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Jim Marrs:

Transcrição da Entrevista

Esta página é uma reformatação da versão original publicada no Projeto Camelot.


Jim Marrs : O Surgimento do Quarto Reich na América

Laughlin, Nevada, fevereiro de 2009

Introdução

Jim Marrs (JM): ... e foi no caminho para a impressora, então alguém em algum lugar apenas disse: "Não". E isso parou.

Bill Ryan (BR): Tenho uma informação fora da gravação para você, Jim, que podemos lhe dar em conversa privada, se você quiser.

JM:  OK.

BR: Eu o tenho por escrito de Kit Green - que o programa de visão remota não foi cancelado, apenas passou à clandestinidade...

JM: É.

BR: ... com o uso de drogas, hipnose e eletrônica. Eu tenho isso por escrito. Mas talvez isso seja notícia velha.

Kerry Cassidy (KC): Isso não é novidade para o Jim ...!

JM: O que é bárbaro é, eu vou te dizer, essa é minha opinião, se você for perguntar a alguém no governo: "Você tem uma unidade de visão remota?" Eles vão dizer: "Não". E, tecnicamente, eu acho que eles estão dizendo a verdade. Porque quando você diz que passou à clandestinidade, o que eles fizeram foi: eles espalharam essa unidade por toda parte. Portanto, todas essas diversas organizações, tais como Navy SEALS (forças de operações especiais da marinha americana), os Army Rangers (forças de elite do exército americano) e a DEA (Força Administrativa de Narcóticos que é um órgão da polícia federal do Departamento de Justiça americano) e etcetera, todos elas têm os videntes remoto.

BR:  Hum hum.

KC: É isso mesmo.

JM: Mas não é... eles não são... Eles não têm um conjunto, sabem, um programa oficial de videntes remotos, eles simplesmente mesclaram todos os videntes remotos em todas as organizações.

Início da entrevista

KC: Este é o Projeto Camelot - Kerry Cassidy e Bill Ryan - nós estamos aqui com Jim Marrs. Ele é um escritor muito conhecido; investigador muito consistente. Ele escreveu vários livros muito conhecidos, livros de muito sucesso: Crossfire (Fogo Cruzado) e Ruled by Secrecy (Regido pelo Sigilo) e Alien Agenda (Agenda Alienígena) e The Rise of the Fourth Reich (O Surgimento do Quarto Reich).

Na verdade estamos aqui para falar com Jim sobre o livro O Surgimento do Quarto Reich. [Falando diretamente com Jim] Vamos nos concentrar nessa área, mas queremos falar sobre tudo, porque eu sei que os segredos da visão remota é algo com que você está muito, muito familiarizado, e...

Você cobriu toda a gama - é realmente incrível - e o fez de uma forma muito coerente. Está muito compreensível. Acho que ninguém pode ler um dos seus livros e dizer: "Bom, isso é a coisa mais bizarra que eu já ouvi, não é verdade". Eu acho que, basicamente, você fundamenta tudo o que você diz. Você era um jornalista originalmente, não é mesmo?

JM: Ainda sou. [Ri]

KC: Ok. Ainda está trabalhando, um jornalista que trabalhava...

JM: Certo.

KC: ... nos livros, e...

JM: Infelizmente não há mais revistas reais por aí;
[ri] só sistemas corporativos de distribuição de publicidade.

KC: Certo, completamente. E, basicamente, você também é considerado uma espécie de especialista sobre o assassinato de Kennedy, não é?

JM: Bom, foi aí que eu ganhei minha experiência como um jornalista, trabalhando em Dallas, na área de Fort Worth, lá pelos anos 60.

KC: Impressionante. Então, você também está circulando, você fala em várias conferências e nós estamos aqui, hoje, em Laughlin - onde está sendo realizado o Congresso sobre OVNI - e você acabou de dar uma palestra maravilhosa.

Então, o que nós queremos fazer é falar sobre para onde vai a América no seu ponto de vista, obter algum pano fundo - o cenário, os nazistas e assim por diante - e o que você relatou em seu mais novo livro.  Então, também, dar uma ginada e conversar um pouco sobre os OVNIs, o sigilo, e o que pode acontecer no futuro.

BR: Eu tenho a minha pergunta, que eu poderia adicionar como um complemento, ela é: por que alguém estaria falando sobre O Surgimento do Quarto Reich em uma conferência sobre OVNI? Que tal essa pergunta?

JM: [Ri]

KC: Bom, ok; tenho que dizer que agora vivemos em tempos interessantes, que estão trazendo esse questionamento que eu acho que é... não apenas a loucura do OVNI, mas aficcionados políticos, o homem na rua, todo mundo agora está questionando a própria realidade, eu acho...

JM: Eu acho que...

KC: ... e por que é que está acontecendo nos Estados Unidos o que está acontecendo.

JM: Acho que você está absolutamente correta. Por causa da economia em ruínas e porque muitas pessoas estão acordando e percebendo que não importa se votarem em um democrata ou republicano, parece que eles optam pelos mesmos programas socialistas, eles começam a perceber que existe um paradigma totalmente diferente do que é retratado nos meios de comunicação corporativos.

Assim, a questão é: por que eu estou falando sobre O Quarto Reich num Congresso de OVNI? Acho que a resposta é: porque as pessoas que desconsideram o assunto dos OVNIs e que apenas descrevem isso como uma fantasia e loucura total, elas nunca, nunca, serão capazes de descobrir o que está realmente acontecendo no mundo, porque estão jogando fora um grande pedaço do quebra-cabeça. Tudo isso faz parte do mesmo grande mosaico e se tem que colocar todos esses pedaços juntos para descobrir o que está acontecendo.

Assim como, "por exemplo": Eu realmente acredito que uma das principais razões para a nossa invasão precipitada ao Iraque foi para ter um caminho mais curto para Bagdá, e usar um cenário de rebelião como uma desculpa, num esforço muito concentrado para saquear o museu Nacional iraquiano. Do que eles estavam atrás? Eles estavam atrás de artefatos recém-descobertos, tábuas, pergaminhos e etecetera, que foram encontrados nas antigas cidades sumérias de Uruk e alguns outros lugares, por equipes arqueológicas francesas e alemãs - curiosamente, os dois países que estavam se opondo grandemente à nossa entrada no Iraque.

O que foi tirado? Muito possivelmente, o conhecimento da antiga tecnologia de manipulação de energia. Isso envolve anti-gravidade e um monte de tecnologias estranhas e exóticas das quais a ciência convencional zombaria. Mas, então, quando realmente se estuda a questão, se descobre que essas tecnologias têm sido usadas, pelo menos, desde a Segunda Guerra Mundial e foram mantidas no âmbito de programas de classificação ultra-secretos desde então, porque esta é a nossa tecnologia de ponta.

Assim, se pode ver como tudo se liga; a história antiga, os OVNIs, as sociedades secretas, o governo mundial. É tudo parte da mesma bola de cera grande, e se se não recuar e ter essa visão ampla e se estudar uma grande variedade de tópicos, nunca se descobrirá o que está acontecendo.

BR: Isso é algo que Bill Cooper disse, eu me lembro, numa das muitas palestras famosas que ele deu em 1989 ou 1990 - talvez você se lembre - ele disse: "Se você não incluir OVNIs neste quebra-cabeça, você nunca vai entender do que se tratam todos os acontecimentos geopolíticos modernos.

KC: Não estamos falando também sobre os portais estelares e, sabem, porque, quando se entra em energia livre, se entra - pelo que entendi - em vórtices, e se entrará na possibilidade de existir um portão estelar no Iraque e, assim, eles podem estar encobrindo isso. Depois você entra no Anunnaki, e... então se está em alienígenas ou ETs, como quer que seja que você os queira chamar. Você passou por esse caminho?

JM: Bom, com certeza. Quando se segue as provas, isso é onde isto te conduz. Nós mencionamos a possibilidade de um portão estelar ou algum tipo de portal dimensional no Iraque, sabem, isto me leva de volta à Bíblia e à história do rei Nabucodonosor. Ele construiu essa estrutura de ouro, o que eles traduzem como uma fornalha ardente, mas, obviamente, era outra coisa porque as pessoas entravam e saíam disso.

Claro que, quando o povo dele entrava, eles tendiam a desmaiar e morrer, o que me diz que era algum tipo de um campo de energia. Então, ele chamou três sacerdotes hebreus e disse-lhes para fazê-lo funcionar e colocá-los lá dentro. E, eis que, eventualmente, haviam quatro pessoas. Assim, três entraram e quatro [ri] sairam, então, obviamente, eles estavam abrindo uma espécie de portal, ou uma passagem.

KC: Uau. Isso é muito interessante. Então, onde você quer nos levar com isso? Porque eu sei que há todo um movimento em seu discurso, onde você fala sobre o maná do céu, o ouro monocromático, monotônic... como você diz isso?

JM: O... [ri] É um único átomo de ouro, monoatômico... ouro monoatômico.

KC:  OK.

JM: Orbitalmente reorganizado ouro monoatômico. Elementos com um único átomo. Isso, por sinal, não é nada disso é apenas ultrajante e inédito, porque o ouro monoatômico, a prata, os metais pesados ​​- eles estão em tudo. Eles estão na água, eles estão nos alimentos, nós os ingerímos. Isso é apenas outra coisa - uma outra camada da nossa existência material em 3-D - que não tínhamos conhecimento antes dos anos 70 e 80. Mas, então, isso não é nada novo. Volte uma centena de anos, eles não estavam cientes dos átomos. Então, sabem, nós estamos aprendendo.

