Jim Marrs:
Transcrição da Entrevista
Jim Marrs : O Surgimento do Quarto Reich na
América
Laughlin, Nevada, fevereiro de 2009
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Introdução
Jim Marrs (JM): ... e foi no caminho para a impressora,
então alguém em algum lugar apenas disse: "Não".
E isso parou.
Bill Ryan (BR): Tenho uma informação fora da
gravação para você, Jim, que podemos lhe dar em conversa
privada, se você quiser.
JM: OK.
BR: Eu o tenho por escrito de Kit Green - que o
programa de visão remota não foi cancelado, apenas passou
à clandestinidade...
JM: É.
BR: ... com o uso de drogas, hipnose e eletrônica.
Eu tenho isso por escrito. Mas talvez isso seja notícia
velha.
Kerry Cassidy (KC): Isso não é novidade para o Jim ...!
JM: O que é bárbaro é, eu vou te dizer, essa é minha
opinião, se você for perguntar a alguém no governo: "Você
tem uma unidade de visão remota?" Eles vão dizer:
"Não". E, tecnicamente, eu acho que eles estão
dizendo a verdade. Porque quando você diz que passou à
clandestinidade, o que eles fizeram foi: eles espalharam
essa unidade por toda parte. Portanto, todas essas
diversas organizações, tais como Navy SEALS
(forças de operações especiais da marinha americana), os
Army Rangers (forças de elite do exército americano) e a
DEA (Força Administrativa de Narcóticos que é um órgão
da polícia federal do Departamento de Justiça americano)
e etcetera, todos elas têm os videntes remoto.
BR: Hum hum.
KC: É isso mesmo.
JM: Mas não é... eles não são... Eles não têm um
conjunto, sabem, um programa oficial de videntes
remotos, eles simplesmente mesclaram todos os videntes
remotos em todas as organizações.
Início da entrevista
KC: Este é o Projeto Camelot - Kerry Cassidy e Bill
Ryan - nós estamos aqui com Jim Marrs. Ele é um escritor
muito conhecido; investigador muito consistente. Ele
escreveu vários livros muito conhecidos, livros de muito
sucesso: Crossfire (Fogo Cruzado) e Ruled
by Secrecy (Regido pelo Sigilo) e
Alien Agenda (Agenda Alienígena)
e The Rise of the Fourth Reich (O Surgimento do
Quarto Reich).
Na verdade estamos aqui para falar com Jim sobre o
livro O Surgimento do Quarto Reich.
[Falando diretamente com Jim] Vamos nos concentrar nessa
área, mas queremos falar sobre tudo, porque eu sei que
os segredos da visão remota é algo com que você está
muito, muito familiarizado, e...
Você cobriu toda a gama - é realmente incrível - e o
fez de uma forma muito coerente. Está muito
compreensível. Acho que ninguém pode ler um dos seus
livros e dizer: "Bom, isso é a coisa mais bizarra
que eu já ouvi, não é verdade". Eu acho que,
basicamente, você fundamenta tudo o que você diz. Você
era um jornalista originalmente, não é mesmo?
JM: Ainda sou. [Ri]
KC: Ok. Ainda está trabalhando, um jornalista que
trabalhava...
JM: Certo.
KC: ... nos livros, e...
JM: Infelizmente não há mais revistas reais por aí; [ri]
só sistemas corporativos de distribuição de
publicidade.
KC: Certo, completamente. E, basicamente, você também é
considerado uma espécie de especialista sobre o
assassinato de Kennedy, não é?
JM: Bom, foi aí que eu ganhei minha experiência como
um jornalista, trabalhando em Dallas, na área de Fort
Worth, lá pelos anos 60.
KC: Impressionante. Então, você também está circulando,
você fala em várias conferências e nós estamos aqui,
hoje, em Laughlin - onde está sendo realizado o
Congresso sobre OVNI - e você acabou de dar uma palestra
maravilhosa.
Então, o que nós queremos fazer é falar sobre para onde
vai a América no seu ponto de vista, obter algum pano
fundo - o cenário, os nazistas e assim por diante - e o
que você relatou em seu mais novo livro. Então,
também, dar uma ginada e conversar um pouco sobre os
OVNIs, o sigilo, e o que pode acontecer no futuro.
BR: Eu tenho a minha pergunta, que eu poderia
adicionar como um complemento, ela é: por que alguém
estaria falando sobre O Surgimento do Quarto Reich
em uma conferência sobre OVNI? Que tal essa pergunta?
JM: [Ri]
KC: Bom, ok; tenho que dizer que agora vivemos em
tempos interessantes, que estão trazendo esse
questionamento que eu acho que é... não apenas a loucura
do OVNI, mas aficcionados políticos, o homem na rua,
todo mundo agora está questionando a própria realidade,
eu acho...
JM: Eu acho que...
KC: ... e por que é que está acontecendo nos Estados
Unidos o que está acontecendo.
JM: Acho que você está absolutamente correta. Por
causa da economia em ruínas e porque muitas pessoas
estão acordando e percebendo que não importa se
votarem em um democrata ou republicano, parece que
eles optam pelos mesmos programas socialistas, eles
começam a perceber que existe um paradigma totalmente
diferente do que é retratado nos meios de comunicação
corporativos.
Assim, a questão é: por que eu estou falando sobre O
Quarto Reich num Congresso de OVNI? Acho que a
resposta é: porque as pessoas que desconsideram o
assunto dos OVNIs e que apenas descrevem isso como uma
fantasia e loucura total, elas nunca, nunca, serão
capazes de descobrir o que está realmente acontecendo
no mundo, porque estão jogando fora um grande pedaço
do quebra-cabeça. Tudo isso faz parte do mesmo grande
mosaico e se tem que colocar todos esses pedaços
juntos para descobrir o que está acontecendo.
Assim como, "por exemplo": Eu realmente acredito que
uma das principais razões para a nossa invasão
precipitada ao Iraque foi para ter um caminho mais
curto para Bagdá, e usar um cenário de rebelião como
uma desculpa, num esforço muito concentrado para
saquear o museu Nacional iraquiano. Do que eles
estavam atrás? Eles estavam atrás de artefatos
recém-descobertos, tábuas, pergaminhos e etecetera,
que foram encontrados nas antigas cidades sumérias de
Uruk e alguns outros lugares, por equipes
arqueológicas francesas e alemãs - curiosamente, os
dois países que estavam se opondo grandemente à nossa
entrada no Iraque.
O que foi tirado? Muito possivelmente, o
conhecimento da antiga tecnologia de manipulação de
energia. Isso envolve anti-gravidade e um monte de
tecnologias estranhas e exóticas das quais a ciência
convencional zombaria. Mas, então, quando realmente se
estuda a questão, se descobre que essas tecnologias
têm sido usadas, pelo menos, desde a Segunda Guerra
Mundial e foram mantidas no âmbito de programas de
classificação ultra-secretos desde então, porque esta
é a nossa tecnologia de ponta.
Assim, se pode ver como tudo se liga; a história
antiga, os OVNIs, as sociedades secretas, o governo
mundial. É tudo parte da mesma bola de cera grande, e
se se não recuar e ter essa visão ampla e se estudar
uma grande variedade de tópicos, nunca se descobrirá o
que está acontecendo.
BR: Isso é algo que Bill Cooper disse, eu me
lembro, numa das muitas palestras famosas que ele deu em
1989 ou 1990 - talvez você se lembre - ele disse: "Se
você não incluir OVNIs neste quebra-cabeça, você nunca
vai entender do que se tratam todos os acontecimentos
geopolíticos modernos.
KC: Não estamos falando também sobre os portais
estelares e, sabem, porque, quando se entra em energia
livre, se entra - pelo que entendi - em vórtices, e se
entrará na possibilidade de existir um portão estelar no
Iraque e, assim, eles podem estar encobrindo isso.
Depois você entra no Anunnaki, e... então se está em
alienígenas ou ETs, como quer que seja que você os
queira chamar. Você passou por esse caminho?
JM: Bom, com certeza. Quando se segue as provas,
isso é onde isto te conduz. Nós mencionamos a
possibilidade de um portão estelar ou algum tipo de
portal dimensional no Iraque, sabem, isto me leva de
volta à Bíblia e à história do rei Nabucodonosor. Ele
construiu essa estrutura de ouro, o que eles traduzem
como uma fornalha ardente, mas, obviamente, era outra
coisa porque as pessoas entravam e saíam disso.
Claro que, quando o povo dele entrava, eles tendiam
a desmaiar e morrer, o que me diz que era algum tipo
de um campo de energia. Então, ele chamou três
sacerdotes hebreus e disse-lhes para fazê-lo funcionar
e colocá-los lá dentro. E, eis que, eventualmente,
haviam quatro pessoas. Assim, três entraram e quatro [ri]
sairam, então, obviamente, eles estavam abrindo uma
espécie de portal, ou uma passagem.
KC: Uau. Isso é muito interessante. Então, onde você
quer nos levar com isso? Porque eu sei que há todo um
movimento em seu discurso, onde você fala sobre o maná
do céu, o ouro monocromático, monotônic... como você diz
isso?
JM: O... [ri] É um único átomo de ouro, monoatômico...
ouro monoatômico.
KC: OK.
JM: Orbitalmente reorganizado ouro monoatômico.
Elementos com um único átomo. Isso, por sinal, não é
nada disso é apenas ultrajante e inédito, porque o
ouro monoatômico, a prata, os metais pesados - eles
estão em tudo. Eles estão na água, eles estão nos
alimentos, nós os ingerímos. Isso é apenas outra coisa
- uma outra camada da nossa existência material em 3-D
- que não tínhamos conhecimento antes dos anos 70 e
80. Mas, então, isso não é nada novo. Volte uma
centena de anos, eles não estavam cientes dos átomos.
Então, sabem, nós estamos aprendendo.
