John Lear Conta Tudo:
transcrição - Parte 4
... Encontramos um... o que assumimos ser um reator de
fissão de 47 quilômetros de diâmetro. Se pode ver a
cúpula. Se pode ver as seções de suporte.
Início da entrevista
Kerry Cassidy (KC): Nós esquecemos algo, John? Existe
algo que você gostaria de dizer que ainda não tivemos a
chance de falar?
John Lear (JL): Deixe-me falar um pouco sobre essa
civilização na Lua, porque este tem sido o tema
principal da minha...
KC: Ok, diga-nos algo sobre as estruturas de vidro de
que Hoagland está falando, porque ele chama de "vidro".
Ele diz que é um tipo especial de vidro; mas, você
concorda com ele?
JL: Não.
KC: Ok, por que não?
JL: Porque ele está falando, eu acho, das fotos da Apollo
14 e ele acredita que aquelas estruturas de
vidro são cúpulas.
KC: Certo.
JL: Essas cúpulas são o que contém o ar. Não. O
ar... é uma fina atmosfera, mas como se sabe, de
acordo com a Lei de Boyle uma atmosfera é
mais espessa quanto mais baixa, então se se
tem... Eu tinha alguns desenhos maravilhosos que
coloquei no site, mas não os vejos aqui. Na verdade,
vou tentar encontrá-los para que vocês possam tirar
uma foto deles, porque eles demonstram exatamente do
que estou falando.
O ar se depositada nas crateras e se se estiver na
cratera, se pode respirar bem. Se se sair da cratera é
mais difícil a respiração. Mas, basicamente, a
civilização da Lua começou na época de Newton. Alguém
influenciou nosso pensamento sobre a Lua desde o
início do nosso pensamento sobre qualquer coisa.
Newton, por exemplo, ele começou a se aventurar e a
dizer, sabem, que poderia haver mais massa na Lua.
Isso surgiu nos três livros dele chamados de Principia.
Newton morreu pouco depois, alguém modificou os
pensamentos dele para criar o que é chamado de Lei
da Gravitação Universal de Newton, que é:
F = [G m1m2] / r2
...Ele não assumiu isso. Isso foi outra pessoa. Ele
não achava que se tinha que especificar qual era a
massa.
Mas, de qualquer maneira, em 1856 houve um
matemático e astrônomo dinamarquês chamado Peter
Andreas Hansen. Ele propôs... Ele tinha pesquisado os
horários e os períodos de Saturno e várias outras
coisas. Ele era MUITO BEM preparado. Porém, enfim, ele
também estava olhando para a Lua e encontrou algo
estranho sobre a Lua - que, quando se faz as previsões
de onde a Lua deveria estar numa determinada
hora, de acordo com a massa dela, ela não estava lá.
Por isso, em 1856, ele foi a Royal Society -
Sociedade Astronômica Inglesa - e propôs que havia uma
"protuberância" do outro lado da Lua, que era na
verdade... O centro de gravidade realmente se
encontrava 57 km mais longe, no espaço, do que
geralmente se tinha considerado. E, por essa razão,
ele pensou que poderia haver atmosfera do outro lado.
Com essa atmosfera, ele pensou que poderia haver
plantas, vegetais e, talvez, até mesmo vida humana.
Então, ele foi considerado como um herói e um cara
muito interessante até 1870, quando um cara chamado
Simon Newcomb veio a Paris e disse a todos que Peter
Andreas Hansen estava falando bobagens, não havia um
pingo de verdade nisso e que, mesmo se ele estivesse
certo sobre essas diferenças de horário, isso não
faria qualquer diferença. Então, adivinhe quem era
Simon Newcomb. Ele era um almirante da Marinha dos EUA
e chefe do Observatório Naval dos EUA em Washington,
DC.
A razão pela qual as pessoas têm problemas com uma
atmosfera na Lua é: para se ter uma atmosfera, se tem
que ter gravidade. As pessoas pensam que é um sexto da
gravidade da Terra. Eles foram convencidos disso ao
longo dos anos.
ALGUÉM teve uma razão para isso, tal que nós NÃO
acreditássemos que houvesse qualquer gravidade na Lua,
mas há. E, o jeito que se pode prová-lo é
usando a Lei de Bullialdus/Newton do inverso do
quadrado, que considera o tamanho dos planetas - o
diâmetro dos planetas - e o ponto neutro. O ponto
neutro é aquele ponto entre a Terra e a Lua onde a
gravidade da Terra se encontra exatamente com a
gravidade da Lua.
Bom, a NASA, tradicionalmente, tem nos dito que isso
está a 38.600 quilômetros. Se se trabalha com a lei do
inverso do quadrado em 38.600 quilômetros, a Lua tem
um sexto de gravidade. Mas, o fato é que o ponto
neutro está a 70.000 quilômetros. Como sabemos disso?
Sabemos disso porque Wernher von Braun nos disse isso
em 1968. Sabemos disso porque, em dois dos livros da Apollo,
incluindo Apollo 17 - e houve outra missão Apollo
- eles disseram, especificamente, sabem,
ele disserams especificamente: "Aqui
estamos a 62.700 quilômetros e no ponto neutro."
Então, SABEMOS que está entre 62.700 e 69.200
quilômetros. Qualquer uma dessas distâncias conteria
cerca de 60-64% da gravidade da Terra. Assim, tendo
64% da gravidade da Terra, ela pode ter uma atmosfera.
Porém, as pessoas dizem: "Bom, se tem alguma
atmosfera, como é que se mantêm a atmosfera?"
Ora, da mesma forma que a Terra faz. Elas têm
florestas, prados, lagos, rios, pessoas, civilizações
que estão num lado da Lua que está um pouco
além de onde podemos ver. Eu tenho uma foto aqui, mas
não consigo encontrá-la. Mas está em outro lado. Esse
é o mesmo lado que tanto Menger quanto Adamski
visitaram.
