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John Lear Conta Tudo:

transcrição - Parte 3

Esta página é uma reformatação da versão original publicada no Projeto Camelot.


Las Vegas, Nevada, abril de 2008

(continuação da Parte 1 e Parte 2)
(continua na Parte 4)

John Lear (JL): Sabem, ele estava ficando doido porque eles estavam atirando nos pneus. Ele veio aqui a noite... o dia em que atiraram nos pneus, ou num pneu. E ele veio aqui e disse: "John, eu vou me entregar". Eu disse: "Bob, não há ninguém a quem se entregar em TO. Agora, pare com isso!" Sabem?

Início da entrevista

JL: Bom [segurando papéis] esses são os papéis originais de Dulce. Eles foram escritos a lápis pelo Sr. X, que vive em Henderson. A razão pela qual ele os escreveu foi para que eu pudesse distribuí-los.

Há uma página com informação. Depois existem esses desenhos, que como vocês podem ver, são do laboratório e dos tanques com a carne humana nele. [Apontando para uma página] os tubos de ensaio com os seres humanos se desenvolvendo e diferentes... [Apontando] Este é o ventre com os diferentes humanos. [Virando a página] os diferentes tanques. E o...

Kerry Cassidy (KC): De onde é que esses papéis, os desenhos, vem?

JL: O Sr. X os copiou das fotografias que Thomas Castello deu-lhe para esconder.

KC: Ok.

JL: O Sr. X tem UMA das caixas. Uma das caixas foi escondida nas montanhas perto de Dolan Springs, que fica a sudeste daqui, a caminho de Kingman. Então, o negócio era, eles estavam af...

Ah, então eu peguei estas, [vasculha os documentos sobre a mesa] e o que fiz foi, os imprimi e fiz novos desenhos em preto e branco a partir dos desenhos a lápis, porque não se podia ver os desenhos a lápis de forma muito clara.

[Apontando para o desenho] ​​Então, como se vê, se tem o tanque aqui e a pequena coisa que desce. Diz: "Parece que mantem a água vibrando". Era um líquido âmbar. Isso dá as dimensões aproximadas. Diz: "Se parece com grandes pedaços de carne esbranquiçada em água turva - submersos, não flutuando".

[Passando as páginas] Cada uma dessas é uma descrição de uma das fotos que o Sr. Castello deu ao Sr. X. Aqui está uma imagem das câmeras na porta de entrada para [aponta para as palavras] dezenas de tanques ou mais. [Vira a página] Esta é...

KC: Esqueci. O que aconteceu com Thomas Castello?

JL: Eu vou lhe dizer. Então, [um close-up do desenho] ​​aqui está uma imagem de... Estes "úteros" estão ligados em máquinas. [Lendo] úteros submersos em uma espécie de líquido amarelo, parece mais espesso que a água. Esses humanos estão crescendo lá. [Apontando para as palavras] Criaturas flutuando na água de cor âmbar. O útero é composto de glóbulos acinzentados com sulcos branco-amarelados. Hão dezenas de criaturas em cada útero. Não se pode contar os tanques - talvez dezenas ou centenas.

[Aponta para o desenho] ​​Estes úteros tinham 60 centímetros na vertical e 90 a 120 centímetros horizontalmente. Estas criaturas... se se tirá-las deste útero... Isso é com que se pareceriam se fossem colocadas em suas mãos. [Lendo] Eles têm três dedos nas mãos, dois dedos dos pés. Eles não são humanos. A cor está errada. Parece azul-cinza. Eles têm uma pele muito fina e têm cerca de 182 centímetros de altura.

[Faz close-up do desenho]. Assim é como os tubos de ensaio se parecem. A luz da sala era rosa/roxo, brilhante em algumas áreas. Centenas desses em vários estágios de crescimento. Em outras palavras estes tubos, essas coisas que crescem aqui, estão em vários estágios de crescimento.

Cabelos ralos, não exatamente um nariz. A boca parece selada. O útero parece cinza. As veias parecem cinza escuro. A criatura é branca, olhos claros, pálpebras escuras. Não se consegue encontrar um sexo. Dois dedos nos pés, três dedos nas mãos. Líquido de cor âmbar, não completamente claro. Parece que o tubo de vidro é de aproximadamente 152 centímetros de altura.

Então, [passando as páginas] estas são várias informações. Não sabemos o que é isso, mas isso estava nos relatórios.

Então, Castello fez 5 ou 6 destas embalagens à prova d'água, envoltas em plástico. Elas tinham [lendo]: 25 fotos em preto e branco, fita de vídeo sem diálogos e um conjunto de artigos que incluiam informações técnicas da alegada instalação conjuntamente ocupada pelos EUA/alienígena, um quilômetro abaixo de Archuleta Mesa perto de Dulce, Novo México. Várias pessoas receberam o pacote acima para manterem como salvaguarda. A maioria daqueles que receberam o pacote foi mostrado o que o pacote continha, mas não foram tecnicamente orientados ou sabiam muito pouco o que eles estavam olhando.

Ao Sr. X foi dado uma, que foi escondida e o acordo era ... Thomas estava foragido. Dulce ou qualquer dessas operações enviaram caçadores de recompensa. São como os motociclistas ou etcetera, que caçariam alguém por recompensa. Eles levam muito a sério esse trabalho e, normalmente, não levam muito tempo para encontrar alguém.

Mas, enfim, Thomas disse ao Sr. X: "Eu vou estar aqui a cada 4 meses, apenas para mostrar que estou vivo. Ou, eu vou estar em contato. Se eu perder DOIS de quatro meses de contatos ou 8 meses - dois em seguida - então você pode liberar esses papéis".

Então, tudo isso aconteceu em 1987. Eu acho que foi em 1993 ou 94 quando Castello perdeu os contatos. Em outras palavras, ele perdeu o contato nos primeiros 4 meses e o segundo em 8 meses. Assim, decidiu-se pegar a caixa.

Não fui eu, mas acredito que foi Bill Hamilton. Eu acho que ele era um deles. Acho que Tal era o outro, mas eu não tenho certeza, não me lembro. Foi, sabem, há quase 20 anos. Mas me lembro que foi uma tentativa séria que eles fizeram, pelo menos seis expedições, para encontrar esta caixa e ela nunca foi encontrada.

Bill Ryan (BR) [fora da câmera]: Você disse que foi enterrada no topo da montanha? Isso está correto?

JL: Não estava no topo. Eu não acho que ela estivesse no topo. Estava escondida a meio caminho do topo.

KC: Nós ouvimos que havia algo como um feitiço ou magia negra, sabem, algum tipo de feitiço em toda a área ao redor da caixa.

JL: Poderia ter havido. Eu acredito que não haja nada que façamos que seja secreto. Estamos sempre num filme ou vídeo ou algum tipo de câmera, assim tem sido durante 40 anos. Não há absolutamente nada que possamos esconder. Nada que pensamos ou dizemos ou fazemos é secreto.

KC: O que significa que vocês foram vigiados porque você estavam envolvido?

JL: Não. Todo mundo. Cada pessoa na face da Terra.


KC: [Ri] Ah. Certo!

JL: Não há nada que ninguém faça que seja segredo. A Marinha... Em algumas das coisas que Linda Howe escreveu...

Na verdade, eu tive a oportunidade de falar com ela no outro dia. Ela encontrou alguns papéis na garagem dela que pareciam muito técnicos e ela disse que os tinha recebido no final dos anos 80, mas ela nunca os tinha lido.

Agora que ela teve tempo de lê-los, ela pensava que eles tinham muito valor... e eles eram meus? Eu disse: "Não, eles não parecem ser meus". Ela disse: "Tudo bem. Bom, eu vou postá-los". Então ela os colocou no site dela. Alguém da ATS diz: "Ei cara, você tem que ver isso". Ou talvez não foi da ATS. Acho que já tinha acabado nessa época. Foi alguém, talvez do Open Minds.

Eu disse: "Ok, vou dar uma olhada". Então eu fui lá. E foi... Sabem, se tem que pagar uma quantia. Ou, sabem, se tem que pagar uma taxa para entrar no site dela. Então, não pude entrar.

KC: Certo.

JL: Então eu escrevi para ela e disse: "Linda, eu estou sem dinheiro neste momento. [Kerry ri] Você pode me deixar vê-los?" Eu nunca recebi uma resposta dela. Então, eu achei alguém para fazer o download e li tudo. Era tudo o que eu, Tal e todo mundo na área... Alguém tinha pego tudo isso e posto como se fosse um documento, sabem, grande.

