John Lear Conta Tudo:
transcrição - Parte 2
John Lear: Ele está voltando para casa na hora em que
chego a Los Angeles e pego meu celular.
Eu disse: "Bob?"
Ele diz: "Onde raios você está?"
Eu disse: "Bom, eu acidentalmente peguei o avião
errado. Estou em Los Angeles."
Então essa foi a grande piada por cerca de cinco anos,
John Lear pegou o avião errado.
Início da entrevista
Kerry Cassidy: [Rindo] OK. Sobre suas idéias - elas
são, basicamente, muito avançadas - seus amigos
concordam com você?
JL: Eu não tenho nenhum amigo. [Kerry ri, John
ri]
KC: Por favor, John. Eu não acredito em você. Você é um
dos caras mais charmosos que já encontramos.
JL: O meu melhor amigo, Bob Lazar, pensa que sou
louco. Então...
KC: Será que ele realmente pensa assim?
JL: Sim. Ele nos contou na festa de aniversário.
KC: Ele trabalha com OVNIs, então...
JL: Aliás, se você pegar atrás de você, eu gostaria
de ler o presente de aniversário dele para mim. É esse
copo que diz "JL".
KC: Certo.
JL: Só me dá. [Kerry ri] Veja, Bob Lazar o
fez para mim e este é meu presente de aniversário.
Basicamente, o que é...
KC: [Ri, dá o copo para John] O que diz?
JL: [Lendo o copo e o virando para a câmera] ...
é a Tabela Periódica dos Elementos. Na Tabela
Periódica 116 é "JL". Diz que é "um sólido humano". A
massa atômica é 256,89. Tem todas as informações
[passa o dedo em torno da imagem no copo]. Então
ele diz:
* Elemento: John Lear.
* Ocorrência: Encontrado
principalmente em Nevada. [Kerry ri]
* Propriedades físicas: JL é um elemento
raro e instável. É mais conhecido por sua notável
capacidade de resistir ao bom senso e aos fatos.
[Kerry ri]
* Aplicado liberalmente, JL tem sido conhecido
como melhorador da qualidade de vida. Também é
conhecido por absorver grandes quantidades de
substâncias caras. É um dos mais poderosos agentes
redutores de dinheiro conhecido pelo homem.
* A exposição prolongada a esse elemento pode
causar danos físicos, mentais e financeiros graves"
[risos; Bill e Kerry rindo fora da câmera].
KC: Isso é ótimo. [Rindo] OK. Você nos disse fora da
câmera que Bob Lazar voltou a trabalhar para o governo.
JL: Sim, ele voltou a trabalhar para o Laboratório
Nacional de Los Alamos.
KC: Em que ele está trabalhando?
JL: Não tenho idéia. Uma das coisas que ele nos
disse foi que quando ele voltou ao trabalho eles
tiveram uma breve conversa com ele [Kerry, Bill
ri]. E, antes de lhe darem a autorização, disseram: "Agora
Bob, você não vai nos causar mais problemas, não é?"
Ele disse: "Não".
KC: Bom, eles basicamente o ameaçaram a voltar. Isso não
está certo? Quero dizer, ele teve todos os tipos de
problemas antes disso.
JL: Eu... não ouvi essa parte.
KC: OK. Mas ele tem estado nisso por cerca de quatro
anos.
JL: Acho que sim.
KC: OK. Você está dizendo que é possível que ele possa
dar entrevistas.
JL: Sim. Sim, ele esteve no Travel Channel (Canal de
Viagens) alguns anos atrás. Apenas no outro dia ele
parecia uma outra pessoa, sabem. Mas seria melhor que
vocês não mencionassem meu nome. [Kerry ri].
Basta chamá-lo sem mais nem menos, sabem.
KC: OK. Mas ele é seu amigo, certo?
JL: Sim. Sim, ele é um bom amigo. Ele veio a minha
festa de aniversário e foi muito bom.
Como eu te disse... Eu costumava ter duas cadeiras
de vime aqui. Em 1987, comecei a falar sobre OVNIs. Eu
dei uma palestra na Biblioteca Spring Valley. Bom, eu
criei um tumulto aqui em Las Vegas! As pessoas
chamavam, haviam pessoas querendo me entrevistar.
Quero dizer, simplesmente, explodiu. E, claro, isso
despedaçou minha família, porque as pessoas estavam
ligando. Marilee acabou mandando desligar o meu
telefone. Ela pegou todos os meus arquivos sobre OVNI.
[Kerry ri] Quer dizer, foi ruim.
Assim, em 1988, um cara telefonou. Ele disse: "Meu
nome é Gene Huff. Eu sou um avaliador imobiliário
e gostaria de ter algumas de suas fitas e
outras coisas".
Eu disse: "Gene, eu estou fora disso. Sabem. Isso
quase me custou a minha família. Eu não estou mais
nisso".
Ele diz: "OK, bom, sabes, se você quiser trocar
alguns tapes, eu trocarei por uma avaliação
imobiliária".
Eu disse: "Ah, espere um minuto". Porque,
sabem, eu precisava de algum dinheiro. Eu disse: "Vamos
fazer assim. Vou te dar essas fitas e você avalia
minha casa".
Então, ele veio um dia depois para fazer as
medições. Claro, ele não tinha idéia de que eram 715
metros quadrados! Ele tem reclamado desde então,
porque ele teve que avaliar uma casa tão grande por
apenas algumas fitas e informações.
Bom, enfim, quando ele veio ele trouxe um cara chamado
Bob Lazar e ele o apresentou a mim. Bob era o cara
segurando a ponta da fita métrica.
Ele disse: "Bob costumava trabalhar no
Laboratório Nacional de Los Alamos e mora na cidade
e desenvolve fotos".
Então eu disse: "Ótimo", sabem.
Assim, Gene e eu falávamos sobre OVNIs e Bob estava
revirando os olhos. Ele disse: "Vocês são loucos.
Isto não podia ser verdade. Eu trabalhei em Los
Alamos. Eu tinha uma autorização "Q". Se tivesse
sido verdade, eu saberia sobre isso, eu bisbilhotei
muito lá".
Assim, ele não queria ouvir sobre nenhuma dessas
coisas.
Enfim, isso foi em junho de 88. Assim, ao longo dos
próximos quatro ou cinco meses Gene, eu e Bob
trocavamos informações. Bob, sabem, ele... Houveram
três ou quatro coisas que o empurraram de "Isso é
totalmente ridículo" para "Pode ser verdade".
Uma dessas coisas foi, naquela época sabíamos de uma
instalação secreta em Los Alamos chamada YY-II
e minha informação era que eles mantinham alienígenas
lá. E, havia algo mais. Enfim, Bob descobriu - Sim,
HAVIA a instalação YY-II. Sim, era mais
secreta do que ele poderia imaginar. Houveram umas
três ou quatro coisas...
Enfim, foi em novembro que Bob decidiu isso: "Bom,
sabes, acho que vou ver se consigo arrumar um
emprego na Área 51". Então, ele chamou o Dr.
Teller, que ele conhecia de Los Alamos. Acho que eu
estava lá quando Bob falou com ele.
Teller disse: "Você quer trabalhar aqui no
Lawrence Livermore comigo, ou lá em Nevada?"
Bob disse: "Eu quero trabalhar em Groom Lake."
[Dá um sorriso largo]
Então, Teller disse: "Bom, OK, depois
ligo para você."
Então, Bob teve três entrevistas em EG & G, ele
viria até aqui depois de cada entrevista. Me lembro,
depois da segunda entrevista, a primeira pergunta foi:
"Você conhece John Lear?" E: "O que você
acha de John Lear?"
