Search

__________________________________________________________

John Lear Conta Tudo:

transcrição - Parte 4

Esta página é uma reformatação da versão original publicada no Projeto Camelot.


Las Vegas, Nevada, abril de 2008

(continuação da Parte 1, Parte 2 e Parte3)

... Encontramos um... o que assumimos ser um reator de fissão de 47 quilômetros de diâmetro. Se pode ver a cúpula. Se pode ver as seções de suporte.


Início da entrevista

Kerry Cassidy (KC): Nós esquecemos algo, John? Existe algo que você gostaria de dizer que ainda não tivemos a chance de falar?

John Lear (JL): Deixe-me falar um pouco sobre essa civilização na Lua, porque este tem sido o tema principal da minha...

KC: Ok, diga-nos algo sobre as estruturas de vidro de que Hoagland está falando, porque ele chama de "vidro". Ele diz que é um tipo especial de vidro; mas, você concorda com ele?

JL: Não.

KC: Ok, por que não?

JL: Porque ele está falando, eu acho, das fotos da Apollo 14 e ele acredita que aquelas estruturas de vidro são cúpulas.

KC: Certo.

JL: Essas cúpulas são o que contém o ar. Não. O ar... é uma fina atmosfera, mas como se sabe, de acordo com a Lei de Boyle uma atmosfera é mais espessa quanto mais baixa, então se se tem... Eu tinha alguns desenhos maravilhosos que coloquei no site, mas não os vejos aqui. Na verdade, vou tentar encontrá-los para que vocês possam tirar uma foto deles, porque eles demonstram exatamente do que estou falando.

O ar se depositada nas crateras e se se estiver na cratera, se pode respirar bem. Se se sair da cratera é mais difícil a respiração. Mas, basicamente, a civilização da Lua começou na época de Newton. Alguém influenciou nosso pensamento sobre a Lua desde o início do nosso pensamento sobre qualquer coisa.

Newton, por exemplo, ele começou a se aventurar e a dizer, sabem, que poderia haver mais massa na Lua. Isso surgiu nos três livros dele chamados de Principia.

Newton morreu pouco depois, alguém modificou os pensamentos dele para criar o que é chamado de Lei da Gravitação Universal de Newton, que é:

F = [G m1m2] / r2

...Ele não assumiu isso. Isso foi outra pessoa. Ele não achava que se tinha que especificar qual era a massa.

Mas, de qualquer maneira, em 1856 houve um matemático e astrônomo dinamarquês chamado Peter Andreas Hansen. Ele propôs... Ele tinha pesquisado os horários e os períodos de Saturno e várias outras coisas. Ele era MUITO BEM preparado. Porém, enfim, ele também estava olhando para a Lua e encontrou algo estranho sobre a Lua - que, quando se faz as previsões de onde a Lua deveria estar numa determinada hora, de acordo com a massa dela, ela não estava lá.

Por isso, em 1856, ele foi a Royal Society - Sociedade Astronômica Inglesa - e propôs que havia uma "protuberância" do outro lado da Lua, que era na verdade... O centro de gravidade realmente se encontrava 57 km mais longe, no espaço, do que geralmente se tinha considerado. E, por essa razão, ele pensou que poderia haver atmosfera do outro lado. Com essa atmosfera, ele pensou que poderia haver plantas, vegetais e, talvez, até mesmo vida humana.

Então, ele foi considerado como um herói e um cara muito interessante até 1870, quando um cara chamado Simon Newcomb veio a Paris e disse a todos que Peter Andreas Hansen estava falando bobagens, não havia um pingo de verdade nisso e que, mesmo se ele estivesse certo sobre essas diferenças de horário, isso não faria qualquer diferença. Então, adivinhe quem era Simon Newcomb. Ele era um almirante da Marinha dos EUA e chefe do Observatório Naval dos EUA em Washington, DC.

A razão pela qual as pessoas têm problemas com uma atmosfera na Lua é: para se ter uma atmosfera, se tem que ter gravidade. As pessoas pensam que é um sexto da gravidade da Terra. Eles foram convencidos disso ao longo dos anos.

ALGUÉM teve uma razão para isso, tal que nós NÃO acreditássemos que houvesse qualquer gravidade na Lua, mas . E, o jeito que se pode prová-lo é usando a Lei de Bullialdus/Newton do inverso do quadrado, que considera o tamanho dos planetas - o diâmetro dos planetas - e o ponto neutro. O ponto neutro é aquele ponto entre a Terra e a Lua onde a gravidade da Terra se encontra exatamente com a gravidade da Lua.

Bom, a NASA, tradicionalmente, tem nos dito que isso está a 38.600 quilômetros. Se se trabalha com a lei do inverso do quadrado em 38.600 quilômetros, a Lua tem um sexto de gravidade. Mas, o fato é que o ponto neutro está a 70.000 quilômetros. Como sabemos disso? Sabemos disso porque Wernher von Braun nos disse isso em 1968. Sabemos disso porque, em dois dos livros da Apollo, incluindo Apollo 17 - e houve outra missão Apollo - eles disseram, especificamente, sabem, ele disserams especificamente: "Aqui estamos a 62.700 quilômetros e no ponto neutro."

Então, SABEMOS que está entre 62.700 e 69.200 quilômetros. Qualquer uma dessas distâncias conteria cerca de 60-64% da gravidade da Terra. Assim, tendo 64% da gravidade da Terra, ela pode ter uma atmosfera.

Porém, as pessoas dizem: "Bom, se tem alguma atmosfera, como é que se mantêm a atmosfera?" Ora, da mesma forma que a Terra faz. Elas têm florestas, prados, lagos, rios, pessoas, civilizações que estão num lado da Lua que está um pouco além de onde podemos ver. Eu tenho uma foto aqui, mas não consigo encontrá-la. Mas está em outro lado. Esse é o mesmo lado que tanto Menger quanto Adamski visitaram.