KC: Ah. Ok.

JL: Todas as nossas coisas. Haviam algumas frases ocultas. Uma que me lembro especificamente falava de um ex-Procurador Geral da República em Nevada chamado Brian e não lembro qual era o primeiro nome. Seu sobrenome era Brian, e era escrito B-R-I-A-N. E o verdadeiro nome é BRYAN.

Por alguma estranha razão eu tenho a capacidade de me recordar exatamente de coisas que aconteceram, sabem, há 50 anos. E não sei o que é, sabem? Mas eu lembro de coisas que li; coisas, sabem... pessoas com quem falei. Tudo a ver com isso. [Toca os papéis na mesa] É instantâneo. Eu não sei como isso funciona, porque hão muitas outras coisas que não me lembro.

KC: Uau.

JL: Mas coisas como... Lendo... Eu posso pegar esse documento, lê-lo e dizer: "Bom, eu sei quem escreveu cada um deles". Sabem? E lembrar isso. Então...

KC: Isso é ótimo.

JL: O documento que ela tinha não era secreto.

KC: Então, a caixa nunca foi encontrada? E sobre as outras 6 caixas?

JL: Cada uma foi dada a um amigo e nenhum deles foi encontrado.
 

KC: Ok.

JL: Então, isso é praticamente o fim da história Dulce. Isso surge de vez em quando.

KC: E sobre Mark Richards? Você já ouviu falar dele? Ele é o cara... Bom, ele é o cara que disse que era um guarda de segurança, ele está na prisão por outra... você sabe... foi alguma armação. Ele diz que foi um assassinato arranjado. A esposa dele, Joanne, acho que estava fora...

JL: Total, completa pura besteira!

KC: É mesmo?

JL: É a opinião de três de nós que pesquisaram essa história para frente, para trás, de cabeça para baixo. Isso é The Dark of the Moon (O Lado Escuro da Lua), ou algo assim. Quero dizer, foi loucura. Quando comecei a ler isso... Na verdade, eu paguei por isso! Eu mandei... sabem, efetivamente paguei com dinheiro real por essa história. E, sabem, porque ele diz que foi um piloto de testes para o meu pai no final dos anos 40. O que teria se encaixado porque, sabem, eles usavam pilotos de teste nessa época.

Algumas das coisas soavam bastante interessante. Mas então, quando li o ataque a Dulce e, sabem, o ataque... A história de Dulce, a luta, o que chamamos de "guerra de Dulce", na verdade, não foi uma guerra.

O que aconteceu é que eles estavam no... Isto foi no final dos anos 70, eu acho que foi em 79. O Gray - um Gray - estava dando uma aula para cerca de 40 cientistas dos EUA. Era em Dulce. Era apenas uma turma. Os guardas - nossos guardas, a Força Delta - foram avisados ​​que eles não estavam autorizados a entrar numa sala de aula com um Gray, ou fazer uma abordagem a um Gray, ou estar em qualquer lugar perto de um Gray, com uma arma de fogo de qualquer espécie.

Assim, por algum motivo, este guarda de segurança entrou nesta classe com uma arma e o Grey o matou instantaneamente. Quero dizer que não houve aviso, nem nada, apenas o matou instantaneamente.

KC: Oh, uau.

JL: Então, a Força Delta que estava assistindo no monitor entrou a força para pegar, sabem... para se vingar de algo que haviam testemunhado. Quando tudo acabou, haviam 66 pessoas mortas e isso inclui todos os cientistas e todos da Força Delta. Agora...

BR: Por um Grey?

JL: Por um Grey. Então, eu ouvi esta história. Quando Bob estava no S-4, ele leu a mesma história. Ele ouviu a palavra Dulce. A única diferença entre o documento - a informação que ele leu sobre o massacre - foi que ocorreu na Área 51. A única explicação possível que tenho para isso é que a permissão dele não era o suficientemente alta para ele saber sobre Dulce. Porque não aconteceu na Área 51. Aconteceu em Dulce. Mas ele leu toda a descrição e ele fala sobre isso.

Talvez a gente terá tempo... Há uma fita de vídeo ali [aponta para o outro lado da sala] chamada The Bob Chronicles (As Crônicas de Bob) e muito poucas pessoas a viram. Do que se trata, foi quando Bob decidiu não voltar ao trabalho no local de teste e ele estava, sabem... Ele estava enlouquecendo, pois eles estavam atirando nos pneus dele. Ele veio aqui à noite... no dia em que atiraram nos pneus - ou no pneu.

E... sabem, ele veio aqui. Ele disse: "John, eu vou me entregar." Eu disse: "Bob, não há ninguém a quem você possa se entregar em TO! Ora, pare com isso!" [John e Kerry riem] Sabem? Assim ele dormiu no sofá naquela noite e um... Agora eu perdi minha linha de pensamento. Ele dormiu no sofá... Do que eu estava falando?

BR: Antes disso você estava falando sobre ele ter visto esses documentos, mas ele não tinha permissão para saber sobre Dulce. Mas lhe foi informado sobre o tiroteio.

JL: Certo.

KC: Mas você estava falando sobre esta fita... a fita que ele gravou...

JL: Ah, a fita - As Crônicas de Bob. Enfim, logo depois que George Knapp fez uma hora de entrevista na casa dele para ter tudo gravado do que ele poderia nos dizer, de modo que, se o matassem, então, pelo menos nós teríamos isso.

KC: Ah.

JL: Isso foi antes de nós fazermos, sabem, a gravação Lazar. A fita Lazar, sabem, levou três ou quatro meses para ser feita. E, então, ficou bem profissional. Mas o que George queria fazer era obter as informações importantes tal que tivéssemos a...

KC: Então você está dizendo que você tem isso?

JL: Sim, está ali [apontando para o outro lado da sala]. A dei para Ron, um...

KC: Garner?

JL: Garner ... no outro dia, para colocá-la em DVD.

KC: Você deu?

JL: [Concordando] Hum hum.

KC: Então, você vai tentar vendê-la?

JL: Eu não penso assim. Eu disse a ele... Não, é... Nós tentamos obtê-la... Eu conversei com George sobre isso e ele disse que não, tecnicamente, pertence ao Canal 8. Assim, ele não pode fazer nada com ela. Então eu disse: "Tudo bem". Eu só a mostro aos amigos, sabem, para dizer que...

KC: Sim, nós adoraríamos vê-la!

JL: Claro.

KC: Isso seria ótimo.

JL: Então, em poucos minutos, vamos fazer uma pequena pausa e vou mostrar isso.

BR: Eu gostaria de lhe perguntar como isso se encaixa na história de Phil Schneider sobre o tiroteio em Dulce.

JL: Bom, sabe, Phil é um grande cara. Encontrei-o em várias ocasiões. É uma grande história. Eu acho que hão aspectos da história de Phil Schneider que são verdadeiros, mas eu não acho que Dulce é. E não acho que ele esteve no tiroteio de Dulce. Porque todos foram mortos.

KC: Bom, não é possível que haja mais de um?

JL: Tiroteios?


KC: Sim.

JL: É possível. Mas Bob só leu um. Os caras com quem falei... Poucos minutos atrás, estávamos falando sobre os informantes que eu tinha encontrado. Depois de um informante de que lhes falei - que me contou sobre a construção da peça de equipamento de mineração que era tão grande e ele não sabia como isso foi para a Lua - ele falou sobre Dulce. Ele disse que ele conhecia isso como Seção D. Hão outras pessoas que conhecem como seção D e não Dulce.

KC: Ok.

JL: Esse cara especificamente... ele era o informante. Quando eu falo de um informante, esse cara estava lá dentro e ele disse... sabem, ele me disse coisas que eu não tinha ouvido antes. Por exemplo, eu sempre ouvi dizer que estivemos na Lua antes de 1969. Ele disse: "Sim, nós estivemos lá em 1962, em Marte em 1966".

KC: Uau!

JL: Foi ele quem me contou sobre o quarto astronauta morto na Apollo 1, porque ele chegou lá duas horas mais tarde. O enviaram especificamente. Ele não disse por que eles o chamaram ou o que ele fez. Mas ele disse que, instantaneamente, enquanto o fogo estava saindo... a ASN, que controla tudo lá - não é a NASA; é a Agência de Segurança Nacional - eles bloquearam toda a área.

