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Duncan O'Finioan:

Transcrição da Entrevista

Esta página é uma reformatação da versão original publicada no Projeto Camelot.


O Guerreiro Supremo: Robert Duncan O'Finioan
Numa entrevista em vídeo

Kentucky, novembro de 2006



Filmado, editado e dirigido por Kerry Cassidy e Bill Ryan

Duncan O'Finioan: Como eu disse, nós supostamente vivemos em uma sociedade civilizada, livre. Não vivemos. Quando eles podem entrar na sua casa, levá-lo quando ainda criança, transformá-lo em um assassino, usando e abusando de você, e quando eles terminam o jogam fora. Isso não deveria acontecer. Duncan O'Finioan

... Então, eu sento lá e eu começo a pegar estas peças do quebra-cabeça e digo: "isso se encaixa, isso se encaixa, isso não se encaixa". E, eu penso: isso está mostrando uma imagem, e eu relaxo. A senhora vem pela frente, o cara vem por atrás de mim. Ela olha para ele, sorri e diz: "Nós temos um" e é assim que tudo começou.

... Foi assim que eles começaram a separar quem é bom nisso? Quem é bom naquilo? Quem vai ser um soldado, quem vai ser um espião psíquico?

... Todo mundo sabe que Hitler estava procurando o soldado supremo, aquele super soldado, o guerreiro supremo. Hitler também estava fortemente envolvido com as artes esotéricas do controle da mente e naquele tempo eles começaram a combinar os dois; o controle da mente com o super soldado, o guerreiro supremo. Eles começaram a colocar tudo junto em um único projeto e foi assim que me pegaram.

... Meus chutes com a perna direita estavam em 193 quilômetros por hora. Minha potência do soco estava além de 2,5 a 270 quilograma-força por metro. Isso arrebenta blocos de concreto.

... E eu dei três golpes no coração de um oficial de inteligência de alta patente.

... Este cara me pega pelo pescoço e eu bati de lado e joguei minhas mãos com as palma para baixo, apenas as joguei no chão e gritei dentro da minha mente. O cara voou para cima e para trás. Eu nunca toquei nele.

... Eu olhei e lá estava George Jr. sentado no bar com os guarda-costas do serviço secreto, bêbado como um gambá com o serviço secreto tentando convencê-lo a se acalmar. Isso foi o que me acordou. Não me lembro de como cheguei lá.


Começo da Entrevista

Kerry Cassidy (KC): Vamos voltar e descobrir, exatamente, como você entrou neste programa.

Duncan O'Finioan (DO'F): Eles queriam pessoas que fossem metade americana nativa e metade celta. O que quer que fosse, escoceses, irlandeses, não importa, contanto que fosse celta. A razão para isso é que os americanos nativos e os celtas são duas das raças na Terra que estão mais predispostas a habilidade paranormal ou psíquica. Ok. Na verdade, essas duas culturas praticam habilidades paranormais. Assim, é uma espécie de memória genética. Está na nossa memória genética. Ok. Eu pensei que era basicamente por isso, até cerca de dois anos atrás, quando eu descobri que meu pai era um agente da CIA. Meu pai está morto há quase 15 anos. Eu nunca tive idéia. Mas, com essa nova informação, isso faz com que um monte de pedaços de informações e muitas coisas que aconteceram no passado, agora tudo se encaixa. Ok.

Basicamente o que aconteceu comigo foi, em 1966, quando eu tinha 6 anos, meus pais me colocaram em uma camioneta e me levaram para a cidade. Era um dia escuro, frio e nevava. Eu nunca vou esquecer aquele dia, certo, porque ele se destaca. Por que estamos entrando em uma loja de ferragens nesse final de tarde? Então, entramos na loja e, nesse momento, minha mãe e meu pai não estão brigando, mas eles não estão se entendendo. Eu estive nesta loja várias vezes com meu avô, e fomos para o fundo, eu nunca fui na parte de trás, e há uma porta lá que se você não sabe que está ali você passa direito por ela, e assim entramos e haviam 6 ou 7 outros garotos da minha idade, eles estão todos sentados às mesas, como mesas de jardim de infância, sentados nestas cadeiras pequenas e todos eles tinham as mesmas coisas, pareciam peças de quebra-cabeça. Bom, esta senhora vem, ela não parece se encaixar ali, OK.

Ela é alta, elegante, com casaco de peles. Aqui é o leste de Kentucky. Isso não existe. Certo. E ela desempenhou um papel muito importante a partir daí. Eu a vi em várias das minhas lembranças. E ela me senta para jogar. Ela me deu uma pilha de blocos. E são peças de quebra-cabeça. E ela diz: "Eu quero que você me faça uma figura" e se afastou. Então, eu olhei em volta, procurando minha mãe e ela está com um cara de terno que, de novo, não deveria estar ali e ele tinha uma prancheta, ela assina alguns papéis. Aos seis anos, fiquei intrigado, mas você não pensa muito nisso. Então, eu estou sentado lá e eu começo a pegar estas peças do quebra-cabeça e digo: "isso se encaixa, isso se encaixa, isso não se encaixa". E eu penso: isso forma uma imagem, e eu relaxo. A senhora vem pela frente, o cara vem por atrás de mim. Ela olha para ele, sorri e diz: "Nós temos um" e é assim que tudo começou. Foi-me dado algo para beber, eu lembro de me sentir sonolento, e é isso.

KC: Então, você está dizendo... você foi para casa com seus pais?

DO'F: Não, eu não fui.

KC: Entendo.

DO'F: Eu fui levado diretamente. Isto é o que eu descobri mais tarde. Porque uma vez que eu dormi com o que quer que estivesse na bebida, kisuco, refrigerante ou qualquer outra coisa que me colocou inconciente. Minha próxima lembrança foi aos 9 e ½ anos de idade.

KC: Então, você agora tem um espaço em branco nas suas lembranças.

DO'F: Hum hum, sim. Porém, eu tenho algumas lembranças voltando e eu tenho pedaços do que aconteceu durante tudo isso, algumas muito vivas, algumas eu tenho documentadas, algumas são apenas lembranças que estão lá. Umm, e assim por diante.

KC: Então, aos nove anos de idade... por que você se lembra dos nove anos de idade? O que aconteceu?

DO'F: Porque eu fui levado por uma temporada ao hospital local, o hospital aqui da Universidade de Kentucky. Eles fizeram algum tipo de procedimento que ninguém nunca foi realmente capaz de me explicar. Mesmo quando adulto, eu tentei obter os registros, e ninguém libera esses registros para mim. E, a partir daí, eu tive alguns anos comuns de criança, onde tudo parecia OK, muita atividade paranormal acontecendo e assim por diante, em seguida, aos 14 anos, aconteceu outra vez.

KC: Voltastes ao hospital?

DO'F: Não, as lembranças desaparecem.

KC: Ah, Ok, então, olhando para trás, basicamente você acha que foste treinado como um soldado durante esse tempo?

DO'F: Sim.

KC: Você poderia descrever alguns dos treinamentos para nós?

DO'F: A maneira mais fácil de fazer isso é voltar por um segundo.

KC: Claro.

DO'F: Imagine o Projeto Talento, as pessoas do Projeto Talento sendo enviadas à escola. Ok, quando estamos na escola somos todos ensinados da mesma maneira. Ok, foi assim que o treinamento de artes marciais foi iniciado. Tenho memórias vívidas de 15, 20 de nós em um grupo com os adultos e eles treinaram-nos como adultos. Não haviam luvas de crianças. Ok. Seis, sete, oito anos de idade e você apanha como gente grande. Quero dizer, te batem tremendamente, mas você aprende, ok.

KC:  Hum hum.

DO'F: Uma vez que você... e o treinamento paranormal também começou. Foi aí que eles começaram a separar quem é bom nisso, quem é bom naquilo, quem é que vai ser um soldado, quem vai ser um espião psíquico?