Tenho certeza que Menger realmente foi à Lua em 1954. Deixaram-no sair da nave e respirar o ar. Ele agora tem 86 anos de idade, vive em Vero Beach, Florida. Mandei um email para ele outro dia para obter a cor exata da Lua. E, se você puder pegar aquela imagem, eu posso mostrá-la. Está atrás da caixa de charuto. Da Lua, a imagem da cor da...

Bill Ryan (BR): Me desculpe John eu não entendo, me desculpe, a qual você está se referindo?

JL: É a imagem comprida com o céu amarelo.

KC: No topo? Você quer dizer na parede, não é?

JL: Não. Por trás da caixa de charuto.

BR: Ah! Essa aqui.

JL: Sim. Ah, entendo... aquelas caixas de charutos.


BR: Eu estava olhando para o...

JL: Não. Apenas me dê aquela foto ali.


BR: Certo. Entendi. Eu nunca vi isso antes. Diga-me o que é isso.

JL: Ok, esta é a cratera Copernicus. Esta é a mesma foto que está lá em cima [aponta para a parede], mas tudo que fiz foi colocar a cor exata do céu lunar. Como sei disso? Porque eu enviei um e-mail a Howard Menger, na Flórida, que fez uma viagem para lá em 1954. Quando ele olhou para o céu, ele disse que essa era a cor exata que ele viu. Ele a descreve como uma cor açafrão. Enviei uma série de amostras com diferentes cores açafrões para ele na Flórida e ele marcou o x nessa cor em particular. Por isso eu coloquei essa cor atrás da cratera Copernicus. Essa é a cor do céu.

BR: Por que seria dessa cor? Por que não seria azul?

JL: Nós pensamos que é dessa cor porque, embora a atmosfera não seja tão densa quanto a da Terra, ela é mais elevada. Os raios refletindo através da atmosfera estariam mais para o amarelo.

BR: Mas o que se percebe em altas montanhas da Terra, por exemplo, se vê um azul mais escuro. Quer dizer, eu sei disso porque eu estive lá. Seria, com certeza, uma composição diferente na atmosfera para criar esse efeito na cor. Ela conteria diferentes... gases diferentes. Você sabe alguma coisa sobre isso?

JL: Não.


BR: Tudo bem.

JL: Tudo o que sei é que é respirável. Ele saiu. Ele disse que estava muito quente - mas não tão quente como somos levados a acreditar - e ele disse que certamente não poderia ficar por muito tempo. Assim, ele olhou para cima e viu aquela cor no céu e agora...

KC: Você pode nos dizer algo sobre ele? Qual é o currículo dele?

JL: Howard era apenas uma pessoa vivendo uma vida normal e eles vieram e - ou ELES - ou as pessoas da Lua - vieram e o convidaram para ir até lá. Ele escreveu este livro chamado de Secrets of the Flying Saucers from Outer Space: One Man's Fantastic Revelations of Visitors from Other Worlds (Os Segredos dos Discos Voadores do Espaço: As Revelações Fantásticas de Um Homem sobre Visitantes de Outros Mundos). Ele tem um website. Já li este livro várias vezes, como vocês podem ver.

Aqui [levanta o livro] eu destaquei exatamente o que ele diz que ele fez na Lua, onde ele foi levado. Haviam muitas outras pessoas. Ele disse os lugares que ele visitou... um dos lugares era como o Vale de Fogo em Nevada. Ele diz: "Paramos o tempo suficiente para que um guia abrisse a porta e nos permitesse por nossas cabeças para fora por um breve momento, que era tudo que se poderia fazer, pois estava terrivelmente quente do lado de fora - como um alto-forno. Eu tinha certeza de que ninguém poderia sobreviver muito tempo lá fora e fiquei contente por terem fechado a porta".

KC: Então, talvez, seja por isso que construíram os domos, porque se pode regular a temperatura? Se pode regular...

JL: Certo. Sim, eu tenho certeza que hão pequenos domos. No entanto, não penso que hajam alguns como o que Hoagland está dizendo: enormes cúpulas em toda parte.

[Lendo] Aqui ele diz: "Eu olhei para o céu. Era de uma cor amarelada. Ao olhar, eu tive a impressão estranha de que se eu andasse a alguma distância, eu cairia, já que o horizonte estava tão perto".

Haviam outros além dele
, grupos de pessoas comuns - cientistas, geólogos, engenheiros eletrônicos, especialistas em foguetes, astrônomos.

KC: Mas esse cara está, você diz, com 80 anos neste momento?

JL: 86. Ele fez 86 anos outro dia.


KC: Você o conheceu pessoalmente?

JL: Não em pessoa. Só por e-mail e eu escrevi para ele.


KC: Mas, basicamente, de acordo com o que você sabe, ele não tem motivo para mentir. Certo?

JL: Não. Não, porque a história dele é a mesma que George Adamski e Truman Bethurum. O outro... o que o governo rotulou como "contatados", que era a forma deles dizerem: "Sim, bom, sabem, eles são apenas "contatados"." Eu acho que ambos, tanto Adamski quanto Menger, tornaram-se fontes muito importantes para o governo.

Quando comecei nisso, sabem, há 20 anos, as pessoas diriam: "Você acha que os discos voadores são reais?" Eu diria: "Sim, mas, sabem, os contos de George Adamskil eram besteiras." NÃO ERA! Foi tudo real. Assim como foi Howard Menger. Truman Bethurum e Daniel Fry. Todas essas pessoas estavam falando toda a verdade!

Mas, na verdade, se você esteve no site thelivingmoon.com, você viu os documentos originais do governo sobre quem estava envolvido no projeto anti-gravidade, em 1952. A empresa do meu pai, Lear Incorporated, está listada lá. Há um vídeo circulando na internet que mostra ele ao quadro negro ensinando cientistas do Instituto Bahnson como um disco voador voa. Isto foi, provavelmente, em 1954/1955.

