John Lear Conta Tudo:
transcrição - Parte 1
John Lear (JL): Com certeza será, provavelmente, o
que eles vão fazer.
... Eles vão exibir um holograma e dizer: "Ah,
nós estamos sendo atacados, sabem, por alienígenas,
nós fizemos um acordo com o embaixador". E ele
disse que eles acham que a Terra é uma ameaça e que -
mas se todos pegarem todas, quaisquer das armas que se
tem e entregá-las, assim, eles nos darão uma segunda
chance...
...
Eu os levria e congelaria numa posição de 32
quilômetros, a 2.130 metros do solo, numa velocidade
de 250 m/s, os colocaria na cadeira, por exemplo,
sabem, e depois dou a eles dois minutos para olharem
para os horizontes, mostrando-lhes onde o World Trade
Center está e digo: "Eu estou prestes a liberá-lo
e quando o fizer, você terá um minuto e 50 segundos
para acertar no centro". É, é impossível. No
auge da minha carreira, tão conhecedor quanto sou em
todo o tipo de avião, não há nenhuma forma que eu
pudesse fazer isso, quero dizer, é muito complexo.
...
É a mesma coisa com 2012. Será apenas um ano como
outro qualquer. Vamos ter, continuaremos a ter estas
guerras. Provavelmente vamos ter uma guerra nuclear,
mas as coisas estão apenas, sabem, irão muito bem.
Kerry Cassidy: Eu ainda tenho um palpite de que você
poderia fazer parte do MJ-12, em algum momento...
JL: Foi em 06 de dezembro de 1988. Bob chega, senta,
e [pausa] ele diz: "Eu vi um disco hoje", e eu
estou preenchendo cheques, sabem, não estou prestando
atenção e eu digo: "O QUE". Ele diz: "Eu
vi um disco hoje", e eu: "Um disco deles ou
nosso?" Ele diz: "Deles". Eu disse: "Você
foi a Groom Lake?" Ele disse: "Sim". Eu
disse: "O que você está fazendo AQUI?" Eu
disse: "Obviamente, eles vão seguir você. Por que
você apenas, sabem, não trabalha lá por um tempo e
depois vem nos contar o que aconteceu?" Ele diz:
"Porque vi você ser tão ridicularizado sobre
isso nos últimos seis meses. Eu estou dizendo
lhe que é real, eu o vi, eu o toquei."
...
Estou olhando para ele, dizendo: "O quê, o quê,
o quê?" Ele disse: "John, você nunca vai saber o
que é ver o seu primeiro alienígena". Eu disse: "Você
viu um, você viu um?" "Sim". Eu disse: "Ele não
poderia ter sido um boneco? Não poderia ser um..." "
Não! Era real".
E, sabem, agora, se se lhe fizesse essa pergunta, ele
diria: "Bom, eu não sei, podia ter sido um
boneco. Eles estavam fazendo todas essas coisas
esquisitas." Mas naquela noite, isso foi
exatamente o que ele disse.
...
Vocês sabem como a segurança atua nisso, é... quando
eles te dão um nível de confiabilidade e quando
você faz parte de grandes segredos como esse, eles te
dizem: "Olha, John, demos-lhe este nível de
confiança e, é claro, esperamos que você mantenha o
segredo. Mas, sabemos que de vez em quando, você
pode mencionar algo acidentalmente em uma festa.
Você pode ter tomado bebidas demasiadas - e você
acha que seria interessante falar sobre isso - e nós
só queremos que você saiba que, sabes, nós realmente
não nos importamos. Nós não vamos machucá-lo. Mas,
vamos matar sua esposa, seus filhos, sua mãe, seu
pai, o seu periquito, o seu cão ..."
Início da entrevista
Kerry Cassidy: Oi, eu sou Kerry Cassidy, este é o
Projeto Camelot e estamos muito felizes por poder voltar
a ver John Lear e fazer uma retomada e uma nova
entrevista, para começar... basicamente, ele vai contar
tudo. É isso mesmo, John?
John Lear: É.
KC: Você está, certamente, pronto para nos cativar e
deslumbrar com novas informações.
JL: Eu vou dizer o que sei até este momento.
KC: Ok.
JL: Eu não estou dizendo que é absolutamente
concreto - o que realmente está acontecendo - mas é o
que eu acho que está acontecendo.
KC: Ótimo.
JL: Mas, eu gostaria primeiramente de dizer... Eu
não posso acreditar que já se passaram dois anos que
fizemos uma gravação - parece que foi apenas a cerca
de seis meses. Mas antes de tudo, vamos falar sobre o
que aconteceu na ATS. O que
vocês sabem sobre isso?
KC: Ok, eu sei que você, você foi banido. Isso foi o
que aconteceu e nós realmente não sabemos porquê. O que
sabemos sobre isso é que, ou o que pensamos que
sabemos é que é uma fachada e é dirigido pela CIA, por
isso, se você foi banido, pode ser que você estava
chegando muito perto da verdade.
JL: Isso é o que penso, e quando me juntei pela
primeira vez a ATS, talvez a três anos atrás, eu
pensei: "Sabem o quê, este é apenas um ponto de
coleta do que as pessoas pensam que está
acontecendo. Tal que ELES SAIBAM o que o público em
geral acha que está acontecendo e eles têm muitos
céticos que, sabem, são pagos para ir lá e se alguém
fala alguma coisa", então, eles dizem: "Ah,
não, não é isso o que realmente está
acontecendo." Sabem...
KC: Certo...
JL: ... tal que, geralmente, eles apenas influenciam
o pensamento público. Mas, então, eu comecei a colocar
algumas, sabem, coisas interessantes lá e eles
não disseram nada, então, pensei: "Bom talvez
esteja OK".
KC: [Ri]
JL: Então, a cerca de quatro meses atrás, eu comecei
a por algumas coisas realmente secretas lá,
que vou te dizer mais tarde, e que tem a ver com os
submarinos da Marinha. Tem a ver com o que os ônibus
espaciais fazem e, então, em seguida, sabem, fui
retirado. A razão exata do por quê me tiraram foram
Jeff Ritzmann e David Biedne, que foram os dois
principais céticos de Meier. Ora, a história de Meier
é verdadeira. Não há dúvida sobre isso.
KC: Ah, é; com certeza.
JL: Ele tirou fotos, foi nos passeios. Eu não me
importo se se diz que, sabem, "Haviam imagens de
dinossauros", ou "A senhora saiu da revista Sears."
Isso é tudo contaminação. O fato é que era verdade.
Assim, eu realmente não tenho tempo para apoiar a
coisa Meier, além de, no forum, eu viria de vez
em quando e dizia: "Vejam, vocês sabem, estou
ocupado com outras coisas. Se eu tivesse tempo, eu
lhes diria exatamente como a coisa Meier aconteceu
e por que acredito nisso, mas tudo que quero lhes
dizer é: o caso Meier é verdadeiro e John Lear
acredita que é verdade e é isso que é importante".
E vou te dizer, eu era contestado MUITO duramente na
ATS... páginas e páginas de pessoas a me criticarem,
particularmente, Jeff Ritzmann e David Biedne. Então,
um dia, eu peguei uma lista de tudo, todos os insultos
que me fizeram, e haviam dezesseis deles. Eu os
coloquei, sabem, no final; eu disse: "Vocês sabem
o que é engraçado em qualquer outro forum, as
pessoas seriam repreendidas por insultar outra
pessoa. Mas, aparentemente, na lista de discussão de
Billy Meier não há problemas em insultar John Lear."
E eu coloquei os dezesseis insultos.
Bom, isso foi num domingo à noite. Na segunda de manhã
eu acordei, fiz o logon e lá está Skeptic Overlord
...qual é o nome dele, Bill ...
Bill Ryan: Bill Irvine?
JL: Bill Irvine.
BR: Mark Allen é o outro.
JL: Diz, sabem, nós o pós-banimos daqui até que você
possa provar que o que você disse que Ritzmann e
Biedne postaram era verdade. Nós temos os melhores
moderadores e eles não conseguem encontrar uma única
citação que seja verdade. Então, tudo o que precisamos
é de sua ajuda. Eu estou pensando: "Caramba, eu
apenas, sabem, peguei tudo isso, copiei tudo ontem".
Então, eu comecei a me preocupar, porque nunca sequer
ocorreu-me de voltar e verificar se isso ainda estava
lá.
KC: Uau.
JL: Eu só assumi, se Bill Irvine disse que não
estava lá e os moderadores disseram que não estava lá,
então isso não estava lá. Assim, o que eu pensei foi
que um dos moderadores era responsável por isso e o
tinha retirado. A única esperança que tinha de
recuperá-lo, era ir aos arquivos.
Isso foi a cerca de oito da manhã e, durante todo o
dia, aqui está Bill Irvine voltando, a cada duas
horas, "John, sabes, não podemos encontrar
nada disso. Precisamos da sua ajuda." Sabem,
com algumas pequenas adaptações menores nisso.
Então, estou à espera de Ron Schmidt sair do
trabalho às seis, para que ele possa me mostrar como
ir aos arquivos. Então, finalmente, um pouco antes de
ir até Ron Schmidt naquela segunda-feira, por volta
das cinco horas, eu disse: "Quer saber, só vou dar
uma olhada e ter CERTEZA de que isso não está lá"
e eu achei todas as citações, elas ainda estavam
lá. Então, laboriosamente, gastei meu tempo
copiando cada uma, e pondo-as num texto dizendo
exatamente onde estava, as enviando para Bill Irvine,
e ele me envia um e-mail de volta dizendo: "Jeff
admitiu isso, está correto."
KC: Então, em outras palavras, os moderadores estavam
mais ou menos em conluio com esse cara, Jeff...
JL: Não, não... verificou-se que nenhum deles era
conivente.
KC: Eles não sabiam?
JL: Acontece que tudo ainda estava lá. Mas Irvine
disse que todos os rapazes dele não conseguiam
encontrar as citações.
KC: Mas, mas isso é o que estou dizendo. Se eles não
conseguiram encontrar as citações, então, de repente,
encontram-nas, assim, de certa forma, parece que eles
estão de acordo com Jeff.
JL: Poderia ser. De qualquer forma, Bill disse: "Se
todos concordarmos em manter isto entre nós." Eu
respondi: "Não, eu não concordo em manter isso entre
nós. Eu quero que todos saibam EXATAMENTE o que
aconteceu aqui. Vocês sabem, você diz que isto é Above
Top Secret e nós estamos tentando obter toda esta
informação. Por que deveria essa pequena rixa, na qual
você me causou um dia inteiro de dor, e realmente..."