Acho que a coisa é, e a razão da necessidade de olharmos essas coisas exóticas e a questão dos ETs, é porque eu acho que estamos em um processo de condicionamento que, sim, pode haver vida no espaço exterior e isto apresenta um perigo. Porque eu sei e vi os documentos do governo. Hão planos. Planos de contingência e arquivos do governo que, em algum momento, quando eles não puderem fazer a lista de inimigos internacional, é quando eles...

Sabem, num período, de volta ao início do século XX, foi a conspiração judaica internacional. Bom, isso acabou. Depois, houve a conspiração comunista internacional e depois isso acabou. Agora é a conspiração terrorista internacional. E, ainda, se se parar e pensar sobre isso, porque devemos acreditar que isso é real, quando eles não fazem nada para proteger as fronteiras dos Estados Unidos? Então, isso também é uma farsa e quando isso começar a desmoronar, então - de acordo com fontes autoritárias - a próxima coisa será uma ameaça vinda do espaço, como Ronald Reagan nos advertiu em seu discurso às Nações Unidas.

Portanto, se não se quer ser assustado e impressionado por esta ameaça falsa do espaço, então estude o assunto OVNI e se descobrirá a verdade sobre o isso. Então, quando eles disserem: "Ah, não, realmente, existem alienígenas e eles estão vindo para comê-lo e se tem que desistir de todo o resto das suas liberdades para que possamos protegê-los, você pode dizer: "Não, eu não acredito nisso"".

KC: Certo, com certeza. Assim, através da visão remota... Você se tornou um observador remoto, não é mesmo?

JM: Eu tenho... Em meu estudo da visão remota, eu participei em alguns estudos de visualização remota e, em alguns testes, interessantes o suficiente, me saí muito bem [ri].

KC: Não estou surpresa, porque você tem uma grande objetividade na maneira como você considera diferentes tópicos e pelo que entendi - também estudei um pouco de visão remota - e entendo que isso realmente necessita de um olhar imparcial do que está, sabes, do outro lado, por assim dizer.

JM: Fiquei surpreso ao descobrir que me saí tão bem na visão remota. Mas, então, quando penso sobre isso, realmente, não foi tão surpreendente, pois como um repórter e um jornalista, eu tinha muito cedo aprendido a confiar um pouco na minha intuição...

KC: Você tem que.

JM: ... e minha intuição raramente me decepcionou. Isso é, naturalmente, isso entra no sinal psíquico suave que está no coração da experiência de visualização remota.

KC: Com certeza. Então, onde você vai com isso? Tanto quanto usando isso no que você está... você está indo por este caminho, você está investigando a conexão nazista por trás do nosso governo e o que está acontecendo agora na América e... Então, como a visualização remota o ajuda nessa jornada?

JM: Bom, é [ri], na verdade, não muito, o que é surpreendente e, provavelmente, muito estúpido. Mas é como, sabem, eu sei que deveria praticar muito mais do que faço, mas eu não o faço, porque estou muito ocupado fazendo outras coisas, e é a mesma coisa com a visão remota. Eu, provavelmente, deveria sentar-me, pelo menos uma vez por dia, e tentar manter a minha habilidade de visão remota afiada como o fio da navalha, mas não faço, [ri] porque...

KC: Mas você está usando a sua intuição, certo?

JM:  Right.

KC: Em suas investigações...

JM: Ela me ajudou até mesmo a aprender a ter mais confiança na minha intuição.


KC: Certo. Então, agora, para onde estamos indo como um país e por quê?

JM: Os Estados Unidos sempre foi - pelo menos, foi tentado ser - dominado por uma elite rica, isso vem de muito longe. Alexander Hamilton e os amigos ricos dele, queriam governar o país, porque achavam que os ricos sabiam como lidar com as coisas e, de alguma forma, tinham mais bom senso do que os demais. Então, isso não é nada novo e isso resultou em que os Estados Unidos sempre tivesse uma tendência conservadora. Isso está OK também, porque especialmente, quando se tem um grande país com... cheio de recursos, todos prosperando e, sabem, se quer... vamos conservar o que temos.

Então, não há nada de intrinsecamente errado com isso. Mas, infelizmente, com o influxo do socialismo nacional - que na língua alemã é o acrônimo do que é NAZISTA - com a chegada dos nazistas após a Segunda Guerra Mundial, sendo ajudado, instigado e financiado por financistas de Wall Street e pelas pessoas que se consideram globalistas, eles não têm nenhum interesse em particular nos Estados Unidos, por si só, eles querem tentar governar o mundo.

Primeiro através do complexo militar industrial, depois nas indústrias de defesa, depois academicamente e depois em outras profissões, este socialismo nacional tem cavado seu caminho para os Estados Unidos desde a Segunda Guerra Mundial. Isso realmente veio à tona quando George Herbert Walker Bush se tornou presidente - cujo avô foi realmente processado pelo Governo Federal dos Estados Unidos no final de 1942, por ser um dos principais financiadores de Hitler e dos nazistas - e, em seguida, o filho, George W.

Durante os oito anos da administração de George W. vimos a ascensão e o domínio dos Neo-Cons, ou Neo-conservadores, que nada menos é do que apenas outro nome para o Socialismo Nacional. Então, vimos o país inteiro tender para a direita; para o fascismo. E porque o fascismo é definido como a mistura do Estado e do poder corporativo, não acho que exista alguém que possa argumentar que isso não é o caso nos Estados Unidos de hoje.

A grande diferença é, na Alemanha nazista, o Estado assumiu o controle sobre as corporações, e foi essa combinação que criou esse estado fascista; na América moderna, temos as empresas ganhando controle sobre o estado através de lobistas, através de pactos e através dos grupos que... eles agora controlam o governo. Mas o resultado final é o mesmo, uma mistura de poder corporativo e estadual, que é fascismo.

Agora, após oito anos de fascismo, as pessoas começaram a se irritar. Mesmo as pessoas que pensavam que realmente queriam apoiar George W. Bush, porque ele disse as coisas certas e se começa a perceber que tudo o que ele estava fazendo era empurrar programas socialistas e travando guerras agressivas sem fundamento. Tal que houve um retrocesso e, agora, mudamos de socialismo nacional para socialismo marxista, sob Barack Obama.

Mas nada realmente mudou, porque na administração de W. Bush todas as pessoas importantes eram membros do secreto Conselho de Relações Exteriores, que dominou a política externa dos EUA desde antes da Segunda Guerra Mundial e foi criado com o propósito expresso de criar um governo mundial. Sob a administração de Barack Obama, descobrimos que todos os membros chaves do gabinete dele, todos são membros do Conselho de Relações Exteriores. Assim, a mesma elite secreta de ricos, ainda está governando este país, só que agora sob o disfarce de socialismo marxista.

Após quatro anos de socialismo marxista e do, provavelmente, presente colapso da economia dos EUA, então, todos vamos ser iludidos a aceitar um novo ditador - um novo Führer - enquanto as pessoas estão em pânico, por causa da economia e dos programas sociais, elas reconsiderarão e votarão num ditador. Esta é a mesma metodologia que foi usada na Alemanha pré-guerra; pelas mesmas pessoas.

KC: Ok. Bom, coloque a energia livre nesse cenário e o que você percebe? Porque vemos a destruição da economia americana, na realidade, vemos a economia mundial despencando. Mas onde é que a energia livre se encaixa neste quebra-cabeça, assim dizendo, e certamente ela existe em Projetos Negros/Secretos, como sabemos e documentamos em vários vídeos com várias pessoas.

Sei que você está envolvido no trabalho do Gordon Novel e no Projeto RAM, em algum nível, embora não saiba como. Então, talvez você possa..? Assim, isso o coloca em uma posição muito interessante para se ver como a energia livre entra neste quebra-cabeça.

JM: Certo. Bom, hão vários pontos de interrogação em toda a equação e a energia livre é obviamente um deles. Se pudéssemos romper o ciclo do monopólio de produtos petroquímicos e chegar a algum tipo de energia livre, toda a equação mudaria. E é isso que está acontecendo agora. Hão alguns conflitos, interdições e dissimulações muito, muito intensos ocorrendo sobre qual a tecnologia que nós queremos usar, quem a controlará.

Por exemplo, ouvimos falar de células de combustível para veículos. A razão pela qual não temos isso ainda é porque ainda não descobriam ainda como obter um monopólio sobre elas. Portanto isto, mais uma vez, dependerá de como o paradigma futuro começa a tomar forma. Gostaria de ver algum tipo de desenvolvimento econômico que não seja baseado em  monopólio; que todo mundo tenha um pouco de tudo.

Na verdade, para dar-lhe um exemplo: para mim, o maior exemplo - e prova - da conspiração no mundo de hoje é o fato de que, mesmo enquanto as pessoas estão sentadas aqui, assistindo esta entrevista, no fundo da mente delas percebem que em algum lugar existem literalmente milhares - se não milhões - de crianças  morrendo de fome. Agora, isso não é porque a Terra não pode produzir alimentos suficientes para alimentar essas crianças? Não, claro que não. Nós temos a tecnologia de poder alimentar, vestir, abrigar e dar cuidados mínimos razoáveis de saúde para cada pessoa no planeta.

KC: Hum hum.

JM: Então, por que nós não fazemos isso? Bom, uma vez que se vá além das explicações fáceis, tais como: "Ah, é a política, o transporte, o custo é grande" e, sabem... formos além disso. É assim porque em algum lugar alguém quer que seja desse jeito. Se ninguém quizesse assim, não seria dessa forma. Hão mais de nós do que hão dessas pessoas da Nova Ordem Mundial. Nós simplesmente precisamos unir todas as pessoas de boa consciência e de bom coração e dizer: "Nós não queremos isso dessa forma".

KC: Certamente. Bom, tudo bem. Mas há uma elite regendo, certo?