Mas, o fato é,  que tínhamos descoberto anti-gravidade em 1957 ou 1958. Começamos a construir nossa própria espaçonave e fomos para a Lua em 1962. E Mercury, Gemini, Apollo eram apenas uma COBERTURA para tudo o que realmente estava acontecendo.

BR: Bom, o que você diz sobre o... todas as fotos da NASA, todas as fotos da Lua feitas pela Apollo que não mostram o céu açafrão? O que está acontecendo?

JL: É, elas sempre mostra puro preto. A razão é: eles não poderiam mostrar a cor real. É por isso que todas essas fotos são tão falsas. É por isso que não existem estrelas nelas. Eles não tinham muita escolha, sabem. Eles estão tentando dizer que é escuro, que é um vácuo.

Bom, em primeiro lugar, não pode haver vácuo, porque Neil Armstrong diz que ele poderia pegar a poeira com os dedos dos pés. Todos sabemos que num vácuo... que a poeira se transformará numa crosta e não se pode pegá-la com o dedo do pé. E, não poderiam mostrar o céu porque era de uma cor açafrão e isso levaria todo mundo a acreditar que havia atmosfera.

Então, não tenho certeza se a Apollo 11 foi lá e essa é a razão. Ora, ela pode ter ido para a Lua... o módulo de superfície de comando... e pode ter orbitado a Lua. Mas o problema que tenho é que só tinham 10.000 quilos de combustível e foram por uma órbita que era de cerca de 80 quilômetros por cerca de 16 quilômetros. Isso seria impossível com uma gravidade de 64%. Mas, mesmo que fosse possível,  em 16 quilômetros eles teriam que ir até a superfície lunar, aterrizar e depois decolar com 10.000 quilos de combustível. Eu não acho que isso aconteceu. Eu não acho que eles poderiam fazer isso. Não haveria combustível suficiente para fazer isso.

Em segundo lugar, tenho um grupo de amigos que usou visão remota na Apollo 11. Ela aterrizou? Eles não foram capazes de ver qualquer tipo de pouso. Tudo o que eles foram capazes de ver foi, que foi um encobrimento de alguma forma da CIA.

O outro é o comentário de Aldrin. Eu gostaria de ler o livro de Buzz Aldrin.

BR: Todos os astronautas tinham algumas coisas interessantes a dizer, não é?

JL: Me desculpe? O quê? É.

Aqui está o que Aldrin diz quando lhe perguntam: "Como realmente se sente ao se estar na Lua?"

[Lendo] "Ele irrita-se. Citação: "Pelo amor de Deus, eu não sei! Eu não sei! Eu tenho estado frustrado desde o dia em que deixei a Lua por essa questão."

KC: Sim. Isso é incrível.

JL: A quarta razão é o vídeo do padrão de luz... ora - O Um pequeno passo para um homem. Bom, isso foi dito ser uma piada. Mas, se foi, foi extremamente bem feita e muito cara.

Minha opinião? Minha opinião é que foi real, mas isso foi durante as filmagens. Eu me baseio em pequenos detalhes, como a escada, como as sombras. Tudo na fita é real. Eu acho que foi um verdadeiro extra de filmagem de Um pequeno passo para um homem.

Número cinco: Os Gs requerem estar em órbita ou fora de órbita. Como sabem, o módulo lunar não tinha sofás, não tinha bancos, não tinha cadeiras. Eles ficavam de pé. Eles ficavam de pé e tinham um apoiador de braço aqui e outro aqui. [Indica sob os braços].

Tudo o que eles tinham era um cinto pequeno que saía de um lado e os prendia. Ora, isso nem mesmo é bom como cinto de segurança. Eles são chamados de "restritores de piloto." Isso era tudo o que tinham. E me dizem que eles saíram da órbita de 15 quilômetros, aterrizaram e depois decolaram, num apoio de braço? Não. Não, eu não acho que isso aconteceu.

A outra coisa é a escada diferente. Em qualquer foto de Um pequeno passo para um homem e nas fotografias da Apollo 11 tiradas DEPOIS disso mostram uma escada muito mais fina - uma feito de tubos, parece de alumínio - em comparação ao de Um passo pequeno que é, pelo menos, dessa espessura [indica cerca de 7 centímetros] e está na forma de L.

Então essa é minha opinião. A Apollo 11... Eu não acho que aterrizou. As outras, talvez, mas não tenho certeza. Se o fizeram, se QUALQUER uma delas pousou, foi com tecnologia que usou anti-gravidade.

BR: Isso é... isso é o que nos foi dito. Fomos informados de que eles tiveram ajuda. Caso contrário, não teriam sido capazes de pousar.

JL: Essa era a única maneira que poderiam ter feito isto.
 

BR: Eles não teriam sido capaz de atravessar o Cinturão de Van Allen. Você tem alguma opinião sobre isso?

JL: Eu acredito que isso seja verdade. A única coisa que me deixa em dúvida é porque Bob Lazar disse-me que não havia nada perigoso no Cinturão de Van Allen. Mas o que você diz sobre o Cinturão de Van Allen... o "Sleeper" é inflexível nisso. Ele disse que ninguém pode passar por ele. Ele disse que há uma camada protetora ao redor da Terra tal que NÃO PODEMOS sair. A única maneira de podermos sair seria com ajuda.

KC: Certo. Isso é o que nós ouvimos.

BR: Fomos informados disso, também, pelo informante. A mesma coisa.

JL: Nisso é o que o Sleeper é muito inflexível.

BR: Muito interessante. Certo. Agora, tenho que perguntar-lhe sobre a contradição padrão na questão atmosférica, que é quando se está olhando para a Lua através de um telescópio e se vê uma estrela, não cintilando. Se vê claramente. É como se estivesse sempre lá e depois [estala os dedos], de repente ela desaparece.

