Deixe-me corrigir isso. Deixe-me corrigir isso. Eu tinha três fontes internas. Um deles foi Jimmy Doolittle - ele foi quem disse à minha mãe que o MJ-12 existia. Essa história é importante porque, quando eu comecei a entrar em tudo isso em 1987, Shandera e Moore apareceram com a suposta informação resumida de Eisenhower, que falava sobre o Majestic 12. Eu precisava saber, isso era verdade? A única pessoa que eu conhecia que sabia disso sem sombra de dúvidas era Jimmy Doolittle.

KC: Ok, quem é Jimmy Doolittle?

JL: General Jimmy Doolittle, foi ele quem esteve por trás do bombardeamento de Tóquio. Partindo do Hornet, aliás, o mesmo porta-aviões que pegou a Apollo. Aquela carta que você vê foi quando eu tive meu desastre de avião acidental em Genebra, na Suíça, em 1961 e quase me matei. Ele foi o único que gastou um tempo para me escrever uma carta dizendo: "John, todos nós cometemos erros, eu fiz muitos, muitos deles, mas é importante que aprendamos, é importante apenas que aprendamos com os nossos erros". Ele achou tempo para escrever essa carta, então, eu a tenho no quadro com ele levantando voo do Hornet para bombardear Tóquio.

General Jimmy Doolittle foi um general incrível - muito respeitado, e ele estava envolvido com o MJ-12 até as orelhas. Ele não fazia parte do MJ-12, mas ele morava perto de nossa casa em Santa Monica, Rua 140, 222. Ele morava na Teceira Rua com a esposa, Josephine, e eles estavam em nossa casa, assim como Vandenberg, assim como Twining - todos aqueles caras do MJ-12 estavam em torno de nossa casa. Mas, sabem, eu não sabia disso naquela época e meu pai nunca disse muito sobre OVNIs, além de que ele acreditava neles.

Nunca descobri qualquer outra coisa até que eu entrei nisso em 1985, 1986 e nome Doolittle mantinha-se aparecendo continuamente. Ora, eu o conhecia e tenho... hão fotos autografadas por todo esse antro de Jimmy, eu as pedi. Eu o vi em vários... como no SETP (Society of Experimental Test Pilots), que é a Sociedade de Pilotos de Teste Experimental, dizendo Olá e etcetera, mas eu realmente não o conheço tão bem assim.

Mas eu sabia que minha mãe o conhecia e ela amava Jimmy Doolittle como a qualquer um na vida dela, Jimmy e Jo. Porém, a esposa dele faleceu na década de 80 e ele estava aposentado, vivia em Carmel, Califórnia, e eu SABIA disso. Eu também sabia que minha mãe falava com ele de vez em quando.

Então, eu sabia que a única maneira que eu teria de descobrir se Majestic 12 era verdadeiro era fazê-la perguntar a ele. Demorou cerca de seis meses para obtê-lo, porque ela estava sempre hesitante, sabem, de fazer coisas assim. Mas, finalmente, consegui que ela fizesse isso.

Ela o chamou e disse: "Jimmy, como vais e bla-bla-bla, a propósito, John está interessado nestas coisas e eu só quero saber, Majestic 12 era real?" Ele disse: "Sim, Moya, mas não posso dizer nada sobre isso". Isso para mim foi, sabem, o começo de tudo - porque, se Majestic 12 é real, há uma possibilidade dos documentos de informação resumida serem reais e, se forem reais, então tudo era real.

KC: Sim, por que você iria montar algo como MJ-12 em Truman, para investigar ou gerenciar a história de OVNI a menos que houvesse, sabes, se não houvesse história de OVNI, certo? Tem que existir um OVNI se se cria um grupo.

JL: Certo. Eu teria que dizer que essa foi minha primeira impressão.

KC: Então, agora me diga uma coisa. Você deve conhecer a história em algum grau. Quero dizer você conviveu com eles um longo tempo, você já os viu em operação. Você sabe, você sabe, você deve ter ENCONTRADO algumas das pessoas de dentro desse grupo e eu tenho que dizer que acho que eles teriam recrutado você. Estou errada?

JL: Não, eu...


KC: Você nunca recebeu uma oferta?

JL: Não. Eu apenas, sabem, eu era um piloto. Eu não sabia de NADA, sabem, até 1984, quando eu, alguém...

KC: Mas você sabe muito agora.

JL: Sim.

KC: Olhe para este escritório, é incrível.

JL: Sim. Sabem, até 1984 o meu único interesse era caças: SR-71, F-19, Stealth Fighter...

KC: Ok.

JL: ... coisas assim. Na verdade, se pode ir na Internet: John Andrews, que foi o vice-presidente da Testors e, eventualmente, fez o 'Sport Model'.

KC: Certo.

JL: Sabem, ele e eu trocamos cartas. Ele diria: "Ei, você deve investigar este negócio de disco voador". Eu diria: "Não, é besteira, sabes, eu não preciso perder meu tempo". Essa carta está na Internet. Sabem, meu interesse não começou até 1985, eu acho. Tivemos uma... Eu costumava organizar a reunião para todos os pilotos do Sudeste Asiático que, sabem, que trabalhavam para a CIA e eu fazia a reunião aqui em Las Vegas, chamada de "China Posto 1".

Ficamos nisso por dois anos e NUM destes anos, acho que foi 1985, um amigo meu, cujo nome era Greg Wilson, ele era um Raven. Os Raven eram os caras da Força Aérea que eles tirariam da Força Aérea, removeriam toda a referência militar, para dar-lhes uma identificação civil. Eles entrariam no Laos e voariam, sabem, os 01s e eles eram os Ravens e eles saiam na PDJ e por toda parte e faziam todos os tipos de coisas incríveis. Enfim, ele participou da reunião. O nome dele é Greg Wilson e consegui falar com ele: "Ei, onde você tem andado?" Ele disse: "Bom, sabes, aqui e ali, ainda vôo um A-10. Fiz uma turnê em Bentwaters". Eu disse,  "Bentwaters?"

KC: [Ri]

JL: "Esse era o lugar, supostamente, em 1980, que o disco voador pousou". Ele diz: "Não John, não supostamente  - ele posou". Ele disse: "Eu não cheguei a vê-lo porque eu estava confinado nos alojamentos, mas eu conheço os caras que viram". Eu disse: "O quê?" Eu disse: "Você está me dizendo que essas coisas são reais?" Ele disse: "Ah, é".

Então, aqui está um cara com quem voei no sudeste da Ásia, não o via há anos, eu lhe fiz esta pergunta ultrajante sobre Bentwaters. Ele diz: "Sim, é, eu estava confinado. Eu não vi isso, mas eu conheço os caras que viram". Então foi isso que despertou meu interesse e foi em 1985, sabem? Então, sabem.

KC: Então, você tem mais. Você tem pessoas de dentro que vêm a você, você tem pessoas de dentro que são amigos.

JL: Eu não diria que ele era um insider, um insider, como é Bob Lazar...

KC: Certo.