Tenho certeza que Menger realmente foi à Lua em
1954. Deixaram-no sair da nave e respirar o ar. Ele
agora tem 86 anos de idade, vive em Vero Beach,
Florida. Mandei um email para ele outro dia para obter
a cor exata da Lua. E, se você puder pegar aquela
imagem, eu posso mostrá-la. Está atrás da caixa de
charuto. Da Lua, a imagem da cor da...
Bill Ryan (BR): Me desculpe John eu não entendo,
me desculpe, a qual você está se referindo?
JL: É a imagem comprida com o céu amarelo.
KC: No topo? Você quer dizer na parede, não é?
JL: Não. Por trás da caixa de charuto.
BR: Ah! Essa aqui.
JL: Sim. Ah, entendo... aquelas caixas de
charutos.
BR: Eu estava olhando para o...
JL: Não. Apenas me dê aquela foto ali.
BR: Certo. Entendi. Eu nunca vi isso antes.
Diga-me o que é isso.
JL: Ok, esta é a cratera Copernicus. Esta é a mesma
foto que está lá em cima [aponta para a parede],
mas tudo que fiz foi colocar a cor exata do céu lunar.
Como sei disso? Porque eu enviei um e-mail a Howard
Menger, na Flórida, que fez uma viagem para lá em
1954. Quando ele olhou para o céu, ele disse que essa
era a cor exata que ele viu. Ele a descreve como uma
cor açafrão. Enviei uma série de amostras com
diferentes cores açafrões para ele na Flórida e ele
marcou o x nessa cor em particular. Por isso eu
coloquei essa cor atrás da cratera Copernicus. Essa é
a cor do céu.
BR: Por que seria dessa cor? Por que não seria
azul?
JL: Nós pensamos que é dessa cor porque, embora a
atmosfera não seja tão densa quanto a da Terra, ela é
mais elevada. Os raios refletindo através da
atmosfera estariam mais para o amarelo.
BR: Mas o que se percebe em altas montanhas da
Terra, por exemplo, se vê um azul mais escuro. Quer
dizer, eu sei disso porque eu estive lá. Seria, com
certeza, uma composição diferente na atmosfera para
criar esse efeito na cor. Ela conteria diferentes...
gases diferentes. Você sabe alguma coisa sobre isso?
JL: Não.
BR: Tudo bem.
JL: Tudo o que sei é que é respirável. Ele saiu. Ele
disse que estava muito quente - mas não tão quente
como somos levados a acreditar - e ele disse que
certamente não poderia ficar por muito tempo. Assim,
ele olhou para cima e viu aquela cor no céu e agora...
KC: Você pode nos dizer algo sobre ele? Qual é o
currículo dele?
JL: Howard era apenas uma pessoa vivendo uma vida
normal e eles vieram e - ou ELES - ou as pessoas da
Lua - vieram e
o convidaram para ir até lá. Ele escreveu este livro
chamado de Secrets of the Flying Saucers from Outer
Space: One Man's Fantastic Revelations of Visitors
from Other Worlds (Os Segredos dos Discos Voadores
do Espaço: As Revelações Fantásticas de Um Homem
sobre Visitantes de Outros Mundos). Ele tem um
website. Já li este livro várias vezes, como vocês
podem ver.
Aqui [levanta o livro] eu destaquei
exatamente o que ele diz que ele fez na Lua, onde ele
foi levado. Haviam muitas outras pessoas. Ele disse os
lugares que ele visitou... um dos lugares era como o
Vale de Fogo em Nevada. Ele diz: "Paramos o tempo
suficiente para que um guia abrisse a porta e nos
permitesse por nossas cabeças para fora por um breve
momento, que era tudo que se poderia fazer, pois
estava terrivelmente quente
do lado de fora - como um alto-forno. Eu tinha
certeza de que ninguém poderia sobreviver muito
tempo lá fora e fiquei contente por terem fechado a
porta".
KC: Então, talvez, seja por isso que construíram os
domos, porque se pode regular a temperatura? Se pode
regular...
JL: Certo. Sim, eu tenho certeza que hão pequenos
domos. No entanto, não penso que hajam alguns como o
que Hoagland está dizendo: enormes cúpulas em toda
parte.
[Lendo] Aqui ele diz: "Eu olhei para o céu. Era
de uma cor amarelada. Ao olhar, eu tive a impressão
estranha de que se eu andasse a alguma distância, eu
cairia, já que o horizonte estava tão perto".
Haviam outros além dele, grupos de
pessoas comuns - cientistas, geólogos, engenheiros
eletrônicos, especialistas em foguetes, astrônomos.
KC: Mas esse cara está, você diz, com 80 anos neste
momento?
JL: 86. Ele fez 86 anos outro dia.
KC: Você o conheceu pessoalmente?
JL: Não em pessoa. Só por e-mail e eu escrevi para
ele.
KC: Mas, basicamente, de acordo com o que você sabe, ele
não tem motivo para mentir. Certo?
JL: Não. Não, porque a história dele é a mesma que
George Adamski e Truman Bethurum. O outro... o que o
governo rotulou como "contatados", que era a forma
deles dizerem: "Sim, bom, sabem, eles são apenas
"contatados"." Eu acho que ambos, tanto Adamski
quanto Menger, tornaram-se fontes muito importantes
para o governo.
Quando comecei nisso, sabem, há 20 anos, as pessoas
diriam: "Você acha que os discos voadores são
reais?" Eu diria: "Sim, mas, sabem, os contos de
George Adamskil eram besteiras." NÃO ERA! Foi
tudo real. Assim como foi Howard Menger. Truman
Bethurum e Daniel Fry. Todas essas pessoas estavam
falando toda a verdade!
Mas, na verdade, se você esteve no site
thelivingmoon.com, você viu os documentos originais do
governo sobre quem estava envolvido no projeto
anti-gravidade, em 1952. A empresa do meu pai, Lear
Incorporated, está listada lá. Há um vídeo circulando
na internet que mostra ele ao quadro negro ensinando
cientistas do Instituto Bahnson como um disco voador
voa. Isto foi, provavelmente, em 1954/1955.