Bob disse: "Sim, o conheço. E acho que ele mete
o nariz onde ele não é chamado". Bob me disse: "O
que eu NÃO lhes disse foi que Eu TAMBÉM gosto de
meter meu nariz onde não sou chamado". [Kerry
ri].
Assim, ele conseguiu a terceira entrevista e nos
disse, sabem, ele os esnobou, porque eles falaram
realmente de coisas técnicas. Ele apenas se gabou. Ele
disse: "Eu fiz um bom trabalho".
Enfim, o próximo acontecimento foi em 06 de dezembro
de 1988.
Bob chega, senta-se e diz: "Eu vi um disco hoje".
Eu estava preenchendo cheques, sabem. Não estava
prestando atenção. Eu disse: "O quê?"
Ele diz: "Eu vi um disco hoje".
E eu..: "Um disco? Deles ou nosso?"
Ele disse: "Deles".
Eu disse: "Você foi a Groom Lake?"
Ele disse: "Fui".
Eu disse: "O que você está fazendo AQUI? [Kerry
ri] Eu disse: "É óbvio que eles vão seguí-lo.
Por que você apenas não, sabes, trabalha lá por um
tempo e depois vem nos dizer o que aconteceu?"
Ele diz [Kerry rindo]: "Porque eu vi você ser
tão zombado nos últimos seis meses sobre isso. Eu
estou lhe dizendo que é real. Eu o vi, eu o toquei."
Sabem. Então passamos cerca de duas horas falando
sobre tudo isso. Foi muito chocante, e...
KC: OK. Então, conte-nos essa história. Quero dizer, a
temos na outra fita. Mas é tão divertido, quando ele se
senta e diz: "John, você nunca saberá como é..."
JL: Isso foi em janeiro. Ele esteve por lá por duas
ou três vezes, ou quatro ou cinco. Não sei quantas. Eu
me lembro que era janeiro, porque estava frio e eu
vestia uma camisa de manga curta como esta [esfrega
o braço nu].
Bob chega e se senta lá e, sabem, ele está LIGADO. Ele
está EXCITADO. Ele quer falar sobre alguma coisa. Nós
já sabíamos que não deveríamos falar aqui. Então,
fomos à beira da piscina.
Marilee está vindo para cá e ela diz: "O que
vocês dois estão fazendo?" Sabem? [Risos]
"Vamos sair para conversar." Sabem. Ela
desconfia de TUDO, enfim, assim ela não acredita nisso
por um segundo. Mas ela nos deixa ir.
Então, fomos para um pequeno espaço próximo ao
estábulo. Estou olhando para ele, digo: "O QUÊ? O
quê? O quê?"
Ele disse: "John, você nunca vai saber o que é ver
o seu primeiro alienígena".
Perguntei [excitado]: "Você VIU um? Você
viu um?"
Ele disse: "Sim".
Eu disse: "Não poderia ter sido um boneco? Não
poderia ter sido"...
[Ele disse]: "Não. FOI um real". [Kerry
ri].
E, sabem, hoje em dia, se se lhe fizer essa
pergunta, ele diz: "Bom, eu não sei. Podia ter
sido um boneco. Eles estavam fazendo todas estas
coisas estranhas".
KC: Ah, é.
JL: Mas NAQUELA noite, isso foi EXATAMENTE o que ele
disse.
KC: OK.
JL: Perguntei: Como foi que aconteceu?
Ele diz: "Bom, eu estava andando pelo corredor".
Ele disse: "Eu tinha um guarda de cada lado".
E, ele disse: "Eu passei por essa porta e havia esse
vidro de 30 centímetros [gesticula para indicar o
tamanho da janela], que tinha fios o atravessando. Eu
olhei pelo vidro e haviam dois caras em jalecos de
frente para mim. E um alienígena de pé falando com
eles".
Eu te mostrei a foto?
KC: Eu acho que não.
JL: Porque ele desenhou isso para mim.
KC: Ah, de verdade!
JL: Você quer que a pegue?
KC: Sim. Certamente.
JL: [indicando papéis sobre a mesa] Estas
são muitas das coisas do Bob que mantive. [Mostra
o diagrama] Por exemplo, aqui está como funciona as
autorizações para áreas secretas. A mais baixa
autorização que se pode obter é Top Secret. E, em
seguida, acima disso, hão 28 níveis de Segredos
Top Secret. E, além disso, acima disso, hão 10 níveis.
Ora, estes não são os nomes reais, exceto que o do
topo é Majestic.
Pois bem, cada uma delas são compartimentalizadas.
De modo que se pode ter o nível Segredo Top
Secret 25, mas não se conhece todas essas informações.
Tudo que se tem que saber é para a qual se está
liberado. Em outras palavras, quando se começa no
Segredo Top Secret 25, ninguém vem e lhe diz: "Estas
são todas as coisas que os caras do
Segredo Top Secret 25 tem autorização
de saber". É compartimentalizado.
Então, tínhamos isso para mostrar que o Presidente dos
Estados Unidos é algo como Segredo Top
Secret 17. Ele não precisa saber muito. Ele é um testa
de ferro. Lhe é dito o que fazer.
KC: Certo.
JL: Então, ele realmente não precisa saber tudo
isso. No meu entender, o último presidente a que foi
dado todo tipo de informação foi o presidente
Nixon. Ford sabia um pouco. Reagan sabia um pouco. É
claro, Bush sabia alguma coisa porque ele era, sabem,
Diretor da CIA. Isso não significa que dizem qualquer
coisa ao diretor da CIA. Ele é indicado e eles odeiam
nomeados, então, ele sabia disso por outras razões.
Mas, de qualquer maneira, foi assim que esse gráfico
funcionou.
[Pega uma fita cassete] Estes são os... Quando Bob
decidiu não voltar a trabalhar para o governo, nós o
levamos em três sessões de hipnose regressiva. Elas
foram com Lane Keck. Lane deveria estar na minha festa
de aniversário e eu não me lembro por que ele não
veio. Ou talvez ele veio. Eu acho que ele veio. Vamos
ver nesse DVD.
Mas ele fez as regressões no Bob. O que nós
tentamos... Foi EXTREMAMENTE interessante. A primeira
não conseguimos, porque o gravador quebrou e Gene Huff
as tem em notas. Mas a SEGUNDA - tenho a segunda - e
foi nessa que tentamos tirar a informação. Vou lhes
dizer o que está aqui. Mais tarde, se quiserem... Eu
tenho uma transcrição da segunda e vou deixar vocês
lê-la. Porque é extremamente interessante.
KC: Isso seria ótimo.
JL: [mostra um esboço no papel] Isto é
quando Bob estava me dizendo como se foi para a frente
e para trás no tempo.
KC: OK. Eu ia te perguntar isso. Então, Bob trabalhou em
viagem no tempo, não foi?
JL: Ele não trabalhou nisso. Ele foi informado
sobre isso. Veja, quando ele foi lá...
KC: Se ele conhecia Teller, ele deve ter... Ele
trabalhou em Los Alamos.
JL: Ele só conhecia Teller porque o encontrou
naquele dia na frente de Los Alamos, quando Teller
estava fazendo o discurso e Bob estava na capa da
revista Los Alamos Monitor com o carro a jato
dele. Ele caminhou até Teller e disse: "Eu sou o
cara sobre o qual você está lendo". O médico
disse: "Ah, perfeito". Eles tiveram uma
pequena conversa. Mas esse foi o único lugar que eles
se encontraram. Ele não trabalhou COM ele. Mas ele
trabalhou em Los Alamos e ouviu a palestra de Teller.
KC: OK. Entendo.
JL: Então, Bob, quando ele foi ao setor S-4, eles
disseram: "Você tem que escolher o que quer fazer.