Eu disse a Bill, eu disse: "Eu estive postando aqui
por dois anos. Eu gasto de 8 a 16 horas respondendo
perguntas na ATS. E você me acusa de falsificação de
informações? Quero dizer que isso é INSANO". Então, eu
não concordaria em calar a boca e eles, eles não me
deixaram voltar ao forum, assim...
KC: Então parece que eles estão brincando.
JL: Sim. Então eles tinham muita gente perguntando
por John Lear e, finalmente, no domingo, o domingo
seguinte, eles me deixaram participar do forum apenas
o tempo suficiente para que pudesse entrar e dar minha
opinião e depois eu fui banido para sempre.
Foi óbvio que ATS era um centro de coleta de
informação. Eles queriam a informação que o público
tinha, para ver se eles poderiam influenciar isso.
Eles não estavam interessados em ter coisas boas
espalhadas por aí...
KC: Certo.
JL: ... que o público possa falar. Estou te dizendo,
eu estava falando algumas coisas boas e eu estava
me dando bem com isso! Foi, realmente...
KC: Bom, vamos começar as coisa boa por aqui hoje.
JL: ... foi realmente surpreendente.
KC: E nós vamos chegar a isso.
JL: Eles estavam me deixando ir longe com este
material. Ah, porque, sabem, eu sei o que está
acontecendo. Então isso rapidamente chegou a um
impasse. Então, agora nós temos conversado com várias
pessoas no ATS e eles disseram que "ninguém
consegue colocar mais coisas boas, sabem, tem que ser
confirmadas cem por cento ou eles são banidos
e o artigo é excluído".
Eu acho que o golpe culminante foi quando chegaram
em Jim Oberg. E Jim Oberg foi o homem de frente da
NASA, sabem, há trinta anos. Ele sabe tudo de tudo e
quando chegamos num debate sobre o ponto neutro - que
vou discutir mais tarde - que prova com certeza que há
64% de gravidade na Lua. Eu tenho Jim Oberg e vou ler
para vocês exatamente o que ele contou. Sabem, ele foi
preso. Não havia mais nada para ele dizer. Ele foi
calado e foi aí que as coisas começaram a ir ladeira
abaixo, vou ler para vocês exatamente o que Jim Oberg
disse.
KC: Então John, qual será a sua abordagem neste
momento, já que você foi banido? Porque, de certa forma,
esse era o tipo de lugar onde você podia se conectar com
o público. Você vai se juntar a outro...
JL: Eu publico em quatro fóruns pequenos e qualquer
um que me chame e peça, eu dou-lhes estes fóruns. Isso
não é grande coisa, há como que 300 num e 80 em outro.
Minha informação não está chegando a muita gente,
alcança os poucos que estão interessados no que está
acontecendo. Isso, realmente, não é uma ameaça para o
governo. Acho que não.
KC: [Ri] Ok, bom, há muitas pessoas que visitam muitos
fóruns que não fazem o login. Então, por isso é uma boa
notícia saber que você realmente ainda está em ação e
ainda publica.
JL: É, as coisas de que vamos falar hoje é o
material que está nestes fóruns. Um deles é Open Minds, o
outro é American
Conspiracy, o outro é Fantastic Fórum
e eu acho que há um outro. Também tenho um site com
Ron Schmidt que é chamado de thelivingmoon.com,
tento manter todas as coisas que nós encontramos lá.
KC: Ok.
BR: Thelivingmoon.com é um excelente site. Eu
quero que isso fique registrado. Não há tantos sites que
nós, do Projeto Camelot, estaríamos dispostos a
recomendar, mas esse é um bom site.
JL: Ok, deixe-me...
BR: Um muito, muito bom.
JL: ... dizer-lhes como se originou
thelivingmoon.com. Quando eu publiquei as imagens
ENORMES originais de megabytes da Lua no ATS, em
outras palavras, as enviei por DVD para... qual era o
nome?
BR: Bill? Mark?
JL: Não, o outro, Mark, e ele as publicou. Na
primeira semana as pessoas estavam dizendo: "Bom,
eu não vejo nada, sabes, John, e não vejo o que você
vê lá e etcetera." Então, este cara chamado Zorgon
começou a ver o material. Assim eu lhe explicaria
e eu não o induzi a coisa alguma, sabem. Eu não disse:
"Bem aqui está isso" - porque não se pode fazer
isso. Se tem que deixá-los encontrar. Zorgon começou a
encontrar as coisas. ENTÂO, ele começou a encontrar
mais do que eu achei e disse: "Sabes, nós temos
que nos encontrar" e penso: "Puta merda,
esse cara vive em Nova Jersey, sabem, e vou ter que
voltar lá". Acontece que, sabem, ele vive a
alguns quilômetros daqui!
KC: Ah, meu Deus, isso é ótimo...
JL: [Rindo] Então, ele vem até aqui, sabem,
nós começamos a trocar informações. Ele já tinha um
site sobre coisas medievais, por isso apenas criamos
www.thelivingmoon.com como uma parte disso. As
informações começaram a chegar de todos os tipos de
fontes.
KC: Sim, sim.
JL: As fontes, eu não tenho idéia de como obtiveram
essas coisas.
BR: Sim, sim.
JL: Mas um monte de coisas sobre os navios russos
secretos e isso simplesmente continua a aparecer...
BR: É um bom site. É um bom site.
JL: Apenas 10% do material é publicado lá porque não
temos tempo, sabem, gostaríamos de ter uma secretária,
mas ambos estamos quebrados, sabem; então, não temos,
não podemos colocar TUDO lá. Então nós colocamos as
coisas mais interessantes e Ron trabalha no centro de
convenções. Ele é o cara que constrói e destrói as
coisas. Mas ele vem...
KC: Bom, isso é fabuloso!
JL: ... ele vem em casa e de vez em quando ficamos
juntos, sabem, como uma vez por semana, e falamos
sobre o que vamos focar, mas isso é, isso é tudo.
BR: Deixem-me compartilhar este e-mail com você,
John. Esse é de alguém chamado Gary Dix, que costumava
trabalhar em estreita colaboração com Simon, Mark e
Bill. Nos primeiros dias de ATS e, após um grande
desentendimento, ele se demitiu. Ele está baseado na
Nova Zelândia. Ele me enviou um e-mail longo.
JL: E a data?
BR: Alguns anos atrás.
JL: Sim.
BR: Eu acabei de ler um dos parágrafos
pertinente: "Quando eles se tornam mais negativos
sobre um tópico, eles começam a conduzir as discussões
usando fantoches, nomes de membros falsos, como eles
não querem ser vistos como orientando as direções dos
tópicos como moderadores e administradores. Este é o
ESTILO de moderadores e administradores no futuro -
usar contas falsas para lhes permitir publicarem
livremente as ideias deles".
Registramos isso de um cara que participava disso, OK?
Ora, é claro, eles vão negar. Mas se você tem alguém
cujo nome de usuário é "Skeptic Overlord", o que isso
nos diz?
JL: Sim.
BR: Sabem, quero dizer, a verdade está à vista.
ATS é um site cético. ATS é um site desmistificador e,
então, o que desmistificadores fazem? É esta frase, que
você conhece: "Você mantem seus amigos próximos e
seus inimigos mais perto".
JL: Sim.
BR: Então você é um inimigo de qualquer um que
não quer a verdade exposta. Assim, eles o mantem em
vigilância com a intenção de controlar a opinião pública
sobre você.
JL: Certo.
BR: Isso quase funcionou, mas não completamente.
JL: [Ri]
BR: Porque eles cometeram o erro de chamar John
Lear um mentiroso. John Lear pode ser todos os tipos de
coisas, mas John Lear não é um mentiroso e todo mundo
sabe que, ninguém sabe qualquer coisa sobre John Lear.
JL: Mas quais são as chances de, sabem, eu por essas
fotos no ATS e O CARA que começa a ver as coisas boas
vive, sabem, a 5 ou 6 quilômetros no fim da rua. Quero
dizer é realmente, realmente incrível.
KC: É bizarro.
JL: Mas é assim que funciona a sincronicidade.
KC: Sem dúvida.
JL: E, e todos os dias, vejo um exemplo de
sincronicidade.
KC: Bom, isso significa que você está realmente ligado
ao que está acontecendo aqui e que você, basicamente,
está recebendo alguma ajuda invisível. Quero dizer
sincronicidade é apenas estar em sincronia com o
universo de uma grande forma...
JL: Certo.
KC: ... e tudo está indo nessa direção - basicamente, a
direção da revelação e da verdade. Então, nesse tom,
vamos como que mergulhar aqui. Nós sabemos que você tem
um monte de coisas para cobrir hoje, então, onde
gostarias de ir primeiro?
JL: Primeiro vamos cobrir o logro Nibiru, Planeta X.
KC: Ok.
JL: Ele não está lá. Não vai causar problema em
2012. É um embuste. Eu o vi funcionando de todas as
direções diferentes. É apenas uma TRAMA para nos
manter, sabem, em um estado de ansiedade. Tudo vai
continuará normalmente. O mundo não vai se
desintegrar. Não vai haver nenhum planeta que vem e
sacode tudo. Tudo irá muito bem.
KC: Ok, você está dizendo isso, no geral, sobre 2012?
JL: Sim.
KC: Ou você está dizendo isso...
JL: Especificamente sobre o Planeta X...
KC: Planeta X...
JL: ... ou Nibiru, ou como você quiser chamá-lo, e
2012. 2012 é como...
KC: É apenas um ano.
JL: É o quê?
KC: É apenas um ano, na sua opinião?
JL: Sim, é assim como, como chamamos isso de... Y2K?
Sabem, todos tivemos que obter os alimentos e
geradores e tudo, e tudo ia desabar. É a mesma
coisa com 2012. Será apenas um ano como qualquer outro
ano. Nós vamos ter, continuaremos a ter estas guerras.
Provavelmente, vamos ter uma guerra nuclear, mas as
coisas estão apenas, sabem, indo muito bem. Não vai
acontecer absolutamente nada...
KC: De onde você tira suas informações? Você apenas
chegou a esta conclusão por você mesmo ao somar dois
mais dois, ou você tem uma fonte interna que está lhe
dizendo coisas?
JL: Nenhum informante. Eu nunca tive um informante.
Mais todas as minhas informações, sabem, eu a as
deduzo eu mesmo e mais divertido assim. Porque as
pessoas dizem: "Onde você... quem lhe disse que a
gravidade na Lua era de 64% e há uma atmosfera?"