Ninguém se moveu enquanto eles foram lá - os caras da ASN - e removeram o corpo. Eles tiveram que, sabem, levar Grissom, Chaffee e White e pegar esse cara. Porque onde ele estava sentado era embaixo da unidade de controle ambiental. Eu lhes mostrarei como o módulo da Apollo se  parece... porque quando se começa a falar de um quarto homem, diz-se: "Ah não há espaço, eu já vi isso num museu".

Bom, há muito espaço lá embaixo porque é onde eles armazenam as rochas da Lua... iriam guardar as rochas lunares. O cara ia enfiar o pé lá e colocar a cabeça no painel de instrumentos. Os astronautas estariam deitados desta forma [apontando para trás e por cima da cabeça] e ele estaria deitado dessa forma [apontando para os pés].

O que acontecia era... era que sempre houve um quarto cara lá para ajudá-los a resolver os problemas. Ora, naquele dia em particular, Joe Shea devia estar lá e, por alguma razão, Joe não pode estar lá. Assim esse astronauta, fosse quem fosse, estava lá ajudando-os a solucionar esses problemas.

Qualquer livro lá [apontando] que se leia sobre a Apollo, a história oficial é que Walt Schirra se encontrou com Joe Shea na hora do almoço e disse: "Por que você não liga um quarto fone extra lá e envia alguém para ajudá-los a resolver os problemas?"

Joe Shea teria dito: "Sim. Acho que vou tentar isso". E, em seguida, cada livro continua dizendo que era muito difícil de se fazer isso; que se tinha que pendurar fios fora da escotilha e eles tiveram que selar a escotilha - dessa forma não poderiam fazê-lo. Tudo isso, naturalmente, é besteira. Eles tinham tudo arranjado para um quarto astronauta com essa finalidade específica, para ajudá-los a ressolver os problemas.

Vocês conhecem Clark McClelland?


BR: Clark McClelland, sim.

JL: Clark McClelland e eu conversamos longamente sobre isso. Sabem, até hoje lhe dói falar sobre isso, porque foi tão horrível. Mas, sabem, nós conversamos sobre o que aconteceu depois disso. O sentimento dele era - foi o único que me disse - ele disse que não foi uma MORTE específica, mas eles deixaram isso acontecer. Eles o deixaram morrer. Isso realmente dói em Clark.

Ok, cerca de uma semana atrás, a CNN disse que um pedaço de gelo de 354 quilômetros por 64 ou 80 quilômetros se desprendeu da Antártida e que isso apenas demonstrava o quão sério o aquecimento global estava se tornando. Tinha um vídeo feito por uma equipe britânica num Twin Otter, voando ao longo deste pedaço de gelo grande que seguia reto como uma flecha por 64 quilômetros.

Isto é o que estavam tentando vender para nós, o público, como algo que tinha acabado de se desligar; quando foi, obviamente, uma arma de energia dirigida que fez todos os cortes retos neste gelo. Eles estão usando as armas que eles têm - as armas de energia direta - para fazerem todos os tipos de coisas.

Alguem cortou aquele pedaço de gelo para que pudéssemos nos preocupar com o aquecimento global. Que... sim, há o aquecimento global, mas não temos nada a ver com isso. É apenas um ciclo natural da Terra que está se aquecendo por um tempo e depois vai resfriar um pouco. Não há nada que possamos fazer sobre isso.

Outras coisas que eles têm feito com isso... certamente o edifício Murrah, na Cidade de Oklahoma, foi certamente uma arma de energia dirigida. Não há dúvida sobre isso. Tenho certeza de que Timothy McVeigh está vivo e bem agora. Ele fazia parte da operação. Não há nenhuma razão para eles deixarem ele morrer. Isso foi um teste para a arma de energia dirigida, que foi pré-avaliada para o 911.

Falando sobre o lançamento misterioso do Atlas 5... Atlas 5 é um foguete que nós... é um dos nossos foguetes modernos que usamos para lançar todos os tipos de coisas no espaço. Este foi lançado 24 horas após a Atlantis, o STS-122, foi lançado do Centro Espacial Kennedy. A Base da Força Áerea Patrick está bem próximo, é a presença militar em Cabo Canaveral.

De alguma forma eles lançaram essa coisa em 24 horas. Eu só estou dizendo que a importância da história está em que algo que subiu no Atlantis TINHA que chegar lá em cima sem nenhum atraso. Então eles tiveram que ter um intervalo certo e colocaram esses astronautas - tenho certeza que eles eram astronautas, poderia ter sido carga, mas tenho certeza de que eram astronautas - neste Atlas 5 e lançá-lo.

Ora, o Atlas 5, é claro, tem uma carga enorme em cima e poderia haver qualquer coisa nele. Eu nunca vi o que havia nele. Eu suponho que havia uma pequena espaçonave nele e dois ou três astronautas dentro dela. Quando o Atlas 5 sobe, ele se abre assim [fazendo sinal com as mãos em concha e depois abrindo-as], e essa pequena espaçonave sai e pode manobrar entre todas as outras plataformas que temos no espaço. Então ela pode voltar e planar para pousar na terra.

O que há de tão suspeito sobre isso é que pusseram essa coisa no ar em 24 horas após Atlantis ter sido lançada e a história que eles contaram. E, mais tarde, vou lhes mostrar as manchetes dessa história que a tornaram tão suspeita.

Uma das coisas que eu queria dizer-lhes é que eu tenho viajado entre Las Vegas e Reno por talvez 30 anos. Meus pais se mudaram para lá em 1968. Me mudei para cá em 1974. A cerca de dois terços do caminho para Reno há uma cidade linda chamada Hawthorne, Nevada. Há um lago pequeno agradável lá. É chamado de Walker Lake. Tem cerca de 22 quilômetros de comprimento e cerca de 24 metros de profundidade. É um lugar pequeno e muito pitoresco, comprimido entre as montanhas.

Existem duas operações militares ali. Uma é a fabricação de munições do Exército, onde eles fazem vários tipos de explosivos - mísseis, esse tipo de coisa. Isso está de um lado da estrada. Do outro lado da estrada está um lugar chamado NUWC (CNGS), e isso representa o "Nave Under Water Center (Centro Naval de Guerra Submarina)".

Ora, toda vez que passo por lá vejo aquele sinal lindo que diz: "Centro Naval de Guerra Submarina" e percebo que estamos tão longe, no meio do Estado de Nevada, quanto possivelmente se pode estar do oceano. Tudo que existe, é areia e montanhas, tanto quanto se pode ver. E este lago muito pequenino. Possivelmente não poderia ser usado para treinamento de guerra submarina, porque não é tão grande.

Então, eu sempre me perguntei... Se pode caminhar por lá - está um declive para o lago - e se vê um par de edifícios indistintos, mas nada muito interessante. Portanto, eu sempre me perguntei para que serve esse lugar.

Ao longo dos anos, voando pelas diferentes companhias aéreas como estive, conversei com três pessoas diferentes que disseram que há uma base de submarinos lá.

Ora, eu sempre, sabem, quiz saber, em primeiro lugar... Submarinos não poderiam vir para Walker Lake. Simplesmente não pode ser. É muito raso. Não há nenhuma forma de poderem fazer isso. E, além disso, há um fundo e eles não poderiam sair. Essas pessoas tinham muito conhecimento, as que me disseram isso, e sempre me perguntava do que realmente se tratava.

Então, em agosto passado eu dei uma palestra na Expo OVNI West em San Jose. O meu tema foi A civilização na Lua, eu falei sobre a civilização na Lua. E, depois da palestra, um cara da marinha veio - em uniforme de gala, jovem - e me agradeceu por minha conversa.

Perguntei: "Você deveria estar aqui?"
Ele disse: "Ah, sim, não há problema."
Eu disse: "Ótimo! Quando foi a última vez que você esteve nos tubos?"
Ou perguntei: "Você esteve nos tubos ultimamente?"
Ele disse: "Todos os dias."

Bom, essa é a pergunta-chave para se fazer a um cara da marinha. Porque, sabem, a marinha possui um sistema de tubos subterrâneos que passa por todo o mundo e é muito, muito rápido. Se pode ir em qualquer lugar do mundo em uma hora. É muito secreto. Está operacional desde, sabem, os anos 60 - e todo mundo sabe sobre isso - mas é um segredo grande, muito grande. É um grande segredo da marinha.

