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John Lear Conta Tudo:

transcrição - Parte 2

Esta página é uma reformatação da versão original publicada no Projeto Camelot.


Las Vegas, Nevada, abril de 2008

(continuação da Parte 1)
(continua na Parte 3 e Parte 4)

John Lear: Ele está voltando para casa na hora em que chego a Los Angeles e pego meu celular.

Eu disse: "Bob?"

Ele diz: "Onde raios você está?"

Eu disse: "Bom, eu acidentalmente peguei o avião errado. Estou em Los Angeles."

Então essa foi a grande piada por cerca de cinco anos, John Lear pegou o avião errado.


Início da entrevista

Kerry Cassidy: [Rindo] OK. Sobre suas idéias - elas são, basicamente, muito avançadas - seus amigos concordam com você?

JL: Eu não tenho nenhum amigo. [Kerry ri, John ri]

KC: Por favor, John. Eu não acredito em você. Você é um dos caras mais charmosos que já encontramos.

JL: O meu melhor amigo, Bob Lazar, pensa que sou louco. Então...

KC: Será que ele realmente pensa assim?

JL: Sim. Ele nos contou na festa de aniversário.


KC: Ele trabalha com OVNIs, então...

JL: Aliás, se você pegar atrás de você, eu gostaria de ler o presente de aniversário dele para mim. É esse copo que diz "JL".

KC: Certo.

JL: Só me dá. [Kerry ri] Veja, Bob Lazar o fez para mim e este é meu presente de aniversário. Basicamente, o que é...

KC: [Ri, dá o copo para John] O que diz?

JL: [Lendo o copo e o virando para a câmera] ... é a Tabela Periódica dos Elementos. Na Tabela Periódica 116 é "JL". Diz que é "um sólido humano". A massa atômica é 256,89. Tem todas as informações [passa o dedo em torno da imagem no copo]. Então ele diz:

* Elemento: John Lear.
* Ocorrência: Encontrado principalmente em Nevada.
[Kerry ri]
* Propriedades físicas: JL é um elemento raro e instável. É mais conhecido por sua notável capacidade de resistir ao bom senso e aos fatos. [Kerry ri]

* Aplicado liberalmente, JL tem sido conhecido como melhorador da qualidade de vida. Também é conhecido por absorver grandes quantidades de substâncias caras. É um dos mais poderosos agentes redutores de dinheiro conhecido pelo homem.

* A exposição prolongada a esse elemento pode causar danos físicos, mentais e financeiros graves" [risos; Bill e Kerry rindo fora da câmera].

KC: Isso é ótimo. [Rindo] OK. Você nos disse fora da câmera que Bob Lazar voltou a trabalhar para o governo.

JL: Sim, ele voltou a trabalhar para o Laboratório Nacional de Los Alamos.


KC: Em que ele está trabalhando?

JL: Não tenho idéia. Uma das coisas que ele nos disse foi que quando ele voltou ao trabalho eles tiveram uma breve conversa com ele [Kerry, Bill ri]. E, antes de lhe darem a autorização, disseram: "Agora Bob, você não vai nos causar mais problemas, não é?" Ele disse: "Não".

KC: Bom, eles basicamente o ameaçaram a voltar. Isso não está certo? Quero dizer, ele teve todos os tipos de problemas antes disso.

JL: Eu... não ouvi essa parte.

KC: OK. Mas ele tem estado nisso por cerca de quatro anos.

JL: Acho que sim.


KC: OK. Você está dizendo que é possível que ele possa dar entrevistas.

JL: Sim. Sim, ele esteve no Travel Channel (Canal de Viagens) alguns anos atrás. Apenas no outro dia ele parecia uma outra pessoa, sabem. Mas seria melhor que vocês não mencionassem meu nome. [Kerry ri]. Basta chamá-lo sem mais nem menos, sabem.

KC: OK. Mas ele é seu amigo, certo?

JL: Sim. Sim, ele é um bom amigo. Ele veio a minha festa de aniversário e foi muito bom.

Como eu te disse... Eu costumava ter duas cadeiras de vime aqui. Em 1987, comecei a falar sobre OVNIs. Eu dei uma palestra na Biblioteca Spring Valley. Bom, eu criei um tumulto aqui em Las Vegas! As pessoas chamavam, haviam pessoas querendo me entrevistar. Quero dizer, simplesmente, explodiu. E, claro, isso despedaçou minha família, porque as pessoas estavam ligando. Marilee acabou mandando desligar o meu telefone. Ela pegou todos os meus arquivos sobre OVNI. [Kerry ri] Quer dizer, foi ruim.

Assim, em 1988, um cara telefonou. Ele disse: "Meu nome é Gene Huff. Eu sou um avaliador imobiliário e  gostaria de ter algumas de suas fitas e outras coisas".
Eu disse: "Gene, eu estou fora disso. Sabem. Isso quase me custou a minha família. Eu não estou mais nisso".
Ele diz: "OK, bom, sabes, se você quiser trocar alguns tapes, eu trocarei por uma avaliação imobiliária".
Eu disse: "Ah, espere um minuto". Porque, sabem, eu precisava de algum dinheiro. Eu disse: "Vamos fazer assim. Vou te dar essas fitas e você avalia minha casa".

Então, ele veio um dia depois para fazer as medições. Claro, ele não tinha idéia de que eram 715 metros quadrados! Ele tem reclamado desde então, porque ele teve que avaliar uma casa tão grande por apenas algumas fitas e informações.

Bom, enfim, quando ele veio ele trouxe um cara chamado Bob Lazar e ele o apresentou a mim. Bob era o cara segurando a ponta da fita métrica.

Ele disse: "Bob costumava trabalhar no Laboratório Nacional de Los Alamos e mora na cidade e desenvolve fotos".
Então eu disse: "Ótimo", sabem.
Assim, Gene e eu falávamos sobre OVNIs e Bob estava revirando os olhos. Ele disse: "Vocês são loucos. Isto não podia ser verdade. Eu trabalhei em Los Alamos. Eu tinha uma autorização "Q". Se tivesse sido verdade, eu saberia sobre isso, eu bisbilhotei muito lá".
Assim, ele não queria ouvir sobre nenhuma dessas coisas.

Enfim, isso foi em junho de 88. Assim, ao longo dos próximos quatro ou cinco meses Gene, eu e Bob trocavamos informações. Bob, sabem, ele... Houveram três ou quatro coisas que o empurraram de "Isso é totalmente ridículo" para "Pode ser verdade". Uma dessas coisas foi, naquela época sabíamos de uma instalação secreta em Los Alamos chamada YY-II e minha informação era que eles mantinham alienígenas lá. E, havia algo mais. Enfim, Bob descobriu - Sim, HAVIA a instalação YY-II. Sim, era mais secreta do que ele poderia imaginar. Houveram umas três ou quatro coisas...

Enfim, foi em novembro que Bob decidiu isso: "Bom, sabes, acho que vou ver se consigo arrumar um emprego na Área 51". Então, ele chamou o Dr. Teller, que ele conhecia de Los Alamos. Acho que eu estava lá quando Bob falou com ele.
Teller disse: "Você quer trabalhar aqui no Lawrence Livermore comigo, ou lá em Nevada?"
Bob disse: "Eu quero trabalhar em Groom Lake."
[Dá um sorriso largo]
Então, Teller disse: "Bom, OK, depois
ligo para você."

Então, Bob teve três entrevistas em EG & G, ele viria até aqui depois de cada entrevista. Me lembro, depois da segunda entrevista, a primeira pergunta foi: "Você conhece John Lear?" E: "O que você acha de John Lear?"