JM: Certo.

KC: E você mergulhou nisso, tenho certeza, em...

JM: Sim, e eu detalhei e monitorei a história deles.

KC: Ok, então você está falando - apenas para os do que assistem o vídeo - Bilderbergers, Conselho de Relações Exteriores, certamente Majestic 12 e sei que você está...

JM: Comissão Trilateral.

KC: ...você é uma espécie de especialista sobre eles, certo?

JM:  Hum hum.

KC: Então, todas essas organizações estão implementando uma agenda, nesse momento, e a questão é: quanto tempo é que eles levarão para consu... eles irão consumar isto, sabe, Quarto Reich, como você o chama, na sua opinião? Isto é algo... já estamos vivendo isso?

JM: Nós estamos muito, muito perto de um Quarto Reich, porque "reich" em alemão, simplesmente, significa  "império" e os Estados Unidos de hoje, é claro, é o império preeminente no planeta. Cabe a nós, os membros do Império - os cidadãos do império - se agimos como um império e nos tornamos o império imperial, neste caso, provavelmente, vamos cair assim como o Império Romano, assim como o Terceiro Reich e todos os outros. Ou, podemos tentar trazer a paz, a prosperidade para todos em vez de tentar assenhorearmo-nos do porco e dos recursos do planeta. Basicamente, é apenas uma espécie de mudança de consciência, é isso o que é.

Um bom exemplo está no meu estado natal, o Texas. Quando eu era criança as estradas eram muito ruins. Elas eram lixeiras porque as pessoas apenas, sabem, se terminava a bebida, você apenas a jogava pela janela. Não era que quiséssemos sujar e fazer mal, simplesmente, não sabíamos nada melhor. Apenas dizíamos: "Ah bom, acabei com isso" e voava pela janela do carro.

Mas, eles instituíram um programa de Não Suje o Texas; puseram sinais em toda parte, eles elevaram a conscientização. As pessoas começaram a perceber: "Espere, realmente, não está certo jogar todo o lixo na estrada". Não estou dizendo que as rodovias no Texas, hoje, são impecáveis, mas estão 150 por cento melhor do que costumava ser, e não por causa de quaisquer uma das leis do lixo - embora elas estejam em vigor; mas, eu não conheço ninguém que já tenha recebido uma multa por causa de lixo - mas pelo aumento da conscientização; poderíamos fazer a mesma coisa com o povo dos Estados Unidos.

O povo dos Estados Unidos são pessoas boas. Fazemos mais caridade do que todas as outras nações do mundo. Se nós, simplesmente, compreendêssemos a situação verdadeira e não estivermos sendo empurrados de um lado para outro pela mídia corporativa controlada, então, acho que nós, provavelmente, poderíamos descobrir maneiras de lidar com a situação e espalhar a riqueza, aonde todo mundo poderia ter um pequeno pedaço do sonho americano.

KC: Bom, você não diria, porém, que há algum tipo de plano em marcha para derrubar o governo americano por completo? Quero dizer, isso é realmente o que está sendo travado nos bastidores?

JM: Isso é absolutamente verdade e é isso que está acontecendo. Porque os Estados Unidos tem sido o maior obstáculo a esses globalistas que querem ver um governo mundial, um sistema mundial socialista. A razão para isso é porque nos Estados Unidos temos uma tradição e história de liberdade individual. Temos a Constituição e a Carta de Direitos, que nos dá uma base jurídica para a nossa autonomia e liberdade individual. Terceiro, nós temos armas e podemos garantir a nós mesmos que tenhamos autonomia e liberdade individual.

Mas, agora existe... há um movimento em marcha sob o novo governo Obama para registrar armas de fogo, para registrar munições e, basicamente, tentar desarmar a população. E se isso se concretizar, então, nós apenas nos tornaremos servos da Idade Média em um novo feudalismo.

KC: Bom, e sobre a China, você sabe, porque dizem que a China pode ser induzida a uma invasão em algum momento no futuro; que podemos entrar em guerra com a China. Você já ouviu alguma coisa nesse sentido?

JM: Ah, sabem, alguns generais chineses estão até mesmo dizendo em público que a guerra com os Estados Unidos é inevitável. Eu não sei porquê. Nesse momento somos totalmente dependentes um do outro. Nós dependemos da China para produzir quase tudo que usamos. Vocês sabem, vão em qualquer loja e peguem um produto e olhem no fundo e estará escrito: Made in China (Feito na China).

KC: Certo.

JM: Ok, mas então, da mesma forma, eles são dependentes de nós, porque se nós não comprarmos todo esse lixo deles [ri], eles não têm um mercado. Então, acho que parte dessa beligerância é inventada. Porque na verdade...

KC: Certamente.

JM: Se você quiser saber o que o... Aqui está o verdadeiro plano de jogo, ok?

KC:  OK.

JM: Isso foi articulado em 1948 por um homem chamado Eric Arthur Blair, que era um Socialista Britânico Fabian e muito bem ligado à realeza e à aristocracia lá na Inglaterra. Acho que ele realmente tinha uma visão muito boa de qual era o plano geral do jogo, então ele escreveu tudo em um livro sob o pseudônimo de George Orwell.

KC: [Ri] Ok.

JM: E, claro, isso foi em 1984.

KC: Certo.

JM: E aí, se se for reler 1984, se verá que eles dividiram o mundo em três blocos econômicos. No livro 1984 o chamaram de Oceania, Asiana e Oriente Asiano. No mundo real de hoje é a União Europeia, a em breve a surgir União Norte-Americana e a futura União Asiática. Então, o que eles fariam, seria jogar dois desses blocos um contra o outro perpetuamente para criar a tensão necessária para a corrida armamentista, para os gastos de defesa e para passar um monte de empréstimos, isso gera lucro e controle sobre a população.

KC: Certo.

JM: Esse é o plano do jogo.

KC: Ok, bom, isso é uma grande visão do que está ocorrendo agora. Você acredita que há também... ah, você sabe, as pedras guia da Geórgia, basicamente o que elas dizem, que a eliminação da população é um dos objetivos deles?

JM: Certo. Quem construiu as pedras guia da Geórgia, mais uma vez, acho que estava a par dessa agenda da Nova Ordem Mundial. Isso é onde me desvio do pensamento deles. Tenho uma entrevista com o general Maxwell Taylor que foi feita no início dos anos 70 e ele - não foi apenas o nosso último embaixador no Vietnã, mas também um membro dos quadros do Conselho de Relações Exteriores - Eu acho que ele articulava totalmente o pensamento deles.

Ele disse, basicamente, que, no início do próximo século - bom isso é agora - ele disse que temos de eliminar cerca de um terço da população do mundo porque, segundo ele, o problema básico geral é a superpopulação. Isso é a raiz de todos os outros problemas, poluição, economia e tudo o mais. Ele disse que isso será feito por conflitos regionais limitados, como no Iraque, [ri] no Afeganistão...

KC: Hum-hum.

JM: ...doença - SIDA na África - e fome, que prevalece em muitos dos países do Terceiro Mundo. Ele disse: "Eu não estou certo de podermos salvar estas pessoas e nem tenho certeza que devêssemos tentar". Assim, essa é a idéia deles para diminuir a população mundial.

Agora, aqui está a falácia nesse pensamento: na realidade não há nenhum problema de superpopulação. Ouvi esta declaração há alguns anos - eu não acreditava muito nisso, então eu chequei - isso é absolutamente verdadeiro. A população humana inteira de 6,5 bilhões poderia, na verdade, viver confortavelmente no estado do Texas.

KC: [Ri] Sério?

JM: É mesmo. Então, não é um problema de superpopulação, é um problema de concentração populacional. Se tem a maioria do mundo esprimida nessas grandes áreas metropolitanas, grandes mega-cidades, ok?

KC: Certo.

JM: Exitem outras maneiras de se fazer as coisas, OK? Eu poderia imaginar um mundo onde você e Bill poderiam viver em uma bela paisagem, um cenário rural, OK? Ter um pequeno lago, um pomar, um jardim e vocês estão muito bem. Quando for hora de ir às compras, então, pegam a bicicleta ou o carrinho elétrico pequeno, vão até a pequena estação e pegam uma linha elétrica de alta velocidade - zoom! - isso os levaria a uma área de shopping center, como um centro comercial enorme. Vocês vão e fazem suas compras; OK, e, depois, vocês - zoom - voltam para casa e pegam a bicicleta e pedalam de volta ao seu pequeno lugar.

Vocês têm o seu gerador coletor de energia pequeno, certo? Você é esperto e auto-suficiente em energia. Você diz: "Sim, mas qual é o meu trabalho?" Bom seria o que quer que você quizesse.

Estamos em uma situação embaraçosa agora, porque todos fomos criados nesta ética de trabalho cristã que diz que todo mundo tem que trabalhar. Ok? Bom, isso é um produto dos tempos mais antigos quando, realmente, todo mundo tinha que trabalhar apenas para sobreviver. Na verdade, é por isso que se tinha que ter muitos filhos, porque se tinha que ter alguém trabalhando nos campos, para que se pudesse produzir, produzir, tal que se teria o que comer. Mas, hoje em dia, com a tecnologia, sabem, apenas algumas mega-fazendas poderiam gerar comida suficiente para todos. A tecnologia existe. Todos nós poderíamos estar vivendo como reis se exigíssemos, se quiséssemos e se pudéssemos convencer esses pretensos governantes do mundo que todos nós merecemos ter um tratamento justo nessa vida.

KC:  Com certeza.

BR: Eu tenho uma história linda que você pode ser capaz de usar em algumas de suas palestras. Nas Ilhas Marquesas, no Pacífico Sul - há uma colônia francesa de que ninguém nunca ouviu falar. Na língua deles não existe a palavra trabalho. É um conceito realmente maravilhoso...