Mas, o fato é, que tínhamos descoberto
anti-gravidade em 1957 ou 1958. Começamos a construir
nossa própria espaçonave e fomos para a Lua em 1962. E
Mercury, Gemini, Apollo eram apenas uma
COBERTURA para tudo o que realmente estava
acontecendo.
BR: Bom, o que você diz sobre o... todas as fotos
da NASA, todas as fotos da Lua feitas pela Apollo que
não mostram o céu açafrão? O que está acontecendo?
JL: É, elas sempre mostra puro preto. A razão é:
eles não poderiam mostrar a cor real. É por isso que
todas essas fotos são tão falsas. É por isso que não
existem estrelas nelas. Eles não tinham muita
escolha, sabem. Eles estão tentando dizer que é
escuro, que é um vácuo.
Bom, em primeiro lugar, não pode haver vácuo, porque
Neil Armstrong diz que ele poderia pegar a poeira com
os dedos dos pés. Todos sabemos que num vácuo... que a
poeira se transformará numa crosta e não se pode
pegá-la com o dedo do pé. E, não poderiam mostrar o
céu porque era de uma cor açafrão e isso levaria todo
mundo a acreditar que havia atmosfera.
Então, não tenho certeza se a Apollo 11 foi lá e
essa é a razão. Ora, ela pode ter ido para a Lua... o
módulo de superfície de comando... e pode ter orbitado
a Lua. Mas o problema que tenho é que só tinham 10.000
quilos de combustível e foram por uma órbita que era
de cerca de 80 quilômetros por cerca de 16
quilômetros. Isso seria impossível com uma gravidade
de 64%. Mas, mesmo que fosse possível, em 16
quilômetros eles teriam que ir até a superfície lunar,
aterrizar e depois decolar com 10.000 quilos de
combustível. Eu não acho que isso aconteceu. Eu não
acho que eles poderiam fazer isso. Não haveria
combustível suficiente para fazer isso.
Em segundo lugar, tenho um grupo de amigos que
usou visão remota na Apollo 11. Ela aterrizou?
Eles não foram capazes de ver qualquer tipo de pouso.
Tudo o que eles foram capazes de ver foi, que foi um
encobrimento de alguma forma da CIA.
O outro é o comentário de Aldrin. Eu gostaria de ler
o livro de Buzz Aldrin.
BR: Todos os astronautas tinham algumas coisas
interessantes a dizer, não é?
JL: Me desculpe? O quê? É.
Aqui está o que Aldrin diz quando lhe perguntam:
"Como realmente se sente ao se estar na Lua?"
[Lendo] "Ele irrita-se. Citação: "Pelo amor de
Deus, eu não sei! Eu não sei! Eu tenho estado
frustrado desde o dia em que deixei a Lua por essa
questão."
KC: Sim. Isso é incrível.
JL: A quarta razão é o vídeo do padrão de luz... ora
- O Um pequeno passo para um homem. Bom, isso
foi dito ser uma piada. Mas, se foi, foi extremamente
bem feita e muito cara.
Minha opinião? Minha opinião é que foi real, mas
isso foi durante as filmagens. Eu me baseio em
pequenos detalhes, como a escada, como as sombras.
Tudo na fita é real. Eu acho que foi um verdadeiro
extra de filmagem de Um pequeno passo para um
homem.
Número cinco: Os Gs requerem estar em órbita ou fora
de órbita. Como sabem, o módulo lunar não tinha sofás,
não tinha bancos, não tinha cadeiras. Eles ficavam de
pé. Eles ficavam de pé e tinham um apoiador de braço
aqui e outro aqui. [Indica sob os braços].
Tudo o que eles tinham era um cinto pequeno que saía
de um lado e os prendia. Ora, isso nem mesmo é bom
como cinto de segurança. Eles são chamados de
"restritores de piloto." Isso era tudo o que tinham. E
me dizem que eles saíram da órbita de 15 quilômetros,
aterrizaram e depois decolaram, num apoio de braço?
Não. Não, eu não acho que isso aconteceu.
A outra coisa é a escada diferente. Em qualquer foto
de Um pequeno passo para um homem e nas
fotografias da Apollo 11 tiradas DEPOIS disso
mostram uma escada muito mais fina - uma feito de
tubos, parece de alumínio - em comparação ao de Um
passo pequeno que é, pelo menos, dessa espessura
[indica cerca de 7 centímetros] e está na forma
de L.
Então essa é minha opinião. A Apollo 11...
Eu não acho que aterrizou. As outras, talvez, mas não
tenho certeza. Se o fizeram, se QUALQUER uma delas
pousou, foi com tecnologia que usou anti-gravidade.
BR: Isso é... isso é o que nos foi dito. Fomos
informados de que eles tiveram ajuda. Caso contrário,
não teriam sido capazes de pousar.
JL: Essa era a única maneira que poderiam ter feito
isto.
BR: Eles não teriam sido capaz de atravessar o
Cinturão de Van Allen. Você tem alguma opinião sobre
isso?
JL: Eu acredito que isso seja verdade. A única coisa
que me deixa em dúvida é porque Bob Lazar disse-me que
não havia nada perigoso no Cinturão de Van Allen. Mas
o que você diz sobre o Cinturão de Van Allen... o
"Sleeper" é inflexível nisso. Ele disse que ninguém
pode passar por ele. Ele disse que há uma camada
protetora ao redor da Terra tal que NÃO PODEMOS sair.
A única maneira de podermos sair seria com ajuda.
KC: Certo. Isso é o que nós ouvimos.
BR: Fomos informados disso, também, pelo
informante. A mesma coisa.
JL: Nisso é o que o Sleeper é muito inflexível.
BR: Muito interessante. Certo. Agora, tenho que
perguntar-lhe sobre a contradição padrão na questão
atmosférica, que é quando se está olhando para a Lua
através de um telescópio e se vê uma estrela, não
cintilando. Se vê claramente. É como se estivesse sempre
lá e depois [estala os dedos], de repente ela
desaparece.
JL: As pessoas que dizem isso não fizeram isso:
Antes de tudo, se se ler o livro de V.A. Firsoff
chamado de O Estranho Mundo da Lua, se verá
que existem muitos casos de ocultação. Mas o fato é
que ocultação só pode ocorrer... se existir algum tipo
de poeira ou tipo de sedimento na atmosfera.