Bob disse: "Sim, o conheço. E acho que ele mete o nariz onde ele não é chamado". Bob me disse: "O que eu NÃO lhes disse foi que Eu TAMBÉM gosto de meter meu nariz onde não sou chamado". [Kerry ri].
Assim, ele conseguiu a terceira entrevista e nos disse, sabem, ele os esnobou, porque eles falaram realmente de coisas técnicas. Ele apenas se gabou. Ele disse: "Eu fiz um bom trabalho".

Enfim, o próximo acontecimento foi em 06 de dezembro de 1988.
Bob chega, senta-se e diz: "Eu vi um disco hoje".
Eu estava preenchendo cheques, sabem. Não estava prestando atenção. Eu disse: "O quê?"
Ele diz: "Eu vi um disco hoje".
E eu..: "Um disco? Deles ou nosso?"
Ele disse: "Deles".
Eu disse: "Você foi a Groom Lake?"
Ele disse: "Fui".
Eu disse: "O que você está fazendo AQUI?
[Kerry ri] Eu disse: "É óbvio que eles vão seguí-lo. Por que você apenas não, sabes, trabalha lá por um tempo e depois vem nos dizer o que aconteceu?"
Ele diz
[Kerry rindo]: "Porque eu vi você ser tão zombado nos últimos seis meses sobre isso. Eu estou lhe dizendo que é real. Eu o vi, eu o toquei."

Sabem. Então passamos cerca de duas horas falando sobre tudo isso. Foi muito chocante, e...

KC: OK. Então, conte-nos essa história. Quero dizer, a temos na outra fita. Mas é tão divertido, quando ele se senta e diz: "John, você nunca saberá como é..."

JL: Isso foi em janeiro. Ele esteve por lá por duas ou três vezes, ou quatro ou cinco. Não sei quantas. Eu me lembro que era janeiro, porque estava frio e eu vestia uma camisa de manga curta como esta [esfrega o braço nu].

Bob chega e se senta lá e, sabem, ele está LIGADO. Ele está EXCITADO. Ele quer falar sobre alguma coisa. Nós já sabíamos que não deveríamos falar aqui. Então, fomos à beira da piscina.

Marilee está vindo para cá e ela diz: "O que vocês dois estão fazendo?" Sabem? [Risos]
"Vamos sair para conversar." Sabem. Ela desconfia de TUDO, enfim, assim ela não acredita nisso por um segundo. Mas ela nos deixa ir.

Então, fomos para um pequeno espaço próximo ao estábulo. Estou olhando para ele, digo: "O QUÊ? O quê? O quê?"
Ele disse: "John, você nunca vai saber o que é ver o seu primeiro alienígena".
Perguntei
[excitado]: "Você VIU um? Você viu um?"
Ele disse: "Sim".
Eu disse: "Não poderia ter sido um boneco? Não poderia ter sido"...

[Ele disse]: "Não. FOI um real". [Kerry ri].

E, sabem, hoje em dia, se se lhe fizer essa pergunta, ele diz: "Bom, eu não sei. Podia ter sido um boneco. Eles estavam fazendo todas estas coisas estranhas".

KC: Ah, é.

JL: Mas NAQUELA noite, isso foi EXATAMENTE o que ele disse.

KC: OK.

JL: Perguntei: Como foi que aconteceu?
Ele diz: "Bom, eu estava andando pelo corredor". Ele disse: "Eu tinha um guarda de cada lado". E, ele disse: "Eu passei por essa porta e havia esse vidro de 30 centímetros
[gesticula para indicar o tamanho da janela], que tinha fios o atravessando. Eu olhei pelo vidro e haviam dois caras em jalecos de frente para mim. E um alienígena de pé falando com eles".

Eu te mostrei a foto?

KC: Eu acho que não.

JL: Porque ele desenhou isso para mim.


KC: Ah, de verdade!

JL: Você quer que a pegue?


KC: Sim. Certamente.

JL: [indicando papéis sobre a mesa] Estas são muitas das coisas do Bob que mantive. [Mostra o diagrama] Por exemplo, aqui está como funciona as autorizações para áreas secretas. A mais baixa autorização que se pode obter é Top Secret. E, em seguida, acima disso, hão 28 níveis de Segredos Top Secret. E, além disso, acima disso, hão 10 níveis. Ora, estes não são os nomes reais, exceto que o do topo é Majestic.

Pois bem, cada uma delas são compartimentalizadas. De modo que se pode ter o nível Segredo Top Secret 25, mas não se conhece todas essas informações. Tudo que se tem que saber é para a qual se está liberado. Em outras palavras, quando se começa no Segredo Top Secret 25, ninguém vem e lhe diz: "Estas são todas as coisas que os caras do Segredo Top Secret 25 tem autorização de saber". É compartimentalizado.

Então, tínhamos isso para mostrar que o Presidente dos Estados Unidos é algo como
Segredo Top Secret 17. Ele não precisa saber muito. Ele é um testa de ferro. Lhe é dito o que fazer.

KC: Certo.

JL: Então, ele realmente não precisa saber tudo isso. No meu entender, o último presidente a que foi dado todo tipo de informação foi o presidente Nixon. Ford sabia um pouco. Reagan sabia um pouco. É claro, Bush sabia alguma coisa porque ele era, sabem, Diretor da CIA. Isso não significa que dizem qualquer coisa ao diretor da CIA. Ele é indicado e eles odeiam nomeados, então, ele sabia disso por outras razões. Mas, de qualquer maneira, foi assim que esse gráfico funcionou.

[Pega uma fita cassete] Estes são os... Quando Bob decidiu não voltar a trabalhar para o governo, nós o levamos em três sessões de hipnose regressiva. Elas foram com Lane Keck. Lane deveria estar na minha festa de aniversário e eu não me lembro por que ele não veio. Ou talvez ele veio. Eu acho que ele veio. Vamos ver nesse DVD.

Mas ele fez as regressões no Bob. O que nós tentamos... Foi EXTREMAMENTE interessante. A primeira não conseguimos, porque o gravador quebrou e Gene Huff as tem em notas. Mas a SEGUNDA - tenho a segunda - e foi nessa que tentamos tirar a informação. Vou lhes dizer o que está aqui. Mais tarde, se quiserem... Eu tenho uma transcrição da segunda e vou deixar vocês lê-la. Porque é extremamente interessante.

KC: Isso seria ótimo.

JL: [mostra um esboço no papel] Isto é quando Bob estava me dizendo como se foi para a frente e para trás no tempo.

KC: OK. Eu ia te perguntar isso. Então, Bob trabalhou em viagem no tempo, não foi?

JL: Ele não trabalhou nisso. Ele foi
informado sobre isso. Veja, quando ele foi lá...

KC: Se ele conhecia Teller, ele deve ter... Ele trabalhou em Los Alamos.

JL: Ele só conhecia Teller porque o encontrou naquele dia na frente de Los Alamos, quando Teller estava fazendo o discurso e Bob estava na capa da revista Los Alamos Monitor com o carro a jato dele. Ele caminhou até Teller e disse: "Eu sou o cara sobre o qual você está lendo". O médico disse: "Ah, perfeito". Eles tiveram uma pequena conversa. Mas esse foi o único lugar que eles se encontraram. Ele não trabalhou COM ele. Mas ele trabalhou em Los Alamos e ouviu a palestra de Teller.

KC: OK. Entendo.