Bom, há muitos livros por aí, mas, basicamente, eu sou
o cara que apareceu e disse: "Sim, há gravidade na
Lua e há uma atmosfera na Lua". Na medida que...
KC: Bom, por quê, por que deveríamos acreditar que você
saberia isso? Quero dizer, é porque você foi um piloto;
por que você foi treinado de uma certa maneira? De onde
a sua inspiração vem?
JL: Bom, na medida em que a gravidade na Lua...
vamos falar sobre a lei de Bullialdus-Newton do
inverso do quadrado. Vamos falar sobre como,
normalmente, a NASA os convence, usando a lei
gravitacional de Newton, que assume a massa da Terra e
da Lua - isso não é o que se deseja usar. Se quer usar
Newton-Bullialdus ou a lei de Bullialdus-Newton do
inverso do quadrado, porque não se precisa PREOCUPAR
com qual é a massa. Tudo que se precisa saber é qual é
a distância e onde o ponto neutro está. Se nós sabemos
onde está o ponto neutro e o tamanho dos planetas,
podemos descobrir qual é a gravidade.
Ora, nós sabemos qual é o ponto neutro porque: 1)
Wernher von Braun nos disse; 2) a tripulação da Apollo
17 nos disse; e 3) uma das outras missões Apollo nos
disse. E está a cerca de 61.000 ou 63.000 quilômetros
e se se usar a lei do inverso do quadrado, encontrasse
que a Lua tem 64% da gravidade da Terra. Isso é tudo
que existe nela. Não se tem que assumir a massa.
E, quanto ao Planeta X ou Nibiru, que está baseado
em 65 anos de besteiras ouvidas, sabem, de que virá e
qual desastre virá a seguir. É só que, sabem, eu sei
que não há nada que está para acontecer.
KC: Ok, deixe-me perguntar-lhe porque temos várias
testemunhas que estão nos dando evidências...
JL: Eu sei que você tem, eu sei que você tem e isso é
por que...
KC: ... também algumas provas secretas nesse sentido
estiveram, certamente, em questão a esse respeito. Não
chegamos a uma conclusão por nós mesmos. No entanto, em
primeiro lugar, há o Telescópio do Pólo Sul. Há também o
interesse do Vaticano e as imagens dos jesuítas que
apareceram, sabes, com [Cristoforo] Barbato. Talvez você
tenha visto o filme, talvez não tenha. Talvez você possa
nos dar alguma razão do por quê você acha que as imagens
não são precisas, ou não são reais. Depois há também o
aquecimento dos planetas. Como você explica o
aquecimento dos planetas e da atividade no sol, que vai
atingir um pico em 2012 como sendo sem sentido?
JL: Você está falando sobre o aquecimento global?
KC: Mas não é global, David Wilcock e Richard Hoagland
pesquisaram planeta por planeta e mostraram como há um
aumento da atividade em todos eles e realmente há um
aquecimento.
BR: Hão informações em domínio público de que
cada planeta no sistema solar está se aquecendo. Isso
parece estar ligado ao ciclo solar 24. Então algumas
pessoas dizem que há algo mais que está causando isso.
JL: Eu não iria nem mesmo prestar atenção a isso.
KC: [Ri]
JL: Todos acreditam no que eles querem. Em 2012, se
poderia olhar para trás e dizer: "John Lear, em 2
de abril de 2008 disse que era tudo besteira", e
se não for, sabem, eu errei, mas acho que é uma farsa
total.
KC: Eu tenho certeza que você conviveu algum tempo com
a comunidade Intel (de inteligência). Você sabe que seu
escritório está grampeado - você demonstrou isso para
nós. Há uma razão pela qual eles grampeiam você. Quero
dizer, em primeiro lugar, sabes, você foi um piloto no
passado, você é incrivelmente respeitado, você tem um
currículo militar, um pequeno, sabes. Eu até tenho um
palpite que você possa ter feito parte do MJ-12 em certo
período.
JL: [Ri]
KC: [Ri] Ok, então você conhece todos os membros
internos dos grupos secretos. Sabes... me diga por que é
que, de repente, você diz que não tem fontes internas.
Quero dizer, você conhece, Bob Lazar...
JL: Deixe-me corrigir isso. Deixe-me corrigir isso.
Eu tinha três fontes internas. Um deles foi Jimmy
Doolittle - ele foi quem disse à minha mãe que o MJ-12
existia. Essa história é importante porque, quando eu
comecei a entrar em tudo isso em 1987, Shandera e
Moore apareceram com a suposta informação resumida de
Eisenhower, que falava sobre o Majestic 12. Eu
precisava saber, isso era verdade? A única pessoa que
eu conhecia que sabia disso sem sombra de dúvidas era
Jimmy Doolittle.
KC: Ok, quem é Jimmy Doolittle?
JL: General Jimmy Doolittle, foi ele quem esteve por
trás do bombardeamento de Tóquio. Partindo do Hornet,
aliás, o mesmo porta-aviões que pegou a Apollo. Aquela
carta que você vê foi quando eu tive meu desastre de
avião acidental em Genebra, na Suíça, em 1961 e quase
me matei. Ele foi o único que gastou um tempo para me
escrever uma carta dizendo: "John, todos nós
cometemos erros, eu fiz muitos, muitos deles, mas é
importante que aprendamos, é importante
apenas que aprendamos com os nossos erros".
Ele achou tempo para escrever essa carta, então, eu a
tenho no quadro com ele levantando voo do Hornet para
bombardear Tóquio.
General Jimmy Doolittle foi um general incrível -
muito respeitado, e ele estava envolvido com o MJ-12
até as orelhas. Ele não fazia parte do MJ-12, mas ele
morava perto de nossa casa em Santa Monica, Rua 140,
222. Ele morava na Teceira Rua com a esposa,
Josephine, e eles estavam em nossa casa, assim como
Vandenberg, assim como Twining - todos aqueles caras
do MJ-12 estavam em torno de nossa casa. Mas, sabem,
eu não sabia disso naquela época e meu pai nunca disse
muito sobre OVNIs, além de que ele acreditava neles.
Nunca descobri qualquer outra coisa até que eu
entrei nisso em 1985, 1986 e nome Doolittle
mantinha-se aparecendo continuamente. Ora, eu o conhecia
e tenho... hão fotos autografadas por todo esse antro
de Jimmy, eu as pedi. Eu o vi em vários... como no
SETP (Society of Experimental Test Pilots), que é a
Sociedade de Pilotos de Teste Experimental, dizendo
Olá e etcetera, mas eu realmente não o conheço tão bem
assim.
Mas eu sabia que minha mãe o conhecia
e ela amava Jimmy Doolittle como a qualquer
um na vida dela, Jimmy e Jo. Porém, a esposa dele
faleceu na década de 80 e ele estava aposentado, vivia
em Carmel, Califórnia, e eu SABIA disso. Eu também
sabia que minha mãe falava com ele de vez em quando.
Então, eu sabia que a única maneira que eu teria de
descobrir se Majestic 12 era verdadeiro era fazê-la
perguntar a ele. Demorou cerca de seis meses para
obtê-lo, porque ela estava sempre hesitante, sabem, de
fazer coisas assim. Mas, finalmente, consegui que ela
fizesse isso.
Ela o chamou e disse: "Jimmy, como vais e
bla-bla-bla, a propósito, John está interessado
nestas coisas e eu só quero saber, Majestic 12 era
real?" Ele disse: "Sim, Moya, mas não posso
dizer nada sobre isso". Isso para mim foi,
sabem, o começo de tudo - porque, se Majestic 12 é
real, há uma possibilidade dos documentos de
informação resumida serem reais e, se forem reais,
então tudo era real.
KC: Sim, por que você iria montar algo como MJ-12 em
Truman, para investigar ou gerenciar a história de OVNI
a menos que houvesse, sabes, se não houvesse história de
OVNI, certo? Tem que existir um OVNI se se cria um
grupo.
JL: Certo. Eu teria que dizer que essa foi minha
primeira impressão.
KC: Então, agora me diga uma coisa. Você deve conhecer
a história em algum grau. Quero dizer você conviveu com
eles um longo tempo, você já os viu em operação. Você
sabe, você sabe, você deve ter ENCONTRADO algumas das
pessoas de dentro desse grupo e eu tenho que dizer que
acho que eles teriam recrutado você. Estou errada?
JL: Não, eu...
KC: Você nunca recebeu uma oferta?
JL: Não. Eu apenas, sabem, eu era um piloto.
Eu não sabia de NADA, sabem, até 1984, quando eu,
alguém...
KC: Mas você sabe muito agora.
JL: Sim.
KC: Olhe para este escritório, é incrível.
JL: Sim. Sabem, até 1984 o meu único interesse era
caças: SR-71, F-19, Stealth Fighter...
KC: Ok.
JL: ... coisas assim. Na verdade, se pode ir na
Internet: John Andrews, que foi o vice-presidente da
Testors e, eventualmente, fez o 'Sport Model'.
KC: Certo.
JL: Sabem, ele e eu trocamos cartas. Ele diria: "Ei,
você deve investigar este negócio de disco voador".
Eu diria: "Não, é besteira, sabes, eu não preciso
perder meu tempo". Essa carta está na Internet.
Sabem, meu interesse não começou até 1985, eu acho.
Tivemos uma... Eu costumava organizar a reunião para
todos os pilotos do Sudeste Asiático que, sabem, que
trabalhavam para a CIA e eu fazia a reunião aqui em
Las Vegas, chamada de "China Posto 1".
Ficamos nisso por dois anos e NUM destes anos, acho
que foi 1985, um amigo meu, cujo nome era Greg Wilson,
ele era um Raven. Os Raven eram os caras da Força
Aérea que eles tirariam da Força Aérea, removeriam
toda a referência militar, para dar-lhes uma
identificação civil. Eles entrariam no Laos e voariam,
sabem, os 01s e eles eram os Ravens e eles saiam na
PDJ e por toda parte e faziam todos os tipos de coisas
incríveis. Enfim, ele participou da reunião. O nome
dele é Greg Wilson e consegui falar com ele: "Ei,
onde você tem andado?" Ele disse: "Bom,
sabes, aqui e ali, ainda vôo um A-10. Fiz uma turnê
em Bentwaters". Eu disse,
"Bentwaters?"