Você não pode fazer um pouco de tudo. Você tem que
escolher. Entendes, você quer trabalhar neste ou
naquele". Bob queria trabalhar na engenharia
reversa da propulsão. Esse era o trabalho dele. Mas
ele foi informado sobre tudo isso. O que ele está me
mostrando aqui [mostra o desenho] é como se
vai para a frente no tempo - basta exercer uma forte
atração gravitacional. E como se vai a ré. Ele começou
a desenhar isso e, então, ele colocou um rabisco.
[Segura o próximo papel] Bob Lazar, 1987. Ele
estava desenhando para mim os diferentes formatos de
veículos que estavam na área S-4. Nesta [apontando],
o que ele está fazendo aqui é me mostrar o que havia
sido atingido por um projétil.
[Folheando os papéis] Quando comecei a mostrar a
Bob as fotos da Lua e o material que estava lá [vasculhando
os documentos] ... Sabem, eu diria: "Olhe para
isto. Olhe para isso, sabem, vapor, e isto... e
aquilo". Ele me olhou realmente cético.
Eu estava atravessando a porta da casa dele e ele
diz: "Sabe, John, se qualquer dessas coisas for
verdade, vou ter que me matar". [Kerry ri]
Então, eu disse: "Sabes, por que não registro
isso em papel, Bob?"
Então, [close-up no papel] fiz ele assinar
isto para mim. Diz: "Eu, Bob Lazar, prometo me
matar se qualquer das coisa de John sobre a Lua for
verdade. Assinado Bob Lazar, 23 de agosto de 1996".
[Kerry ri]
Bom, o que aconteceu foi que, quando finalmente
encontrei alguém... quando eu pedi aquela fotografia
da NASA? Sabem, eles me mandaram o negativo.
Foi um negativo de 16 x 20.
KC: Certo.
JL: Isso me levou, sabem, cinco ou seis anos antes
que a tecnologia aparecesse... mesmo em Las Vegas,
para fazer uma foto de um negativo desse tamanho.
Então, quando a consegui, a levei para a casa de Bob
e... [câmera mostra a foto] Há uma pequena
aqui. Esta foi a primeira que consegui e a levei para
Bob e ele a digitalizou. Essas são as digitalizadas
que foram para ATS. E aqui [apontando para a foto]
- vou deixar vocês fazerem um close-up mais tarde -
há, obviamente, o que parece ser um estacionamento.
Então, Bob olha e olha e olha para a foto. E diz:
"Sim". Ele diz: "Tenho que admitir. Que não
é natural. Isso é algo".
Então eu disse: "Sabe, Bob, temos sido amigos por
um longo tempo e sei que você é um homem de
honra.Você concordou que, se qualquer das minhas
coisas sobre a Lua fossem verdade, que você iria se
matar". [Kerry ri]
Ele diz: "Bom, há alguma maneira de que eu posso
me safar disso?"
Eu disse: "Sim. Sim, na verdade, por que você
apenas não assina esta declaração?" [Kerry
ri]
[Mostrando o papel] Foi em 05 de agosto de 1998.
Isso foi dois anos mais tarde. Aqui diz: "Eu, Bob
Lazar, em troca de não ter de honrar o meu
compromisso de me matar se, por o caso, o material
de John sobre a Lua for verdade, admito abertamente
que o objeto na cratera Copernicus na Lua, salvo
como 'caixa de maçã', é uma caixa, que eu não sei o
que está fazendo lá. Assinado, Bob Lazar."
Isso foi o melhor que pude levá-lo a fazer.
[Close-up da foto da Lua] Esse é o estacionamento
infame na ATS que mostro a todos. As pessoas dizem: "Não,
eu não vejo um estacionamento". Mas, vou lhes
mostrar as ampliações mais tarde. Mas, enfim...
Aqui tem mais. [Close-up do desenho] Este é o
desenho original que ele fez de como o reator de
anti-matéria funcionou. Esse foi para me mostrar como
os arcos estavam no...
KC: Isso foi em que ano?
JL: Isso tudo foi entre dezembro de 1988 e março de
1989.
[Mostra o papel] Estas são as notas que guardo:
"Reunião com Bob Lazar, 02 de novembro de 1988",
porque eu digitei esse material.
KC: Entendo. Então, ele desenhou um alienígena para você
ou não?
JL: Sim.
KC: Você o tem? Porque adoraríamos ver isso. [John
procurando nos documentos]
JL: Eu sabia que nós íamos chegar a isso. [Tira
um papel da pilha de papéis] O original é azul e
tenho certeza que está aqui em algum lugar. Bom, este
é o desenho original que ele me fez. [Close-up no
desenho]: "Desenhado por Bob Lazar, janeiro de
1988. Esta cena é na S-4. A posição do Grey (Cinza)
em relação a dois cientistas de jaleco. Tamanho,
orientação e forma da janela" através da qual
ele viu os cientistas e um Gray.
Portanto, esta é... Estávamos sentados... Ele estava
rabiscando tudo. [Gira o papel] Este é o site
de teste e onde estava a S-4. [Apontando] Este
era o comprimento dos hangares, 110 metros e cada baia
tinha 12 metros de comprimento. [Gira o papel de
novo] Era assim que o disco estava no hangar. Neste
desenho estão os dois... Foi isso que Bob desenhou.
[Apontando] Estes são os dois técnicos de
laboratório. Esse é o alienígena pequeno de frente
para o outro lado. Ele desenhou a porta e o fio
passando pela janela. Ele disse que olhou e viu os
dois caras aí mesmo.
KC: Isso é ótimo. Alguma vez ele teve alguma exposição,
como uma comunicação com eles?
JL: Sim. Três vezes. Pelo menos três vezes.
KC: É mesmo?
JL: Só vou mostrar isso [segurando um outro
papel] porque este está na parte de trás do pedaço
de papel. Este é Aurora. Este é o avião que temos faz
cruzeiros em 76 mil metros e tem velocidade Mach 12.
Isso foi em 1988. É isso que parecia, quando ele
desceu do Boeing 737... Quando ele desceu a rampa
desta forma, essa coisa estava estacionado virada para
ele, então ele estava olhando para o rabo. Ele disse
que era absolutamente enorme. Ele disse que haviam
dois quadrados gigantes onde estava o exaustor. Ele
disse que um homem pareceria como um bonequinho,
sabem, de pé perto disso.
KC: Uau.
Bill Ryan [fora da câmera]: Ele está olhando
para isso por trás?
JL: Ele está olhando para isso por trás. Sim.
KC: Sim.
JL: Então ele não sabe exatamente. Ele só assumiu que
era assim no plano de vista dele.
Enfim, as três vezes que ele viu o alienígena foi...
A primeira vez foi quando eles deram-lhe o líquido com
cheiro de pinho. O que eles fizeram... Foi realmente
interessante. Quando Bob entrou aqui no primeiro dia e
disse: "Eu vi um disco", eu disse... Ele usava
um anel. Eu esqueci em que dedo estava.
Eu disse: "OK, agora me escuta, Bob. Eles vão...
eles vão dar-lhe alguns medicamentos para fazê-lo
esquecer o que você está fazendo. Então o que quero
que você faça é, quando o levarem para dar-lhe as
drogas; eu quero que você tire o seu anel -
sutilmente - e o coloque na outra mão. Você não vai
se lembrar, mas quando você chegar para me ver, eu o
verei e você vai saber que você já tomou a droga".
Ele disse: "Eles já fizeram isso hoje".
KC: Oh, uau.
JL: Eu disse: "Eles fizeram?"
Ele descreveu este elaborado teste de drogas, sabem,
como eles pegaram uma agulha e colocaram um retângulo
no - riscaram um retângulo no braço dele - e, em
seguida, fizeram linhas assim [gestos de linhas
cruzando-se no braço] e linhas como essa. Depois
eles pegariam o material e colocariam em cada quadrado
pequeno.