JL: Então, Bob, quando ele foi ao setor S-4, eles disseram: "Você tem que escolher o que quer fazer. Você não pode fazer um pouco de tudo. Você tem que escolher. Entendes, você quer trabalhar neste ou naquele". Bob queria trabalhar na engenharia reversa da propulsão. Esse era o trabalho dele. Mas ele foi informado sobre tudo isso. O que ele está me mostrando aqui [mostra o desenho] ​​é como se vai para a frente no tempo - basta exercer uma forte atração gravitacional. E como se vai a ré. Ele começou a desenhar isso e, então, ele colocou um rabisco.

[Segura o próximo papel] Bob Lazar, 1987. Ele estava desenhando para mim os diferentes formatos de veículos que estavam na área S-4. Nesta [apontando], o que ele está fazendo aqui é me mostrar o que havia sido atingido por um projétil.

[Folheando os papéis] Quando comecei a mostrar a Bob as fotos da Lua e o material que estava lá [vasculhando os documentos] ... Sabem, eu diria: "Olhe para isto. Olhe para isso, sabem, vapor, e isto... e aquilo". Ele me olhou realmente cético.

Eu estava atravessando a porta da casa dele e ele diz: "Sabe, John, se qualquer dessas coisas for verdade, vou ter que me matar". [Kerry ri]
Então, eu disse: "Sabes, por que não registro isso em papel, Bob?"
Então,
[close-up no papel] fiz ele assinar isto para mim. Diz: "Eu, Bob Lazar, prometo me matar se qualquer das coisa de John sobre a Lua for verdade. Assinado Bob Lazar, 23 de agosto de 1996". [Kerry ri]

Bom, o que aconteceu foi que, quando finalmente encontrei alguém... quando eu pedi aquela fotografia da NASA? Sabem, eles me mandaram o negativo. Foi um negativo de 16 x 20.

KC: Certo.

JL: Isso me levou, sabem, cinco ou seis anos antes que a tecnologia aparecesse... mesmo em Las Vegas, para fazer uma foto de um negativo desse tamanho. Então, quando a consegui, a levei para a casa de Bob e... [câmera mostra a foto] Há uma pequena aqui. Esta foi a primeira que consegui e a levei para Bob e ele a digitalizou. Essas são as digitalizadas que foram para ATS. E aqui [apontando para a foto] - vou deixar vocês fazerem um close-up mais tarde - há, obviamente, o que parece ser um estacionamento.

Então, Bob olha e olha e olha para a foto. E diz: "Sim". Ele diz: "Tenho que admitir. Que não é natural. Isso é algo".
Então eu disse: "Sabe, Bob, temos sido amigos por um longo tempo e sei que você é um homem de honra.Você concordou que, se qualquer das minhas coisas sobre a Lua fossem verdade, que você iria se matar".
[Kerry ri]

Ele diz: "Bom, há alguma maneira de que eu posso me safar disso?"
Eu disse: "Sim. Sim, na verdade, por que você apenas não assina esta declaração?"
[Kerry ri]
[Mostrando o papel] Foi em 05 de agosto de 1998. Isso foi dois anos mais tarde. Aqui diz: "Eu, Bob Lazar, em troca de não ter de honrar o meu compromisso de me matar se, por o caso, o material de John sobre a Lua for verdade, admito abertamente que o objeto na cratera Copernicus na Lua, salvo como 'caixa de maçã', é uma caixa, que eu não sei o que está fazendo lá. Assinado, Bob Lazar."
Isso foi o melhor que pude levá-lo a fazer.

[Close-up da foto da Lua] Esse é o estacionamento infame na ATS que mostro a todos. As pessoas dizem: "Não, eu não vejo um estacionamento". Mas, vou lhes mostrar as ampliações mais tarde. Mas, enfim...

Aqui tem mais.
[Close-up do desenho] ​​Este é o desenho original que ele fez de como o reator de anti-matéria funcionou. Esse foi para me mostrar como os arcos estavam no...

KC: Isso foi em que ano?

JL: Isso tudo foi entre dezembro de 1988 e março de 1989.

[Mostra o papel] Estas são as notas que guardo: "Reunião com Bob Lazar, 02 de novembro de 1988", porque eu digitei esse material.

KC: Entendo. Então, ele desenhou um alienígena para você ou não?

JL: Sim.

KC: Você o tem? Porque adoraríamos ver isso. [John procurando nos documentos]

JL: Eu sabia que nós íamos chegar a isso. [Tira um papel da pilha de papéis] O original é azul e tenho certeza que está aqui em algum lugar. Bom, este é o desenho original que ele me fez. [Close-up no desenho]: "Desenhado por Bob Lazar, janeiro de 1988. Esta cena é na S-4. A posição do Grey (Cinza) em relação a dois cientistas de jaleco. Tamanho, orientação e forma da janela" através da qual ele viu os cientistas e um Gray.

Portanto, esta é... Estávamos sentados... Ele estava rabiscando tudo. [Gira o papel] Este é o site de teste e onde estava a S-4. [Apontando] Este era o comprimento dos hangares, 110 metros e cada baia tinha 12 metros de comprimento. [Gira o papel de novo] Era assim que o disco estava no hangar. Neste desenho estão os dois... Foi isso que Bob desenhou. [Apontando] Estes são os dois técnicos de laboratório. Esse é o alienígena pequeno de frente para o outro lado. Ele desenhou a porta e o fio passando pela janela. Ele disse que olhou e viu os dois caras aí mesmo.

KC: Isso é ótimo. Alguma vez ele teve alguma exposição, como uma comunicação com eles?

JL: Sim. Três vezes. Pelo menos três vezes.

KC: É mesmo?

JL: Só vou mostrar isso [segurando um outro papel] porque este está na parte de trás do pedaço de papel. Este é Aurora. Este é o avião que temos faz cruzeiros em 76 mil metros e tem velocidade Mach 12. Isso foi em 1988. É isso que parecia, quando ele desceu do Boeing 737... Quando ele desceu a rampa desta forma, essa coisa estava estacionado virada para ele, então ele estava olhando para o rabo. Ele disse que era absolutamente enorme. Ele disse que haviam dois quadrados gigantes onde estava o exaustor. Ele disse que um homem pareceria como um bonequinho, sabem, de pé perto disso.

KC: Uau.

Bill Ryan [fora da câmera]: Ele está olhando para isso por trás?

JL: Ele está olhando para isso por trás. Sim.

KC: Sim.

JL: Então ele não sabe exatamente. Ele só assumiu que era assim no plano de vista dele.

Enfim, as três vezes que ele viu o alienígena foi... A primeira vez foi quando eles deram-lhe o líquido com cheiro de pinho. O que eles fizeram... Foi realmente interessante. Quando Bob entrou aqui no primeiro dia e disse: "Eu vi um disco", eu disse... Ele usava um anel. Eu esqueci em que dedo estava.
Eu disse: "OK, agora me escuta, Bob. Eles vão... eles vão dar-lhe alguns medicamentos para fazê-lo esquecer o que você está fazendo. Então o que quero que você faça é, quando o levarem para dar-lhe as drogas; eu quero que você tire o seu anel - sutilmente - e o coloque na outra mão. Você não vai se lembrar, mas quando você chegar para me ver, eu o verei e você vai saber que você já tomou a droga".
Ele disse: "Eles já fizeram isso hoje".


KC: Oh, uau.

JL: Eu disse: "Eles fizeram?"