JL: ... e a outra única pessoa de dentro, a verdadeira, quero dizer o cara, e foi como, sabem, se vocês estivessem aqui há dois anos, foi, provavelmente, a cinco ou seis anos atrás. Não me lembro de quando eu o conheci. Ah, eu sei quando foi, sim, foi há muito tempo. Já faz quase 20 anos. Eu morava em Idaho. Ele estava aposentado. Ele disse a amigos meus muito mais do que ele me disse, mas, pouco antes de morrer, ele veio a Las Vegas e disse mais ou menos isso: "O que você quer saber?" E eu nem sabia o que perguntar!

KC: E o nome dele é?

JL: Ah...

KC: Você tem a liberdade de nos dizer?

JL: Não. Porque, sabem, o acordo. A maneira como essa segurança funciona, quando lhe dão uma permissão e quando você se aprofunda assim nos segredos, eles lhe dizem: "Olha, Jonh, demos este nível de confiança a você e, claro, esperamos que você mantenha o sigilo. Mas sabemos que de vez em quando você pode mencionar algo acidentalmente em uma festa; você pode ter bebido muito e achar que seria interessante falar sobre isso, nós apenas queremos que você saiba que não nos importamos. Nós não vamos machucá-lo. Mas vamos matar sua esposa, seus filhos, sua mãe, seu pai, o seu periquito, o seu cão, sabem, todo mundo, mas você vai ficar bem".

É por isso que as pessoas não falam. Então as pessoas dizem: "Ele está morrendo, por que ele não falaria?" É por isso. É porque eles deixam claro - não é ele quem vai se machucar, é cada pessoa na família dele e, então, começam com o melhor amigo.

Até o fim da vida dele, eu o vi três vezes. Eu viajei duas vezes para Idaho para vê-lo e uma vez foi aqui e, quando eu estive em Idaho, ele não me disse muito, mas ele me disse uma coisa interessante que NUNCA fez sentido - até ESTE ano quando eu descobri. As informações que estou recebendo apenas crescem exponencialmente. Toda vez que chego em algum lugar, sabem, então sou levado a um outro lugar e isso só... é tanta informação que aparece.

Enfim, o que ele me disse foi que ele trabalhou num projeto, uma máquina de mineração para a Lua, e esta coisa foi construída em algum lugar no sul do país. Ele não me disse onde, mas eu estava imaginando Arkansas ou Alabama, em algum lugar assim.

Ele disse: "John, essa coisa era tão grande"; ele disse: "que quando eu a terminei"; ele disse: "Eu tenho uma licença de pilotar privada. Eu aluguei um avião só para sobrevoar ao redor para ver como essa coisa era imensa". Eu disse: "Bom, você pode me dar uma idéia?" Ele responde: "Acres". Eu disse "Uau!" Eu perguntei: "Como eles a enviaram para a Lua?" Ele disse: "Eu não sei". [Ri]

É assim que projetos como esse funcionam. Ele não tem necessidade de saber como eles a enviaram para a Lua, seu trabalho era construí-la, sabem, e eles não vão lhe contar nada disso. É assim que funciona a  compartimentalização. Sabem, essa é uma...

BR: Nos foi dito por alguém, ele nos disse que o Projeto Lunex e Horizon nunca foram cancelados e apenas ficaram secretos.

JL: Com certeza, e o Projeto Horizon está no nosso site, certo?


BR: Sim.

JL: Sim. A única coisa que tínhamos. Há, nós temos quatro das fases do Projeto Horizon, exceto uma. Eu acho que é a número dois que precisamos. Então, vou te mostrar isso e mostrar o que nós ainda estamos procurando.

KC: Você pode me dizer uma coisa? VOCÊ foi ameaçado?

JL: Nunca, nem um pouquinho.

KC: Ok, tudo bem. Bom, então, ou você nunca cruzou a linha, você nunca revelou nada que não deveria, ou você não sabe o suficiente. Isso está certo?

BR: Ou você está fazendo um favor.

JL: OU alguém está me protegendo.


KC: Ok, então o último...

JL: Mas você está totalmente certa, ou estou falando besteira e não tenho a informação REAL...

KC: Ou...

JL: ... ou alguém me protege.


KC: Sabes quem?

JL: Ah, eu não disse qual era o verdadeiro.


KC: Entendo.

JL: Eu quero dizer, sabem, eu acho que muitas dessas coisas são verdade, mas como eu saberia? Eu nunca fui à Lua. Eu gostaria de ir.

KC: Hum hum.

JL: Se for e alguém puder organizar um passeio... como Bob Lazar, ele diz que vai vestir o traje espacial dele, enquanto estamos na câmara de compressão. E, quando ele aparece ele diz,  sabem: "Pelo menos eu vou ter um pouco de ar e eu vou ver você sufocar". Eu disse: "Não, não, eu vou ser capaz de respirar normalmente". Porém, quando as pessoas vão para a Lua, elas levam duas semanas de descompressão antes que possam sair e passar algum tempo lá.

O fato é que se pode ir e respirar lá, mas, sabem, se vai ter a doença da altura. Assim como ao escalar o Everest, se pode ir direto lá, provavelmente, se vai viver; mas, sabem, vai doer muito. É por isso que eles vão a campos diferentes à medida que sobem, para se climatizarem e é a mesma coisa na Lua. Demora cerca de duas semanas.

KC: Ok. Então, diga-nos como a Lua chegou onde está, porque, você sabe que a Lua é um satélite, que na verdade é um falso...

JL: Certo. Ela era. É uma espaçonave que foi rebocada para essa órbita. Eu diria de 30 a 40 mil anos atrás. Porém, a razão de eu dizer 30 a 40 mil anos atrás, é porque ainda está dentro da história humana.

[Immanuel] Velikovsky fala das diversas religiões e civilizações, que falavam do momento em que NÃO havia lua e, então, quando haviam duas luas e agora temos uma lua. Esse cara aqui, Norm Bergrun escreveu o livro Ringmakers of Saturn (Os Que Fizeram os Anéis de Saturno). É um EXCELENTE livro. Norm Bergrun é MUITO qualificado; foi durante quarenta anos um cientista da NACA e também da Lockheed; se aposentou da Lockheed, penso eu, cerca de quinze anos atrás. Não, mais do que isso...

KC: O que é NACA?

JL: Ah, National Aeronautics (Aeornáutica Nacional), o antecessor da NASA.


KC: Ah, realmente.

JL: National Advisory Commission for Aeronautics (Comissão de Consultoria para a Aeronáutica Nacional).


KC: Entendo, certo.

JL: Eles foram os antecessores da NASA.

KC: Ok.

JL: Mas, quando ele se aposentou, ele de alguma forma consegui algumas fotos, alguns negativos realmente bons da Voyager, que passou por Saturno. Ele montou um pequeno laboratório na casa dele, começou a estuduar as fotos e acabou escrevendo o livro Ringmakers of Saturn. O que ele relata foi o que ele encontrou nos anéis de Saturno: três veículos - naves espaciais - o maior tinha 50.210 quilômetros de comprimento e 3.900 quilômetros de diâmetro.

Estamos falando de uma nave muito grande. Norm Bergrun, quando escreveu este livro no início - é muito bom - ele diz: "Agora, olhe, vou falar sobre algumas coisas que é muito interessante, mas você não pode pular uma página, você não pode pular uma palavra que você não saiba, tens que ir do começo ao fim ou não vais entender o que estou dizendo". Eu fui do início ao fim. Então, desde...