KC: [Ri]
JL: "Esse era o lugar, supostamente, em 1980,
que o disco voador pousou". Ele diz: "Não
John, não supostamente - ele posou". Ele
disse: "Eu não cheguei a vê-lo porque eu estava
confinado nos alojamentos, mas eu conheço os caras
que viram". Eu disse: "O quê?" Eu disse:
"Você está me dizendo que essas coisas são reais?"
Ele disse: "Ah, é".
Então, aqui está um cara com quem voei no sudeste da
Ásia, não o via há anos, eu lhe fiz esta pergunta
ultrajante sobre Bentwaters. Ele diz: "Sim, é, eu
estava confinado. Eu não vi isso, mas eu conheço os
caras que viram". Então foi isso que despertou
meu interesse e foi em 1985, sabem? Então, sabem.
KC: Então, você tem mais. Você tem pessoas de dentro
que vêm a você, você tem pessoas de dentro que são
amigos.
JL: Eu não diria que ele era um insider, um insider,
como é Bob Lazar...
KC: Certo.
JL: ... e a outra única pessoa de dentro, a
verdadeira, quero dizer o cara, e foi como,
sabem, se vocês estivessem aqui há dois anos, foi,
provavelmente, a cinco ou seis anos atrás. Não me
lembro de quando eu o conheci. Ah, eu sei quando foi,
sim, foi há muito tempo. Já faz quase 20 anos. Eu
morava em Idaho. Ele estava aposentado. Ele disse a
amigos meus muito mais do que ele me disse, mas, pouco
antes de morrer, ele veio a Las Vegas e disse mais ou
menos isso: "O que você quer saber?" E eu nem
sabia o que perguntar!
KC: E o nome dele é?
JL: Ah...
KC: Você tem a liberdade de nos dizer?
JL: Não. Porque, sabem, o acordo. A maneira como
essa segurança funciona, quando lhe dão uma permissão
e quando você se aprofunda assim nos segredos, eles
lhe dizem: "Olha, Jonh, demos este nível de
confiança a você e, claro, esperamos que você
mantenha o sigilo. Mas sabemos que de vez em quando
você pode mencionar algo acidentalmente em uma
festa; você pode ter bebido muito e achar que seria
interessante falar sobre isso, nós apenas queremos
que você saiba que não nos importamos. Nós não vamos
machucá-lo. Mas vamos matar sua esposa, seus filhos,
sua mãe, seu pai, o seu periquito, o seu cão, sabem,
todo mundo, mas você vai ficar bem".
É por isso que as pessoas não falam. Então
as pessoas dizem: "Ele está morrendo, por que ele
não falaria?" É por isso. É porque eles deixam
claro - não é ele quem vai se machucar, é cada pessoa
na família dele e, então, começam com o melhor amigo.
Até o fim da vida dele, eu o vi três vezes. Eu
viajei duas vezes para Idaho para vê-lo e uma vez foi
aqui e, quando eu estive em Idaho, ele não me disse
muito, mas ele me disse uma coisa interessante que
NUNCA fez sentido - até ESTE ano quando eu descobri.
As informações que estou recebendo apenas crescem
exponencialmente. Toda vez que chego em algum lugar,
sabem, então sou levado a um outro lugar e isso só...
é tanta informação que aparece.
Enfim, o que ele me disse foi que ele trabalhou num
projeto, uma máquina de mineração para a Lua, e esta
coisa foi construída em algum lugar no sul do país.
Ele não me disse onde, mas eu estava imaginando
Arkansas ou Alabama, em algum lugar assim.
Ele disse: "John, essa coisa era tão grande";
ele disse: "que quando eu a terminei"; ele
disse: "Eu tenho uma licença de pilotar privada.
Eu aluguei um avião só para sobrevoar ao redor para
ver como essa coisa era imensa". Eu disse: "Bom,
você pode me dar uma idéia?" Ele responde: "Acres".
Eu disse "Uau!" Eu perguntei: "Como eles a
enviaram para a Lua?" Ele disse: "Eu não sei".
[Ri]
É assim que projetos como esse funcionam. Ele não
tem necessidade de saber como eles a enviaram para a
Lua, seu trabalho era construí-la, sabem, e eles não
vão lhe contar nada disso. É assim que funciona
a compartimentalização. Sabem, essa é uma...
BR: Nos foi dito por alguém, ele nos disse que o
Projeto Lunex e Horizon nunca foram cancelados e apenas
ficaram secretos.
JL: Com certeza, e o Projeto Horizon está no nosso
site, certo?
BR: Sim.
JL: Sim. A única coisa que tínhamos. Há, nós temos
quatro das fases do Projeto Horizon, exceto uma. Eu
acho que é a número dois que precisamos. Então, vou te
mostrar isso e mostrar o que nós ainda estamos
procurando.
KC: Você pode me dizer uma coisa? VOCÊ foi ameaçado?
JL: Nunca, nem um pouquinho.
KC: Ok, tudo bem. Bom, então, ou você nunca cruzou a
linha, você nunca revelou nada que não deveria, ou você
não sabe o suficiente. Isso está certo?
BR: Ou você está fazendo um favor.
JL: OU alguém está me protegendo.
KC: Ok, então o último...
JL: Mas você está totalmente certa, ou estou falando
besteira e não tenho a informação REAL...
KC: Ou...
JL: ... ou alguém me protege.
KC: Sabes quem?
JL: Ah, eu não disse qual era o verdadeiro.
KC: Entendo.
JL: Eu quero dizer, sabem, eu acho que
muitas dessas coisas são verdade, mas como eu saberia?
Eu nunca fui à Lua. Eu gostaria de ir.
KC: Hum hum.
JL: Se for e alguém puder organizar um passeio...
como Bob Lazar, ele diz que vai vestir o traje
espacial dele, enquanto estamos na câmara de
compressão. E, quando ele aparece ele diz,
sabem: "Pelo menos eu vou ter um pouco de ar e eu
vou ver você sufocar". Eu disse: "Não, não,
eu vou ser capaz de respirar normalmente".
Porém, quando as pessoas vão para a Lua, elas levam
duas semanas de descompressão antes que possam sair e
passar algum tempo lá.
O fato é que se pode ir e respirar lá, mas, sabem,
se vai ter a doença da altura. Assim como ao escalar o
Everest, se pode ir direto lá, provavelmente, se vai
viver; mas, sabem, vai doer muito. É por isso que eles
vão a campos diferentes à medida que sobem, para se
climatizarem e é a mesma coisa na Lua. Demora cerca de
duas semanas.
KC: Ok. Então, diga-nos como a Lua chegou onde está,
porque, você sabe que a Lua é um satélite, que na
verdade é um falso...
JL: Certo. Ela era. É uma espaçonave que foi
rebocada para essa órbita. Eu diria de 30 a 40 mil
anos atrás. Porém, a razão de eu dizer 30 a 40 mil
anos atrás, é porque ainda está dentro da história
humana.
[Immanuel] Velikovsky fala das diversas religiões e
civilizações, que falavam do momento em que NÃO havia
lua e, então, quando haviam duas luas e agora temos
uma lua. Esse cara aqui, Norm Bergrun escreveu o livro
Ringmakers of Saturn (Os Que Fizeram os Anéis de
Saturno). É um EXCELENTE livro. Norm Bergrun é
MUITO qualificado; foi durante quarenta anos um
cientista da NACA e também da Lockheed; se aposentou
da Lockheed, penso eu, cerca de quinze anos atrás.
Não, mais do que isso...
KC: O que é NACA?
JL: Ah, National Aeronautics (Aeornáutica Nacional), o
antecessor da NASA.
KC: Ah, realmente.
JL: National Advisory Commission for Aeronautics
(Comissão de Consultoria para a Aeronáutica Nacional).
KC: Entendo, certo.
JL: Eles foram os antecessores da NASA.
KC: Ok.
JL: Mas, quando ele se aposentou, ele de alguma
forma consegui algumas fotos, alguns negativos
realmente bons da Voyager, que passou por Saturno. Ele
montou um pequeno laboratório na casa dele, começou a
estuduar as fotos e acabou escrevendo o livro Ringmakers
of Saturn. O que ele relata foi o que ele
encontrou nos anéis de Saturno: três veículos - naves
espaciais - o maior tinha 50.210 quilômetros de
comprimento e 3.900 quilômetros de diâmetro.
Estamos falando de uma nave muito grande. Norm
Bergrun, quando escreveu este livro no início - é
muito bom - ele diz: "Agora, olhe, vou falar sobre
algumas coisas que é muito interessante, mas você
não pode pular uma página, você não pode pular uma
palavra que você não saiba, tens que ir do começo ao
fim ou não vais entender o que estou dizendo".
Eu fui do início ao fim. Então, desde...
KC: Ok, mas quando foi escrito?
JL: Ah, deve ter sido em 1986.
KC: Ok, então não é tão velho.
JL: Não, e eu vou ver Norm...
KC: Ele fala sobre uma nave espacial enorme. Quem
construiu a nave espacial?
JL: Quem as construi?
KC: Sim.
JL: Nós não sabemos quem as construi. Mas de
qualquer maneira...
KC: Nós?
JL: Não, não. Nós não poderíamos construir qualquer
coisa assim. Temos algumas coisas incríveis, mas, não
poderíamos fazer isso.
KC: Ok.
JL: Não, isso é de outra pessoa. Mas, a parte
interessante do livro e a razão pela qual estamos
falando nisso é porque, no final deste livro, ele
começa a falar sobre a Lua e como a Lua foi
trazida para essa órbita. Porque as pessoas que a
rebocaram, que... que operam essas coisas,
Saturno e também Iapetus, rebocaram a Lua para essa
órbita - e ele entra nessa história, explica exatamente
por que ele acredita que a Lua FOI rebocada para essa
órbita, como foi e como eles a roubaram de
Mare Orienel.
KC: Quem é que você diz que rebocou a Lua para...
JL: Não sabemos. Seja lá quem for.
KC: ... esse lugar. Então, ele não conjectura sobre
quem...
JL: Não.
KC: ... sabes, qual raça alienígena, por exemplo.
JL: Não.
KC: Eu quero dizer, obviamente, é uma raça alienígena.
Henry Deacon, a nossa fonte secreta, também comprovou
que a Lua foi rebocado para essa órbita... mas você tem
uma idéia de qual raça alienígena foi responsável por
isso?
JL: Não, certamente não.
KC: Não?
JL: O que é interessante, outra coisa interessante,
eu vejo Norm todos os anos porque quando vou a UFO
Expo West (Exposição Oeste de OVNI), que é a única a
que vou. Ele mora em Los Altos Hills. Ele está
escrevendo sobre Iapetus e Iapetus, provavelmente,
também é uma nave espacial.
