Joseph Farrell:
Transcrição da Entrevista
Dr. Joseph Farrell:
O Nazismo International
Laughlin, Nevada, fevereiro de 2009
|
Introdução
Bill
Ryan (BR): ... Assim, nosso trabalho é ajudá-lo a
por essa informação disponível a uma quantidade máxima de
pessoas.
Joseph Farrell (JF): OK.
BR: As pessoas que recebem essas informações são um
grupo muito eclético. Temos crianças de 16 anos de idade,
que acabaram de acordar no mês passado, dizendo: "O
que está acontecendo por aqui? Diga-me. Diga-me."
Então nós temos pesquisadores experientes como você e, até
mesmo, informantes que assistem nossos vídeos para terem
uma idéia do que realmente está acontecendo.
JF: OK.
BR: Assim, uma das razões de querermos falar com
você é porque você é um apresentador muito convincente,
lúcido e articulado de algumas informações muito
difíceis. Também tenho certeza que outras pessoas te
disseram isso, mas nós reconhecemos isso.
JF: OK.
BR: Pedimos desculpas por colocá-lo na frente da
câmera sem que você tenha seu projetor de slides.
[Farrell ri]. Você não tem quaisquer lembretes e nem tem
nenhuma anotação.
JF: Eu vou fazer sombras com as mãos. [Ri]
BR: A sensação que tínhamos de você é que você
tem uma idéia muito boa da sua informação e também
respeitamos isso. Então, vamos lá. Estamos filmando.
Início da entrevista
BR: Então... Sou Bill Ryan do Projeto Camelot.
Estou com a minha colega Kerry Cassidy e também estamos
muito satisfeitos por Joseph Farrell estar aqui. Antes
da gravação, a apenas alguns momentos atrás, eu
verifiquei que não havia problema de chamá-lo Joe...
JF: Ah, com certeza.
BR: ... porque estamos entre amigos e isso me
faz sentir um pouco mais relaxado. Você pode estar se
perguntando e alguns dos nossos telespectadores podem
estar se perguntando como é que é este Bill que está
fazendo esta entrevista. Assim com uma apresentação
pessoal pequena e, também, talvez para alguns de nossos
espectadores mais novos, eu sou... Se fôssemos o
Arquivo-X verdadeiro, eu seria realmente Scully.
[Ri] Ok? Significando que eu sou aquele que é um pouco
mais científico, um pouco mais cético, um pouco mais
cauteloso...
JF: Certo.
BR: ... e é por isso que, entre nós, muitas
pessoas sentem, e nós sentimos, que fazemos uma equipe
muito boa. Assim, eu tenho um currículo em matemática e
física.
JF: OK.
BR: Eu tendo a não tirar conclusões doidas, mas
ao mesmo tempo estou muito feliz de pensar de forma
criativa...
JF: Certo.
BR: ... como suspeito fortemente que você também
faz.
JF: Certo.
BR: Uma das razões pelas quais nós realmente
queríamos falar com você, além da alta qualidade
profissional de sua apresentação em várias entrevistas
que ouvimos, para nos prepararmos para esta, é que as
peças do quebra-cabeça que você coletou através da sua
pesquisa diligente, nos parece ser o entendimento
essencial para quem realmente quer saber o que está
acontecendo hoje na geopolítica, em termos de "ciência
negra/secreta", talvez, até em termos da agenda global,
quem está comandando o show, como tudo começou, onde
tudo começou e quando tudo começou.
JF: OK.
BR: Para esclarecer alguns dos nossos
telespectadores que podem não saber quem você é...
JF: OK. [Ri]
BR: ... apesar dessa introdução, dê-nos a sua
breve apresentação sobre: Quem é Joe Farrell? Como
você começou a fazer o que você está fazendo agora?
JF: Bom, numa versão rápida: Meu pai era um
engenheiro, então eu cresci num lar onde a ciência
sempre foi uma espécie de coisa principal a ser
ressaltada e sempre fui, sabem, pessoalmente
interessado nela. Por um longo período, quando eu era
criança, e por todo o ensino médio mais tarde, eu
queria ser um físico. Então, no meu último ano, eu
fiquei desinteressado, estava com medo e
desisti de cálculo e escolhi teoria musical como meu
estudo alternativo, mas [ri] isso também foi
muito difícil, se não até mais difícil.
Então, eu também era um músico e entrei para a
música. Portanto, quando eu estava na faculdade eu
estudei filosofia e isso desviou-me ainda mais do meu
objetivo original, filosofia e textos antigos. Eu
também sempre me interessei por história, coisas
antigas, mistérios e assim por diante. Então eu fiz
meu doutorado na Inglaterra e depois ensinei na
faculdade por alguns anos.
BR: Em Oxford? Você esteve em Oxford?
JF: Não, não. Eu não fui professor em Oxford. Eu
apenas fiz meu doutorado lá. Eu só ensinei na
faculdade em Oklahoma. Foi principalmente filosofia e
história, mas eu dei um seminário inter-disciplinar
por um período. Foi um seminário de equipe-didata e a
forma como o outro professor e eu tivemos que dividir
as várias disciplinas que estávamos tentando reunir...
Bom, ela era uma bióloga, portanto, ela lidava com
certas coisas e eu dei física, porque esse sempre foi
uma espécie de passatempo mesmo quando abandonei a
busca profissional dela, então...
Nós também descobrimos que tínhamos um interesse
comum, por assim dizer, nas coisas esotéricas e
alternativas; eu apresentei algumas das minhas idéias
sobre Pirâmide a ela e ela disse: "Ah, você tem
que passar isso para a classe". Então eu passei
isso para a classe e eles gostaram muito, para minha
grande surpresa.
Depois que eu parei de ensinar na faculdade eu
decidi: "Bom, sabem, eu poderia muito bem fazer
um sacrifício e escrever algumas das minhas idéias
malucas". Assim, foi [ri] como entrei em
tudo isso. Foi assim que aconteceu.
BR: Então, você é um grande polímata.
JF: Ah... Eu tenho muitos interesses. Sim. Eu não
diria polímata; mas, sim, eu tenho um amplo
espectro de interesses. [Ri]
BR: Você já respondeu a uma das minhas
perguntas, que era - como é que parece evidente que você
tenha uma tal compreensão da física que a sua
investigação o levou a se enredar, se eu posso usar essa
palavra.
JF: Ah, sim. Bom, enquanto eu crescia, eu era o nerd
por excelência. Quero dizer, divertia-me quando era
menino brincando com a régua de cálculo do meu pai,
sabem? [Ri] Então isso dá-lhe a idéia de que
tipo de pessoa... Eu sempre fui um leitor e até hoje
eu ainda gostaria de procurar e encontrar artigos de
física on-line, abrí-los e lê-los, e ver o que está
acontecendo. Então esse é o tipo de pessoa que eu sou.
BR: Ora, bom para você, porque parece que, do
que pudemos coletar, tendo conversado com colegas
mútuos, tais como Richard
Hoagland ...