Ele descreveu este elaborado teste de drogas, sabem, como eles pegaram uma agulha e colocaram um retângulo no - riscaram um retângulo no braço dele - e, em seguida, fizeram linhas assim [gestos de linhas cruzando-se no braço] e linhas como essa. Depois eles pegariam o material e colocariam em cada quadrado pequeno.

Depois o levaram para uma sala. Ele disse que a sala era como um consultório médico regular e tinha um sofá, ele se deitou no sofá. Ele disse que havia uma tela bloqueando alguma coisa, ele disse que sabia que o alienígena, o Gray, estava atrás disso. Havia um militar com uma M-16, um médico e uma enfermeira.

Eles o fizeram beber o líquido com cheiro de pinho. Ele bebeu da chícara. E, imediatamente, sentiu, sabem, tonto. Ele descreveu exatamente o que ele sentia. Ele disse que sentiu como se estivesse em um poço que tinha 30 metros de profundidade, que os braços dele tinham 30 metros de comprimento e ele estava apenas segurando os lados do poço, apenas com as pontas dos dedos. Foi assim que ele se sentiu.

Então, ele disse que eles começaram a ler a autorização, a informação sobre a autorização, que estava sendo dada a ele. Então eles dizem, sabem, eles leram uma frase. E ele diria: "Eu entendo que",  sabem, "estou sendo informado". No final, o soldado pegaria a M-16 e o cutucaria no estômago assim [faz gesto de ser atingido no estômago]. Ele disse que REALMENTE machucou. E, em cada fase diferente do processo de informação, o soldado usaria a M-16 e o cutucaria no plexo solar.

Assim, nas fitas que Lane Keck fez, quando estávamos tentando obter as informações, sabem... Disseram-lhe um monte de coisas realmente interessantes e quando chegavamos, sabem, ao que vai acontecer no futuro, sabem, ele diria: "Eu não deveria falar sobre isso". Portanto, Lane tentaria contorná-lo com algumas sutilezas. Bob diria: "Não, eu não posso. Dói".

KC: Meus deus. Uau. Como uma coisa programada.

JL: Certo.


KC: Então, ele alguma vez fez a coisa do anel? O truque do anel?

JL: Não, porque ele já tinha passado por isso. Ele disse que eles já o tinham drogado.


KC: Mas ele tinha que continuar indo para o trabalho, então...

JL: Veja, a razão pela qual ele saiu foi porque quando foi pego... Sabem, ele nos convidou para ver os vôos do disco voador. Em 21 de março de 1989 - e tenho a fita aqui e vou lhe mostrar, é de apenas 9 minutos de duração - pegamos o Celestron 8 [aponta para telescópio] e vimos...  Sabem, ele nos disse quando o disco voador ia voar. Eu e Gene estamos logo ali. Eu me concentrei nele e vi um disco voador, sabem? Estava, sabem, inclinado em 40 graus, foi incrível e tinha essa coisa irradiando dele.

Eu disse: "Rápido, Gene, rápido! Dê uma olhada!" Quando eu dei um passo para trás, enrosquei meu pé em torno da coisa. Então, isso surgiu na festa de aniversário, porque todo mundo na festa de aniversário devia contar uma história de John Lear. [Kerry ri] Essa foi a história de Bob.

KC: OK, bom, também a história sobre ficar parado na estrada, a arma, o carro e o policial...

JL: Certo. Isso foi quando o xerife do condado nos parou. Essa foi a terceira vez que fomos pego.

Mas o importante nessa história foi que quando o levaram na manhã seguinte para Indian Springs - que é o centro de toda a segurança - e o tiraram do carro com uma arma no ouvido, eles disseram: "Ora Bob, quando lhe demos essa autorização isso significava que você não deveria dizer a t-o-d-o-s os seus amigos sobre os discos voadores. Então, você quer trabalhar aqui ou não?"

Foi aí que Bob começou a ficar reservado, porque os dois últimos vôos que ele pegou para Groom Lake, ele conseguia se lembrar de subir os degraus e descer, mas ele não se lembrava de nada entre isso. Ele disse que não queria trabalhar num programa como esse.

KC: Bom, e sobre os Brancos Altos? Porque, pelo que entendi, Charles Hall fala sobre os Brancos Altos estarem em Indian Wells, nessa área? Você sabe alguma coisa sobre isso?

JL: Não.

KC: Bob nunca falou sobre os Brancos Altos?

JL: Hum-hum. Não. Apenas nos Grays e só ocorreu três vezes. Uma vez foi com o fluido com cheiro de pinho. Uma vez ele os viu na sala. Depois, quando George Knapp Tavernetti veio para testar o polígrafo.

George alugou um quarto no César Palace, Bob e Gene Huff chegaram lá cedo e eles conheciam a sala. Assim eles abriram a porta. Gene abriu a porta. Bob olhou para dentro, ficou branco e quase desmaiou, ele entrou e sentou numa cadeira. Gene diz: "Diabos, qual é o seu problema?" Bob disse: "Eu imediatamente tive um flash-back". Ele disse: "Eu lembro de ter falado com o Gray".

E o que aconteceu foi que, quando eles abriram a porta, a maneira como Tavernetti tinha preparado... Não havia muita luz. Havia uma única mesa, com uma cadeira de um lado e uma cadeira do outro lado, e algum equipamento. Isso desencadeou essa reação em Bob quando ele estava lendo o informativo e o Gray estava do lado dele.

É uma experiência oprimente quando se está pela primeira vez, sabem, na presença de um Gray; quando, sabem, se está acostumado a fazer uma pergunta [gesticula representando palavras saindo da boca] e, entáo, ter alguém respondendo. Mas quando se está conversando com um alienígena, eles pegam de sua mente e respondem antes que se possa até mesmo falar... e torna-se confuso. Foi uma experiência quase esmagadora. Então, essa foi a outra vez que Bob teve o...

KC: Então, você acha que ele vai para a frente das câmeras com este assunto?

JL: Eu duvido. Mas, sabem, nunca se sabe o que ele vai fazer. Nunca se sabe o que ele fará.
[Kerry ri]

[John começa a folhear papéis] Então, deixe-me ver por aqui. [Pega uma folha de papel] Esta é a página onde estávamos tentando pensar no cara com quem ele trabalhou - Castroloni. Mas acho que finalmente descobrimos qual era o nome do cara. George Knapp sabe disso, mas  não sei o que...

KC: Então, George Knapp está trabalhando para a Agência?

JL: Não. George Knapp trabalha para o Canal 8. Ah, você quer dizer encoberto?


KC: Sim.

JL: Sabem, eu não sei. George conhece muitas coisas. Fui entrevistado por ele alguns meses atrás. O que ele estava fazendo era uma história sobre a Sandia. Sandia é a mais secreta - não a mais secreta - é 'A' base secreta que substituiu Groom Lake, Area 51. Está no Planalto Mesa... e tenho um mapa aqui.

Eles começaram a construí-la em 1980 e terminaram em 1987, por isso, agora, tem 20 anos de idade. Cerca de, sabem, quatro ou cinco mil pessoas trabalham lá. Quero dizer, é uma base subterrânea ENORME, absolutamente enorme. Quero dizer, hão escritórios cilíndricos grandes e outras coisas que têm, sabem, 1.600 quilômetros de profundidade. Então, no site de teste, hão algumas pistas com todos os novos hangares lá e etcetera. É uma operação MACIÇA.

Então, quando George foi até lá para filmá-la, ele não podia encontrá-la. Mas de qualquer maneira eu vou lhes mostrar... Na verdade, a tenho em DVD. Vou lhes mostrar exatamente o que fizemos.