KC: Você tinha, nesta época, garantido, hum... como uma faixa preta em caratê?

DO'F: Mesmo depois eu continuei, fiz classes por mim mesmo, começei umas academias. Tenho o quinto grau preto agora, legitimamente, um quinto grau preto.

KC: No mundo real, por assim dizer?

DO'F: Certo, certo.

KC: Você também disse alguma coisa, em uma entrevista que eu li, que dizia algo sobre relembrar quando você começou a ensinar karatê. Isto foi como você ativou algumas memórias anteriores de tudo isso.

DO'F: Hum hum, certo. Houve um incidente em particular. Eu tenho um amigo meu que é um ex-boina dos fuzileiros navais. E ele era mais do que regular, ele viria e se exercitaria comigo quando estava em casa de licença ou qualquer coisa assim. E ele...  nós estavamos treinando uma noite e ele era um cara magro grande, você sabe, ele estava quererendo me derrubar sem suar. Então, nós estamos lutando e eu apliquei uma técnica que quando ele se levantou ele estava confuso e com raiva. "Onde você aprendeu isso?" Isso me tocou, eu não tinha idéia de onde eu aprendera isso? Ele disse que veio diretamente da fazenda. Tenho apenas 19 anos. Fazenda? De que você está falando? Fazenda de gado? Fazenda de porcos? Eu não tinha a menor idéia e ele disse do Centro de Treinamento da CIA, a Fazenda. Essas coisas começaram a se unir. Ok. E, quando eu realmente comecei a ter as memórias de volta, a cerca de 8 ou 9 anos atrás, foi quando tive um acidente de automóvel que rompeu três discos no meu pescoço. Quando finalmente fizeram a REM (Ressonância EletroMagnética), a REM não combinou com o implante craniano.

KC: Você achou isso?

DO'F: Em algum lugar, de alguma forma, tenho um implante craniano. Eu digo isso porque tenho isso no filme. Quando eles me colocaram no aparelho de ressonância magnética, quando foi ligado, quando começou a girar, OK.

KC: Certo.

DO'F: Imagine uma dor tremenda. Também imagine que você está lá e você vê milhares de telas de TV e elas aparecem todas de uma vez. Em cada uma dessas telas de TV há uma imagem. Cada imagem é uma memória e isso continuou vindo, vindo, vindo.

KC: Isso é incrível.

DO'F: Foi assim que eu comecei a ter memória total novamente.

KC: E agora, eu não sei se isso também está correto, você estava gritando e o aparelho explodiu?

DO'F: A máquina se incendiou. Isso foi o que me tirou dela. Porque eu estava lá apenas de cueca e com uma camisola de hospital sob minha cabeça gritando desesperadamente, eu percebi a fumaça ok, os técnicos aparecem, as enfermeiras aparecem e eles fazem de tudo para me tirarem de lá, usam os extintores de incêndio e assim por diante.

KC: Então, você ainda tem o implante craniano até hoje?

DO'F: Ele ainda está lá. Apenas, pelo que eu entendo, ele não está funcionando.

KC: O que o faz pensar que não está funcionando?

DO'F: Porque eu não fui mais usado. Eu não tive um período de bloqueio e fiquei fora por três ou quatro dias ou uma semana sem memória. Isso parou. Este é um centro morto, um centro morto no cérebro. Parece com um grão de arroz e é só um centro morto no cérebro. Está lá.

KC: Isso é pequeno?

DO'F: Isso é pequeno?

KC:  Uau.

DO'F: E eu verifiquei com fontes independentes e eles olham para isso e dizem: "Você tem um problema, que tem de ser removido. Cara, você vai morrer." Eu digo: "Não, tudo bem". Eu não lhes digo o que é. Eu só quero ter a opinião deles - ouvir o que eles têm a dizer. Eu não digo nada a menos que eu tenha a prova ou tenha alguém que esteja disposto a assinar um depoimento dizendo que eles estavam lá, viram isso, eles sabem. Se eu não tenho prova, eu direi: "Isto é o que eu penso".

KC: Ok. Então, de volta quando você era uma criança e foi ao hospital que você mencionou.

DO'F:  Hum hum.

KC: Você tinha alguma coisa, acontecendo no seu corpo, que eles mudaram nessa época? Você sabe o que aconteceu?

DO'F: Eu me lembro de passar por um procedimento, ok, e me lembro de acordar e da máquina, e isso seria em 1969, e lembro-me que a máquina era quase do tamanho desta mesa, veio com uma capa e eles estavam baixando-a sobre mim e começou a esquentar, eu não deveria acordar, eu deveria estar drogado. Bom, eu acordei no meio disso e eu lembro de ter dezenas de tubos de cada lado que foram plugados um de cada vez. Agora, o que aconteceu? Eu não sei.

KC: Você tinha força incomum ou foi, você sabe, você notou mudanças drásticas em sua perspectiva da realidade? Quero dizer, aos 14 isto, provavelmente, seria difícil de dizer. Mas, você sabe, com o passar do tempo, você acha que você se desenvolveu num ritmo diferente do que algumas outras crianças por causa de alguns desses procedimentos?

DO'F: Sim, acho que sim. Sempre fui mais forte, mais rápido, mais resistente do que qualquer um ao redor e isso é comum com todos nós que saímos desses projetos. Isso é parte da estrutura do super soldado. Eles querem que o super soldado seja apenas aquele super - além do normal, mais rápido, mais forte, mais resistente, tolerante a dor, etc, etc, assim por diante. Isso é o que eles querem.

KC: Então, você pode nos dizer quais habilidades você tem no auge de seu desempenho se você quiser chamá-lo assim? O que você acha que você foi capaz de fazer?

DO'F: Os físicos, sim, eu continuei. As habilidades paranormais - eu mantive algumas. As principais habilidades paranormais aparecem quando a personalidade alternativa aparece. Essa é uma das coisas que eles nos fizeram, nos deram personalidade alternativa. Nós fomos treinados na personalidade alternativa. Tenho testemunhas que me viram estourar sacos pesados com um soco. Não se deve ser capaz de fazer isso. Eu fui medido pela velocidade na potência do soco e coisas assim em Burlington, Wisconsin, em uma instalação que não está mais lá, que fazia todos os testes para o esporte profissional, para os times de futebol e similares. Minha potência do soco, nessa época, o meu peso era - 79 quilos.

KC: E, de quando nós estamos falando? Quantos anos ou em que ano, de modo geral?

DO'F: Em 1984, na primavera de 1984. E, o teste saiu como irreal. Minha potência no soco era mais pesada, mais forte do que a de um pugilista super pesado. Meu poder de chute e velocidade ainda eram mais do que isso. Meus chutes na perna direita eram de 193 quilômetros por hora. Minha potência de soco era bem mais de 2,5 a 270 quilograma-força por metro. Isso arrebenta blocos de concreto.

KC: Ok, agora em termos de sua capacidade psíquica, quais eram essas habilidades?

DO'F: Minhas principais habilidades psíquicas são as que mantive nesta personalidade, é ser capaz de entrar na mente de alguém, ser capaz de prever os eventos em tempo real, e quando digo entrar na mente de alguém, não significa ler a mente, ler os pensamentos, ouvir os pensamentos. É mais o que algumas pessoas com quem trabalho hoje chamam de figurar. Vemos imagens dos pensamentos. Algo como, você pode estar com sede e pensando num refrigerante. Olho para você e vejo uma lata de Pepsi. Isso é o que aconteceria. E, estes tipos de habilidades num guerreiro, num soldado ou num assassino, pense na vantagem que dá a essa pessoa.

KC: Então, você tem absoluta lembrança das vezes que você está na outra personalidade agora?