Acho que a coisa é, e a razão da necessidade de
olharmos essas coisas exóticas e a questão dos ETs, é
porque eu acho que estamos em um processo de
condicionamento que, sim, pode haver vida no espaço
exterior e isto apresenta um perigo. Porque eu sei e
vi os documentos do governo. Hão planos. Planos de
contingência e arquivos do governo que, em algum
momento, quando eles não puderem fazer a lista de
inimigos internacional, é quando eles...
Sabem, num período, de volta ao início do século XX,
foi a conspiração judaica internacional. Bom, isso
acabou. Depois, houve a conspiração comunista
internacional e depois isso acabou. Agora é a
conspiração terrorista internacional. E, ainda, se se
parar e pensar sobre isso, porque devemos acreditar
que isso é real, quando eles não fazem nada para
proteger as fronteiras dos Estados Unidos? Então, isso
também é uma farsa e quando isso começar a desmoronar,
então - de acordo com fontes autoritárias - a próxima
coisa será uma ameaça vinda do espaço, como Ronald
Reagan nos advertiu em seu discurso às Nações Unidas.
Portanto, se não se quer ser assustado e
impressionado por esta ameaça falsa do espaço, então
estude o assunto OVNI e se descobrirá a verdade sobre
o isso. Então, quando eles disserem: "Ah, não,
realmente, existem alienígenas e eles estão vindo
para comê-lo e se tem que desistir de todo o resto
das suas liberdades para que possamos protegê-los,
você pode dizer: "Não, eu não acredito nisso"".
KC: Certo, com certeza. Assim, através da visão
remota... Você se tornou um observador remoto, não é
mesmo?
JM: Eu tenho... Em meu estudo da visão remota, eu
participei em alguns estudos de visualização remota e,
em alguns testes, interessantes o suficiente, me saí
muito bem [ri].
KC: Não estou surpresa, porque você tem uma grande
objetividade na maneira como você considera diferentes
tópicos e pelo que entendi - também estudei um pouco de
visão remota - e entendo que isso realmente necessita de
um olhar imparcial do que está, sabes, do outro lado,
por assim dizer.
JM: Fiquei surpreso ao descobrir que me saí tão bem
na visão remota. Mas, então, quando penso sobre isso,
realmente, não foi tão surpreendente, pois como um
repórter e um jornalista, eu tinha muito cedo
aprendido a confiar um pouco na minha intuição...
KC: Você tem que.
JM: ... e minha intuição raramente me decepcionou.
Isso é, naturalmente, isso entra no sinal psíquico
suave que está no coração da experiência de
visualização remota.
KC: Com certeza. Então, onde você vai com isso? Tanto
quanto usando isso no que você está... você está indo
por este caminho, você está investigando a conexão
nazista por trás do nosso governo e o que está
acontecendo agora na América e... Então, como a
visualização remota o ajuda nessa jornada?
JM: Bom, é [ri], na verdade, não muito, o que
é surpreendente e, provavelmente, muito estúpido. Mas
é como, sabem, eu sei que deveria praticar muito mais
do que faço, mas eu não o faço, porque estou muito
ocupado fazendo outras coisas, e é a mesma coisa com a
visão remota. Eu, provavelmente, deveria sentar-me,
pelo menos uma vez por dia, e tentar manter a minha
habilidade de visão remota afiada como o fio da
navalha, mas não faço, [ri] porque...
KC: Mas você está usando a sua intuição, certo?
JM: Right.
KC: Em suas investigações...
JM: Ela me ajudou até mesmo a aprender a ter mais
confiança na minha intuição.
KC: Certo. Então, agora, para onde estamos indo como um
país e por quê?
JM: Os Estados Unidos sempre foi - pelo menos, foi
tentado ser - dominado por uma elite rica, isso vem de
muito longe. Alexander Hamilton e os amigos ricos
dele, queriam governar o país, porque achavam que os
ricos sabiam como lidar com as coisas e, de alguma
forma, tinham mais bom senso do que os demais. Então,
isso não é nada novo e isso resultou em que os Estados
Unidos sempre tivesse uma tendência conservadora. Isso
está OK também, porque especialmente, quando se tem um
grande país com... cheio de recursos, todos
prosperando e, sabem, se quer... vamos conservar o que
temos.
Então, não há nada de intrinsecamente errado com
isso. Mas, infelizmente, com o influxo do socialismo
nacional - que na língua alemã é o acrônimo do que é
NAZISTA - com a chegada dos nazistas após a Segunda
Guerra Mundial, sendo ajudado, instigado e financiado
por financistas de Wall Street e pelas pessoas que se
consideram globalistas, eles não têm nenhum interesse
em particular nos Estados Unidos, por si só, eles
querem tentar governar o mundo.
Primeiro através do complexo militar industrial,
depois nas indústrias de defesa, depois academicamente
e depois em outras profissões, este socialismo
nacional tem cavado seu caminho para os Estados
Unidos desde a Segunda Guerra Mundial. Isso realmente
veio à tona quando George Herbert Walker Bush se
tornou presidente - cujo avô foi realmente processado
pelo Governo Federal dos Estados Unidos no final de
1942, por ser um dos principais financiadores de
Hitler e dos nazistas - e, em seguida, o filho, George
W.
Durante os oito anos da administração de George W.
vimos a ascensão e o domínio dos Neo-Cons, ou
Neo-conservadores, que nada menos é do que apenas
outro nome para o Socialismo Nacional. Então, vimos o
país inteiro tender para a direita; para o fascismo. E
porque o fascismo é definido como a mistura do Estado
e do poder corporativo, não acho que exista alguém que
possa argumentar que isso não é o caso nos Estados
Unidos de hoje.
A grande diferença é, na Alemanha nazista, o Estado
assumiu o controle sobre as corporações, e foi essa
combinação que criou esse estado fascista; na América
moderna, temos as empresas ganhando controle sobre o
estado através de lobistas, através de pactos e
através dos grupos que... eles agora controlam o
governo. Mas o resultado final é o mesmo, uma mistura
de poder corporativo e estadual, que é fascismo.
Agora, após oito anos de fascismo, as pessoas
começaram a se irritar. Mesmo as pessoas que pensavam
que realmente queriam apoiar George W. Bush, porque
ele disse as coisas certas e se começa a perceber que
tudo o que ele estava fazendo era empurrar programas
socialistas e travando guerras agressivas sem
fundamento. Tal que houve um retrocesso e, agora,
mudamos de socialismo nacional para socialismo
marxista, sob Barack Obama.
Mas nada realmente mudou, porque na administração de
W. Bush todas as pessoas importantes eram membros do
secreto Conselho de Relações Exteriores, que dominou a
política externa dos EUA desde antes da Segunda Guerra
Mundial e foi criado com o propósito expresso de criar
um governo mundial. Sob a administração de Barack
Obama, descobrimos que todos os membros chaves do
gabinete dele, todos são membros do Conselho de
Relações Exteriores. Assim, a mesma elite secreta de
ricos, ainda está governando este país, só que agora
sob o disfarce de socialismo marxista.
Após quatro anos de socialismo marxista e do,
provavelmente, presente colapso da economia dos EUA,
então, todos vamos ser iludidos a aceitar um novo
ditador - um novo Führer - enquanto as pessoas estão
em pânico, por causa da economia e dos programas
sociais, elas reconsiderarão e votarão num ditador.
Esta é a mesma metodologia que foi usada na Alemanha
pré-guerra; pelas mesmas pessoas.
KC: Ok. Bom, coloque a energia livre nesse cenário e o
que você percebe? Porque vemos a destruição da economia
americana, na realidade, vemos a economia mundial
despencando. Mas onde é que a energia livre se encaixa
neste quebra-cabeça, assim dizendo, e certamente ela
existe em Projetos Negros/Secretos, como sabemos e
documentamos em vários vídeos com várias pessoas.
Sei que você está envolvido no trabalho do Gordon Novel
e no Projeto RAM, em algum nível, embora não saiba como.
Então, talvez você possa..? Assim, isso o coloca em uma
posição muito interessante para se ver como a energia
livre entra neste quebra-cabeça.
JM: Certo. Bom, hão vários pontos de interrogação em
toda a equação e a energia livre é obviamente um
deles. Se pudéssemos romper o ciclo do monopólio de
produtos petroquímicos e chegar a algum tipo de
energia livre, toda a equação mudaria. E é isso que
está acontecendo agora. Hão alguns conflitos,
interdições e dissimulações muito, muito intensos
ocorrendo sobre qual a tecnologia que nós queremos
usar, quem a controlará.
Por exemplo, ouvimos falar de células de combustível
para veículos. A razão pela qual não temos isso ainda
é porque ainda não descobriam ainda como obter um
monopólio sobre elas. Portanto isto, mais uma vez,
dependerá de como o paradigma futuro começa a tomar
forma. Gostaria de ver algum tipo de desenvolvimento
econômico que não seja baseado em monopólio; que
todo mundo tenha um pouco de tudo.
Na verdade, para dar-lhe um exemplo: para mim, o
maior exemplo - e prova - da conspiração no mundo de
hoje é o fato de que, mesmo enquanto as pessoas estão
sentadas aqui, assistindo esta entrevista, no fundo da
mente delas percebem que em algum lugar existem
literalmente milhares - se não milhões - de
crianças morrendo de fome. Agora, isso não é
porque a Terra não pode produzir alimentos suficientes
para alimentar essas crianças? Não, claro que não. Nós
temos a tecnologia de poder alimentar, vestir, abrigar
e dar cuidados mínimos razoáveis de saúde para cada
pessoa no planeta.
KC: Hum hum.
JM: Então, por que nós não fazemos isso? Bom, uma
vez que se vá além das explicações fáceis, tais como:
"Ah, é a política, o transporte, o custo é grande"
e, sabem... formos além disso. É assim porque em algum
lugar alguém quer que seja desse jeito. Se ninguém
quizesse assim, não seria dessa forma. Hão mais de nós
do que hão dessas pessoas da Nova Ordem Mundial. Nós
simplesmente precisamos unir todas as pessoas de boa
consciência e de bom coração e dizer: "Nós não
queremos isso dessa forma".
KC: Certamente. Bom, tudo bem. Mas há uma elite
regendo, certo?