JF: Certo.
BR: ... e Jim Marrs,
a quem entrevistamos esta manhã, é que você está
fornecendo um serviço real na cadeia de informação, por
assim dizer, em termos de fornecer aos pesquisadores -
que estão dando o melhor deles para obter um visão geral
- com alguns componentes de dados específicos que você
parece eminentemente qualificado ao topar com eles. Ou,
talvez, isso soe muito grosseiro. Na verdade, talvez
você tenha ido atrás deles deliberadamente, desde quando
você percebeu que havia alguma coisa para ir atrás.
JF: Talvez.
BR: Você acha que isso está correto?
JF: Talvez em algum lugar entre os dois. Uma das
coisas que sempre me impressionou... Minha formação
acadêmica é na verdade em teologia e sempre me pareceu
que muitos dos métodos que os teólogos usam são muito
semelhantes, em alguns aspectos, aos métodos que os
físicos usam. Isso pode soar muito contraditório em
relação ao que a maioria das pessoas pensa.
Mas, ao olhar os textos antigos, especialmente
textos filosóficos, sempre me pareceu que eu estava
olhando uma espécie de metáfora topológica mais do
que, especificamente, um texto metafísico. Quanto mais
eu voltava no tempo, essa metáfora tornou-se mais
aparente, a tal ponto que tornou-se possível perceber
certos conceitos no texto comparáveis às convenções de
notação da topologia.
Então eu pensei, bom, sabem: Isso é uma loucura!
[Ri] Portanto, não o compartilhei. Quando fazendo o
doutorado, não compartilhei essa idéia com ninguém,
sabem. Mas, depois que parei de lecionar na faculdade
comecei a olhar para os textos dessa forma e a ver...
Eu fiz isso em particular. Não estou dizendo que,
sabem, de repente, decidi fazer isso. Eu estava
fazendo isso privadamente por alguns anos e mantendo
pequenos blocos de notas. Mas, sim. Foi uma
espécie de meio-acidente e algo initerrupto. Talvez em
algum ponto entre os dois.
BR: Mas, houve algo que deve tê-lo feito começar
especificamente na trilha do tesouro que o levou a
reunir muito do sub-quebra-cabeça que era: O que
estavam os nazistas realmente fazendo antes e durante
a Segunda Guerra Mundial...
JF: Correto.
BR: ... que ninguém mais parece ter realmente
percebido? O que foi que te levou nessa direção? Quais
foram as primeiras coisas que você encontrou?
JF: Bom, a coisa que sempre me pareceu, que não acho
que tem... Eu nem sequer me incluo nesta categoria. A
coisa que sempre me impressionou sobre o tipo de
pesquisa que os nazistas estavam fazendo é, por um
lado você tem, definitivamente, uma influência e
interesse esotérico, oculto que ajuda a dar nascimento
ao Partido Nazista. Se tem uma influência esotérica e
oculta definitivamente em ação após os nazistas
tomarem o poder.
E, sabem, uma das coisas que eu gostaria de
salientar é que o "Estado" nazista com a SS e Heinrich
Himmler, quando ele cria o Ahnenerbe Dienst (O
serviço Ahnenerbe),
o chamado Bureau de Pesquisa Ancestral...
Se se for aos Tribunais de Nuremberg e procurar o
resumo - se tem que desenterrar isso, mas se pode,
eventualmente, encontrá-lo - é uma afirmação pequena,
uma declaração que estabelece essa coisa. Mas uma das
coisas que ele considera como uma das finalidades
deste departamento é que o departamento é para
investigar todas essas áreas para uma potencial
aplicação militar. Ok?
Portanto, temos essa influenciam atuando. Então, por
outro lado, como sabem, tendo um currículo matemático
e físico, se tem durante esse período de - ah, digamos
1920 até cerca de 1931-32 - se tem essa onda de
publicações na Alemanha, de várias teorias do Campo
Unificado : Kaluza, Einstein, Eddington e assim por
diante. Se tem esse tipo de fermento científico em
ação.
Assim, é claro, se adicione Gabriel Kron na mistura,
um colega húngaro, engenheiro elétrico que diz: "Ei!"
Sabem, ele ganhou um prêmio da Universidade de Liège,
na Bélgica, por um artigo em que ele diz: "Bom,
nós, engenheiros elétricos, percebemos todas essas
anomalias em grandes sistemas elétricos rotativos e
podemos explicar essas anomalias, apelando para
estas Teorias do Campo Unificado das físicas das
dimensões mais elevadas".
Assim, em outras palavras, se se parar e pensar
sobre as implicações do que ele disse, a tecnologia de
circuitos elétricos, por volta de 1935, está
produzindo anomalias só explicáveis por essas
teorias matemática/física da dimensão superior. Ele
está lhe dizendo, em outras palavras: "Essas
teorias podem ser aplicadas". Elas podem estar
incompletas no sentido teórico, mas elas, no entanto,
são teorias aplicáveis. Isso é uma declaração
importante.
BR: O que é altamente significativo porque ele
está unindo dois mundos totalmente diferentes.
JF: Ah, sim. Certamente. Sim.
BR: Engenharia na prática e oculta na
matemática.
JF: Com certeza. Certamente. Sabem, uma das coisas
que me surpreendeu... Acabei de adquirir alguns dos
artigos de Kron. Eu saí e comprei um dos livros dele,
um livro pequeno e velho publicado por Dover. Mas, o
que ele diz é: ele pega o cálculo tensorial e usa-o
como uma maneira de analisar as máquinas elétricas.
BR: Mas, este é o cálculo do tensor de Einstein
do artigo do Campo Unificado de 1928?
JF: Sim. Isso é... Certo. Uma das coisas específicas
que se vai notar em Kron, embora ele não vem a público
e lhe diz: "Agora vou lhe mostrar como funciona a
torção" - é que ele apela para esse conceito
real.
Desse modo, se tem essas duas coisas muito
diferentes acontecendo como um tipo de fermento
intelectual na Alemanha nessa época. Se tem o
interesse esotérico e oculto, e se tem esse interesse
teórico e prático muito oculto.
Ora, eu sempre suspeitei que existe algum tipo de
conexão entre os dois. Foi isso que me interessou na
história do "Bell (Sino)", porque o departamento do
governo alemão que estava realizando toda esta
pesquisa muito exótica é, precisamente, o SS.
BR: De que ano estamos falando?
JF: Essa é outra boa pergunta. O projeto Bell em si,
acho que se pode dar um motivo, na verdade, tem o tipo
conceitual do início do estágio de prova de conceito
de antes dos nazistas tomarrem o poder, e pode ter
ocorrido mais cedo, por volta de 1924-25.
BR: Tão cedo!?
JF: Muito cedo. A razão para eu dizer isso está num
dos meus livros em que reproduzo este, ah, algo como,
artigo pequeno de enchimento de duas
colunas que apareceu no Frankfurter
Allgameine Zeitung, acho que foi,
mas foi escrito por ninguém menos do que o Dr. Walther
Gerlach.