Aqui na Terra, hão todos os tipos de problemas como
lá em cima. A Lua, é claro, perfeitamente bela. Sabem,
dependendo da espessura, não se pode ver ocultação.
Mas, se se lesse O Estranho Mundo da Lua de VA
Firsoff, ele lista pelo menos 14 ou 15 astrônomos que
viram a ocultação.
BR: Tudo bem. Quero verificar o meu entendimento
da questão do centro de gravidade da Lua estar deslocado
do centro da Lua. Entendi isso certo?
JL: Correto. Está a 57 quilômetros longe da Terra do
que normalmente se pensava. E, claro, isso foi
confirmado, também, pela Apollo.
BR: Isso não parece suficiente para fazer
qualquer diferença. Essa é uma quantidade muito
pequena... pelo menos, em relação ao tamanho da Lua.
JL: Bom, é claro, não sabemos do que a Lua é feita.
Não sabemos quanto, sabem... qual peso real ela teria.
Mas o fato é que a Lua faz isso... Do que eles chamam?
Onde ela gira no topo?
Sim... O que se chama? [Lendo] "Libração.
Outro mistério da Espaçonave Lua é libração. Libração
é a oscilação da Espaçonave Lua. Esta oscilação é
teorizada pela ciência oficial como sendo causada por
bloqueio de maré. Bloqueio da maré é uma teoria
absurda para responder por forças desconhecidas, como
"gravitons" para explicar a gravidade.
Talvez a libração ou oscilação
da Espaçonave Lua seja causada pela rotação da Lua
sobre a localização do gerador de onda B
de gravidade, que está localizado longe da Terra, a
partir do centro do centro geocêntrico da Espaçonave
Lua. É curioso notar que um ciclo de libração é
igual a um período de rotação da
Espaçonave Lua.
BR: Você está dizendo, portanto, que esta é uma
das causas para a gravidade do outro lado da Lua, se se
estiver na superfície, ser maior do que é deste lado?
Assim, a atmosfera está do outro lado da Lua?
JL: Peter Andreas Hansen achava que estava do outro
lado. Mas o fato é que, se houvesse mais
gravidade, ela dependeria da altitude se o ar fosse mais
denso do outro lado ou do lado mais próximo. O
que não sabemos com certeza é a altitude, a altitude
média. Se soubéssemos isso, seríamos capazes de dizer
onde está a atmosfera mais densa. Mas, de qualquer
forma, a atmosfera mais densa estará na parte
inferior.
BR: Certo.
JL: Esta é uma imagem da Lua. Esta foi tirada pelo
Observatório Lick. Em qualquer imagem da Lua se vê -
qualquer imagem antiga e as mais recentes - há um
ponto muito brilhante aqui, que é chamado de
"Aristarchus". Se se perguntar a NASA, ou qualquer
coisa sobre isso, eles apenas dizem: "É
incrivelmente branco. Não sabemos o que está lá ou
por que é assim."
Mas, na verdade, no verão passado tivemos um
astrônomo na Inglaterra tirarndo uma foto que mostra
isso. Encontramos um - o que assumimos ser um reator
de fissão - com 47 quilômetros de diâmetro. Se pode
ver a cúpula, aqui. [Levanta a foto da Lua e
mostra o reator.]
KC: Sim. Esta é uma grande coisa!
JL: Se pode ver as seções de suporte. Se pode ver a
cor azul... o brilho azul da radiação enquanto o
reator está funcionando.
KC: Sem dúvida. Portanto, este é um reator nuclear na
Lua. Está visível deste lado da Lua, certo?
JL: Correto. Sempre nos disseram que é só... Está
esbranquiçado em qualquer foto que se vê. Eles apenas
pegam o líquido de correção e passam na foto. E, de
fato, é uma bela...
KC: Isso é realmente incrível! Você falou com Hoagland
sobre isso?
JL: Eu não me lembro se falei. Mas sei que ele não
iria admitir isso. [Segura a foto] Esta é a
foto Clementine. Se vê como ela foi retocada? Toda ela
está, apenas está, sabem, as linhas...
BR: Gostaríamos de saber se você teve quaisquer
visões, intuições, ou qualquer outra coisa, sobre o que
aconteceu com Steve Fossett.
JL: Eu voei para Barron Hilton por três anos, tanto
no Hawker 125 como no Jato Lear. Muitas, muitas vezes
fui ao Flying "M" Ranch. Assim, estou muito
familiarizado com isso, muito familiarizado com
Barron. O fato é que o Centro de Guerra Submarina da
Marinha está apenas 26 quilômetros a
leste.
Foi apenas uma coincidência que em apenas dois dias,
depois que postei todas essas coisas na internet sobre
o submarino, o Centro de Guerra Submarina da Marinha,
o navio de guerra e Hawthorne estavam ligados a base
de submarinos no subsolo, que Steve Fossett
desapareceu. Então o que suponho é que ele levantou
vôo e estava voando por lá, quando viu um lugar
interessante, voou ao redor e o comandante da Marinha
olhou e disse: "Aposto que é John Lear. Derrubem
esse filho-da-puta".
KC: [Ri]
JL: Então, eles o derrubaram. Eles foram lá... e
olharam e descobriram que era Steve Fossett. O
almirante disse: "Nós cometemos um erro. Eu não
quero que ninguém nunca saiba disso. Livrem-se do
avião e do corpo."
KC: Loucura! Isso é muito louco.
JL: Mas, sabem... Eu digo com alguma ironia. Não há
nenhuma razão para Steve Fossett ter desaparecido
assim. É, simplesmente, INACREDITÁVEL, considerando a
quantidade de dinheiro, a quantidade de aviões, a
quantidade de tempo, que se gastou nessa busca. Como
ele poderia DESAPARECER? Sabem?