JM: Certo.
KC: E você mergulhou nisso, tenho certeza, em...
JM: Sim, e eu detalhei e monitorei a história deles.
KC: Ok, então você está falando - apenas para os do que
assistem o vídeo - Bilderbergers, Conselho de Relações
Exteriores, certamente Majestic 12 e sei que você
está...
JM: Comissão Trilateral.
KC: ...você é uma espécie de especialista sobre eles,
certo?
JM: Hum hum.
KC: Então, todas essas organizações estão implementando
uma agenda, nesse momento, e a questão é: quanto tempo é
que eles levarão para consu... eles irão consumar isto,
sabe, Quarto Reich, como você o chama, na sua opinião?
Isto é algo... já estamos vivendo isso?
JM: Nós estamos muito, muito perto de um Quarto
Reich, porque "reich" em alemão, simplesmente,
significa "império" e os Estados Unidos de hoje,
é claro, é o império preeminente no planeta. Cabe a
nós, os membros do Império - os cidadãos do império -
se agimos como um império e nos tornamos o império imperial,
neste caso, provavelmente, vamos cair assim como o
Império Romano, assim como o Terceiro Reich e todos os
outros. Ou, podemos tentar trazer a paz, a
prosperidade para todos em vez de tentar
assenhorearmo-nos do porco e dos recursos do planeta.
Basicamente, é apenas uma espécie de mudança de
consciência, é isso o que é.
Um bom exemplo está no meu estado natal, o Texas.
Quando eu era criança as estradas eram muito ruins.
Elas eram lixeiras porque as pessoas apenas, sabem, se
terminava a bebida, você apenas a jogava pela janela.
Não era que quiséssemos sujar e fazer mal,
simplesmente, não sabíamos nada melhor. Apenas
dizíamos: "Ah bom, acabei com isso" e voava
pela janela do carro.
Mas, eles instituíram um programa de Não Suje o
Texas; puseram sinais em toda parte, eles
elevaram a conscientização. As pessoas começaram a
perceber: "Espere, realmente, não está certo jogar
todo o lixo na estrada". Não estou dizendo que
as rodovias no Texas, hoje, são impecáveis, mas estão
150 por cento melhor do que costumava ser, e não por
causa de quaisquer uma das leis do lixo - embora elas
estejam em vigor; mas, eu não conheço ninguém que já
tenha recebido uma multa por causa de lixo - mas pelo
aumento da conscientização; poderíamos fazer a mesma
coisa com o povo dos Estados Unidos.
O povo dos Estados Unidos são pessoas boas.
Fazemos mais caridade do que todas as outras nações do
mundo. Se nós, simplesmente, compreendêssemos a
situação verdadeira e não estivermos sendo empurrados
de um lado para outro pela mídia corporativa
controlada, então, acho que nós, provavelmente,
poderíamos descobrir maneiras de lidar com a situação
e espalhar a riqueza, aonde todo mundo poderia ter um
pequeno pedaço do sonho americano.
KC: Bom, você não diria, porém, que há algum tipo de
plano em marcha para derrubar o governo americano por
completo? Quero dizer, isso é realmente o que está sendo
travado nos bastidores?
JM: Isso é absolutamente verdade e é isso que está
acontecendo. Porque os Estados Unidos tem sido o maior
obstáculo a esses globalistas que querem ver um
governo mundial, um sistema mundial socialista. A
razão para isso é porque nos Estados Unidos temos uma
tradição e história de liberdade individual. Temos a
Constituição e a Carta de Direitos, que nos dá uma
base jurídica para a nossa autonomia e liberdade
individual. Terceiro, nós temos armas e podemos
garantir a nós mesmos que tenhamos autonomia e
liberdade individual.
Mas, agora existe... há um movimento em marcha sob o
novo governo Obama para registrar armas de fogo, para
registrar munições e, basicamente, tentar
desarmar a população. E se isso se concretizar, então,
nós apenas nos tornaremos servos da Idade Média em um
novo feudalismo.
KC: Bom, e sobre a China, você sabe, porque dizem que a
China pode ser induzida a uma invasão em algum momento
no futuro; que podemos entrar em guerra com a China.
Você já ouviu alguma coisa nesse sentido?
JM: Ah, sabem, alguns generais chineses estão até
mesmo dizendo em público que a guerra com os Estados
Unidos é inevitável. Eu não sei porquê. Nesse momento
somos totalmente dependentes um do outro. Nós
dependemos da China para produzir quase tudo que
usamos. Vocês sabem, vão em qualquer loja e peguem um
produto e olhem no fundo e estará escrito: Made in
China (Feito na China).
KC: Certo.
JM: Ok, mas então, da mesma forma, eles são
dependentes de nós, porque se nós não comprarmos todo
esse lixo deles [ri], eles não têm um mercado.
Então, acho que parte dessa beligerância é inventada.
Porque na verdade...
KC: Certamente.
JM: Se você quiser saber o que o... Aqui está o
verdadeiro plano de jogo, ok?
KC: OK.
JM: Isso foi articulado em 1948 por um homem chamado
Eric Arthur Blair, que era um Socialista Britânico
Fabian e muito bem ligado à realeza e à aristocracia
lá na Inglaterra. Acho que ele realmente tinha uma
visão muito boa de qual era o plano geral do jogo,
então ele escreveu tudo em um livro sob o pseudônimo
de George Orwell.
KC: [Ri] Ok.
JM: E, claro, isso foi em 1984.
KC: Certo.
JM: E aí, se se for reler 1984, se verá que
eles dividiram o mundo em três blocos econômicos. No
livro 1984 o chamaram de Oceania, Asiana e Oriente
Asiano. No mundo real de hoje é a União Europeia, a em
breve a surgir União Norte-Americana e a futura União
Asiática. Então, o que eles fariam, seria jogar dois
desses blocos um contra o outro perpetuamente para
criar a tensão necessária para a corrida armamentista,
para os gastos de defesa e para passar um monte de
empréstimos, isso gera lucro e controle sobre a
população.
KC: Certo.
JM: Esse é o plano do jogo.
KC: Ok, bom, isso é uma grande visão do que está
ocorrendo agora. Você acredita que há também... ah, você
sabe, as pedras guia da Geórgia, basicamente o que elas
dizem, que a eliminação da população é um dos objetivos
deles?
JM: Certo. Quem construiu as pedras guia da Geórgia,
mais uma vez, acho que estava a par dessa agenda da
Nova Ordem Mundial. Isso é onde me desvio do
pensamento deles. Tenho uma entrevista com o general
Maxwell Taylor que foi feita no início dos anos 70 e
ele - não foi apenas o nosso último embaixador no
Vietnã, mas também um membro dos quadros do Conselho
de Relações Exteriores - Eu acho que ele articulava
totalmente o pensamento deles.
Ele disse, basicamente, que, no início do próximo
século - bom isso é agora - ele disse que temos de
eliminar cerca de um terço da população do mundo
porque, segundo ele, o problema básico geral é a
superpopulação. Isso é a raiz de todos os outros
problemas, poluição, economia e tudo o mais. Ele disse
que isso será feito por conflitos regionais limitados,
como no Iraque, [ri] no Afeganistão...
KC: Hum-hum.
JM: ...doença - SIDA na África - e fome, que
prevalece em muitos dos países do Terceiro Mundo. Ele
disse: "Eu não estou certo de podermos salvar
estas pessoas e nem tenho certeza que devêssemos
tentar". Assim, essa é a idéia deles para
diminuir a população mundial.
Agora, aqui está a falácia nesse pensamento: na
realidade não há nenhum problema de superpopulação.
Ouvi esta declaração há alguns anos - eu não
acreditava muito nisso, então eu chequei - isso é
absolutamente verdadeiro. A população humana inteira
de 6,5 bilhões poderia, na verdade, viver
confortavelmente no estado do Texas.
KC: [Ri] Sério?
JM: É mesmo. Então, não é um problema de
superpopulação, é um problema de concentração
populacional. Se tem a maioria do mundo esprimida
nessas grandes áreas metropolitanas, grandes
mega-cidades, ok?
KC: Certo.
JM: Exitem outras maneiras de se fazer as coisas,
OK? Eu poderia imaginar um mundo onde você e Bill
poderiam viver em uma bela paisagem, um cenário rural,
OK? Ter um pequeno lago, um pomar, um jardim e vocês
estão muito bem. Quando for hora de ir às compras,
então, pegam a bicicleta ou o carrinho elétrico
pequeno, vão até a pequena estação e pegam uma linha
elétrica de alta velocidade - zoom! - isso os levaria
a uma área de shopping center, como um centro
comercial enorme. Vocês vão e fazem suas compras; OK,
e, depois, vocês - zoom - voltam para casa e pegam a
bicicleta e pedalam de volta ao seu pequeno lugar.
Vocês têm o seu gerador coletor de energia pequeno,
certo? Você é esperto e auto-suficiente em energia.
Você diz: "Sim, mas qual é o meu trabalho?"
Bom seria o que quer que você quizesse.
Estamos em uma situação embaraçosa agora, porque
todos fomos criados nesta ética de trabalho cristã que
diz que todo mundo tem que trabalhar. Ok? Bom, isso é
um produto dos tempos mais antigos quando, realmente,
todo mundo tinha que trabalhar apenas para sobreviver.
Na verdade, é por isso que se tinha que ter muitos
filhos, porque se tinha que ter alguém trabalhando nos
campos, para que se pudesse produzir, produzir, tal
que se teria o que comer. Mas, hoje em dia, com a
tecnologia, sabem, apenas algumas mega-fazendas
poderiam gerar comida suficiente para todos. A
tecnologia existe. Todos nós poderíamos estar vivendo
como reis se exigíssemos, se quiséssemos e se
pudéssemos convencer esses pretensos governantes do
mundo que todos nós merecemos ter um tratamento justo
nessa vida.
KC: Com certeza.