Na verdade, conheço alguns caras da marinha  sabem, interessantes e de nível superior, e nunca encontrei ninguém que realmente admitiu ter estado lá, exceto esse cara. Então, quando ele disse isso, eu pensei: "Sabe, esse cara está por dentro do projeto secreto. Ele o conhece". Então, me encontrei com ele depois e ele me disse algumas coisas muito interessantes.

KC: Bom, qual é a descrição dos tubos? Quando você diz "os tubos", você está falando... como o quê? Um trem de alta velocidade?

JL: Sim. É um trem de alta velocidade. É quase do tamanho desta sala. Eles têm carros pequenos onde se entra e se fica inclinado dessa forma [recosta-se na cadeira] e se fecha [simulando pondo a mão sobre a cabeça e movendo para baixo para a frente dele]. E, vupt! Se está, sabem, em qualquer lugar do mundo em uma hora.

KC: Uau.

JL: "Eu falei com esse cara e uma das coisas que perguntei, sabem: Você sabe alguma coisa sobre Hawthorne?" [Kerry ri]
Ele disse: "Não." Ele perguntou: "Por quê?"
Eu disse: "Bom, você sabe, o Centro Naval de Guerra Submarina está lá."

[Ele disse]: "Ah, é. Eu sei do que você está falando. Sim", ele disse: "A entrada é... ao norte de Fort Ord na Baía Monterey". [Kerry ri]

Ele disse que o Oceano Pacífico passa por baixo da Califórnia, de Nevada e de Idaho. Ele disse [apontando para o mapa dos EUA ocidental] esse é o canal que vai da Baía Monterey para Hawthorne, e há um elevador em Hawthorne que desce 1.300 kilômetross - porque a altitude de Hawthorne é 1.300 kilômetros - e o elevador os leva até ao nível do mar sob Hawthorne.

É por isso que a base do Exército está lá, é porque são eles que fazem o material bélico que vai no submarinos. É por isso que nunca se vê, ou ninguém nunca viu, quaisquer caminhões carregados de munições sair de Hawthorne para sul ou para norte. Eles não saem. Eles vão até ao Oceano Pacífico, onde os submarinos entram e eles carregam e vêm para aqui [apontando para a costa da Califórnia no mapa ].

Há também... Agora sei onde um amigo meu foi... Scottie Lyon, SEAL Team 6, um dos fundadores originais da equipe SEAL. Grande cara, falecido, então agora eu posso falar. Ele me disse que havia uma base secreta da Marinha em Lake Tahoe. Ele não me disse mais do que isso. Mas agora entendo o que todo mundo está falando. Hão bases subterrâneas, bases Navais, que - ligadas pelo Oceano Pacífico - vão por toda parte.

Há alguma em Idaho. E, quem sabe? Sabem, há alguns meses na ATS um cara disse que o pai dele trabalhava em submarinos nucleares em St. Louis, Missouri. Então, sabem, ele foi lá e viu o lago e etcetera. Assim, minha pergunta era: Será que eles vêm pelo Mississipi? Ou será que eles vêm no sentido leste do Oceano Pacífico para lá? Então a pergunta é: Será que isso se conecta com o Atlântico? E é muito possível que sim.

Dois dos submarinos nucleares originais que foram perdidos pela Marinha, como vocês se lembram, foram o Thresher e o Scorpion. Ambos tinham histórias fantásticas sobre, sabem, uma válvula esplodindo, ou ataque de um submarino soviético, esse tipo de coisa.

Mas se se entrar nos Arquivos Branton e se ler sobre essa história, os submarinos foram perdidos explorando esta área aqui [apontando para o mapa da Califórnia e Nevada]. Ambos... o Thresher e o Scorpion.

O que é interessante... na ATS, quando comecei a falar sobre isso [rindo] eles chamaram a grande equipe do Pentágono. [Kerry ri] Este cara da marinha fanfarrão entra, sabem, todo arrogante e insolente e: "Eu ouvi que alguém quer falar sobre o Thresher e o Scorpion", sabem.

Eu o deixei a vontade. E, claro, ele se foi no dia seguinte. Ele não percebeu, sabe. Ele pensou que nos iria, sabem, intimidar. Isso foi realmente interessante.

Uma das coisas de que ouvi falar foi de um navio de guerra computadorizado. É chamado de Fleet 21. Ele existe. Eles acabaram de concluir os testes no mar a sudoeste de Coronado. Entrará em pleno funcionamento.

Tem 180 metros de comprimento e é exatamente como qualquer outro navio de guerra, exceto que não há nenhuma pessoa nele. É tudo informatizado. Há um heliporto na popa, pois se alguma coisa der errado, eles trazem uma equipe com nove membros que desce, vai a sala de informática, o corrigem e depois decolam. O que isso nos permite fazer é ataques totais com um navio de guerra sem ninguém ser ferido.

[Kerry ri]

JL: A outra coisa que ouvi foi que temos [segurando um desenho] ​​o que é chamado de submarino de ataque rápido.

As coisas que estou dizendo a vocês não são tecnicamente classificadas, por esta razão: Vários anos atrás, foi determinado que no minuto que se classifica alguma coisa, se tinha que fazer tanta burocracia que era melhor não classificar. Poucas pessoas deveriam saber sobre isso. Assim, o melhor a fazer era não contar a ninguém sobre isso, exceto aquelas pessoas que sabiam disso e sem classificá-lo. Dessa maneira se pode mantê-lo mais secreto - se isso faz algum sentido.

[Mostrando diagrama] Este é o submarino nuclear de ataque rápido. A coisa interessante sobre isso é, acredito que ele usa a fusão em vez de fissão.Tem apenas 21 metros de comprimento. Imagine uma fonte de energia nuclear que poderia energizar aquela coisa dentro desse espaço tão pequeno.

[Apontando para o lado do navio] Este é um dos 12 homem da Equipe SEAL Lockout. Este é o submarino. Acho que há cerca de 70 deles agora. Esse é o primeiro, creio eu, que foi inaugurado, pois eles podem mergulhar a uma grande profundidade, chegar no fundo e ter a equipe de 12 homens indo lá e fazendo o que quiserem com os cabos. Esta coisa é altamente avançada. Tem 21 metros de comprimento, faz 120 nós e tem uma tripulação de nove homens.

[Apontando] O ROV (Remote Operated Vehicles) que significa veículos operados remotamente. São dobráveis e hão três deles. Um deles pode voar. Eles realmente podem subir e voar ao redor e tirar fotos ou fazer o que quiserem.

Se ouve dizer velocidade de 120 nós e se diz: "John Lear, vamos lá, sabemos que aviões e cascos submersos não podem ir tão rápido". Bom, o fato é que agora eles encontraram, ou aperfeiçoaram, resolveram "o controle da camada limite". O controle da camada limite é a parte do mar que entra em contato com o navio e cria atrito.

BR: Então, é similar à tecnologia que eles acharam para as asas do bombardeiro B2?

JL: Sim.

BR: Mas aplicada à água.

JL: Submarinos.

BR: Entendo.

JL: Eles fazem as coisas no espaço em fábricas. Quando o ônibus volta e quando outros aviões... (Eu vou lhes mostrar uma outra imagem de um avião aqui que foi visto sobre a Irlanda a alguns anos atrás) ... voltando, eles estão trazendo peças. E as trazem em folhas, rolos e barras.

É uma coisa fantástica e se pode fazer todos os tipos de coisas. Mas, a coisa mais importante que se pode fazer... Como em submarinos, isso mantém a camada limite - essa camada entre o casco e o mar - cerca de 3 a 5 centímetros de distância, assim, não há absolutamente nenhuma fricção. Nem há qualquer ruído associado a isso.

Portanto, eles usam isso não só nos navios de guerra novos, mas nos submarinos e nos aviões. É realmente, realmente, um material fantástico.

Então, é assim que eles podem ir a 120 nós. Sabemos que o deslocamento do casco de um barco, digamos, o Ronald Reagan... A velocidade máxima teórica é de 1,34 vezes a linha d'água. E, nós sabemos que a linha d'água do Ronald Reagan é de cerca de 305 metros. Então se pega 1,4 vezes a raiz quadrada disso e se tem cerca de 32 nós. Isso parece razoável para a maioria das pessoas. Sabem, como porta-aviões fazendo 32 nós - cara, isso é realmente se arrastar.