Os problemas que tenho com... Sabem, no início,
quando ele desapareceu, soubemos que ele estava
procurando uma extensão para o carro dele. Bom, sabem,
é bastante óbvio. Se pode olhar num mapa. Se tem onze
quilômetros. Não hão muitos lagos secos que tenham
onze quilômetros de comprimento. Todos os lagos secos
estão
num mapa. Então, ele não precisaria voar para
encontrar algum leito de lago acidentalmente não
descoberto. Quero dizer, é ridículo!
KC: Bom, além disso, ele não voaria entre as montanhas,
para isso, certo?
JL: Não. Então, sabem, nós ouvimos que ele levou o
relógio que tinha o sinal de emergência automático.
Depois, soubesse que não, ele não tinha o relógio.
Mas, vou dizer isso, as histórias de que ele foi
abatido sobre áreas restritas como Groom Lake ou
Tonopah Test Range são simplesmente ridículas. Não é
dessa forma que isso acontece.
KC: Eu acho que ele foi recrutado e enviado para Marte
ou alguma outro lugar, ou para Lua.
JL: Me desculpe?
KC: Eu disse que acho que ele foi recrutado...
talvez à força, para trabalhar, sabes, em Marte ou na
Lua.
JL: Isso muito bem poderia ter acontecido. Hão
algumas pessoas que desapareceram que tenho algumas
perguntas sem resposta. O cara número um é Bob Nathan.
Bob Nathan era o chefe no JPL das imagens da Viking.
MUITO conhecido... sempre acessível ao público.
Bob Lazar e eu fomos PESSOALMENTE lhe fazer uma
pergunta sobre Marte. Recebemos crachás. Fomos
admitidos pessoalmente. Ele nos disse tudo o que
sabia. Sabem, ele era facilmente contatado. Se se põe
ele no Google na... se se põe ele no Google, não
há registro do cara!
KC: Uau!
JL: Algo como se ir a Wikipedia e procurar por John
Lear... Ele não existe. Se se olhar os registros na
Wikipedia, a única coisa dita: "Nenhuma
comprovação por qualquer coisa que ele afirmou".
Isso é tudo que há na Wikipedia. Mas, se pode
encontrar Bob Lazar, Bill Lear, sabem, o Homem
na Lua, Howard Menger, todos os outros, mas não se
consegue encontrar John Lear na Wikipédia.
KC: Então Bob Nathan desapareceu, no seu entendimento?
JL: De acordo com Google. Sim, eu não posso
encontrá-lo. O motivo de procurar por ele, era porque
eu estava contando a história de quando Bob e eu fomos
ao JPL. A razão para ir até lá é que Bob tinha acabado
de sair da S-4. Na S-4, mostraram-lhe uma imagem do
que eles chamam de "Cydonia". Haviam pirâmides e a
"Face" em Marte. Mostraram-lhe imagens muito claras.
Nas pirâmides não havia nenhuma dúvida de que ele
pudesse ver portas, janelas, maçanetas, puxadores de
portas, tudo.
KC: Uau!
JL: Eu quero dizer, era um lugar onde alguém viveu.
Então, nossa pergunta a Bob Nathan era: "Foram
tiradas outras fotos, além da duas que Hoagland e
DiPietro colocaram no livro deles?"
Ele disse: "Não, não, que nós saibamos."
Então dissemos: "Bom, sabes, essas fotos foram
tiradas a uma altitude muito baixa. A Viking tirou
fotos mais baixas do que as fotos que Hoagland e
DiPietro tem?"
Nathan disse: "Sim, mas não tiramos nenhuma foto
de altitude mais baixa."
KC: [Ri] Certo.
JL: Então, o que isso nos diz novamente é como a
compartimentalização funciona. Bob Nathan sabia uma
parte do programa dele, mas Bob Nathan não era o chefe
do programa, sabem. Ele apenas era o homem de frente
para certas coisas que ele fazia, sabem. São os caras
na Austrália... sabem, Canberra, que captam os sinais
originais que dizem exatamente o que está acontecendo.
KC: Certo.
JL: Nós tivemos uma garota chamada Kathy Thomas, que
trabalhou na Goldstone. Ela costumava contar-nos
algumas histórias engraçadas, a Bob e a mim. Porque
ela receberia os sinais da Austrália, e ela
diria: "Nós estaríamos sentados, esperando por
sinais de Marte, e poderia levar 24 horas e eles
diriam... eles enviavam uma mensagem e diziam: "Bom,
vocês retocaram essas fotos? Nós precisamos delas.""
Sabem?
KC: [Ri]
JL: Enfim, ela me convidou e a Bob para ir até
Goldstone e tivemos a turnê real. Quero dizer, nós
fomos até a antena e todos os lugares diferentes. Foi
realmente ótimo! Infelizmente, ela foi demitida duas
semanas depois e ela foi trabalhar para a Raytheon, no
local de teste. Eu nunca mais consegui contatá-la
desde então.
KC: Ah, uau.
JL: Mas, Bob disse que ele falou com ela.
KC: Ah, sim?
JL: Mas, uma vez que se vá trabalhar lá, não se fala
com ninguém. Por exemplo, se se vai trabalhar para o
Comando Espacial em Colorado Springs, quando se é
contratado lhe dizem para dizer adeus a todos os seus
amigos, porque se vai ter um novo grupo de amigos.
Eles não querem que, acidentalmente, sabem, se
encontre um velho amigo e se diga: "Ei, você nunca
vai adivinhar o que estou fazendo agora!"
Eles falam sério. Eles dizem: "Diga adeus
aos seus velhos camaradas, porque você NÃO os
verá novamente". E é assim que eles evitam
aqueles pequenos inconvenientes.
KC: Uau. Isso é incrível.
BR: Você dizia que foi mostrado a Bob Lazar
imagens detalhadas de Cydonia em S-4 quando ele estava
trabalhando lá?
JL: Sim, sim, foi lhe mostrado as imagens das
pirâmides e da...
KC: Sabes por quê lhe mostraram essas fotos?
JL: Como parte da informação. Disseram-lhe, sabem:
"Estas são as bases que tínhamos na Lua, a base que
tínhamos em Marte".