JL: As pessoas que dizem isso não fizeram isso: Antes de tudo, se se ler o  livro de V.A. Firsoff chamado de O Estranho Mundo da Lua, se verá que existem muitos casos de ocultação. Mas o fato é que ocultação só pode ocorrer... se existir algum tipo de poeira ou tipo de sedimento na atmosfera.

Aqui na Terra, hão todos os tipos de problemas como lá em cima. A Lua, é claro, perfeitamente bela. Sabem, dependendo da espessura, não se pode ver ocultação. Mas, se se lesse O Estranho Mundo da Lua de VA Firsoff, ele lista pelo menos 14 ou 15 astrônomos que viram a ocultação.

BR: Tudo bem. Quero verificar o meu entendimento da questão do centro de gravidade da Lua estar deslocado do centro da Lua. Entendi isso certo?

JL: Correto. Está a 57 quilômetros longe da Terra do que normalmente se pensava. E, claro, isso foi confirmado, também, pela Apollo.

BR: Isso não parece suficiente para fazer qualquer diferença. Essa é uma quantidade muito pequena... pelo menos, em relação ao tamanho da Lua.

JL: Bom, é claro, não sabemos do que a Lua é feita. Não sabemos quanto, sabem... qual peso real ela teria. Mas o fato é que a Lua faz isso... Do que eles chamam? Onde ela gira no topo?

Sim... O que se chama? [Lendo] "Libração. Outro mistério da Espaçonave Lua é libração. Libração é a oscilação da Espaçonave Lua. Esta oscilação é teorizada pela ciência oficial como sendo causada por bloqueio de maré. Bloqueio da maré é uma teoria absurda para responder por forças desconhecidas, como "gravitons" para explicar a gravidade.

Talvez a libração ou oscilação da Espaçonave Lua seja causada pela rotação da Lua sobre a localização do gerador de onda B de gravidade, que está localizado longe da Terra, a partir do centro do centro geocêntrico da Espaçonave Lua. É curioso notar que um ciclo de libração é igual a um período de rotação da Espaçonave Lua.

BR: Você está dizendo, portanto, que esta é uma das causas para a gravidade do outro lado da Lua, se se estiver na superfície, ser maior do que é deste lado? Assim, a atmosfera está do outro lado da Lua?

JL: Peter Andreas Hansen achava que estava do outro lado. Mas o fato é que, se houvesse mais gravidade, ela dependeria da altitude se o ar fosse mais denso do outro lado ou do lado mais próximo. O que não sabemos com certeza é a altitude, a altitude média. Se soubéssemos isso, seríamos capazes de dizer onde está a atmosfera mais densa. Mas, de qualquer forma, a atmosfera mais densa estará na parte inferior.

BR: Certo.

JL: Esta é uma imagem da Lua. Esta foi tirada pelo Observatório Lick. Em qualquer imagem da Lua se vê - qualquer imagem antiga e as mais recentes - há um ponto muito brilhante aqui, que é chamado de "Aristarchus". Se se perguntar a NASA, ou qualquer coisa sobre isso, eles apenas dizem: "É incrivelmente branco. Não sabemos o que está lá ou por que é assim."

Mas, na verdade, no verão passado tivemos um astrônomo na Inglaterra tirarndo uma foto que mostra isso. Encontramos um - o que assumimos ser um reator de fissão - com 47 quilômetros de diâmetro. Se pode ver a cúpula, aqui. [Levanta a foto da Lua e mostra o reator.]

KC: Sim. Esta é uma grande coisa!

JL: Se pode ver as seções de suporte. Se pode ver a cor azul... o brilho azul da radiação enquanto o reator está funcionando.

KC: Sem dúvida. Portanto, este é um reator nuclear na Lua. Está visível deste lado da Lua, certo?

JL: Correto. Sempre nos disseram que é só... Está esbranquiçado em qualquer foto que se vê. Eles apenas pegam o líquido de correção e passam na foto. E, de fato, é uma bela...

KC: Isso é realmente incrível! Você falou com Hoagland sobre isso?

JL: Eu não me lembro se falei. Mas sei que ele não iria admitir isso. [Segura a foto] Esta é a foto Clementine. Se vê como ela foi retocada? Toda ela está, apenas está, sabem, as linhas...

BR: Gostaríamos de saber se você teve quaisquer visões, intuições, ou qualquer outra coisa, sobre o que aconteceu com Steve Fossett.

JL: Eu voei para Barron Hilton por três anos, tanto no Hawker 125 como no Jato Lear. Muitas, muitas vezes fui ao Flying "M" Ranch. Assim, estou muito familiarizado com isso, muito familiarizado com Barron. O fato é que o Centro de Guerra Submarina da Marinha está apenas 26 quilômetros a leste.

Foi apenas uma coincidência que em apenas dois dias, depois que postei todas essas coisas na internet sobre o submarino, o Centro de Guerra Submarina da Marinha, o navio de guerra e Hawthorne estavam ligados a base de submarinos no subsolo, que Steve Fossett desapareceu. Então o que suponho é que ele levantou vôo e estava voando por lá, quando viu um lugar interessante, voou ao redor e o comandante da Marinha olhou e disse: "Aposto que é John Lear. Derrubem esse filho-da-puta".

KC: [Ri]

JL: Então, eles o derrubaram. Eles foram lá... e olharam e descobriram que era Steve Fossett. O almirante disse: "Nós cometemos um erro. Eu não quero que ninguém nunca saiba disso. Livrem-se do avião e do corpo."

KC: Loucura! Isso é muito louco.

JL: Mas, sabem... Eu digo com alguma ironia. Não há nenhuma razão para Steve Fossett ter desaparecido assim. É, simplesmente, INACREDITÁVEL, considerando a quantidade de dinheiro, a quantidade de aviões, a quantidade de tempo, que se gastou nessa busca. Como ele poderia DESAPARECER? Sabem?

