John Lear Conta Tudo:
transcrição - Parte 3
John Lear (JL): Sabem, ele estava ficando doido
porque eles estavam atirando nos pneus. Ele veio aqui a
noite... o dia em que atiraram nos pneus, ou num pneu. E
ele veio aqui e disse: "John, eu vou me entregar".
Eu disse: "Bob, não há ninguém a quem se entregar em
TO. Agora, pare com isso!" Sabem?
Início da entrevista
JL: Bom [segurando papéis] esses são os
papéis originais de Dulce. Eles foram escritos a lápis
pelo Sr. X, que vive em Henderson. A razão pela qual
ele os escreveu foi para que eu pudesse distribuí-los.
Há uma página com informação. Depois existem esses
desenhos, que como vocês podem ver, são do laboratório
e dos tanques com a carne humana nele. [Apontando
para uma página] os tubos de ensaio com os seres
humanos se desenvolvendo e diferentes...
[Apontando] Este é o ventre com os diferentes
humanos. [Virando a página] os diferentes
tanques. E o...
Kerry Cassidy (KC): De onde é que esses papéis, os
desenhos, vem?
JL: O Sr. X os copiou das fotografias que Thomas
Castello deu-lhe para esconder.
KC: Ok.
JL: O Sr. X tem UMA das caixas. Uma das caixas foi
escondida nas montanhas perto de Dolan Springs, que
fica a sudeste daqui, a caminho de Kingman. Então, o
negócio era, eles estavam af...
Ah, então eu peguei estas, [vasculha os
documentos sobre a mesa] e o que fiz foi, os imprimi
e fiz novos desenhos em preto e branco a partir dos
desenhos a lápis, porque não se podia ver os desenhos
a lápis de forma muito clara.
[Apontando para o desenho] Então, como se vê, se
tem o tanque aqui e a pequena coisa que desce. Diz: "Parece
que mantem a água vibrando". Era um líquido
âmbar. Isso dá as dimensões aproximadas. Diz: "Se
parece com grandes pedaços de carne esbranquiçada em
água turva - submersos, não flutuando".
[Passando as páginas] Cada uma dessas é uma
descrição de uma das fotos que o Sr. Castello deu ao
Sr. X. Aqui está uma imagem das câmeras na porta de
entrada para [aponta para as palavras] dezenas
de tanques ou mais. [Vira a página] Esta é...
KC: Esqueci. O que aconteceu com Thomas Castello?
JL: Eu vou lhe dizer. Então, [um close-up do
desenho] aqui está uma imagem de... Estes "úteros"
estão ligados em máquinas. [Lendo] úteros
submersos em uma espécie de líquido amarelo, parece
mais espesso que a água. Esses humanos estão
crescendo lá. [Apontando para as palavras] Criaturas
flutuando na água de cor âmbar. O útero é composto de
glóbulos acinzentados com sulcos branco-amarelados.
Hão dezenas de criaturas em cada útero. Não se pode
contar os tanques - talvez dezenas ou centenas.
[Aponta para o desenho] Estes úteros tinham 60
centímetros na vertical e 90 a 120 centímetros
horizontalmente. Estas criaturas... se se tirá-las
deste útero... Isso é com que se pareceriam se fossem
colocadas em suas mãos. [Lendo] Eles têm
três dedos nas mãos, dois dedos dos pés. Eles não
são humanos. A cor está errada. Parece azul-cinza.
Eles têm uma pele muito fina e têm cerca de 182
centímetros de altura.
[Faz close-up do desenho]. Assim é como os tubos de
ensaio se parecem. A luz da sala era rosa/roxo,
brilhante em algumas áreas. Centenas desses em
vários estágios de crescimento. Em outras
palavras estes tubos, essas coisas que crescem aqui,
estão em vários estágios de crescimento.
Cabelos ralos, não exatamente um nariz. A boca
parece selada. O útero parece cinza. As veias
parecem cinza escuro. A criatura é branca, olhos
claros, pálpebras escuras. Não se consegue encontrar
um sexo. Dois dedos nos pés, três dedos nas mãos.
Líquido de cor âmbar, não completamente claro.
Parece que o tubo de vidro é de aproximadamente 152
centímetros de altura.
Então, [passando as páginas] estas são
várias informações. Não sabemos o que é isso, mas isso
estava nos relatórios.
Então, Castello fez 5 ou 6 destas embalagens à prova
d'água, envoltas em plástico. Elas tinham [lendo]:
25 fotos em preto e branco, fita de vídeo sem diálogos
e um conjunto de artigos que incluiam informações
técnicas da alegada instalação conjuntamente ocupada
pelos EUA/alienígena, um quilômetro abaixo de
Archuleta Mesa perto de Dulce, Novo México. Várias
pessoas receberam o pacote acima para manterem como
salvaguarda. A maioria daqueles que receberam o pacote
foi mostrado o que o pacote continha, mas não foram
tecnicamente orientados ou sabiam muito pouco o que
eles estavam olhando.
Ao Sr. X foi dado uma, que foi escondida e o acordo
era ... Thomas estava foragido. Dulce ou qualquer
dessas operações enviaram caçadores de recompensa. São
como os motociclistas ou etcetera, que caçariam alguém
por recompensa. Eles levam muito a sério esse trabalho
e, normalmente, não levam muito tempo para encontrar
alguém.
Mas, enfim, Thomas disse ao Sr. X: "Eu vou estar
aqui a cada 4 meses, apenas para mostrar que estou
vivo. Ou, eu vou estar em contato. Se eu perder DOIS
de quatro meses de contatos ou 8 meses - dois em
seguida - então você pode liberar esses papéis".
Então, tudo isso aconteceu em 1987. Eu acho que foi
em 1993 ou 94 quando Castello perdeu os contatos. Em
outras palavras, ele perdeu o contato nos primeiros 4
meses e o segundo em 8 meses. Assim, decidiu-se pegar
a caixa.
Não fui eu, mas acredito que foi Bill Hamilton. Eu
acho que ele era um deles. Acho que Tal era o outro,
mas eu não tenho certeza, não me lembro. Foi, sabem,
há quase 20 anos. Mas me lembro que foi uma tentativa
séria que eles fizeram, pelo menos seis expedições,
para encontrar esta caixa e ela nunca foi encontrada.
Bill Ryan (BR) [fora da câmera]: Você disse que
foi enterrada no topo da montanha? Isso está correto?
JL: Não estava no topo. Eu não acho que ela estivesse
no topo. Estava escondida a meio caminho do topo.
KC: Nós ouvimos que havia algo como um feitiço ou magia
negra, sabem, algum tipo de feitiço em toda a área ao
redor da caixa.
JL: Poderia ter havido. Eu acredito que não haja
nada que façamos que seja secreto. Estamos sempre num
filme ou vídeo ou algum tipo de câmera, assim tem sido
durante 40 anos. Não há absolutamente nada que
possamos esconder. Nada que pensamos ou dizemos ou
fazemos é secreto.
KC: O que significa que vocês foram vigiados porque
você estavam envolvido?
JL: Não. Todo mundo. Cada pessoa na face da
Terra.
KC: [Ri] Ah. Certo!
JL: Não há nada que ninguém faça que seja segredo. A
Marinha... Em algumas das coisas que Linda Howe
escreveu...
Na verdade, eu tive a oportunidade de falar com ela
no outro dia. Ela encontrou alguns papéis na garagem
dela que pareciam muito técnicos e ela disse que os
tinha recebido no final dos anos 80, mas ela nunca os
tinha lido.
Agora que ela teve tempo de lê-los, ela pensava que
eles tinham muito valor... e eles eram meus? Eu disse:
"Não, eles não parecem ser meus". Ela disse: "Tudo
bem. Bom, eu vou postá-los". Então ela os
colocou no site dela. Alguém da ATS diz: "Ei cara,
você tem que ver isso". Ou talvez não foi da
ATS. Acho que já tinha acabado nessa época. Foi
alguém, talvez do Open Minds.
Eu disse: "Ok, vou dar uma olhada". Então eu
fui lá. E foi... Sabem, se tem que pagar uma quantia.
Ou, sabem, se tem que pagar uma taxa para entrar no
site dela. Então, não pude entrar.
KC: Certo.
JL: Então eu escrevi para ela e disse: "Linda, eu
estou sem dinheiro neste momento. [Kerry ri] Você
pode me deixar vê-los?" Eu nunca recebi uma
resposta dela. Então, eu achei alguém para fazer o
download e li tudo. Era tudo o que eu, Tal e todo
mundo na área... Alguém tinha pego tudo isso e posto
como se fosse um documento, sabem, grande.
KC: Ah. Ok.