O fato é que acho que o Ronald Reagan faz cerca de 90 nós. A razão de achar isso é porque o Enterprise, definitivamente, faz 75 nós. Tenho amigos que trabalhavam nele e eles disseram que sempre que tinham que ir a algum lugar rápido, eles diriam a todos para irem para abaixo do convés principal - sabem, por causa do mau tempo. Então, eles viajavam até 75 nós.

A razão deles fazerem isso: Número 1 - eles não queriam que ninguém descobrisse o quão rápido eles iam. Eles não queriam nínguem voando do convés. Porque, 75 nós, é realmente voando - isso é quase 145 quilômetros por hora! Não se quer ninguém tentando atravessar o convés quando eles estão acostumados apenas a andar em 30 nós.

Então quando se diz: "Bom, quando chegarem, não fariam quaisquer perguntas?" Não. O fato é que ninguém faz quaisquer perguntas.

A aeronave TWA 800 foi abatida por um submarino da Marinha. Foi mantido em segredo. Eu ouvi muitas vezes as pessoas dizerem: "Bom, não é possível porque sabemos que os caras da marinha são os mais faladores do mundo e certamente alguém iria falar."

Isso não é verdade. A marinha é uma das forças mais unida do mundo. Ninguém diz nada a não ser que deva fazê-lo. Não há nenhuma maneira possível que alguém naquele submarino jamais dissesse algo. Sim, uma pessoa ligou para o pai. Essa pessoa se chamava Jim Sanders, que escreveu A Queda do Vôo TWA 800. Mas esse foi o único que disse algo.

BR: Que míssil foi esse?

JL: Eu não sei. Mas era um que estava destinado a um pequeno avião operado por controle remoto. Quando eles o lançaram, o avião estava entre o TWA 800 e o submarino. E, por alguma razão, quando o míssil foi lançado ele perdeu - instantâneamente, apenas por um instante - a mira no pequeno avião. Quando ele refez a mira, ele mirou o TWA 800. Quando ele entrou no TWA 800, ele entrou na primeira classe, sabem, derrubou o nariz e fez o tanque central, sabem, explodir.

KC: Portanto, você está dizendo que foi um acidente.

JL: Foi um acidente. Foi um acidente da marinha. Eles estavam usando-o apenas para exercícios reais de tiro.

KC: Certo.

JL: Eles fizeram isso muitas vezes. Esse foi o quinto avião - avião civil - que a marinha abateu desde 1963.

O primeiro foi o vôo Tiger Line, para quem eu trabalhei. Um Lockheed Constellation sobre Guam, onde um piloto da marinha voava e estava apenas fazendo alguns, sabem, mirando o avião passando, porque ele não tinha mais nada para mirar, e, acidentalmente, atirou um míssil. Abateu o avião, matou todos a bordo. Esse acidente foi classificado, como sempre, sabem, "causas desconhecidas".

Mas isso levou a Tiger Lines a ser a maior transportadora de carga durante a Guerra do Vietnã e o Pentágono autorizou um vôo separado da Tiger Airline, que foi chamado Serviço Aéreo Tiger, para executar os vôos extras do Japão até o Vietnã. Quero dizer, a empresa Tigers fez fortuna com esse acidente. Eu estava perto...

BR: Então, antes que eu perca o fio da meada, eu gostaria de comparar os testemunhos. Porque nos foi dito por Henry Deacon - na verdade ele nos pediu para tirar isso do nosso site - porque ele estava curioso sobre o que havia acontecido com TWA 800. Então, quando ele estava no projeto secreto, ele fez perguntas.

Ele disse que foi um míssil Stinger. Eles miraram exatamente o pequeno avião e o perderam. Esta é exatamente a maneira como ele disse. Ele disse que foi um acidente genuíno da marinha. Ele disse que a coisa toda foi encoberta. Ele disse que a coisa estava bem no topo do limite da altitude classificada - que é maior do que é divulgado - cerca de 4.260 metros.

JL: Isso é possível. Porque foi divulgado como 2.430 metros. Foi por tudo isso que o Stinger foi desativado.

BR: Sim. É possível que um Stinger fosse lançado de um submarino? Eu pensei que isso fosse feito a mão.

JL: Não, eu acho que a história do Stinger e a altitude dele é um segredo... Talvez estejamos tentando fazê-lo parecer... como se os terroristas os dispararam em vez da marinha. Preferiríamos ter terroristas os lançando, em vez de nossa marinha. Porque a nossa marinha apenas abateu o navio iraniano, então por que eles abateriam...

BR: O que Henry disse foi que era um Stinger, mas isso foi um acidente da Marinha.

JL: Ele poderia ter sido. Fosse o que fosse, duvido que um Stinger fosse disparado de um navio da marinha. Há muita evidência que a Marinha o fez. Eles fizeram isso e duvido que eles fizeram isso com um Stinger.

BR: OK.

JL: Um Stinger tem um explosivo nele e não havia explosivos no TWA 800. Havia apenas o combustível que danificou tudo. E isso está registrado.

BR: Tudo bem.

JL: Sanders escreveu uma coisa excelente sobre isso. Mas, enfim,  foi assim que aconteceu com o TWA 800. Isso me afetou diretamente, porque a FAA veio com uma desculpa - e sabem, isso é tudo culpa de Richard Clark - sabem, tentando colocar a culpa em um tanque central, fiação exposta em uma bomba de combustível.

Isso é MUITO impossível, eu não posso mesmo dizer-lhes! Durante o tempo dessa investigação eu estava pilotando um Lockheed L1011, que era um avião de carga enorme. Ele tinha uma porta de carga gigantesca. e eu estava levando capotas do Boeing 777 de Wichita, onde eram feitas na Boeing, para Seattle.

Enquanto a gente esperava por essa coisa ser carregada, conversávamos com os caras da Boeing, eles estavam furioso com a FAA e o NTSP que estavam tentando culpar essa fiação em arco numa bomba de combustível. Porque não HÁ fiação numa bomba de combustível que esteja em qualquer lugar perto do combustível.

É simplesmente ridículo. Todo mundo estava chateado com a coisa toda. Eu estava chateado porque a FAA, em seguida, disse que se tinha que manter combustível suficiente cobrindo a bomba de combustível para que não curvasse - porque, sabem, se há combustível, isso não pode curvar. Pois se apenas houver vapores, vai curvar.

Bom, no L1011, tínhamos cerca de 52 mil quilos de capacidade de carga. Se mantivéssemos o centro do tanque da bomba de combustível coberto, perderíamos cerca de 900 ou 1.300 quilos. Esse foi o ponto chave. Isso acabou falindo Kittyhawk, para quem eu estava trabalhando. Mas, enfim...

KC: Eu quero lhe fazer uma pergunta. Você conheceu Ben Rich?

JL: Não. Mas eu conversei com pessoas que o conheceram. Assim, eu vou lhes dizer o que Ben Rich tinha a ver com isso. Primeiro de tudo, vocês sabem onde ele nasceu? Ben Rich foi um dos melhores, o maior, espião Mossad nos Estados Unidos. Quero dizer, ele obteve as informações mais confidenciais.

Eis o que aconteceu. Eis como ele ficou em maus lençóis com Israel. Em 1947, quando Israel se tornou um Estado, James Angleton era chefe da CIA em Roma.

KC: Certo.

JL: Tudo bem. Eles enviaram Angleton até Tel Aviv, junto com alguns rapazes no MI-6 para formar Mossad. Por alguma razão, seja quem for, ou seja lá como isso aconteceu, James Angleton aliou-se ao Mossad assim [cruza os dedos] para sempre. Ele era o espião duplo.

Se se lembram, em 1960 ele era o Diretor chefe de Inteligência Externa da CIA e era o cara que estava sempre procurando por um espião duplo russo. [Rindo] ELE era a espião duplo russo! Porque, sabem, ele era tão amigo do Mossad, ele diria coisas ao Mossad e o Mossad as passaria para a Rússia.

Então, quando David Ben-Gurion, no verão de 1963, disse: "Temos que matar Kennedy. Temos que fazer isso. Estou cansado dele nos ameaçar com inspeção em Dimona. Não é da maldita conta dele. Eu não quero ouvir mais nada de Kennedy. Matem-no." Ele deu a ordem ao Mossad e depois renunciou tal que ele não poderia ser responsabilizado por isso. O Mossad, em seguida, foi para Angleton.