Os problemas que tenho com... Sabem, no início, quando ele desapareceu, soubemos que ele estava procurando uma extensão para o carro dele. Bom, sabem, é bastante óbvio. Se pode olhar num mapa. Se tem onze quilômetros. Não hão muitos lagos secos que tenham onze quilômetros de comprimento. Todos os lagos secos estão num mapa. Então, ele não precisaria voar para encontrar algum leito de lago acidentalmente não descoberto. Quero dizer, é ridículo!

KC: Bom, além disso, ele não voaria entre as montanhas, para isso, certo?

JL: Não. Então, sabem, nós ouvimos que ele levou o relógio que tinha o sinal de emergência automático. Depois, soubesse que não, ele não tinha o relógio. Mas, vou dizer isso, as histórias de que ele foi abatido sobre áreas restritas como Groom Lake ou Tonopah Test Range são simplesmente ridículas. Não é dessa forma que isso acontece.

KC: Eu acho que ele foi recrutado e enviado para Marte ou alguma outro lugar, ou para Lua.

JL: Me desculpe?


KC: Eu disse que acho que ele foi recrutado... talvez à força, para trabalhar, sabes, em Marte ou na Lua.

JL: Isso muito bem poderia ter acontecido. Hão algumas pessoas que desapareceram que tenho algumas perguntas sem resposta. O cara número um é Bob Nathan. Bob Nathan era o chefe no JPL das imagens da Viking. MUITO conhecido... sempre acessível ao público.

Bob Lazar e eu fomos PESSOALMENTE lhe fazer uma pergunta sobre Marte. Recebemos crachás. Fomos admitidos pessoalmente. Ele nos disse tudo o que sabia. Sabem, ele era facilmente contatado. Se se põe ele no Google na... se se põe ele no Google, não há registro do cara!

KC: Uau!

JL: Algo como se ir a Wikipedia e procurar por John Lear... Ele não existe. Se se olhar os registros na Wikipedia, a única coisa dita: "Nenhuma comprovação por qualquer coisa que ele afirmou". Isso é tudo que há na Wikipedia. Mas, se pode encontrar Bob Lazar, Bill Lear,  sabem, o Homem na Lua, Howard Menger, todos os outros, mas não se consegue encontrar John Lear na Wikipédia.

KC: Então Bob Nathan desapareceu, no seu entendimento?

JL: De acordo com Google. Sim, eu não posso encontrá-lo. O motivo de procurar por ele, era porque eu estava contando a história de quando Bob e eu fomos ao JPL. A razão para ir até lá é que Bob tinha acabado de sair da S-4. Na S-4, mostraram-lhe uma imagem do que eles chamam de "Cydonia". Haviam pirâmides e a "Face" em Marte. Mostraram-lhe imagens muito claras. Nas pirâmides não havia nenhuma dúvida de que ele pudesse ver portas, janelas, maçanetas, puxadores de portas, tudo.

KC: Uau!

JL: Eu quero dizer, era um lugar onde alguém viveu. Então, nossa pergunta a Bob Nathan era: "Foram tiradas outras fotos, além da duas que Hoagland e DiPietro colocaram no livro deles?"

Ele disse: "Não, não, que nós saibamos."

Então dissemos: "Bom, sabes, essas fotos foram tiradas a uma altitude muito baixa. A Viking tirou fotos mais baixas do que as fotos que Hoagland e DiPietro tem?"

Nathan disse: "Sim, mas não tiramos nenhuma foto de altitude mais baixa."

KC: [Ri] Certo.

JL: Então, o que isso nos diz novamente é como a compartimentalização funciona. Bob Nathan sabia uma parte do programa dele, mas Bob Nathan não era o chefe do programa, sabem. Ele apenas era o homem de frente para certas coisas que ele fazia, sabem. São os caras na Austrália... sabem, Canberra, que captam os sinais originais que dizem exatamente o que está acontecendo.

KC: Certo.

JL: Nós tivemos uma garota chamada Kathy Thomas, que trabalhou na Goldstone. Ela costumava contar-nos algumas histórias engraçadas, a Bob e a mim. Porque ela  receberia os sinais da Austrália, e ela diria: "Nós estaríamos sentados, esperando por sinais de Marte, e poderia levar 24 horas e eles diriam... eles enviavam uma mensagem e diziam: "Bom, vocês retocaram essas fotos? Nós precisamos delas."" Sabem?

KC: [Ri]

JL: Enfim, ela me convidou e a Bob para ir até Goldstone e tivemos a turnê real. Quero dizer, nós fomos até a antena e todos os lugares diferentes. Foi realmente ótimo! Infelizmente, ela foi demitida duas semanas depois e ela foi trabalhar para a Raytheon, no local de teste. Eu nunca mais consegui contatá-la desde então.

KC: Ah, uau.

JL: Mas, Bob disse que ele falou com ela.

KC: Ah, sim?

JL: Mas, uma vez que se vá trabalhar lá, não se fala com ninguém. Por exemplo, se se vai trabalhar para o Comando Espacial em Colorado Springs, quando se é contratado lhe dizem para dizer adeus a todos os seus amigos, porque se vai ter um novo grupo de amigos. Eles não querem que, acidentalmente, sabem, se encontre um velho amigo e se diga: "Ei, você nunca vai adivinhar o que estou fazendo agora!"

Eles falam sério. Eles dizem:
"Diga adeus aos seus velhos camaradas, porque você NÃO os verá  novamente". E é assim que eles evitam aqueles pequenos inconvenientes.

KC: Uau. Isso é incrível.

BR: Você dizia que foi mostrado a Bob Lazar imagens detalhadas de Cydonia em S-4 quando ele estava trabalhando lá?

JL: Sim, sim, foi lhe mostrado as imagens das pirâmides e da...

KC: Sabes por quê lhe mostraram essas fotos?

JL: Como parte da informação. Disseram-lhe, sabem: "Estas são as bases que tínhamos na Lua, a base que tínhamos em Marte".


BR: O que ele lembra sobre o que foi dito da base de Marte? Como, a função, quão grande era ela e quem mais está lá?