JL: Todas as nossas coisas. Haviam algumas frases
ocultas. Uma que me lembro especificamente falava de
um ex-Procurador Geral da República em Nevada chamado
Brian e não lembro qual era o primeiro nome. Seu
sobrenome era Brian, e era escrito B-R-I-A-N. E o
verdadeiro nome é BRYAN.
Por alguma estranha razão eu tenho a capacidade de
me recordar exatamente de coisas que aconteceram,
sabem, há 50 anos. E não sei o que é, sabem? Mas eu
lembro de coisas que li; coisas, sabem... pessoas com
quem falei. Tudo a ver com isso. [Toca os papéis
na mesa] É instantâneo. Eu não sei como isso
funciona, porque hão muitas outras coisas que não me
lembro.
KC: Uau.
JL: Mas coisas como... Lendo... Eu posso pegar esse
documento, lê-lo e dizer: "Bom, eu sei quem
escreveu cada um deles". Sabem? E lembrar isso.
Então...
KC: Isso é ótimo.
JL: O documento que ela tinha não era secreto.
KC: Então, a caixa nunca foi encontrada? E sobre as
outras 6 caixas?
JL: Cada uma foi dada a um amigo e nenhum deles foi
encontrado.
KC: Ok.
JL: Então, isso é praticamente o fim da história
Dulce. Isso surge de vez em quando.
KC: E sobre Mark Richards? Você já ouviu falar dele?
Ele é o cara... Bom, ele é o cara que disse que era um
guarda de segurança, ele está na prisão por outra...
você sabe... foi alguma armação. Ele diz que foi um
assassinato arranjado. A esposa dele, Joanne, acho que
estava fora...
JL: Total, completa pura besteira!
KC: É mesmo?
JL: É a opinião de três de nós que pesquisaram essa
história para frente, para trás, de cabeça para baixo.
Isso é The Dark of the Moon (O Lado Escuro da Lua),
ou algo assim. Quero dizer, foi loucura. Quando
comecei a ler isso... Na verdade, eu paguei por isso!
Eu mandei... sabem, efetivamente paguei com dinheiro
real por essa história. E, sabem, porque ele diz que
foi um piloto de testes para o meu pai no final dos
anos 40. O que teria se encaixado porque, sabem, eles
usavam pilotos de teste nessa época.
Algumas das coisas soavam bastante interessante. Mas
então, quando li o ataque a Dulce e, sabem, o ataque...
A história de Dulce, a luta, o que chamamos de "guerra
de Dulce", na verdade, não foi uma guerra.
O que aconteceu é que eles estavam no... Isto foi no
final dos anos 70, eu acho que foi em 79. O Gray - um
Gray - estava dando uma aula para cerca de 40
cientistas dos EUA. Era em Dulce. Era apenas uma
turma. Os guardas - nossos guardas, a Força Delta -
foram avisados que eles não estavam autorizados a
entrar numa sala de aula com um Gray, ou fazer uma
abordagem a um Gray, ou estar em qualquer lugar perto
de um Gray, com uma arma de fogo de qualquer espécie.
Assim, por algum motivo, este guarda de segurança
entrou nesta classe com uma arma e o Grey o matou
instantaneamente. Quero dizer que não houve aviso, nem
nada, apenas o matou instantaneamente.
KC: Oh, uau.
JL: Então, a Força Delta que estava assistindo no
monitor entrou a força para pegar, sabem... para se
vingar de algo que haviam testemunhado. Quando tudo
acabou, haviam 66 pessoas mortas e isso inclui todos
os cientistas e todos da Força Delta. Agora...
BR: Por um Grey?
JL: Por um Grey. Então, eu ouvi esta história.
Quando Bob estava no S-4, ele leu a mesma história.
Ele ouviu a palavra Dulce. A única diferença entre o
documento - a informação que ele leu sobre o massacre
- foi que ocorreu na Área 51. A única explicação
possível que tenho para isso é que a permissão dele
não era o suficientemente alta para ele saber sobre
Dulce. Porque não aconteceu na Área 51. Aconteceu em
Dulce. Mas ele leu toda a descrição e ele fala sobre
isso.
Talvez a gente terá tempo... Há uma fita de vídeo
ali [aponta para o outro lado da sala] chamada
The Bob Chronicles (As Crônicas de
Bob) e muito poucas pessoas a viram. Do que se
trata, foi quando Bob decidiu não voltar ao trabalho
no local de teste e ele estava, sabem... Ele estava enlouquecendo,
pois eles estavam atirando nos pneus dele. Ele veio
aqui à noite... no dia em que atiraram nos pneus - ou
no pneu.
E... sabem, ele veio aqui. Ele disse: "John, eu
vou me entregar." Eu disse: "Bob, não há
ninguém a quem você possa se entregar em TO! Ora,
pare com isso!" [John e Kerry riem]
Sabem? Assim ele dormiu no sofá naquela noite e um...
Agora eu perdi minha linha de pensamento. Ele dormiu
no sofá... Do que eu estava falando?
BR: Antes disso você estava falando sobre ele
ter visto esses documentos, mas ele não tinha permissão
para saber sobre Dulce. Mas lhe foi informado sobre o
tiroteio.
JL: Certo.
KC: Mas você estava falando sobre esta fita... a fita
que ele gravou...
JL: Ah, a fita - As Crônicas de Bob. Enfim,
logo depois que George Knapp fez uma hora de
entrevista na casa dele para ter tudo gravado do que
ele poderia nos dizer, de modo que, se o matassem,
então, pelo menos nós teríamos isso.
KC: Ah.
JL: Isso foi antes de nós fazermos, sabem, a
gravação Lazar. A fita Lazar, sabem, levou três ou
quatro meses para ser feita. E, então, ficou bem
profissional. Mas o que George queria fazer era obter
as informações importantes tal que tivéssemos a...
KC: Então você está dizendo que você tem isso?
JL: Sim, está ali [apontando para o outro lado
da sala]. A dei para Ron, um...
KC: Garner?
JL: Garner ... no outro dia, para colocá-la em DVD.
KC: Você deu?
JL: [Concordando] Hum hum.
KC: Então, você vai tentar vendê-la?
JL: Eu não penso assim. Eu disse a ele... Não, é...
Nós tentamos obtê-la... Eu conversei com George sobre
isso e ele disse que não, tecnicamente, pertence ao
Canal 8. Assim, ele não pode fazer nada com ela. Então
eu disse: "Tudo bem". Eu só a mostro aos
amigos, sabem, para dizer que...
KC: Sim, nós adoraríamos vê-la!
JL: Claro.
KC: Isso seria ótimo.
JL: Então, em poucos minutos, vamos fazer uma
pequena pausa e vou mostrar isso.
BR: Eu gostaria de lhe perguntar como isso se
encaixa na história de Phil Schneider sobre o tiroteio
em Dulce.
JL: Bom, sabe, Phil é um grande cara. Encontrei-o em
várias ocasiões. É uma grande história. Eu acho que
hão aspectos da história de Phil Schneider que são
verdadeiros, mas eu não acho que Dulce é. E não acho
que ele esteve no tiroteio de Dulce. Porque todos
foram mortos.
KC: Bom, não é possível que haja mais de um?
JL: Tiroteios?
KC: Sim.
JL: É possível. Mas Bob só leu um. Os caras com quem
falei... Poucos minutos atrás, estávamos falando sobre
os informantes que eu tinha encontrado. Depois de um
informante de que lhes falei - que me contou sobre a
construção da peça de equipamento de mineração que era
tão grande e ele não sabia como isso foi para a Lua -
ele falou sobre Dulce. Ele disse que ele conhecia isso
como Seção D. Hão outras pessoas que conhecem como
seção D e não Dulce.
KC: Ok.
JL: Esse cara especificamente... ele era o
informante. Quando eu falo de um informante,
esse cara estava lá dentro e ele disse... sabem, ele
me disse coisas que eu não tinha ouvido antes. Por
exemplo, eu sempre ouvi dizer que estivemos na Lua
antes de 1969. Ele disse: "Sim, nós estivemos lá
em 1962, em Marte em 1966".
KC: Uau!
JL: Foi ele quem me contou sobre o quarto astronauta
morto na Apollo 1, porque ele chegou lá duas
horas mais tarde. O enviaram especificamente. Ele não
disse por que eles o chamaram ou o que ele fez. Mas
ele disse que, instantaneamente, enquanto o fogo
estava saindo... a ASN, que controla tudo lá - não é a
NASA; é a Agência de Segurança Nacional - eles
bloquearam toda a área.
Ninguém se moveu enquanto eles foram lá - os caras
da ASN - e removeram o corpo. Eles tiveram que, sabem,
levar Grissom, Chaffee e White e pegar esse cara.