BR: O que ele lembra sobre o que foi dito da base
de Marte? Como, a função, quão grande era ela e quem
mais está lá?
JL: Nada. Eu já lhes disse tudo o que ele me disse.
Tudo o que foi mostrado na imagem. Fomos perguntar a
Nathan sobre as bases e isso foi tudo o que foi dito.
Quando se decidi o que se vai fazer, isso é tudo o que
lhe dizem. O estudo e o trabalho que ele queria
fazer... re-engenharia de propulsão. Eles não passam
quaisquer outras informações, qualquer outra coisa.
Outra coisa interessante que eu queria falar com Dan
Burisch... Sabem, o que me convenceu sobre Dan Burisch
foi o DETALHE das formalidades. Sabem, quando se sai
do avião, o que eles estão fazendo? Dan Burisch... Eu
assisti a fita de vídeo. Sabem, ele passou uma hora
dizendo EXATAMENTE o que eles fazem! Foi tão
detalhado! Não vejo como alguém não poderia acreditar
nessa coisa.
KC: Certo.
JL: Eu quero dizer... simplesmente não se
poderia inventar isso de ser escoltado, a troca da
guarda e etcetera. Mas, uma das coisas que ele
disse... ele foi avaliado, sabem. Eles o avaliaram
com muito cuidado, sabem. O que quero dizer a
ele é: a razão disso só surgir a alguns anos atrás é
porque isso começou com Bob Lazar. [Ri]
Porque em uma das viagens, ele pegou a câmera 110
pequena que era apenas desse tamanho [indica
tamanho pequeno]. Não se revistava naqueles tempos.
Ele entrou sem problemas na S-4 com ela. Ele tinha uma
cadeira, ele se inclinou para trás assim e
colocou-a na perna. Em seguida, ele tiraria uma foto e
a trazia. Mas, ele teve um problema em tira-lá. Após
ele sair, alguém descobriu a câmera! Foi aí que todos
os problemas começaram! [Rindo]
KC: [Rindo] Isso é uma grande história!
Ok, John, agora uma última pergunta. Você voou por anos
e anos e anos, certo? Como um piloto de uma grande linha
aérea. OK? Então, você voava na maior parte do tempo.
Você jamais viu um OVNI quando estava voando?
JL: Sabem, como eu explico para as pessoas, quando
se está voando, não se está procurando por OVNIs. Se
está olhando para os instrumentos e vendo onde se está
indo OU, no meu caso, dormindo. Em seguida, à noite,
sabem, quando é mais fácil de se ver OVNIs, não se
está olhando para fora. Primeiro de tudo, se tem um
painel de instrumentos muito brilhante aqui e há o
reflexo dele sobre a janela, ao redor existem todos os
tipos de reflexões. Ou se está prestando atenção ao
que está acontecendo ou, no meu caso, dormindo.
Assim, é muito difícil. Não se notaria. Não se teria
a CHANCE de se observar um OVNI. Se teria que colocar
o rosto na janela e cubrir os lados com as mãos,
sabem, e quem vai fazer isso? Sabem?
KC: Certo.
JL: Mas, sim, por duas vezes vi OVNIs.
KC: [Ri]
JL: Uma vez foi em 1966, na descida para Los
Angeles, num Lear Jet, sobre Palm Springs, nessa LONGA
descida através de Panning Pass. Eu estava descendo e
vi um objeto branco indo da esquerda para a direita na
minha frente. Parecia exatamente com uma M2-F2 - e
essa é a "banheira voadora" que, sabem, o Homem de
Sete Milhões de Dollares se acidentou.
Lembram-se do seriado? Não tinha nenhum motor. Ela
tinha um motor pequeno que era para o pouso. Aquilo se
parecia com uma banheira voadora.
KC: Você quer dizer o Homem de Seis Milhões de Dolares,
certo?
JL: Sim. Assim que aterrizei ainda tive tempo para
chamar o piloto-chefe da Lear Jet, Hank Beard, e
dizer: "Ei! Você nunca vai acreditar no que vi! O
M2-F2 passou por mim hoje, indo para Palm Springs".
Só anos depois é que percebi o quão ridículo foi isso!
[Kerry ri] Que uma M2-F2 estaria voando pela rota
principal de pouso para o Aeroporto International de
Los Angeles. Eles só voam aquela coisa no deserto.
Então, obviamente, aquilo era outra coisa.
KC: Então, foram duas vezes... essa é uma.
JL: Depois num Lockheed L1011, pouco antes de me
aposentar, da Kittyhawk International, indo no sentido
oeste do Centro-Oeste. Não, foi ao sul de Chicago. Eu
estava olhando para sul... e, claro, os caras com quem
voava... bom, ninguém estava interessado em OVNIs.
Eles não queriam saber sobre isso. Eles não me queriam
apontando para qualquer OVNIs. Eu nem sequer me
preocupei em procurar. Além disso, normalmente, de
qualquer jeito, estou dormindo. Mas, aconteceu que eu
estava acordado neste momento.
Estava muito, muito escuro e muito tranquilo. Eu vi
essa coisa vir assim e ir [faz um som de explosão
e indica a direção para cima] ... apenas indo, indo
para o espaço exterior. Eu disse: "Uau! Isso foi
realmente incrível!" Então eu vi outro. BUM,
indo para o outro lado! Eu pensei: "Caramba, isso é
realmente incrível! Eu deveria dizer a esses caras,
mas, então, penso isso não acontecerá outra vez. Eu
vou parecer um idiota."
Aí, então, ocorre o terceiro... BUUM! Dessa forma!
Pensei: "Bom, eu vou falar isso". Eu disse:
"Ei, quero que vocês olhem para algo aqui."
Nós estávamos olhando, um quinto veio e foi BUUM,
assim! Ambos sentaram-se e disseram: "Caramba, eu
nunca vi nada parecido com isso!" Portanto,
essa foi a segunda vez. Foi realmente grande porque
ambos viram isso. Não havia como negá-lo.
KC: Isso é incrível. Uau!
JL: Eu quero dizer, eles estavam em estado de choque.
KC: Isso é fabuloso!