Porém, Walther Gerlach, sabem, ele é um dos físicos
mais famosos nessa época da história. Ele é um
ganhador do Prêmio Nobel, sabem... o experimento
famoso de Stern-Gerlach.
Pensei: "Bom, uau!" Porque o que ele fala
neste artigo é da possibilidade da transmutação dos
elementos, especificamente em relação a transformação
do mercúrio em ouro, e ele chama isso de uma "nova
alquimia". Isso realmente me chamou a atenção. Porque,
sabem, isto é, o número um, antes da descoberta da
fissão nuclear por Otto Hahn. Ok? Então, ele tinha um
conceito muito diferente na cabeça dele.
BR: Ele era um cara inteligente, ele não era
um...
JF: [Ri] Ele era um cara muito inteligente!
Sim. Este não era um amador, sabem. Quando ele usa
essa palavra alquimia, fica bem claro. Eu até
reproduziu o artigo original em alemão e depois o
traduzi, então saibam que não estou inventando nada,
gente.
BR: A palavra é a mesma em alemão, não é?
JF: Ah, sim. Alchemy (Alquimia). Se
pode vê-lo ali mesmo no artigo. Assim, ele escreve
este artigo e, em seguida, fica muito claro, ele faz
uma espécie de uma pequena declaração final, que,
sabem: "Isto deve ser mais investigado e para
fazer isso será necessário - dica, sugestão - ter-se
uma grande quantidade de dinheiro". [Ri] Portanto,
este é o tipo de apelo típico do cientista para o
governo. Certo?
BR: OK.
JF: Bom, a razão de eu achar que o projeto pode ter
começado neste período é porque foi precisamente o Dr.
Walther Gerlach, quem foi o diretor do projeto Bellfor
dos nazistas.
BR: Ok. Mas, Joe, eu me pergunto se eu posso
pará-lo aqui, porque, pelo que entendemos, nós temos os
primeiros dez minutos do que está parecendo com um filme
realmente interessante onde [Farrell ri] ninguém está
completamente certo do que está acontecendo...
JF: Sim.
BR: ... mas eles estão interessados.
JF: OK.
BR: Agora, para os nossos telespectadores, ok?
Nós conversamos sobre Einstein; cálculo tensorial - algo
que soa com matemática muito complexa que...
JF: É! [Ri]
BR: ... ninguém vai entender; os nazistas, algo
chamado o Bell. Então, qual é a trama da estória aqui?
Por que alguém deveria...
JF: Prestar atenção a isto?
BR: ... se preocupar com essa história
extraordinária?
JF: Certo. Muito simples. É minha crença... Só para
lhe dar uma espécie de resposta resumida, muito curta,
é minha crença, número um, que o projeto da bomba
atômica nazista foi bem sucedido. Mas, o que vou fazer
é simplesmente pedir aos espectadores para aceitarem
isso como uma espécie de "garantido", por uma questão
de argumento, para que eu possa expor o contexto. Ok?
Se se olhar para a classificação do projeto do Bell,
os nazistas o classificaram como kriegsentscheidend
(definidor de guerra). Em outras palavras,
dentro do sistema de classificação do Terceiro Reich,
o Bell foi classificado absolutamente único e no topo
mais alto do sistema, e foi o único projeto na
Alemanha nazista a ser dado essa classificação
específica. Em outras palavras, maior do que a bomba
atômica. Ok?
Assim, em outras palavras, para os nazistas a bomba
atômica é, sabem, uma espécie de "coisa velha".
[Ri] Ok? Assim isso dá um indicador de qual era o
significado disso. Mas, se se olhar para a física que
eles estão tentando investigar, acredito que eles a
investigam por três razões - para fins de obterem três
coisas.
Número um, eles querem livrar a Alemanha da
dependência energética dos poderes estrangeiros e do
petróleo estrangeiro. Então, em outras palavras, eles
estão investigando a chamada energia do "ponto zero".
Ok?
Número dois, o mesmo tipo de física que eles viram é
uma espécie de porta ou janela no campo de propulsão
avançada, ou antigravidade, se se quiser chamá-lo
assim.
A terceira coisa, é claro, nazistas são nazistas, é
que eles queriam utilizar esta física como uma arma.
E, claro, estamos lidando agora com a física que,
novamente, pode projetar o tecido do espaço-tempo,
localmente.
BR: Ok. Ora, só mais uma vez, para resumir isto
antes de entrarmos em maiores detalhes.
JF: Certo.
BR: O que você se refere aqui é, você pegou a
linha de pesquisa que foi iniciada por...
JF: Igor Witkowski.
BR: ... Nick Cook e Igor Witkowski. Essa coisa
que parece ter sido chamada... bom, por falta de uma
palavra melhor "O Bell (Sino) Nazista". Nós não
sabemos como eles o chamavam, não é?
JF: Bom, na verdade eles o chamavam de Die
Glocke (O Sino).
BR: Die Glocke.
JF: Eles tinham outro apelido para ele: Der
Bienenstock - a colméia...
BR: A colméia.
JF: ... por causa do som que faz. Mas, um dos nomes
de código do projeto atual foi Projekt Cronos,
ou Projeto Tempo. Porém, muitas pessoas tiram
a conclusão que, por isso, eles estão tentando
construir uma máquina do tempo. Bom, não. Isso é... O
tempo está envolvido porque, novamente, se está
tentando usar torção para aproveitar a capacidade de
manipular o tecido do espaço-tempo.
BR: O que é torção?
JF: Certo. Torção. A maneira que gostaria de
ilustrá-la é muito simples: Se se pegar uma lata de
refrigerante, a esvaziar e, em seguida, torcê-la como
um pano de prato, se tem o movimento de contra-rotação
que vai espiralar, dobrar e fazer pregas nessa lata,
depois junte as extremidades da lata. Então, esse tipo
de ilustração é a minha forma simplista para explicar
o que a torção faz. A lata representaria o
espaço-tempo, ok?
Porém, o que estão fazendo... Acho que em última
instância, para os nazistas, o objetivo disso é que
eles querem usá-lo como arma. Claro, e digo isto
frequentemente nas minhas entrevistas, se se está
lidando com uma tecnologia que tem potencial para
engendrar o espaço-tempo, o que significa que se se
usar isso como arma, potencialmente, você tem uma arma
que faria a bomba de hidrogênio parecer fogo de
artifício.
É, na verdade, uma coisa destruidora de planeta, se
se tem a engenharia adequada por trás disso e, sabem,
se desenvolve sistemas de alimentação apropriados e
assim por diante. Que, mais uma vez... é simplismente
a mesma coisa que levaria a energia de ponto zero,
então essa é a energia, [ri] sabem?
BR: Existiam alguns cientistas muito
inteligentes nessa época.
JF: Ah, sim! Com certeza.