JM: Certo.

BR: ... porque, é claro, pensamos da forma como falamos, não é o contrário. Assim, eles não trabalham. Eles pescam, constroem uma casa e acendem o fogo, então, cozinham a refeição, dançam e fazem isso ou aquilo, eles simplesmente vivem. Toda essa dialética de trabalho/disputa, foi, na verdade, tão profundamente enraizada em nós nesta sociedade ocidental ...

JM: Certo.

BR: ... que somos vítimas dessa idéia, que somos prisioneiros...

JM: Certo.

BR: ... porque temos que trabalhar o tempo todo e, então, temos que disputar; assim, eles nos pegam pelo pescoço...

JM: Isso mesmo.

BR: ... porque todos nós tentamos sair deste laço.

JM: Se se tiver um filho ou uma filha e tudo que eles querem fazer é tocar guitarra e escrever música, então eles devem ser algum tipo de vagabundo - [Kerry ri] - porque não estão trabalhando!

KC: Certo.

JM: Ora, houve uma grande história, houve uma grande história sobre o empresário aposentado americano que foi ao México, ele aluga um barco de pesca pequeno e vai pescar. Ele começa a falar com Manuel, o cara que é o dono do barco, ele diz: "Manuel" e então, ele pergunta: "Como é a sua vida? O que você faz?"

Manuel responde: "Ah, eu me levanto pela manhã", e ele continua: "Saio e pesco; então, vou para casa e tiro uma sesta durante a tarde com minha esposa, à noite, vou para a cidade e sento-me com meus amigos e comemos, bebemos, tocamos violão e cantamos".

O aposentado diz: "Bom, Manuel", e continua: "Você não entende, se você não tirar uma sesta, se você pescar mais peixes durante o dia, você faria mais dinheiro e com mais dinheiro você poderia comprar outro barco. Assim, com dois barcos, entendes, terás mais peixes e logo você poderia comprar mais barcos. A próxima coisa que você perceberia é que teria uma frota de barcos. Então, o que você faz, é vir aos Estados Unidos e, em seguida, podes incorporar e, portanto, podes vender ações, assim, você pode ter toda uma frota de barcos e podes fazer, você sabe... e muito em breve poderás se tornar um milionário."

Manuel diz: "Quanto tempo levaria?" O outro diz: "Ah, uns vinte, trinta anos."
Manuel disse: "E depois, o que faço?" O outro diz: "Bom, então você poderia se aposentar e vir para o México e pescar, no período da manhã, tirar uma sesta à tarde e visitar os seus amigos à noite..."

Isso é como: "Ah, espere um minuto!" [Ri]

KC: [Ri]

JM: Ele já está fazendo isso...


KC: Sim... Entendo.

JM: Então, está tudo na mente. Está tudo na consciência, como percebemos as coisas e se achas que tens que estar lutando pelo sucesso, que tens que ter mais brinquedos do que todo mundo para que possas provar que você é um sucesso. As pessoas mais bem sucedidas que eu conheço não são, necessariamente, as pessoas mais ricas que eu conheço.

KC: Ah, é, definitivamente! Bom, quero dizer, isso é um aspecto muito bom. Além disso, a idéia por trás da energia livre, se quiseres chamá-la assim, que as fontes de energia estivessem disponíveis para todos.

JM: Bom, nós temos isso por um longo, longo, longo tempo. Nikola Tesla tentava nos dizer como poderíamos explorar a energia básica da Terra e todos poderiam ter a própria energia. É claro, ele foi eliminado por Edison e pelas pessoas que queriam colocar os sistemas elétricos e se certificarem de que você comprasse a energia. Hoje em dia, veja, eles têm um bloqueio nisso porque, sabem, poderias ser Bill Gates, poderias ser o cara mais rico do mundo, mas ele ainda paga a conta da energia elétrica todo mês.

KC: Hum hum.

JM: Tudo volta a percepção e a consciência. Alguns anos atrás, realmente, investi pesado em energia solar e eu disse: "Bom, sabem, caramba, o sol brilha ou não. Se não, estamos todos sem sorte e se  está brilhando, então, por que não captamos a energia radiante do sol e a usamos como energia".

Eu estava conversando com um especialista em energia e ele com muita paciência e condescendência me explicou que: "Bom, você não entende". Ele disse: "Teria que existir painéis solares que cobrissem uma área do tamanho do estado do Arizona para fornecer energia suficiente para abastecer a cidade de Los Angeles".

Eu pensei: "Ah, OK". Eu verifiquei e isso, provavelmente, é verdade. Onde está a falha nesse pensamento? Geração central. Ele só pode pensar em termos de geração central...

KC: Claro...

JM: ... gerar a energia e enviá-la  para LA. Se toda as pessoas em Los Angeles colocassem um painel solar no telhado?


KC: O sol é tão abundante lá que, você sabe...

JM: É isso aí!

KC: ... eles poderiam conseguir energia suficiente...

JM: Isso mesmo.

KC: ... em questão de dias, na verdade.

JM: Exatamente. Por que não fazem isso? Por causa da companhia elétrica...

KC: Ninguém faria dinheiro.

JM: A companhia elétrica não descobriu como fazer uma nuvem pairando sobre a sua casa se você não pagar a fatura eléctrica [Kerry ri] Ok? Então, é tudo sobre poder e controle, não é sobre tecnologia.

KC: Então, sim, com certeza, e este é o paradigma que os seres humanos estão operando nesse momento.

JM: Certo.

KC: Então, para onde vai os Estados Unidos na sua opinião? Porque em alguns lugares temos tribos nativas americanas que estão tentando se separar da União, em essência, criar a própria moeda deles...

JM: Nós temos agora 21 estados que têm direitos soberanos pendentes; eles estão tentando ser independentes. Será realmente interessante. Basicamente, eles têm que destruir os Estados Unidos, OK? O que eles estão tentando fazer é destruir a economia, causar pânico no povo e fazer com que todos aceitem a União Norte-Americana. Para conseguir isso...

A maneira como eles farão isso é dizendo que a única maneira de sair dessa bagunça econômica é combinar as economias do México, Canadá e Estados Unidos. E, claro, todos nós ouvimos falar do Amero, do qual tenho informações conflitantes e, claro, se vê fotos na internet e dizem: "Ah, aqui está e agora é oficial" e, ainda assim, aparentemente, isso não é o caso. Isso é apenas o que algumas pessoas apregoam como uma espécie de artifício ou uma trivialidade. Mas, quando ouço essas pessoas, eu sinto que elas sabem do que estão falando, que o dinheiro Amero já está impresso e esperando; aguardando a distribuição.

Isto é muito recente, há alguns anos. Eu ouvi... haviam rumores correndo na internet sobre esse Dinheiro Vermelho. Dinheiro que seria de color rosa e tendo tinta vermelha e corantes nele, sabem, algo assim. O governo negou isso e eles disseram: "Não, isso não está correto, isso não é verdade". E, no entanto, agora é, sabem, nós temos isso, o dinheiro novo e é avermelhado e rosado. Então, sabem...

KC: Mas os estados não acreditarão nisso, não parece... Até mesmo...

JM: Eles estão hesitando. Eles estão hesitando e resistindo a seguir esse curso, isso é bom. A coisa é, essa é a salvação, OK? Nós não vamos mudar a estrutura federal dos Estados Unidos, é muito arraigada, é muito burocrática, muitas pessoas estão se alimentando no cocho, e elas não vão voluntariamente se levantar e ir embora.

KC: Certo.

JM: E, obviamente, mesmo votando não se vai conseguir que nada mude muito. Em 2004, votaram em um Congresso democrático tentando conter os excessos da administração Bush, e o que mudou? Nada! Ainda estamos na luta contra o Iraque, ainda estamos lutando no Afeganistão...

KC: Certo, estamos afiançando pessoas - ou companhias, não as pessoas...

JM: Exatamente.

KC: ... somas muito maiores do que jamais se pensou.

JM: E, a administração Bush, que foi saudada como o epítome do conservadorismo bom, foi a que nacionalizou o setor bancário, sabes. [Ri] O socialismo, de uma forma direta.

KC: Bom, não está certo que, de qualquer jeito, o sistema de dois partidos era apenas uma falácia, porque...

JM: Isso sempre foi uma piada...

KC: ... sempre foi...

JM: ...mas agora é, definitivamente, uma piada. Particularmente, acho que ficou definido na eleição de 2006. Se poderia votar para o democrata John Kerry, que era de uma família do petróleo e membro da Sociedade Secreta Caveira e Ossos, ou se podia votar no primo dele, George W. Bush, de uma família de petróleo e membro da Sociedade Secreta Caveira e Ossos. Não havia escolha.

KC: É.

JM: Não há nenhuma diferença, quem ainda considera que haja democratas e republicanos, eles estão apenas sendo ludibriados.

KC: Ok, então voltando a esta situação. Então se tem... se tem essas famílias que estão comandando tudo. Se tem uma agenda para derrubar os Estados Unidos, mas os Estados Unidos não cairá. Quero dizer, sabes, as pessoas são... elas são realmente cidadãs incríveis, elas querem realmente salvar o país...

JM: Certo.

KC: Elas são patriotas, se me permites...

JM: Certo.

KC: Então...

JM: O problema é que as pessoas estão todas divididas, OK?

KC: OK.

JM: Como tenho viajado por todo o país, encontrei por toda parte grupos de pessoas que entendem o que está acontecendo, que se preocupam com o que está acontecendo, que querem fazer algo sobre isso. Mas todos se sentem como se estivessem em minoria e que estão sozinhos, porque essas pessoas controlam a mídia de massa.