DO'F: Eu tenho testemunhas disso, sim. Você vê o que aconteceu, é que eu não devia me lembrar de nada agora. Ok.

KC: Eu imagino.

DO'F: As pessoas que começam a lembrar estão geralmente no final dos 50 anos e início dos 60. Ok, muito velhos para realmente fazerem qualquer coisa; mas não estou dizendo que 60 anos é velho, porém nesta sociedade, no momento em que você faz 60, 62, em qualquer lugar por aí, as pessoas o desconsideram.

KC: Então quantos anos você tem agora, porque eu não posso dizer?

DO'F: 46.  Tenho 46 anos.

KC:  Hum hum.

DO'F: Todo mundo diz: você não parece ter 46 anos, essa é uma das características que nós temos.

KC: A longevidade?

DO'F: É.

KC: Ok.

DO'F: A maioria das pessoas que começam a ter as lembranças de volta, quando elas têm as lembranças de volta ão as pessoas cujas personalidades começam a se fundir. Elas não são mais personalidade A, personalidade B. Elas começam a se unir. Então, quando todas estas outras lembranças começam a surgir misturando-se com as outras lembranças, elas ficam loucas.

KC: A maioria das pessoas?

DO'F: Sim. A maioria dessas pessoas cometem suicídio. Ok, quando não acabam em asilos.

Bill Ryan (BR): É possível, Duncan, que muitas dessas pessoas sejam programadas para se suicidar?

DO'F: Sim.

BR: Algo como auto-destruição, quando elas não são mais úteis?

DO'F: Sim.

KC: Então, você como que derrotou o sistema, num certo sentido?

DO'F: Sim.

KC: Você deve ter tido lutas. Então, o que faz seguir em frente? O que você acha que o permitiu continuar?

DO'F: Depois do acidente de carro, mudamos desta área. Mudamos para o interior de Nova Jersey. Eu nunca deveria levantar qualquer coisa com mais de dois quilos novamente. Eu  nunca deveria ser capaz de segurar os meus braços acima da minha cabeça novamente. Isso devido à gravidade do acidente. Duas horas da manhã eu estou sentado no meu apartamento, em Nova Jersey, e essa vozsinha surge, "Que m... é o seu problema? O que há de errado com você? Seu covarde. Você vai desistir? Você tem sido um lutador toda a sua vida? Levante-se e lute". Eu comecei a fazer flexões naquela noite. Um ano depois, eu estou bem.

KC: Então você, basicamente, auto curou a sua lesão?

DO'F: A lesão ainda está lá. Eu posso ir a um neurologista agora e deixá-lo fazer um raio-x e eles olham para mim e dizem que preciso de cirurgia imediatamente, mas me recuso a fazer. A dor ainda está lá. Eu vivo com dor 24/7 [todos os dias] e, novamente, se isso não tivesse acontecido comigo quando criança, sim, eu provavelmente teria que tomar pílulas para dor em uma base regular.

KC: Mas, você não está.

DO'F: Não tomo nada.

KC: Agora, estou curiosa, porque você tem essa tatuagem em seu braço. Na verdade, ela é bonita. Isto é algo que você fez no Vietnã?

DO'F: Não, isso, supostamente, ser uma espécie de um projeto meu.

KC: É mesmo.

DO'F: Isso, na verdade, foi algo que me veio em um sonho.

KC: Uau.

DO'F: E, eu o desenhei, e...

KC: É um dragão?

DO'F: É um dragão. Eu pedi a uma tatuadora para fazê-lo para mim e ficou como algo único por alguns anos e de repente comecei a vê-lo por aí. Ela tem o trabalho dela em um site. E, estou andando em um Wal-Mart do outro lado da rua, em toda parte, há seis meses e lá estava na capa do livro de romance. Idêntico.

KC: E você o desenhou?

DO'F: E eu o desenhei.

KC: Uau, legal. É muito bonito. Então, o que aconteceu no Vietnã, porque você tem uma estória realmente incrível sobre isso?

DO'F: Eu estive no Vietnã do Norte duas vezes, que eu saiba. Algumas dessas áreas ainda estão obscuras porque, como eu disse, eu continuo descobrindo mais coisas todos os dias.

KC: Ok.

DO'F: Uma vez quando eu tinha 12 anos de idade. Ok. Eu sei que as pessoas dizem que foi em 1972 que estive no Vietnã, isso foi em 1972. Na verdade, não foi no Vietnã, foi no Camboja. Não devíamos estar no Camboja. Uma equipe das forças especiais da marinha e uma equipe dos fuzileiros navais de reconhecimento foram encurralados pelo Khmer Rouge no Camboja. Eles chamaram reforços, alguém para ajudá-los. Estou te dizendo exatamente o que um capitão dos fuzileiros navais de reconhecimento e um capitão das forças especiais da marinha me disseram. Embora eu tenha minhas próprias lembranças disso, mas vejo do meu ponto de vista. Eu vou lhe contar, do ponto de vista deles. Um helicóptero preto, Huey, posou, 12 crianças saem do helicóptero. Sim, ainda existem algumas coisas... [está emocionado]

KC: Não há pressa. Temos todo o tempo do mundo. Sou capaz de compreender.

DO'F: Eu sei. Resumindo a estória...

[Longa pausa, muito emocionado agora]

Nós saimos do helicóptero, formamos um semi-círculo e todos demos as mãos. Havia...

KC: Eram todos meninos?

DO'F: Não. 

KC: Eram todos mais ou menos da mesma idade?

DO'F: Sim, eu era o mais velho.

KC: Então, todos estavam em torno dos doze anos?

DO'F: Em qualquer idade entre nove e doze anos. Eu era o líder da equipe. Demos as mãos, levantamos os braços e matamos todos eles.

KC: A quem vocês mataram?

DO'F: Todos os soldado do Khmer Rouge numa distância de 32 quilômetros.

KC: Como é que esses poderes foram capazes de alvejar o outro lado e não...?

DO'F: Eu não fui o... Eu era como uma bateria, mas não fui eu quem mirou o alvo.

KC: Você não disparou a sua energia? Você foi o concentrador da energia.

DO'F: Alguém fez a pontaria.

KC: Foram as crianças que fizeram a pontaria ou uma das crianças?

DO'F: Uma das crianças.

KC: Ah, sim, ok. Então, você conhecia as outras crianças?

DO'F: Eu conheço uma agora.

KC: Essa pessoa está disposta a se apresentar ou não?

DO'F: Não, essa não está.

KC: Elas estão mesmo conscientes de que são uma delas?

DO'F: Sim.

KC: É mesmo?

DO'F: É.

KC: Uau. Bom, nós realmente apreciamos que você esteja compartilhando isso conosco, porque isso obviamente é uma coisa enorme e as pessoas nunca gostam de falar sobre o lado negativo dos poderes da mente, mas obviamente isso é uma das aplicações e não há realmente nenhuma razão para escondê-lo.

DO'F: Não é que... É engraçado. Eu fiz um monte de coisas que não era a minha intenção, não foi minha decisão. Algumas delas causam uma resposta emocional, outros não. Algumas são meio que "e daí?" E algumas não tenho controle e passo por essa pequena emotividade, então, eu não tenho problema com isso. Eu não posso chorar quando quero. Acredite, eu tentei [ri]. Mas, do jeito que me foi explicado, faz sentido. Doze crianças, imagine doze baterias conectadas. Você tem uma bateria, você pode não sentir nada. Adicione duas, você tem um estremecimento. Adicione três, você tem uma queimadura. Adicionar doze e é eletrocutado. Isso é basicamente o que fizemos. Doze de nós ligados e conectados numa espécie de semi-círculo... começando do centro, porque eu estava no centro. Dessa forma [mostra com as mãos] ... para fora. Foi iso o que aconteceu.