KC: Ok, mas quando foi escrito?

JL: Ah, deve ter sido em 1986.

KC: Ok, então não é tão velho.

JL: Não, e eu vou ver Norm...

KC: Ele fala sobre uma nave espacial enorme. Quem construiu a nave espacial?

JL: Quem as construi?


KC: Sim.

JL: Nós não sabemos quem as construi. Mas de qualquer maneira...

KC: Nós?

JL: Não, não. Nós não poderíamos construir qualquer coisa assim. Temos algumas coisas incríveis, mas, não poderíamos fazer isso.

KC: Ok.

JL: Não, isso é de outra pessoa. Mas, a parte interessante do livro e a razão pela qual estamos falando nisso é porque, no final deste livro, ele começa a falar sobre a Lua e como a Lua foi trazida para essa órbita. Porque as pessoas que a rebocaram, que... que operam essas coisas, Saturno e também Iapetus, rebocaram a Lua para essa órbita - e ele entra nessa história, explica exatamente por que ele acredita que a Lua FOI rebocada para essa órbita, como foi e como eles a roubaram de Mare Orienel.

KC: Quem é que você diz que rebocou a Lua para...

JL: Não sabemos. Seja lá quem for.


KC: ... esse lugar. Então, ele não conjectura sobre quem...

JL: Não.


KC: ... sabes, qual raça alienígena, por exemplo.

JL: Não.

KC: Eu quero dizer, obviamente, é uma raça alienígena. Henry Deacon, a nossa fonte secreta, também comprovou que a Lua foi rebocado para essa órbita... mas você tem uma idéia de qual raça alienígena foi responsável por isso?

JL: Não, certamente não.


KC: Não?

JL: O que é interessante, outra coisa interessante, eu vejo Norm todos os anos porque quando vou a UFO Expo West (Exposição Oeste de OVNI), que é a única a que vou. Ele mora em Los Altos Hills. Ele está escrevendo sobre Iapetus e Iapetus, provavelmente, também é uma nave espacial.

KC: Ok. Então nós temos que entrar em contato com esse cara.

JL: Com certeza, porque ele está chegando ao fim da vida. O vi em setembro passado, ele não estava bem, ele estava terminando o livro sobre Iapetus. Mas ele não trabalhava nisso todos os dias...

KC: Certo, ele era um cientista?

JL: Sim.

KC: Ok, mas ele, para quem ele trabalhava? Quero dizer, em outras palavras, ele é do governo...

JL: Espera um pouco.

KC: Ele está em NACA, entendo isso, mas em um certo nível, ele está revelando informações secretas.

JL: Não. Como o quê?

KC: Bem, eu só estou perguntando a você. Não é isso, não seria esse segredo?

JL: Não. Não.

Termodinâmica, Douglas Aeronave, 1934-1944
Cientista de Pesquisa Aérea, Laboratório NACA/Ames, 1944-1956
Supervisor de Teste de Vôo, Compania Lockheed de Míssil e Espaço, Van Uys, 1956-1968

Gerente, Análise de Testes de Vôo, 1958-1962
Gerente de Planos de Teste e Direção, 1962-1963
Gerente de Operações Teste de Re-entrada, 1966 ...


KC: Ok, mas...

JL: Existem todas essas coisas, de quão qualificado esse cara é...

KC: Certo.

JL: Isso é...


KC: Por que eles o estão deixando falar?

JL: Por quê?

KC: Por que eles estão deixando ele fazer isso? Quero dizer, em outras palavras.

JL: O que ele está dizendo? Há uma nave espacial que é, que tem 50 quilômetros de comprimento nos anéis de Saturno?


KC: Então, uma negação plausível é...

JL: Claro, quem vai acreditar nisso?


KC: Ok, Ok, tudo bem. Então, isso é...

JL: Enfim, há dois anos, na Expo Oeste de OVNI, quero dizer, isso foi TÃO interessante, porque número um, numa das minhas palestras sobre Apollo 1, das quatro pessoas que estavam nela, lá estavam Grissom, White e Chaffey e havia um quarto homem - e ele fazia parte do corpo de astronautas secreto.

A RAZÂO de se ter de mantê-lo em segredo é porque se eles, se fosse permitido ao público saber que havia um quarto cara nella, então, eles não, se quereria saber quem ele era. Não havia nenhuma possibilidade da NASA jamais poder revelar que havia um outro cara lá, porque eles teriam de revelar o programa espacial secreto. O programa espacial secreto começou em 1959 e eles foram os que foram para a Lua em 1962. Eles foram a Marte em 1966. Tudo, tudo o que sabemos é uma cobertura para o programa espacial secreto.

KC: Ah, é.

JL: Enfim, quando, quando eu dou uma palestra, se eu tiver duas horas, sempre falo por uma hora e, em seguida, deixo o público conversar comigo por uma hora, porque vou aprender mais com eles do que eles vão aprender comigo. Um dos parentes Chaffey se levantou e disse: "John, você está certo, nós sempre soubemos disso, havia um quarto homem, mas não sabíamos quem era". Ora, eu sei o nome, mas eu guardo para mim porque...

Ah, certo.

... se alguém vem a mim, sabem e diz: "Eu sei quem é". Eu sei quem é. E é realmente interessante porque seu filho é um astronauta atual do ônibus espacial.

KC: Ah, é verdade.

JL: Sim. Enfim, fui ver Norm há dois anos e ao falar com ele eu disse: "A propósito, o veículo eletromagnético que rebocou a Lua para a atual órbita, onde está agora?" Ele disse: "Eu acho que está na parte de trás da lua".

Então, quando comecei a me inturmar com Ron Schmidt, começamos a recolher fotografias da parte de trás da Lua e o encontramos. Está na cratera Tsiolkovsky. A história de como nós fizemos isso foi tão interessante e como a NASA o encobriu. Hão como seis fotos diferentes de Tsiolkovsky, enquanto tentavam tirar este veículo eletromagnético da imagem, tornando-o uma ilha.

Ah, mas nós os temos. Temos duas fotos muito boas. Uma delas foi descoberta por uma senhora que trabalha para nós, na Flórida, e ela o descobriu numa miniatura de Tsiolkovsky. O que aconteceu foi que, quando a NASA estava anunciando esta foto em particular, sabem, eles pintaram a grande, mas, quando eles fizeram a miniatura, alguém olhou para aquilo e disse: "Ei, não vou perder tempo ampliando isso, para retirar o veículo e o eliminar - ninguém o notará de qualquer maneira".

Mas o notamos e foi ótimo, foi assim que adquirimos a foto do EMV do outro lado. Então, a Apollo 15 passou por cima disso e eles fizeram alguns filmes e foi apenas uma foto rápida, mas é realmente interessante.

KC: O astronauta secreto que foi morto, o filho dele é um astronauta do ônibus espacial.

JL: Sim.

KC: Ok, isso é interessante porque mostra como é que trazem alguém para o rebanho que poderia ter algo a dizer ao mundo em uma data posterior.