KC: Ok. Então nós temos que entrar em contato com esse
cara.
JL: Com certeza, porque ele está chegando ao
fim da vida. O vi em setembro passado, ele não estava
bem, ele estava terminando o livro sobre Iapetus. Mas
ele não trabalhava nisso todos os dias...
KC: Certo, ele era um cientista?
JL: Sim.
KC: Ok, mas ele, para quem ele trabalhava? Quero dizer,
em outras palavras, ele é do governo...
JL: Espera um pouco.
KC: Ele está em NACA, entendo isso, mas em um certo
nível, ele está revelando informações secretas.
JL: Não. Como o quê?
KC: Bem, eu só estou perguntando a você. Não é isso, não
seria esse segredo?
JL: Não. Não.
Termodinâmica, Douglas Aeronave, 1934-1944
Cientista de Pesquisa Aérea, Laboratório NACA/Ames,
1944-1956
Supervisor de Teste de Vôo, Compania Lockheed de
Míssil e Espaço, Van Uys, 1956-1968
Gerente, Análise de Testes de Vôo, 1958-1962
Gerente de Planos de Teste e Direção, 1962-1963
Gerente de Operações Teste de Re-entrada, 1966 ...
KC: Ok, mas...
JL: Existem todas essas coisas, de quão qualificado
esse cara é...
KC: Certo.
JL: Isso é...
KC: Por que eles o estão deixando falar?
JL: Por quê?
KC: Por que eles estão deixando ele fazer isso? Quero
dizer, em outras palavras.
JL: O que ele está dizendo? Há uma nave espacial que
é, que tem 50 quilômetros de comprimento nos anéis de
Saturno?
KC: Então, uma negação plausível é...
JL: Claro, quem vai acreditar nisso?
KC: Ok, Ok, tudo bem. Então, isso é...
JL: Enfim, há dois anos, na Expo Oeste de OVNI,
quero dizer, isso foi TÃO interessante, porque número
um, numa das minhas palestras sobre Apollo 1, das
quatro pessoas que estavam nela, lá estavam Grissom,
White e Chaffey e havia um quarto homem - e ele fazia
parte do corpo de astronautas secreto.
A RAZÂO de se ter de mantê-lo em segredo é porque se
eles, se fosse permitido ao público saber que havia um
quarto cara nella, então, eles não, se quereria saber
quem ele era. Não havia nenhuma possibilidade
da NASA jamais poder revelar que havia um outro cara
lá, porque eles teriam de revelar o programa espacial
secreto. O programa espacial secreto começou em 1959 e
eles foram os que foram para a Lua em 1962. Eles foram
a Marte em 1966. Tudo, tudo o que sabemos é uma
cobertura para o programa espacial secreto.
KC: Ah, é.
JL: Enfim, quando, quando eu dou uma palestra, se eu
tiver duas horas, sempre falo por uma hora e, em
seguida, deixo o público conversar comigo por uma
hora, porque vou aprender mais com eles do que eles
vão aprender comigo. Um dos parentes Chaffey se
levantou e disse: "John, você está certo, nós
sempre soubemos disso, havia um quarto homem, mas
não sabíamos quem era". Ora, eu sei o nome, mas
eu guardo para mim porque...
Ah, certo.
... se alguém vem a mim, sabem e diz: "Eu sei
quem é". Eu sei quem é. E é realmente
interessante porque seu filho é um astronauta
atual do ônibus espacial.
KC: Ah, é verdade.
JL: Sim. Enfim, fui ver Norm há dois anos e ao falar
com ele eu disse: "A propósito, o veículo
eletromagnético que rebocou a Lua para a atual
órbita, onde está agora?" Ele disse: "Eu
acho que está na parte de trás da lua".
Então, quando comecei a me inturmar com Ron Schmidt,
começamos a recolher fotografias da parte de trás da
Lua e o encontramos. Está na cratera Tsiolkovsky. A
história de como nós fizemos isso foi tão
interessante e como a NASA o encobriu. Hão como seis
fotos diferentes de Tsiolkovsky, enquanto tentavam
tirar este veículo eletromagnético da imagem,
tornando-o uma ilha.
Ah, mas nós os temos. Temos duas fotos muito
boas. Uma delas foi descoberta por uma senhora
que trabalha para nós, na Flórida, e ela o descobriu
numa miniatura de Tsiolkovsky. O que aconteceu foi
que, quando a NASA estava anunciando esta foto em
particular, sabem, eles pintaram a grande, mas, quando
eles fizeram a miniatura, alguém olhou para aquilo e
disse: "Ei, não vou perder tempo ampliando isso,
para retirar o veículo e o eliminar - ninguém o
notará de qualquer maneira".
Mas o notamos e foi ótimo, foi assim que adquirimos
a foto do EMV do outro lado. Então, a Apollo 15 passou
por cima disso e eles fizeram alguns filmes e foi
apenas uma foto rápida, mas é realmente interessante.
KC: O astronauta secreto que foi morto, o filho dele é
um astronauta do ônibus espacial.
JL: Sim.
KC: Ok, isso é interessante porque mostra como é que
trazem alguém para o rebanho que poderia ter algo a
dizer ao mundo em uma data posterior.
JL: Certo.
KC: Mas se ele é um astronauta do ônibus espacial, ele
não vai falar.
JL: Certo.
KC: Sim, ele está na turma.
JL: Certo. A mesma coisa com o filho de Grissom.
KC: Ah, é mesmo.
JL: Ele está no programa.
KC: Veja este seria um ângulo interessante de
investigação, seria, o que acontece com todos os filhos
e filhas dos astronautas? Todos eles trabalham para a
empresa?
JL: Sim, seria. Ora Gus Grissom - quando o fogo
começou, sabem, cada única história que se lê vai
dizer que haviam como que três palavras ditas. Chaffey
disse: "Fogo!" Alguém disse: "Está ficando
quente aqui", mas em cada história individual,
Grissom não diz nada.
Ora, como voces sabem, Grissom era o astronauta
altamente crítico e vociferante nesse
programa. Ele saiu antes deles supostamente levantarem
vôo, ele disse: "Hão sessenta coisas importantes
erradas nisto - como podemos estar voando isso?"
Ele foi o único que criticou o programa Apollo.
A NASA o odiava. Foi me dito por caras que eu
considero estarem dentro desse projeto - e há um
outro, o chame de Número Quatro - a NASA,
calculadamente, não matou esses caras,
mas deixou isso acontecer. Eles sabiam que isso
ocorreria e simplesmente deixaram acontecer.
KC: Mas por quê?
JL: Bom, houve uma série de razões: 1) Eles
precisavam de mais tempo. Eles precisavam por o
programa de volta no cronograma e a única maneira que
poderiam fazer isso era ter um acidente horrendo. Eles
queriam se livrar de Grissom. Assim como do New York
Times - e esqueço o cara - que revelou a história no
dia seguinte foi quem falou com a NASA, eles disseram
que a fita estava horrível nos últimos minutos. E,
claro, todos nós temos ouvido que Grissom não disse
nada. Todos nós sabemos o que ele disse. Ele estava
dizendo, sabem, "Vocês bastardos, vocês...
KC: Ah, meu Deus.
JL: ... VOCÊS NOS MATARAM. EU SABIA QUE ISSO IA
ACONTECER. EU ESPERO QUE VOCÊS TODOS NOS VEJAM
MORRER". Assim, bem ruim. Então, tenho
certeza que foi isso que aconteceu e vi outra citação
ontem e não me lembro o que era, de como a fita era
horrível.
KC: Uau.
BR: Nós gostaríamos de perguntar-lhe se Clark
McClelland tem algo a dizer sobre isso também.
JL: Sim.
BR: Nós estamos em contato com Clark, mas não o
encontramos pessoalmente.
JL: Clark é um grande cara. O conheço desde 1990.
Nós nunca nos encontramos pessoalmente, mas nós sempre
conversamos pelo telefone. Eu sempre tentei obter as
anotações dele. Ele tem o livro pronto. Ele tem três
livros. Ele não deseja publicar apenas um deles - ele
quer publicar todos os três. Eu não o culpo. Ele sabe
muitas coisas. Ele sabe muito mais do que eu estou
dizendo a vocês.
KC: Você realmente acha que ele conseguirá publicar
esses livros - eles vão deixar os livros irem à público?
JL: De jeito nenhum! Não tem a mínima chance.
KC: [Ri] Ok.
JL: A única coisa que... Eu gostaria de tê-los, mas,
sabem, Clark está tão chateado e não sei o que
aconteceu, mas sei que ele é O informante, a pessoa de
dentro da NASA. Não há ninguém melhor que poderia
chegar e dizer mais do que Clark. Quero dizer, ele
estava lá desde o início.
KC: Ok.
BR: Eles tentaram quase tudo, exceto matá-lo,
não foi? Ele não tem um centavo.
JL: Certo. Eu não sei porque eles não o mataram.
KC: Ah, certo. Sim, certamente.
JL: Enfim, mais uma coisa que vou dizer-lhes sobre
Norm, porque vamos entrar nisso mais tarde. Eu disse a
Norm da última vez, este é o último ano que fui à Expo
OVNI e cara, vou te dizer, eu tenho algumas boas
informações. Mas, enfim, fui ver Norm; ele não está
bem e fez várias cirurgias e espero ouvir a qualquer
momento que ele faleceu. Ele tem 87 anos e eu disse: "Norm,
eu estou pensando que os aviões que se chocaram
contra o World Trade Center eram hologramas".
Ele disse: "John, provavelmente você está certo e
aqui está o porquê".
Ele disse: "Pouco antes de me aposentar eu
estava dirigindo na rodovia Bay Shore para
Sunnyvale", e ele disse: "Eu tinha um amigo
no banco direito do carro". Ele diz: "Era
cerca de 8 horas da manhã, talvez 8:15". Ele
disse: "Estamos nos dirigindo para sul, vimos essa
sombra, olhamos para cima e lá..." Ele diz: "Não
era um 747, mas era um avião quadrimotor ENORME, não
estava a 60 metros acima de nós". Ele disse: "Nós
olhamos para... olhamos para essa coisa", ele
disse: "É claro que estamos, sabes, a 32
quilômetros de San Jose e 48 quilômetros de San
Francisco. Não há nenhuma modo possível de que um
avião poderia, sabes, legalmente estar voando ali".