Porque onde ele estava sentado era embaixo da unidade
de controle ambiental. Eu lhes mostrarei como o módulo
da Apollo se parece... porque quando se começa a
falar de um quarto homem, diz-se: "Ah não há
espaço, eu já vi isso num museu".
Bom, há muito espaço lá embaixo porque é onde eles
armazenam as rochas da Lua... iriam guardar as rochas
lunares. O cara ia enfiar o pé lá e colocar a cabeça
no painel de instrumentos. Os astronautas estariam
deitados desta forma [apontando para trás e por
cima da cabeça] e ele estaria deitado dessa forma [apontando
para os pés].
O que acontecia era... era que sempre houve um
quarto cara lá para ajudá-los a resolver os problemas.
Ora, naquele dia em particular, Joe Shea devia estar
lá e, por alguma razão, Joe não pode estar lá. Assim
esse astronauta, fosse quem fosse, estava lá
ajudando-os a solucionar esses problemas.
Qualquer livro lá [apontando] que se leia
sobre a Apollo, a história oficial é que Walt Schirra
se encontrou com Joe Shea na hora do almoço e disse: "Por
que você não liga um quarto fone extra lá e envia
alguém para ajudá-los a resolver os problemas?"
Joe Shea teria dito: "Sim. Acho que vou
tentar isso". E, em seguida, cada livro continua
dizendo que era muito difícil de se fazer isso; que se
tinha que pendurar fios fora da escotilha e eles
tiveram que selar a escotilha - dessa forma não
poderiam fazê-lo. Tudo isso, naturalmente, é besteira.
Eles tinham tudo arranjado para um quarto astronauta
com essa finalidade específica, para ajudá-los a
ressolver os problemas.
Vocês conhecem Clark McClelland?
BR: Clark McClelland, sim.
JL: Clark McClelland e eu conversamos longamente
sobre isso. Sabem, até hoje lhe dói falar sobre isso,
porque foi tão horrível. Mas, sabem, nós conversamos
sobre o que aconteceu depois disso. O sentimento dele
era - foi o único que me disse - ele disse que não foi
uma MORTE específica, mas eles deixaram isso
acontecer. Eles o deixaram morrer. Isso realmente dói
em Clark.
Ok, cerca de uma semana atrás, a CNN disse que um
pedaço de gelo de 354 quilômetros por 64 ou 80
quilômetros se desprendeu da Antártida e que isso
apenas demonstrava o quão sério o aquecimento global
estava se tornando. Tinha um vídeo feito por uma
equipe britânica num Twin Otter, voando ao longo deste
pedaço de gelo grande que seguia reto como uma flecha
por 64 quilômetros.
Isto é o que estavam tentando vender para nós, o
público, como algo que tinha acabado de se desligar;
quando foi, obviamente, uma arma de energia dirigida
que fez todos os cortes retos neste gelo. Eles estão
usando as armas que eles têm - as armas de energia
direta - para fazerem todos os tipos de coisas.
Alguem cortou aquele pedaço de gelo para que
pudéssemos nos preocupar com o aquecimento global.
Que... sim, há o aquecimento global, mas não temos
nada a ver com isso. É apenas um ciclo natural da
Terra que está se aquecendo por um tempo e depois vai
resfriar um pouco. Não há nada que possamos fazer
sobre isso.
Outras coisas que eles têm feito com isso... certamente
o edifício Murrah, na Cidade de Oklahoma, foi
certamente uma arma de energia dirigida. Não há dúvida
sobre isso. Tenho certeza de que Timothy McVeigh está
vivo e bem agora. Ele fazia parte da operação. Não há
nenhuma razão para eles deixarem ele morrer. Isso foi
um teste para a arma de energia dirigida, que
foi pré-avaliada para o 911.
Falando sobre o lançamento misterioso do Atlas 5...
Atlas 5 é um foguete que nós... é um dos nossos
foguetes modernos que usamos para lançar todos os
tipos de coisas no espaço. Este foi lançado 24 horas
após a Atlantis, o STS-122, foi lançado do Centro
Espacial Kennedy. A Base da Força Áerea Patrick está
bem próximo, é a presença militar em Cabo Canaveral.
De alguma forma eles lançaram essa coisa em 24
horas. Eu só estou dizendo que a importância da
história está em que algo que subiu no
Atlantis TINHA que chegar lá em cima sem nenhum
atraso. Então eles tiveram que ter um intervalo certo
e colocaram esses astronautas - tenho certeza que eles
eram astronautas, poderia ter sido carga, mas tenho
certeza de que eram astronautas - neste Atlas 5 e
lançá-lo.
Ora, o Atlas 5, é claro, tem uma carga enorme
em cima e poderia haver qualquer coisa nele. Eu nunca
vi o que havia nele. Eu suponho que havia uma pequena
espaçonave nele e dois ou três astronautas dentro
dela. Quando o Atlas 5 sobe, ele se abre assim [fazendo
sinal com as mãos em concha e depois abrindo-as], e
essa pequena espaçonave sai e pode manobrar entre
todas as outras plataformas que temos no espaço. Então
ela pode voltar e planar para pousar na terra.
O que há de tão suspeito sobre isso é que pusseram
essa coisa no ar em 24 horas após Atlantis ter
sido lançada e a história que eles contaram. E, mais
tarde, vou lhes mostrar as manchetes dessa história
que a tornaram tão suspeita.
Uma das coisas que eu queria dizer-lhes é que eu
tenho viajado entre Las Vegas e Reno por talvez 30
anos. Meus pais se mudaram para lá em 1968. Me mudei
para cá em 1974. A cerca de dois terços do caminho
para Reno há uma cidade linda chamada Hawthorne,
Nevada. Há um lago pequeno agradável lá. É chamado de
Walker Lake. Tem cerca de 22 quilômetros de
comprimento e cerca de 24 metros de profundidade. É um
lugar pequeno e muito pitoresco, comprimido entre as
montanhas.
Existem duas operações militares ali. Uma é a
fabricação de munições do Exército, onde eles fazem
vários tipos de explosivos - mísseis, esse tipo de
coisa. Isso está de um lado da estrada. Do outro lado
da estrada está um lugar chamado NUWC (CNGS), e isso
representa o "Nave Under Water Center (Centro
Naval de Guerra Submarina)".
Ora, toda vez que passo por lá vejo aquele sinal
lindo que diz: "Centro Naval de Guerra Submarina" e
percebo que estamos tão longe, no meio do Estado de
Nevada, quanto possivelmente se pode
estar do oceano. Tudo que existe, é
areia e montanhas, tanto quanto se pode ver. E este
lago muito pequenino. Possivelmente não
poderia ser usado para treinamento de guerra
submarina, porque não é tão grande.
Então, eu sempre me perguntei... Se pode caminhar
por lá - está um declive para o lago - e se vê um par
de edifícios indistintos, mas nada muito interessante.
Portanto, eu sempre me perguntei para que serve esse
lugar.
Ao longo dos anos, voando pelas diferentes
companhias aéreas como estive, conversei com três
pessoas diferentes que disseram que há uma base de
submarinos lá.
Ora, eu sempre, sabem, quiz saber, em primeiro
lugar... Submarinos não poderiam vir para Walker Lake.
Simplesmente não pode ser. É muito raso. Não há
nenhuma forma de poderem fazer isso. E, além disso, há
um fundo e eles não poderiam sair. Essas pessoas
tinham muito conhecimento, as que me disseram isso, e
sempre me perguntava do que realmente se tratava.
Então, em agosto passado eu dei uma palestra na Expo
OVNI West em San Jose. O meu tema foi A
civilização na Lua, eu falei sobre a civilização
na Lua. E, depois da palestra, um cara da marinha veio
- em uniforme de gala, jovem - e me agradeceu por
minha conversa.
Perguntei: "Você deveria estar aqui?"
Ele disse: "Ah, sim, não há problema."
Eu disse: "Ótimo! Quando foi a última vez que você
esteve nos tubos?"
Ou perguntei: "Você esteve nos tubos
ultimamente?"
Ele disse: "Todos os dias."
Bom, essa é a pergunta-chave para se fazer a um cara
da marinha. Porque, sabem, a marinha possui um sistema
de tubos subterrâneos que passa por todo o mundo e é
muito, muito rápido. Se pode ir em qualquer lugar do
mundo em uma hora. É muito secreto. Está operacional
desde, sabem, os anos 60 - e todo mundo sabe sobre
isso - mas é um segredo grande, muito grande. É um
grande segredo da marinha.