KC: E isso foi algo que vocês foram, obviamente, treinados para fazer. Você tem alguma lembrança? Alguma coisa retorna dos seus treinadores?

DO'F: Lembra-se da senhora na loja de ferragens? Sim, ela foi uma figura de muito destaque quando eu era jovem. A próxima lembrança que tenho dela é de jaleco. E eu estou nesta casa. Foi me descrita como uma mansão, e eu tenho alguma idéia de onde é ou foi este lugar, mas não tenho provas. Há um... Eu estou em um corredor e hão azulejos verdes e brancos, simplesmente enormes, 30 x 30; destes azulejos de 30 x 30 no chão. Eu estou fazendo algo que todos nós que participamos disto fazemos da mesma forma. Nós não nos ajoelhamos ou coisa parecida - nos agachamos. Não faz sentido para alguns, mas de alguma forma faz para nós. Nos agachamos nas pontas dos pés com os braços soltos. É quase como um animal. A cerca de tres metros de distância eu tenho um balde pequeno de água. E o que eu estou fazendo é elevando o balde, tentando virá-lo e baixá-lo suavemente.

KC: Levantá-lo com a mente ou com as mãos?

DO'F: Correto, só com minha mente.

KC: Entendo.

DO'F: E o que eu estou fazendo é elevá-lo, virá-lo pela metade e ele está caindo. Não estou conseguindo isso e eu olho em volta e esta senhora está atrás de mim com uma prancheta tomando notas e tento obter uma resposta, tento ser gentil: "eu quase consegui, eu quase consegui", e ela basicamente apenas olha para baixo, resmunga e sai. Não havia nada de bom sobre nada disso.

KC: Então, você disse que esteve duas vezes no Vietnã, que você se lembre. Qual foi a segunda vez?

DO'F: Na segunda vez, tudo o que eu lembro é de ser abatido. Nós estávamos decolando em um Black Hawk. Sinto muito, não era um Black Hawk, isso foi um outro incidente. A Huey, e chegamos a cerca de tres metros do chão e fomos atingidos por fogo antiaéreo e caímos, este capitão dos serviços especiais da marinha de que falamos foi quem me puxou para fora do helicóptero.

KC: E esse cara é a testemunha que você disse que testemunhou o incidente no Vietnã com as crianças?

DO'F: Correto.

KC: E ele era o responsável? Onde ele estava naquele momento?

DO'F: A maneira mais fácil de falar sobre esse cara - Toda a família era da CIA. Ok. Ele foi um dos mais condecorados e teve um dos melhores recordes de matança no Vietnã. As habilidades dele como um franco-atirador eram inigualáveis. E, ao mesmo tempo, ele também era um capitão de barco, porque ele fez eu acho que cinco ou sete viagens ao Vietnã.

KC: Ele não estava confuso com como você estava?

DO'F: Ele tem algumas lembranças, mas não na mesma medida que eu ou alguns dos outros caras.

KC: Então, como vocês se encontraram?

DO'F: Quando eu comecei a ter minhas memórias de volta eu comecei a procurar por ele.

KC: Porque você se lembrava da idade de doze anos quem ele era?

DO'F: Sim. Lembrei-me do rosto dele e eu sabia que ele, sendo quem ele é, estaria em certos círculos e então comecei a frequentar esses círculos e finalmente o encontrei e nós nos reunimos para jantar em um cassino e começamos a trocar estórias e foi assim.

BR: Ele está disposto a gravar entrevista?

DO'F: Ele está, sim.

BR: Você o recomendaria?

DO'F: Sim, com certeza.

KC: Então, você pode nos contar um pouco mais? Eu imagino que você foi um observador remoto?

DO'F: Sim, mas não o melhor.

KC: Então você foi treinado fisicamente, você era mentalmente muito astuto. Qual foi o seu título? Em outras palavras, você disse que alguns eram espiões psíquicos e alguns eram guerreiros.

DO'F: O meu problema, e me foi dito isso por algumas pessoas entendidas disso, é que eu combato as habilidades psíquicas. Eu não as deixo fluir, eu luto com elas por qualquer razão eu mesmo as bloqueio. Por alguma razão eu as bloqueio. Eu me formei no Projeto Talento.

KC: Quantos anos você tinha?

DO'F: Isso foi do meio para o fim da adolescência. Eu me tornei um soldado, um soldado com habilidades psíquicas. Como eu disse, eu não era uma daquelas pessoas que poderiam dizer-lhe o que foi colocado no quarto escuro e o que algum político a 6.400 quilômetros de distância estava almoçando. Conheço algumas pessoas que podiam, mas eu não podia.

KC: Você conheceu Joseph McMoneagle?

DO'F: Esse nome faz soar um sino. Já me perguntaram isso antes, mas eu não posso dizer com certeza.

KC: Então, onde você estava baseado, você acha? Você não estava baseado em Kentucky.

DO'F: Não. Não. Eu tenho lembranças de estar em vários centros de treinamento diferentes. Eu sei que passei três anos em São Tomás, na ilha de São Tomás, nas Ilhas Virgens, e isso me foi confirmado a cerca de três anos atrás. Estou caminhando e vendo as pessoas ao redor e elas olham para mim dizendo que não me vêem desde que era uma criança.

KC: Eu acho que o que estou dizendo é que, depois que você treinou, onde eles o usaram? Você tem alguma idéia?

DO'F: Após 'Nam, eu tenho algumas lembranças vivas de alguns assassinatos que foram realizados. Tenho memórias de estar em bases militares e tive confirmação que eu estive na estação de Norfolk, Norfolk em Virgínia, por um homem de radar que servia lá quando eu estava numa equipe. E ele entrou em contato comigo, porque ele viu minha foto, e ele me disse coisas que de fato aconteceram e que eu achava que eram apenas sonhos/fantasias e ele estava me dizendo isso sem que eu lhe dizesse coisa alguma.

KC: Você foi um assassino?

DO'F: Sim, fui.

KC: Como você assassinou as pessoas e que tipo de pessoa você assassinaria? Você tem alguma idéia? Eram pessoas do tempo de guerra?

DO'F: Não.

KC: Eram americanos?

DO'F: Alguns, sim. Um, que me lembro vividamente porque foi o último, a última vez que eu fiz isso para o governo, estava em D.C. [capital dos E.U.A.] e eu dei três golpes no coração de um oficial de inteligência de alta patente.

KC: Você tem uma memória consciente disso?

DO'F: Desta, eu tenho. Eu nunca soube o nome dele. Deram-me uma fotografia, um alvo, hábitos. Faça o trabalho, só isso.

KC: Você se lembra de quaisquer operações que ocorrem em outros países?

DO'F: Sim, na França.

KC: Na França?

DO'F: Sim.

KC: Isso é interessante.

DO'F: Da lembrança viva que tenho e também me foi mostrado uma fotografia de mim, sentado num pequeno café perto da Torre Eiffel. Não tinha conhecimento naquela época de estar na França, mas o cara me mostrou uma foto em preto e branco de 8 x 10 e lá estou bebendo algo num copo com vapor saindo dele. Lembro-me de fazer um trabalho, mas eu não me lembro do que se tratava. A isca foi enviada e o que a mulher deveria fazer era tirar o cara do bar sem, preferivelmente, estar cônscio - embriagado, se possível, e meu trabalho era sequestrar, pegar, tirar as informações e exterminar. Lembro-me de fazer o sequestro, agarrá-lo e a memória desaparece aí.

KC: Ora, você deve ver filmes, certo?

DO'F: Não, eu não. Eu não posso.

KC: Há muita violência nos filmes, muitas cenas desse tipo de coisa, e me pergunto se isso pode desencadear algumas dessas memórias.

DO'F: Desencadeiam. Eu amo a luta livre. Na verdade, eu costumava incorporar técnicas de luta livre profissional em minhas aulas quando eu era um instrutor. Não é a violência em si. O último filme que tentei assistir dessa natureza foi A Identidade Bourne. Eu não cheguei ao meio dele. Apenas tive uma mudança total.