KC: [Ri]
JL: Ele diz: "Nós vimos isso por cerca de 10
segundos e [estala os dedos] foi como se
se desligasse uma lâmpada". Ele disse: "Então,
se isso foi o holograma contemporâneo, a
apresentação de um holograma", ele diz: "Então,
você está certo". E o...
KC: Ah, isso é muito interessante.
JL: ... holográfico, a tecnologia holográfica está
tão avançada que as pessoas simplesmente não
acreditariam. Mas, um outro dia, tinha uma senhora que
ajudava Marilee num programa de calouros. Na verdade,
ela contratou Marilee. Ela é de Nova York. Ela tinha
duas graduações em Harvard. Ela era uma senhora
maravilhosa, inteligente, receptiva e falávamos sobre
holografias e ela diz: "Bom, deixe-me dizer-lhe",
ela disse: "A cerca de cinco anos atrás, fui
convidada com cerca de quinze outros executivos da
televisão a uma exibição privada em Hollywood. Foi
num auditório pequeno, não era muito grande. Havia
assento, talvez, para trinta pessoas e a
apresentação foi chamada de "O Futuro da Televisão".
Ela disse: "Não me lembro se Steven Spielberg
estava lá, mas todo mundo estava". Ela disse que
estava "iluminado e havia um palco e um pódio no
palco e nós estamos sentados lá e esse cara surge
por trás, ele tem um tipo de sotaque alemão
oriental, sotaque europeu oriental, cabelos brancos,
tem óculos, ele surge e começa a contar-nos a
história da televisão e como eles vieram com o
primeiro tubo de raios catódicos, como fizeram isso
e como eles... e ele caminha para a frente do palco,
caminha até um dos corredores, ele limpa os óculos,
caminha pela frente, na frente deles, anda para
trás, até o palco". Ela diz: "Foi muito
chato". Ela diz: "Depois de cerca de 20
minutos, ele finaliza com algo como 'e essa é a
história da televisão'". Ele coloca os óculos e
[estala os dedos] apenas como uma luz,
desaparece.
KC: Ele desapareceu? [Ri] Ele era um holograma?
JL: Sim, e então...
KC: Ah, uau.
JL: Sabem, isso foi há sete anos. Então é isso que a
televisão será, você não terá uma tela...
KC: Certo.
JL: Se liga e isso vai estar acontecendo diante de
você.
KC: Diante de você. Isso é ótimo, bom isso faz sentido,
porque o Livro Amarelo...
JL: Então, a razão de dizer-lhes essa história...
KC: Eu quero dizer que eles tinham o livro amarelo,
certo? De, o que, do acidente em 1947? Assim, isso foi
frequentemente comprovado por Dan Burisch. Então, esse é
um, isso é um holograma. Sabes, tecnologia, certo?
JL: Então, a razão de dizer-lhe isso é...
KC: Eles fizeram a re-engenharia.
JL: ... em ATS, quando fui pela primeira vez lá, uma
das coisas de que falei foi que não haviam aviões em
911. Não haviam aviões em Shanksville...
KC: Isso é realmente dinamite.
JL: Não havia nenhum avião no Pentágono, não havia
nenhum avião no World Trade Center e estou lhes
dizendo, quando comecei falando de holografias, a dissidência,
quero dizer a paixão...
KC: [Ri]
JL: ... dos caras que estavam prontos para me
fuzilar, quero dizer, foi incrível, haviam
como vinte caras: "você está louco", sabem, "isso
é absolutamente... você está fazendo um desserviço
ao movimento 911 que quer descobrir a verdade",
sabem. Se fala sobre isso e ninguém vai acreditar, mas
o fato era, foi um holograma e era CGI e...
KC: Certo, então, você pode nos falar disso? Nos falar
do por quê você acha que é verdade. Como você obteve,
quero dizer, você é um piloto, você certamente tem uma
opinião se esses aviões tinham a capacidade de bater nos
edifícios, porque o nosso Henry Deacon nos disse também
algumas coisas muito interessantes sobre os aviões. Na
verdade, ele acha que eles eram controlados remotamente.
Não sei se ISSO é verdade, mas, basicamente, esses
aviões não têm realmente capacidade de chocar-se com
edifícios nesse nível, quer dizer, não sou um piloto,
portanto, não entendo a logística. Mas, como você chegou
a isso?
JL: Ok, em primeiro lugar vamos falar sobre... Vôo
11 e 77 não existiam no começo. O Bureau of
Transportation Statistics (Agência de Estatísticas de
Transporte) não tem registro deles decolando, não tem,
sabem, então, vamos esquecê-los porque eles não
existem.
Então, agora nós estamos apenas falando sobre o
[vôo] 175 e o vôo 93. O vôo 93 supostamente caiu em
Shanksville. Qualquer pessoa que tenha algum
conhecimento na investigação de acidentes ou qualquer
conhecimento, não pode acreditar que um avião caiu.
Não houveram destroços. Isso simplesmente não poderia
ter acontecido.
KC: Ok.
JL: Quanto ao 175 bater na Torre Sul, só
recentemente fiz uma chamada para um Simulador de Vôo
da Pan Americana em Miami para ver se eu poderia
alugar um 767-200, que eles têm. O que eu queria fazer
era levar seis candidatos, seis pilotos candidatos. Um
atualizado e qualificado em 767-200; um talvez
qualificado, mas não atualizado e, então, talvez um
atualizado em jato de alta velocidade, mas não no 767
e, em seguida, os três últimos, com o mesmo
conhecimento dos alegados terroristas, com um par de
horas num Apache, uma licença privada, talvez uma
comercial, algo assim.
Eu o faria no simulador, pode se levá-los a voar em
Nova York assim como é. Quero dizer os edifícios estão
lá. Eu iria levá-los e congelá-los numa posição a 32
quilômetros em 2.000 metros, a 900 km/h, colocá-los no
banco, digamos, e depois dar-lhes dois minutos para
olharem para os horizontes, mostrar-lhes onde o World
Trade Center está, e dizer: "Estou prestes a
liberá-lo e quando eu fizer isso, você vai ter um
minuto e cinquenta segundo para acertar o alvo. Ora,
o World Trade Center tem 67 metros de largura, você
tem que bater no centro. Nem a esquerda nem a
direita, certo - no centro". Explique como se
faz, então eu teria uma câmera no piloto e uma câmera
no que ele está olhando.
KC: Tudo bem.
JL: Depois digo, [estala os dedos] "Vá".
E digo: "Ok, agora, mostre-me como isso é fácil".
Sabem, porque todos os caras na ATS dizem: "Ah, eu
fiz isso no simulador de vôo, não há problema",
entendem. É... é impossível. No auge da minha
carreira, tão proficiente quanto eu era em todo tipo
de avião, não há nenhuma maneira de que eu pudesse
fazer isso. Quero dizer, é muito complexo.
Para começar, o avião não pode voar acima de 900
km/h. Ele não pode voar a mais de 580, que é a
velocidade máxima em que opera (VMO). Talvez pudesse
voar, talvez, a cinquenta, sessenta quilômetros por
hora mais rápido do que isso; mas, em VMO o clacker se
liga. O clacker é um dispositivo de segurança exigido
pela FAA que faz SONS de clacks: clack-clack-clack,
clack-clack-clack. Os clacks num grau e ciclo
irritam o piloto, de modo que ele não pode ignorá-lo.
Ele tem que diminuir, sabem. Ora, não há a menor
possibilidade de que um sequestrador, pela primeira
vez num avião... ele apenas não vai, sabem, voar a
620, 640 km/h...
KC: [Ri]
JL: ... e junte a isso aquele clacker...
KC: Certo.
JL: ... descer e bater no centro da coisa. Não pode
acontecer. Não.
BR: Eu tenho uma pergunta, se me permites.
JL: Sim.
BR: Nós temos uma testemunha credível, que diz
que os aviões não foram pilotados, mas foram controlados
remotamente, como veículos não tripulados a milhares de
quilômetros de distância.
KC: Eu acabei de dizer isso.
BR: Ele disse... Sim, mas estou pedindo para
John comentar sobre isso, do ponto de vista, isto também
responde à questão levantada do fato de que nenhum
piloto humano poderia ter batido nesse alvo pequeno.
JL: Nenhum avião caiu no World Trade Center. Para
começar, controlar remotamente um avião desse tamanho
ou de qualquer tamanho é muito difícil. Não
acredito que se poderia controlar remotamente um avião
do tamanho de um 767-200, enfim, particularmente para
bater no centro do World Trade Center. Mas o fato é
que não haviam destroços de qualquer avião no World
Trade Center.
E por "nenhum destroços" quero dizer, nada foi
encontrado de qualquer tamanho em qualquer lugar. Ora,
houve um painel de uma fuselagem que se vê com cinco
persianas da janela, mas quando cada avião, a American
Airlines na Torre Norte e a United Airlines na Torre
Sul, bateu, levou dois quintos de segundo, enquanto
desaparecia o avião. Assim, em dois quintos de segundo
não se vai ter um painel de cerca de dois metros de
comprimento caindo e ficando deitado em condições
quase perfeitas, a menos que fosse acompanhado pelo
passaporte de Mohammed Atta.
KC: [Ri]
JL: A única outra coisa que foi encontrada foi o
motor em Murray Street. E, o motor da Murray Street
foi identificado tanto como um CFM-56 - CFM
significa Snecma - OU um FC-6, que era um motor do
767, que foi desenvolvido do CFM-56. Mas qualquer que
fosse, era o CF6 ou o CFM56, tinha que ser General
Electric e, infelizmente, ou felizmente, a United
Airlines usou estritamente Pratt e Whitney. Assim,
esse motor que se vê voando e o motor que eles dizem
ser de um 175, não é do 175, porque os caras, cujo
trabalho era jogá-lo lá, sabem, em fumaça e chamas,
despejaram o motor errado. Haviam muitas coisas que os
perpetradores fizeram que foi suspeita. O
colapso do edifício número sete é absolutamente
ridículo.
KC: Certo.
JL: A razão que tinham para fazê-lo dessa
forma é porque, eu suspeito, o projetor holográfico,
que projetou o vôo 175 e o vôo 11, de alguma forma foi
desativado - porque o vôo 93 era o que devia colidir
com o edifício sete e, quando eles não puderam
fazê-lo, eles tinham que fazer as coisas rapidamente.
Eles podiam fingir uma queda do 93 em Shanksville e eu
poderia imaginar esses caras, durante todo o dia:
"O que vamos fazer?"