BR: Pode-se realmente dizer: "os melhores do
mundo", você o diria?
JF: Eu diria isso. Novamente, sabem, é por isso que
prefaciei meu discurso ao mencionar a bomba atômica,
por causa da lenda dos Aliados do pós-guerra, como
gosto de chamá-la, que é, naturalmente, os alemães
eram um bando de trapalhões nucleares, sabem. Eles não
tinham suficiente potencial humano. Eles não tinham
dinheiro suficiente, sabem, e todas essas
besteiras divertidas que se lê nos livros
didáticos.
Bom, para mim, esta história realmente não faz muito
sentido. Você está certo. Eles tinham Heisenberg. Eles
tinham Hartek. Quero dizer, essas pessoas não são, de
forma alguma, amadores. Então, sim, o que os alemães
estavam fazendo... Eu quero enfatizar aqui a
importância da razão pela qual o nazismo seria o
caldeirão ideológico para isso, pois o nazismo, é
claro, baniu "físicos judeus". Em outras palavras:
Relatividade. Eles ainda tinham dificuldades
ideológicas com os aspectos da mecânica quântica,
porque era muito estatística. Era muito
probabilística. Não era determinista o suficiente para
alguns dos ideólogos nazistas.
Mas, o que fica implícito na história oficial, é que
dentro da Alemanha nazista, se tem uma eliminação
absoluta do método científico e um beco sem saída da
física. Porém, acho que se se olhar agora, cem anos
depois da Relatividade, vemos justamente que a física
está num beco sem saída. Nós temos agora esse tipo de
dogma.
O que acho que o nazismo realmente fez, foi libertar
essas pessoas, de uma certa maneira, para pensarem
criativamente, e todo esse pensamento criativo ocorreu
dentro dos limites da SS. Sendo o evento que sinaliza
o início de tudo isso solto nos tempos modernos, a
razão de estarmos descobrindo isso, é precisamente a
reunificação alemã. Por quê?
BR: Certo.
JF: Porque quando a Zona Leste é, basicamente, anexada
em um casamento forçado pela Alemanha Ocidental... e
isso é exatamente como eu o descreveria. Quando isso
acontece, todas as instalações SS antigas na Zona
Oriental - algumas das quais os soviéticos nem sequer
entraram, sabem. A SS as explodiu e os soviéticos
nunca se preocuparam em entrar nelas. Os alemães
voltaram lá e olharam para tudo isso, e isso não
estava aparecendo em qualquer tela de radar conectada
com foguetes ou aviões a jato ou gás venenoso, sabem,
nenhuma das outras coisas que eles estavam fazendo.
Portanto, eles começaram a se perguntar: "Bom,
o que estava acontecendo aqui?"
Daí, claro, Igor achou esse "dólmen" muito estranho
- como a estrutura lá em Ludwikowice, acho que na
Polônia, que costumava ser Ludwigsdorf, e ele se
pergunta: "O que é isso?" [Ri] Sabem?
"Por que isso está aqui?"
E, é claro, que isso solta a curiosidade da
desclassificação. Isso dá liberdade a muita gente
vindo da antiga Zona Leste, que agora são capazes de
falar sobre o que viram, o que observaram. Isso abriu
caminho para uma quantidade fantástica de informações.
BR: É muito interessante o que você está dizendo
sobre o... Deixe-me reformular o que você está dizendo:
O crisol de apoio e da agenda do Estado era um sistema
de apoio perfeito para o cientista que quizesse o
financiamento e a motivação...
JF: E pensar fora da caixa - criativamente.
BR: ... e todos os recursos para poder brincar
com esses brinquedos e fazer tudo que os cientistas
realmente querem fazer, que é inventar algo
extravagante...
JF: [Ri] Sim! Exatamente!
BR: ... que funcione.
JF: Isso está perfeitamente correto.
BR: E o que alguns de nossos ouvintes já devem
estar pensando é, como... eles vão estar pensando: "Espere
um minuto! Isto é o que está acontecendo em Los
Alamos, Sandia, Hughes e Laborátorios Bell agora."
JF: Hum hum! Sim. Isso mesmo. Sim!
BR: Em uma época diferente e com uma forma
diferente de Reich [Farrell ri], que é o que Jim Marrs
diria.
JF: Sim. Eu também não teria muito que argumentar
com ele! [Ri]
BR: Mas, o que também acho que você está
dizendo, com o risco de colocar palavras em sua boca, é
que se queremos entender essas coisas que acabei de
mencionar, então precisamos voltar exatamente a esta
trilha de documentos que você seguiu, porque o que
estamos vendo hoje é a descendência disso. Isso está
correto?
JF: Sim. A Alemanha nazista é, sabem, é realmente um
estado estranho quando se examina as implicações
científicas dela porque...
Deixe-me voltar ao departamento da SS que Himmler
criou. Ok, se vai lá e se pesquisa a herança ariana -
se olharmos para o Estado nazista e voltarmos ao que
Himmler estabelece com este departamento - e ele diz:
"Tudo bem. Vão e investiguem todos os aspectos da
herança ariana antiga". Mas a missão curta que
ele lhes dá é ampla o suficiente.
Basicamente, se tem um departamento do estado
nazista criado especificamente com o objetivo de
investigar o esotérico, o oculto, o hermético, o que
se quiser chamar todo esse conhecimento antigo, OK?
Com a finalidade específica de aplicação militar.
BR: Isto, de novo, soa estranhamente
reminiscências do que ouvimos sair de alguns lugares na
América de hoje.
JF: Sim! Certo. Mas aqui, o que enfatizo aqui, e o
que quero atar com o que você disse, é que esta é a
primeira vez, na história moderna, que uma grande
potência mundial investe muitos recursos financeiros e
pessoal para fazer isso. Está muito, muito claro,
sabem, no caso da Alemanha nazista. Então, temos este
caldeirão, este crisol que, sabem...
Acredito que seria algo diametralmente oposto o que
um historiador acadêmico comum lhe diria dessa física
ariana. Sabemos quais são as falhas. Quero dizer, elas
são palpáveis. Elas são gritantes. Mas a razão de não
sabermos sobre os sucessos e a razão de estarmos
apenas ouvindo sobre elas agora, não é apenas a
reunificação alemã, mas, precisamente, porque esse
crisol estava na SS. Tudo era classificado. Sempre foi
profundamente secreto.
Mas, sim, ao se libertarem da chamada "física
judaica", o que eles estão realmente dizendo é: "Nós
queremos que você pense criativamente. Queremos que
você venha com um paradigma da física completamente
diferente. E, se for capaz de ser construído, [bate
palmas] faça-o".
BR: Ok. Ora, curiosamente, na semana passada
falámos com Peter
Levenda. Você o conhece o trabalho dele?
JF: Ah, sim. É. Eu conheço o Pete
BR: Foi um prazer conversar com ele e, claro,
ele é alguém que...
JF: Ah, sim.