JL: Nada. Eu já lhes disse tudo o que ele me disse. Tudo o que foi mostrado na imagem. Fomos perguntar a Nathan sobre as bases e isso foi tudo o que foi dito. Quando se decidi o que se vai fazer, isso é tudo o que lhe dizem. O estudo e o trabalho que ele queria fazer... re-engenharia de propulsão. Eles não passam quaisquer outras informações, qualquer outra coisa.

Outra coisa interessante que eu queria falar com Dan Burisch... Sabem, o que me convenceu sobre Dan Burisch foi o DETALHE das formalidades. Sabem, quando se sai do avião, o que eles estão fazendo? Dan Burisch... Eu assisti a fita de vídeo. Sabem, ele passou uma hora dizendo EXATAMENTE o que eles fazem! Foi tão detalhado! Não vejo como alguém não poderia acreditar nessa coisa.

KC: Certo.

JL: Eu quero dizer... simplesmente não  se poderia inventar isso de ser escoltado, a troca da guarda e etcetera. Mas, uma das coisas que ele disse... ele foi avaliado, sabem. Eles o avaliaram ​​com muito cuidado, sabem. O que  quero dizer a ele é: a razão disso só surgir a alguns anos atrás é porque isso começou com Bob Lazar. [Ri]

Porque em uma das viagens, ele pegou a câmera 110 pequena que era apenas desse tamanho [indica tamanho pequeno]. Não se revistava naqueles tempos. Ele entrou sem problemas na S-4 com ela. Ele tinha uma cadeira, ele se inclinou para trás assim e  colocou-a na perna. Em seguida, ele tiraria uma foto e a trazia. Mas, ele teve um problema em tira-lá. Após ele sair, alguém descobriu a câmera! Foi aí que todos os problemas começaram! [Rindo]

KC: [Rindo] Isso é uma grande história!

Ok, John, agora uma última pergunta. Você voou por anos e anos e anos, certo? Como um piloto de uma grande linha aérea. OK? Então, você voava na maior parte do tempo. Você jamais viu um OVNI quando estava voando?

JL: Sabem, como eu explico para as pessoas, quando se está voando, não se está procurando por OVNIs. Se está olhando para os instrumentos e vendo onde se está indo OU, no meu caso, dormindo. Em seguida, à noite, sabem, quando é mais fácil de se ver OVNIs, não se está olhando para fora. Primeiro de tudo, se tem um painel de instrumentos muito brilhante aqui e há o reflexo dele sobre a janela, ao redor existem todos os tipos de reflexões. Ou se está prestando atenção ao que está acontecendo ou, no meu caso, dormindo.

Assim, é muito difícil. Não se notaria. Não se teria a CHANCE de se observar um OVNI. Se teria que colocar o rosto na janela e cubrir os lados com as mãos, sabem, e quem vai fazer isso? Sabem?

KC: Certo.

JL: Mas, sim, por duas vezes vi OVNIs.


KC: [Ri]

JL: Uma vez foi em 1966, na descida para Los Angeles, num Lear Jet, sobre Palm Springs, nessa LONGA descida através de Panning Pass. Eu estava descendo e vi um objeto branco indo da esquerda para a direita na minha frente. Parecia exatamente com uma M2-F2 - e essa é a "banheira voadora" que, sabem, o Homem de Sete Milhões de Dollares se acidentou.

Lembram-se do seriado? Não tinha nenhum motor. Ela tinha um motor pequeno que era para o pouso. Aquilo se parecia com uma banheira voadora.

KC: Você quer dizer o Homem de Seis Milhões de Dolares, certo?

JL: Sim. Assim que aterrizei ainda tive tempo para chamar o piloto-chefe da Lear Jet, Hank Beard, e dizer: "Ei! Você nunca vai acreditar no que vi! O M2-F2 passou por mim hoje, indo para Palm Springs". Só anos depois é que percebi o quão ridículo foi isso! [Kerry ri] Que uma M2-F2 estaria voando pela rota principal de pouso para o Aeroporto International de Los Angeles. Eles só voam aquela coisa no deserto. Então, obviamente, aquilo era outra coisa.

KC: Então, foram duas vezes...  essa é uma.

JL: Depois num Lockheed L1011, pouco antes de me aposentar, da Kittyhawk International, indo no sentido oeste do Centro-Oeste. Não, foi ao sul de Chicago. Eu estava olhando para sul... e, claro, os caras com quem voava... bom, ninguém estava interessado em OVNIs. Eles não queriam saber sobre isso. Eles não me queriam apontando para qualquer OVNIs. Eu nem sequer me preocupei em procurar. Além disso, normalmente, de qualquer jeito, estou dormindo. Mas, aconteceu que eu estava acordado neste momento.

Estava muito, muito escuro e muito tranquilo. Eu vi essa coisa vir assim e ir [faz um som de explosão e indica a direção para cima] ... apenas indo, indo para o espaço exterior. Eu disse: "Uau! Isso foi realmente incrível!" Então eu vi outro. BUM, indo para o outro lado! Eu pensei: "Caramba, isso é realmente incrível! Eu deveria dizer a esses caras, mas, então, penso isso não acontecerá outra vez. Eu vou parecer um idiota."

Aí, então, ocorre o terceiro... BUUM! Dessa forma!
 

Pensei: "Bom, eu vou falar isso". Eu disse: "Ei, quero que vocês olhem para algo aqui."

Nós estávamos olhando, um quinto veio e foi BUUM, assim! Ambos sentaram-se e disseram: "Caramba, eu nunca vi nada parecido com isso!" Portanto, essa foi a segunda vez. Foi realmente grande porque ambos viram isso. Não havia como negá-lo.

KC: Isso é incrível. Uau!

JL: Eu quero dizer, eles estavam em estado de choque.
 

KC: Isso é fabuloso!

JL: E, sabem, era definitivamente um OVNI. Era muito pequeno para se ver o que era...