"Ninguém vai acreditar que esta coisa só
desmoronou, sabem, de um pequeno fogo", e depois
de cinco horas, sabem, eles disseram: "Bom, vamos
em frente e o terminemos, talvez ninguém notará".
Então eles emplodiram este edifício de 47 andares até
a base e esperavam que todos acreditassem nisso - e é
claro que acreditaram.
KC: Ok, então eles o desmoronaram até a base... mas o
que eles usaram? Quero dizer, eles não têm armamento
escalar? Eles não podiam simplesmente destruí-lo?
JL: Sim, temos, mas, aquela coisa especial foi
demolida porque tinha demolição controlada, assim como
o World Trade Center.
KC: Certo.
JL: No World Trade Center, o que fizeram com a
demolição controlada foi a PRIMEIRA parte fazer o que
chamamos de Wily Coyote Cutout no rosto, como
um avião caiu nela, o que é absolutamente, insanamente
ridículo - mas muita gente acredita nisso. Depois a
outra coisa é que eles tinham as demolições
controladas para cortar cada viga em nove metros, de
modo que caberiam nos caminhões de Rudy Giuliani
saindo da cidade.
O World Trade Center foi derubado por uma arma de
energia direta, sendo operada de uma das plataformas
de armas do espaço exterior e a razão pela qual
sabemos isso é por causa do tamanho da poeira que
sobrou do concreto. Foram cerca de 80 microns e é isso
que uma arma de energia direta causa quando é apontada
para baixo. É isso que faz, é chamado de "dissociação
molecular". Quero dizer, apenas desassocia a estrutura
molecular do concreto e é por isso que toda aquela
poeira estava lá. Não sobrou nada.
KC: Interessante...
JL: Foi por isso que a base do World Trade Center
qeimou por seis semanas, é porque quando isso
finalmente atingiu o solo, o aqueceu muito. Se pode
jogar tanta água quanto se quiser, não vai resfriá-lo
durante um tempo. Então, eu acredito que tudo isso era
controlado pelo E-4B, o avião Doomsday, o 747 que foi
visto sobrevoando a Casa Branca.
Eu acho que foi o que fez a projeção holográfica e
eles também transmitiram a CGI, computação gráfica,
para os diferentes canais de TV, para mostrar os
aviões supostamente colidindo. É por isso que tivemos
o acidental nariz para fora em um dos, em um dos
edifícios. Eles foram os que enviaram as alegadas
mensagens de telefone celular, que nunca ocorreram.
Eles fizeram todos os tipos de coisas. Eles fizeram
provavelmente transponder coisas para os diferentes
ATCs do telefone.
KC: Então estás dizendo que o holograma tinha que
aparecer, tinha que ser feito por um avião no ar?
JL: Sim.
KC: Verdade.
JL: Foi feito por um projector. Um projetor
holográfico.
KC: Ah, é. Ok, então, a tecnologia existe. Você, quero
dizer, e entendo que você falou com seu amigo que
escreveu o livro ...
JL: Norm Bergrun.
KC: Norm, mas onde mais você ouviu sobre essa
tecnologia holográfica?
JL: Ron Blackburn... você sabe quem ele é?
KC: Não.
JL: [Para Bill] Você sabe quem ele é?
BR: Não. Eu não sei.
JL: Ron Blackburn esteve na Lockheed por 30 anos.
Ele esteve no Programa Stealth, o projeto do Programa
Stealth em Groom Lake que existiu por 20 anos. Ele foi
o primeiro de quem ouvi que haviam alienígenas no
local de teste. Ora, quando o encontrei pela primeira
vez a 10, 15 anos atrás, ele negou que sabia de tudo,
agora ele está ficando um pouco mais relaxado sobre o
que ele diz. Quero dizer, ele disse que em Groom Lake
havia até um prédio de administração apenas para os
alienígenas. Ron esteve aqui na minha festa de
aniversário.
KC: [Ri] Então, também precisamos falar com esse cara.
JL: Ele agora está aposentado, ele está aposentado.
Ele é muito cuidadoso com o que ele diz.
KC: Ok.
JL: Ele ainda tem uma aposentadoria. Mas ele
veio à minha festa de aniversário e ele nos contou
sobre projeções holográficas. Ele diz que eles
controlam o som, a luz, o calor, tudo; quero dizer,
está tudo lá. Uma das pessoas, um dos problemas que as
pessoas têm com projeções holográficas... "Bom, eu
vi isso, não poderia estar enganado". Sabem, é
como... pensam em projeções holográficas como se vê em
Las Vegas ou numa festa de aniversário, sabem.
KC: Certo.
JL: Onde há uma pequena dança de luz.
KC: Onde você pode ver através disso.
JL: Sim, e eles dizem...
KC: E, então se sabe que está lá.
JL: "Bom, eu vi isso, não pode ser". Sabem,
é ridículo. Então eles dizem: "bom, como é que
eles fariam o som, eles teriam que ter alto-falantes
acima e abaixo, sabem, na rua". É muito ruim que
as pessoas, sabem, elas realmente não percebem como
estamos avançados na nossa tecnologia. Eles foram
enganados, foi um embuste. Foi uma psi-op (operação
psicológica).
KC: Ok, então, quem comanda isso?
JL: Basicamente, os chamo de "Os nazistas torpes da
NASA", no meio do complexo militar-industrial.
Hoagland diz exatamente quem eles são e como se
apossaram e são eles que mandam. Porém, em 31 de março
de 2007, no ano passado, um cara chamado Morgan
Reynolds, já ouviram esse nome?
KC: Sim.
JL: Ok... ele entrou com uma ação chamada Reclamação
Tam Qui, contra essas 22 empresas. Estamos falando de
grandes empresas. Aplicações Científicas, Corporação
International, Pesquisa Aplicada, Hughes - todas essas
empresas estão sendo processadas e a causa deles serem
processados é por aceitar dinheiro para fornecer
informações fraudulentas a uma agência governamental.
A agência do governo a quem fornecem esta informação
fraudulenta é o NIST - O Instituto Nacional de Padrões
em Tecnologia. O NIST foi convocado pelo presidente
Bush para determinar exatamente por quê o World Trade
Center desmoronou. O que realmente causou o
colapso dele. Eles vieram com uma razão que, sabem, o
combustível do jato e foi tão ridículo, que Morgan
abriu esse processo que tem QUARENTA PÁGINAS e ele
descreve tudo o que eles fizeram de errado. Assim,
agora o processo vem rolando no tribunal.
KC: Você testemunhou quanto aos aviões holográficos como
parte da ação, certo?
JL: Bom o que fiz foi preencher uma declaração em 28
de janeiro de 2008, este ano, em apoio a Denúncia e em
oposição ao Movimento Para Repudiar. Basicamente, o
que testemunhei é: 1) por que os aviões não poderiam
ter viajado tão rápido quanto fizeram e COMO eles não
podiam voar assim como fizeram; e por que, sabem, não
houve destroços. Acho que este livro...
KC: É surpreendente que outros pilotos não se
apresentaram, porque isso é...
JL: Bom, os outros pilotos estão empregados, não
pode se dar ao luxo de contestarem. Hão poucas, sabem,
pessoas, há muito...
KC: Mas este é o nosso PAÍS de que estamos falando...
JL: Eles não podem fazê-lo. Muita da minha
informação foi retirada da Aerodinâmica para
Aviadores Navais [segura o livreto] e
explico POR QUÊ um avião não pode voar 800 km/h a mil
e seiscentos quilômetros de altura. Tem a ver com
arrasto, tem a ver com potência e tem a ver com o fato
de que eles utilizam turboélices. Simplesmente não
pode acontecer. Então, enfim, a contestação do governo
e do NIST é que os aviões voaram a 800 km/h - isso não
aconteceu. Isto não poderia ter acontecido.
Então, basicamente foi isso que expliquei na minha
petição. Ora, você diz por que mais pilotos não
protestam? Muitos o fizeram, há uma organização
chamada www.PilotsForTruth.com e sou um dos membro, um
dos primeiros membros, e há muita gente que percebe
que isto não poderia ter acontecido. Não houve nenhum
avião, como um Boeing 757, atingindo o Pentágono. Não,
isso não aconteceu.
KC: Então o que aconteceu no Pentágono?
JL: No Pentágono, uma bomba explodiu para fazer
aquele buraco e eles tinham um tambor com 200 litros
de combustível diesel que um cara incendiou para fazer
toda aquela fumaça preta. E April Gallup, que...
KC: Sim, eu acho que a história de April Gallup é
fascinante.
JL: ... April Gallup foi um...
KC: Ok, então vamos, vamos voltar para onde estávamos,
que é...
JL: Ok, estamos falando de April Gallup.
KC: Sim, April, ok.
JL: April Gallup era uma especialista do Exército e
esqueci qual era o trabalho dela, mas ela estava - ela
tinha uma classificação Altamente Secreta. Ela estava
sentada a cerca de 12 metros de onde a explosão fez o
buraco na frente do Pentágono e ela tinha o filho de
seis meses de idade, abaixo de sua mesa e ela pensou
que isso era estranho porque, normalmente, quando ela
ia trabalhar, antes de passar pela segurança, eles
tinham que colocar as crianças pequenas em creches,
mas naquele dia, a segurança disse: "Não, leve a
criança com você".
Então, ela tinha - ela tinha o garoto embaixo da
mesa no pequeno assento e ela diz que foi muito
estranho porque, quando ela apertou o botão ON do
computador dela, foi quando o edifício explodiu, e ela
disse um monte de detritos cairam sobre ela e ela viu
o buraco e pensou: "Eu tenho que sair daqui".
Então ela pegou o garoto, o colocou nas costas e foi
para aquela abertura e ela passou pela abertura saindo
na grama - que foi onde, eventualmente, a triagem foi
montada.
Mas ela disse que não viu nenhum míssel, nem aviões,
não sentiu cheiro de combustível. Não havia nenhum
avião lá. Mais tarde no hospital ela foi entrevistada
pela Inteligência do Exército e eles perguntaram o que
ela viu, e ela começou a dizer: "Eu não vi nada"
e eles disseram: "Não, ouça, você viu. Você viu um
Boeing 757 chocar-se ao prédio". Ela diz: "Não,
não, não, eu não vi. Não havia nada lá". Ela
passou por um inferno nos últimos quatro ou cinco anos
tentando obter cuidados médicos.
Tem sido uma história realmente muito, muito triste.