JL: E, sabem, era definitivamente um OVNI. Era muito
pequeno para se ver o que era...
KC: Então, em que ano foi isso, você se lembra?
JL: Teria sido em 1998... 1997 Ou 1998.
KC: Ah, não faz muito tempo.
JL: Então, tenho certeza que deve ter sido o nosso
programa espacial.
_____________________
Certo. Então as pessoas dizem: "Ok, John, hão
discos voadores, Reptilianos, bases secretas e
satélites secretos. E nós fizemos o nosso próprio
911 - bombardeamos a nós mesmos. Hão guerras e
você diz que hão guerras nucleares vindo. Então, o
que devemos fazer com tudo isso?" Quer dizer,
qual é a razão de tudo isso?
A razão de tudo isso é tentar evoluir em sua... em
sua vida. A forma como você pode fazer isso é tentar
viver sua vida sem inveja, ódio ou cobiça. Além disso,
passar mais tempo com a sua família e lhes dizer o
quanto você os ama. Isso é realmente tudo o que
podemos fazer.
Nós não podemos ser responsáveis pelos bandidos.
Nós não podemos ser responsáveis pelas crianças que
estão tendo tantos problemas no mundo. Nós não podemos
ser responsáveis pelas guerras nucleares que estão
acontecendo. Tudo o que podemos fazer é sermos
responsáveis por nós mesmos. Isso é viver nossas
vidas sem ódio, inveja ou cobiça, dizendo a cada
membro da nossa família o quanto nós os amamos e
dizer-lhes isso todos os dias.
Eu TENTO viver sem inveja, ódio e ganância. Mas há
um monte de idiotas por aí, então...
[Ri]
KC: Isso é ótimo! Eu acho que vamos deixar isso como
encerramento.
[Risos] [toca a música tema]
Intervalo para almoço
JL: Com o que vocês estão preocupados?
KC: Nós estamos preocupados em perder...
BR: Nós apenas estamos preocupados em perder
coisas boas quando não estamos gravando.
JL: [Rindo], porque eu não estou conectado.
BR: Porque, se você não estiver conectado ao
microfone, fica perdido para sempre. Porém acho que
conseguimos; mas, na verdade foi durante o almoço. Temos
que controlar o ambiente. É por isso que...
JL: Isso está perfeitamente correto.
BR: E é tão fácil de se esquecer. É como se,
droga, isto é como algo que você nos contou durante a
pausa para o café!
Conversa durante o almoço [apenas áudio]
JL: Ele diz: "Você a despachou a alguns anos
atrás da sua porta. Ela veio falar com você e você
disse a ela para dar uma voltinha." Eu disse: "Inacreditável!"
KC: [Ri]
JL: Bom, de qualquer maneira, liguei para Angela e
aconteceu que algumas semanas depois, ela estava dando
um curso de uma semana.
A razão de querer fazer visão remota era porque eu
não sou nem um pouco psíquico. Eu não sei quando a
minha mulher está zangada. [Kerry e Bill riem] Eu
não sei quando a campainha da entrada vai tocar. Eu
não sei quando o telefone vai tocar. Eu queria saber
se eu poderia ver remotamente.
A resposta foi ABSOLUTAMENTE POSITIVA! Fiquei chocado
com as coisas que eu poderia fazer.
KC: Maravilhoso.
JL: Uma das coisas que fizemos foi a cada dia um
cara enviava aos outros a "tarefa" deles. Eu lhes dei
a tarefa de Vênus. Eu não passei nenhuma instrução,
sabem, o que significa que estou dando informações com
antecedência.
KC: Eu fiz curso de visão remota.
JL: Eu não disse nada. No final eu tive que rir
porque todo mundo, sabem, quando eles se acalmaram,
disseram: "Uau! Que lugar! Eu adoraria ir LÁ!"
Sabem, porque é bonito lá.
KC: Ah, isso é ótimo.
JL: Foi muito gratificante fazer isso.
KC: Ótimo. É. Bom, veja só, lá vem você.
JL: O que aconteceu... No final dos anos 50, tivemos
algumas pessoas da Marinha que usaram um balão, para
verificar a atmosfera de Vênus. Eles disseram que
provavelmente havia uma atmosfera e, sabem, para todos
os efeitos, provavelmente, vida. Assim, por qualquer
motivo, tivemos que acabar com isso.
Eu imagino que eles colocaram algum general numa
mesa como esta, com os ajudantes dele, e ele estava
dizendo a eles: "Então, esse é o plano:
[Kerry ri] Nós temos que ter certeza de que
ninguém acredite que há vida em Vênus, então eu
preciso que vocês me dêem algumas idéias. Vamos
pensar isso."
Então, um cara diz: "Que tal uma atmosfera de
ácido sulfúrico?"
O cara diz: "Bom, bom, eu gosto disso...
atmosfera de ácido sulfúrico! Agora, vamos lá
pessoal, vamos ser criativos. O que mais?
Bom, que tal vulcões, vulcões explodindo? Melhor
ainda, vamos dizer que há um vulcão a cada
quilômetro quadrado em Vênus, com muita lava
fluindo por toda parte.
Ok, vamos lá, vamos adicionar mais coisas aqui.
Que tal 90 atmosferas de pressão?
Isso é bom, muito bom! 90 atmosferas de pressão!
Ninguém poderia viver com 90 atmosferas de pressão,
90 vezes a pressão na Terra. Ele diz: "Acho
que temos uma descrição boa, muito boa".
Assim, um dos capitães diz: "Sabe, General, eu
acho que ninguém vai acreditar nessa besteira. Quero
dizer, como poderia acontecer tudo isso num planeta
tão perto de nós? Quero dizer, por que haveria ácido
sulfúrico, vulcões explodindo e 90 atmosferas de
pressão?"
Ele diz: "Não se preocupe com isso,
filho. Se dizemos com bastante convicção e por muito
tempo, eles vão acreditar!"
Então, foi assim que o novo planeta Vênus nasceu!
KC: Incrível. Bom, quero dizer, isso é realmente um
cenário real, o que você acabou dizer.