Depois o levaram para uma sala. Ele disse que a sala
era como um consultório médico regular e tinha um
sofá, ele se deitou no sofá. Ele disse que havia uma
tela bloqueando alguma coisa, ele disse que sabia que
o alienígena, o Gray, estava atrás disso. Havia um
militar com uma M-16, um médico e uma enfermeira.
Eles o fizeram beber o líquido com cheiro de pinho.
Ele bebeu da chícara. E, imediatamente, sentiu, sabem,
tonto. Ele descreveu exatamente o que ele sentia. Ele
disse que sentiu como se estivesse em um poço que
tinha 30 metros de profundidade, que os braços dele
tinham 30 metros de comprimento e ele estava apenas
segurando os lados do poço, apenas com as pontas dos
dedos. Foi assim que ele se sentiu.
Então, ele disse que eles começaram a ler a
autorização, a informação sobre a autorização, que
estava sendo dada a ele. Então eles dizem, sabem, eles
leram uma frase. E ele diria: "Eu entendo que",
sabem, "estou sendo informado". No final, o
soldado pegaria a M-16 e o cutucaria no estômago assim
[faz gesto de ser atingido no estômago]. Ele
disse que REALMENTE machucou. E, em cada fase
diferente do processo de informação, o soldado usaria
a M-16 e o cutucaria no plexo solar.
Assim, nas fitas que Lane Keck fez, quando estávamos
tentando obter as informações, sabem... Disseram-lhe
um monte de coisas realmente interessantes e quando
chegavamos, sabem, ao que vai acontecer no futuro,
sabem, ele diria: "Eu não deveria falar sobre
isso". Portanto, Lane tentaria contorná-lo com
algumas sutilezas. Bob diria: "Não, eu não posso.
Dói".
KC: Meus deus. Uau. Como uma coisa programada.
JL: Certo.
KC: Então, ele alguma vez fez a coisa do anel? O truque
do anel?
JL: Não, porque ele já tinha passado por isso. Ele
disse que eles já o tinham drogado.
KC: Mas ele tinha que continuar indo para o trabalho,
então...
JL: Veja, a razão pela qual ele saiu foi porque
quando foi pego... Sabem, ele nos convidou para ver os
vôos do disco voador. Em 21 de março de 1989 - e tenho
a fita aqui e vou lhe mostrar, é de apenas 9 minutos
de duração - pegamos o Celestron 8 [aponta para
telescópio] e vimos... Sabem, ele nos disse
quando o disco voador ia voar. Eu e Gene estamos logo
ali. Eu me concentrei nele e vi um disco voador,
sabem? Estava, sabem, inclinado em 40 graus, foi
incrível e tinha essa coisa irradiando dele.
Eu disse: "Rápido, Gene, rápido! Dê uma olhada!"
Quando eu dei um passo para trás, enrosquei meu pé em
torno da coisa. Então, isso surgiu na festa de
aniversário, porque todo mundo na festa de aniversário
devia contar uma história de John Lear. [Kerry
ri] Essa foi a história de Bob.
KC: OK, bom, também a história sobre ficar parado na
estrada, a arma, o carro e o policial...
JL: Certo. Isso foi quando o xerife do condado nos
parou. Essa foi a terceira vez que fomos pego.
Mas o importante nessa história foi que quando o
levaram na manhã seguinte para Indian Springs - que é
o centro de toda a segurança - e o tiraram do carro
com uma arma no ouvido, eles disseram: "Ora Bob,
quando lhe demos essa autorização isso significava
que você não deveria dizer a t-o-d-o-s os seus
amigos sobre os discos voadores. Então, você quer
trabalhar aqui ou não?"
Foi aí que Bob começou a ficar reservado, porque os
dois últimos vôos que ele pegou para Groom Lake, ele
conseguia se lembrar de subir os degraus e descer, mas
ele não se lembrava de nada entre isso. Ele disse que
não queria trabalhar num programa como esse.
KC: Bom, e sobre os Brancos Altos? Porque, pelo que
entendi, Charles Hall fala sobre os Brancos Altos
estarem em Indian Wells, nessa área? Você sabe alguma
coisa sobre isso?
JL: Não.
KC: Bob nunca falou sobre os Brancos Altos?
JL: Hum-hum. Não. Apenas nos Grays e só ocorreu três
vezes. Uma vez foi com o fluido com cheiro de pinho.
Uma vez ele os viu na sala. Depois, quando George
Knapp Tavernetti veio para testar o polígrafo.
George alugou um quarto no César Palace, Bob e Gene
Huff chegaram lá cedo e eles conheciam a sala. Assim
eles abriram a porta. Gene abriu a porta. Bob olhou
para dentro, ficou branco e quase desmaiou, ele entrou
e sentou numa cadeira. Gene diz: "Diabos, qual é o
seu problema?" Bob disse: "Eu imediatamente
tive um flash-back". Ele disse: "Eu lembro
de ter falado com o Gray".
E o que aconteceu foi que, quando eles abriram a
porta, a maneira como Tavernetti tinha preparado...
Não havia muita luz. Havia uma única mesa, com uma
cadeira de um lado e uma cadeira do outro lado, e
algum equipamento. Isso desencadeou essa reação em Bob
quando ele estava lendo o informativo e o Gray estava
do lado dele.
É uma experiência oprimente quando se está pela
primeira vez, sabem, na presença de um Gray; quando,
sabem, se está acostumado a fazer uma pergunta
[gesticula representando palavras saindo da boca] e,
entáo, ter alguém respondendo. Mas quando se está
conversando com um alienígena, eles pegam de sua mente
e respondem antes que se possa até mesmo falar... e
torna-se confuso. Foi uma experiência quase
esmagadora. Então, essa foi a outra vez que Bob teve
o...
KC: Então, você acha que ele vai para a frente das
câmeras com este assunto?
JL: Eu duvido. Mas, sabem, nunca se sabe o que ele vai
fazer. Nunca se sabe o que ele fará. [Kerry ri]
[John começa a folhear papéis] Então, deixe-me ver
por aqui. [Pega uma folha de papel] Esta é a
página onde estávamos tentando pensar no cara com quem
ele trabalhou - Castroloni. Mas acho que finalmente
descobrimos qual era o nome do cara. George Knapp sabe
disso, mas não sei o que...
KC: Então, George Knapp está trabalhando para a
Agência?
JL: Não. George Knapp trabalha para o Canal 8. Ah,
você quer dizer encoberto?
KC: Sim.
JL: Sabem, eu não sei. George conhece muitas coisas.
Fui entrevistado por ele alguns meses atrás. O que ele
estava fazendo era uma história sobre a Sandia. Sandia
é a mais secreta - não a mais secreta - é 'A'
base secreta que substituiu Groom Lake, Area 51. Está
no Planalto Mesa... e tenho um mapa aqui.
Eles começaram a construí-la em 1980 e terminaram em
1987, por isso, agora, tem 20 anos de idade. Cerca de,
sabem, quatro ou cinco mil pessoas trabalham lá. Quero
dizer, é uma base subterrânea ENORME, absolutamente
enorme. Quero dizer, hão escritórios cilíndricos
grandes e outras coisas que têm, sabem, 1.600
quilômetros de profundidade. Então, no site de teste,
hão algumas pistas com todos os novos hangares lá e
etcetera. É uma operação MACIÇA.
Então, quando George foi até lá para filmá-la, ele
não podia encontrá-la. Mas de qualquer maneira eu vou
lhes mostrar... Na verdade, a tenho em DVD. Vou lhes
mostrar exatamente o que fizemos.
Eu disse a ele que uma das coisas interessantes
era... Como é que vamos conseguir que as pessoas
cheguem lá? Elas não podem DIRIGIR até lá porque é
longe demais, não podemos ter muitas pessoas na
Estrada 95 porque vamos estar expondo essas coisas.