KC: Hum hum.

JM: É por isso que, a propósito, você... Quando foi a última vez que se ouviu um político nacional referir-se à República? Eles nem mesmo falam mais sobre a República...

KC: Não.

JM: ... porque não somos mais uma república, somos apenas o Império. Tudo do que falam é democracia, democracia. Temos que proteger a democracia, temos de espalhar a democracia. Bom o que é democracia? É o governo pela maioria, por isso, em outras palavras, o epítome da democracia em ação é um linchamento.

KC: Hum hum.

JM: Bom, não é isso que nos foi dado. Não nos deram uma democracia, não queremos uma democracia pura. Queremos uma república democrática e qual é a diferença? Porque na república democrática, se se for acusado de um crime capital, então se tem que... se tem que enfrentar os acusadores, se tem que ter representação legal, se tem que entrar em um tribunal/sistema legal e se tem que examinar as provas contra você, se tem que ter um julgamento justo. Então, se se for julgado culpado, se tem a chance de recurso, e se é rejeitado, então, eles podem linchar a pessoa.
 
KC: [Ri]

JM: Ok?

KC: Certo...

JM: É desse jeito que deveria funcionar. Mas já não temos leis de... uma nação governada pela lei.

KC: Certo. As corporações, basicamente, governam...

JM: As empresas nos dizem o que fazer. Novamente, é esse o mecanismo de aquisição-do-estado pelas corporações; essa é a definição no dicionário para o fascismo.

KC: Então, vamos voltar ao que aconteceu durante o tempo do Paperclip e durante o tempo da bomba atômica, talvez você poderia falar um pouco sobre o que realmente aconteceu naquela época, porque acho que muitas pessoas precisam conhecer essa história, sabes, de forma clara nas cabeças delas.

JM: Elas realmente precisam, porque na nossa história convencional, se diz que: "Bom, houve a Revolução Russa e, depois disso, apareceu o comunismo, então... tivemos uma Guerra Fria com eles contra o Capitalismo e bla-bla-bla"...

A verdadeira questão é, é que as mesmas pessoas em Wall Street e nda cidade de Londres - estes internacionalistas, estes financiadores globais - eles criaram o comunismo na Rússia. Quando a Revolução Russa eclodiu, Lenin estava na Suíça. Trotsky estava em Nova Iorque, na propriedade Rockefeller, OK? Mandaram-no para a Rússia para capitalizar a Revolução para os bolcheviques e transformar a Rússia em um Estado comunista, o que conseguiram. A idéia era, penso eu, construir um Oriente comunista contra um Ocidente capitalista, e eles iam perpetuar os anos da Guerra Fria por muitos anos, antes mesmo de nós realmente vê-la acontecendo.

Mas o problema era que ela ameaçava sair de controle. Haviam fortes partidos comunistas na França, Inglaterra, Itália, Alemanha - até mesmo nos Estados Unidos. Assim eles... falamos desse Governo Mundial, mas eles realmente não querem um Governo Mundial verdadeiro, porque então eles não podem jogar uma nação contra a outra, ou um bloco econômico contra o outro. Portanto, isto os assustou e eles decidiram que tinham de parar a propagação do comunismo.

O único país que estava numa posição geográfica e em condição econômica para atuar como um bloco contra a propagação do comunismo era a Alemanha. Então, eles foram e encontraram um agente de inteligência do exército alemão e o colocaram no comando de um pequeno grupo político chamado Partido dos Trabalhadores alemão, esse agente rapidamente mudou o nome para Partido Nacional Socialista Operário Alemão (PNSOA) - a sigla cuja a abreviatura é NAZI - e, é claro, este era Adolf Hitler. Hitler usou esse bloco contra a propagação do comunismo. Em seguida, eles criaram toda essa idéia de que os nazistas eram grandes inimigos dos comunistas, OK?

KC: Enquanto isso, eles estão sendo financiados por Bush ...

JM: Dirigido pelas mesmas pessoas...

KC: ... Prescott Bush, nos bastidores...

JM: Exatamente, é, e os Rockefellers ...

KC: ... e eu - o que é Farben?

JM:  IG Farben.

KC:  IG Farben.

JM: O chefe da IG Farben foi Hermann Schmitz e Hermann Schmitz tinha tantos estoque da Standard Oil (Compania de Petróleo Standard) quanto John D. Rockefeller tinha. Eram todos os mesmo globalistas Internacionais, se me entendes. Agora o problema era, é que Hitler ficou muito forte e os alemães eram muito eficientes, eles invadiram a Europa. Eles se moviam para o Norte da África, entravam na Rússia, tomaram a Noruega e ameaçavam a Grã-Bretanha.

Ora, de repente, parecia que eles iam ter um sistema Nacional Socialista Mundial. E, ah, eles também não queriam isso! Mas a maioria não queria a Alemanha responsável pela ordem econômica mundial porque essa era a intenção da cidade de Londres - os banqueiros com o Banco da Inglaterra - e os compadres deles em Wall Street, OK?

Então, em algum momento, apesar de terem criado Hitler, colocá-lo no poder, financiado a ascensão dele, eles se voltaram contra ele, e foi aí que tivemos a Segunda Guerra Mundial. Eles conseguiram parar a Alemanha, empurrá-la para as próprias fronteiras. Sim, nós derrotamos a Alemanha na Segunda Guerra Mundial, mas nós não derrotamos os nazistas. Os nazistas continuavam no poder e eles fizeram acordos. Eles trocaram a tecnologia exótica, a tecnologia de foguetes, a tecnologia de manipulação de energia, a tecnologia de controle da mente, a tecnologia química e a tecnologia farmacêutica para os Estados Unidos em troca de imunidade.

Os trouxemos após à guerra e no final dos anos 40 e início dos anos 50, John J. McCloy - que havia sido chefe do Banco National City, que foi um dos maiores emprestadores de dinheiro para os nazista alemãs na pré-Segunda Guerra Mundial - foi eleito Alto Comissário da Alemanha. Ele perdoou milhares de nazistas inconformados; trouxe-os para os Estados Unidos.

Seu protegido era Allen Dulles, que foi chefe da CIA por muitos anos. Com a ajuda de Dulles, ele ocultou as origens e colocou a todos - estes nazistas - no nosso complexo militar industrial. Assim, começou a infiltração Nacional Socialista do sistema de Estados Unidos.

KC: Uau, isso é um resumo realmente excelente do que aconteceu nos bastidores. Isso é o que a maioria das pessoas não sabem...

JM: Não, você nunca aprendeu isso na escola.

KC: ... sobre a história americana...

JM: Certo...

KC: ... e até mesmo a história do mundo. Então, também se poderia falar sobre o que os nazistas tinham em virtude das investigações ocultas e, possivelmente, mensagens mediúnicas e mesmo como eles conseguiram o que é, em essência, a energia livre - talvez até mesmo a tecnologia do portão estelar, certamente OVNIs.

JM: A tecnologia Exótica.

KC: É.

JM: Sim, e a pergunta sempre foi: "Como os nazistas ficaram tão a frente de nós na ciência?"

KC: Exatamente.

JM: Eles transmitiram os Jogos Olímpicos de Berlim em 1936 pela televisão. Na verdade, ao final da guerra, eles tinham mísseis guiados por televisão. Caramba! Nós não sabíamos disso... e hão boas razões para acreditar que eles realmente possuíam e tinham testado uma arma nuclear. Mas, nessa época... eles não tinham um sistema de confiança para despachá-la e no momento que eles estavam prontos para, talvez, soltar uma bomba nuclear, foi na primavera de 1945 e os russos estavam se aproximando pelo leste e os aliados pelo ocidente, e a guerra estava quase acabada. Se eles tivessem soltado uma bomba atômica em algum lugar, não teriam terminado a guerra, simplesmente significaria a devastação e destruição total da Alemanha.

Portanto, de onde eles tiraram tudo isso? Por anos eu ouvi essas histórias: "Bom, eles capturaram um disco voador em algum lugar e fizeram engenharia reversa nele". Mas, cada vez que se tenta investigar essas histórias, elas nunca vão a parte alguma. Minha opinião, com base nas informações que tenho e com base na documentação que saiu da antiga União Soviética com o colapso do comunismo, é que os alemães tinham seus próprios visualizadores remotos.

BR: Hum hum.

JM: É claro, eles não o chamavam de visão remota, porque esse foi um termo que foi cunhado quando a CIA e a Agência Nacional de Segurança, neste país, estavam estudando e utilizando a guerra psíquica. Mas eles tinham os mesmo tipo de coisas. Naquela época, os alemães tinham estado muito envolvidos com o ocultismo, se se quiser chamá-lo assim, desde um longo tempo... antes da década de 20. Eles teriam sessões e teriam todas estas canalizações (mensagens mediúnicas), ou o que quer que se queira chamá-las; mas, no final das contas, é o que chamamos de visão remota. Foi o uso dessas habilidades psíquicas.

BR: Esta era a Sociedade Vril, não foi?

JM: A Sociedade Vril. Isso foi amplamente baseado em filosofias da Madame Blatavsky e na Sociedade Teosófica dela. Eles entraram fundo nisso. E, claro, Hitler foi colocado no poder com a ajuda da Thule-Gesellschaft, ou a Sociedade de Thule, que era uma sociedade oculta composta por alguns dos mais ricos aristocratas da Alemanha e industriais. Eles se aprofundaram neste material, em espiritismo, acho, era como eles o chamaram naquela época.

Assim eles... de acordo com as informações que tenho, havia até mesmo uma unidade dentro do exército alemão chamada de Doutor Greenbaum, e estes eram, basicamente, os que praticavam a visão remota. E, curiosamente, estavam sob um programa mais amplo chamado Majik [ele soletra] M a j i k.