BR: Eu tenho uma história linda que você pode
ser capaz de usar em algumas de suas palestras. Nas
Ilhas Marquesas, no Pacífico Sul - há uma colônia
francesa de que ninguém nunca ouviu falar. Na língua
deles não existe a palavra trabalho. É um conceito
realmente maravilhoso...
JM: Certo.
BR: ... porque, é claro, pensamos da forma como
falamos, não é o contrário. Assim, eles não trabalham.
Eles pescam, constroem uma casa e acendem o fogo, então,
cozinham a refeição, dançam e fazem isso ou aquilo, eles
simplesmente vivem. Toda essa dialética de
trabalho/disputa, foi, na verdade, tão profundamente
enraizada em nós nesta sociedade ocidental ...
JM: Certo.
BR: ... que somos vítimas dessa idéia, que somos
prisioneiros...
JM: Certo.
BR: ... porque temos que trabalhar o tempo todo
e, então, temos que disputar; assim, eles nos pegam pelo
pescoço...
JM: Isso mesmo.
BR: ... porque todos nós tentamos sair deste
laço.
JM: Se se tiver um filho ou uma filha e tudo que
eles querem fazer é tocar guitarra e escrever música,
então eles devem ser algum tipo de vagabundo -
[Kerry ri] - porque não estão trabalhando!
KC: Certo.
JM: Ora, houve uma grande história, houve uma grande
história sobre o empresário aposentado americano que
foi ao México, ele aluga um barco de pesca pequeno e
vai pescar. Ele começa a falar com Manuel, o cara que
é o dono do barco, ele diz: "Manuel" e então,
ele pergunta: "Como é a sua vida? O que você faz?"
Manuel responde: "Ah, eu me levanto pela manhã",
e ele continua: "Saio e pesco; então, vou para
casa e tiro uma sesta durante a tarde com minha
esposa, à noite, vou para a cidade e sento-me com
meus amigos e comemos, bebemos, tocamos violão e
cantamos".
O aposentado diz: "Bom, Manuel", e continua:
"Você não entende, se você não tirar uma sesta, se
você pescar mais peixes durante o dia, você faria
mais dinheiro e com mais dinheiro você poderia
comprar outro barco. Assim, com dois barcos,
entendes, terás mais peixes e logo você poderia
comprar mais barcos. A próxima coisa que você
perceberia é que teria uma frota de barcos. Então, o
que você faz, é vir aos Estados Unidos e, em
seguida, podes incorporar e, portanto, podes vender
ações, assim, você pode ter toda uma frota de barcos
e podes fazer, você sabe... e muito em breve poderás
se tornar um milionário."
Manuel diz: "Quanto tempo levaria?" O outro
diz: "Ah, uns vinte, trinta anos."
Manuel disse: "E depois, o que faço?" O outro
diz: "Bom, então você poderia se aposentar e vir para
o México e pescar, no período da manhã, tirar uma
sesta à tarde e visitar os seus amigos à noite..."
Isso é como: "Ah, espere um minuto!" [Ri]
KC: [Ri]
JM: Ele já está fazendo isso...
KC: Sim... Entendo.
JM: Então, está tudo na mente. Está tudo na
consciência, como percebemos as coisas e se achas que
tens que estar lutando pelo sucesso, que tens que ter
mais brinquedos do que todo mundo para que possas
provar que você é um sucesso. As pessoas mais bem
sucedidas que eu conheço não são, necessariamente, as
pessoas mais ricas que eu conheço.
KC: Ah, é, definitivamente! Bom, quero dizer, isso é um
aspecto muito bom. Além disso, a idéia por trás da
energia livre, se quiseres chamá-la assim, que as fontes
de energia estivessem disponíveis para todos.
JM: Bom, nós temos isso por um longo, longo, longo
tempo. Nikola Tesla tentava nos dizer como poderíamos
explorar a energia básica da Terra e todos poderiam
ter a própria energia. É claro, ele foi eliminado por
Edison e pelas pessoas que queriam colocar os sistemas
elétricos e se certificarem de que você comprasse a
energia. Hoje em dia, veja, eles têm um bloqueio nisso
porque, sabem, poderias ser Bill Gates, poderias ser o
cara mais rico do mundo, mas ele ainda paga a conta da
energia elétrica todo mês.
KC: Hum hum.
JM: Tudo volta a percepção e a consciência. Alguns
anos atrás, realmente, investi pesado em energia solar
e eu disse: "Bom, sabem, caramba, o sol brilha ou
não. Se não, estamos todos sem sorte e se está
brilhando, então, por que não captamos a energia
radiante do sol e a usamos como energia".
Eu estava conversando com um especialista em energia
e ele com muita paciência e condescendência me
explicou que: "Bom, você não entende". Ele disse:
"Teria que existir painéis solares que cobrissem uma
área do tamanho do estado do Arizona para fornecer
energia suficiente para abastecer a cidade de Los
Angeles".
Eu pensei: "Ah, OK". Eu verifiquei e isso,
provavelmente, é verdade. Onde está a falha nesse
pensamento? Geração central. Ele só pode pensar em
termos de geração central...
KC: Claro...
JM: ... gerar a energia e enviá-la para LA. Se
toda as pessoas em Los Angeles colocassem um painel
solar no telhado?
KC: O sol é tão abundante lá que, você sabe...
JM: É isso aí!
KC: ... eles poderiam conseguir energia suficiente...
JM: Isso mesmo.
KC: ... em questão de dias, na verdade.
JM: Exatamente. Por que não fazem isso? Por causa da
companhia elétrica...
KC: Ninguém faria dinheiro.
JM: A companhia elétrica não descobriu como fazer
uma nuvem pairando sobre a sua casa se você não pagar
a fatura eléctrica [Kerry ri] Ok? Então, é
tudo sobre poder e controle, não é sobre tecnologia.
KC: Então, sim, com certeza, e este é o paradigma que
os seres humanos estão operando nesse momento.
JM: Certo.
KC: Então, para onde vai os Estados Unidos na sua
opinião? Porque em alguns lugares temos tribos nativas
americanas que estão tentando se separar da União, em
essência, criar a própria moeda deles...
JM: Nós temos agora 21 estados que têm direitos
soberanos pendentes; eles estão tentando ser
independentes. Será realmente interessante.
Basicamente, eles têm que destruir os Estados Unidos,
OK? O que eles estão tentando fazer é destruir a
economia, causar pânico no povo e fazer com que todos
aceitem a União Norte-Americana. Para conseguir
isso...
A maneira como eles farão isso é dizendo que a única
maneira de sair dessa bagunça econômica é combinar as
economias do México, Canadá e Estados Unidos. E,
claro, todos nós ouvimos falar do Amero, do
qual tenho informações conflitantes e, claro, se vê
fotos na internet e dizem: "Ah, aqui está e
agora é oficial" e, ainda assim,
aparentemente, isso não é o caso. Isso é apenas o que
algumas pessoas apregoam como uma espécie de artifício
ou uma trivialidade. Mas, quando ouço essas pessoas,
eu sinto que elas sabem do que estão falando, que o
dinheiro Amero já está impresso e esperando;
aguardando a distribuição.
Isto é muito recente, há alguns anos. Eu ouvi...
haviam rumores correndo na internet sobre esse Dinheiro
Vermelho. Dinheiro que seria de color rosa e
tendo tinta vermelha e corantes nele, sabem, algo
assim. O governo negou isso e eles disseram: "Não,
isso não está correto, isso não é verdade". E,
no entanto, agora é, sabem, nós temos isso, o dinheiro
novo e é avermelhado e rosado. Então, sabem...
KC: Mas os estados não acreditarão nisso, não parece...
Até mesmo...
JM: Eles estão hesitando. Eles estão hesitando e
resistindo a seguir esse curso, isso é bom. A coisa é,
essa é a salvação, OK? Nós não vamos mudar a estrutura
federal dos Estados Unidos, é muito arraigada, é muito
burocrática, muitas pessoas estão se alimentando no
cocho, e elas não vão voluntariamente se levantar e ir
embora.
KC: Certo.
JM: E, obviamente, mesmo votando não se vai
conseguir que nada mude muito. Em 2004, votaram em um
Congresso democrático tentando conter os excessos da
administração Bush, e o que mudou? Nada! Ainda estamos
na luta contra o Iraque, ainda estamos lutando no
Afeganistão...
KC: Certo, estamos afiançando pessoas - ou companhias,
não as pessoas...
JM: Exatamente.
KC: ... somas muito maiores do que jamais se pensou.
JM: E, a administração Bush, que foi saudada como o
epítome do conservadorismo bom, foi a que nacionalizou
o setor bancário, sabes. [Ri] O socialismo, de
uma forma direta.
KC: Bom, não está certo que, de qualquer jeito, o
sistema de dois partidos era apenas uma falácia,
porque...
JM: Isso sempre foi uma piada...
KC: ... sempre foi...
JM: ...mas agora é, definitivamente, uma piada.
Particularmente, acho que ficou definido na eleição de
2006. Se poderia votar para o democrata John Kerry,
que era de uma família do petróleo e membro da
Sociedade Secreta Caveira e Ossos, ou se podia votar
no primo dele, George W. Bush, de uma família de
petróleo e membro da Sociedade Secreta Caveira e
Ossos. Não havia escolha.
KC: É.
JM: Não há nenhuma diferença, quem ainda considera
que haja democratas e republicanos, eles estão apenas
sendo ludibriados.
KC: Ok, então voltando a esta situação. Então se tem...
se tem essas famílias que estão comandando tudo. Se tem
uma agenda para derrubar os Estados Unidos, mas os
Estados Unidos não cairá. Quero dizer, sabes, as pessoas
são... elas são realmente cidadãs incríveis, elas querem
realmente salvar o país...
JM: Certo.
KC: Elas são patriotas, se me permites...
JM: Certo.
KC: Então...
JM: O problema é que as pessoas estão todas divididas,
OK?
KC: OK.
JM: Como tenho viajado por todo o país, encontrei
por toda parte grupos de pessoas que entendem o que
está acontecendo, que se preocupam com o que está
acontecendo, que querem fazer algo sobre isso. Mas
todos se sentem como se estivessem em minoria e que
estão sozinhos, porque essas pessoas controlam a mídia
de massa.