BR: ... é um pesquisador de documentos como
você. Ele descreveu-nos como ele foi a um arquivista
muito famoso, o Dr. Wolfe...
JF: Ok. Sim.
BR: ... que lhe mostrou os arquivos da SS
Ahnenerbe.
JF: Ah, meu deus! [Ri]
BR: Nas palavras dele, o queixo dele caiu. Ele
nunca soube que tal coisa existisse. É muito
interessante para nós que você já esteve nessa mesma
situação incrível. O que eu adoraria perguntar-lhe - se
isto não se afastar da sua linha de pensamento - é: Qual
é a conexão entre esta física difícil, mas, brilhante e
criativa, com o ocultismo?
JF: Eu acho que... Novamente, se se voltar as
observações do começo, acho que se se for longe o
suficiente no passado e olhar para certos tipos de
textos, por exemplo, a Hermética, OK? Lê-los sem a
abordagem padrão acadêmica, porém, com óculos
metafísicos e lê-los mais como um topólogo - do que
como um matemático - leria estes textos, ou mesmo como
um engenheiro de materiais, sabem, poderia ler estes
textos, o que salta dessas coisas é uma metáfora
profunda de um meio físico que cria a informação e
isso é uma idéia muito moderna. Na verdade, é tão
moderna, sabem, que começou a surgir na União
Soviética na década de 1970 e começou a disseminar-se
de lá. Todo este material está surgindo na União
Soviética.
Assim, em outras palavras, voltando bem atrás no
tempo - se voltarmos a Hermética - lidamos com um
texto que diz, aproximadamente, dê ou tome, sabem;
2.000 anos de idade, portanto, em outras palavras...
Porém, é um texto egípcio mesmo que esteja escrito em
grego. A proveniência é claramente egípcia, OK?
Portanto, isso é muito antigo e ainda assim contém
esta metáfora física profundamente sofisticada.
Isso foi o que realmente sobressaiu para mim, sabem,
quando lia esses textos. Não era que eu deveria estar
olhando e vendo universos platônicos, sabem, a cadeira
perfeita e o cavalo perfeito. Não. Nada disso era o
que saltava aos meus olhos. Do que Platão falava era
de topologia. Ele falava de superfícies comuns com
formas comuns, OK? Então, olho para isso e, então,
olho para os nazistas e eles levantam essas teorias,
essencialmente, nos anos 20 e 30, que é olhar para o
meio físico como uma realidade aplicável. Em outras
palavras, em certo sentido, como um meio de informação
de criação. Então... E, novamente, a chave para a
criação de informação estável é a rotação, OK? Torção
e assim por diante.
Então, penso: "Bom, isto parece ser exatamente o que
vemos acontecer com este projecto Bell. Eles estão de
alguma forma procurando essa ideia física. Uma das
coisas que realçou para mim esse tipo de conexão muito
claramente foi...
Em meu livro, A Pedra Filosofal, refiro-me a
um colega com o nome de "O Rasputin de Himmler", se se
pode imaginar [ri] Heinrich Himmler como
tendo um Rasputin particular! Bom o nome desse cara é
Karl Maria Wiligut. Ok? Ele tem muitos pseudônimos que
ele usou para escrever tratados esotéricos. Mas a
concepção básica dele é que todo o universo surge a
partir de uma tensão entre duas contra-rotações
espirais que criam o "Ovo Cósmico". Ok?
Quando vi isso pensei: "Ah, meu deus!"
Porque, naturalmente, no Bell, sabem, que eu penso
ser, basicamente, uma espécie de dispositivo da física
da torção hiper-dimensional - se tem estes dois
cilindros contra-rotativos em que eles colocam este
líquido de alta densidade, que acho que pode até mesmo
ter incorporado um isômero como um dos seus
componentes. E, claro, um isômero é um desses isótopos
de alta rotação, que se se reduzir seu nível
energético, ele liberará enormes quantidades de
energia.
Bom, se tem estes dois tambores de contra-rotação, e
penso: "Bom, essa é a física que eles usam e nós
temos essas duas coisas em contra-rotação".
Assim, O Rasputin de Himmler está dizendo: "Bom,
isso tudo vem de dois sistemas de contra-rotação".
Sabem? Então, acho que, claramente, se tinha uma
cultura ideológica na SS que, ao invés de inibir o
progresso científico, na verdade, os força a perseguir
toda essa física de dimensão superior.
BR: Na verdade, deu-lhes um impulso inspirador.
JF: Sim. É, exatamente. E, sabem, o tipo de... ponto
final, tanto quanto eu entendo é, se se olhar para a
suástica, sabem, e vê-la não tanto como o logotipo do
partido nazista, mas como um ideograma de toda
essa idéia física...
BR: Parece um diagrama vetorial.
JF: Sim. Parece um diagrama vetorial. Exatamente!
Sabem, se tem um subsistema de rotação, se tem um
subsistema de estresse, e se junta isso e se
torce essa coisa, e se tem o transporte paralelo no
cálculo tensor... e aí está, sabem, [ri] se
está no caminho certo.
Kerry Cassidy (KC): De uma certa forma, esse símbolo
veio da Índia.
JF: Ah, certo. Foi.
KC: Eles realmente consideraram o significado original
do símbolo e o pegaram, pois supunha-se ter sido...
JF: Sim. Bingo. Bingo! Exatamente! E, sabem, se se
pode imaginar Walther Gerlach sendo desafiado, sabem.
Vamos supor que o projeto estava em andamento quando
os nazistas tomam o poder. Gerlach satisfaz o desejo
dele. Ele conseguiu o financiamento do governo de
Weimar e ele está fazendo os experimentos de rotação,
certo? Ele era fascinado por rotação, ressonância
magnética e a gravitação, sabem. Ele se correspondia
com o físico austríaco, Thirring. Sabem, o efeito de
Lense-Thirring. Arrasto de satélite e coisas assim,
sabem. Essa era a praia dele.
Então, imagine os nazistas vêm e dizem: "Bom,
Professor Doktor Gerlach, vamos fechar o seu
projeto. Ele parece muito suspeito para nós. Está
lidando com áreas que não queremos lidar. Não é
parte de nossa ideologia". Bom, tudo o que
Gerlach tem a fazer é dizer: "Herr Himmler, isso
está aí na sua braçadeira". Ele já os
comprometeu, em um certo sentido! [Bill ri]
Você está certa. Porque a outra coisa sobre o Bell
que devo mencionar, neste contexto, referente a Índia
é que este Xerum 525 que eles estão colocando
dentro deste dispositivo e girando... Bom, número um,
é um líquido. Número dois, é de densidade pesada.
Número três, é de uma cor amarronzada-violeta, ok?
Muito pesado.
Então, penso: "Um metal líquido". Mercury.
Então, provavelmente o mercúrio é uma coisa. E há a
sua ligação com a Índia. Porque, naturalmente, como
sabem, nos textos vimana se tem referências a
vórtices de mercúrio. E, só como ponto final, o
mercúrio é um candidato ideal se se estiver usando
plasmas nesta coisa.