KC: Ok, você vê a sua personalidade mudando?

DO'F: Minha personalidade muda e que Deus ajude a quem quer que esteja assistindo o filme comigo, costumo levantar e ir embora. Filmes de Sci-Fi (ficção científica) não me incomodam, mas qualquer coisa relacionada as operações negras do governo, CIA, NSA, assassinatos encobertos, não posso assisti-los.

KC: Você tem alguma recordação de outros planetas? Eu sei que isso soa um pouco fora.

DO'F: Não, na verdade não. Há uma coisa que alguns de nós compartilhamos, que é um medo profundo e pavor do planeta Marte. Traga o planeta Marte para nós e é como assistir um desses filmes. Há algo sobre Marte que muda toda nossa postura nesse momento. Eu conheço uma pessoa que diz sem rodeios que é melhor deixar Marte em paz. Deixá-lo em paz.

KC: Qual o significado de deixá-lo em paz: não falar sobre ele ou não ir para lá?

DO'F: Para não ir, porque eles estão acordando algo.

KC:  Em Marte?

DO'F:  Hum hum.

KC: Você ainda é um médium?

DO'F: Claro.

KC: Então você deve ter alguns pensamentos ou associações com Marte. Você está disposto a falar sobre isso, porque eu sei que você disse que desenvolve, por vezes, dores de cabeça depois de algumas destas conversas, onde você revela e volta no tempo, em sua mente, a essas estórias.

DO'F: Eu estou tendo uma boa agora. Dores de cabeça fazem parte do condicionamento. É uma dor de cabeça falsa, é uma dor de cabeça programada.

KC: Eu gostaria de saber se você já viu algum equipamento especial?

DO'F: Sim, está nos subterrâneos.

KC: Você já viu qualquer determinado tipo de seres lá?

DO'F: Sim, eles estão em estase.

BR: Como uma espécie de hibernação artificial induzida?

DO'F: Sim [acenando com a cabeça], obrigado.

KC: Não são seres humanos que estão nesse estado?

DO'F: Não.

KC: São os seres?

DO'F: E eles são muito altos e têm traços longos.

KC: Eles se parecem com os egípcios?

DO'F: Sim. Um pouco.

KC: Você fala muito sobre raiva em recente entrevista que você deu no seu site?

DO'F: Sim.

KC: Você pode nos contar um pouco sobre isso, descrevê-la e dizer como você lida com isso?

DO'F: Em um momento foi pura raiva. Quando essas lembranças surgiram e eu sentei e comecei a reunir todas as coisas começando quando eu tinha 6 anos e tudo o que foi feito a mim, o que eu fui forçado a fazer, era pura raiva. Meu primeiro impulso foi ir para D.C. e criar muito caso. Ok. Bom, como diz o velho ditado, sou louco, mas não estúpido, e como lutador fui treinado para canalizar a raiva, não deixe sua raiva canalizar você e foi isso que eu comecei a fazer. Assim, em vez de ficar tão doido que eu não pudesse fazer nada, eu virei essa raiva em estar tão louco que eu quero fazer alguma coisa e eu fiquei assim.

KC: Então, é por isso que você começou a escrever livros?

DO'F: Não, na verdade eu comecei a escrever, como uma espécie de auto terapia apenas para por para fora; eu nunca escrevi nada e alguém leu algumas coisas e disse que era muito bom, você precisa continuar, assim fiz.

KC: Você tem um livro sendo lançado, não é mesmo?

DO'F: Sim, Deadly Awakening (Despertar Fatal). É sobre tudo o que temos falado aqui mais todas as estórias paralelas que não temos tempo de conversar. Supostamente será transformado em um filme e isso me pegou totalmente desprevenido.

KC: Bom, isso é maravilhoso, isso é muito emocionante.

BR: Em termos de contar a sua estória para um público maior, qual o resultado que você gostaria de ter disso?

DO'F: Eu gostaria de ver muita gente acordar, marchar para Washington, falar destes projetos e apontar as pessoas responsáveis. Não haverá ação coletiva. Não haverá acusação. Tudo bem, eu superei isso anos atrás. Todos os envolvidos precisam superar isso. Apenas responsabilizá-los e acabar com isso.

BR: Você acha que isso ainda está acontecendo hoje?

DO'F: Sim, com certeza, eu acredito.

BR: Você tem alguma idéia de como esses projetos continuam? Eles disseram que nos anos 60 haviam cerca de mil crianças e apenas umas 60 restaram?

DO'F: Em 1966 deveriam haver mil crianças capturadas que estavam no meu grupo. Restam apenas cerca de 20 agora. Eu acho que eu tenho que explicar. Fomos, na verdade, aos 6, 7 anos postos na defesa para sobrevivência. Nossas personalidades foram divididas. Qualquer criança normal, qualquer pessoa normal não faria as coisas que fizemos no estado normal das mentes delas. Então, eles tiveram que dividir nossas personalidades e eles tinham uma ficha limpa com a nova personalidade, não havia lógica ou propósito, nem certo nem errado, nenhum conceito tal que eles criaram o que eles queriam criar. Assim foi como eles separaram a minha personalidade.

Ora, eu não sei, eu tenho certeza que eles fizeram coisa idêntica com a outras pessoas, mas eu não conheço a verdade de cada um. Haviam diferentes técnicas para as diferentes crianças. Como descreveram para mim, quando eu era criança, diziam: "Estes são os seus tratamentos", quase uma terminologia médica. Imagine-se aos seis anos de idade... e o mais engraçado é que eu posso descrever isso com muito pouca emoção, porque isso aconteceu comigo e não é algo que eu fiz. Você está amarrado nu a uma cadeira de madeira, com os braços para fora assim [mostra os braços sobre a mesa], você está preso, aqui, aqui e aqui [braço, antebraço e pulso]. Seus dedos estão abertos e coisas são inseridas aqui [entre os dedos] para que você não possa fazer isso [movimenta as mãos e dedos sobre a mesa] e eu sei que vocês perceberam porque eu vi em suas mentes e vi nos seus olhos, eu tenho uma fobia sobre meus dedos.

O que eles fizeram foi inserir agulhas debaixo das unhas dos dedos. Isso já é muito ruim, imagine conectar essas agulhas a uma corrente elétrica e ligá-la. O afogamento simulado é onde você basicamente afoga a pessoa e a ressuscita várias vezes; no meu caso eles fizeram isso de duas maneiras, amarrarado a uma cadeira, pegaram uma mangueira de água e esguicharam em você até que você não possa respirar e então eles te trazem de volta e eu me lembro de ter minha cabeça mergulhada. É por isso que eu não nado.

KC: Agora, qual seria a finalidade disso?

DO'F: Para causar dor - dor intensa. O que acontece quando o corpo e o psíquico passa da quantidade de dor que ele pode tolerar, você perde a consciência, fica inconsciente, desmaia. Bom, os alemães trouxeram uma droga com eles. Uma vez injetada ela bloqueia os receptores. Você não pode desmaiar, você nem mesmo pode se forçar a desmaiar. Assim, uma vez que o psíquico chega a um ponto onde não aguenta mais, você tem duas escolhas: se separar em outra personalidade, para se salvar, ou morrer.

KC: Ok, eu entendo, quando a dor torna-se excessiva, o jeito de você ser capaz de sobreviver e permanecer junto mentalmente é, na verdade, indo para outro lugar?

DO'F: Exatamente.

KC: E você vai tão longe, em algum lugar, que você acaba, na verdade, criando uma outra personalidade?

DO'F: Isso mesmo, você cria um indivíduo totalmente separado, de onde eles podem puxar aquela personalidade alternativa e num segundo eu sou eu e no segundo seguinte eu sou outra pessoa. Agora, estou de volta a mim. É assim que eles te queriam.