Não podemos colocá-los no 737 porque já está cheio,
sabem, e não podemos colocar mais aviões lá.
Então, o que eles fizeram foi, eles construíram um
trem de alta velocidade que vai dos subterrâneos de
Sandia para Vegas. Então eles colocaram paradas em
dois dos principais hotéis. [Ri] Assim, os
caras, andando por lá, se parecem com jogadores ou
convidados do hotel, sabem. Eles vão lá, abrem uma
porta, usam uma chave de cartão e vão para baixo,
sabem, para a coisa.
KC: Ah ... OK [ri]
JL: Eu quero dizer, é incrível como eles fazem isso.
KC: Qual hotéis? Você sabe?
JL: Sim, mas não vou dizer.
KC: [Rindo] OK. Isso é ótimo. Você alguma vez já tomou o
trem?
JL: [Rindo] Não.
KC: Você sabe onde está, você sabe...
JL: Eu tenho pensado em ir lá, sabem. Mas tento
ficar longe de problemas! [Pega a revista] Aqui
está o Los Alamos Monitor que o Dr. Teller
estava lendo quando Bob foi... [Mostra a foto de
Bob com jet-car]
KC: OK. Sim. Muito bom.
JL: Sim, tenho um amigo, Jim Goodall, e ele disse: "Eu
vou até lá. Nós estamos indo até o local de teste".
Eu disse: "Sabes, eu costumava fazer essas coisas,
mas ainda estou vivo, então, sabes, se não te
incomoda, eu não quero ir".
[Mostra um outro papel] Aqui estão três coisas
que escrevi que eram importantes. Eu descobri a
velocidade do tempo. Bob disse... Sabem, eu disse a
ele o que era. Ele disse: "Isso está correto".
Mas ele disse: "Quem se importa?"
[Apontando para a lista] O que eu disse foi: "A
velocidade do tempo é diretamente proporcional à
amplitude do fluxo gravitacional". Em outras
palavras, a velocidade do tempo é dependente da
gravidade.
Então, Bob disse-me: [apontando para os itens na
lista]
* Há a teoria de que existe um buraco negro em cada
galáxia.
* Há a teoria de que cada buraco negro tem a sua
PRÓPRIA galáxia.
* HIV - o revestimento da proteína está no próprio
vírus. E
* O tempo de reciclagem do amplificador de gravidade é
10 milissegundos.
Ora, o HIV - nós falamos sobre HIV?
KC: Não, mas certamente podemos falar.
JL: A SIDA foi inventada por um cirurgião da marinha
chamado R. M. Donner. Quando Bob leu o informativo na
S-4, uma das coisas que o impressionou é que no
papel... Todos os informativos que ele leu eram,
sabem, de 50 a 100 páginas, com uma capa azul. Eles
estavam espalhados nesta mesa. Ele poderia pegar cada
um. O que aconteceu, foi que, quando ele elevou a
autorização, estes informativos - [levanta a parte
superior de uma pilha de papéis] - Digamos que isso
é um informativo. Seria grampeado aqui. E quando a
autorização se elevava, sabem, eles liberavam mais
algumas páginas.
Mas, enfim, no informativo da SIDA... e tenho isso,
provavelmente está aqui, porque eu escrevi tudo o que
ele nos disse. Foi desenvolvido, sabem, para se livrar
de um certo segmento de... um certo número de seres
humanos.
Isso foi desenvolvido por R. M. Donner. Há a cura
para SIDA. E isso tem a ver com o pepino Trichosanthes
kirilowii, que só é cultivado na China. Tentamos
tirá-lo da China, fizemos três tentativas. Mas - no
entanto, eles sabem, alguém sabe - e cada vez eles
foram cozido, ou por um microondas ou algo quando ele
passou pela alfândega. Por isso é impossível trazê-lo.
Mas vou ler-lhes sobre a cura e como funciona.
KC: Bom, temos um contato que diz que ele trabalhou
nisso - na engenharia do vírus da SIDA - na África.
JL: Possivelmente. Mas não foi na África. Foi aqui.
Foi liberado na África. Mas foi construído no
S-4.
Assim, Bob e eu procuramos por R. M. Donner. Nós o
encontramos. Ele morava em Santa Fe. Ele estava
aposentado. Fomos vê-lo várias vezes, porque Bob tinha
o contrato para a reparação das sondas Alpha.
O que costumávamos fazer era, costumávamos ir
DIRIGINDO para Los Alamos. Era uma viagem de 16 horas.
Bob tinha um amigo lá. Isso costumava levar-nos algo
como 24 horas para reconstruir todas essas sondas
Alpha. Haviam cerca de 300 delas. Nós as limpávamos,
depois as religávamos e em seguida, colocávamos a fita
de alumínio sobre elas. Então nós íamos de carro de
volta para Las Vegas.
KC: O que é uma sonda Alpha?
JL: Elas procuram radiação nas pessoas que entram e
trabalham em Los Alamos.
KC: OK.
JL: Bob obteve o contrato. Assim, nós fazíamos isso
a cada 6 semanas. Então o que nós faríamos é, nós
tentaríamos... Sabíamos onde Donner trabalhava, nós
iríamos lá, não o acharíamos todas as vezes. Enfim,
finalmente conseguimos o endereço da casa e fomos a
casa dele. Nós nunca conseguíamos pegá-lo em casa. Ou
ele não atendia a porta, ou ele não estava realmente
lá, ou realmente não tínhamos o endereço certo -
acho que tínhamos - nós nunca o encontramos.
Ora, quando Bob começou a fazer algum dinheiro com o
negócio de foto e as sondas Alpha, nós, na verdade,
pegávamos um avião para ir a Albuquerque e nós
alugávamos um carro para ir até Los Alamos. Portanto,
neste dia - e as mesmas coisas aconteceram neste dia.
Eu disse isso nas histórias John Lear. Eu vou contar
isso por mim mesmo.
Eu tenho dificuldade em reconhecer as pessoas da
Terra. Por alguma razão, eu não posso, sabem, se eu
não os tiver conhecido por 25 anos - e mesmo se eu os
conheço há 25 anos - é difícil para mim catá-los numa
multidão.
Então, o que faríamos era, ir a Albuquerque, Bob
compraria um bilhete na Southwest e eu pegaria um
assento com a minha identificação da companhia aérea.
Portanto, uma manhã, preparamo-nos para ir. Estávamos
saindo às 07:00. Eu fui para o aeroporto e não quero
entrar no avião, a menos que ele esteja nele. Eu
andava para cima e para baixo olhando todos os
passageiros e olhava com muito cuidado. Eu não podia
encontrar Bob! Então, eu não queria ir se ele não
estivesse lá. Eu não conseguia encontrá-lo em casa.
Então, quando todos entraram, pedi a aeromoça, eu
disse: "Oi, eu sou o do assento da tripulação, mas
quero ter a certeza que um amigo meu... Você poderia
anunciar, pessa a Bob Lazar para acionar o botão de
chamada?" Bom, é claro que eu tinha esquecido
que, neste vôo especial para Albuquerque, todos os
Sandia e os outros caras vão neste vôo. Então, quando
a aeromoça disse: "Bob Lazar, por favor, acenda o
seu botão de chamada?" - Claro que o avião
inteiro, todo mundo começou a rir, porque eles acharam
que era uma piada! [Rindo]
KC: [Rindo] Isso é ótimo!