Na verdade, conheço alguns caras da marinha
sabem, interessantes e de nível superior, e nunca
encontrei ninguém que realmente admitiu ter estado lá,
exceto esse cara. Então, quando ele disse isso, eu
pensei: "Sabe, esse cara está por dentro do
projeto secreto. Ele o conhece". Então, me
encontrei com ele depois e ele me disse algumas coisas
muito interessantes.
KC: Bom, qual é a descrição dos tubos? Quando você diz
"os tubos", você está falando... como o quê? Um trem de
alta velocidade?
JL: Sim. É um trem de alta velocidade. É quase do
tamanho desta sala. Eles têm carros pequenos onde se
entra e se fica inclinado dessa forma [recosta-se
na cadeira] e se fecha [simulando pondo a mão
sobre a cabeça e movendo para baixo para a frente dele].
E, vupt! Se está, sabem, em qualquer lugar do mundo em
uma hora.
KC: Uau.
JL: "Eu falei com esse cara e uma das coisas que
perguntei, sabem: Você sabe alguma coisa sobre
Hawthorne?" [Kerry ri]
Ele disse: "Não." Ele perguntou: "Por
quê?"
Eu disse: "Bom, você sabe, o Centro Naval de
Guerra Submarina está lá."
[Ele disse]: "Ah, é. Eu sei do que você está
falando. Sim", ele disse: "A entrada é... ao
norte de Fort Ord na Baía Monterey". [Kerry
ri]
Ele disse que o Oceano Pacífico passa por baixo da
Califórnia, de Nevada e de Idaho. Ele disse [apontando
para o mapa dos EUA ocidental] esse é o canal que
vai da Baía Monterey para Hawthorne, e há um elevador
em Hawthorne que desce 1.300 kilômetross - porque a
altitude de Hawthorne é 1.300 kilômetros - e o
elevador os leva até ao nível do mar sob Hawthorne.
É por isso que a base do Exército está lá, é porque
são eles que fazem o material bélico que vai no
submarinos. É por isso que nunca se vê, ou ninguém
nunca viu, quaisquer caminhões carregados de munições
sair de Hawthorne para sul ou para norte. Eles não
saem. Eles vão até ao Oceano Pacífico, onde os
submarinos entram e eles carregam e vêm para aqui [apontando
para a costa da Califórnia no mapa ].
Há também... Agora sei onde um amigo meu foi...
Scottie Lyon, SEAL Team 6, um dos fundadores originais
da equipe SEAL. Grande cara, falecido, então agora eu
posso falar. Ele me disse que havia uma base secreta
da Marinha em Lake Tahoe. Ele não me disse mais do que
isso. Mas agora entendo o que todo mundo está
falando. Hão bases subterrâneas, bases Navais, que -
ligadas pelo Oceano Pacífico - vão por toda parte.
Há alguma em Idaho. E, quem sabe? Sabem, há alguns
meses na ATS um cara disse que o pai dele trabalhava
em submarinos nucleares em St. Louis, Missouri. Então,
sabem, ele foi lá e viu o lago e etcetera. Assim,
minha pergunta era: Será que eles vêm pelo Mississipi?
Ou será que eles vêm no sentido leste do Oceano
Pacífico para lá? Então a pergunta é: Será que isso se
conecta com o Atlântico? E é muito possível que sim.
Dois dos submarinos nucleares originais que foram
perdidos pela Marinha, como vocês se lembram, foram o
Thresher e o Scorpion. Ambos tinham
histórias fantásticas sobre, sabem, uma válvula
esplodindo, ou ataque de um submarino soviético, esse
tipo de coisa.
Mas se se entrar nos Arquivos Branton e se ler sobre
essa história, os submarinos foram perdidos explorando
esta área aqui [apontando para o mapa da
Califórnia e Nevada]. Ambos... o Thresher e o
Scorpion.
O que é interessante... na ATS, quando comecei a
falar sobre isso [rindo] eles chamaram a
grande equipe do Pentágono. [Kerry ri] Este
cara da marinha fanfarrão entra, sabem, todo arrogante
e insolente e: "Eu ouvi que alguém quer falar
sobre o Thresher e o Scorpion", sabem.
Eu o deixei a vontade. E, claro, ele se foi no dia
seguinte. Ele não percebeu, sabe. Ele pensou que nos
iria, sabem, intimidar. Isso foi realmente
interessante.
Uma das coisas de que ouvi falar foi de um navio de
guerra computadorizado. É chamado de Fleet 21.
Ele existe. Eles acabaram de concluir os testes no mar
a sudoeste de Coronado. Entrará em pleno
funcionamento.
Tem 180 metros de comprimento e é exatamente como
qualquer outro navio de guerra, exceto que não há
nenhuma pessoa nele. É tudo informatizado. Há um
heliporto na popa, pois se alguma coisa der errado,
eles trazem uma equipe com nove membros que desce, vai
a sala de informática, o corrigem e depois decolam. O
que isso nos permite fazer é ataques totais com um
navio de guerra sem ninguém ser ferido.
[Kerry ri]
JL: A outra coisa que ouvi foi que temos
[segurando um desenho] o que é chamado de submarino
de ataque rápido.
As coisas que estou dizendo a vocês não são
tecnicamente classificadas, por esta razão: Vários
anos atrás, foi determinado que no minuto que se
classifica alguma coisa, se tinha que fazer tanta
burocracia que era melhor não classificar. Poucas
pessoas deveriam saber sobre isso. Assim, o melhor a
fazer era não contar a ninguém sobre isso, exceto
aquelas pessoas que sabiam disso e sem
classificá-lo. Dessa maneira se pode mantê-lo mais
secreto - se isso faz algum sentido.
[Mostrando diagrama] Este é o submarino nuclear de
ataque rápido. A coisa interessante sobre isso é,
acredito que ele usa a fusão em vez de fissão.Tem
apenas 21 metros de comprimento. Imagine uma fonte de
energia nuclear que poderia energizar aquela coisa
dentro desse espaço tão pequeno.
[Apontando para o lado do navio] Este é um dos 12
homem da Equipe SEAL Lockout. Este é o submarino. Acho
que há cerca de 70 deles agora. Esse é o primeiro,
creio eu, que foi inaugurado, pois eles podem
mergulhar a uma grande profundidade, chegar no fundo e
ter a equipe de 12 homens indo lá e fazendo o que
quiserem com os cabos. Esta coisa é altamente
avançada. Tem 21 metros de comprimento, faz 120 nós e
tem uma tripulação de nove homens.
[Apontando] O ROV (Remote Operated Vehicles) que
significa veículos operados remotamente. São dobráveis
e hão três deles. Um deles pode voar. Eles realmente
podem subir e voar ao redor e tirar fotos ou fazer o
que quiserem.
Se ouve dizer velocidade de 120 nós e se diz: "John
Lear, vamos lá, sabemos que aviões e cascos
submersos não podem ir tão rápido". Bom, o fato
é que agora eles encontraram, ou aperfeiçoaram,
resolveram "o controle da camada limite".
O controle da camada limite é a parte do mar que entra
em contato com o navio e cria atrito.
BR: Então, é similar à tecnologia que eles
acharam para as asas do bombardeiro B2?
JL: Sim.
BR: Mas aplicada à água.
JL: Submarinos.
BR: Entendo.
JL: Eles fazem as coisas no espaço em fábricas.
Quando o ônibus volta e quando outros aviões... (Eu
vou lhes mostrar uma outra imagem de um avião aqui que
foi visto sobre a Irlanda a alguns anos atrás) ...
voltando, eles estão trazendo peças. E as trazem em
folhas, rolos e barras.
É uma coisa fantástica e se pode fazer todos os
tipos de coisas. Mas, a coisa mais importante que se
pode fazer... Como em submarinos, isso mantém a camada
limite - essa camada entre o casco e o mar - cerca de
3 a 5 centímetros de distância, assim, não há
absolutamente nenhuma fricção. Nem há qualquer ruído
associado a isso.
Portanto, eles usam isso não só nos navios de guerra
novos, mas nos submarinos e nos aviões. É realmente,
realmente, um material fantástico.
Então, é assim que eles podem ir a 120 nós. Sabemos
que o deslocamento do casco de um barco, digamos, o Ronald
Reagan... A velocidade máxima teórica é de 1,34
vezes a linha d'água. E, nós sabemos que a linha
d'água do Ronald Reagan é de cerca de 305
metros. Então se pega 1,4 vezes a raiz quadrada disso
e se tem cerca de 32 nós. Isso parece razoável para a
maioria das pessoas. Sabem, como porta-aviões fazendo
32 nós - cara, isso é realmente se arrastar.