KC: Hum hum.
JM: É por isso que, a propósito, você... Quando foi
a última vez que se ouviu um político nacional
referir-se à República? Eles nem mesmo falam mais
sobre a República...
KC: Não.
JM: ... porque não somos mais uma república, somos
apenas o Império. Tudo do que falam é democracia,
democracia. Temos que proteger a democracia, temos de
espalhar a democracia. Bom o que é democracia? É o
governo pela maioria, por isso, em outras palavras, o
epítome da democracia em ação é um linchamento.
KC: Hum hum.
JM: Bom, não é isso que nos foi dado. Não nos deram
uma democracia, não queremos uma democracia pura.
Queremos uma república democrática e qual é a
diferença? Porque na república democrática, se se for
acusado de um crime capital, então se tem que... se
tem que enfrentar os acusadores, se tem que ter
representação legal, se tem que entrar em um
tribunal/sistema legal e se tem que examinar as provas
contra você, se tem que ter um julgamento justo.
Então, se se for julgado culpado, se tem a chance de
recurso, e se é rejeitado, então, eles podem
linchar a pessoa.
KC: [Ri]
JM: Ok?
KC: Certo...
JM: É desse jeito que deveria funcionar. Mas já não
temos leis de... uma nação governada pela lei.
KC: Certo. As corporações, basicamente, governam...
JM: As empresas nos dizem o que fazer. Novamente, é
esse o mecanismo de aquisição-do-estado pelas
corporações; essa é a definição no dicionário para o fascismo.
KC: Então, vamos voltar ao que aconteceu durante o
tempo do Paperclip e durante o tempo da bomba atômica,
talvez você poderia falar um pouco sobre o que realmente
aconteceu naquela época, porque acho que muitas pessoas
precisam conhecer essa história, sabes, de forma clara
nas cabeças delas.
JM: Elas realmente precisam, porque na nossa
história convencional, se diz que: "Bom, houve a
Revolução Russa e, depois disso, apareceu o
comunismo, então... tivemos uma Guerra Fria com eles
contra o Capitalismo e bla-bla-bla"...
A verdadeira questão é, é que as mesmas pessoas em
Wall Street e nda cidade de Londres - estes
internacionalistas, estes financiadores globais - eles
criaram o comunismo na Rússia. Quando a Revolução
Russa eclodiu, Lenin estava na Suíça. Trotsky estava
em Nova Iorque, na propriedade Rockefeller, OK?
Mandaram-no para a Rússia para capitalizar a Revolução
para os bolcheviques e transformar a Rússia em um
Estado comunista, o que conseguiram. A idéia era,
penso eu, construir um Oriente comunista contra um
Ocidente capitalista, e eles iam perpetuar os anos da
Guerra Fria por muitos anos, antes mesmo de nós
realmente vê-la acontecendo.
Mas o problema era que ela ameaçava sair de
controle. Haviam fortes partidos comunistas na França,
Inglaterra, Itália, Alemanha - até mesmo nos Estados
Unidos. Assim eles... falamos desse Governo Mundial,
mas eles realmente não querem um Governo Mundial
verdadeiro, porque então eles não podem jogar uma
nação contra a outra, ou um bloco econômico contra o
outro. Portanto, isto os assustou e eles decidiram que
tinham de parar a propagação do comunismo.
O único país que estava numa posição geográfica e em
condição econômica para atuar como um bloco contra a
propagação do comunismo era a Alemanha. Então, eles
foram e encontraram um agente de inteligência do
exército alemão e o colocaram no comando de um pequeno
grupo político chamado Partido dos Trabalhadores
alemão, esse agente rapidamente mudou o nome para
Partido Nacional Socialista Operário Alemão (PNSOA) -
a sigla cuja a abreviatura é NAZI - e, é claro, este
era Adolf Hitler. Hitler usou esse bloco contra a
propagação do comunismo. Em seguida, eles criaram toda
essa idéia de que os nazistas eram grandes
inimigos dos comunistas, OK?
KC: Enquanto isso, eles estão sendo financiados por
Bush ...
JM: Dirigido pelas mesmas pessoas...
KC: ... Prescott Bush, nos bastidores...
JM: Exatamente, é, e os Rockefellers ...
KC: ... e eu - o que é Farben?
JM: IG Farben.
KC: IG Farben.
JM: O chefe da IG Farben foi Hermann Schmitz e
Hermann Schmitz tinha tantos estoque da Standard Oil
(Compania de Petróleo Standard) quanto John D.
Rockefeller tinha. Eram todos os mesmo globalistas
Internacionais, se me entendes. Agora o problema era,
é que Hitler ficou muito forte e os alemães eram muito
eficientes, eles invadiram a Europa. Eles se moviam
para o Norte da África, entravam na Rússia, tomaram a
Noruega e ameaçavam a Grã-Bretanha.
Ora, de repente, parecia que eles iam ter um sistema
Nacional Socialista Mundial. E, ah, eles também não
queriam isso! Mas a maioria não queria a Alemanha
responsável pela ordem econômica mundial porque essa
era a intenção da cidade de Londres - os banqueiros
com o Banco da Inglaterra - e os compadres deles em
Wall Street, OK?
Então, em algum momento, apesar de terem criado
Hitler, colocá-lo no poder, financiado a ascensão
dele, eles se voltaram contra ele, e foi aí que
tivemos a Segunda Guerra Mundial. Eles conseguiram
parar a Alemanha, empurrá-la para as próprias
fronteiras. Sim, nós derrotamos a Alemanha na Segunda
Guerra Mundial, mas nós não derrotamos os nazistas. Os
nazistas continuavam no poder e eles fizeram acordos.
Eles trocaram a tecnologia exótica, a tecnologia de
foguetes, a tecnologia de manipulação de energia, a
tecnologia de controle da mente, a tecnologia química
e a tecnologia farmacêutica para os Estados Unidos em
troca de imunidade.
Os trouxemos após à guerra e no final dos anos 40 e
início dos anos 50, John J. McCloy - que havia sido
chefe do Banco National City, que foi um dos maiores
emprestadores de dinheiro para os nazista alemãs na
pré-Segunda Guerra Mundial - foi eleito Alto
Comissário da Alemanha. Ele perdoou milhares de
nazistas inconformados; trouxe-os para os Estados
Unidos.
Seu protegido era Allen Dulles, que foi chefe da CIA
por muitos anos. Com a ajuda de Dulles, ele ocultou as
origens e colocou a todos - estes nazistas - no nosso
complexo militar industrial. Assim, começou a
infiltração Nacional Socialista do sistema de Estados
Unidos.
KC: Uau, isso é um resumo realmente excelente do que
aconteceu nos bastidores. Isso é o que a maioria das
pessoas não sabem...
JM: Não, você nunca aprendeu isso na escola.
KC: ... sobre a história americana...
JM: Certo...
KC: ... e até mesmo a história do mundo. Então, também
se poderia falar sobre o que os nazistas tinham em
virtude das investigações ocultas e, possivelmente,
mensagens mediúnicas e mesmo como eles conseguiram o que
é, em essência, a energia livre - talvez até mesmo a
tecnologia do portão estelar, certamente OVNIs.
JM: A tecnologia Exótica.
KC: É.
JM: Sim, e a pergunta sempre foi: "Como os
nazistas ficaram tão a frente de nós na ciência?"
KC: Exatamente.
JM: Eles transmitiram os Jogos Olímpicos de Berlim
em 1936 pela televisão. Na verdade, ao final da
guerra, eles tinham mísseis guiados por televisão.
Caramba! Nós não sabíamos disso... e hão boas razões
para acreditar que eles realmente possuíam e tinham
testado uma arma nuclear. Mas, nessa época... eles não
tinham um sistema de confiança para
despachá-la e no momento que eles estavam prontos
para, talvez, soltar uma bomba nuclear, foi na
primavera de 1945 e os russos estavam se aproximando
pelo leste e os aliados pelo ocidente, e a guerra
estava quase acabada. Se eles tivessem soltado uma
bomba atômica em algum lugar, não teriam terminado a
guerra, simplesmente significaria a devastação e
destruição total da Alemanha.
Portanto, de onde eles tiraram tudo isso? Por anos
eu ouvi essas histórias: "Bom, eles capturaram um
disco voador em algum lugar e fizeram engenharia
reversa nele". Mas, cada vez que se tenta
investigar essas histórias, elas nunca vão a parte
alguma. Minha opinião, com base nas informações que
tenho e com base na documentação que saiu da antiga
União Soviética com o colapso do comunismo, é que os
alemães tinham seus próprios visualizadores remotos.
BR: Hum hum.
JM: É claro, eles não o chamavam de visão remota,
porque esse foi um termo que foi cunhado quando a CIA
e a Agência Nacional de Segurança, neste país, estavam
estudando e utilizando a guerra psíquica. Mas eles
tinham os mesmo tipo de coisas. Naquela época, os
alemães tinham estado muito envolvidos com o
ocultismo, se se quiser chamá-lo assim, desde um longo
tempo... antes da década de 20. Eles teriam sessões e
teriam todas estas canalizações (mensagens
mediúnicas), ou o que quer que se queira
chamá-las; mas, no final das contas, é o que chamamos
de visão remota. Foi o uso dessas habilidades
psíquicas.
BR: Esta era a Sociedade Vril, não foi?
JM: A Sociedade Vril. Isso foi amplamente baseado em
filosofias da Madame Blatavsky e na Sociedade
Teosófica dela. Eles entraram fundo nisso. E, claro,
Hitler foi colocado no poder com a ajuda da Thule-Gesellschaft,
ou a Sociedade de Thule, que era uma sociedade oculta
composta por alguns dos mais ricos aristocratas da
Alemanha e industriais. Eles se aprofundaram neste
material, em espiritismo, acho, era como eles o
chamaram naquela época.
Assim eles... de acordo com as informações que
tenho, havia até mesmo uma unidade dentro do exército
alemão chamada de Doutor Greenbaum, e estes
eram, basicamente, os que praticavam a visão remota.