KC: Você já viu o filme O Candidato da Manchúria?

DO'F: Não.

KC: Você nunca viu esse?

DO'F: Não.

KC: Ok, bom, se me refir a ele, você entenderá o que eu quero dizer?

DO'F: Sim. Eu sei o que o Candidato da Manchúria é, sim.

KC: Você sabe do que se trata, OK. É possível que você possa ser ativado por um telefonema hoje?

DO'F: A última vez que fiz um trabalho, foi assim que foi, eu recebi um telefonema no meio da noite. Se posso ser ativado agora? Eu não penso assim. Eles queimaram o chip.

KC: Ok, você acha que é um tom ou palavras? Você tem alguma idéia do que seja? É música?

DO'F: Eu acho que é uma combinação e eu acho que é mais do que um. Para abrir uma combinação de cofre você tem que ter uma combinação com mais do que um número, então eu acho que o que eles fizeram, eles configuraram... você tem que ter um sistema de controle, balanceamento e limite de segurança no caso de se estar assistindo TV e, de repente, se ouve a palavra correta ou o que quer que seja e se fica fora de si e se mata todo mundo e, então, você começa a ver isso acontecendo em todo lugar, tem que haver um mecanismo de proteção para evitar que isso aconteça, então eu sempre achei que é uma combinação de palavras, sons, números, o que for. O que aconteceu naquela  noite é que eu fui para a cama, minha esposa e eu estávamos na cama, o telefone toca, eu o pego e coloco no ouvido, não mais do que três segundos se passaram, eu desligo o telefone, levanto-me, visto-me e vou embora. Eu sumi por três dias e três noites, e naquele tempo morávamos exatamente a dezoito quilômetros do aeroporto que vocês passaram para vir aqui. Quando voltei, três dias mais tarde, haviam apenas 36 quilômetros adicionais no carro. Eu fui ao aeroporto.

KC: Mas, você não tem lembrança de onde você foi?

DO'F: Eu fui para Whashington, D.C. e fiz um trabalho que eliminou aquele indivíduo.

KC: Em que ano foi isso?

DO'F: 1985.

KC: Então, isso foi a um bom tempo atrás.

DO'F: Sim. E, aqui está algo que vou dizer a vocês que eu não queria colocar na fita. Estou sentado em um restaurante mexicano, um restaurante muito agradável de dois andares, e eu ouvi alguém rindo. Isso foi antes do presidente de agora ser o governador do Texas. Eu olho e lá estava George Junior sentado no bar com os guarda-costas do serviço secreto, bêbado como um gambá com o serviço secreto tentando convencê-lo a se acalmar. Assim, isso foi o que me acordou. Não me lembro de como cheguei lá... eu estou olhando ao redor e penso: Onde diabos eu estou, mas ainda, lá está ele e eu tive um impulso - matá-lo. Liquidar. E eu tinha uma arma no bolso. E por alguma razão eu lutei contra o impulso e eu não o matei.

KC: Em outras palavras, você se lembra quem ele é agora, mas você não sabia quem ele era?

DO'F: Naquele momento eu não tinha a menor idéia de quem ele era. Eu estava sentado lá, algum tempo depois, eu estou assistindo ao noticiário quando é dito que o governador Bush é candidato a Presidência, eu estou olhando para ele e pensando "Santo...".

BR: Isso foi antes dele se tornar presidente?

DO'F: Sim.

BR: Entendi.

DO'F: Anos antes.

BR: Então, nesse contexto, talvez faça mais sentido ainda?

DO'F: Sim, e isso o torna mais assustador.

KC: E sobre as bases subterrâneas? Você acha que já esteve em uma base subterrânea? Você já esteve em quaisquer bases subterrâneas?

DO'F: Eu sei onde há uma aqui nesse estado. Quando eu estava na metade para o final, mais para o fim da adolescência, que eu me lembre, a casa de fazenda em que vivíamos estava situada em um vale e haviam velhas estradas de madeireiras que passavam por todo o vale. Eu tive boas corridas de oito quilômetros subindo e descendo as montanhas em muito boas estradas. Haviam também algumas faixas de minas exauridas a sudeste de lá. Um dia eu estou correndo por ali e eu decidi descer o morro para dar um olhada ao redor. Assim que sinto as vibrações no chão, eu me abaixo e coloco minha orelha na terra, da maneira que meu avô me ensinou a fazer, e eu me levanto e essa vozsinha diz: "dá o fora daqui" e quando eu estou correndo de volta para o morro um helicóptero aterriza. Eu não voltei mais lá, mas alguns dias depois, duas coisas aconteceram ao mesmo tempo.

Meu pai tinha um amigo. O nome dele era Paul Preston. Paul Preston era alguém, e ainda é alguém, que eu eliminaria com hostilidade irracional. Eu não me importo de dizer isso. Quando eu tinha catorze anos nós estavamos nos preparando para trabalhar nos campos, tinhamos um adiantamento para a fazenda e eu estava trabalhando em um trator. Vivíamos a 1,6 quilômetros de distância da estrada de terra que ligava-se a estrada principal e eu podia sentir um veículo vindo pela estrada antes dele estar na metade do caminho de casa. Eu paro, olho para casa e posso ver um furgão prata acinzentado novinho parando na entrada da garagem, com uma antena UHF em cima. Nunca vi nada assim.

Novamente, isto é Kentucky em meados dos anos 70, ninguém tinha todo esse dinheiro, isso foi antes da grande mineração do carvão, antes da crise de energia, antes das pessoas fazerem vinte dólares por hora, as pessoas tinham sorte de fazer um salário mínimo. Ok. E esse cara sai do furgão e percebi que tinha placa do Texas. Eu tinha ouvido meu pai falar sobre esse cara, que eles eram amigos de infância e, em seguida, isto foi-me confirmado mais tarde, que eles estiveram juntos na CIA e que Paul Preston era chefe de estação em mais de uma área. Ele sai do furgão, me chama pelo nome. Eu nunca vi o cara antes, que seja do meu conhecimento, e nesse caso eu tive dois pensamentos, um foi de fugir, porque esse cara era má notícia, esse cara era perigoso, corre; o outro foi de eliminá-lo - matá-lo - antes que ele mate você. Eu tinha apenas 14 anos de idade, meu cabelo era maior do que é agora, meu pai sai da casa, eles apertam as mãos, tapinha nas costas, abraços e todo esse tipo de coisa.

O Sr. Preston olha para o meu pai, fica muito sério e diz: temos que conversar. O comportamento do meu pai muda, assim eles vão embora por cerca de 20 minutos e durante este tempo, eu pego a caixa de ferramentas, estou tentando consertar o trator, o arado, todo esse tipo de coisa. Vinte, trinta minutos depois, Paul Preston sai da casa, ele não fala comigo, assim, ele está de mau humor, entra no furgão e sai. Eu mal vi o meu pai o resto do dia porque é de manhã cedo, isso ainda está fresco. Você não quer estar perto dele pelo resto do dia, ele era um verdadeiro irlandês irritado.

Bom, naquela noite, minha mãe tinha o hábito de se sentar na varanda à noite e eu dormia no andar de cima. Ela entra, naquela noite, por cerca das dez ou onze horas, gritando para o meu pai que havia algo em cima da casa e quando ele saiu, a coisa tinha desaparecido e eu pude ouvir toda a conversa. Ela disse que era maior do que a casa, era redondo e tinha luzes em torno disso. Eu não sabia nada sobre OVNIs. Eu não sabia nada sobre isso. Eu sabia de agricultura, das artes marciais, eu sabia como lutar, seguir pistas, caçar, etc, etc... Eu não sabia nada sobre isso. Assim, na noite seguinte, isso aconteceu novamente.