JL: Certo.

KC: Mas se ele é um astronauta do ônibus espacial, ele não vai falar.

JL: Certo.

KC: Sim, ele está na turma.

JL: Certo. A mesma coisa com o filho de Grissom.


KC: Ah, é mesmo.

JL: Ele está no programa.

KC: Veja este seria um ângulo interessante de investigação, seria, o que acontece com todos os filhos e filhas dos astronautas? Todos eles trabalham para a empresa?

JL: Sim, seria. Ora Gus Grissom - quando o fogo começou, sabem, cada única história que se lê vai dizer que haviam como que três palavras ditas. Chaffey disse: "Fogo!" Alguém disse: "Está ficando quente aqui", mas em cada história individual, Grissom não diz nada.

Ora, como voces sabem, Grissom era o astronauta altamente crítico e vociferante nesse programa. Ele saiu antes deles supostamente levantarem vôo, ele disse: "Hão sessenta coisas importantes erradas nisto - como podemos estar voando isso?" Ele foi o único que criticou o programa Apollo.

A NASA o odiava. Foi me dito por caras que eu considero estarem dentro desse projeto - e há um outro, o chame de Número Quatro - a NASA, calculadamente, não matou esses caras, mas deixou isso acontecer. Eles sabiam que isso ocorreria e simplesmente deixaram acontecer.

KC: Mas por quê?

JL: Bom, houve uma série de razões: 1) Eles precisavam de mais tempo. Eles precisavam por o programa de volta no cronograma e a única maneira que poderiam fazer isso era ter um acidente horrendo. Eles queriam se livrar de Grissom. Assim como do New York Times - e esqueço o cara - que revelou a história no dia seguinte foi quem falou com a NASA, eles disseram que a fita estava horrível nos últimos minutos. E, claro, todos nós temos ouvido que Grissom não disse nada. Todos nós sabemos o que ele disse. Ele estava dizendo, sabem, "Vocês bastardos, vocês...

KC: Ah, meu Deus.

JL: ... VOCÊS NOS MATARAM. EU SABIA QUE ISSO IA ACONTECER. EU ESPERO QUE VOCÊS TODOS NOS VEJAM MORRER". Assim, bem ruim. Então, tenho certeza que foi isso que aconteceu e vi outra citação ontem e não me lembro o que era, de como a fita era horrível.

KC: Uau.

BR: Nós gostaríamos de perguntar-lhe se Clark McClelland tem algo a dizer sobre isso também.

JL: Sim.

BR: Nós estamos em contato com Clark, mas não o encontramos pessoalmente.

JL: Clark é um grande cara. O conheço desde 1990. Nós nunca nos encontramos pessoalmente, mas nós sempre conversamos pelo telefone. Eu sempre tentei obter as anotações dele. Ele tem o livro pronto. Ele tem três livros. Ele não deseja publicar apenas um deles - ele quer publicar todos os três. Eu não o culpo. Ele sabe muitas coisas. Ele sabe muito mais do que eu estou dizendo a vocês.

KC: Você realmente acha que ele conseguirá publicar esses livros - eles vão deixar os livros irem à público?

JL: De jeito nenhum! Não tem a mínima chance.


KC: [Ri] Ok.

JL: A única coisa que... Eu gostaria de tê-los, mas, sabem, Clark está tão chateado e não sei o que aconteceu, mas sei que ele é O informante, a pessoa de dentro da NASA. Não há ninguém melhor que poderia chegar e dizer mais do que Clark. Quero dizer, ele estava lá desde o início.

KC: Ok.

BR: Eles tentaram quase tudo, exceto matá-lo, não foi? Ele não tem um centavo.

JL: Certo. Eu não sei porque eles não o mataram.


KC: Ah, certo. Sim, certamente.

JL: Enfim, mais uma coisa que vou dizer-lhes sobre Norm, porque vamos entrar nisso mais tarde. Eu disse a Norm da última vez, este é o último ano que fui à Expo OVNI e cara, vou te dizer, eu tenho algumas boas informações. Mas, enfim, fui ver Norm; ele não está bem e fez várias cirurgias e espero ouvir a qualquer momento que ele faleceu. Ele tem 87 anos e eu disse: "Norm, eu estou pensando que os aviões que se chocaram contra o World Trade Center eram hologramas". Ele disse: "John, provavelmente você está certo e aqui está o porquê".

Ele disse: "Pouco antes de me aposentar eu estava dirigindo na rodovia Bay Shore para Sunnyvale", e ele disse: "Eu tinha um amigo no banco direito do carro". Ele diz: "Era cerca de 8 horas da manhã, talvez 8:15". Ele disse: "Estamos nos dirigindo para sul, vimos essa sombra, olhamos para cima e lá..." Ele diz: "Não era um 747, mas era um avião quadrimotor ENORME, não estava a 60 metros acima de nós". Ele disse: "Nós olhamos para... olhamos para essa coisa", ele disse: "É claro que estamos, sabes, a 32 quilômetros de San Jose e 48 quilômetros de San Francisco. Não há nenhuma modo possível de que um avião poderia, sabes, legalmente estar voando ali".

KC: [Ri]

JL: Ele diz: "Nós vimos isso por cerca de 10 segundos e [estala os dedos] foi como se se desligasse uma lâmpada". Ele disse: "Então, se isso foi o holograma contemporâneo, a apresentação de um holograma", ele diz: "Então, você está certo". E o...

KC: Ah, isso é muito interessante.

JL: ... holográfico, a tecnologia holográfica está tão avançada que as pessoas simplesmente não acreditariam. Mas, um outro dia, tinha uma senhora que ajudava Marilee num programa de calouros. Na verdade, ela contratou Marilee. Ela é de Nova York. Ela tinha duas graduações em Harvard. Ela era uma senhora maravilhosa, inteligente, receptiva e falávamos sobre holografias e ela diz: "Bom, deixe-me dizer-lhe", ela disse: "A cerca de cinco anos atrás, fui convidada com cerca de quinze outros executivos da televisão a uma exibição privada em Hollywood. Foi num auditório pequeno, não era muito grande. Havia assento, talvez, para trinta pessoas e a apresentação foi chamada de "O Futuro da Televisão".

Ela disse: "Não me lembro se Steven Spielberg estava lá, mas todo mundo estava". Ela disse que estava "iluminado e havia um palco e um pódio no palco e nós estamos sentados lá e esse cara surge por trás, ele tem um tipo de sotaque alemão oriental, sotaque europeu oriental, cabelos brancos, tem óculos, ele surge e começa a contar-nos a história da televisão e como eles vieram com o primeiro tubo de raios catódicos, como fizeram isso e como eles... e ele caminha para a frente do palco, caminha até um dos corredores, ele limpa os óculos, caminha pela frente, na frente deles, anda para trás, até o palco". Ela diz: "Foi muito chato". Ela diz: "Depois de cerca de 20 minutos, ele finaliza com algo como 'e essa é a história da televisão'". Ele coloca os óculos e [estala os dedos] apenas como uma luz, desaparece.

KC: Ele desapareceu? [Ri] Ele era um holograma?

JL: Sim, e então...


KC: Ah, uau.