O assassinato de Kennedy não foi um trabalho da CIA, mas foi induzido pela CIA só porque Angleton estava lá com os amigos do Mossad. Ele foi quem induziu as derrapagens por tudo o que aconteceu em Dealey Plaza, a fuga e etcetera. Haviam atiradores corsos lá, contratados pelo Mossad.

Eles levaram a cabo a coisa toda e todo mundo diz: "Ah, eles acham que a multidão matou Kennedy ou talvez Johnson o fez ou, sabem, Castro". Não foi. Foi Israel. A razão por eles fazerem isso é porque David Ben-Gurion não queria mais inspeções em Dimona. Isso é tudo.

KC: Esse é o nuclear... É onde eles fazem os testes nucleares/biológicos?

JL: É onde eles fazem as bombas nucleares, com o plutônio que eles roubaram de nós.


KC: Mas o que é que Ben Rich tem a ver com isso?

JL: Certo. Então, Ben Rich nasceu numa família judia muito rica nas Filipinas e foi muito bem educado. Ele foi colocado em Lockheed, em 1953, como o segundo sob o comando de Kelly Johnson. Ele estava lá durante o desenvolvimento do U-2 e ele estava lá durante o desenvolvimento do stealth.

KC: Há muito sobre Ben Rich, famoso... tipo de citações de OVNI, esse tipo de alusão às coisas... tecnologia. Certo?

JL: Certo.

BR: É. Não há nada sobre isso nesse livro [referindo-se ao livro que John folheava]. Esse livro é a história confidencial sobre o que aconteceu com o U-2.

KC: Entendo.

BR: E o XR71.

KC: Mas ele disse... Qual é a citação exata? Você provavelmente se lembra disso.

JL: Temos coisas que deixariam George Lucas com ciúmes. NÓS poderíamos levar o ET para casa.

KC: Sim. Então, quero dizer, ele era um membro antigo do grupo secreto, é o que você está me dizendo. Certo?

JL: Sim. Mas ele era um espião do Mossad e vou te dizer como eles fizeram isso. Certo, então...

KC: Mas, em algum nível, se ele é um espião do Mossad... Porque o Mossad parece estar em conluio com - se quiserem chamá-los assim - sabem, os nazistas, o grupo nazista da NASA.

JL: Estou feliz por você compreender isso, porque quando as pessoas dizem: "Será que Israel tem algo a ver com 911?" Eu digo: "Tanto quanto o Papai Noel tem a ver com Natal!"

KC: [Ri]

JL: [RI] Então, de qualquer maneira...

KC: Então, é, eles estão todos trabalhando juntos. Você está me dizendo que Angleton estava envolvido com Mossad. Você está me dizendo que Ben Rich estava envolvido com Mossad. Você sabe, nós temos todo... Há um alinhamento completo.

JL: Com certeza, positivamente, sem sombra de dúvida. Agora nos preparamos para construir o caça stealth. Esse foi o começo das coisas verdadeiramente secretas que ocorreram dentro do nosso governo.

A marinha queria um caça stealth secreto para eles. Foi chamado de F-19. Fica confuso aqui, porque as pessoas dizem: "Ah, o F-19. Esse foi realmente o F-117A. Eles apenas o renomearam"

Não. Não, o F-19 era um outro avião. Eles fizeram 62 deles. Eu tinha um amigo que não só trabalhou em aviônica, mas eu tinha um amigo que sabia sobre isso. Ele não o pilotava, mas ele conhecia os caras que os pilotavam. Então eles eram aviões completamente difetentes.

Na Skunk Works em Burbank ... Havia uma espécie de cortina de ferro fundido cinzenta na Skunk Works que separava [gesticulando para direita] se tinha o 117A, deste lado e o [gesticulando para a esquerda] F-19A deste lado. Ambos usaram os motores do F404. Ambos usaram o mesmo trem de pouso. A razão era que eles estavam tentando construir este avião secreto da marinha sem gastar dinheiro, usando peças de reposição do F-117A, assim, eles o mantiveram completamente, totalmente secreto.

Sabem o quê? Eles mantiveram o segredo até hoje. Porque não se epode encontrar uma pessoa... Esse é um dos grandes problemas que eu tive na ATS. As pessoas vinham em cima de mim. Eu começaria a falar sobre o F-19 e, menino, eu vou te dizer, se fala sobre um assunto delicado! Eles não querem ouvir isso.

Então aqui nós temos Ben Rich na página 48 [segurando o livro], falando sobre a Skunk Works e como ela funciona. Ele diz: "Enquanto isso, a marinha veio até nós para testar a viabilidade de sistemas de armas para o Stealth e configurar o sistema de segurança ultra-secreto dela que era duas vezes mais rigoroso do que o da Força Aérea. Nós tivemos que instalar sistemas de alarme especial que nos custou uma fortuna na seção do nosso edifício sede dedicada ao trabalho para a marinha." [Kerry ri]

Ok, agora, aqui está o armação. Tudo o que eles queriam era os sistemas para o stealth.

Certo. No parágrafo seguinte ele diz: "No meio de todos esses inter-serviços de competição, segurança e afã, o Major-General Bobby Bond, que estava no comando da guerra tática, veio trovejando na Skunk Works com sangue nos olhos numa manhã quente de setembro".

"Os ventos de Santa Ana estavam uivando e metade de Los Angels estava sob um manto de fumaça. Minha asma estava voltando e eu não estava com disposição para visitas. Mas o general Bond era uma pessoa que pensava muito e uma pessoa preocupada que me deixou e a todos completamente malucos naquela época, enquanto ele acompanhava a evolução do F-117A."

"Ele sempre pensava que estava sendo enganado ou castigado de alguma forma. Ele bateu na minha mesa e me acusou de ter alguns dos meus melhores trabalhadores do avião "Have-Blue" dele - que era o 117A - trabalhando em algum projeto fictício da marinha."

"Eu fiz o meu melhor para parecer magoado e apaziguar Bobby, até levantei a minha mão direita em um juramento solene. Eu disse a mim mesmo: "E daí? É uma pequena mentira. O que mais posso fazer? O projeto da Marinha é secreto e Bonds não tem necessidade de saber. Ambos poderíamos ir para a cadeia se eu lhe disse o que realmente estava acontecendo.""

Então, aqui ele diz: "Infelizmente, na saída para o almoço o general avistou um bloqueio e sistema de alarme especiais acima de uma porta sem marcação que ele sabia, das andanças nos anéis do Pentágono, que era usado apenas pela marinha nos projetos ultra-secretos."

"Bonds apertou meu braço: "O que está acontecendo dentro daquela porta", ele exigiu saber. Antes que eu pudesse pensar em outra mentira, ele me mandou abrir a porta. Ele disse: "Rich, seu canalha desonesto! Estou lhe dando uma ordem direta! Abra a maldita porta neste instante ou vou destruí-la com esse maldito machado de bombeiro!""

[Kerry Ri]

O cara estava falando sério. Ele começou a bater na porta até que finalmente abriu uma rachadura. Ele entrou a força e lá estavam alguns dos Comandantes da Marinha assustados. "Bobby, isto não é o que você pensa", eu menti em vão. "Uma ova que não é, você está mentindo, FDP!""

Eu me rendi, mas não graciosamente. "Ok, você me pegou. Mas antes de irmos para o almoço você vai ter que assinar o formulário de uma "Divulgação Inadvertida" ou eles vão nos massacrar!" A marinha, é claro, ficou indignada conosco. Um general da Força Aérea vendo o projeto secreto deles era tão ruim como entregar o projeto para os russos."

KC: [Rindo]

JL: OK. Então...

BR: Esse era o F-19. Você tem uma gravura artística na parede lá em cima, não é?

JL: No final? Sim. Essas são gravuras artísticas.


BR: Avião bonito.

JL: Certo. Então, [apontando para o livro] vêem esta coisa pequena na parte inferior da página? Isso diz que o General Bond mais tarde foi morto em um vôo de teste. Por causa da tragédia, o Pentágono decidiu que oficiais generais não podiam mais fazer vôos de teste.

Isso foi em 1984. Sabem o que o matou? Na história foi um MIG-23 - que todos nós sabíamos que era besteira. Ele foi morto num F-19 porque ele exigiu que a Marinha o deixasse pilotá-lo. O que eles fizeram foi, eles desabilitaram... eletronicamente incapacitaram... o sistema de controle e o mataram.