E, novamente, sabem, se tem os astrofísicos na
Alemanha - Houtermans - olhando o Sol e pensando: "Ok,
temos a fusão nuclear lá em cima". Eles
perceberam que o Sol gira, mas o plasma está girando
em velocidades diferentes, então, se tem essa "rotação
diferencial" como a chamam, mas isso é apenas uma
palavra chique para, sabem, ele está girando em
velocidades diferentes. Eles estão fazendo a mesma
coisa com este dispositivo.
KC: E quanto aos vimanas? Sabes, que eram, em essência,
discos voadores naquela época? Você acha que eles
poderiam ter tirado essa idéia de lá?
JF: Desses textos antigos? Deixe-me colocar desta
forma: Eu acho que nem é necessário dizer que isso
poderia ter sido uma motivação. No entanto, dentro da
cultura da SS, que estava realizando essa pesquisa,
havia um departamento, a Ahnenerbe, lendo e levando
esses textos para os cientistas os analisar. Os
cientistas olhavam estas coisas e diziamr: "Ah,
não é interessante?"
Porque esse Professor Doutor Gerlach estudava isso.
Ele ganhou um prêmio Nobel por estudar os aspectos
desse tipo de física e ele esteve investigando e
pesquisando desde então. Eles estão colocando essas
duas coisas juntas. Acho que foi isso o que aconteceu
na Alemanha nazista. Eles faziam a primeira tentativa,
em certo sentido, de voltarem a estes textos antigos e
dizerem que eles continham uma metáfora científica e,
portanto, uma tecnologia. Nós temos estes papéis e
podemos provar isso. Vamos tentar reconstruí-lo.
Isso é uma coisa vital, porque isso significa que
eles também viram e isso é, novamente, uma parte da
crença ideológica nazista, que houve uma civilização
antiga muito sofisticada. Portanto, de outra forma,
sim, eles estão tentando reconstruir essas coisas.
Nesse sentido eles são uma espécie de ressurreição da
Atlântida.
BR: Hum.
KC: Então eles examinavam as pirâmides egípcias e os
selos sumérios...
JF: Eles examinavam tudo. [Ri]
KC: ... e eles estão obtendo todos os tipos de pistas.
JF: Ah, é! Com certeza eles estão, sabem...
BR: Porque, exatamente ao mesmo tempo, eles
faziam expedições em todo o mundo para tentar se apossar
de...
JF: Ah ,sim.
BR: ... qualquer coisa que eles pudessem por as
mãos.
JF: Sim.
BR: Isso iria dar-lhes pistas para tudo isso,
certo?
JF: Bom, a este respeito, essa idéia de uma
civilização antiga e a tentativa de obter pistas dela,
você está familiarizado com a expedição ao Tibete de
Schafer nos anos 38-39.
BR: Sim.
JF: Ok. Bom, Himmler era um patrocinador pessoal
dessa expedição. O que acho interessante é que, apesar
da forte influência do Raj britânico no Tibete, os
nazistas não apenas foram capazes de entrarem no
Potala. Eles saíram do Tibete com uma cópia inteira -
como a pesquisa de Peter Levenda declara - uma cópia
inteira do Kangschur; este épico tibetano antigo que
é, supostamente, sobre essa civilização antiga muito
sofisticada. Eles conseguiram voltar para a Alemanha
com isso.
BR: Eles sabiam da importância disso.
JF: Sim, certamente que sabiam, com certeza sabiam.
KC: Então, algumas das tecnologias deles poderiam ter
vindo também do Tibete?
JF: Acho que algumas dessas tecnologias vieram...
Alguns dos pensamentos deles vieram do exame destes
textos e da pesquisa em todas estas idéias muito
abstrusas da física e colocando-as juntas, porque elas
se encaixam tão confortavelmente nos lugares e no
tempo, que isso realmente é surpreendente. Sabem, não
ousei escrever sobre nada disso quando era um
professor. [Ri] É por isso que esperei até
sair de lá. Agora as escreverei.
BR: O mínimo que se pode dizer sobre isso é que
isso é todo o trabalho do gênio intuitivo.
JF: Sim, eu…
BR: Esse é o mínimo que se pode dizer.
JF: Isso é o mínimo que se pode dizer. E, novamente,
o fato de que temos um departamento organizado do
governo - e um secreto - que faz isso, isso significa
que é organizado.
BR: Sim!
JF: Isso, para mim, implica que, como você está
insinuando, há alguma deliberação sendo tomada ao se
pensar e racionalizar tudo isso.
BR: Ok. Deixem-me apenas colocar uma questão
aqui que os nossos telespectadores gostariam que eu
fizesse.
JF: Certo. [Ri
BR: Na verdade, e, secretamente, eu quero
perguntar também. Esta é a inferência reivindicativa da
Sociedade Vril, aqueles jovens que faziam canalização,
visão remota, acessavam informação pela clarividência -
o que quer que você quiser chamá-lo.
JF: OK.
BR: Isso foi muito ostentado...
JF: Sim.
BR: ... por teóricos que afirmam que eles
estavam acessando informações que podiam ter vindo de
outros reinos ou outros planetas ou o que quer que
fosse.
JF: Certo.
BR: Qual é a sua opinião sobre isso?
JF: Eu não baseio a minha análise do Projeto do
Bell, ou qualquer coisa assim, em informação
canalizada ou em fontes neo-nazistas. Meu problema com
essa história é exatamente essas duas coisas. Que se
trata, em primeiro lugar, de uma fonte que é anedótica
e, em segundo lugar, que a fonte principal que está
colocando isso em público tem algum tipo muito sombrio
de laços neo-nazista, OK?
Não há comprovação disso além do fato de que sabemos
que algo chamado Sociedade Vril existia, e nós
sabemos disso, porque foi o cientista alemão de
foguete, Willy Ley, que o menciou pela primeira
vez quando ele veio para este país para escapar dos
nazistas.
BR: Hum-hum.
JF: Ok. Então, sabemos que essa sociedade
existia. Não sabemos muito sobre ela. Eles publicaram
uma brochura fina pequena em Berlim antes da guerra.
Não fui capaz de obtê-la. Não sei qual o contéudo
dela. Então, até onde eu sei, esta é uma história que:
número um, tem uma espécie de origem suspeita e,
número dois, não fui capaz de encontrar nada além
desta história para corroborar que os nazistas estavam
fazendo isso.
Eu sei que o Ahnenerbe fazia uma pesquisa que
consideraríamos paranormal ou psíquica ou visualização
remota ou o que você quiser. Certamente eles faziam.
Então, se tem num contexto geral, que algo como isso
poderia ter acontecido, mas eles estão alegando que
isso aconteceu no fim - de fato, em alguns casos,
durante a Primeira Guerra Mundial e até o final da
Primeira Guerra Mundial - muito antes dos nazistas
entrarem em cena.