O fato é que acho que o Ronald Reagan faz
cerca de 90 nós. A razão de achar isso é porque o Enterprise,
definitivamente, faz 75 nós. Tenho amigos que
trabalhavam nele e eles disseram que sempre que tinham
que ir a algum lugar rápido, eles diriam a todos para
irem para abaixo do convés principal - sabem, por
causa do mau tempo. Então, eles viajavam até 75 nós.
A razão deles fazerem isso: Número 1 - eles não
queriam que ninguém descobrisse o quão rápido eles
iam. Eles não queriam nínguem voando do convés.
Porque, 75 nós, é realmente voando - isso é quase 145
quilômetros por hora! Não se quer ninguém tentando
atravessar o convés quando eles estão acostumados
apenas a andar em 30 nós.
Então quando se diz: "Bom, quando chegarem, não
fariam quaisquer perguntas?" Não. O fato é que
ninguém faz quaisquer perguntas.
A aeronave TWA 800 foi abatida por um submarino da
Marinha. Foi mantido em segredo. Eu ouvi muitas vezes
as pessoas dizerem: "Bom, não é possível
porque sabemos que os caras da marinha são os mais
faladores do mundo e certamente alguém iria falar."
Isso não é verdade. A marinha é uma das forças mais
unida do mundo. Ninguém diz nada a não ser que deva
fazê-lo. Não há nenhuma maneira possível que alguém
naquele submarino jamais dissesse algo. Sim, uma
pessoa ligou para o pai. Essa pessoa se chamava Jim
Sanders, que escreveu A Queda do Vôo TWA 800.
Mas esse foi o único que disse algo.
BR: Que míssil foi esse?
JL: Eu não sei. Mas era um que estava destinado a um
pequeno avião operado por controle remoto. Quando eles
o lançaram, o avião estava entre o TWA 800 e o
submarino. E, por alguma razão, quando o míssil foi
lançado ele perdeu - instantâneamente, apenas por um
instante - a mira no pequeno avião. Quando ele refez a
mira, ele mirou o TWA 800. Quando ele entrou no TWA
800, ele entrou na primeira classe, sabem, derrubou o
nariz e fez o tanque central, sabem, explodir.
KC: Portanto, você está dizendo que foi um acidente.
JL: Foi um acidente. Foi um acidente da marinha.
Eles estavam usando-o apenas para exercícios reais de
tiro.
KC: Certo.
JL: Eles fizeram isso muitas vezes. Esse foi o
quinto avião - avião civil - que a marinha abateu
desde 1963.
O primeiro foi o vôo Tiger Line, para quem eu
trabalhei. Um Lockheed Constellation sobre Guam, onde
um piloto da marinha voava e estava apenas fazendo
alguns, sabem, mirando o avião passando, porque ele
não tinha mais nada para mirar, e, acidentalmente,
atirou um míssil. Abateu o avião, matou todos a bordo.
Esse acidente foi classificado, como sempre, sabem,
"causas desconhecidas".
Mas isso levou a Tiger Lines a ser a maior
transportadora de carga durante a Guerra do Vietnã e o
Pentágono autorizou um vôo separado da Tiger Airline,
que foi chamado Serviço Aéreo Tiger, para executar os
vôos extras do Japão até o Vietnã. Quero dizer, a
empresa Tigers fez fortuna com esse acidente. Eu
estava perto...
BR: Então, antes que eu perca o fio da meada, eu
gostaria de comparar os testemunhos. Porque nos foi dito
por Henry Deacon - na verdade ele nos pediu para tirar
isso do nosso site - porque ele estava curioso sobre o
que havia acontecido com TWA 800. Então, quando ele
estava no projeto secreto, ele fez perguntas.
Ele disse que foi um míssil Stinger. Eles
miraram exatamente o pequeno avião e o perderam. Esta é
exatamente a maneira como ele disse. Ele disse que foi
um acidente genuíno da marinha. Ele disse que a coisa
toda foi encoberta. Ele disse que a coisa estava bem no
topo do limite da altitude classificada - que é maior do
que é divulgado - cerca de 4.260 metros.
JL: Isso é possível. Porque foi divulgado como 2.430
metros. Foi por tudo isso que o Stinger foi
desativado.
BR: Sim. É possível que um Stinger fosse
lançado de um submarino? Eu pensei que isso fosse feito
a mão.
JL: Não, eu acho que a história do Stinger e
a altitude dele é um segredo... Talvez estejamos
tentando fazê-lo parecer... como se os terroristas os
dispararam em vez da marinha. Preferiríamos ter
terroristas os lançando, em vez de nossa marinha.
Porque a nossa marinha apenas abateu o navio iraniano,
então por que eles abateriam...
BR: O que Henry disse foi que era um Stinger,
mas isso foi um acidente da Marinha.
JL: Ele poderia ter sido. Fosse o que fosse, duvido
que um Stinger fosse disparado de um navio da
marinha. Há muita evidência que a Marinha o fez. Eles
fizeram isso e duvido que eles fizeram isso com um Stinger.
BR: OK.
JL: Um Stinger tem um explosivo nele e não
havia explosivos no TWA 800. Havia apenas o
combustível que danificou tudo. E isso está
registrado.
BR: Tudo bem.
JL: Sanders escreveu uma coisa excelente sobre isso.
Mas, enfim, foi assim que aconteceu com o TWA
800. Isso me afetou diretamente, porque a FAA veio com
uma desculpa - e sabem, isso é tudo culpa de Richard
Clark - sabem, tentando colocar a culpa em um tanque
central, fiação exposta em uma bomba de combustível.
Isso é MUITO impossível, eu não posso mesmo
dizer-lhes! Durante o tempo dessa investigação eu
estava pilotando um Lockheed L1011, que era um avião
de carga enorme. Ele tinha uma porta de carga
gigantesca. e eu estava levando capotas do Boeing 777
de Wichita, onde eram feitas na Boeing, para Seattle.
Enquanto a gente esperava por essa coisa ser
carregada, conversávamos com os caras da Boeing, eles
estavam furioso com a FAA e o NTSP que estavam
tentando culpar essa fiação em arco numa bomba de
combustível. Porque não HÁ fiação numa bomba de
combustível que esteja em qualquer lugar perto do
combustível.
É simplesmente ridículo. Todo mundo estava chateado
com a coisa toda. Eu estava chateado porque a FAA, em
seguida, disse que se tinha que manter combustível
suficiente cobrindo a bomba de combustível para que
não curvasse - porque, sabem, se há combustível, isso
não pode curvar. Pois se apenas houver vapores,
vai curvar.
Bom, no L1011, tínhamos cerca de 52 mil quilos de
capacidade de carga. Se mantivéssemos o centro do
tanque da bomba de combustível coberto, perderíamos
cerca de 900 ou 1.300 quilos. Esse foi o ponto chave.
Isso acabou falindo Kittyhawk, para quem eu estava
trabalhando. Mas, enfim...
KC: Eu quero lhe fazer uma pergunta. Você conheceu Ben
Rich?
JL: Não. Mas eu conversei com pessoas que o
conheceram. Assim, eu vou lhes dizer o que Ben Rich
tinha a ver com isso. Primeiro de tudo, vocês sabem
onde ele nasceu? Ben Rich foi um dos melhores, o
maior, espião Mossad nos Estados Unidos. Quero dizer,
ele obteve as informações mais confidenciais.
Eis o que aconteceu. Eis como ele ficou em maus
lençóis com Israel. Em 1947, quando Israel se tornou
um Estado, James Angleton era chefe da CIA em Roma.
KC: Certo.
JL: Tudo bem. Eles enviaram Angleton até Tel Aviv,
junto com alguns rapazes no MI-6 para formar Mossad.
Por alguma razão, seja quem for, ou seja lá como isso
aconteceu, James Angleton aliou-se ao Mossad assim
[cruza os dedos] para sempre. Ele era o espião
duplo.
Se se lembram, em 1960 ele era o Diretor chefe de
Inteligência Externa da CIA e era o cara que estava
sempre procurando por um espião duplo russo.
[Rindo] ELE era a espião duplo russo! Porque, sabem,
ele era tão amigo do Mossad, ele diria coisas ao
Mossad e o Mossad as passaria para a Rússia.
Então, quando David Ben-Gurion, no verão de 1963,
disse: "Temos que matar Kennedy. Temos que fazer
isso. Estou cansado dele nos ameaçar com inspeção em
Dimona. Não é da maldita conta dele. Eu não quero
ouvir mais nada de Kennedy. Matem-no." Ele deu a
ordem ao Mossad e depois renunciou tal que ele não
poderia ser responsabilizado por isso. O Mossad, em
seguida, foi para Angleton.
O assassinato de Kennedy não foi um trabalho da CIA,
mas foi induzido pela CIA só porque Angleton estava lá
com os amigos do Mossad. Ele foi quem induziu as
derrapagens por tudo o que aconteceu em Dealey Plaza,
a fuga e etcetera. Haviam atiradores corsos lá,
contratados pelo Mossad.