Eu disse a ele que uma das coisas interessantes era... Como é que vamos conseguir que as pessoas cheguem lá? Elas não podem DIRIGIR até lá porque é longe demais, não podemos ter muitas pessoas na Estrada 95 porque vamos estar expondo essas coisas. Não podemos colocá-los no 737 porque já está cheio, sabem, e não podemos colocar mais aviões lá.

Então, o que eles fizeram foi, eles construíram um trem de alta velocidade que vai dos subterrâneos de Sandia para Vegas. Então eles colocaram paradas em dois dos principais hotéis. [Ri] Assim, os caras, andando por lá, se parecem com jogadores ou convidados do hotel, sabem. Eles vão lá, abrem uma porta, usam uma chave de cartão e vão para baixo, sabem, para a coisa.

KC: Ah ... OK [ri]

JL: Eu quero dizer, é incrível como eles fazem isso.

KC: Qual hotéis? Você sabe?

JL: Sim, mas não vou dizer.

KC: [Rindo] OK. Isso é ótimo. Você alguma vez já tomou o trem?

JL: [Rindo] Não.

KC: Você sabe onde está, você sabe...

JL: Eu tenho pensado em ir lá, sabem. Mas tento ficar longe de problemas! [Pega a revista] Aqui está o Los Alamos Monitor que o Dr. Teller estava lendo quando Bob foi... [Mostra a foto de Bob com jet-car]

KC: OK. Sim. Muito bom.

JL: Sim, tenho um amigo, Jim Goodall, e ele disse: "Eu vou até lá. Nós estamos indo até o local de teste".
Eu disse: "Sabes, eu costumava fazer essas coisas, mas ainda estou vivo, então, sabes, se não te incomoda, eu não quero ir".

[Mostra um outro papel] Aqui estão três coisas que  escrevi que eram importantes. Eu descobri a velocidade do tempo. Bob disse... Sabem, eu disse a ele o que era. Ele disse: "Isso está correto". Mas ele disse: "Quem se importa?"

[Apontando para a lista] O que eu disse foi: "A velocidade do tempo é diretamente proporcional à amplitude do fluxo gravitacional". Em outras palavras, a velocidade do tempo é dependente da gravidade.

Então, Bob disse-me: [apontando para os itens na lista]
* Há a teoria de que existe um buraco negro em cada galáxia.
* Há a teoria de que cada buraco negro tem a sua PRÓPRIA galáxia.
* HIV - o revestimento da proteína está no próprio vírus. E
* O tempo de reciclagem do amplificador de gravidade é 10 milissegundos.

Ora, o HIV - nós falamos sobre HIV?

KC: Não, mas certamente podemos falar.

JL: A SIDA foi inventada por um cirurgião da marinha chamado R. M. Donner. Quando Bob leu o informativo na S-4, uma das coisas que o impressionou é que no papel... Todos os informativos que ele leu eram, sabem, de 50 a 100 páginas, com uma capa azul. Eles estavam espalhados nesta mesa. Ele poderia pegar cada um. O que aconteceu, foi que, quando ele elevou a autorização, estes informativos - [levanta a parte superior de uma pilha de papéis] - Digamos que isso é um informativo. Seria grampeado aqui. E quando a autorização se elevava, sabem, eles liberavam mais algumas páginas.

Mas, enfim, no informativo da SIDA... e tenho isso, provavelmente está aqui, porque eu escrevi tudo o que ele nos disse. Foi desenvolvido, sabem, para se livrar de um certo segmento de... um certo número de seres humanos.

Isso foi desenvolvido por R. M. Donner. Há a cura para SIDA. E isso tem a ver com o pepino Trichosanthes kirilowii, que só é cultivado na China. Tentamos tirá-lo da China, fizemos três tentativas. Mas - no entanto, eles sabem, alguém sabe - e cada vez eles foram cozido, ou por um microondas ou algo quando ele passou pela alfândega. Por isso é impossível trazê-lo. Mas vou ler-lhes sobre a cura e como funciona.

KC: Bom, temos um contato que diz que ele trabalhou nisso - na engenharia do vírus da SIDA - na África.

JL: Possivelmente. Mas não foi na África. Foi aqui. Foi liberado na África. Mas foi construído no S-4.

Assim, Bob e eu procuramos por R. M. Donner. Nós o encontramos. Ele morava em Santa Fe. Ele estava aposentado. Fomos vê-lo várias vezes, porque Bob tinha o contrato para a reparação das sondas Alpha.

O que costumávamos fazer era, costumávamos ir DIRIGINDO para Los Alamos. Era uma viagem de 16 horas. Bob tinha um amigo lá. Isso costumava levar-nos algo como 24 horas para reconstruir todas essas sondas Alpha. Haviam cerca de 300 delas. Nós as limpávamos, depois as religávamos e em seguida, colocávamos a fita de alumínio sobre elas. Então nós íamos de carro de volta para Las Vegas.

KC: O que é uma sonda Alpha?

JL: Elas procuram radiação nas pessoas que entram e trabalham em Los Alamos.

KC: OK.

JL: Bob obteve o contrato. Assim, nós fazíamos isso a cada 6 semanas. Então o que nós faríamos é, nós tentaríamos... Sabíamos onde Donner trabalhava, nós iríamos lá, não o acharíamos todas as vezes. Enfim, finalmente conseguimos o endereço da casa e fomos a casa dele. Nós nunca conseguíamos pegá-lo em casa. Ou ele não atendia a porta, ou ele não estava realmente lá, ou  realmente não tínhamos o endereço certo - acho que tínhamos - nós nunca o encontramos.

Ora, quando Bob começou a fazer algum dinheiro com o negócio de foto e as sondas Alpha, nós, na verdade, pegávamos um avião para ir a Albuquerque e nós alugávamos um carro para ir até Los Alamos. Portanto, neste dia - e as mesmas coisas aconteceram neste dia. Eu disse isso nas histórias John Lear. Eu vou contar isso por mim mesmo.

Eu tenho dificuldade em reconhecer as pessoas da Terra. Por alguma razão, eu não posso, sabem, se eu não os tiver conhecido por 25 anos - e mesmo se eu os conheço há 25 anos - é difícil para mim catá-los numa multidão.

Então, o que faríamos era, ir a Albuquerque, Bob compraria um bilhete na Southwest e eu pegaria um assento com a minha identificação da companhia aérea. Portanto, uma manhã, preparamo-nos para ir. Estávamos saindo às 07:00. Eu fui para o aeroporto e não quero entrar no avião, a menos que ele esteja nele. Eu andava para cima e para baixo olhando todos os passageiros e olhava com muito cuidado. Eu não podia encontrar Bob! Então, eu não queria ir se ele não estivesse lá. Eu não conseguia encontrá-lo em casa.

Então, quando todos entraram, pedi a aeromoça, eu disse: "Oi, eu sou o do assento da tripulação, mas quero ter a certeza que um amigo meu... Você poderia anunciar, pessa a Bob Lazar para acionar o botão de chamada?" Bom, é claro que eu tinha esquecido que, neste vôo especial para Albuquerque, todos os Sandia e os outros caras vão neste vôo. Então, quando a aeromoça disse: "Bob Lazar, por favor, acenda o seu botão de chamada?" - Claro que o avião inteiro, todo mundo começou a rir, porque eles acharam que era uma piada! [Rindo]

KC: [Rindo] Isso é ótimo!