E, curiosamente, estavam sob um programa mais amplo
chamado Majik [ele soletra] M a j i k.
Isso é realmente interessante porque, como bem se
sabe, os 12 Majestic - ou 12 Majik - que sempre se
falou na literatura dos OVNIs, eram as pessoas no topo
que estavam comandando o segredo da tecnologia de
OVNI, foram os 12 M A J I C que começaram com
isso, essa é a versão inglesa do M a j i k -
na versão alemã. Estou querendo saber se, talvez,
quando trouxemos os peritos em controle da mente, os
peritos farmacêuticos e os cientistas de foguetes,
todos depois da guerra, se não trouxemos também alguns
dos cientistas psíquicos.
KC: Ok, isso faz sentido. Bom, e quanto a Vannover
Bush? Ele era o chefe dos 12 Majestic, que foi criado
por Truman... supostamente criado pela
administração Truman, certo?
JM: Hum hum. Foi.
KC: Para lidar com o problema dos OVINs e o que
significavam para a América, mas...
JM: Certo.
KC: ...essa é uma trilha muito interessante para se
seguir, se eles já estavam em operação na Alemanha.
JM: Sim, exatamente. Se tem que entender que isso
realmente foi a gênese do Estado moderno de Segurança
Nacional - a Lei de Segurança Nacional de 1947, que
começou a ser elaborada apenas alguns dias depois que
alguma coisa caiu do céu em Roswell, Novo México, em
julho de 1947. Em agosto, eles rapidamente remendam
esta Lei de Segurança Nacional e em setembro eles
seguram o Presidente Truman - o retem na pista, no
Aeroporto Nacional, quando ele tentava ir para casa
para visitar a mãe que estava morrendo - dessa forma,
eles poderiam ir a bordo e fazê-lo assinar esta Lei de
Segurança Nacional de 1947.
Por que a pressa? Bom, porque tinham de obter
controle sobre todas essas informações. O que a Lei de
Segurança Nacional de 1947 fez, foi criar a CIA e
também mudar o nome do Departamento de Defesa...
Departamento de Guerra para o Departamento de
Defesa, uma pequena questão de relações
públicas.
Mas também havia - e isso foi pouco notado - foi a
criação do Conselho de Segurança Nacional. Bom, pela
própria definição, ele está no comando de tudo o que
tem a ver com segurança nacional. OVNIs? É com
a Segurança nacional. A infiltração nazista? É
com a Segurança nacional. Alta tecnologia? É
com a segurança nacional.
E, uma vez que o Conselho de Segurança Nacional -
ouvimos isso o tempo todo, quase o tempo todo que
vamos lutar numa guerra confinada em uma pequena área
e o escândalo Irã-Contras, continuamente - é sempre o
Conselho de Segurança Nacional que está envolvido .
Ainda assim, eu aposto que você e praticamente nenhum
ouvinte, ninguém sabe quem faz parte do
Conselho de Segurança Nacional. Bom, vou te dizer. São
quatro pessoas: é o Presidente, o Vice-Presidente, os
Secretários de Estado e da Defesa. Três deles são
nomeados pelo Presidente.
KC: Hum hum.
JM: Então, ao transformar a Lei de Segurança
Nacional de 1947 em lei, nós basicamente criamos uma
ditadura, porque o Presidente agora é o responsável
por tudo o que tem a ver com a segurança nacional,
isso ignora o Congresso, a mídia e o público. Portanto,
foi quando começamos a nos encaminhar para um estado
de segurança nacional e, no seu interior, se encontram
esses nazistas - os nazistas inconformados.
KC: Então, voltando a Alemanha, eles descobriram a
energia livre de alguma forma. Quero dizer que, com
certeza, tinham realmente cientistas incríveis...
JM: Certo.
KC: Ok. Eles olhavam em outras dimensões usando
médiuns, usando a visão remota, utilizando,
possívelmente, mensagens mediúnicas. O que você diz é
que eles também podem ter obtido a tecnologia dessas
dimensões, a informação de que precisavam construir
coisas.
JM: Certo.
KC: Certo?
JM: Hum hum.
KC: Há uma ligação com o Egito, certo? Com os
sumérios... com os selos sumérios cilíndricos...
JM: Muito disso é - tudo isso - é parte de...
KC: Um monte de tecnologia muito antiga.
JM: ... a história da Terra.
KC: Certo.
JM: Tudo se encaixa. Por exemplo: durante muito
tempo todos pensavam que o Egito fosse a primeira
maior civilização do mundo. Bom, sabem, isso é devido
ao fato de que não foi até meados de 1800 que eles
começaram a descobrir esses montes estranho na
Mesopotâmia - que agora é o atual Iraque - e eles
começaram a escavar e descobriram que existem grandes
cidades enterradas ali.
Eles começaram a descobrir a civilização suméria,
que antecede os egípcios em pelo menos cinco mil anos.
Então, o que na verdade estamos descobrindo hoje é
que, aparentemente, houve, em tempos antediluvianos,
uma civilização altamente tecnológica por todo o
mundo, que provavelmente cobriu o mundo inteiro. É por
isso que descobriram pirâmides na América Central,
América do Sul, China, Europa Oriental, o planalto de
Gizé...
E, no entanto, algo aconteceu. Houveram mudaças na
Terra, ou houve uma guerra ou algo assim, e esta
civilização inteira ruiu. E o que nós sabemos é a
nossa história escrita: os sumérios, seguido dos
babilônios, em seguida, os assírios, depois os
fenícios, depois os egípcios e os...
Estas foram todas as degradações da mesma
civilização. E a prova disso, por exemplo, está na
história do Egito. As primeiras dinastias foram as
dinastias mais avançadas, e depois ela involuiu, [ri]
se degradou. Desceu até que acabamos no meio - na
Idade das Trevas, portanto, temos lentamente, desde
então, recomeçado a evoluir. É por isso que as pessoas
que sabem - e conhecimento é poder, elas querem manter
o conhecimento, não querem que saibamos o que está
acontecendo - mas é por isso que eles estão viajando
ao redor do mundo assim como Indiana Jones perseguindo
os nazistas, que estavam perseguindo a história e a
religião...
KC: Os simbolos e...
JM: ... símbolos, sim, os artefatos...
KC: ... sim, com certeza.
JM: ... entendem, porque eles estão tentando chegar a
esta tecnologia antiga.
KC: Ok, então, você já passou algum tempo no Egito, não
é?
JM: Sim.
KC: Você encontrou alguma coisa quando esteve lá - [Jim
ri] - que o pasmou, ou ...
JM: Sim. Sob o Templo de Seti - que é um templo
imenso e cheio de hieróglifos - por baixo, tem um
templo enorme chamado Osireion. São blocos
megalíticos enorme que, provavelmente, pesam dez a
doze toneladas cada um. Nenhum hieróglifos neles, mas
eles estão empilhados muito parecido com Stonehenge.
Mas, não são rochas ásperas como Stonehenge, estas
são peças cortadas perfeita e finamente que se
encostam umas nas outras tão perfeitamente que não se
pode nem mesmo colocar um pedaço de papel entre elas.
Isso está sob o Templo de Seti, o que significa que
algo aconteceu lá muito antes dos egípcios aparecerem.
KC: Eles estão liberando isto para o domínio público?
JM: Não. Na verdade, nem sequer deveríamos ser
capazes de ir até lá [ri], mas conseguimos como
que escapulir até lá e ver o que estava acontecendo.
Este é o material que eles mantêm escondido. A mesma
coisa é que - na Esfinge - é muito óbvio que hão
sulcos profundos de água devido à erosão
nas laterais da Esfinge e nas laterais do terreno
circundante, o que significa que se trata de erosão
hídrica vertical. A Esfinge e a área em torno dela
estiveram sob fortes chuvas.
KC: Você entrou neste lugar, que está sob o Templo de
Seti, você diz que foi construído como Stonehenge, tem
pedras polidas...
JM: Certo. Nenhum hieróglifo, que, obviamente,
anteceda o Templo de Seti, assim por isso, novamente,
mais uma prova de que alguma coisa aconteceu de uma
natureza altamente tecnológica muito antes dos
egípcios aparecerem.
KC: Então, eles sabem, eles estão datando tudo? Tem
alguém... será que alguém lhe deu uma indicação de
quando, o que foi datado?
JM: Não. Há uma enorme resistência a tudo isso
e não consegui entender a resistência até que eu
visitei o Egito e percebi que eles são totalmente
dependentes do dólar turismo e sda idéia dos faraós,
Cleópatra, Nefertiti e bla-bla-bla-bla-bla-bla-bla...
e eles realmente não podem se dar ao luxo de se
afastar disso.
Eles não querem admitir que haja alguma coisa mais
do que a história convencional. E, claro, todos que
são egiptólogos ou o que quer que seja - eles têm uma
vida inteira, têm livros escritos, têm uma carreira
inteira com base nas teorias e na interpretação do que
os egípcios estavam fazendo. E, no entanto, realmente
isso não era a verdade; então, isso apenas os colacam
todos no mesmo cesto, e estão totalmente contra a
divulgação.
No entanto, os geólogos que olham esta erosão
hídrica muito evidente na Esfinge lhe dirá que isso é,
obviamente, erosão pela água e, historicamente, não
houveram quaisquer chuvas fortes no planalto de Gizé
por 10.500 anos. O que significa que a Esfinge e,
provavelmente, a Grande Pirâmide, são anteriores aos
egípcios em pelo menos 5.000 anos. Cinco mil anos,
sabem, é difícil para nós pensarmos em cinco mil anos.
KC: [Ri]
JM: A maioria das pessoas hoje pensam sobre a guerra
entre os estados, que apenas soa como história antiga.
E, ainda assim, minha avó me contou sobre quando seu
pai voltou da guerra. Então, realmente, não foi a
tanto tempo assim. Para nós, é história antiga e era,
que tal apenas a cerca de cento e cinquenta anos
atrás. Então, para falar sobre cinco mil anos, meu
Deus, nós apenas... temos dificuldade de pensar nisso.