Eles levaram a cabo a coisa toda e todo mundo diz: "Ah,
eles acham que a multidão matou Kennedy ou talvez
Johnson o fez ou, sabem, Castro". Não foi. Foi
Israel. A razão por eles fazerem isso é porque David
Ben-Gurion não queria mais inspeções em Dimona. Isso é
tudo.
KC: Esse é o nuclear... É onde eles fazem os testes
nucleares/biológicos?
JL: É onde eles fazem as bombas nucleares, com o
plutônio que eles roubaram de nós.
KC: Mas o que é que Ben Rich tem a ver com isso?
JL: Certo. Então, Ben Rich nasceu numa família judia
muito rica nas Filipinas e foi muito bem educado. Ele
foi colocado em Lockheed, em 1953, como o segundo sob
o comando de Kelly Johnson. Ele estava lá durante o
desenvolvimento do U-2 e ele estava lá durante o
desenvolvimento do stealth.
KC: Há muito sobre Ben Rich, famoso... tipo de citações
de OVNI, esse tipo de alusão às coisas... tecnologia.
Certo?
JL: Certo.
BR: É. Não há nada sobre isso nesse livro
[referindo-se ao livro que John folheava]. Esse livro é
a história confidencial sobre o que aconteceu com o U-2.
KC: Entendo.
BR: E o XR71.
KC: Mas ele disse... Qual é a citação exata? Você
provavelmente se lembra disso.
JL: Temos coisas que deixariam George Lucas com
ciúmes. NÓS poderíamos levar o ET para casa.
KC: Sim. Então, quero dizer, ele era um membro antigo
do grupo secreto, é o que você está me dizendo. Certo?
JL: Sim. Mas ele era um espião do Mossad e vou te
dizer como eles fizeram isso. Certo, então...
KC: Mas, em algum nível, se ele é um espião do
Mossad... Porque o Mossad parece estar em conluio com -
se quiserem chamá-los assim - sabem, os nazistas, o
grupo nazista da NASA.
JL: Estou feliz por você compreender isso, porque
quando as pessoas dizem: "Será que Israel tem algo
a ver com 911?" Eu digo: "Tanto quanto o
Papai Noel tem a ver com Natal!"
KC: [Ri]
JL: [RI] Então, de qualquer maneira...
KC: Então, é, eles estão todos trabalhando juntos. Você
está me dizendo que Angleton estava envolvido com
Mossad. Você está me dizendo que Ben Rich estava
envolvido com Mossad. Você sabe, nós temos todo... Há um
alinhamento completo.
JL: Com certeza, positivamente, sem sombra de
dúvida. Agora nos preparamos para construir o caça
stealth. Esse foi o começo das coisas
verdadeiramente secretas que ocorreram dentro do
nosso governo.
A marinha queria um caça stealth secreto para eles.
Foi chamado de F-19. Fica confuso aqui, porque as
pessoas dizem: "Ah, o F-19. Esse foi realmente o
F-117A. Eles apenas o renomearam"
Não. Não, o F-19 era um outro avião. Eles fizeram 62
deles. Eu tinha um amigo que não só trabalhou em
aviônica, mas eu tinha um amigo que sabia sobre isso.
Ele não o pilotava, mas ele conhecia os caras que os
pilotavam. Então eles eram aviões completamente
difetentes.
Na Skunk Works em Burbank ... Havia uma espécie de
cortina de ferro fundido cinzenta na Skunk Works
que separava [gesticulando para direita]
se tinha o 117A, deste lado e o [gesticulando
para a esquerda] F-19A deste lado. Ambos usaram
os motores do F404. Ambos usaram o mesmo trem de
pouso. A razão era que eles estavam tentando construir
este avião secreto da marinha sem gastar dinheiro,
usando peças de reposição do F-117A, assim, eles o
mantiveram completamente, totalmente secreto.
Sabem o quê? Eles mantiveram o segredo até hoje.
Porque não se epode encontrar uma pessoa... Esse é um
dos grandes problemas que eu tive na ATS. As pessoas
vinham em cima de mim. Eu começaria a falar sobre o
F-19 e, menino, eu vou te dizer, se fala sobre um
assunto delicado! Eles não querem ouvir isso.
Então aqui nós temos Ben Rich na página 48
[segurando o livro], falando sobre a Skunk Works e
como ela funciona. Ele diz: "Enquanto isso, a
marinha veio até nós para testar a viabilidade de
sistemas de armas para o Stealth e configurar o
sistema de segurança ultra-secreto dela que era duas
vezes mais rigoroso do que o da Força Aérea. Nós
tivemos que instalar sistemas de alarme especial que
nos custou uma fortuna na seção do nosso edifício
sede dedicada ao trabalho para a marinha." [Kerry
ri]
Ok, agora, aqui está o armação. Tudo o que eles
queriam era os sistemas para o stealth.
Certo. No parágrafo seguinte ele diz: "No meio
de todos esses inter-serviços de competição,
segurança e afã, o Major-General Bobby Bond, que
estava no comando da guerra tática, veio trovejando
na Skunk Works com sangue nos olhos numa manhã
quente de setembro".
"Os ventos de Santa Ana estavam uivando e metade
de Los Angels estava sob um manto de fumaça. Minha
asma estava voltando e eu não estava com disposição
para visitas. Mas o general Bond era uma pessoa que
pensava muito e uma pessoa preocupada que me deixou
e a todos completamente malucos naquela época,
enquanto ele acompanhava a evolução do F-117A."
"Ele sempre pensava que estava sendo enganado ou
castigado de alguma forma. Ele bateu na minha mesa e
me acusou de ter alguns dos meus melhores
trabalhadores do avião "Have-Blue"
dele - que era o 117A - trabalhando em algum projeto
fictício da marinha."
"Eu fiz o meu melhor para parecer magoado e
apaziguar Bobby, até levantei a
minha mão direita em um juramento solene. Eu disse a
mim mesmo: "E daí? É uma pequena mentira. O que mais
posso fazer? O projeto da Marinha é secreto e Bonds
não tem necessidade de saber. Ambos poderíamos ir
para a cadeia se eu lhe disse o que
realmente estava acontecendo.""
Então, aqui ele diz: "Infelizmente, na saída
para o almoço o general avistou um bloqueio e
sistema de alarme especiais acima de uma porta sem
marcação que ele sabia, das andanças nos anéis do
Pentágono, que era usado apenas pela marinha nos
projetos ultra-secretos."
"Bonds apertou meu braço: "O que está acontecendo
dentro daquela porta", ele exigiu saber. Antes que
eu pudesse pensar em outra mentira, ele me mandou
abrir a porta. Ele disse: "Rich, seu canalha
desonesto! Estou lhe dando uma ordem direta! Abra a
maldita porta neste instante ou vou destruí-la com
esse maldito machado de bombeiro!""
[Kerry Ri]
O cara estava falando sério. Ele começou a
bater na porta até que finalmente abriu uma
rachadura. Ele entrou a força e lá estavam alguns
dos Comandantes da Marinha assustados. "Bobby,
isto não é o que você pensa",
eu menti em vão. "Uma ova que não é, você está
mentindo, FDP!""
Eu me rendi, mas não graciosamente. "Ok, você me
pegou. Mas antes de irmos para o almoço você vai ter
que assinar o formulário de uma "Divulgação
Inadvertida" ou eles vão nos massacrar!" A marinha,
é claro, ficou indignada conosco. Um general da
Força Aérea vendo o projeto secreto deles era tão
ruim como entregar o projeto para os russos."
KC: [Rindo]
JL: OK. Então...
BR: Esse era o F-19. Você tem uma gravura
artística na parede lá em cima, não é?
JL: No final? Sim. Essas são gravuras artísticas.
BR: Avião bonito.
JL: Certo. Então, [apontando para o livro] vêem
esta coisa pequena na parte inferior da página? Isso
diz que o General Bond mais tarde foi morto em um vôo
de teste. Por causa da tragédia, o Pentágono decidiu
que oficiais generais não podiam mais fazer vôos de
teste.
Isso foi em 1984. Sabem o que o matou? Na história
foi um MIG-23 - que todos nós sabíamos que era
besteira. Ele foi morto num F-19 porque ele exigiu que
a Marinha o deixasse pilotá-lo. O que eles fizeram
foi, eles desabilitaram... eletronicamente
incapacitaram... o sistema de controle e o mataram.
A razão de terem feito isso, é que eles não queriam
que a Força Aérea soubesse sobre o projeto da marinha.