JL: Sabem, isso foi há sete anos. Então é isso que a televisão será, você não terá uma tela...

KC: Certo.

JL: Se liga e isso vai estar acontecendo diante de você.

KC: Diante de você. Isso é ótimo, bom isso faz sentido, porque o Livro Amarelo...

JL: Então, a razão de dizer-lhes essa história...

KC: Eu quero dizer que eles tinham o livro amarelo, certo? De, o que, do acidente em 1947? Assim, isso foi frequentemente comprovado por Dan Burisch. Então, esse é um, isso é um holograma. Sabes, tecnologia, certo?

JL: Então, a razão de dizer-lhe isso é...


KC: Eles fizeram a re-engenharia.

JL: ... em ATS, quando fui pela primeira vez lá, uma das coisas de que falei foi que não haviam aviões em 911. Não haviam aviões em Shanksville...

KC: Isso é realmente dinamite.

JL: Não havia nenhum avião no Pentágono, não havia nenhum avião no World Trade Center e estou lhes dizendo, quando comecei falando de holografias, a dissidência, quero dizer a paixão...

KC: [Ri]

JL: ... dos caras que estavam prontos para me fuzilar, quero dizer, foi incrível, haviam como vinte caras: "você está louco", sabem, "isso é absolutamente... você está fazendo um desserviço ao movimento 911 que quer descobrir a verdade", sabem. Se fala sobre isso e ninguém vai acreditar, mas o fato era, foi um holograma e era CGI e...

KC: Certo, então, você pode nos falar disso? Nos falar do por quê você acha que é verdade. Como você obteve, quero dizer, você é um piloto, você certamente tem uma opinião se esses aviões tinham a capacidade de bater nos edifícios, porque o nosso Henry Deacon nos disse também algumas coisas muito interessantes sobre os aviões. Na verdade, ele acha que eles eram controlados remotamente. Não sei se ISSO é verdade, mas, basicamente, esses aviões não têm realmente capacidade de chocar-se com edifícios nesse nível, quer dizer, não sou um piloto, portanto, não entendo a logística. Mas, como você chegou a isso?

JL: Ok, em primeiro lugar vamos falar sobre... Vôo 11 e 77 não existiam no começo. O Bureau of Transportation Statistics (Agência de Estatísticas de Transporte) não tem registro deles decolando, não tem, sabem, então, vamos esquecê-los porque eles não existem.

Então, agora nós estamos apenas falando sobre o [vôo] 175 e o vôo 93. O vôo 93 supostamente caiu em Shanksville. Qualquer pessoa que tenha algum conhecimento na investigação de acidentes ou qualquer conhecimento, não pode acreditar que um avião caiu. Não houveram destroços. Isso simplesmente não poderia ter acontecido.

KC: Ok.

JL: Quanto ao 175 bater na Torre Sul, só recentemente fiz uma chamada para um Simulador de Vôo da Pan Americana em Miami para ver se eu poderia alugar um 767-200, que eles têm. O que eu queria fazer era levar seis candidatos, seis pilotos candidatos. Um atualizado e qualificado em 767-200; um talvez qualificado, mas não atualizado e, então, talvez um atualizado em jato de alta velocidade, mas não no 767 e, em seguida, os três últimos, com o mesmo conhecimento dos alegados terroristas, com um par de horas num Apache, uma licença privada, talvez uma comercial, algo assim.

Eu o faria no simulador, pode se levá-los a voar em Nova York assim como é. Quero dizer os edifícios estão lá. Eu iria levá-los e congelá-los numa posição a 32 quilômetros em 2.000 metros, a 900 km/h, colocá-los no banco, digamos, e depois dar-lhes dois minutos para olharem para os horizontes, mostrar-lhes onde o World Trade Center está, e dizer: "Estou prestes a liberá-lo e quando eu fizer isso, você vai ter um minuto e cinquenta segundo para acertar o alvo. Ora, o World Trade Center tem 67 metros de largura, você tem que bater no centro. Nem a esquerda nem a direita, certo - no centro". Explique como se faz, então eu teria uma câmera no piloto e uma câmera no que ele está olhando.

KC: Tudo bem.

JL: Depois digo, [estala os dedos] "Vá". E digo: "Ok, agora, mostre-me como isso é fácil". Sabem, porque todos os caras na ATS dizem: "Ah, eu fiz isso no simulador de vôo, não há problema", entendem. É... é impossível. No auge da minha carreira, tão proficiente quanto eu era em todo tipo de avião, não há nenhuma maneira de que eu pudesse fazer isso. Quero dizer, é muito complexo.

Para começar, o avião não pode voar acima de 900 km/h. Ele não pode voar a mais de 580, que é a velocidade máxima em que opera (VMO). Talvez pudesse voar, talvez, a cinquenta, sessenta quilômetros por hora mais rápido do que isso; mas, em VMO o clacker se liga. O clacker é um dispositivo de segurança exigido pela FAA que faz SONS de clacks: clack-clack-clack, clack-clack-clack. Os clacks num grau e ciclo irritam o piloto, de modo que ele não pode ignorá-lo. Ele tem que diminuir, sabem. Ora, não há a menor possibilidade de que um sequestrador, pela primeira vez num avião... ele apenas não vai, sabem, voar a 620, 640 km/h...

KC: [Ri]

JL: ... e junte a isso aquele clacker...

KC: Certo.

JL: ... descer e bater no centro da coisa. Não pode acontecer. Não.

BR: Eu tenho uma pergunta, se me permites.

JL: Sim.

BR: Nós temos uma testemunha credível, que diz que os aviões não foram pilotados, mas foram controlados remotamente, como veículos não tripulados a milhares de quilômetros de distância.

KC: Eu acabei de dizer isso.

BR: Ele disse... Sim, mas estou pedindo para John comentar sobre isso, do ponto de vista, isto também responde à questão levantada do fato de que nenhum piloto humano poderia ter batido nesse alvo pequeno.

JL: Nenhum avião caiu no World Trade Center. Para começar, controlar remotamente um avião desse tamanho ou de qualquer tamanho é muito difícil. Não acredito que se poderia controlar remotamente um avião do tamanho de um 767-200, enfim, particularmente para bater no centro do World Trade Center. Mas o fato é que não haviam destroços de qualquer avião no World Trade Center.

E por "nenhum destroços" quero dizer, nada foi encontrado de qualquer tamanho em qualquer lugar. Ora, houve um painel de uma fuselagem que se vê com cinco persianas da janela, mas quando cada avião, a American Airlines na Torre Norte e a United Airlines na Torre Sul, bateu, levou dois quintos de segundo, enquanto desaparecia o avião. Assim, em dois quintos de segundo não se vai ter um painel de cerca de dois metros de comprimento caindo e ficando deitado em condições quase perfeitas, a menos que fosse acompanhado pelo passaporte de Mohammed Atta.