Mas não há dúvida de que ela aponta para as origens
alternativas da raça humana e da espécie humana. E,
novamente, como podemos descobrir o que está
acontecendo hoje, se não sabemos de onde viemos, ou da
verdade de nossas origens? E, o que eu ia dizer é -
isto realmente é fascinante - é que eles estão murando
os lados da Esfinge. Ostensivamente, porque eles
disseram: "Bom, está se deteriorando e não
queremos que seja destruída, por isso estamos
reformando e vamos consertá-la"...
KC: Ah, uau!
JM: ... e preservá-la, sabem. Mas o que estão
fazendo é encobrir estes muito...
KC: Os sinais de erosão
JM: ... os sinais muito evidentes de erosão hídrica
vertical, o que significa que antecede os egípcios.
KC: Bom, e sobre o fato de que também deveria haver uma
biblioteca dentro da Esfinge?
JM: Há uma outra coisa. Sabem, Edgar Cayce - lá
pelos anos 30, o grande Vidente - ele diz: "Bom,
há uma sala sob a pata esquerda da Esfinge". Os
videntes remotos do Exército, por sinal, deram uma
olhada nisso e disseram: "Sim, há uma sala lá"
e perguntei: "O que há nela?" Eles disseram: "Jaras
e vasos, com pergaminhos e tábuas"... sabem. Eu
digo: "Uau! Caramba! A Sala dos Registros (Hall of
Records). Nós podemos realmente descobrir o que
aconteceu". Vocês sabem?
KC: Com certeza.
JM: Então eles usaram radar de penetração no solo e
disseram: "Sim, encontramos uma cavidade ali, sob
a pata esquerda da Esfinge". Então eu digo: "Ok,
ótimo! Vamos cavar e descobrir o que é!"
Até o dia de hoje, tanto quanto eu sei, ninguém fez
isso, não vão permitir isso. Eles não nos permitirão
chegar à verdade...
KC: Sim.
JM: ... das origens da humanidade.
KC: Exatamente.
BR: Zahi Hawass, você não acredita, que saiba o
que está acontecendo? Ele é inteligente o suficiente
para levar em conta tudo isso... esta pesquisa
alternativa, visualização remota, e tentar obter essa
informação para si mesmo. Você acha que há algo
acontecendo lá nos bastidores?
JM: Eu pessoalmente suspeito que alguém já foi lá.
Eu simplesmente não posso acreditar que todo mundo
sabe que está lá e ninguém foi olhar para ver o que é.
Mas se tem que entender que as autoridades egípcias...
quem paga os salários?
KC: Sim, com certeza...
JM: A quem é que eles devem fidelidade? Quem os
treinou? Sabem, mais uma vez, estamos de volta ao Império
do Mal. [Ri]
KC: E quanto ao Coral... O Palácio de Coral, ou seja lá
como for que o chamem, lá na Flórida, onde ele provou
que deslocar aquelas pedras foi feito por um meio
totalmente diferente do que o que eles falam...
JM: Certo.
KC: ... o trabalho escravo no Egito e etcetera.
JM: Certo.
KC: Eles têm interesse em perpetuar o mito do trabalho
escravo no Egito, mas na realidade, não foi isso que
aconteceu.
JM: Bem, Kerry, isso é algo que me trouxe a isso, há
muito tempo, antes de seriamente estudar a tecnologia
e civilizações antigas, foi simplesmente o fato de que
fomos informados de que as pirâmides foram construídas
pelos escravos dos egípcios que arrastavam estas
pedras através do deserto, sabe, sem nenhuma [ri]
rodas modernas reais ou qualquer outra coisa e, de
alguma forma, construíram estes edifícios enormes.
Bom, quem eram os escravos dos egípcios? Os hebreus.
KC: Hum hum.
JM: Ok? E quem é um dos povos mais bem documentados
no mundo? Os hebreus. Eles tinham tradições orais de
milhares de anos e, finalmente, escreveram nos livros
do Antigo Testamento da Bíblia. Há de tudo. Eu os
desafio a ir lá e encontrar-me um verso que diga: "Ah,
a propósito, o tio Herbie passou toda a vida
arrastando pedras pelo deserto, sabem, para
construir as pirâmides".
Isso não aconteceu! Isso não aconteceu. Algo mais
aconteceu. Por que eles não querem que a gente saiba
sobre isso? Bom, além do fato de que o Egito está
totalmente dependente do dólar turismo, com base nos
mitos egípcio há o fato de que isso nos diria,
possivelmente, da nossa origem extra-terrestre. E,
mais importante, nos apontaria o caminho de
tecnologias alternativas e fontes de energia...
KC: Certamente.
JM: ... e isto é...
KC: ... estamos falando de tecnologia de som...
JM: Certo.
KC: ... estamos falando, não sei, de ondas escalares,
estamos falando de mente sobre a matéria...
JM: Sim, exatamente.
KC: Que é... isso é tudo nos Projetos Negros/Secretos.
JM: Sim. Frequências sonoras, quem sabe. Você já viu
os hieróglifos da figura de pé segurando os tubos
grandes?
KC: Hum hum.
JM: Ok, e há um fio saíndo que passa por trás dele e
vai para a pequena coisa de energia, sabem - eles o
chamam de Jedi, a torre - eu o chamo de o oscilador,
OK? Quando vi esses e, se você subir e ver de muito
perto, ao contrário do resto das caricaturas nos
hieróglifos de figuras onde eles só têm o contorno da
pessoa gravadado na pedra, isso tem um contorno duplo
nele.
KC: Hum.
JM: Nós estávamos comentando sobre isso e
perguntando o que isso significa e estou pensando -
sendo um cartunista, entre outras coisas - é que
quando você quer mostrar o movimento, você desenha
linhas extras. Sabem, se se desenhar u'mão e se tem
algumas linhas aqui, é como a mão se move. Assim, ao
desenhar um contorno duplo, eles estão mostrando que
eles estão fazendo ai-ai-ai [faz sons e vibrações,
como se eletrocutado].
KC: Ah! [Ri] Ok.
JM: [Ri] Eles estão realmente usando este
equipamento!
KC: Certo.
JM: Está vendo? É com muito cuidado... é apenas uma
segunda linha, OK? Não é como se tentassem fazer outra
coisa. Mas há muitas coisas interessantes por lá.
Alguns dos templos foram desfigurados por Cavaleiros
Templários; cruzes Malteses esculpidas ao longo dos
hieróglifos.
KC: Hum hum.
JM: E, claro, veja, estamos falando de coisas que
existem por milhares de anos e foram degradadas,
desfiguradas e vandalizadas por todo mundo. Então,
estamos apenas trabalhando ao redor destas ruínas e
tentando juntar o que realmente aconteceu.
Eu acho que o corolário seria, sabem, daqui a cinco
mil anos eles vão encontrar uma garrafa de Coca
enterrada no chão em algum lugar e haverão muitos
artigos científicos escritos assim: "Eu me pergunto
o que isso era. Obviamente, uma vez que estava na
forma feminina, deve ser algum tipo de ícone deusa da
fertilidade que adoravam. Sabem, isso é... estamos
apenas inventando essas coisas, porque nós não
sabemos.
KC: Sim, com certeza. Então, para onde vamos daqui?
Quero dizer, você cobriu o tópico e esta é uma visão
surpreendente da entrevista que você nos deu. Eu nem
sequer... Quero dizer, você claramente nos mostrou como
você pode ir do Egito, aos nazistas, ao governo
americano e você pode fazer uma conexão de um para o
outro.
JM: Sim.
KC: É uma coisa incrível. Então, qual é a sua solução
neste momento? Porque eu vejo que você pode realmente
prever que poderíamos mudar o mundo...
JM: Claro.
KC: ... num tal lugar...
JM: Claro.
KC: ... onde poderíamos ter acesso à energia
livre, acesso à vida - mantendo todas as pessoas
vivas no planeta e tê-las alimentadas, vestidas,
alojadas. Nós não estamos fazendo isso, mas este é...
JM: Por que não?
KC: ... um grande passo na direção certa.
JM: Por que não? Por que não estamos fazendo isso?
KC: Isso é...
JM: Vocês sabem por quê? Porque nos sentamos e
deixamos criminosos e nazistas [ri] ganhar o
controle das corporações e do governo que se supõem
devia estar olhando por nós e cuidando de nós. E, ei!
Há mais de nós do que hão deles. Basta dizer: "Não".
KC: Eu acho que há...
JM: Joguem os vagabundos para fora.
KC: ... também o mito da liberdade, porque se as
pessoas começam a perceber - e acho que, certamente,
eles estão percebendo, e este é o perigo desta crise
econômica que está atingindo a América - é que os
americanos vão perceber que não são tão livres, OK? Que
eles foram programados pela mídia, por isso, por aquilo,
e eles também são controlados pelo governo. E,
provavelmente, estas... estas limitações viram
ainda mais difíceis e mais rápidas. Então, se se percebe
que não se é livre, isso é o começo do despertar.
JM: Isso mesmo. Se você pensa que está livre, apenas
pergunte-se: você pode simplesmente arrumar as malas e
mudar? Você pode simplesmente arrumar as malas e mudar
para outro estado, ou mudar para outro país? As
chances são de que você diga: "Ah, não. Eu não
posso fazer isso".
Por quê? Porque: "Bom, perdi meu emprego, não
poderia pagar minhas dívidas, não poderia pagar a
minha hipoteca, não poderia pagar meu aluguel e
eu"... Não se é livre! Não se é livre. Não se
tem idéia do que é a liberdade. Então, temos de voltar
à idéia de liberdade. Esse declínio ou colapso
econômico pode até acabar sendo uma coisa muito boa.
KC: Certamente.