A razão pela qual não queriam que eles soubessem sobre
o projeto da marinha era porque parte desses aviões
iam para as transportadoras e parte ia para Israel.
ESSA é a história de Ben Rich.
BR: Você está dizendo que Israel teve, ou tem, o
F-19?
JL: O F-19. Sim. Quero dizer, tem 25 anos. Quer dizer,
é um grande negócio? Israel tem... Papai Noel tem o
Natal?
[John e Kerry riem]
KC: Muito bom isso! Ok. Eu também quero lhe perguntar
uma outra coisa. O general que Bush acabou de demitir,
ou o que quer que você queira chamá-lo...
JL: O almirante Bill Fallon! Eu tenho todo... Eu
tenho uma história da revista Esquire! Quando
ouvi isso, eu fui até a livraria Borders e comprei
aquela coisa e a trouxe para casa e a li palavra por
palavra! [Kerry ri] Quer dizer se fala sobre
um cara bom! Sabem?
KC: Sim! Certamente.
JL: Ah, com certeza! Fiz Marilee ler isso. Eu disse:
"Você lê isso, porque essa é a diferença entre a
guerra e não guerra!"
KC: Sim, certamente!
JL: Eu disse: "Se não houver nenhum cara na
marinha bom, ele é o cara bom da marinha". Ora,
sabem, ele esteve envolvido em muitas coisas ruins.
Ele sabe sobre o alienígenas... Ele sabe sobre tudo.
Mas ele estava tentando fazer um bom trabalho. Então
isso foi ruim...
KC: Então, esse é um arenque vermelho real, certo?
JL: Sim.
KC: Então, agora nós estamos em um trem rápido em algum
lugar?
BR: Isso é má notícia, a saída dele, quero dizer,
ou isso é apenas a maneira dele...
KC: Ele não se demitiu. Ele foi demitido, não foi?
BR: Não, ele se demitiu.
JL: Não, ele se demitiu.
KC: Eu sei a história...
JL: Ele provavelmente sabia o que estava por vir.
Mas o fato dele realmente dizer isso na revista Esquire,
sabem - dois ou três meses antes, sabendo que
ia ser publicada - agora me diz que ele sabia que
estamos indo rápido, sabem, para uma guerra nuclear no
Iran. Não haverá nenhuma guerra lá sem bombas
nucleares. Isso é garantido.
BR: Qual seria a posição de Mike McConnell sobre
isso?
JL: Mike McConnell... Tenho certeza, sabem, ele foi
MJ1. Eu acho que ele é um cara bom. Nós o incluímos em
nossa "Qui Tam" queixa porque acho que ele pode
ajudar. O que ele está fazendo agora não faz qualquer
sentido para o programa global, mas, sabem... Eu não
sei. Eu só estou esperando que Mike seja um cara bom.
O que você acha?
BR: Nós acreditamos que ele é um cara bom. E é
interessante...
JL: Vocês sabem sobre a conexão
completa dele com Dan, certo?
KC: Ah, sim, com certeza.
BR: É interessante especular que a razão para o
lançamento da Estimativa de Inteligência Nacional no
início de dezembro foi para contrariar as investidas de
Bush. Porque é o que parece... houve uma tentativa de
parar a guerra.
JL: E por causa da conexão com Dan, acho que ele é
um cara bom.
KC: Certo. Sim, isso é basicamente o que nós pensamos,
mas por causa do que temos ouvido de Dan sobre ele,
sabes.
JL: Então o que eu disse aos caras na queixa
"Qui Tam"... Jerry Leaphart é o advogado; Morgan
Reynolds a peticionou. Judy Wood a peticionou em
separado. Ela é que é a especialista em dissociação
molecular - DEW's. Hão algumas pessoas participando,
inclusive eu.
E, sabem, eu disse a esses caras... Eu estive
acompanhando os esforços de Morgan. Em novembro liguei
para ele para fazê-lo ciente de certas coisas que eu
sabia sobre os aviões que ele não sabia. Ele disse:
"Você é o cara da aviação?" Eu disse: "Sim".
Assim começamos um diálogo por e-mail.
Depois, em dezembro, ele estava indo assumir o
programa de Jim Fetzer por alguns dias e me perguntou:
"Você gostaria de ser entrevistado?" Eu disse:
"Claro". Então, fui lá e ele descobriu o quanto
eu sabia sobre o 911.
Em seguida, alguns dias depois, ele e Jerry me
mandaram e-mail e disseram: "Você sabe, nós
estamos honrados com o que você disse. Nós
acreditamos que você é muito bem informado. Será que
você concordaria em nos ajudar? Você estaria
interessado em apresentar um depoimento?" Eu
disse: "Sim! Diga-me o que você quer." Então,
escrevi o depoimento de 15 páginas e...
KC: Isso é uma grande coisa.
JL: ...e tenho estado com eles desde então. Mas
quando eu estava começando a entrar nisto eu disse: "Bom,
eu quero que vocês entendam isso - não há NENHUMA
MANEIRA de conseguirmos isso por nós mesmos. Tudo o
que estamos fazendo é abrindo a porta para alguém
nos ajudar. Não há nenhuma maneira de podemos
fazer isso. Há muito poder acima de nós".
Eu estou esperando que hajam caras como McConnell e
Fallon que verão o que estamos fazendo e tentarão
descobrir uma maneira de nos ajudar - porque nós não
vamos conseguí-lo por nós mesmos.
KC: Certo. Você acredita que a América vai se dissolver
em uma guerra civil em algum momento nos próximos anos?
JL: Eu não penso assim.
KC: Não?
[John balançando a cabeça negativamente]
KC: Certo. Bom, o que você acha do fato de que muitas
das coisas, muitas das coisas do governo, estão sendo
enviadas para o Colorado? Quer dizer, alguns dizem que
basicamente Denver é, você sabe... O Pentágono e tudo o
mais está se mudando para o Colorado.
JL: Eu acho que é Sandia, mas acho que Colorado é um
disfarce. Mas posso estar errado. Eu acho que tudo
está sendo enviado para lá [apontando para fora da
câmera]. Na verdade, deixe-me desfazer isso...
[John tira o microfone e agora está do outro lado da
sala]
A 20 anos atrás, eles estavam tendo problemas em
manter os programas secretos usando nomes secretos.
Então, o que eles fizeram foi, eles usariam como nome
de um programa um nome que era comum - como as
Montanhas Sandia, a Corporação Sandia, sabem, o
deserto de Sandia, dessa forma - o chamariam "Sandia".
Assim se acontecesse de alguma vez vir a público, todo
mundo iria pensar: "Ah você está falando apenas da
Empresa Sandia. Eu passei por lá outro dia." [Kerry
ri] Sabem, então, essa é a maneira como eles mantem
algo secreto.
[John puxa uma foto ampliada] Aqui está o
espaçoporto do outro lado da Lua. Eu posso
mostrar-lhes o livro da NASA com as fotografias da
NASA e vocês podem pegar a lupa de vocês e ver o
espaçoporto. [Kerry ri]
Não há dúvida sobre isso. Sabem por quê? Porque a
foto foi tirada em 68 e a NASA não levou a sério os
retoques até 1970. Então, comprei todos as fotos da
NASA pré-1970, um... livros, porque eles não tinham
desenvolvido a técnica de retoque...
KC: Você já falou com Hoagland sobre isso?
JL: Sim. Na verdade, estávamos no show de George
Noory e George mostrou a ele isso. Eu disse: "Então,
isso se parecem com um terminal espacial para você,
Richard?" Ele disse: "Não, parece com um
terminal aéreo."
[Kerry rindo]
Bom, veja. Se pode até ver os tubos, o tubo suporte.
Quero dizer, não há dúvida sobre isso. Aqui está outra
coisa... [Puxa outra foto] Aqui está uma
cratera chamada Damoiseau. Não há dúvida, sabem, que
as áreas assim... Tudo isso são casas, prédios, coisas
assim. Quero dizer, não há nenhuma dúvida.
Enfim, no outro dia pensei, sabem, eu apenas
gostaria de ver... eu tenho esta foto - foi tirada
pelo Observatório Lick. Então, peguei no outro dia...
Eu ia ampliá-la para ver se eu podia ver isso. Então,
peguei essa foto aqui [segura a ampliação] e
digo: "Certo, está bem aqui perto de Grimaldi",
e olho. Está tudo limpo! Olha isso... Aqui estão
aquelas crateras malditas e se olha para aquele lugar!
Não existem quaisquer crateras? Nenhuma!!! Parece que
há uma névoa! Se está falando sobre algo que realmente
me irritou!
[Kerry ri]
JL: Enfim, eu estou tentando mostrar-lhes Sandia.