JL: Enfim, ele acendeu o botão de chamada, percebi que ele estava lá, então eu sentei no assento para a tripulação e fui para Albuquerque. Alugamos um carro, dirigimos até Los Alamos. E, por alguma razão, neste dia, tudo foi perfeito. Quero dizer apenas fizemos toda essa coisa em cerca de 8 horas. Assim, percebemos que poderíamos dirigir de volta, pegar o avião e jantar no nosso restaurante italiano favorito chamado de Parma. Portanto, nós embalamos todas as coisas, preenchemos a caixa postal e descemos a montanha de Los Alamos para Albuquerque e daí para a rodovia.

Nós rapidamente entramos no estacionamento do aluguel de carro, corremos para van que estava saindo, fomos para o aeroporto. Bob corre para o check in, sabem, e dá o bilhete dele. Eu corro e assino para o meu, sabem, assento de tripulação. Entramos. Eles fecham a porta. Sento-me. Ouço o capitão dizer: "Bem-vindo à Southwest Airlines 304 em nosso vôo de hoje para Los Angeles". Eu percebi que tinha entrado no corredor e no avião errado. [Kerry rindo]

Então, enquanto isso, Bob está no avião esperando por mim e ele os vê fecharem a porta. Ele não consegue imaginar para onde eu fui. Então, em todo o trajeto até Las Vegas, sabem, ele diz: "Bem, talvez ele entrou no cockpit e eu não o vi". Assim, eles chegam a Las Vegas. (E, sabem, demora muito mais tempo para chegar a Los Angeles, então eu não podia chamá-lo.) Ele chega a Las Vegas e vai ao cockpit e eu não estou lá. Ele não consegue entender como poderíamos ter estado tão perto e eu não entrei no avião.

Então ele está voltando para casa no momento em que chego a Los Angeles e pego meu celular.
Eu disse: "Bob?"
Ele diz: "Onde, diabos, você está?"
Eu disse: "Bem, eu acidentalmente peguei o avião errado. Estou em Los Angeles."
Então, essa foi a grande piada por cerca de cinco anos, que John Lear pegou o avião errado.
[John e Kerry riem]

A informação que Bob consegui no S-4 foi [lendo de um artigo]:
SIDA era um vírus que é protegido pela cobertura de proteína no ARN evitando que os anticorpos, as células T-4, do sistema imunológico o detectem e eliminem. A cura para a SIDA reside no excremento do fungo branco que cresce no pepino chinês Trichosanthes kirilowii.

Este excremento, que se desenvolve após cerca de duas ou três semanas, é separado com sulfato de hidrazina num processo de acidificação que dissolve o revestimento da proteína do ARN e expõe o núcleo do vírus que é detectado pelos anticorpos do sistema imunológico.

Independentemente de quão frágil é o sistema imunológico, o vírus será destruído. Não mais do que uma dose de 20cc deve ser administrada por um período de 36 horas. Nenhum antibiótico deve ser usado ​​durante este período. Os 20cc são metabolizados em 36 horas, depois de ter dissolvido o revestimento da proteína do vírus.

Eu menciono aqui que nos últimos 20 anos, tenho feito várias tentativas para obter amostras dos Trichosanthes kirilowii da China, mas todas falharam, as últimas amostras foram cozidas durante os procedimentos de embarque.

Agora, a "Surpresa de outubro". Em 1980, quando Reagan e Bush eram adversários políticos de Carter e Mondale, como vocês sabem, os reféns ainda estavam no Irã, em Teerã. E, em seguida, Bush tomou um avião para Paris para se encontrar - não com Khomeini, mas com um representante de Khomeini. O acordo era para Khomeini atrasar a libertação dos reféns até a posse de Reagan; assim, a administração Reagan-Bush iria fornecer-lhe - ao regime iraniano - armas e munições ilimitadas ao longo da administração deles, o que seria de 1980 a 1988.

A minha parte nisso era entregar as armas e munições de Tel Aviv para Teerã. A razão para mim trazer isto é que aquele grande maço de papéis são os detalhes de quem estava voando e como eles fizeram a coisa toda.

A maneira como eles fizeram isso foi, Bush voou sábado à noite num jato BAC 111 que leva apenas cerca de 6 ou 7 horas para chegar lá. Ele só gastou cerca de 4 ou 5 horas na reunião. E, em seguida ele foi levado de volta num SR71 de uma base na França para a Base da Força Áerea McGuire. Levou apenas uma hora e 14 minutos. Dessa forma, ele foi capaz de aparecer num jogo de tênis que ele tinha no domingo e a imprensa não teria notado o lapso de tempo ou a viagem.

Como se previa, eles foram eleitos e forneceram essas armas e munições. Isso foi, sabem, parte do "Irã-Contras", mas o Congresso nunca foi mais longe do que 1985 para descobrir quando esse grupo começou originalmente.

Quando me mudei para o Egito em 1981, esse ia ser o meu trabalho, era levar essas armas e munições de Tel Aviv para Teerã. As armas estavam vindo para Tel Aviv a partir de Zaragoza, da nossa base da Força Aérea na Espanha. O Mossad estava lidando com tudo isso.

Eu nunca fiz um vôo. A razão foi, o primeiro avião foi um argentino CL44. O que eles queriam fazer era usar um avião turboélice antigo para ter certeza de que tudo correria bem e não haveria nenhum problema.

Por algum motivo o avião foi abatido no caminho de volta. Foi abatido sobre a Rússia, cerca de 64 quilômetros ao sul de Yerevan, que era bem dentro da Rússia. O Mossad não conseguiu descobrir como os pilotos saíram do curso. Eles estavam no caminho de volta. Eles tinham deixado a carga, sabem, já tinham descarregado as armas e a munição.

Finalmente eles suspeitaram que o que poderia ter acontecido é que os pilotos foram interceptados pelos MIGs russos, que sabiam o que estava acontecendo e não gostaram disso. Os pilotos pensaram: "Bom, sabem, podemos muito bem segui-los porque não temos nada a bordo, eles não podem provar nada". Então, logo que chegaram à Rússia, foram metralhados, o que era uma mensagem para o Mossad: "Ei, nós não queremos que isso continue".

Portanto, aquele grande maço de papéis foi a história por trás da "October Surprise (Surpresa de Outubro)". Haviam dois livros. Gary Sick and Barbara Honegger cada um escreveu um livro sobre esse assunto. O Congresso foi tão longe quanto realmente iniciar uma investigação oficial em 1990, mas tudo foi encoberto porque, sabem, ninguém queria voltar tão longe ou ouvir mais histórias sobre essa coisa. Mas os reféns passaram - vamos ver - outubro, novembro, dezembro - mais quatro meses lá.

KC: Então, Reagan poderia ser reeleito.

JL: Certo.


KC: Certamente incrível.

JL: Muita gente conhece esta história. Bom, isso foi, o quê? 30 anos? E praticamente todo mundo se esqueceu disso. A única razão para mim trazer isso a tona é porque estou esclarecendo essa história, quem eram os pilotos...

KC: Você sabe alguma coisa sobre Minot... o recente incidente com a Base da Força Aérea e as armas que foram... as ogivas nucleares que foram...

JL: Isso cheira coisa grande. Descobri isso na ATS. Estava muito, muito completo. Era um dos meus tópicos favoritos. Durou muito tempo. Tivemos alguns caras na ATS que realmente sabiam do que estavam falando. Isso foi EXTREMAMENTE interessante. Tinha que ser Cheney. Não poderia ter sido nenhuma outra pessoa que autorizou isso. Foi um dos maiores casos de dupla negociação que eu já vi.

KC: Então, o que você diria que foi planejado? Por que eles fizeram isso?