KC: [Ri]

JL: A única outra coisa que foi encontrada foi o motor em Murray Street. E, o motor da Murray Street foi identificado tanto como um CFM-56 -  CFM significa Snecma - OU um FC-6, que era um motor do 767, que foi desenvolvido do CFM-56. Mas qualquer que fosse, era o CF6 ou o CFM56, tinha que ser General Electric e, infelizmente, ou felizmente, a United Airlines usou estritamente Pratt e Whitney. Assim, esse motor que se vê voando e o motor que eles dizem ser de um 175, não é do 175, porque os caras, cujo trabalho era jogá-lo lá, sabem, em fumaça e chamas, despejaram o motor errado. Haviam muitas coisas que os perpetradores fizeram que foi  suspeita. O colapso do edifício número sete é absolutamente ridículo.

KC: Certo.

JL: A razão que tinham para fazê-lo dessa forma é porque, eu suspeito, o projetor holográfico, que projetou o vôo 175 e o vôo 11, de alguma forma foi desativado - porque o vôo 93 era o que devia colidir com o edifício sete e, quando eles não puderam fazê-lo, eles tinham que fazer as coisas rapidamente. Eles podiam fingir uma queda do 93 em Shanksville e eu poderia imaginar esses caras, durante todo o dia: "O que vamos fazer?"

"Ninguém vai acreditar que esta coisa só desmoronou, sabem, de um pequeno fogo", e depois de cinco horas, sabem, eles disseram: "Bom, vamos em frente e o terminemos, talvez ninguém notará". Então eles emplodiram este edifício de 47 andares até a base e esperavam que todos acreditassem nisso - e é claro que acreditaram.

KC: Ok, então eles o desmoronaram até a base... mas o que eles usaram? Quero dizer, eles não têm armamento escalar? Eles não podiam simplesmente destruí-lo?

JL: Sim, temos, mas, aquela coisa especial foi demolida porque tinha demolição controlada, assim como o World Trade Center.


KC: Certo.

JL: No World Trade Center, o que fizeram com a demolição controlada foi a PRIMEIRA parte fazer o que chamamos de Wily Coyote Cutout no rosto, como um avião caiu nela, o que é absolutamente, insanamente ridículo - mas muita gente acredita nisso. Depois a outra coisa é que eles tinham as demolições controladas para cortar cada viga em nove metros, de modo que caberiam nos caminhões de Rudy Giuliani saindo da cidade.

O World Trade Center foi derubado por uma arma de energia direta, sendo operada de uma das plataformas de armas do espaço exterior e a razão pela qual sabemos isso é por causa do tamanho da poeira que sobrou do concreto. Foram cerca de 80 microns e é isso que uma arma de energia direta causa quando é apontada para baixo. É isso que faz, é chamado de "dissociação molecular". Quero dizer, apenas desassocia a estrutura molecular do concreto e é por isso que toda aquela poeira estava lá. Não sobrou nada.

KC: Interessante...

JL: Foi por isso que a base do World Trade Center qeimou por seis semanas, é porque quando isso finalmente atingiu o solo, o aqueceu muito. Se pode jogar tanta água quanto se quiser, não vai resfriá-lo durante um tempo. Então, eu acredito que tudo isso era controlado pelo E-4B, o avião Doomsday, o 747 que foi visto sobrevoando a Casa Branca.

Eu acho que foi o que fez a projeção holográfica e eles também transmitiram a CGI, computação gráfica, para os diferentes canais de TV, para mostrar os aviões supostamente colidindo. É por isso que tivemos o acidental nariz para fora em um dos, em um dos edifícios. Eles foram os que enviaram as alegadas mensagens de telefone celular, que nunca ocorreram. Eles fizeram todos os tipos de coisas. Eles fizeram provavelmente transponder coisas para os diferentes ATCs do telefone.

KC: Então estás dizendo que o holograma tinha que aparecer, tinha que ser feito por um avião no ar?

JL: Sim.

KC: Verdade.

JL: Foi feito por um projector. Um projetor holográfico.

KC: Ah, é. Ok, então, a tecnologia existe. Você, quero dizer, e entendo que você falou com seu amigo que escreveu o livro ...

JL: Norm Bergrun.

KC: Norm, mas onde mais você ouviu sobre essa tecnologia holográfica?

JL: Ron Blackburn... você sabe quem ele é?


KC: Não.

JL:
[Para Bill] Você sabe quem ele é?

BR: Não. Eu não sei.

JL: Ron Blackburn esteve na Lockheed por 30 anos. Ele esteve no Programa Stealth, o projeto do Programa Stealth em Groom Lake que existiu por 20 anos. Ele foi o primeiro de quem ouvi que haviam alienígenas no local de teste. Ora, quando o encontrei pela primeira vez a 10, 15 anos atrás, ele negou que sabia de tudo, agora ele está ficando um pouco mais relaxado sobre o que ele diz. Quero dizer, ele disse que em Groom Lake havia até um prédio de administração apenas para os alienígenas. Ron esteve aqui na minha festa de aniversário.

KC: [Ri] Então, também precisamos falar com esse cara.

JL: Ele agora está aposentado, ele está aposentado. Ele é muito cuidadoso com o que ele diz.

KC: Ok.

JL: Ele ainda tem uma aposentadoria. Mas ele veio à minha festa de aniversário e ele nos contou sobre projeções holográficas. Ele diz que eles controlam o som, a luz, o calor, tudo; quero dizer, está tudo lá. Uma das pessoas, um dos problemas que as pessoas têm com projeções holográficas... "Bom, eu vi isso, não poderia estar enganado". Sabem, é como... pensam em projeções holográficas como se vê em Las Vegas ou numa festa de aniversário, sabem.

KC: Certo.

JL: Onde há uma pequena dança de luz.

KC: Onde você pode ver através disso.

JL: Sim, e eles dizem...


KC: E, então se sabe que está lá.

JL: "Bom, eu vi isso, não pode ser". Sabem, é ridículo. Então eles dizem: "bom, como é que eles fariam o som, eles teriam que ter alto-falantes acima e abaixo, sabem, na rua". É muito ruim que as pessoas, sabem, elas realmente não percebem como estamos avançados na nossa tecnologia. Eles foram enganados, foi um embuste. Foi uma psi-op (operação psicológica).

KC: Ok, então, quem comanda isso?

JL: Basicamente, os chamo de "Os nazistas torpes da NASA", no meio do complexo militar-industrial. Hoagland diz exatamente quem eles são e como se apossaram e são eles que mandam. Porém, em 31 de março de 2007, no ano passado, um cara chamado Morgan Reynolds, já ouviram esse nome?

KC: Sim.

JL: Ok... ele entrou com uma ação chamada Reclamação Tam Qui, contra essas 22 empresas. Estamos falando de grandes empresas. Aplicações Científicas, Corporação International, Pesquisa Aplicada, Hughes - todas essas empresas estão sendo processadas e a causa deles serem processados é ​​por aceitar dinheiro para fornecer informações fraudulentas a uma agência governamental.

A agência do governo a quem fornecem esta informação fraudulenta é o NIST - O Instituto Nacional de Padrões em Tecnologia. O NIST foi convocado pelo presidente Bush para determinar exatamente por quê o World Trade Center desmoronou. O que realmente causou o colapso dele. Eles vieram com uma razão que, sabem, o combustível do jato e foi tão ridículo, que Morgan abriu esse processo que tem QUARENTA PÁGINAS e ele descreve tudo o que eles fizeram de errado. Assim, agora o processo vem rolando no tribunal.