JL: Enfim, ele acendeu o botão de chamada, percebi
que ele estava lá, então eu sentei no assento para a
tripulação e fui para Albuquerque. Alugamos um carro,
dirigimos até Los Alamos. E, por alguma razão, neste
dia, tudo foi perfeito. Quero dizer apenas fizemos
toda essa coisa em cerca de 8 horas. Assim, percebemos
que poderíamos dirigir de volta, pegar o avião e
jantar no nosso restaurante italiano favorito chamado
de Parma. Portanto, nós embalamos todas as coisas,
preenchemos a caixa postal e descemos a montanha de
Los Alamos para Albuquerque e daí para a rodovia.
Nós rapidamente entramos no estacionamento do
aluguel de carro, corremos para van que estava saindo,
fomos para o aeroporto. Bob corre para o check in,
sabem, e dá o bilhete dele. Eu corro e assino para o
meu, sabem, assento de tripulação. Entramos. Eles
fecham a porta. Sento-me. Ouço o capitão dizer: "Bem-vindo
à Southwest Airlines 304 em nosso vôo de hoje para
Los Angeles". Eu percebi que tinha entrado no
corredor e no avião errado. [Kerry rindo]
Então, enquanto isso, Bob está no avião esperando
por mim e ele os vê fecharem a porta. Ele não consegue
imaginar para onde eu fui. Então, em todo o trajeto
até Las Vegas, sabem, ele diz: "Bem, talvez ele
entrou no cockpit e eu não o vi". Assim, eles
chegam a Las Vegas. (E, sabem, demora muito mais tempo
para chegar a Los Angeles, então eu não podia
chamá-lo.) Ele chega a Las Vegas e vai ao cockpit e eu
não estou lá. Ele não consegue entender como
poderíamos ter estado tão perto e eu não entrei no
avião.
Então ele está voltando para casa no momento em que
chego a Los Angeles e pego meu celular.
Eu disse: "Bob?"
Ele diz: "Onde, diabos, você está?"
Eu disse: "Bem, eu acidentalmente peguei o avião
errado. Estou em Los Angeles."
Então, essa foi a grande piada por cerca de cinco
anos, que John Lear pegou o avião errado. [John e
Kerry riem]
A informação que Bob consegui no S-4 foi [lendo
de um artigo]:
SIDA era um vírus que é protegido pela cobertura de
proteína no ARN evitando que os anticorpos, as
células T-4, do sistema imunológico o detectem e
eliminem. A cura para a SIDA reside no excremento do
fungo branco que cresce no pepino chinês
Trichosanthes kirilowii.
Este excremento, que se desenvolve após cerca de
duas ou três semanas, é separado com sulfato de
hidrazina num processo de acidificação que dissolve
o revestimento da proteína do ARN
e expõe o núcleo do vírus que é detectado pelos
anticorpos do sistema imunológico.
Independentemente de quão frágil é o sistema
imunológico, o vírus será destruído. Não mais do que
uma dose de 20cc deve ser
administrada por um período de 36
horas. Nenhum antibiótico deve ser usado durante
este período. Os 20cc são metabolizados em 36 horas,
depois de ter dissolvido o revestimento da proteína
do vírus.
Eu menciono aqui que nos últimos 20 anos, tenho
feito várias tentativas para obter amostras dos Trichosanthes
kirilowii da China, mas todas falharam, as últimas
amostras foram cozidas durante os procedimentos de
embarque.
Agora, a "Surpresa de outubro". Em 1980, quando
Reagan e Bush eram adversários políticos de Carter e
Mondale, como vocês sabem, os reféns ainda estavam no
Irã, em Teerã. E, em seguida, Bush tomou um avião para
Paris para se encontrar - não com Khomeini, mas com um
representante de Khomeini. O acordo era para Khomeini
atrasar a libertação dos reféns até a posse de Reagan;
assim, a administração Reagan-Bush iria fornecer-lhe -
ao regime iraniano - armas e munições ilimitadas ao
longo da administração deles, o que seria de 1980 a
1988.
A minha parte nisso era entregar as armas e munições
de Tel Aviv para Teerã. A razão para mim trazer isto é
que aquele grande maço de papéis são os detalhes de
quem estava voando e como eles fizeram a coisa toda.
A maneira como eles fizeram isso foi, Bush voou
sábado à noite num jato BAC 111 que leva apenas cerca
de 6 ou 7 horas para chegar lá. Ele só gastou cerca de
4 ou 5 horas na reunião. E, em seguida ele foi levado
de volta num SR71 de uma base na França para a Base da
Força Áerea McGuire. Levou apenas uma hora e 14
minutos. Dessa forma, ele foi capaz de aparecer num
jogo de tênis que ele tinha no domingo e a imprensa
não teria notado o lapso de tempo ou a viagem.
Como se previa, eles foram eleitos e forneceram
essas armas e munições. Isso foi, sabem, parte do
"Irã-Contras", mas o Congresso nunca foi mais longe do
que 1985 para descobrir quando esse grupo começou
originalmente.
Quando me mudei para o Egito em 1981, esse ia ser o
meu trabalho, era levar essas armas e munições de Tel
Aviv para Teerã. As armas estavam vindo para Tel Aviv
a partir de Zaragoza, da nossa base da Força Aérea na
Espanha. O Mossad estava lidando com tudo isso.
Eu nunca fiz um vôo. A razão foi, o primeiro avião
foi um argentino CL44. O que eles queriam fazer era
usar um avião turboélice antigo para ter certeza de
que tudo correria bem e não haveria nenhum problema.
Por algum motivo o avião foi abatido no caminho de
volta. Foi abatido sobre a Rússia, cerca de 64
quilômetros ao sul de Yerevan, que era bem dentro da
Rússia. O Mossad não conseguiu descobrir como os
pilotos saíram do curso. Eles estavam no caminho de
volta. Eles tinham deixado a carga, sabem, já tinham
descarregado as armas e a munição.
Finalmente eles suspeitaram que o que poderia ter
acontecido é que os pilotos foram interceptados pelos
MIGs russos, que sabiam o que estava
acontecendo e não gostaram disso. Os pilotos pensaram:
"Bom, sabem, podemos muito bem segui-los porque não
temos nada a bordo, eles não podem provar nada".
Então, logo que chegaram à Rússia, foram metralhados,
o que era uma mensagem para o Mossad: "Ei, nós não
queremos que isso continue".
Portanto, aquele grande maço de papéis foi a
história por trás da "October Surprise (Surpresa de
Outubro)". Haviam dois livros. Gary Sick and Barbara
Honegger cada um escreveu um livro sobre esse assunto.
O Congresso foi tão longe quanto realmente iniciar uma
investigação oficial em 1990, mas tudo foi encoberto
porque, sabem, ninguém queria voltar tão longe ou
ouvir mais histórias sobre essa coisa. Mas os reféns
passaram - vamos ver - outubro, novembro, dezembro -
mais quatro meses lá.
KC: Então, Reagan poderia ser reeleito.
JL: Certo.
KC: Certamente incrível.
JL: Muita gente conhece esta história. Bom, isso
foi, o quê? 30 anos? E praticamente todo mundo se
esqueceu disso. A única razão para mim trazer isso a
tona é porque estou esclarecendo essa história, quem
eram os pilotos...
KC: Você sabe alguma coisa sobre Minot... o recente
incidente com a Base da Força Aérea e as armas que
foram... as ogivas nucleares que foram...
JL: Isso cheira coisa grande. Descobri isso na ATS.
Estava muito, muito completo. Era um dos meus tópicos
favoritos. Durou muito tempo. Tivemos alguns caras na
ATS que realmente sabiam do que estavam falando. Isso
foi EXTREMAMENTE interessante. Tinha que ser Cheney.
Não poderia ter sido nenhuma outra pessoa que
autorizou isso. Foi um dos maiores casos de dupla
negociação que eu já vi.
KC: Então, o que você diria que foi planejado? Por que
eles fizeram isso?