A razão de terem feito isso, é que eles não queriam que a Força Aérea soubesse sobre o projeto da marinha. A razão pela qual não queriam que eles soubessem sobre o projeto da marinha era porque parte desses aviões iam para as transportadoras e parte ia para Israel. ESSA é a história de Ben Rich.

BR: Você está dizendo que Israel teve, ou tem, o F-19?

JL: O F-19. Sim. Quero dizer, tem 25 anos. Quer dizer, é um grande negócio? Israel tem... Papai Noel tem o Natal?


[John e Kerry riem]

KC: Muito bom isso! Ok. Eu também quero lhe perguntar uma outra coisa. O general que Bush acabou de demitir, ou o que quer que você queira chamá-lo...

JL: O almirante Bill Fallon! Eu tenho todo... Eu tenho uma história da revista Esquire! Quando ouvi isso, eu fui até a livraria Borders e comprei aquela coisa e a trouxe para casa e a li palavra por palavra! [Kerry ri] Quer dizer se fala sobre um cara bom! Sabem?

KC: Sim! Certamente.

JL: Ah, com certeza! Fiz Marilee ler isso. Eu disse: "Você lê isso, porque essa é a diferença entre a guerra e não guerra!"

KC: Sim, certamente!

JL: Eu disse: "Se não houver nenhum cara na marinha bom, ele é o cara bom da marinha". Ora, sabem, ele esteve envolvido em muitas coisas ruins. Ele sabe sobre o alienígenas... Ele sabe sobre tudo. Mas ele estava tentando fazer um bom trabalho. Então isso foi ruim...

KC: Então, esse é um arenque vermelho real, certo?

JL: Sim.

KC: Então, agora nós estamos em um trem rápido em algum lugar?

BR: Isso é má notícia, a saída dele, quero dizer, ou isso é apenas a maneira dele...

KC: Ele não se demitiu. Ele foi demitido, não foi?

BR: Não, ele se demitiu.

JL: Não, ele se demitiu.


KC: Eu sei a história...

JL: Ele provavelmente sabia o que estava por vir. Mas o fato dele realmente dizer isso na revista Esquire, sabem - dois ou três meses antes, sabendo que ia ser publicada - agora me diz que ele sabia que estamos indo rápido, sabem, para uma guerra nuclear no Iran. Não haverá nenhuma guerra lá sem bombas nucleares. Isso é garantido.

BR: Qual seria a posição de Mike McConnell sobre isso?

JL: Mike McConnell... Tenho certeza, sabem, ele foi MJ1. Eu acho que ele é um cara bom. Nós o incluímos em nossa "Qui Tam" queixa porque acho que ele pode ajudar. O que ele está fazendo agora não faz qualquer sentido para o programa global, mas, sabem... Eu não sei. Eu só estou esperando que Mike seja um cara bom. O que você acha?

BR: Nós acreditamos que ele é um cara bom. E é interessante...

JL: Vocês sabem sobre a conexão completa dele com Dan, certo?

KC: Ah, sim, com certeza.

BR: É interessante especular que a razão para o lançamento da Estimativa de Inteligência Nacional no início de dezembro foi para contrariar as investidas de Bush. Porque é o que parece... houve uma tentativa de parar a guerra.

JL: E por causa da conexão com Dan, acho que ele é um cara bom.

KC: Certo. Sim, isso é basicamente o que nós pensamos, mas por causa do que temos ouvido de Dan sobre ele, sabes.

JL: Então o que eu disse aos caras na queixa "Qui Tam"... Jerry Leaphart é o advogado; Morgan Reynolds a peticionou. Judy Wood a peticionou em separado. Ela é que é a especialista em dissociação molecular - DEW's. Hão algumas pessoas participando, inclusive eu.

E, sabem, eu disse a esses caras... Eu estive acompanhando os esforços de Morgan. Em novembro liguei para ele para fazê-lo ciente de certas coisas que eu sabia sobre os aviões que ele não sabia. Ele disse: "Você é o cara da aviação?" Eu disse: "Sim". Assim começamos um diálogo por e-mail.

Depois, em dezembro, ele estava indo assumir o programa de Jim Fetzer por alguns dias e me perguntou: "Você gostaria de ser entrevistado?" Eu disse: "Claro". Então, fui lá e ele descobriu o quanto eu sabia sobre o 911.

Em seguida, alguns dias depois, ele e Jerry me mandaram e-mail e disseram: "Você sabe, nós estamos honrados com o que você disse. Nós acreditamos que você é muito bem informado. Será que você concordaria em nos ajudar? Você estaria interessado em apresentar um depoimento?" Eu disse: "Sim! Diga-me o que você quer." Então, escrevi o depoimento de 15 páginas e...

KC: Isso é uma grande coisa.

JL: ...e tenho estado com eles desde então. Mas quando eu estava começando a entrar nisto eu disse: "Bom, eu quero que vocês entendam isso - não há NENHUMA MANEIRA de conseguirmos isso por nós mesmos. Tudo o que estamos fazendo é abrindo a porta para alguém nos ajudar. Não há nenhuma maneira de  podemos fazer isso. Há muito poder acima de nós".

Eu estou esperando que hajam caras como McConnell e Fallon que verão o que estamos fazendo e tentarão descobrir uma maneira de nos ajudar - porque nós não vamos conseguí-lo por nós mesmos.

KC: Certo. Você acredita que a América vai se dissolver em uma guerra civil em algum momento nos próximos anos?

JL: Eu não penso assim.

KC: Não?

[John balançando a cabeça negativamente]

KC: Certo. Bom, o que você acha do fato de que muitas das coisas, muitas das coisas do governo, estão sendo enviadas para o Colorado? Quer dizer, alguns dizem que basicamente Denver é, você sabe... O Pentágono e tudo o mais está se mudando para o Colorado.

JL: Eu acho que é Sandia, mas acho que Colorado é um disfarce. Mas posso estar errado. Eu acho que tudo está sendo enviado para lá [apontando para fora da câmera]. Na verdade, deixe-me desfazer isso... [John tira o microfone e agora está do outro lado da sala]

A 20 anos atrás, eles estavam tendo problemas em manter os programas secretos usando nomes secretos. Então, o que eles fizeram foi, eles usariam como nome de um programa um nome que era comum - como as Montanhas Sandia, a Corporação Sandia, sabem, o deserto de Sandia, dessa forma - o chamariam "Sandia". Assim se acontecesse de alguma vez vir a público, todo mundo iria pensar: "Ah você está falando apenas da Empresa Sandia. Eu passei por lá outro dia." [Kerry ri] Sabem, então, essa é a maneira como eles mantem algo secreto.

[John puxa uma foto ampliada] Aqui está o espaçoporto do outro lado da Lua. Eu posso mostrar-lhes o livro da NASA com as fotografias da NASA e vocês podem pegar a lupa de vocês e ver o espaçoporto. [Kerry ri]

Não há dúvida sobre isso. Sabem por quê? Porque a foto foi tirada em 68 e a NASA não levou a sério os retoques até 1970. Então, comprei todos as fotos da NASA pré-1970, um... livros, porque eles não tinham desenvolvido a técnica de retoque...

KC: Você já falou com Hoagland sobre isso?

JL: Sim. Na verdade, estávamos no show de George Noory e George mostrou a ele isso. Eu disse: "Então, isso se parecem com um terminal espacial para você, Richard?" Ele disse: "Não, parece com um terminal aéreo."

[Kerry rindo]

Bom, veja. Se pode até ver os tubos, o tubo suporte. Quero dizer, não há dúvida sobre isso. Aqui está outra coisa... [Puxa outra foto] Aqui está uma cratera chamada Damoiseau. Não há dúvida, sabem, que as áreas assim... Tudo isso são casas, prédios, coisas assim. Quero dizer, não há nenhuma dúvida.

Enfim, no outro dia pensei, sabem, eu apenas gostaria de ver... eu tenho esta foto - foi tirada pelo Observatório Lick. Então, peguei no outro dia... Eu ia ampliá-la para ver se eu podia ver isso. Então, peguei essa foto aqui [segura a ampliação] e digo: "Certo, está bem aqui perto de Grimaldi", e olho. Está tudo limpo! Olha isso... Aqui estão aquelas crateras malditas e se olha para aquele lugar! Não existem quaisquer crateras? Nenhuma!!! Parece que há uma névoa! Se está falando sobre algo que realmente me irritou!

[Kerry ri]

JL: Enfim, eu estou tentando mostrar-lhes Sandia. [Abrindo um mapa grande]

KC: Sim. Por favor, mostre.