KC: Então, em que ano foi isso, você se lembra?

JL: Teria sido em 1998... 1997 Ou 1998.

KC: Ah, não faz muito tempo.

JL: Então, tenho certeza que deve ter sido o nosso programa espacial.
 

_____________________

Certo. Então as pessoas dizem: "Ok, John, hão discos voadores, Reptilianos, bases secretas e satélites secretos. E nós fizemos o nosso próprio 911 -  bombardeamos a nós mesmos. Hão guerras e você diz que hão guerras nucleares vindo. Então, o que devemos fazer com tudo isso?" Quer dizer, qual é a razão de tudo isso?

A razão de tudo isso é tentar evoluir em sua... em sua vida. A forma como você pode fazer isso é tentar viver sua vida sem inveja, ódio ou cobiça. Além disso, passar mais tempo com a sua família e lhes dizer o quanto você os ama. Isso é realmente tudo o que podemos fazer.

Nós não podemos ser responsáveis ​​pelos bandidos. Nós não podemos ser responsáveis ​​pelas crianças que estão tendo tantos problemas no mundo. Nós não podemos ser responsáveis ​​pelas guerras nucleares que estão acontecendo. Tudo o que podemos fazer é sermos responsáveis ​​por nós mesmos. Isso é viver nossas vidas sem ódio, inveja ou cobiça, dizendo a cada membro da nossa família o quanto nós os amamos e dizer-lhes isso todos os dias.

Eu TENTO viver sem inveja, ódio e ganância. Mas há um monte de idiotas por aí, então...
[Ri]

KC: Isso é ótimo! Eu acho que vamos deixar isso como encerramento.

[Risos] [toca a música tema]

Intervalo para almoço

JL: Com o que vocês estão preocupados?

KC: Nós estamos preocupados em perder...

BR: Nós apenas estamos preocupados em perder coisas boas quando não estamos gravando.

JL: [Rindo], porque eu não estou conectado.

BR: Porque, se você não estiver conectado ao microfone, fica perdido para sempre. Porém acho que conseguimos; mas, na verdade foi durante o almoço. Temos que controlar o ambiente. É por isso que...

JL: Isso está perfeitamente correto.


BR: E é tão fácil de se esquecer. É como se, droga, isto é como algo que você nos contou durante a pausa para o café!

Conversa durante o almoço [apenas áudio]

JL: Ele diz: "Você a despachou a alguns anos atrás da sua porta. Ela veio falar com você e você disse a ela para dar uma voltinha." Eu disse: "Inacreditável!"

KC: [Ri]

JL: Bom, de qualquer maneira, liguei para Angela e aconteceu que algumas semanas depois, ela estava dando um curso de uma semana.

A razão de querer fazer visão remota era porque eu não sou nem um pouco psíquico. Eu não sei quando a minha mulher está zangada. [Kerry e Bill riem] Eu não sei quando a campainha da entrada vai tocar. Eu não sei quando o telefone vai tocar. Eu queria saber se eu poderia ver remotamente.

A resposta foi ABSOLUTAMENTE POSITIVA! Fiquei chocado com as coisas que eu poderia fazer.

KC: Maravilhoso.

JL: Uma das coisas que fizemos foi a cada dia um cara enviava aos outros a "tarefa" deles. Eu lhes dei a tarefa de Vênus. Eu não passei nenhuma instrução, sabem, o que significa que estou dando informações com antecedência.

KC: Eu fiz curso de visão remota.

JL: Eu não disse nada. No final eu tive que rir porque todo mundo, sabem, quando eles se acalmaram, disseram: "Uau! Que lugar! Eu adoraria ir LÁ!" Sabem, porque é bonito lá.

KC: Ah, isso é ótimo.

JL: Foi muito gratificante fazer isso.


KC: Ótimo. É. Bom, veja só, lá vem você.

JL: O que aconteceu... No final dos anos 50, tivemos algumas pessoas da Marinha que usaram um balão, para verificar a atmosfera de Vênus. Eles disseram que provavelmente havia uma atmosfera e, sabem, para todos os efeitos, provavelmente, vida. Assim, por qualquer motivo, tivemos que acabar com isso.

Eu imagino que eles colocaram algum general numa mesa como esta, com os ajudantes dele, e ele estava dizendo a eles: "Então, esse é o plano: [Kerry ri] Nós temos que ter certeza de que ninguém acredite que há vida em Vênus, então eu preciso que vocês me dêem algumas idéias. Vamos pensar isso."

Então, um cara diz: "Que tal uma atmosfera de ácido sulfúrico?"

O cara diz: "Bom, bom, eu gosto disso... atmosfera de ácido sulfúrico! Agora, vamos lá pessoal, vamos ser criativos. O que mais?

Bom, que tal vulcões, vulcões explodindo? Melhor ainda, vamos dizer que há um vulcão a cada quilômetro quadrado em Vênus, com muita lava fluindo por toda parte.

Ok, vamos lá, vamos adicionar mais coisas aqui. Que tal 90 atmosferas de pressão?

Isso é bom, muito bom! 90 atmosferas de pressão! Ninguém poderia viver com 90 atmosferas de pressão, 90 vezes a pressão na Terra. Ele diz: "Acho que temos uma descrição boa, muito boa".

Assim, um dos capitães diz: "Sabe, General, eu acho que ninguém vai acreditar nessa besteira. Quero dizer, como poderia acontecer tudo isso num planeta tão perto de nós? Quero dizer, por que haveria ácido sulfúrico, vulcões explodindo e 90 atmosferas de pressão?"

Ele diz:
"Não se preocupe com isso, filho. Se dizemos com bastante convicção e por muito tempo, eles vão acreditar!"

Então, foi assim que o novo planeta Vênus nasceu!

KC: Incrível. Bom, quero dizer, isso é realmente um cenário real, o que você acabou dizer.

JL: Bom, tanto Adamski quanto Menger... Eu acho que eles o viram ou foram lá.