BR: Eu pensei que fosse nos anos vinte.
JF: Não. Acho que um desses foi em 1916 e um outro
foi em 19 - e de novo, posso estar enganado -
1919, acho, perto Berchtesgarten, que é outra pequena
coincidência estranha, [ri] nesta história,
mas...
KC: Mas você investigou a visão remota, algo como as
origens da visão remota, no nazismo...
JF: Não, não, eu não investigue. Esse é um aspecto
da história que acho que, mais uma vez, vai surgir
eventualmente. O problema agora é obter... Hão enormes
quantidades de documentos de Ahnenerbe nos Arquivos
Nacionais dos EUA, mas muitos deles ainda não estão
disponíveis, então o problema é ser capaz de contar
uma história completa. Sabem, esse é todo o problema
aqui. Não é que eu não ache que haja uma, mas até
agora, tudo o que temos com a Sociedade Vril é uma
espécie de um tipo geral de corroboração de um contexto.
BR: Sim. E, presumivelmente, você também está
invocando a Navalha de Occam, dizendo que não é
necessário...
JF: Ir até lá.
BR: Eu entendo isso
JF: Exatamente. Não é necessário, porque se tem uma
outra influência oculta já funcionando dentro da SS
que tem uma relação detalhada especificamente
conceitual com a física a ser investigada no Bell e
isso é este cara Wiligut.
BR: Sim.
JF: Certo. Então, realmente, não se precisa nem ir
lá. Seria uma boa espécie de cereja no bolo, sabem, se
eles descobrissem: "Bom, a consciência também
desempenha um papel nisso e vamos investigá-la".
Ora, se eles estão interpretando as coisas dessa
forma, sim, então, temos problemas ainda maiores. [Ri]
BR: Ok. Depois de todas essas circunstâncias
fascinantes...
JF: OK. [Ri]
BR: ... nossos telespectadores, que estão
pensando que isso soa como uma história de detetive,
isso soa como o seriado de televisão Columbo...
JF: Ou é um filme ruim de Oliver B. [Ri]
BR: O que era o Bell? O que eles estavam
tentando fazer? O que é conhecido, o que não se sabe, o
que é teorizado e por que isso é importante?
JF: Ok, deixe-me dar-lhe os dados básicos e, então,
eu lhe direi como eu os interpreto. Minha
interpretação disso é um pouco diferente das de Igor
Witkowski e Nick Cook, embora eu me baseei em alguns
dos aspectos da análise deles.
Primeiro de tudo é um dispositivo, em forma de sino,
tem cerca de 4 a 5 metros de altura, 3 a 4 metros de
largura. Ou está encaixado numa espécie de um composto
metal-cerâmica ou simplesmente cerâmica antiga. Tendo
portas para cabo elétrico grosso - cabeamento
elétrico - ao redor do dispositivo.
Dentro do dispositivo existem dois cilindros
contra-rotativos e eu quero ser claro. Os dados que
temos não especifica a configuração interna dos
tambores dentro do Bell. Estes dois contra tambores
rotativos tinha um 'soro' - esse Xerum 525
mencionado anteriormente - o composto pesado
amaronzado-vermelho, provavelmente, o mercúrio,
É criogenicamente esfriado por oxigênio líquido ou
nitrogênio líquido e fica perto de uma usina de
energia elétrica e soa como uma colméia, OK? A usina
de energia elétrica dá uma espécie de evidência a
isso, estando a metros de distância das instalações
onde o Bell é testado, certo?
BR: O tipo de zumbido que se obtem de um gerador
de alta tensão.
JF: Sim. Ok. Ora vamos colocar todas essas coisas...
Esses são os dados e os...
BR: Como se sabe disso?
JF: Isso é conhecido por um general da SS com o nome
de Jakob Sporrenberg que fazia parte desse projeto,
porque ele era o general que foi incumbido disso, no
final da guerra, para ir lá e assassinar sessenta dos
cientistas envolvidos no projeto.
BR: Hum.
JF: Em outras palavras, os nazistas queriam manter
esta coisa completamente secreta.
BR: Eu não sabia disso.
JF: Pois é, foi assim que tudo isso foi descoberto.
Ele é julgado por esse crime por um Tribunal de Crimes
de Guerra polonês, porque, naturalmente, a Polônia se
esticou para oeste e assumiu partes da Pomerânia
Silesia que antes eram províncias alemãs. O Bell foi
testado naquela parte da Alemanha que, depois, virou
Polônia, após a guerra.
Assim, a Polônia assumiu o julgamento deste homem
por esse crime e o sabemos pelo depoimento que ele deu
nesse julgamento de crimes de guerra, OK? Mas, é
importante também perceber, que foi depois do colapso
da cortina de ferro, foi depois do colapso do Estado
da Alemanha Oriental e, basicamente, a união forçada
que houve em 1989, que tudo isso surgiu.
Sporrenberg também descreve o efeito do dispositivo
sobre as plantas. As plantas expostas ao campo desta
coisa, quando ela estava operando, se decomporiam numa
espécie de uma geléia cinzento-acastanhado em questão
de horas ou semanas, isso variaria.
BR: Elas se desmanchavam.
JF: Sim. Elas apenas, literalmente, desintegravam,
apenas 'puuf', e ocorria sem putrefação. A primeira
vez que foi testado, aparentemente, os alemães não
tinham feito algo correto e sete dos cientistas
originais do projeto foram mortos quando isso foi
testado pela primeira vez. Mais tarde, aparentemente,
eles aprenderam como controlar alguns desses efeitos
mortais um pouco melhor.
Mas esses são os dados principais. Uma pequena
última informação, um último dado relevante... Quando
foi testado no subterrâneo, isso tinha que ser testado
em uma sala forrada com tijolos de cerâmica cobertos
com tapetes de borracha. Após cada teste vítimas dos
campos de concentração entrariam, retirariam os
tapetes de borracha, queimariam as esteiras e depois
esfregariam os tijolos de cerâmica com salmoura - OK?
Isso tinha que ser feito, por alguma razão, depois de
cada teste.
BR: Radioatividade?
JF: Sim, penso que sim, acho que sim. Mais uma
vez... e estou mencionando isso porque é um dado
crucial. Então, quando era testado ao ar livre, era
testado, aparentemente, dentro dessa estrutura
de colunas que estava perto de todas essas
instalações estranhas com esta usina de energia
elétrica logo ali.
Estas colunas estava em uma espécie de uma bacia,
que parecia uma piscina, que conteria algum tipo de
líquido. Em torno do perímetro desta piscina
existiriam ... Se pode ver isso no documentário
do Canal de História com Nick Cook. Igor levou
Nick dentro desta estrutura e se pode ver essas portas
de entrada para todos esses cabos elétricos pesados,
Ok?
Aparentemente, quando testado durante a noite, os
detentos do campo de concentração descreveram essa
espécie de barril brilhando com um brilho azul pálido
e que se elevaria acima da linha das árvores,
permaneceria lá e depois desceria; até o nível mais
baixo.