JL: Esse é o meu MELHOR mapa. [Apontando para o mapa] Aqui está Las Vegas, aqui é Groom Lake, aqui está a Cadeia de Montanhas Tonopah de Teste.

KC: Certo.

JL: Aqui está Sandia. Está na Mesa Paiute. Há uma faixa lá em cima e depois hão duas faixas novas no lago seco lá. Então, aqui, eles têm uma base realmente totalmente secreta... Ely. Vamos ver... aqui está o Riacho Wilson, Lincoln, Welch. Ah, Ely, para a direita bem aqui. Isso é um lago seco.

KC: Bem, isso é no meio do nada.

JL: É uma tira de 3 quilômetros. Isso é realmente um segredo. Se pode dirigir por 2 horas de manhã e de vez em quando se verá as luzes se acenderem. Ora, a maneira que se pode identificar as bases secretas é que as luzes da pista são azuis.

[Kerry ri]

JL: É da Força Aérea.

KC: É mesmo?

JL: Mas eles tem essas...


KC: Por que as luzes são azuis? Qual é a importância do azul?

JL: É apenas exatamente como as luzes da pista da base secreta da Foraça Aérea são... Azul. Então eles tem esse novo negócio que está em vigor por cerca de 20 anos. A maioria dessas coisas são subterrâneos. Quando um piloto vem para uma aterrisagem - apenas quando ele chega a cerca de 150 metros - o chão se abre como [gesticula, os dedos e a palmas das mãos juntos, depois palmas separadas] e ele apenas aterriza. O chão .. poderia ser uma floresta, poderia ser um deserto, poderia ser um campo de algodão, ele se abre assim. O avião aterriza. O chão se fecha por cima do avião e eles tomam um elevador e descem.

KC: Uau! Isso é incrível.

JL: Então isso é Sandia. É por isso que é chamado de Sandia. Para fazer as pessoas pensarem que é apenas um lugar qualquer.

KC: Então você não teve qualquer exposição a viagem no tempo, salas de saltos, a...

JL: Não, sala de salto é incrível. Noutro dia Ron Blackburn estava aqui porque ele deu ao meu 6 anos de idade um computador. (Eu vou ter que pensar se devemos editar isso ou não) Mas eu estava falando sobre a sala de salto e Ron disse: "Ah, é, eu conheço isso. É tecnologia de salto." Ele disse isso assim: "Ah, isso é a tecnologia de salto. Eu sei disso". [Kerry, John rindo]

Certo, aqui está o avião espacial que o cara viu na Irlanda. [Lendo de um diagrama desenhado à mão]: "É 10 vezes maior que um Boeing 747".

KC: Uau. Incrível.

JL: Caudas gêmeas ligeiramente visíveis. Compartimento do motor a jato preto. Sem bicos.


KC: Então você nunca viu nada parecido, não é?

JL: Não. Ele o viu ao pôr do sol. Ele disse: "O ângulo do Sol era muito baixo, quase se pondo. Visto a exatamente 07:00, logo acima, e levou 7 segundos para chegar ao horizonte. Ele disse: "Desapareceu sobre Belfast fora da luz solar. Um nariz branco pequeno e sem rastro de vapor, sem estrondo sônico. Demarcação das seções do corpo visível, todo cinza escuro."

BR: Eu tive alguma correspondência com esse cara.

JL: Ah, você teve?

BR: Sim, apenas a alguns meses atrás. Concluímos algumas coisas juntos. A coisa deve ter ido 29.000 quilômetros por hora.

JL: Miles Johnston?

BR: Sim. Isso está correto.

JL: Esses são os desenhos originais dele.

KC: Ah, uau.

JL: A primeira vez que ele me ligou, ele perguntou: "Será que você tem algum interesse nisso?" Eu disse: "Claro, Miles! Envie-o, envie-o! Ele disse: "Bom...

BR: Ora o que fiz, John, foi pô-lo em contato com Mark McCandlish para que Mark McCandlish pudesse fazer um desenho profissional realístico para ele. Assim os dois têm trabalhado juntos tal que Mark pode adicioná-lo ao arquivo dele. Portanto, esses dois têm tido muita diversão.

JL: Se houvesse um planeta que eu pudesse ir, eu escolheria Saturno. Porque dizem que, se se der uma olhada nele, a mente ficaria tão perplexa que não se poderia fazer nada por três dias.

Eu encontrei num site um tópico chamado os Extraterrestres São Reais, Tão Reais Quanto o Nariz em Sua Cara? Isso tinha 108 páginas e tinha sido fechado. Foi fechado porque o cara, "Sleeper", tinha ficado irritado com o questionadores.

Então, comecei a ler essa coisa e por volta da página 18, eu disse: "Isto é real. Esse cara sabe do que está falando. Isso se encaixa em tudo o que eu já li. Preciso falar com esse cara." Então eu terminei as 118 páginas e as pus no livro que diz Sleeper.

Depois eu enviei um e-mail para ele, uma mensagem privada, e, eventualmente, consegui falar com ele. Foi tão fascinante. Eu perguntei: "Você se importaria em voltar? As pessoas tem que ouvir essas coisas!"
Ele disse: "Não, não; eu vou voltar."
Eu disse: "Ok, apenas me deixe responder aos incrédulos para você. Não responda a ninguém. Deixe-me fazê-lo."

Então, fui a Mark Allen e disse: "Gostaria de saber se podemos ter Sleeper de volta."
Ele disse: "Bom, é melhor ele se comportar."
Eu disse: "Ok, ele vai se comportar."

Isso iniciou o Estou Sendo Sincero sobre os Extraterrestres. Gerou 250 páginas. Ele tinha o maior número de visualizações, a maioria dos comentários que qualquer outro tópico. Quero dizer que era apenas uma agradável... Todos vinham todos os dias para ver quais eram, sabem, as respostas a algumas das perguntas.

KC: Então, esse tópico ainda está na internet?

JL: Sim. Acredito que sim. E, sabem, as pessoas... Ele acabou recebendo alguns poucos insultos. É claro, sabem, se está sempre encontrando o cara que vem e diz: "Isto parece um monte de merda para mim", sabem e eu lido com isso. Eu sempre chego bem cedo pela manhã e lido com os caras tal que Sleeper não teria que fazê-lo.

Foi muito bom até o fim. Quero dizer, mesmo no final, foi maravilhoso. Nós tivemos muito divertimento com isso.

Depois, além disso, ele escreveu um blog chamado: "O Que É Passar um Dia com um Extraterrestre". É a história mais fascinante sobre o espaço que já se leu. Ele disse no início, ele disse... eu esqueci exatamente o que ele disse. Ele diz: "Isso está escrito como um roteiro, mas, acredite ou não, cada palavra é verdade."

É sobre ir a Urano e as pessoas que vivem em Urano. Com que os edifícios se parecem. É absolutamente fascinante. Então, acho que Sleeper é 110% genuíno. Sabem, se se provar que ele não é, vou estar chocado além de toda crença possível, porque tudo o que ele diz está muito certo.

E, sabem, quando eu falo sobre... Ele me ensinou muitas coisas. Porque, sabem, no últimos anos as pessoas me perguntavam: "Bom, do que se trata isso tudo? Bom, eu não sei... talvez os Grays estão vendendo nossa alma, ou, sabem, fazendo o... colhendo-nos." Eu estava errado. Eles estão aqui para fazer um trabalho.

O Sleeper foi o único que nos disse - e ele colocou tudo isso claramente - ele diz: "Basta ir e viver sua vida sem inveja, ódio e ganância. Ame sua família." Ele diz que é a única maneira que se pode evoluir. E se tem que continuar voltando a Terra, sabem, e fazendo isso até se aprender a fazer isso direito. Quando se aprende a fazer direito, então se pode sair e brincar com os adultos.

Então, Sleeper é o único que, sabem... Quando eu comecei... É realmente interessante ver a transformação geral, porque, sabem, no começo ele diz ... As pessoas diriam: "João Lear está certo? Hão cidades e  pessoas na Lua?" E: "Não, não. Não há ninguém lá." No final ele disse: "Sim, John Lear está certo. Hão cidades e pessoas na Lua."

Foi realmente uma pura transformação. Demorou um pouco para acontecer, para ele se apresentar, mas foi muito legal.

KC: Isso é ótimo.


(continação da Parte 1 e Parte 2)
(contina na Parte 4)






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Bill Ryan

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