No terceiro dia, algo aconteceu comigo. O tempo todo, eu trabalho e treino, trabalho e treino. Eu me exercitei mais do que eu jamais fiz antes. Penso que a razão para isso era para ir para a cama mais cedo, porque isso foi exatamente o que eu fiz, eu fui para a cama cedo. Naquela noite, eu vou para a cama, eu estava deitado, eu não sei por quanto tempo, mas eu sinto como se estivesse pegando fogo, foi assim que acordei, não consiguia me mexer. Tudo o que posso fazer é abrir os olhos, todo o andar de cima está cheio de luz e vejo uma silhueta bípede ao lado da cama. Eu posso ver uma cabeça, os braços, as pernas e é tudo; eu sei que está falando comigo, ele está me dizendo algo e a próxima coisa que percebo é meu pai sacudindo os meus ombros com os meus irmãos, porque eles viram a luz e pensaram que o andar de cima estava em chamas. Isso é tudo que eu lembro. Não me lembro de mais nada até que eu esteja quase com dezoito anos.

KC: O que significa sem lembranças desde os quatorze aos dezoito anos de idade?

DO'F: Certo. Eu não tirei minha carteira de motorista até que eu estivesse quase com dezoito anos. Devia tê-la quando eu tinha dezesseis anos. Eu não a tirei até que eu estivesse quase com dezoito anos, porque eu não estava por perto para tirá-la.

KC: Você se lembra com o que o ser se parecia além de dois braços, duas pernas?

DO'F: Isso é tudo que eu podia ver, um tronco, dois braços, duas pernas e uma cabeça, não uma cabeça em forma oval, mas uma cabeça em forma de cabeça, uma cabeça em forma normal. Eu estimaria cerca de 1,80 metro de altura, ele também era branco, mas uma sombra branca mais pálida do que o resto do quarto. Acho que tudo isso se encaixa, a visita de Paul Preston, a aeronave sobre a casa e eu partindo novamente, está tudo correlacionado.

KC: E a ira de seu pai, talvez?

DO'F: Sim, eu acho que ele pode ter pensado que, por qualquer razão, eu estava fora disso e por qualquer motivo Paul Preston veio aqui e disse que não. Eu não acho que ele tivesse uma escolha nisso. A única raiva que eu tinha de meus pais, era por não terem me dito algo, especialmente, depois que me tornei adulto e eu começo a ter lembranças e me pergunto o que aconteceu? Eu sei que isto não foi o que aconteceu, alguma coisa não estava certa. Eu acho que merecia mais do que a resposta "Não posso dizer-te" e depois sair. A primeira coisa que fiz quando eu comecei a relembrar foi começar a procurar os velhos amigos. E, pergunto por estes anos 73, 74, 75, onde estávamos, o que fazíamos? Tenho lembranças de fazer coisas e todos precisamente dizem: "estávamos fazendo isso". "Eu me lembro disso" e eles diriam: "Como é que você pode? Você não estava aqui!". E um cara chegou até a dizer: "Nós fomos até a fazenda buscá-lo, um dia, para ver se você queria sair por aí. Não o víamos há algum tempo e seu pai nos botou para correr." Aquelas eram as que tinha desses anos, elas eram lembranças falsas. As lembranças que eu tinha de acampamento, indo ao Diary Queen [uma rede de fast-food], vocês sabem, esse tipo de coisas foram implantadas.

KC: Você também diz no livro que um de seus braços está programado?

DO'F: O direito. Sim, o implante está bem aqui [aponta para a área da lâmina do ombro direito superior]. Eu sei que está lá por duas razões específicas; um: houve um cara que colocou um medidor sobre ele e foi detectado por isso e dois: isso coça, o que é? Eu o chamo de um potenciador que aumenta a força física e a velocidade, hão como que fios que correm para os dedos e é só neste ombro, não é em todo o corpo. Esta é a mão e o braço que eu uso para estourar muitos sacos pesados.

De fato, houve um incidente em que eu peguei um cara, que era uns bons 18 quilos mais pesado do que eu, e o levantei em pleno ar, quando eu percebi o que eu tinha feito, simplesmente, soltei. Não conheço a ciência associada com isso, realmente não sei; mas sei que está vinculado ao cenário de ataque-fuga, quando há perigo isso entra em ação, se se sente ameaçado isso entra em ação. A explosão de energia, sim, isso me assustou quando aconteceu. Eu tinha um emprego em Lexington, na época, o local era chamado de A Cozinha Comunitária. Não era uma cozinha. Era uma instalação para os sem teto, indigentes, esse tipo de gente.

Tínhamos consultórios médico, escritórios de serviço social, chuveiros, roupas, tudo isso; mas também era um paraíso para os traficantes, usuários de drogas, abusadores, estupradores, assassinos, o que imaginares, todos iam para lá. Nós poderíamos ter tido de sessenta a uma centena de pessoas na unidade de uma só vez e eu era o chefe de segurança e nós tivemos uma luta que começou e não era nada sério. Nós tínhamos três ou quatro lutas por dia, OK. Mas tivemos duas meninas brigando. Elas lutam pior que os homens, OK. Meu parceiro subjugou uma e eu mantinha a outra no chão e quando eu digo que a mantinha no chão, eu apenas sentei no chão com um braço no ombro dela. Ela estava rindo disso.

A próxima coisa que notei, eu olho para cima e vejo este homem muito grande de pé, acima de mim e ele tem três ou quatro amigos com ele e ele está dando essa ordem: "Eu estou dando-lhe um tempo para você largá-la ou eu vou fazer isso". Bom, me liguei, eu estou no chão, olho e vejo que estou em desvantagem numérica, desarmado. Eu mudo. Normalmente eu teria apenas rolado para fora do caminho, me levantado, começado a xingar ele e jogado ele porta a fora; mas não, eu levantei e bati nele e as testemunhas disseram que eu não o atingi uma, mas doze vezes em questão de segundo.

Eu quebrei o pescoço dele. O pescoço era tão grosso quanto as minhas pernas e o pescoço foi estalado. Bom, quando isso aconteceu, toda a instalação veio abaixo. Metade deles vinham contra mim e meu parceiro e a outra metade usou isso como desculpa para atacar quem eles não gostavam, e é nessa situação que algo acontece que não posso explicar. Foi como se eu pisasse fora do espaço e do tempo, tudo ficou preto e branco, tudo ficou em câmera lenta. É como se eu tivesse todo o tempo do mundo para ir do ponto A ao ponto B, porque esses caras não se moviam, OK. E é como se eu estou apenas passando, pow, pow, pow, os caras caindo e então eu fui agarrado.

Este cara me pega pelo pescoço e eu bati de lado e joguei minhas mãos com as palma para baixo, apenas as joguei no chão e gritei dentro da minha mente. O cara voou para cima e para trás. Eu nunca toquei nele. Quando isso aconteceu, a luta inteira terminou. Eu estava de pé e olhava ao redor, de repente, estou ciente de que todo mundo me olhava; em algum momento, durante esta luta, os policiais foram chamados. Então, aí vem a polícia, as ambulâncias, os paramédicos e eu conversei com um dos policiais para apresentar um relatório. A metade deles é levada para o hospital, a outra metade é mandada para fora, alguns são levados para a cadeia. E eu fui ao bar mais próximo que pude encontrar, sentei-me lá porque não sabia o que fazer. Eu sabia que algo tinha acontecido. Eu sabia que era real, porque as pessoas vinham a mim e perguntavam: "O que você fez?" "Como você fez isso?" Eu não tenho resposta para você. Eu não sei.

KC: Em que ano isso aconteceu?