KC: Você testemunhou quanto aos aviões holográficos como parte da ação, certo?

JL: Bom o que fiz foi preencher uma declaração em 28 de janeiro de 2008, este ano, em apoio a Denúncia e em oposição ao Movimento Para Repudiar. Basicamente, o que testemunhei é: 1) por que os aviões não poderiam ter viajado tão rápido quanto fizeram e COMO eles não podiam voar assim como fizeram; e por que, sabem, não houve destroços. Acho que este livro...

KC: É surpreendente que outros pilotos não se apresentaram, porque isso é...

JL: Bom, os outros pilotos estão empregados, não pode se dar ao luxo de contestarem. Hão poucas, sabem, pessoas, há muito...

KC: Mas este é o nosso PAÍS de que estamos falando...

JL: Eles não podem fazê-lo. Muita da minha informação foi retirada da Aerodinâmica para Aviadores Navais [segura o livreto] e explico POR QUÊ um avião não pode voar 800 km/h a mil e seiscentos quilômetros de altura. Tem a ver com arrasto, tem a ver com potência e tem a ver com o fato de que eles utilizam turboélices. Simplesmente não pode acontecer. Então, enfim, a contestação do governo e do NIST é que os aviões voaram a 800 km/h - isso não aconteceu. Isto não poderia ter acontecido.

Então, basicamente foi isso que expliquei na minha petição. Ora, você diz por que mais pilotos não protestam? Muitos o fizeram, há uma organização chamada www.PilotsForTruth.com e sou um dos membro, um dos primeiros membros, e há muita gente que percebe que isto não poderia ter acontecido. Não houve nenhum avião, como um Boeing 757, atingindo o Pentágono. Não, isso não aconteceu.

KC: Então o que aconteceu no Pentágono?

JL: No Pentágono, uma bomba explodiu para fazer aquele buraco e eles tinham um tambor com 200 litros de combustível diesel que um cara incendiou para fazer toda aquela fumaça preta. E April Gallup, que...

KC: Sim, eu acho que a história de April Gallup é fascinante.

JL: ... April Gallup foi um...

KC: Ok, então vamos, vamos voltar para onde estávamos, que é...

JL: Ok, estamos falando de April Gallup.

KC: Sim, April, ok.

JL: April Gallup era uma especialista do Exército e esqueci qual era o trabalho dela, mas ela estava - ela tinha uma classificação Altamente Secreta. Ela estava sentada a cerca de 12 metros de onde a explosão fez o buraco na frente do Pentágono e ela tinha o filho de seis meses de idade, abaixo de sua mesa e ela pensou que isso era estranho porque, normalmente, quando ela ia trabalhar, antes de passar pela segurança, eles tinham que colocar as crianças pequenas em creches, mas naquele dia, a segurança disse: "Não, leve a criança com você".

Então, ela tinha - ela tinha o garoto embaixo da mesa no pequeno assento e ela diz que foi muito estranho porque, quando ela apertou o botão ON do computador dela, foi quando o edifício explodiu, e ela disse um monte de detritos cairam sobre ela e ela viu o buraco e pensou: "Eu tenho que sair daqui". Então ela pegou o garoto, o colocou nas costas e foi para aquela abertura e ela passou pela abertura saindo na grama - que foi onde, eventualmente, a triagem foi montada.

Mas ela disse que não viu nenhum míssel, nem aviões, não sentiu cheiro de combustível. Não havia nenhum avião lá. Mais tarde no hospital ela foi entrevistada pela Inteligência do Exército e eles perguntaram o que ela viu, e ela começou a dizer: "Eu não vi nada" e eles disseram: "Não, ouça, você viu. Você viu um Boeing 757 chocar-se ao prédio". Ela diz: "Não, não, não, eu não vi. Não havia nada lá". Ela passou por um inferno nos últimos quatro ou cinco anos tentando obter cuidados médicos.

Tem sido uma história realmente muito, muito triste. Mas, uma das coisas que eu queria mostrar é essa página de um manual militar falando sobre coisas que eles gostariam de receber no ano de 2025. Isso é chamado de projetor holográfico aéreo, vocês podem ver de onde eu a consegui. Você não pode encotrá-la mais aqui www.au.af.mil e tenho cerca que 250 páginas de este material...

KC: Fala de uma máquina de holograma.

BR: Refere-se ao gerenciamento da percepção do inimigo, não é mesmo? Isso é um eufemismo maravilhoso. Lembrei-me disso direito?

JL: Sim, diz... descrição breve: "O projetor holográfico cria uma imagem tridimensional em um local desejado, retirada de um gerador de exposição. O projetor pode ser usado para operações psicológicas e gestão estratégica da percepção. Também é útil para decepção óptica e camuflagem, proporcionando uma distração momentânea quando enfrentando um adversário não muito sofisticado. Tem capacidade de projeção e precisão de imagens tridimensionais em uma área selecionada. Suporta psi-op, gestão de estratégica de ilusão e fornece disfarce e camuflagem contra os centros ópticos".

KC: Ok, e quando foi que isso foi escrito, sabes?

JL: Eu acho que em 99. Não tenho certeza. Vou te dar um endereço onde vocês podem obtê-lo AGORA.

KC: Ok.

JL: Não é NAQUELE endereço.

KC: Certo.

JL: Mas, acho que é na Base da Força Aérea Maxwell.

KC: Nós temos que acreditar se isso está no setor público, que esta é apenas a ponta do iceberg sobre esta tecnologia.

JL: Com certeza.

BR: Gestão Estratégica da Percepção. Isso não é maravilhoso?

KC: É ótimo.

BR: Eu acho que é tão maravilhoso.

KC: Certo.

BR: Um inimigo não sofisticado, como as pessoas nas ruas de Nova York.

JL:
[Ri] Eu ia dizer isso.

BR: [Ri]

JL: E eu pensei, sabem o que - não acho que eu vou dizer isso!

KC: [Ri]

BR: Nada pessoal contra Nova York.

JL: Mas eles têm e quando você entrar nisso, eles têm o que chamam de sistema laser de alta energia híbrido [HELWEPA... High-Energy Systems Laser Weapon Systems Applications]. Mas quando você vai ao site e tenta obter um close-up deste sistema, lhe é mostrado como eles poderiam atacar entre o Irã e o Afeganistão. É hilário, sabem, é - lá é onde eles vão estar atacando e é assim que eles sabiam onde iam estar atacando, sabem, em 1999. Isso, isso também foi publicado, vocês podem ver com quanta antecedência eles planejam esta coisa. Quero dizer que eles planejam isso trinta anos antes. Eu estava procurando por essa página...

KC: Ok, quando você diz que eles vão estar atacando entre o Irã e...

JL: O Afeganistão. Aí é onde o gasoduto surgirá, eles querem aquela área.

KC: Ok, certo, é por isso que estamos indo a guerra com o Irã, é o que você está dizendo.

JL: Sim, queremos limpar a área para que possamos colocar o gasoduto lá.

KC: Parece que você está dizendo que se usará um tipo especial de arma para esse ataque.