JL: Sabem, essa é a questão. Por que eles fizeram isso? Eles têm já armas nucleares na Europa. Por que eles precisariam  roubá-las?

KC: Certo. E, por que eles precisariam levá-las de Dakota do Norte ou de onde quer que fosse, Dakota do Sul, através dos Estados Unidos? Quero dizer, qual foi o motivo?

JL: É uma loucura. Não HÁ nenhum razão. Bom, há uma razão, mas eu não sei qual é. Mas esse episódio é extremamente interessante. Eu tinha certeza... Sabem, um dia vamos descobrir e nós vamos dizer: "Ahhh, era disso que se tratava". Eu não sei, mas isso foi realmente... É My'-not.

KC: Sim. Meh-no’, North Dakota.

JL: É a pronúncia francesa. Nós, americanos o chamamos My’-not.
[Rindo] Eu estou brincando.

KC: Entendo. OK. Então, para onde vamos em seguida, John? O que você tem?

JL: Eu não sei. Enquanto pensamos para onde vamos em seguida [pega um livro] Eu acabei de comprar este livro. Alguém, apenas, acidentalmente, o encontrei. É chamado A Força Gravitacional do Sol, o autor é Pari Spolter. Foi escrito em 1993. Basicamente o que diz aqui... [Lendo]: "Este livro é um sério desafio à Lei de Newton da Gravitação Universal como formulada atualmente".

Eu apenas li, sabem, até aqui [mostra um número pequeno de páginas]. E, basicamente, por quê isso me interessa é porque Newton TINHA algumas idéias sobre a Lua, junto com, sabem, ao longo da história, cerca de 36 outras pessoas pensavam que havia gravidade na Lua, havia atmosfera e haviam pessoas lá. Mas cada um, sabem... As informações foram vagarosamente reprimidas.

KC: Bom, temos bases lá. Isso é realmente o que...

JL: NÃO há dúvida sobre isso. Temos bases em Marte. Sabem, a Corporação dos Astronautas Secretos já visitou cada planeta, ou a maioria dos planetas.


KC: Cada planeta?

JL: E muito mais longe do que isso. Nós estivemos em outros sistemas solares. As pessoas, quando falamos de outros planetas, dizem: "Bom, é muito quente em Vênus". Não. Isso é besteira.

O Sol é uma esfera eletromagnética. Não é um reator nuclear. Portanto, ele não irradia calor. Ele irradia eletromagnetismo e cada planeta tem o próprio sistema de filtragem. Assim o sistema de filtragem em torno de cada planeta determina qual será a temperatura. Então, a temperatura em Vênus é muito parecido com a da Terra. Assim também é em Marte. Assim também é em Plutão. O mesmo em Mercúrio. Existem pessoas como nós em cada um dos planetas.

Os planetas que se ouve dizer serem gigantes gasosos, como Saturno e Netuno... Há apenas um gigante gasoso no nosso sistema solar e esse é a NASA. [Kerry ri] Esse é o único gigante gasoso que temos. Em todos os outros planetas vivem pessoas e...

KC: Então o que você acha? Eles estão sendo encobertos? Você acha que há...

JL: Nós estamos sendo enganados. A informação está sendo suprimida. Nós não podemos saber sobre nada disso. As pessoas de quem Hoagland fala estão no comando. Eles consideram o espaço com pertencente a eles. Eles não querem compartilhá-lo com qualquer um de nós. Eles têm tecnologia que nos permitiria não ter que pagar por gás ou eletricidade neste exato minuto.

KC: Certo.

JL: Mas eles não querem compartilhá-la conosco. É só para a elite e não estamos incluídos nisso. Podemos ir à guerra, sabem, e estar sujeitos a armas, testes e etcetera; mas não nos permitem compartilhar essa tecnologia. Mas, lá fora, há um universo fantástico, um fantástico conjunto de planetas. É realmente interessante o espaço.

BR [fora da câmera]: John, eu gostaria de fazer-lhe algumas perguntas, basicamente, em nome das pessoas que estão assistindo este vídeo. Estamos fazendo essas perguntas em nome delas. Em primeiro lugar, quero dizer que a nossa fonte, Henry Deacon, me disse pessoalmente - Eu não acho que isso está em nosso site, porque para mim parecia estranho - Ele disse que há vida em cada planeta do sistema solar. Ele olhou-me nos olhos e disse: "Você pode muito bem não acreditar nisso, mas eu garanto a você que é verdade". [John ri]

Ele disse que Venus não é tão quente como eles querem que se acredite. Ele disse que o Sol não funciona da maneira que ensinam na escola. Ele disse muitas coisas que corrobora o que você está dizendo.

Ele estava dentro. Ele trabalhou em projetos secretos extremos em todos os lugares em um número de estabelecimentos. Assim a fonte dele vem de documentos informativos, conversas com outros físicos e assim por diante.

De onde você obtem as informações? Porque isto é tão extraordinário e bastante além do imaginável, que as pessoas precisam saber como você descobriu isso, ou quem lhe disse isso, ou quais são suas fontes.

JL: Especificamente, sobre o Sol, isso veio de um documento dos Arquivos de Branton.

KC: OK. Então você já se encontrou com Branton?

JL: Não, mas nós costumávamos conversar muito. Eu não tenho certeza de o encontrar cara a cara. Mas seu nome era... qual? O nome real?


KC: Eu esqueci o nome real dele.

JL: Eu acho que é Dave alguma coisa. Enfim, éramos muito chegados e, então, ele esteve doente por um tempo e não sei o que ele faz. Mas a informação dele é TÃO interessante. Não tenho razões para acreditar que a maior parte não seja verdade. Você já leu os Arquivos Branton?

KC: Ah, sim. Certamente.

JL: Eles são longos. Eu tenho um fichário de oito centímetros, que eu imprimi.

KC: Eu quero dizer, ele foi o único que realmente divulgou a grande informação sobre a Base Dulce nesses arquivos. Você está familiarizado com tudo isso, certo?

JL: Toda a história de Dulce começou em 1987 quando eu, Linda Howe, Tom Adams e vários outros nos reunimos em Crestone, Colorado, para discutir o estado dos OVNIs. Durante essa reunião - que durou cerca de 3 ou 4 dias - Tom Adams se aproximou de mim e me entregou uma nota. [Mexe nas pilhas de papéis sobre a mesa] Surgiu, eventualmente, mas não tenho isso agora - a nota veio dele, a quem chamo de "Mr. X ", em Henderson, Nevada, e falei com ele sobre isso. Ele tinha um amigo que trabalhou numa base subterrânea no Novo México... as paredes, os salões eram enormes, paredes de azulejos e etcetera. Tom o entregou a mim. Ele disse: "John, eu não tenho tempo para procurar; pesquise isso. Você pode investigá-lo?" Eu disse: "Claro".

Então, quando voltei... Antes de voltar, eu e Linda Howe fomos no meu caminhão por todo o Novo México. Paramos e falamos com Ernie Edwards, que foi, sabem, a figura-chave no assunto Bennewitz.

Então, ela e eu fomos de carro por Corona para ver Clifford Stone. Pegamos essa estrada que vai de Corona até a estrada principal que sai em Roswell. Nós íamos ao rancho Roswell. Chegamos ao desvio e haviam 30 vacas mortas ali. [Kerry ri] Foi uma LOUCURA. Assim ... Elas não tinham as mutilações clássicas, mas estavam mortas. Falamos com o fazendeiro e ele disse: "Ah, sim, há algum tipo de vírus por aí!". Não me lembro da história contada, mas nenhuma fazia qualquer sentido. Continuamos a viagem e entrevistamos Clifford Stone.