JL: Bom, tanto Adamski quanto Menger... Eu acho que
eles o viram ou foram lá.
KC: Também há alguma suposta situação de um visitante
alienígena de aparência humana na Casa Branca?
BR: Este é Valiant Thor. Este é o Estranho
no Pentágono.
JL: Val Thor? Val Thor. Sim.
BR: Sim, Val Thor. Isso foi dito por Frank
Stranges que escreveu este livro chamado Estranho no
Pentágono. Se bem me lembro - não li o livro - se
bem me lembro, Val Thor era, supostamente, de Vênus.
Isso foi antes deles decidirem cancelar a história de
Vênus.
KC: Certo.
BR: O que você sabe sobre isso?
JL: Só que - a nave de Val - deveria estar
estacionada bem aqui, no Lago Mead. Eu tenho as
coordenadas. Se podia ir até lá e ver onde ela estava.
Porém isso é tudo que sei sobre Val Thor.
BR: Uma das pessoas que nos conhecemos depois
que o entrevistamos foi Bob Dean, a quem você deve
conhecer muito bem. Homem maravilhoso. Ele nos disse que
os alienígenas
com quem as autoridades estavam mais preocupadas eram os
que não se distinguem de nós.
KC: Certo.
BR: Eles estavam andando pelos corredores do
Pentágono, no governo, nas forças armadas e, você
sabe... Andando pela rua, nunca se notaria a diferença.
Você já ouviu alguma coisa sobre isso?
KC: Você já ouviu falar disso?
JL: Existem alienígenas assim. Mas o problema é que
nos aliamos com os alienígenas errados. Pensamos que
os Grays são os nossos inimigos. Foi por isso que nós
construímos as doze ... ou pelo menos doze... armas
baseadas em plataformas para as armas de energia
direta que agora circundam o mundo. Começamos em 1968,
antes do começo da Missão Apollo e continuamos
construíndo-as desde então.
KC: Hum.
JL: O que eles pretendem fazer - e quando digo "eles"
estou falando dos sórdidos nazistas da NASA, se
eles não podem se livrar dos Grays, eles vão explodir
a Terra. Porque eles não querem que os Grays tenham o
que eles consideram ser o prêmio. Eles não entendem
que existem BILHÕES de Terras. Existem bilhões de
Terras, idênticas a nós, todas em vários estágios de
desenvolvimento, sabem? Eles pensam que vão destruir a
Terra. Eles não vão.
Apoiando essa história, uma das primeiras coisas que
Bob me disse naquela noite foi que ele viu uma
mensagem que enviamos para os donos dos Grays. Era: "Ou
vocês nos ajudam a nos livrarmos dos Grays, ou
ninguém fica com a Terra."
Foi quando Bob me contou sobre essa super-arma que
temos, que pode destruir um continente da metade do
tamanho da América do Sul. E, desde então, já ouvi,
sabem, caras realmente conhecedores dizerem: "Sim.
Nós temos algumas armas realmente assustadoras."
Eu não estou certo de como isso vai acabar.
Assim, o plano é: os caras que comandam todas essas
coisas vão destruir... O plano é nos destruir se não
puderem livrar-se dos Grays. E, claro, eles não vão se
livrar dos Grays. Os Grays estão em todo maldito
lugar!
KC: Certo.
JL: Eu não posso dizer que eles são benéficos.
Eles têm um trabalho a fazer e esse é cuidar dos
"containers". Às vezes é bom, às vezes é mal. Mas isso
é o trabalho deles. Não há ninguém que vá
interferir com isso. Então, eles certamente nos
protegem de qualquer tipo de desastre que apareça.
Mas, enquanto isso, os sórdidos da NASA...
KC: Ok, e sobre os Reptilianos?
JL: Eles são um acordo separado, tenho certeza. Eles
têm a própria civilização. Eles provavelmente estão no
subsolo.
KC: Bom, quero dizer, você certamente sabe que há mais
de um tipo de Gray, certo?
JL: Sim. Hão muitos deles e não existem tipos muito
diferentes de reptilianos. Ron Schmidt e eu estamos
conversando com um cara, um cientista realmente
experiente, sabem, um cara que seria capaz de se
sentir confortável em falar sobre qualquer coisa. Ele
nos disse do primeiro encontro dele com um reptiliano.
Foi tão convincente. Ele estava trabalhando no
laboratório. Ele olha para o cara e lhe faz uma
pergunta. Ele diz que a segunda pálpebra desceu por um
segundo, sabem! [Ri]
KC: [Ri]
BR: [Fomos] contactados por alguém que é um
cientista, que na verdade é sobrinho de um dos
ex-diretores da CIA. Ele é um cara confiável, muito
inteligente. Ele apenas foi por alguns dias, por um
período, fazer um trabalho técnico específico em Dulce.
Foi assim que toda esta conversa começou. Como parte da
entrevista dele para ir à Dulce; lhe foi informado do
que ele deveria fazer se ele encontrasse um reptiliano.
Isto fez parte do treinamento, muito trivial.
O que lhe foi dito é que se se encontrar um desses
caras, se deixa cair as mãos com as palmas das mãos
abertas para mostrar que é um gesto de súplica. Isso
mostra que não se é uma ameaça. Mas não se faz isso...
se faz isso. Ele disse que isso é o que se faz com esses
caras. Então eles vão deixá-lo em paz.
Ele encontrou um desses caras. Ele encontrou um
reptiliano em comunicação silenciosa com um Gray - e
apenas numa ocasião, apenas por alguns momentos. Ele fez
o que lhe foi dito. Ele disse que essa criatura grande
era incrível, arrogante e fria e parecia que ele poderia
matá-lo apenas com um único golpe.
JL: Hum, hum.
BR: Entendes, apenas se afaste... recue devagar.
E todos ficavam bem. Tudo estava certo. Ele nos disse
isso de uma maneira muito prosaica. Será que isso
corresponde ao que você já ouviu?
JL: Com certeza. 100%... Parece com muitas histórias
que eu ouvi...
(continuação da Parte 1, Parte 2 e Parte 3)