Mas, uma das coisas que eu queria mostrar é essa
página de um manual militar falando sobre coisas que
eles gostariam de receber no ano de 2025. Isso é
chamado de projetor holográfico aéreo, vocês podem ver
de onde eu a consegui. Você não pode encotrá-la mais
aqui www.au.af.mil e tenho cerca que 250 páginas de
este material...
KC: Fala de uma máquina de holograma.
BR: Refere-se ao gerenciamento da percepção
do inimigo, não é mesmo? Isso é um eufemismo
maravilhoso. Lembrei-me disso direito?
JL: Sim, diz... descrição breve: "O projetor
holográfico cria uma imagem tridimensional em um
local desejado, retirada de um gerador de exposição.
O projetor pode ser usado para operações
psicológicas e gestão estratégica
da percepção. Também é útil para decepção óptica e
camuflagem, proporcionando uma distração momentânea
quando enfrentando um adversário não muito
sofisticado. Tem capacidade de projeção e precisão
de imagens tridimensionais em uma área selecionada.
Suporta psi-op, gestão de estratégica de ilusão e
fornece disfarce e camuflagem contra os centros
ópticos".
KC: Ok, e quando foi que isso foi escrito, sabes?
JL: Eu acho que em 99. Não tenho certeza. Vou te dar
um endereço onde vocês podem obtê-lo AGORA.
KC: Ok.
JL: Não é NAQUELE endereço.
KC: Certo.
JL: Mas, acho que é na Base da Força Aérea Maxwell.
KC: Nós temos que acreditar se isso está no setor
público, que esta é apenas a ponta do iceberg sobre esta
tecnologia.
JL: Com certeza.
BR: Gestão Estratégica da Percepção. Isso
não é maravilhoso?
KC: É ótimo.
BR: Eu acho que é tão maravilhoso.
KC: Certo.
BR: Um inimigo não sofisticado, como as pessoas
nas ruas de Nova York.
JL: [Ri] Eu ia dizer isso.
BR: [Ri]
JL: E eu pensei, sabem o que - não acho que eu vou
dizer isso!
KC: [Ri]
BR: Nada pessoal contra Nova York.
JL: Mas eles têm e quando você entrar nisso, eles
têm o que chamam de sistema laser de alta energia
híbrido [HELWEPA... High-Energy Systems Laser
Weapon Systems Applications]. Mas quando você vai ao
site e tenta obter um close-up deste sistema, lhe é
mostrado como eles poderiam atacar entre o Irã e o
Afeganistão. É hilário, sabem, é - lá é onde eles vão
estar atacando e é assim que eles sabiam onde iam
estar atacando, sabem, em 1999. Isso, isso também foi
publicado, vocês podem ver com quanta antecedência
eles planejam esta coisa. Quero dizer que eles
planejam isso trinta anos antes. Eu estava procurando
por essa página...
KC: Ok, quando você diz que eles vão estar atacando
entre o Irã e...
JL: O Afeganistão. Aí é onde o gasoduto surgirá, eles
querem aquela área.
KC: Ok, certo, é por isso que estamos indo a guerra com
o Irã, é o que você está dizendo.
JL: Sim, queremos limpar a área para que possamos
colocar o gasoduto lá.
KC: Parece que você está dizendo que se usará um tipo
especial de arma para esse ataque.
JL: Bom, eles poderiam usar esse laser de alta energia
híbrido, sabem, eles tem muita coisa que poderiam
usar.
KC: Certo.
JL: Mas, apenas parece estranho que, sabem, que
estaria tudo escrito em PAPEL, disponível ao público
para mostrar-lhes onde eles vão estar atacando.
KC: Ok, isso é...
BR: O que você nos disse fora da câmera, pouco
antes de começarmos, era que você sentiu que ia ser,
acho que você usou as palavras guerra nuclear.
JL: Ah, é, não tenho nenhuma dúvida de que vamos
usar arma nuclear no Irã. Tenho certeza que está no
plano e Cheney certamente quer fazer isso. Não tenho
nenhuma informação privilegiada, mas Isso me parece
como um dos cenários; um dos possíveis cenários é que
Bush seja assassinado em outubro. Cheney se torna
presidente e, em seguida, declara a Lei Marcial.
Porém, algo acontece e a quem "temos que" atacar - o
Irã. Claro, não atacaremos o Irã, vamos deixar que
Israel o faça. E, eles vão atacá-lo com as armas
nucleares deles e, em seguida, damos um tapinha na mão
dos israelenses, dizendo: "que estamos dando-lhes
50 bilhões de dólares para um programa de
reabilitação, para que vocês não usem mais armas
nucleares". Programa de reabilitação
psicológica. Nós vamos dar-lhes, sabem...
KC: Ok, mas ninguém vai se safar por jogar arma nuclear
em ninguém, quero dizer, em outras palavras, se terá a
China, se terá a Rússia... quer dizer, basicamente,
vamos entrar na Terceira Guerra Mundial nesse momento,
certo?
JL: Sim, mas não será tão grande. O que eles farão é
cortar os cabos, cabos de comunicação...
KC: Ah, a coisa dos cabo submarino.
JL: Sim, de modo que não haverão muitas comunicações,
de modo que eles podem dar...
KC: Então ninguém sabe o que realmente está acontecendo.
JL: Ninguém realmente sabe o que está acontecendo.
Tudo será tratado em um nível superior. Tudo isso é
feito em um nível superior. Tudo isso foi planejado em
comunicação e de acordo com a China e a Rússia. Todos
sabem o que está acontecendo. Por isso vai ser, sabem,
só para experimentar novas armas e...
KC: Bom, na verdade, é isso que, mais uma vez, nosso
Henry Deacon diz. Ele diz que a China está nisso.
Haverá uma guerra com a China, mas eles já sabem que é
planejada.
JL: Sim, claro. Como todo mundo estava pronto para a
Yakuza japonesa, o satélite chinês e no ATS eles
disseram: "eles vão nos dizer o que está
acontecendo, eles vão nos dar a imagem real" e
tudo que eles fizeram foi reciclar as imagens velhas
da NASA, sabem. E, claro, a China ficou muito
envergonhada. Sabem, eles disseram: "estas não são
imagens recicladas da NASA", mas se pode ir
direto ao local onde, sabem, sim, essa era uma imagem
reciclada antiga da NASA. Ora, o que estão fazendo lá
em cima em órbita da Lua, se eles estão orbitando a
Lua, eu não sei. Mas eles certamente não tiram fotos,
sabem, que eles poderiam usar para si mesmos.
[Pausa]
KC: Por que não?
JL: Porque eles já estão nisso, eles já sabem o que
há lá, quero dizer, sabem, nós os subvertemos...
KC: Então qual é o modus operandi por trás de tudo
isso? Quero dizer, porque eles estão, por que eles estão
planejando guerras - a nuclear de que falas - guerras
nucleares, onde, sabes, milhões de pessoas vão morrer, a
terra vai se tornar inabitável. Quero dizer, sabes, isso
é loucura - mesmo que eles queiram ter um
gasoduto...
JL: Isso parece uma boa razão.
KC: Então, qual é a razão de fazer a TERRA, quero
dizer, sabes...
JL: Sabem, eles limparam as armas nucleares nos
últimos 30 anos, não há muita radiação.
KC: Então, por que guerra nuclear? Quero dizer, é tão
confuso. Por que, quero dizer, sabes, não sou um cara
militar, mas se eles têm armamento escalar e têm HAARP,
quero dizer, sabes, eles criam terremotos, podem
causar... quero dizer, há muitas outras coisas que podem
fazer além de ir... quero dizer, isso apenas
parece ser a enésima potência de insanidade. Por que
eles fariam isso?
JL: Sabem, é como perguntar, quando eu falo sobre
Endeavor e do ônibus espacial, ser um método tão fora
de moda de chegar à ISS (International Space Station -
Estação Espacial Internacional)...
KC: Certo.
JL: ... e as pessoas dizem: "Bom, se tivessemos
todas essas coisas legais que você diz, tal como,
sabem, satélites e coisas anti-gravidade e etcetera;
por que eles usam o ônibus espacial?" É a mesma
coisa com a arma nuclear. Hão níveis de sigilo e
inteligência, que se quer dar a conhecer para um certo
segmento da população, sabem, pensando que o ônibus
espacial é tudo que nós temos, sabem, e as armas
nucleares são "tudo o que temos", então as
usamos. É esse tipo de negócio.
KC: Ok, então se vai matar milhões de pessoas,
eliminar...
JL: Eu não acho que vai ser milhões, mas serão
alguns.
KC: E o que é que o Irã vai fazer nessa situação? Você
sabe?
JL: Ah, eles ficaram chateados. Eu realmente não sei
o que farão.
KC: Hum hum. Ok, você tem informantes falando sobre
ISSO?
JL: Ahh, vamos ver. Sobre o Irã, sobre bombardear o
Irã?
KC: Sim.
JL: Não.
KC: Ok, [longa pausa] E sobre 2012 e um holograma de
uma invasão alienígena, você já ouviste este cenário?
JL: Com certeza. Seria provavelmente o que eles vão
fazer.
KC: [Ri]
JL: Eles vão colocar um holograma e dizer: "Ah,
nós estamos sendo atacados por alienígenas. Fizemos
um acordo com o embaixador e ele disse que sentem
que a Terra é uma ameaça e que... mas, se se pegar
todas, qualquer arma que você tenha e as entregar,
então, eles vão nos dar uma segunda chance."
KC: Então, nesse ponto, teremos um governo mundial,
porque...
JL: Sim.
KC: ... eles poderiam colocar todos sob o mesmo teto e,
basicamente, todos os países, você não fala de
indivíduos trazendo os fuzis...
JL: Sim, os indivíduos. Sim, essa é uma das coisas
que os alienígenass querem é que todos os caras,
sabem, entreguem as próprias armas, para que eles não
se sintam muito ameaçados.
KC: Mas os alienígenas... vamos lá, tudo bem, então este
é um cenário...
JL: É um cenário em que o governo quer nos desarmar
e o jeito de fazê-lo é colocar um holograma lá em cima
de um ataque iminente e dizem: "estamos em
comunicação com eles e"...
KC: Um inimigo comum e...
JL: Certo.
KC: ... é um inimigo falso.
JL: ... e você pode realmente ajudar-nos se você
entregar todas as suas armas. É claro que no momento
em que entregarmos todas as armas, não haverá muito
que possamos fazer quando descobrirmos que é apenas um
golpe - como foi 911. Sim, isso é um cenário que tenho
certeza que acontecerá.
(continua na Parte 2, Parte 3 e Parte 4)