Isso é realmente interessante porque, como bem se sabe, os 12 Majestic - ou 12 Majik - que sempre se falou na literatura dos OVNIs, eram as pessoas no topo que estavam comandando o segredo da tecnologia de OVNI, foram os 12 M A J I C que começaram com isso, essa é a versão inglesa do M a j i k - na versão alemã. Estou querendo saber se, talvez, quando trouxemos os peritos em controle da mente, os peritos farmacêuticos e os cientistas de foguetes, todos depois da guerra, se não trouxemos também alguns dos cientistas psíquicos.

KC: Ok, isso faz sentido. Bom, e quanto a Vannover Bush? Ele era o chefe dos 12 Majestic, que foi criado por Truman... supostamente criado pela administração Truman, certo?

JM: Hum hum. Foi.

KC: Para lidar com o problema dos OVINs e o que significavam para a América, mas...

JM: Certo.

KC: ...essa é uma trilha muito interessante para se seguir, se eles já estavam em operação na Alemanha.

JM: Sim, exatamente. Se tem que entender que isso realmente foi a gênese do Estado moderno de Segurança Nacional - a Lei de Segurança Nacional de 1947, que começou a ser elaborada apenas alguns dias depois que alguma coisa caiu do céu em Roswell, Novo México, em julho de 1947. Em agosto, eles rapidamente remendam esta Lei de Segurança Nacional e em setembro eles seguram o Presidente Truman - o retem na pista, no Aeroporto Nacional, quando ele tentava ir para casa para visitar a mãe que estava morrendo - dessa forma, eles poderiam ir a bordo e fazê-lo assinar esta Lei de Segurança Nacional de 1947.

Por que a pressa? Bom, porque tinham de obter controle sobre todas essas informações. O que a Lei de Segurança Nacional de 1947 fez, foi criar a CIA e também mudar o nome do Departamento de Defesa... Departamento de Guerra para o Departamento de Defesa, uma pequena questão de relações públicas.

Mas também havia - e isso foi pouco notado - foi a criação do Conselho de Segurança Nacional. Bom, pela própria definição, ele está no comando de tudo o que tem a ver com segurança nacional. OVNIs? É com a Segurança nacional. A infiltração nazista? É com a Segurança nacional. Alta tecnologia? É com a segurança nacional.

E, uma vez que o Conselho de Segurança Nacional - ouvimos isso o tempo todo, quase o tempo todo que vamos lutar numa guerra confinada em uma pequena área e o escândalo Irã-Contras, continuamente - é sempre o Conselho de Segurança Nacional que está envolvido . Ainda assim, eu aposto que você e praticamente nenhum ouvinte, ninguém sabe quem faz parte do Conselho de Segurança Nacional. Bom, vou te dizer. São quatro pessoas: é o Presidente, o Vice-Presidente, os Secretários de Estado e da Defesa. Três deles são nomeados pelo Presidente.

KC: Hum hum.

JM: Então, ao transformar a Lei de Segurança Nacional de 1947 em lei, nós basicamente criamos uma ditadura, porque o Presidente agora é o responsável por tudo o que tem a ver com a segurança nacional, isso ignora o Congresso, a mídia e o público. Portanto, foi quando começamos a nos encaminhar para um estado de segurança nacional e, no seu interior, se encontram esses nazistas - os  nazistas inconformados.

KC: Então, voltando a Alemanha, eles descobriram a energia livre de alguma forma. Quero dizer que, com certeza, tinham realmente cientistas incríveis...

JM: Certo.

KC: Ok. Eles olhavam em outras dimensões usando médiuns, usando a visão remota, utilizando, possívelmente, mensagens mediúnicas. O que você diz é que eles também podem ter obtido a tecnologia dessas dimensões, a informação de que precisavam construir coisas.

JM: Certo.

KC: Certo?

JM:  Hum hum.

KC: Há uma ligação com o Egito, certo? Com os sumérios... com os selos sumérios cilíndricos...

JM: Muito disso é - tudo isso - é parte de...


KC: Um monte de tecnologia muito antiga.

JM: ... a história da Terra.

KC: Certo.

JM: Tudo se encaixa. Por exemplo: durante muito tempo todos pensavam que o Egito fosse a primeira maior civilização do mundo. Bom, sabem, isso é devido ao fato de que não foi até meados de 1800 que eles começaram a descobrir esses montes estranho na Mesopotâmia - que agora é o atual Iraque - e eles começaram a escavar e descobriram que existem grandes cidades enterradas ali.

Eles começaram a descobrir a civilização suméria, que antecede os egípcios em pelo menos cinco mil anos. Então, o que na verdade estamos descobrindo hoje é que, aparentemente, houve, em tempos antediluvianos, uma civilização altamente tecnológica por todo o mundo, que provavelmente cobriu o mundo inteiro. É por isso que descobriram pirâmides na América Central, América do Sul, China, Europa Oriental, o planalto de Gizé...

E, no entanto, algo aconteceu. Houveram mudaças na Terra, ou houve uma guerra ou algo assim, e esta civilização inteira ruiu. E o que nós sabemos é a nossa história escrita: os sumérios, seguido dos babilônios, em seguida, os assírios, depois os fenícios, depois os egípcios e os...

Estas foram todas as degradações da mesma civilização. E a prova disso, por exemplo, está na história do Egito. As primeiras dinastias foram as dinastias mais avançadas, e depois ela involuiu, [ri] se degradou. Desceu até que acabamos no meio - na Idade das Trevas, portanto, temos lentamente, desde então, recomeçado a evoluir. É por isso que as pessoas que sabem - e conhecimento é poder, elas querem manter o conhecimento, não querem que saibamos o que está acontecendo - mas é por isso que eles estão viajando ao redor do mundo assim como Indiana Jones perseguindo os nazistas, que estavam perseguindo a história e a religião...

KC: Os simbolos e...

JM: ... símbolos, sim, os artefatos...

KC: ... sim, com certeza.

JM: ... entendem, porque eles estão tentando chegar a esta tecnologia antiga.


KC: Ok, então, você já passou algum tempo no Egito, não é?

JM: Sim.

KC: Você encontrou alguma coisa quando esteve lá - [Jim ri] - que o pasmou, ou ...

JM: Sim. Sob o Templo de Seti - que é um templo imenso e cheio de hieróglifos - por baixo, tem um templo enorme chamado Osireion. São blocos megalíticos enorme que, provavelmente, pesam dez a doze toneladas cada um. Nenhum hieróglifos neles, mas eles estão empilhados muito parecido com Stonehenge.

Mas, não são rochas ásperas como Stonehenge, estas são peças cortadas perfeita e finamente que se encostam umas nas outras tão perfeitamente que não se pode nem mesmo colocar um pedaço de papel entre elas. Isso está sob o Templo de Seti, o que significa que algo aconteceu lá muito antes dos egípcios aparecerem.

KC: Eles estão liberando isto para o domínio público?

JM: Não. Na verdade, nem sequer deveríamos ser capazes de ir até lá [ri], mas conseguimos como que escapulir até lá e ver o que estava acontecendo. Este é o material que eles mantêm escondido. A mesma coisa é que - na Esfinge - é muito óbvio que hão sulcos profundos de água devido à erosão nas laterais da Esfinge e nas laterais do terreno circundante, o que significa que se trata de erosão hídrica vertical. A Esfinge e a área em torno dela estiveram sob fortes chuvas.

KC: Você entrou neste lugar, que está sob o Templo de Seti, você diz que foi construído como Stonehenge, tem pedras polidas...

JM: Certo. Nenhum hieróglifo, que, obviamente, anteceda o Templo de Seti, assim por isso, novamente, mais uma prova de que alguma coisa aconteceu de uma natureza altamente tecnológica muito antes dos egípcios aparecerem.

KC: Então, eles sabem, eles estão datando tudo? Tem alguém... será que alguém lhe deu uma indicação de quando, o que foi datado?

JM: Não. Há uma enorme resistência a tudo isso e  não consegui entender a resistência até que eu visitei o Egito e percebi que eles são totalmente dependentes do dólar turismo e sda idéia dos faraós, Cleópatra, Nefertiti e bla-bla-bla-bla-bla-bla-bla... e eles realmente não podem se dar ao luxo de se afastar disso.

Eles não querem admitir que haja alguma coisa mais do que a história convencional. E, claro, todos que são egiptólogos ou o que quer que seja - eles têm uma vida inteira, têm livros escritos, têm uma carreira inteira com base nas teorias e na interpretação do que os egípcios estavam fazendo. E, no entanto, realmente isso não era a verdade; então, isso apenas os colacam todos no mesmo cesto, e estão totalmente contra a divulgação.

No entanto, os geólogos que olham esta erosão hídrica muito evidente na Esfinge lhe dirá que isso é, obviamente, erosão pela água e, historicamente, não houveram quaisquer chuvas fortes no planalto de Gizé por 10.500 anos. O que significa que a Esfinge e, provavelmente, a Grande Pirâmide, são anteriores aos egípcios em pelo menos 5.000 anos. Cinco mil anos, sabem, é difícil para nós pensarmos em cinco mil anos.

KC:  [Ri]

JM: A maioria das pessoas hoje pensam sobre a guerra entre os estados, que apenas soa como história antiga. E, ainda assim, minha avó me contou sobre quando seu pai voltou da guerra. Então, realmente, não foi a tanto tempo assim. Para nós, é história antiga e era, que tal apenas a cerca de cento e cinquenta anos atrás. Então, para falar sobre cinco mil anos, meu Deus, nós apenas... temos dificuldade de pensar nisso.