[Abrindo um mapa grande]
KC: Sim. Por favor, mostre.
JL: Esse é o meu MELHOR mapa. [Apontando para o
mapa] Aqui está Las Vegas, aqui é Groom Lake, aqui
está a Cadeia de Montanhas Tonopah de Teste.
KC: Certo.
JL: Aqui está Sandia. Está na Mesa Paiute. Há uma
faixa lá em cima e depois hão duas faixas novas no
lago seco lá. Então, aqui, eles têm uma base realmente
totalmente secreta... Ely. Vamos ver... aqui
está o Riacho Wilson, Lincoln, Welch. Ah, Ely, para a
direita bem aqui. Isso é um lago seco.
KC: Bem, isso é no meio do nada.
JL: É uma tira de 3 quilômetros. Isso é realmente um
segredo. Se pode dirigir por 2 horas de manhã e de vez
em quando se verá as luzes se acenderem. Ora, a
maneira que se pode identificar as bases secretas é
que as luzes da pista são azuis.
[Kerry ri]
JL: É da Força Aérea.
KC: É mesmo?
JL: Mas eles tem essas...
KC: Por que as luzes são azuis? Qual é a importância do
azul?
JL: É apenas exatamente como as luzes da pista da
base secreta da Foraça Aérea são... Azul. Então eles
tem esse novo negócio que está em vigor por cerca de
20 anos. A maioria dessas coisas são subterrâneos.
Quando um piloto vem para uma aterrisagem - apenas
quando ele chega a cerca de 150 metros - o chão se
abre como [gesticula, os dedos e a palmas das
mãos juntos, depois palmas separadas] e ele apenas
aterriza. O chão .. poderia ser uma floresta, poderia
ser um deserto, poderia ser um campo de algodão, ele
se abre assim. O avião aterriza. O chão se fecha por
cima do avião e eles tomam um elevador e descem.
KC: Uau! Isso é incrível.
JL: Então isso é Sandia. É por isso que é chamado de
Sandia. Para fazer as pessoas pensarem que é apenas um
lugar qualquer.
KC: Então você não teve qualquer exposição a viagem no
tempo, salas de saltos, a...
JL: Não, sala de salto é incrível. Noutro dia Ron
Blackburn estava aqui porque ele deu ao meu 6 anos de
idade um computador. (Eu vou ter que pensar se devemos
editar isso ou não) Mas eu estava falando sobre a sala
de salto e Ron disse: "Ah, é, eu conheço isso. É
tecnologia de salto." Ele disse isso assim: "Ah,
isso é a tecnologia de salto. Eu sei disso".
[Kerry, John rindo]
Certo, aqui está o avião espacial que o cara viu na
Irlanda. [Lendo de um diagrama desenhado à mão]:
"É 10 vezes maior que um Boeing 747".
KC: Uau. Incrível.
JL: Caudas gêmeas ligeiramente visíveis.
Compartimento do motor a jato preto. Sem bicos.
KC: Então você nunca viu nada parecido, não é?
JL: Não. Ele o viu ao pôr do sol. Ele disse: "O
ângulo do Sol era muito baixo, quase se pondo. Visto
a exatamente 07:00, logo acima, e levou 7 segundos
para chegar ao horizonte. Ele disse: "Desapareceu
sobre Belfast fora da luz solar. Um nariz branco
pequeno e sem rastro de vapor, sem estrondo sônico.
Demarcação das seções do corpo visível, todo cinza
escuro."
BR: Eu tive alguma correspondência com esse cara.
JL: Ah, você teve?
BR: Sim, apenas a alguns meses atrás. Concluímos
algumas coisas juntos. A coisa deve ter ido 29.000
quilômetros por hora.
JL: Miles Johnston?
BR: Sim. Isso está correto.
JL: Esses são os desenhos originais dele.
KC: Ah, uau.
JL: A primeira vez que ele me ligou, ele perguntou:
"Será que você tem algum interesse nisso?" Eu
disse: "Claro, Miles! Envie-o, envie-o! Ele disse: "Bom...
BR: Ora o que fiz, John, foi pô-lo em contato
com Mark McCandlish para que Mark McCandlish pudesse
fazer um desenho profissional realístico para ele. Assim
os dois têm trabalhado juntos tal que Mark pode
adicioná-lo ao arquivo dele. Portanto, esses dois têm
tido muita diversão.
JL: Se houvesse um planeta que eu pudesse ir, eu
escolheria Saturno. Porque dizem que, se se der uma
olhada nele, a mente ficaria tão perplexa que não se
poderia fazer nada por três dias.
Eu encontrei num site um tópico chamado os Extraterrestres
São Reais, Tão Reais Quanto o Nariz em Sua Cara? Isso
tinha 108 páginas e tinha sido fechado. Foi fechado
porque o cara, "Sleeper", tinha ficado irritado com o
questionadores.
Então, comecei a ler essa coisa e por volta da
página 18, eu disse: "Isto é real. Esse cara sabe
do que está falando. Isso se encaixa em tudo o que
eu já li. Preciso falar com esse cara." Então eu
terminei as 118 páginas e as pus no livro que diz Sleeper.
Depois eu enviei um e-mail para ele, uma mensagem
privada, e, eventualmente, consegui falar com ele. Foi
tão fascinante. Eu perguntei: "Você se importaria
em voltar? As pessoas tem que ouvir essas coisas!"
Ele disse: "Não, não; eu vou voltar."
Eu disse: "Ok, apenas me deixe responder aos
incrédulos para você. Não responda a ninguém.
Deixe-me fazê-lo."
Então, fui a Mark Allen e disse: "Gostaria de
saber se podemos ter Sleeper de volta."
Ele disse: "Bom, é melhor ele se comportar."
Eu disse: "Ok, ele vai se comportar."
Isso iniciou o Estou Sendo Sincero sobre os
Extraterrestres. Gerou 250 páginas. Ele tinha o
maior número de visualizações, a maioria dos
comentários que qualquer outro tópico. Quero dizer que
era apenas uma agradável... Todos vinham todos os dias
para ver quais eram, sabem, as respostas a algumas das
perguntas.
KC: Então, esse tópico ainda está na internet?
JL: Sim. Acredito que sim. E, sabem, as pessoas...
Ele acabou recebendo alguns poucos insultos. É claro,
sabem, se está sempre encontrando o cara que vem e
diz: "Isto parece um monte de merda para mim",
sabem e eu lido com isso. Eu sempre chego bem cedo
pela manhã e lido com os caras tal que Sleeper não
teria que fazê-lo.
Foi muito bom até o fim. Quero dizer, mesmo no
final, foi maravilhoso. Nós tivemos muito divertimento
com isso.
Depois, além disso, ele escreveu um blog chamado: "O
Que É Passar um Dia com um Extraterrestre". É a
história mais fascinante sobre o espaço que já se leu.
Ele disse no início, ele disse... eu esqueci
exatamente o que ele disse. Ele diz: "Isso
está escrito como um roteiro, mas, acredite ou não,
cada palavra é verdade."
É sobre ir a Urano e as pessoas que vivem em Urano.
Com que os edifícios se parecem. É absolutamente
fascinante. Então, acho que Sleeper é 110% genuíno.
Sabem, se se provar que ele não é, vou estar chocado
além de toda crença possível, porque tudo o que ele
diz está muito certo.
E, sabem, quando eu falo sobre... Ele me ensinou
muitas coisas. Porque, sabem, no últimos anos as
pessoas me perguntavam: "Bom, do que se trata isso
tudo? Bom, eu não sei... talvez os Grays estão
vendendo nossa alma, ou, sabem, fazendo o...
colhendo-nos." Eu estava errado. Eles estão aqui
para fazer um trabalho.
O Sleeper foi o único que nos disse - e ele colocou
tudo isso claramente - ele diz: "Basta ir e viver
sua vida sem inveja, ódio e ganância. Ame sua
família." Ele diz que é a única maneira que se
pode evoluir. E se tem que continuar voltando a Terra,
sabem, e fazendo isso até se aprender a fazer isso
direito. Quando se aprende a fazer direito, então se
pode sair e brincar com os adultos.
Então, Sleeper é o único que, sabem... Quando eu
comecei... É realmente interessante ver a
transformação geral, porque, sabem, no começo ele diz
... As pessoas diriam: "João Lear está certo? Hão
cidades e pessoas na Lua?" E: "Não,
não. Não há ninguém lá." No final ele disse: "Sim,
John Lear está certo. Hão cidades e pessoas na Lua."
Foi realmente uma pura transformação. Demorou um
pouco para acontecer, para ele se apresentar, mas foi
muito legal.
KC: Isso é ótimo.
(continação da Parte 1 e Parte 2)
(contina na Parte 4)