JL: Sabem, essa é a questão. Por que eles fizeram
isso? Eles têm já armas nucleares na Europa. Por que
eles precisariam roubá-las?
KC: Certo. E, por que eles precisariam levá-las de
Dakota do Norte ou de onde quer que fosse, Dakota do
Sul, através dos Estados Unidos? Quero dizer, qual foi o
motivo?
JL: É uma loucura. Não HÁ nenhum razão. Bom, há uma
razão, mas eu não sei qual é. Mas esse episódio é
extremamente interessante. Eu tinha certeza... Sabem,
um dia vamos descobrir e nós vamos dizer: "Ahhh,
era disso que se tratava". Eu não sei, mas isso
foi realmente... É My'-not.
KC: Sim. Meh-no’, North Dakota.
JL: É a pronúncia francesa. Nós, americanos o chamamos
My’-not. [Rindo] Eu estou brincando.
KC: Entendo. OK. Então, para onde vamos em seguida,
John? O que você tem?
JL: Eu não sei. Enquanto pensamos para onde vamos em
seguida [pega um livro] Eu acabei de comprar
este livro. Alguém, apenas, acidentalmente, o
encontrei. É chamado A Força Gravitacional do Sol,
o autor é Pari Spolter. Foi escrito em 1993.
Basicamente o que diz aqui... [Lendo]: "Este
livro é um sério desafio à Lei de Newton da
Gravitação Universal como formulada atualmente".
Eu apenas li, sabem, até aqui [mostra um número
pequeno de páginas]. E, basicamente, por quê isso me
interessa é porque Newton TINHA algumas idéias sobre a
Lua, junto com, sabem, ao longo da história, cerca de
36 outras pessoas pensavam que havia gravidade na Lua,
havia atmosfera e haviam pessoas lá. Mas cada um,
sabem... As informações foram vagarosamente
reprimidas.
KC: Bom, temos bases lá. Isso é realmente o que...
JL: NÃO há dúvida sobre isso. Temos bases em Marte.
Sabem, a Corporação dos Astronautas Secretos já
visitou cada planeta, ou a maioria dos planetas.
KC: Cada planeta?
JL: E muito mais longe do que isso. Nós estivemos em
outros sistemas solares. As pessoas, quando falamos de
outros planetas, dizem: "Bom, é muito quente em
Vênus". Não. Isso é besteira.
O Sol é uma esfera eletromagnética. Não é um reator
nuclear. Portanto, ele não irradia calor. Ele irradia
eletromagnetismo e cada planeta tem o próprio sistema
de filtragem. Assim o sistema de filtragem em torno de
cada planeta determina qual será a temperatura. Então,
a temperatura em Vênus é muito parecido com a da
Terra. Assim também é em Marte. Assim também é em
Plutão. O mesmo em Mercúrio. Existem pessoas como nós
em cada um dos planetas.
Os planetas que se ouve dizer serem gigantes
gasosos, como Saturno e Netuno... Há apenas um gigante
gasoso no nosso sistema solar e esse é a NASA.
[Kerry ri] Esse é o único gigante gasoso que temos.
Em todos os outros planetas vivem pessoas e...
KC: Então o que você acha? Eles estão sendo encobertos?
Você acha que há...
JL: Nós estamos sendo enganados. A informação está
sendo suprimida. Nós não podemos saber sobre nada
disso. As pessoas de quem Hoagland fala estão no
comando. Eles consideram o espaço com pertencente a
eles. Eles não querem compartilhá-lo com qualquer um
de nós. Eles têm tecnologia que nos permitiria não ter
que pagar por gás ou eletricidade neste exato minuto.
KC: Certo.
JL: Mas eles não querem compartilhá-la conosco. É só
para a elite e não estamos incluídos nisso. Podemos ir
à guerra, sabem, e estar sujeitos a armas, testes e
etcetera; mas não nos permitem compartilhar essa
tecnologia. Mas, lá fora, há um universo fantástico,
um fantástico conjunto de planetas. É realmente
interessante o espaço.
BR [fora da câmera]: John, eu gostaria de
fazer-lhe algumas perguntas, basicamente, em nome das
pessoas que estão assistindo este vídeo. Estamos fazendo
essas perguntas em nome delas. Em primeiro lugar, quero
dizer que a nossa fonte, Henry Deacon, me disse
pessoalmente - Eu não acho que isso está em nosso site,
porque para mim parecia estranho - Ele disse que há vida
em cada planeta do sistema solar. Ele olhou-me nos olhos
e disse: "Você pode muito bem não acreditar nisso,
mas eu garanto a você que é verdade". [John ri]
Ele disse que Venus não é tão quente como eles querem
que se acredite. Ele disse que o Sol não funciona da
maneira que ensinam na escola. Ele disse muitas coisas
que corrobora o que você está dizendo.
Ele estava dentro. Ele trabalhou em projetos secretos
extremos em todos os lugares em um número de
estabelecimentos. Assim a fonte dele vem de
documentos informativos, conversas com outros físicos e
assim por diante.
De onde você obtem as informações? Porque isto é tão
extraordinário e bastante além do imaginável,
que as pessoas precisam saber como você descobriu isso,
ou quem lhe disse isso, ou quais são suas fontes.
JL: Especificamente, sobre o Sol, isso veio de um
documento dos Arquivos de Branton.
KC: OK. Então você já se encontrou com Branton?
JL: Não, mas nós costumávamos conversar muito. Eu não
tenho certeza de o encontrar cara a cara. Mas seu nome
era... qual? O nome real?
KC: Eu esqueci o nome real dele.
JL: Eu acho que é Dave alguma coisa. Enfim, éramos
muito chegados e, então, ele esteve doente por um
tempo e não sei o que ele faz. Mas a informação dele é
TÃO interessante. Não tenho razões para acreditar que
a maior parte não seja verdade. Você já leu os
Arquivos Branton?
KC: Ah, sim. Certamente.
JL: Eles são longos. Eu tenho um fichário de oito
centímetros, que eu imprimi.
KC: Eu quero dizer, ele foi o único que realmente
divulgou a grande informação sobre a Base Dulce nesses
arquivos. Você está familiarizado com tudo isso, certo?
JL: Toda a história de Dulce começou em 1987 quando
eu, Linda Howe, Tom Adams e vários outros nos reunimos
em Crestone, Colorado, para discutir o estado dos
OVNIs. Durante essa reunião - que durou cerca de 3 ou
4 dias - Tom Adams se aproximou de mim e me entregou
uma nota. [Mexe nas pilhas de papéis sobre a
mesa] Surgiu, eventualmente, mas não tenho isso
agora - a nota veio dele, a quem chamo de "Mr. X ", em
Henderson, Nevada, e falei com ele sobre isso. Ele
tinha um amigo que trabalhou numa base subterrânea no
Novo México... as paredes, os salões eram enormes,
paredes de azulejos e etcetera. Tom o entregou a mim.
Ele disse: "John, eu não tenho tempo para
procurar; pesquise isso. Você pode investigá-lo?"
Eu disse: "Claro".
Então, quando voltei... Antes de voltar, eu e Linda
Howe fomos no meu caminhão por todo o Novo México.
Paramos e falamos com Ernie Edwards, que foi, sabem, a
figura-chave no assunto Bennewitz.
Então, ela e eu fomos de carro por Corona para ver
Clifford Stone. Pegamos essa estrada que vai de Corona
até a estrada principal que sai em Roswell. Nós íamos
ao rancho Roswell. Chegamos ao desvio e haviam 30
vacas mortas ali. [Kerry ri] Foi uma LOUCURA.
Assim ... Elas não tinham as mutilações clássicas, mas
estavam mortas. Falamos com o fazendeiro e ele disse:
"Ah, sim, há algum tipo de vírus por aí!". Não
me lembro da história contada, mas nenhuma fazia
qualquer sentido. Continuamos a viagem e entrevistamos
Clifford Stone.