KC: Também há alguma suposta situação de um visitante alienígena de aparência humana na Casa Branca?

BR: Este é Valiant Thor. Este é o Estranho no Pentágono.

JL: Val Thor? Val Thor. Sim.

BR: Sim, Val Thor. Isso foi dito por Frank Stranges que escreveu este livro chamado Estranho no Pentágono. Se bem me lembro - não li o livro - se bem me lembro, Val Thor era, supostamente, de Vênus. Isso foi antes deles decidirem cancelar a história de Vênus.

KC: Certo.

BR: O que você sabe sobre isso?

JL: Só que - a nave de Val - deveria estar estacionada bem aqui, no Lago Mead. Eu tenho as coordenadas. Se podia ir até lá e ver onde ela estava. Porém isso é tudo que sei sobre Val Thor.

BR: Uma das pessoas que nos conhecemos depois que o entrevistamos foi Bob Dean, a quem você deve conhecer muito bem. Homem maravilhoso. Ele nos disse que os alienígenas com quem as autoridades estavam mais preocupadas eram os que não se distinguem de nós.

KC: Certo.

BR: Eles estavam andando pelos corredores do Pentágono, no governo, nas forças armadas e, você sabe... Andando pela rua, nunca se notaria a diferença. Você já ouviu alguma coisa sobre isso?

KC: Você já ouviu falar disso?

JL: Existem alienígenas assim. Mas o problema é que nos aliamos com os alienígenas errados. Pensamos que os Grays são os nossos inimigos. Foi por isso que nós construímos as doze ... ou pelo menos doze... armas baseadas em plataformas para as armas de energia direta que agora circundam o mundo. Começamos em 1968, antes do começo da Missão Apollo e continuamos construíndo-as desde então.

KC: Hum.

JL: O que eles pretendem fazer - e quando digo "eles" estou falando dos sórdidos nazistas da NASA, se eles não podem se livrar dos Grays, eles vão explodir a Terra. Porque eles não querem que os Grays tenham o que eles consideram ser o prêmio. Eles não entendem que existem BILHÕES de Terras. Existem bilhões de Terras, idênticas a nós, todas em vários estágios de desenvolvimento, sabem? Eles pensam que vão destruir a Terra. Eles não vão.

Apoiando essa história, uma das primeiras coisas que Bob me disse naquela noite foi que ele viu uma mensagem que enviamos para os donos dos Grays. Era: "Ou vocês nos ajudam a nos livrarmos dos Grays, ou ninguém fica com a Terra."

Foi quando Bob me contou sobre essa super-arma que temos, que pode destruir um continente da metade do tamanho da América do Sul. E, desde então, já ouvi, sabem, caras realmente conhecedores dizerem: "Sim. Nós temos algumas armas realmente assustadoras." Eu não estou certo de como isso vai acabar.

Assim, o plano é: os caras que comandam todas essas coisas vão destruir... O plano é nos destruir se não puderem livrar-se dos Grays. E, claro, eles não vão se livrar dos Grays. Os Grays estão em todo maldito lugar!

KC: Certo.

JL: Eu não posso dizer que eles são benéficos. Eles têm um trabalho a fazer e esse é cuidar dos "containers". Às vezes é bom, às vezes é mal. Mas isso é o trabalho deles. Não há ninguém que vá interferir com isso. Então, eles certamente nos protegem de qualquer tipo de desastre que apareça. Mas, enquanto isso, os sórdidos da NASA...

KC: Ok, e sobre os Reptilianos?

JL: Eles são um acordo separado, tenho certeza. Eles têm a própria civilização. Eles provavelmente estão no subsolo.

KC: Bom, quero dizer, você certamente sabe que há mais de um tipo de Gray, certo?

JL: Sim. Hão muitos deles e não existem tipos muito diferentes de reptilianos. Ron Schmidt e eu estamos conversando com um cara, um cientista realmente experiente, sabem, um cara que seria capaz de se sentir confortável em falar sobre qualquer coisa. Ele nos disse do primeiro encontro dele com um reptiliano. Foi tão convincente. Ele estava trabalhando no laboratório. Ele olha para o cara e lhe faz uma pergunta. Ele diz que a segunda pálpebra desceu por um segundo, sabem! [Ri]

KC: [Ri]

BR: [Fomos] contactados por alguém que é um cientista, que na verdade é sobrinho de um dos ex-diretores da CIA. Ele é um cara confiável, muito inteligente. Ele apenas foi por alguns dias, por um período, fazer um trabalho técnico específico em Dulce. Foi assim que toda esta conversa começou. Como parte da entrevista dele para ir à Dulce; lhe foi informado do que ele deveria fazer se ele encontrasse um reptiliano. Isto fez parte do treinamento, muito trivial.

O que lhe foi dito é que se se encontrar um desses caras, se deixa cair as mãos com as palmas das mãos abertas para mostrar que é um gesto de súplica. Isso mostra que não se é uma ameaça. Mas não se faz isso... se faz isso. Ele disse que isso é o que se faz com esses caras. Então eles vão deixá-lo em paz.

Ele encontrou um desses caras. Ele encontrou um reptiliano em comunicação silenciosa com um Gray - e apenas numa ocasião, apenas por alguns momentos. Ele fez o que lhe foi dito. Ele disse que essa criatura grande era incrível, arrogante e fria e parecia que ele poderia matá-lo apenas com um único golpe.

JL: Hum, hum.

BR: Entendes, apenas se afaste... recue devagar. E todos ficavam bem. Tudo estava certo. Ele nos disse isso de uma maneira muito prosaica. Será que isso corresponde ao que você já ouviu?

JL: Com certeza. 100%... Parece com muitas histórias que eu ouvi...



(continuação da Parte 1, Parte 2 e Parte 3)






Support Project Avalon - make a donation:

Donate

Thank you for your help.
Your generosity enables us to continue our work.

Bill Ryan

bill@projectavalon.net


unique visits