Mas não há dúvida de que ela aponta para as origens alternativas da raça humana e da espécie humana. E, novamente, como podemos descobrir o que está acontecendo hoje, se não sabemos de onde viemos, ou da verdade de nossas origens? E, o que eu ia dizer é - isto realmente é fascinante - é que eles estão murando os lados da Esfinge. Ostensivamente, porque eles disseram: "Bom, está se deteriorando e não queremos que seja destruída, por isso estamos reformando e vamos consertá-la"...

KC: Ah, uau!

JM: ... e preservá-la, sabem. Mas o que estão fazendo é  encobrir estes muito...

KC: Os sinais de erosão

JM: ... os sinais muito evidentes de erosão hídrica vertical, o que significa que antecede os egípcios.

KC: Bom, e sobre o fato de que também deveria haver uma biblioteca dentro da Esfinge?

JM: Há uma outra coisa. Sabem, Edgar Cayce - lá pelos anos 30, o grande Vidente - ele diz: "Bom, há uma sala sob a pata esquerda da Esfinge". Os videntes remotos do Exército, por sinal, deram uma olhada nisso e disseram: "Sim, há uma sala lá" e perguntei: "O que há nela?" Eles disseram: "Jaras e vasos, com pergaminhos e tábuas"... sabem. Eu digo: "Uau! Caramba! A Sala dos Registros (Hall of Records). Nós podemos realmente descobrir o que aconteceu". Vocês sabem?

KC: Com certeza.

JM: Então eles usaram radar de penetração no solo e disseram: "Sim, encontramos uma cavidade ali, sob a pata esquerda da Esfinge". Então eu digo: "Ok, ótimo! Vamos cavar e descobrir o que é!"

Até o dia de hoje, tanto quanto eu sei, ninguém fez isso, não vão permitir isso. Eles não nos permitirão chegar à verdade...

KC: Sim.

JM: ... das origens da humanidade.


KC: Exatamente.

BR: Zahi Hawass, você não acredita, que saiba o que está acontecendo? Ele é inteligente o suficiente para levar em conta tudo isso... esta pesquisa alternativa, visualização remota, e tentar obter essa informação para si mesmo. Você acha que há algo acontecendo lá nos bastidores?

JM: Eu pessoalmente suspeito que alguém já foi lá. Eu simplesmente não posso acreditar que todo mundo sabe que está lá e ninguém foi olhar para ver o que é. Mas se tem que entender que as autoridades egípcias... quem paga os salários?

KC: Sim, com certeza...

JM: A quem é que eles devem fidelidade? Quem os treinou? Sabem, mais uma vez, estamos de volta ao Império do Mal. [Ri]

KC: E quanto ao Coral... O Palácio de Coral, ou seja lá como for que o chamem, lá na Flórida, onde ele provou que deslocar aquelas pedras foi feito por um meio totalmente diferente do que o que eles falam...

JM: Certo.

KC: ... o trabalho escravo no Egito e etcetera.

JM: Certo.

KC: Eles têm interesse em perpetuar o mito do trabalho escravo no Egito, mas na realidade, não foi isso que aconteceu.

JM: Bem, Kerry, isso é algo que me trouxe a isso, há muito tempo, antes de seriamente estudar a tecnologia e civilizações antigas, foi simplesmente o fato de que fomos informados de que as pirâmides foram construídas pelos escravos dos egípcios que arrastavam estas pedras através do deserto, sabe, sem nenhuma [ri] rodas modernas reais ou qualquer outra coisa e, de alguma forma, construíram estes edifícios enormes. Bom, quem eram os escravos dos egípcios? Os hebreus.

KC:  Hum hum.

JM: Ok? E quem é um dos povos mais bem documentados no mundo? Os hebreus. Eles tinham tradições orais de milhares de anos e, finalmente, escreveram nos livros do Antigo Testamento da Bíblia. Há de tudo. Eu os desafio a ir lá e encontrar-me um verso que diga: "Ah, a propósito, o tio Herbie passou toda a vida arrastando pedras pelo deserto, sabem, para construir as pirâmides".

Isso não aconteceu! Isso não aconteceu. Algo mais aconteceu. Por que eles não querem que a gente saiba sobre isso? Bom, além do fato de que o Egito está totalmente dependente do dólar turismo, com base nos mitos egípcio há o fato de que isso nos diria, possivelmente, da nossa origem extra-terrestre. E, mais importante, nos apontaria o caminho de tecnologias alternativas e fontes de energia...

KC: Certamente.

JM: ... e isto é...

KC: ... estamos falando de tecnologia de som...

JM: Certo.

KC: ... estamos falando, não sei, de ondas escalares, estamos falando de mente sobre a matéria...

JM: Sim, exatamente.

KC: Que é... isso é tudo nos Projetos Negros/Secretos.

JM: Sim. Frequências sonoras, quem sabe. Você já viu os hieróglifos da figura de pé segurando os tubos grandes?

KC:  Hum hum.

JM: Ok, e há um fio saíndo que passa por trás dele e vai para a pequena coisa de energia, sabem - eles o chamam de Jedi, a torre - eu o chamo de o oscilador, OK? Quando vi esses e, se você subir e ver de muito perto, ao contrário do resto das caricaturas nos hieróglifos de figuras onde eles só têm o contorno da pessoa gravadado na pedra, isso tem um contorno duplo nele.

KC:  Hum.

JM: Nós estávamos comentando sobre isso e perguntando o que isso significa e estou pensando - sendo um cartunista, entre outras coisas - é que quando você quer mostrar o movimento, você desenha linhas extras. Sabem, se se desenhar u'mão e se tem algumas linhas aqui, é como a mão se move. Assim, ao desenhar um contorno duplo, eles estão mostrando que eles estão fazendo ai-ai-ai [faz sons e vibrações, como se eletrocutado].

KC: Ah! [Ri] Ok.

JM: [Ri] Eles estão realmente usando este equipamento!

KC: Certo.

JM: Está vendo? É com muito cuidado... é apenas uma segunda linha, OK? Não é como se tentassem fazer outra coisa. Mas há muitas coisas interessantes por lá. Alguns dos templos foram desfigurados por Cavaleiros Templários; cruzes Malteses esculpidas ao longo dos hieróglifos.

KC:  Hum hum.

JM: E, claro, veja, estamos falando de coisas que existem por milhares de anos e foram degradadas, desfiguradas e vandalizadas por todo mundo. Então, estamos apenas trabalhando ao redor destas ruínas e tentando juntar o que realmente aconteceu.

Eu acho que o corolário seria, sabem, daqui a cinco mil anos eles vão encontrar uma garrafa de Coca enterrada no chão em algum lugar e haverão muitos artigos científicos escritos assim: ​​"Eu me pergunto o que isso era. Obviamente, uma vez que estava na forma feminina, deve ser algum tipo de ícone deusa da fertilidade que adoravam. Sabem, isso é... estamos apenas inventando essas coisas, porque nós não sabemos.

KC: Sim, com certeza. Então, para onde vamos daqui? Quero dizer, você cobriu o tópico e esta é uma visão surpreendente da entrevista que você nos deu. Eu nem sequer... Quero dizer, você claramente nos mostrou como você pode ir do Egito, aos nazistas, ao governo americano e você pode fazer uma conexão de um para o outro.

JM: Sim.

KC: É uma coisa incrível. Então, qual é a sua solução neste momento? Porque eu vejo que você pode realmente prever que poderíamos mudar o mundo...

JM: Claro.

KC: ... num tal lugar...

JM: Claro.

KC: ... onde poderíamos ter acesso à energia livre,  acesso à vida - mantendo todas as pessoas vivas no planeta e tê-las alimentadas, vestidas, alojadas. Nós não estamos fazendo isso, mas este é...

JM: Por que não?

KC: ... um grande passo na direção certa.

JM: Por que não? Por que não estamos fazendo isso?


KC: Isso é...

JM: Vocês sabem por quê? Porque nos sentamos e deixamos criminosos e nazistas [ri] ganhar o controle das corporações e do governo que se supõem devia estar olhando por nós e cuidando de nós. E, ei! Há mais de nós do que hão deles. Basta dizer: "Não".

KC: Eu acho que há...

JM: Joguem os vagabundos para fora.

KC: ... também o mito da liberdade, porque se as pessoas começam a perceber - e acho que, certamente, eles estão percebendo, e este é o perigo desta crise econômica que está atingindo a América - é que os americanos vão perceber que não são tão livres, OK? Que eles foram programados pela mídia, por isso, por aquilo, e eles também são controlados pelo governo. E, provavelmente, estas... estas limitações viram ainda mais difíceis e mais rápidas. Então, se se percebe que não se é livre, isso é o começo do despertar.

JM: Isso mesmo. Se você pensa que está livre, apenas pergunte-se: você pode simplesmente arrumar as malas e mudar? Você pode simplesmente arrumar as malas e mudar para outro estado, ou mudar para outro país? As chances são de que você diga: "Ah, não. Eu não posso fazer isso".

Por quê? Porque: "Bom, perdi meu emprego, não poderia pagar minhas dívidas, não poderia pagar a minha hipoteca, não poderia pagar meu aluguel e eu"... Não se é livre! Não se é livre. Não se tem idéia do que é a liberdade. Então, temos de voltar à idéia de liberdade. Esse declínio ou colapso econômico pode até acabar sendo uma coisa muito boa.

KC: Certamente.

JM: Porque conheço muitas pessoas que, sabem, elas foram ensinadas a trabalhar obstinadamente e ser fiel a empresa, trabalhar e investir por um longo tempo... muitas horas de trabalho para o seu chefe e, assim, se será recompensado, agora estão descobrindo que: "Não, não, não é assim que funciona". Sabem, se trabalha como um condenado até que se esteja com 64 anos e, um ano antes de sua aposentadoria eles o liberam - o demitem - assim eles não tem que pagar a aposentadoria. Isso está acontecendo cada vez mais frequentemente e as pessoas estão começando a perceber isso.