Então, finalmente, voltamos para Las Vegas e nos
reunimos com o Sr. X. O Sr. X começou a me contar
sobre Dulce, sobre o guarda que tinha testemunhado as
atrocidades que estavam acontecendo lá e não
concordava com isso, ele decidiu fugir. Ele escapou
com - supostamente - 7 minutos de fita de vídeo que
mostrava o corredor, 25 fotos em preto e branco, e uma
centena de páginas com informações.
KC: Ora, fomos informados que isso está enterrado no
alto de uma montanha e é inacessível.
JL: Eu vou chegar lá. Então...
BR: Esse cara foi Thomas Castello. Isso está
correto?
JL: Thomas Castello. Assim, o Sr. X se encontrou com
Thomas Castello e eram muito bons amigos. Quando ele
fugiu, ele fez seis caixas. O que ele fez foi dar uma
caixa para cada um dos amigos dele. O Sr. X foi um
deles. O Sr. X me levou até Dolan Springs, onde ele
escondeu a caixa no topo de uma montanha. Mas, eu não
fui ao topo da montanha ou vi exatamente onde estava.
Mas ele mostrou-me, de forma não específica, sabem,
onde a caixa estava.
Então voltamos, mas mantive o contato com o Sr. X
por um período de três ou quatro meses. E, finalmente,
ele me mostrou alguns desenhos a lápis que ele tirou
das fotografias originais. Esses tornaram-se os
infames "Papéis de Dulce". Eu tenho os originais aqui,
eu os tirei dos desenhos a lápis. Portanto, eu os
redesenhei.
KC: E o que está nos desenhos?
JL: O interior de Dulce
KC: Entendo. Bom, eu não sei se os vi ou não. Mas
podemos mostrar para a câmera?
JL: Sim.
KC: OK. Eles contêm quaisquer imagens de alienígenas?
JL: Não. Eles apenas mostram o laboratório, com
todas as ligações dos sacos e etcetera.
BR: São estes os desenhos que foram publicados em
Matriz Dois? Matriz Um?
JL: Certo. Matriz Um. Da maneira como
aconteceu em Matriz, enquanto eu continuo me
envolvendo em tudo isso, um cara continua batendo na
porta - John Grace - e: "Oi, eu gostaria de falar
com você". Isso foi na época que eu estava tendo
muitos problemas com Marilee e eu ficava dizendo,
sabem: "Não venha aqui. Eu não quero falar sobre
isso".
Finalmente ele veio e nós desenvolvemos um longo
relacionamento de troca de informações. Matriz Um,
cada página, saiu dessa mesa [aponta para o outro
lado da sala]. Eu gostaria de ter esse livro. Minha
mãe faleceu e havia um que estava em boas condições e
eu o dei para uma das minhas sobrinhas. Assim, não
tenho um Matriz Um original. Eu tenho um Matriz
Dois original. Porém, já está em Matriz
Cinco.
Enfim, John Grace foi um cara muito interessante.
Ele fez muita pesquisa. Ele trabalhou na Base da Força
Aéra Nellis. Um dia neste período, pelo ano de 1987,
ele escreveu uma espécie de "Estado da Pesquisa" -
onde estávamos, sobre o que tínhamos descoberto. Ele
escreveu isso. Ele queria divulgá-lo, mas ele não quis
usar o nome dele. Ele queria que se sugerisse um nome
e eu disse: "Por que você não o chama Krill?"
K-R-I-L-L (porque o Pentágono lidou com um alienígena,
por volta de 1984, chamado C-R-L-L-L.)
Assim, ele disse: "OK" e ele inventou,
imediatamente, as iniciais O.H. e tornou-se os
"Documentos O.H. Krill". Nós não queriámos esquecer
níguem. Nós não queriámos divulgar nenhuma informação
falsa. Era exatamente como pensávamos que seria a
informação real. John queria estar informado e nós
inventamos esse nome.
Mais tarde isso se transformou num desastre
completo, porque Bill Cooper se meteu nisso. Bill
Cooper e eu fizemos várias entrevistas em vídeo. Uma
delas foi na revista PM Magazine, da cidade
Salt Lake. Durante essa entrevista, eles perguntaram
sobre "Os Documentos Krill" e Bill Cooper disse que
ele os tinha visto na marinha há 20 anos! Quando,
sabem, John Grace e eu os tínhamos inventado dois
meses antes disso. [Kerry ri]
A outra coisa foi, haviam espalhado um parágrafo
falando sobre a arma Excalibur. A arma Excalibur era
uma arma que os militares estavam desenvolvendo, que
podia penetrar 300 metros no solo. Bob Lazar tinha
escrito isso cerca de dois meses antes. Bill Cooper
tinha dito que ele tinha visto isso na marinha há 20
anos!
Levei Bill Cooper para fora da sala e disse: "De que
diabos você está falando? John Grace e eu escrevemos
esse Documento Krill e Bob Lazar escreveu o Excalibur.
Ele disse: "Bom, isso pode ser, mas eu os vi na
Marinha".
Foi assim que Bill Cooper e eu começamos a nos
separar, porque eu não conseguia entender por quê ele
estava dizendo coisas desse tipo. E, em seguida, ficou
conhecida como "doença OVNI". A doença OVNI é quando
se começa a ser tão popular no assunto OVNI e não se
tem nada de novo para dizer, se inventa.
KC: OK. Bom, deixe-me perguntar uma coisa, porque tanto
quanto sei, os livros Matriz são escritos por Val
Valerian, que é John Grace, certo?
JL: Sim, é John Grace. Certo.
KC: Então, foi me dito que Matriz Cinco fala sobre o
Planeta X. Eu tenho o Matriz Cinco e não lembro de ter
visto referência ao Planeta X lá. Mas, você sabe,
basicamente, fui apenas informada de que o livro
lembrava, eu acho, que mencionava sobre o Planeta X.
Quer dizer, ele certamente fala sobre tudo lá. Mas, você
diz que o Planeta X é uma completa falácia. Então, você
ainda está em contato com John Grace? Você sabe por que
ele diz que é verdade?
JL: Não, eu não sei. John Grace... Sabem, eu pedi o
Matriz Cinco e li as primeiras 30 páginas e não pude
ir mais longe. Então... Pode haver um Planeta X. Pode
haver um Nibiru. Mas não vai destruir a Terra em 2012.
KC: OK. E sobre os meteoros? Você sabe, destinados a
este planeta, que estão a caminho.
JL: Nós estaremos protegidos. Você não precisa se
preocupar com os meteoros.
KC: Como, por quê?
JL: Os caras que cuidam de nós.
KC: Que são...? Você está falando de alienígenas? Você
está falando de HAARP?
JL: Sim. Alienígenas.
KC: Será que temos alguma idéia de que alienígenass
estão nos protegendo? Ou você...
JL: Provavelmente os Grays. Os Grays são os
responsáveis por aquilo que chamamos de corpo
físico, que Bob leu no local de teste que são os
"recipientes". Eles se referiam ao corpo como
recipientes. Esse é o trabalho deles. Eles cuidam para
que tudo corra bem. O recipiente contem as almas. Os
Grays podem mudar as almas de corpo em corpo, mas a
responsabilidade deles não é a alma. Isso é outra
pessoa. Eu não sei quem é essa pessoa. Os Grays apenas
são responsáveis pelos "recipientes". É por isso que
nunca - a menos que fosse em circunstâncias
extremamente incomum - um meteoro nunca atingiria a
Terra. Não haverá nenhuma catástrofe como essa.
Vamos ficar com esse pensamento e vou arranjar algo
para se comer agora...
(continação da Parte 1)
(contina na Parte 3 e Parte 4)