Então, finalmente, voltamos para Las Vegas e nos reunimos com o Sr. X. O Sr. X começou a me contar sobre Dulce, sobre o guarda que tinha testemunhado as atrocidades que estavam acontecendo lá e não concordava com isso, ele decidiu fugir. Ele escapou com - supostamente - 7 minutos de fita de vídeo que mostrava o corredor, 25 fotos em preto e branco, e uma centena de páginas com informações.

KC: Ora, fomos informados que isso está enterrado no alto de uma montanha e é inacessível.

JL: Eu vou chegar lá. Então...

BR: Esse cara foi Thomas Castello. Isso está correto?

JL: Thomas Castello. Assim, o Sr. X se encontrou com Thomas Castello e eram muito bons amigos. Quando ele fugiu, ele fez seis caixas. O que ele fez foi dar uma caixa para cada um dos amigos dele. O Sr. X foi um deles. O Sr. X me levou até Dolan Springs, onde ele escondeu a caixa no topo de uma montanha. Mas, eu não fui ao topo da montanha ou vi exatamente onde estava. Mas ele mostrou-me, de forma não específica, sabem, onde a caixa estava.

Então voltamos, mas mantive o contato com o Sr. X por um período de três ou quatro meses. E, finalmente, ele me mostrou alguns desenhos a lápis que ele tirou das fotografias originais. Esses tornaram-se os infames "Papéis de Dulce". Eu tenho os originais aqui, eu os tirei dos desenhos a lápis. Portanto, eu os redesenhei.

KC: E o que está nos desenhos?

JL: O interior de Dulce

KC: Entendo. Bom, eu não sei se os vi ou não. Mas podemos mostrar para a câmera?

JL: Sim.

KC: OK. Eles contêm quaisquer imagens de alienígenas?

JL: Não. Eles apenas mostram o laboratório, com todas as ligações dos sacos e etcetera.

BR: São estes os desenhos que foram publicados em Matriz Dois? Matriz Um?

JL: Certo. Matriz Um. Da maneira como aconteceu em Matriz, enquanto eu continuo me envolvendo em tudo isso, um cara continua batendo na porta - John Grace - e: "Oi, eu gostaria de falar com você". Isso foi na época que eu estava tendo muitos problemas com Marilee e eu ficava dizendo, sabem: "Não venha aqui. Eu não quero falar sobre isso".

Finalmente ele veio e nós desenvolvemos um longo relacionamento de troca de informações. Matriz Um, cada página, saiu dessa mesa [aponta para o outro lado da sala]. Eu gostaria de ter esse livro. Minha mãe faleceu e havia um que estava em boas condições e eu o dei para uma das minhas sobrinhas. Assim, não tenho um Matriz Um original. Eu tenho um Matriz Dois original. Porém, já está em Matriz Cinco.

Enfim, John Grace foi um cara muito interessante. Ele fez muita pesquisa. Ele trabalhou na Base da Força Aéra Nellis. Um dia neste período, pelo ano de 1987, ele escreveu uma espécie de "Estado da Pesquisa" - onde estávamos, sobre o que tínhamos descoberto. Ele escreveu isso. Ele queria divulgá-lo, mas ele não quis usar o nome dele. Ele queria que se sugerisse um nome e eu disse: "Por que você não o chama Krill?" K-R-I-L-L (porque o Pentágono lidou com um alienígena, por volta de 1984, chamado C-R-L-L-L.)

Assim, ele disse: "OK" e ele inventou, imediatamente, as iniciais O.H. e tornou-se os "Documentos O.H. Krill". Nós não queriámos esquecer níguem. Nós não queriámos divulgar nenhuma informação falsa. Era exatamente como pensávamos que seria a informação real. John queria estar informado e nós inventamos esse nome.

Mais tarde isso se transformou num desastre completo, porque Bill Cooper se meteu nisso. Bill Cooper e eu fizemos várias entrevistas em vídeo. Uma delas foi na revista PM Magazine, da cidade Salt Lake. Durante essa entrevista, eles perguntaram sobre "Os Documentos Krill" e Bill Cooper disse que ele os tinha visto na marinha há 20 anos! Quando, sabem, John Grace e eu os tínhamos inventado dois meses antes disso. [Kerry ri]

A outra coisa foi, haviam espalhado um parágrafo falando sobre a arma Excalibur. A arma Excalibur era uma arma que os militares estavam desenvolvendo, que podia penetrar 300 metros no solo. Bob Lazar tinha escrito isso cerca de dois meses antes. Bill Cooper tinha dito que ele tinha visto isso na marinha há 20 anos!

Levei Bill Cooper para fora da sala e disse: "De que diabos você está falando? John Grace e eu escrevemos esse Documento Krill e Bob Lazar escreveu o Excalibur. Ele disse: "Bom, isso pode ser, mas eu os vi na Marinha".

Foi assim que Bill Cooper e eu começamos a nos separar, porque eu não conseguia entender por quê ele estava dizendo coisas desse tipo. E, em seguida, ficou conhecida como "doença OVNI". A doença OVNI é quando se começa a ser tão popular no assunto OVNI e não se tem nada de novo para dizer, se inventa.

KC: OK. Bom, deixe-me perguntar uma coisa, porque tanto quanto sei, os livros Matriz são escritos por Val Valerian, que é John Grace, certo?

JL: Sim, é John Grace. Certo.

KC: Então, foi me dito que Matriz Cinco fala sobre o Planeta X. Eu tenho o Matriz Cinco e não lembro de ter visto referência ao Planeta X lá. Mas, você sabe, basicamente, fui apenas informada de que o livro lembrava, eu acho, que mencionava sobre o Planeta X. Quer dizer, ele certamente fala sobre tudo lá. Mas, você diz que o Planeta X é uma completa falácia. Então, você ainda está em contato com John Grace? Você sabe por que ele diz que é verdade?

JL: Não, eu não sei. John Grace... Sabem, eu pedi o Matriz Cinco e li as primeiras 30 páginas e não pude ir mais longe. Então... Pode haver um Planeta X. Pode haver um Nibiru. Mas não vai destruir a Terra em 2012.

KC: OK. E sobre os meteoros? Você sabe, destinados a este planeta, que estão a caminho.

JL: Nós estaremos protegidos. Você não precisa se preocupar com os meteoros.

KC: Como, por quê?

JL: Os caras que cuidam de nós.

KC: Que são...? Você está falando de alienígenas? Você está falando de HAARP?

JL: Sim. Alienígenas.


KC: Será que temos alguma idéia de que alienígenass estão nos protegendo? Ou você...

JL: Provavelmente os Grays. Os Grays são os responsáveis ​​por aquilo que chamamos de corpo físico, que Bob leu no local de teste que são os "recipientes". Eles se referiam ao corpo como recipientes. Esse é o trabalho deles. Eles cuidam para que tudo corra bem. O recipiente contem as almas. Os Grays podem mudar as almas de corpo em corpo, mas a responsabilidade deles não é a alma. Isso é outra pessoa. Eu não sei quem é essa pessoa. Os Grays apenas são responsáveis pelos "recipientes". É por isso que nunca - a menos que fosse em circunstâncias extremamente incomum - um meteoro nunca atingiria a Terra. Não haverá nenhuma catástrofe como essa.

Vamos ficar com esse pensamento e vou arranjar algo para se comer agora...


(continação da Parte 1)
(contina na Parte 3 e Parte 4)






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Bill Ryan

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