JL: Bom, eles poderiam usar esse laser de alta energia híbrido, sabem, eles tem muita coisa que poderiam usar.


KC: Certo.

JL: Mas, apenas parece estranho que, sabem, que estaria tudo escrito em PAPEL, disponível ao público para mostrar-lhes onde eles vão estar atacando.

KC: Ok, isso é...

BR: O que você nos disse fora da câmera, pouco antes de começarmos, era que você sentiu que ia ser, acho que você usou as palavras guerra nuclear.

JL: Ah, é, não tenho nenhuma dúvida de que vamos usar arma nuclear no Irã. Tenho certeza que está no plano e Cheney certamente quer fazer isso. Não tenho nenhuma informação privilegiada, mas Isso me parece como um dos cenários; um dos possíveis cenários é que Bush seja assassinado em outubro. Cheney se torna presidente e, em seguida, declara a Lei Marcial. Porém, algo acontece e a quem "temos que" atacar - o Irã. Claro, não atacaremos o Irã, vamos deixar que Israel o faça. E, eles vão atacá-lo com as armas nucleares deles e, em seguida, damos um tapinha na mão dos israelenses, dizendo: "que estamos dando-lhes 50 bilhões de dólares para um programa de reabilitação, para que vocês não usem mais armas nucleares". Programa de reabilitação psicológica. Nós vamos dar-lhes, sabem...

KC: Ok, mas ninguém vai se safar por jogar arma nuclear em ninguém, quero dizer, em outras palavras, se terá a China, se terá a Rússia... quer dizer, basicamente, vamos entrar na Terceira Guerra Mundial nesse momento, certo?

JL: Sim, mas não será tão grande. O que eles farão é cortar os cabos, cabos de comunicação...

KC: Ah, a coisa dos cabo submarino.

JL: Sim, de modo que não haverão muitas comunicações, de modo que eles podem dar...


KC: Então ninguém sabe o que realmente está acontecendo.

JL: Ninguém realmente sabe o que está acontecendo. Tudo será tratado em um nível superior. Tudo isso é feito em um nível superior. Tudo isso foi planejado em comunicação e de acordo com a China e a Rússia. Todos sabem o que está acontecendo. Por isso vai ser, sabem, só para experimentar novas armas e...

KC: Bom, na verdade, é isso que, mais uma vez, nosso Henry Deacon diz. Ele diz que a China está  nisso. Haverá uma guerra com a China, mas eles já sabem que é planejada.

JL: Sim, claro. Como todo mundo estava pronto para a Yakuza japonesa, o satélite chinês e no ATS eles disseram: "eles vão nos dizer o que está acontecendo, eles vão nos dar a imagem real" e tudo que eles fizeram foi reciclar as imagens velhas da NASA, sabem. E, claro, a China ficou muito envergonhada. Sabem, eles disseram: "estas não são imagens recicladas da NASA", mas se pode ir direto ao local onde, sabem, sim, essa era uma imagem reciclada antiga da NASA. Ora, o que estão fazendo lá em cima em órbita da Lua, se eles estão orbitando a Lua, eu não sei. Mas eles certamente não tiram fotos, sabem, que eles poderiam usar para si mesmos. [Pausa]

KC: Por que não?

JL: Porque eles já estão nisso, eles já sabem o que há lá, quero dizer, sabem, nós os subvertemos...

KC: Então qual é o modus operandi por trás de tudo isso? Quero dizer, porque eles estão, por que eles estão planejando guerras - a nuclear de que falas - guerras nucleares, onde, sabes, milhões de pessoas vão morrer, a terra vai se tornar inabitável. Quero dizer, sabes, isso é loucura - mesmo que eles queiram ter um gasoduto...

JL: Isso parece uma boa razão.

KC: Então, qual é a razão de fazer a TERRA, quero dizer, sabes...

JL: Sabem, eles limparam as armas nucleares nos últimos 30 anos, não há muita radiação.

KC: Então, por que guerra nuclear? Quero dizer, é tão confuso. Por que, quero dizer, sabes, não sou um cara militar, mas se eles têm armamento escalar e têm HAARP, quero dizer, sabes, eles criam terremotos, podem causar... quero dizer, há muitas outras coisas que podem fazer além de ir... quero dizer, isso apenas parece ser a enésima potência de insanidade. Por que eles fariam isso?

JL: Sabem, é como perguntar, quando eu falo sobre Endeavor e do ônibus espacial, ser um método tão fora de moda de chegar à ISS (International Space Station - Estação Espacial Internacional)...


KC: Certo.

JL: ... e as pessoas dizem: "Bom, se tivessemos todas essas coisas legais que você diz, tal como, sabem, satélites e coisas anti-gravidade e etcetera; por que eles usam o ônibus espacial?" É a mesma coisa com a arma nuclear. Hão níveis de sigilo e inteligência, que se quer dar a conhecer para um certo segmento da população, sabem, pensando que o ônibus espacial é tudo que nós temos, sabem, e as armas nucleares são "tudo o que temos", então as usamos. É esse tipo de negócio.

KC: Ok, então se vai matar milhões de pessoas, eliminar...

JL: Eu não acho que vai ser milhões, mas serão alguns.

KC: E o que é que o Irã vai fazer nessa situação? Você sabe?

JL: Ah, eles ficaram chateados. Eu realmente não sei o que farão.

KC: Hum hum. Ok, você tem informantes falando sobre ISSO?

JL: Ahh, vamos ver. Sobre o Irã, sobre bombardear o Irã?

KC: Sim.

JL: Não.

KC: Ok, [longa pausa] E sobre 2012 e um holograma de uma invasão alienígena, você já ouviste este cenário?

JL: Com certeza. Seria provavelmente o que eles vão fazer.


KC: [Ri]

JL: Eles vão colocar um holograma e dizer: "Ah, nós estamos sendo atacados por alienígenas. Fizemos um acordo com o embaixador e ele disse que sentem que a Terra é uma ameaça e que... mas, se se pegar todas, qualquer arma que você tenha e as entregar, então, eles vão nos dar uma segunda chance."

KC: Então, nesse ponto, teremos um governo mundial, porque...

JL: Sim.

KC: ... eles poderiam colocar todos sob o mesmo teto e, basicamente, todos os países, você não fala de indivíduos trazendo os fuzis...

JL: Sim, os indivíduos. Sim, essa é uma das coisas que os alienígenass querem é que todos os caras, sabem, entreguem as próprias armas, para que eles não se sintam muito ameaçados.

KC: Mas os alienígenas... vamos lá, tudo bem, então este é um cenário...

JL: É um cenário em que o governo quer nos desarmar e o jeito de fazê-lo é colocar um holograma lá em cima de um ataque iminente e dizem: "estamos em comunicação com eles e"...

KC: Um inimigo comum e...

JL: Certo.

KC: ... é um inimigo falso.

JL: ... e você pode realmente ajudar-nos se você entregar todas as suas armas. É claro que no momento em que entregarmos todas as armas, não haverá muito que possamos fazer quando descobrirmos que é apenas um golpe - como foi 911. Sim, isso é um cenário que tenho certeza que acontecerá.


(continua na Parte 2, Parte 3 e Parte 4)






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Bill Ryan

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