DO'F: Em 1989 ou 1990. Eu tento... Eu tive tantos empregos, durante esse tempo, durante esses anos, que é outra coisa que me foi dito que é um indicativo dos que vieram dessas operações negras. Sei, por experiência pessoal, que estaríamos num dos melhores lugares por alguns meses e depois, de repente, um chefe ou supervisor viria e encontraria algo de errado e éramos despedidos. O que eu descobri ao longo dos anos, é que não é só comigo. Eles querem mantê-lo um degrau abaixo do nível da pobreza, manter a sua mente ocupada com outras coisas.

KC: Certo, sobrevivência, a sobrevivência diária, tal que você não possa se aprofundar nesses tipos de memórias.

DO'F: E, há ainda outra razão para isso, e isso me foi dito por mais de uma pessoa. Quem escuta alguém que é pobre? Todo mundo ouve quem é rico e acho que esses dois se completam nisso.

BR: Há um incidente que você também relatou no qual você descreveu uma espécie de evento de teletransporte pessoal onde você atravessou uma parede e você tinha uma testemunha.

DO'F: Sim, com certeza.

BR: O que você lembra disso?

DO'F: Eu fico assustado cada vez que penso nisso. Foi numa casa em Oklahoma e eu estava ajudando uma amiga na mudança e estava em um quarto e ela estava na cozinha. Para mim, ir do quarto a porta da frente implicaria em ir para baixo, atravessar, para baixo, atravessar, de forma muito ondulada. Bom, como eu disse, ela estava na cozinha, uma linha reta, cozinha, sala, porta de entrada, sem porta nem parede no caminho. Bom, ela estava lendo e fazendo as coisas na cozinha e eu estou adormecido, o filho mais novo dela acorda gritando e vai para a porta da frente tentando sair. É 2 ou 3 horas da manhã. Ela pula e começa a correr para pegá-lo. Eu ouço o grito, me lembro de me levantar em um ombro, na mente vejo o garoto chegar até a porta, sair pela porta. Ela disse que eu atravessei a parede em frente a ela e tudo que ela pode fazer foi parar e dizer: UAU. E, eu acho que o quer que eu fiz... se eu congelasse dentro dessa parede, isso seria divertido.

Meu avô, o pai da minha mãe, era um Cherokee genuíno e ele me deu o nome de pena cinza e eu lhe perguntei uma vez, eu disse: "Vô, o que significa pena cinza?" e ele disse: "Eu era um homem no meio" e ele tinha um sotaque, perguntei o que ele queria dizer e ele disse: "Você anda entre os mundos", e isso foi antes de eu saber qualquer coisa sobre qualquer coisa. Vi o 11/09/2001 duas semanas antes de acontecer. O coloquei em alguns quadros de avisos na internet e me ridicularizaram. Eu morava em Delaware, nessa época, bem na costa leste, podia ir a pé para praia. Eu tinha uma viagem planejada para Boston, dois dias antes da viagem, porque íamos dirigindo, recebo um telefonema e é a voz metálica digitalizada e ela diz: "Adie a viagem por dois dias e mais ou menos um dia se aqui ou lá, haverá algo grande em Nova York e você não quer ficar preso nisso".

KC: Então, houveram outras premonições que ainda não se tornaram realidade?

DO'F: Sim, eu vi este país quase dividido ao meio, quero dizer fisicamente dividido ao meio. Mais uma vez, eu morava em Delaware e eu apenas deitei, foi um daqueles momentos em que um minuto estou aqui e no outro eu estou lá, e eu estou lá olhando para os Estados Unidos. Isso foi antes que eu soubesse sobre o supervulcão e tudo isto e aquilo; mas vi que a área vindo do Canadá e indo direto até o México, toda a parte ocidental do país se separou do resto dos Estados Unidos e o que vejo é algo como um rio de fogo vindo em linha reta.

KC: E você tem uma linha de tempo para isso?

DO'F: Em breve, muito em breve.

KC: Então, você está fazendo planos para você e sua família por causa do que você está sonhando ou vendo?

DO'F: Sim.

KC: Você está procurando um lugar seguro?

DO'F: Não há realmente um lugar seguro. A melhor preparação que eu conheço é o de se ser capaz de ser móvel. Não há um lugar seguro. Comecei a ir à público quando eu morava em Delaware, após um  atentado contra minha vida.

KC: Quando foi isso aproximadamente?

DO'F: Por volta de 2002. Haviam outras coisas que aconteceram, mas nada que fizesse qualquer sentido. Agora, faz sentido. Eu fui dar uma corrida e era inverno e ouço uma motocicleta. Motocicleta? Você já esteve na costa leste no inverno quando o vento sopra? É frígido. Eu estou correndo e ouço uma motocicleta e fico de orelha em pé, o cabelo começa a ficar em pé e diminuo a velocidade da corrida e vejo a moto, moto toda preta, sem insígnias, apenas puro preto, duas pessoas vestidas de preto com máscaras pretas opacas. Eu estou indo por esse caminho e eles estão vindo por esse caminho [mostra direções opostas no mesmo caminho].

Esta coisa está tão lenta, eu fico imaginando como pode estar de pé, e como ela vem na minha direção, eu começo a avaliar as possibilidades, estou usando pesos no tornozelo e no pulso, OK. Estou a espera de ver uma arma, assim, estou pensando: isso está vindo, vão dar tiro, vou rolar, chutar a roda traseira, para tentar ter uma vantagem. O cara abre o casaco, põe a mão dentro do casaco - este é o carona. Tudo o que vejo são dois dedos, ele os aponta para mim e faz assim [disparo de arma sinalizado com a mão] e volta. Penso isso é apenas um aviso, OK, e eles lentamente vão pela estrada para a rodovia rumo ao norte. Eu não dei dez passos, eu tive que vomitar, bile, tudo; eu tive que rastejar para casa, fiquei doente por três dias, finalmente, fui ao médico e ele disse que eu tive algum tipo de infecção viral desconhecida. Ele atirarou em mim... apenas não com uma arma.

Metade das pessoas que ouve o que tenho a dizer olha para isso e diz que é um monte de asneiras. Isso é muita conversa fiada, não há como isto pudesse acontecer, etc, etc, etc... Bom, eu darei uma resposta que dei a um indivíduo em um programa de rádio numa noite. Eu gostaria que fosse verdade, eu adoraria poder tomar um comprimido todos os dias e ter uma vida agradável, mas não posso, porque isso aconteceu e eu não tenho toda a estória por mim mesmo e talvez eu nunca tenha. O que aconteceu comigo, falei sobre a dupla personalidade, isso foi apenas a ponta do iceberg, OK. Lembrei-me das agressões, sendo jogado nu numa geladeira, numa geladeira do tamanho de uma sala, porque eu não conseguia acertar alguma coisa, porém não apenas eu, mas todos nós neste grupo em particular e este tipo de coisa não deveria ter acontecido.

Nós nos consideramos uma sociedade civilizada e livre. Não há nada de civilizado nisso, não há nada de livre nisso. Há força em números. Eu gostaria de ver, eu quero dizer, faça me o favor, você tem uma marcha de um milhão de pessoas em Washington unidas por alguém de quem o governo zombou. Por que não poderíamos fazer a mesma coisa? Essa coisa tem que parar. Vocês sabem, as pessoas, como eu disse, nós somos supostos viver em uma sociedade civilizada e livre. Nós não vivemos. Quando eles podem entrar e levá-lo enquanto criança, transformá-lo em um assassino e usar e abusar de você, e quando eles não precisam mais o jogam no lixo e você perguntou antes qual é a única coisa que eu gostaria que resultasse deste e de todos os filmes/vídeos subsequentes ou o que seja.

Eu quero sentar em uma cadeira como essa, em Washington, D.C., em frente ao Senado e exigir respostas.

Eu faria isso num piscar de olhos. Eu não sou tímido.


Clique aqui ou aqui para ver o vídeo em inglês.




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Bill Ryan

bill@projectavalon.net


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