KC: Eles estão acabando com a poupança e a previdência social...

JM ... e as economias estão indo embora...

KC: É, tudo estará acabado...

JM: ... o 401 vai puff, sabem, foi reduzido a 40 por cento ou menos...


KC: ... e aposentadoria não está boa para ninguém, de qualquer maneira ..

JM: Não, não há aposentadoria. Não há dinheiro na previdência social e todo mundo diz: "Sim, bom eu tenho estas apólices de seguros"... Sim, grande coisa. Se a companhia de seguros quebrar? O que se tem? Se tem um pedaço de papel, isso é tudo que se tem.

Assim, número um, comece a adquirir ativos tangíveis. Obtenha uma pequena propriedade que seja sua; obtenha algo que você possa cultivar tomates. Obtenha uma casa, tenha um prédio, tenha algo que você possa realmente ter como bens tangíveis. Em seguida, comece a fazer coisas que você goste de fazer.

Isso é tão legal. Conheço muitas pessoas que por anos trabalharam para uma empresa, trabalharam para a empresa e, então, a empresa os liberou. Eles descobriram isso claramente, que mostra o que a lealdade faz por você.

Então, em desespero, eles procuram e tentam encontrar um outro trabalho numa empresa, e isso fica difícil - particularmente quanto mais velho mais difícil fica. Então, de repente, eles finalmente têm que, por desespero, eles começam a pensar por si mesmos e dizem: "Bom, sabem, o que eu gostaria de fazer? Bom, eu gosto de cultivar flores".

Assim, a próxima coisa que eles fazem, eles estão plantando flores, eles estão colhendo flores e eles começaram um negócio próprio, pequeno de entrega de flores. A primeira coisa que se sabe é que eles estão indo muito bem. Eles estão ganhando a vida e estão se dando bem. Eles não estão ficando ricos, mas estão sobrevivendo, estão indo muito bem. Eles estão fazendo o que amam fazer. E isso...

KC: É uma coisa chave.

JM: ... isso é uma coisa chave...


KC: Sim, com certeza.

JM: ... e muito, muito importante. Então, quando as coisas ficam difíceis, se nós apenas começarmos a unir-nos e trabalharmos juntos como uma comunidade, sabem. Você cria algumas galinhas...

KC: Escambo.

JM: ... e eu vou trocar o meu tomate pelos seus ovos e nós vamos ficar bem.

KC: É verdade.

JM: Há alguns anos, eu tinha parentes no leste do Texas e eles estavam sobrevivendo, vivendo da terra - a terra vermelha no leste do Texas - e lembro-me de perguntar-lhes, quando eu era criança, eu disse: "Como vocês se saíram durante a Depressão?"

Eles apenas riram. Eles disseram: "Ei, que depressão?" Eles diseram: "Nós não tínhamos nada para começar [ri], não tínhamos nada durante a depressão. Nós apenas continuamos fazendo o que estávamos fazendo e nós passamos por isso!"

E, todos nós estamos passando por isso. Todos vamos conseguir, na verdade, todos vamos nos dar bem. Na verdade, podemos até mesmo acabar nos dando melhor, porque não seremos, sabem... Mas aqui está a coisa fundamental - passo um - desligar a TV.

KC: [Ri]

JM: Basta desligar o trambolho. E, sabem o que, depois de algumas semanas se vai descobrir duas coisas. Se vai descobrir: número um, não está faltando nada. Se a Terceira Guerra Mundial começar, acredite, se vai saber, OK? Então, não se estará por fora, tudo de que se vai sentir falta é todas as notícias sobre celebridades e o último filme em algum lugar e, sabem, quem se importa?

Número dois, se descobrirá que, de repente, se tem algum tempo livre e se começará a ler. Quando se começar a ler, se estimulará o processo cerebral porque não é uma coisa passiva. Se tem que realmente ler e pensar nas palavras e depois pensar nos conceitos. Se começará a pensar e se dirá: "Uau!" Se começará a pensar nas situações e se vai obter uma melhor compreensão do que está realmente acontecendo e o que, talvez, se poderia fazer sobre isso.

KC: Tudo bem. Muito obrigado, Jim Marrs...

JM: Muito obrigado.


KC: ... isso é realmente fabuloso.

  -- Fim da entrevista --

BR: Isso foi bom, Jim.

JM:  Está bem.


KC: Obrigado.

BR: Obrigado, senhor.

KC: Isso foi ótimo. Isso foi uma maratona.

JM: Bom, foi, mas é sempre bom, na verdade, vir e falar sobre as coisas reais, sabem.

KC: É. Bom, eu estou muito feliz por você ter feito isso. Muito obrigado por entrar em todos esses assuntos para nós, porque, sabes, você meio que saiu um pouco da linha ali, e apenas...

JM: Bom, eu vou te dizer... mas você sabe, é engraçado é... [Ri] Quando você disse: "Você traça o Egito antigo, os nazistas e os americanos", é como...

KC: É uma coisa incrível.

JM: É. E a coisa é, porém, ela realmente é, algo como, se você viu minha apresentação, eu mostrei como o tesouro de Salomão, que saiu do Egito, então, foi enterrado em Jerusalém, e depois é... metade dele foi levado para Roma... [Ri] e de Roma vai para o...

KC: Então fez o nazismo possível, certo?

JM: Sim! Depois os nazistas acabam pegando ele...

KC: Então vêm para a América, certo, naqueles...

JM: Sim.

KC: ... no submarino, ou o que quer que seja.

JM: Sim.

KC: Vai para a Argentina. E agora, supostamente, todas essas pessoas estão indo... a solução final é: ir para a América do Sul e ficar longe da América, certo?

JM: [Ri]

KC: Mas... Advinha? [Ri]

JM: [Ri] Você vai para o sul...

KC: Adivinha quem está lá, ao sul?

JM: Você realmente vai...

KC: A família Bush, no Paraguai, certo?

JM: Exatamente. Com... quantos acres eles têm? Algo como...


KC: Eu não sei.

JM: Eu continuo ouvindo várias coisas. Pensei que eram nove mil hectares e, então, ouvi que eram 98 mil hectares, assim...

KC: Se tem que olhar para isso e dizer: "Bom, também tem que haver um plano lá".

JM: Sim, exatamente.

KC: Eles estavam planejando isso o tempo todo.

JM: Bom, eles estão prontos para afiançar os Estados Unidos.


KC: Exatamente.

JM: Vê, a coisa é essa, eles têm um filme que mostrarão aqui, que é realmente interessante. Tem um tema realmente fascinante, que é que essa coisa toda prepara para o Armagedom e que o colapso econômico, colapso do meio ambiente e bla-bla-bla-bla-bla... Tudo isso é uma fraude - não para o público - mas para o povo da Nova Ordem Mundial.

KC: [Ri]

JM: Eles realmente acham que está tudo prestes a desmoronar, da forma como eles tinham trabalhando secretamente em...

KC: Dando o fora. [Ri]

JM: Eles estão dando o fora. Então, todos deixam o planeta [bate palmas] e nós estamos aqui [ri] podemos ir em frente...

KC: Estamos todos bem!

JM: Nós ficamos bem, teremos uma boa vida. [Ri] Não é um conceito interessante!

KC: Bom, eu sei que, com os Bush na América do Sul, vamos estar bem de qualquer jeito, sabes o que estou dizendo? Deixe-os ir para o Paraguai, entendes?

JM: Sim, todos eles vão para o inferno, de qualquer maneira, então, que diabos.

KC: Claro. Certamente, sim... isso é loucura, o que eles fizeram na Argentina, quero dizer é só... Essa também é uma história incrível, incrível, assim...

JM: É.

KC: Eu quero dizer, não há pedra sobre pedra. Antártida, certo?

JM: Certo.

KC: Eles estão lá. Então...

JM: É uma coisa incrível... todo


KC: É tão louco. Ok, bom...

JM: Bom, obrigado pelo café ...


KC: E obrigado, Jim. Isso foi muito bom...

JM: Me sinto bem... ah deus, na verdade, acho que tenho que fazer algo em outro lugar agora.

BR: Jim, foi um prazer. Obrigado por nos dar seu tempo, sua energia...

JM: Bill. Obrigado.

BR: ... o seu foco e sua paixão. Isso é tudo que um homem pode dar.

JM: Tudo bem, estamos na Califórnia Suite, ou Arizona Suite?

KC: Estamos no Arizona...

JM: Estamos no Arizona. Ok. Tudo certo. Cuidem-se.

KC: Ok, tome cuidado.

JM: Ei, apenas seja gentil...

KC: É.

JM: Não me faça parecer um idiota maior do que sou!

KC: Não, você é fabuloso.

BR: Nós vamos fazer direito. Não se preocupe. Nós vamos fazer direito por você, Jim.

JM: OK.


BR: Pode confiar em nós, nós prometemos.

JM:  Ok.

KC: Você foi absolutamente fabuloso. Podemos rodá-lo para você. Tudo o que você quiser mudar, deixe-nos saber.

JM:  OK.

Sequência final

BR: ... e dizemos: "Apenas faça algo".

JM: Faça algo! Faça o que você puder fazer... Exatamente! Talvez seja apenas escrevendo cartas para o jornal, sabem, mas...

KC: Certamente.

JM: Ou sair em passeata e carregando um cartaz. Eu não sei, faça apenas o que você puder fazer, mas por Deus, faça alguma coisa! [ri...]


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Bill Ryan

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