JM: Porque conheço muitas pessoas que, sabem, elas
foram ensinadas a trabalhar obstinadamente e ser fiel
a empresa, trabalhar e investir por um longo tempo...
muitas horas de trabalho para o seu chefe e, assim, se
será recompensado, agora estão descobrindo que: "Não,
não, não é assim que funciona". Sabem, se
trabalha como um condenado até que se esteja com 64
anos e, um ano antes de sua aposentadoria eles o
liberam - o demitem - assim eles não tem que pagar a
aposentadoria. Isso está acontecendo cada vez mais
frequentemente e as pessoas estão começando a perceber
isso.
KC: Eles estão acabando com a poupança e a previdência
social...
JM ... e as economias estão indo embora...
KC: É, tudo estará acabado...
JM: ... o 401 vai puff, sabem, foi reduzido a 40 por
cento ou menos...
KC: ... e aposentadoria não está boa para ninguém, de
qualquer maneira ..
JM: Não, não há aposentadoria. Não há dinheiro na
previdência social e todo mundo diz: "Sim, bom eu
tenho estas apólices de seguros"... Sim, grande
coisa. Se a companhia de seguros quebrar? O que se
tem? Se tem um pedaço de papel, isso é tudo que se
tem.
Assim, número um, comece a adquirir ativos
tangíveis. Obtenha uma pequena propriedade que seja
sua; obtenha algo que você possa cultivar tomates.
Obtenha uma casa, tenha um prédio, tenha algo que você
possa realmente ter como bens tangíveis. Em seguida,
comece a fazer coisas que você goste de fazer.
Isso é tão legal. Conheço muitas pessoas que por
anos trabalharam para uma empresa, trabalharam para a
empresa e, então, a empresa os liberou. Eles
descobriram isso claramente, que mostra
o que a lealdade faz por você.
Então, em desespero, eles procuram e tentam
encontrar um outro trabalho numa empresa, e isso fica
difícil - particularmente quanto mais velho mais
difícil fica. Então, de repente, eles finalmente têm
que, por desespero, eles começam a pensar por si
mesmos e dizem: "Bom, sabem, o que eu gostaria de
fazer? Bom, eu gosto de cultivar flores".
Assim, a próxima coisa que eles fazem, eles estão
plantando flores, eles estão colhendo flores e eles
começaram um negócio próprio, pequeno de entrega de
flores. A primeira coisa que se sabe é que eles estão
indo muito bem. Eles estão ganhando a vida e estão se
dando bem. Eles não estão ficando ricos, mas estão
sobrevivendo, estão indo muito bem. Eles estão fazendo
o que amam fazer. E isso...
KC: É uma coisa chave.
JM: ... isso é uma coisa chave...
KC: Sim, com certeza.
JM: ... e muito, muito importante. Então, quando as
coisas ficam difíceis, se nós apenas começarmos a
unir-nos e trabalharmos juntos como uma comunidade,
sabem. Você cria algumas galinhas...
KC: Escambo.
JM: ... e eu vou trocar o meu tomate pelos seus ovos e
nós vamos ficar bem.
KC: É verdade.
JM: Há alguns anos, eu tinha parentes no leste do
Texas e eles estavam sobrevivendo, vivendo da terra -
a terra vermelha no leste do Texas - e lembro-me de
perguntar-lhes, quando eu era criança, eu disse: "Como
vocês se saíram durante a Depressão?"
Eles apenas riram. Eles disseram: "Ei, que
depressão?" Eles diseram: "Nós não
tínhamos nada para começar [ri], não
tínhamos nada durante a depressão. Nós apenas
continuamos fazendo o que estávamos fazendo e nós
passamos por isso!"
E, todos nós estamos passando por isso. Todos vamos
conseguir, na verdade, todos vamos nos dar bem. Na
verdade, podemos até mesmo acabar nos dando melhor,
porque não seremos, sabem... Mas aqui está a coisa
fundamental - passo um - desligar a TV.
KC: [Ri]
JM: Basta desligar o trambolho. E, sabem o que,
depois de algumas semanas se vai descobrir duas
coisas. Se vai descobrir: número um, não está faltando
nada. Se a Terceira Guerra Mundial começar, acredite,
se vai saber, OK? Então, não se estará por fora, tudo
de que se vai sentir falta é todas as notícias sobre
celebridades e o último filme em algum lugar e, sabem,
quem se importa?
Número dois, se descobrirá que, de repente, se tem
algum tempo livre e se começará a ler. Quando se
começar a ler, se estimulará o processo cerebral
porque não é uma coisa passiva. Se tem que realmente
ler e pensar nas palavras e depois pensar nos
conceitos. Se começará a pensar e se dirá: "Uau!"
Se começará a pensar nas situações e se vai obter uma
melhor compreensão do que está realmente acontecendo e
o que, talvez, se poderia fazer sobre isso.
KC: Tudo bem. Muito obrigado, Jim Marrs...
JM: Muito obrigado.
KC: ... isso é realmente fabuloso.
-- Fim da entrevista --
BR: Isso foi bom, Jim.
JM: Está bem.
KC: Obrigado.
BR: Obrigado, senhor.
KC: Isso foi ótimo. Isso foi uma maratona.
JM: Bom, foi, mas é sempre bom, na verdade, vir e
falar sobre as coisas reais, sabem.
KC: É. Bom, eu estou muito feliz por você ter feito
isso. Muito obrigado por entrar em todos esses assuntos
para nós, porque, sabes, você meio que saiu um pouco da
linha ali, e apenas...
JM: Bom, eu vou te dizer... mas você sabe, é
engraçado é... [Ri] Quando você disse: "Você
traça o Egito antigo, os nazistas e os americanos",
é como...
KC: É uma coisa incrível.
JM: É. E a coisa é, porém, ela realmente é, algo
como, se você viu minha apresentação, eu mostrei como
o tesouro de Salomão, que saiu do Egito, então, foi
enterrado em Jerusalém, e depois é... metade dele foi
levado para Roma... [Ri] e de Roma vai para
o...
KC: Então fez o nazismo possível, certo?
JM: Sim! Depois os nazistas acabam pegando ele...
KC: Então vêm para a América, certo, naqueles...
JM: Sim.
KC: ... no submarino, ou o que quer que seja.
JM: Sim.
KC: Vai para a Argentina. E agora, supostamente, todas
essas pessoas estão indo... a solução final é: ir para a
América do Sul e ficar longe da América, certo?
JM: [Ri]
KC: Mas... Advinha? [Ri]
JM: [Ri] Você vai para o sul...
KC: Adivinha quem está lá, ao sul?
JM: Você realmente vai...
KC: A família Bush, no Paraguai, certo?
JM: Exatamente. Com... quantos acres eles têm? Algo
como...
KC: Eu não sei.
JM: Eu continuo ouvindo várias coisas. Pensei que
eram nove mil hectares e, então, ouvi que eram 98 mil
hectares, assim...
KC: Se tem que olhar para isso e dizer: "Bom, também
tem que haver um plano lá".
JM: Sim, exatamente.
KC: Eles estavam planejando isso o tempo todo.
JM: Bom, eles estão prontos para afiançar os Estados
Unidos.
KC: Exatamente.
JM: Vê, a coisa é essa, eles têm um filme que
mostrarão aqui, que é realmente interessante. Tem um
tema realmente fascinante, que é que essa coisa toda
prepara para o Armagedom e que o colapso econômico,
colapso do meio ambiente e bla-bla-bla-bla-bla... Tudo
isso é uma fraude - não para o público - mas para o
povo da Nova Ordem Mundial.
KC: [Ri]
JM: Eles realmente acham que está tudo prestes a
desmoronar, da forma como eles tinham trabalhando
secretamente em...
KC: Dando o fora. [Ri]
JM: Eles estão dando o fora. Então, todos deixam o
planeta [bate palmas] e nós estamos aqui [ri]
podemos ir em frente...
KC: Estamos todos bem!
JM: Nós ficamos bem, teremos uma boa vida. [Ri]
Não é um conceito interessante!
KC: Bom, eu sei que, com os Bush na América do Sul,
vamos estar bem de qualquer jeito, sabes o que estou
dizendo? Deixe-os ir para o Paraguai, entendes?
JM: Sim, todos eles vão para o inferno, de qualquer
maneira, então, que diabos.
KC: Claro. Certamente, sim... isso é loucura, o que eles
fizeram na Argentina, quero dizer é só... Essa também é
uma história incrível, incrível, assim...
JM: É.
KC: Eu quero dizer, não há pedra sobre pedra. Antártida,
certo?
JM: Certo.
KC: Eles estão lá. Então...
JM: É uma coisa incrível... todo
KC: É tão louco. Ok, bom...
JM: Bom, obrigado pelo café ...
KC: E obrigado, Jim. Isso foi muito bom...
JM: Me sinto bem... ah deus, na verdade, acho que
tenho que fazer algo em outro lugar agora.
BR: Jim, foi um prazer. Obrigado por nos dar seu
tempo, sua energia...
JM: Bill. Obrigado.
BR: ... o seu foco e sua paixão. Isso é tudo que
um homem pode dar.
JM: Tudo bem, estamos na Califórnia Suite, ou Arizona
Suite?
KC: Estamos no Arizona...
JM: Estamos no Arizona. Ok. Tudo certo. Cuidem-se.
KC: Ok, tome cuidado.
JM: Ei, apenas seja gentil...
KC: É.
JM: Não me faça parecer um idiota maior do que sou!
KC: Não, você é fabuloso.
BR: Nós vamos fazer direito. Não se preocupe. Nós vamos
fazer direito por você, Jim.
JM: OK.
BR: Pode confiar em nós, nós prometemos.
JM: Ok.
KC: Você foi absolutamente fabuloso. Podemos rodá-lo
para você. Tudo o que você quiser mudar, deixe-nos
saber.
JM: OK.
Sequência final
BR: ... e dizemos: "Apenas faça algo".
JM: Faça algo! Faça o que você puder fazer...
Exatamente! Talvez seja apenas escrevendo cartas para
o jornal, sabem, mas...
KC: Certamente.
JM: Ou sair em passeata e carregando um cartaz. Eu
não sei, faça apenas o que você puder fazer, mas por
Deus, faça alguma coisa! [ri...]
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