Portanto, estes são os nossos dados principais. Não
acho que as dimensões do dispositivo, neste momento,
em minha pesquisa, são funcionalmente importantes,
então, vamos voltar ao resfriamento criogênico, OK?
Estamos lidando, já sabemos, com um dispositivo que
está usando esses dois cilindros contra rotativos, e
suspeito que a tecnologia da centrífuga de isótopo
tinha algo a ver com isso, porque eles usavam alta
rotação ultra-mecânica.
Em outras palavras, esta é uma máquina de precisão,
e está sendo criogenicamente resfriada. A primeira
coisa que penso é super-condutividade, sabem.
Novamente, sistema de alto giro, pouca resistência. É
uma espécie de bolha auto-contida pequena por si
mesmo...
BR: A supercondutividade era entendida na física
da época?
JF: Ah, sim. Com certeza. Então, a próxima coisa é
que temos esta substância misteriosa que eles estão
colocando em tais garrafas e girando em alta
velocidade. Acho que a presença da usina e o som do
Bell, como uma colméia, indica que essa coisa toda era
eletricamente pulsada, extremamente, com a alta tensão
da corrente contínua da eletricidade.
Os tambores eram arranjados - e Igor concorda comigo
nisso, esta é a análise dele que estou pegando
emprestada - de formas que, se tem um catodo e um
anodo, isso vai curvar no centro. Como este material
está girando e aderindo ao longo do mesmo plano de
rotação e sendo pulsado, pulsado eletricamente, isso
vai conduzi-lo para dentro, criando plasmoides
pequenos e se vai ter ainda mais rotação dessa coisa.
Então, em outras palavras, do jeito que entendo o
dispositivo, em última análise, eles estão tentando
maximizar por todos os meios possíveis esse efeito de
cisalhamento extremo de torção? Isto é exatamente o
que eles estão procurando. Eles estão tentando
descobrir se eles podem manipular e criar o tecido do
espaço-tempo.
BR: Com que fim?
JF: Com que fim, de novo, acho que hão esses três
objetivos em mente: o Bell é parte de uma... A
supervisão do departamento, vamos dizer, do Bell é
três coisas.
Primeiro, se tem algum vínculo com a Forschung
Inviclum Inpatento, que é uma super secreta
entidade SS que está reclamando cada pedido de patente
dentro do Terceiro Reich e, mais tarde, na Europa
ocupada, que tem implicações de segurança nacional.
Número dois, está sob uma entidade chamada SS
Entwicklungstelle vier que significa Desenvolvimento
Área Quatro. A breve missão desse departamento é
tornar a Alemanha independente de energia e é nesse
departamento que se tem pesquisado coisas como a fusão
controlada, energia do ponto zero, e assim por diante.
Por isso está anexado a esse departamento.
Em seguida, o último departamento, que está anexado
ao General Hans Kammler e ao grupo de pensadores dele
em Pils, na Tchecoslováquia, na Fábrica de Munições
Scotia. A breve missão desse departamento da SS é
imaginar um caminho da primeira geração para a segunda
e a terceira e a quarta gerações - aqui está a chave -
para descobrir os meios necessárias na árvore
tecnológica, para se ir de um para o outro e, depois,
implementá-lo. Ok?
BR: Hum-hum.
JF: Então, o Bell está conectado com todos esses
departamentos e isso sugere-me, dada a física
envolvida aqui, que eles estão tentando criar uma
tecnologia protótipo. Eu quero enfatizar isso: Essa
coisa não é um OVNI, não é em si uma arma e não é em
si um dispositivo de energia do ponto zero.
É uma tecnologia protótipo, ou uma tecnologia de
ponta, que eles estão usando para desenvolver e
investigar cada uma dessas três áreas. O que eu acho
que é o que você tem com esse projeto. Mas acho que os
resultados foram significativos o suficiente para
eles, em 1944, eles lhe deram essa classificação
extrema - kriegsentscheidend - decisor de guerra.
Então, eles já estavam vendo o potencial militar de
tal coisa. Este é um campo potencial de propulsão de
capacidade simplesmente extraordinário. Esta é uma
arma potencial com uma capacidade extraordinária, mas
é uma espécie de uma tecnologia unificada.
BR: Ora...
KC: Também soa como se fosse uma máquina do tempo. Quero
dizer, parece que se está criando a que Jodie Foster
entrou, de uma certa forma, no filme Contato.
JF: Certo. Eu uso o termo "dilatação do tempo",
e não quero associações relativistas, mas não quero
que as pessoas pensem que este é um dispositivo que
pode ser usado como um dispositivo prático para viagem
no tempo - indo para trás ou para frente no futuro.
Mas os efeitos do campo nas plantas, eu acho, que são
fundamentais.
Outra coisa que devo mencionar é: 'acho que um dos
propósitos deste "Xerum" e do uso de, provavelmente,
alguns isótopos de mercúrio e isômeros nucleares foi
precisamente o fato de, se eles fossem capazes de
conseguir um efeito importante na dilatação do tempo,
a maneira de se tentar medir isso é precisamente por
mudanças no decaimento radioativo, OK?
BR: [ inaudível]
JF: Sim. Então, acho que esta é a outra razão para
eles estarem girando e pulsando este material. É uma
espécie de, ao mesmo tempo, combustível do dispositivo
e medidor do que eles estão pegando nele.
KC: Mas é possível, ser as duas coisas...
JF: Hum hum.
KC: ... uma, que se girando, está criando um portal, na
verdade, está criando um campo de torção em torno de...
JF: Sim. Está criando este efeito de "lata torcida".
KC: Mas você diz que isso afetou as plantas do lado de
fora disso.
JF: Sim.
KC: Existe alguma chance de que no interior não se
teria o mesmo efeito?
JF: Boa pergunta. Do meu conhecimento - e acho que
Igor Witkowski provavelmente me apoiaria nisso. Que eu
saiba, não há nenhuma evidência de que este
dispositivo foi construído de tal forma, que se
pudesse colocar pessoas ou plantas ou animais ou
qualquer coisa dentro deste dispositivo. Ora, isso não
significa que...
Vamos nos colocar no lugar dos nazistas por um
momento e especular. Se, digamos em 1942/43 quando
fica muito claro, nos documentos que Igor reuniu, que
eles foram bem sucedidos com este projeto, até mesmo
dividindo-o em componente física e componente médica,
OK? O que indica - Igor acha (e eu acho que ele está
muito certo) - que os nazistas decidiram: "Ok.
Fomos longe o suficiente com isso, agora precisamos
aprender como limitar os efeitos dessa coisa nos
seres vivos".
Se esse for o caso, então, não havia nada que
impedisse os nazistas de construir ou modificar essa
máquina, construir uma outra, tal que eles pudessem
fazer exatamente isso. Isso seria um passo lógico para
eles tomarem. Mas, até o momento, não temos nenhuma
prova concreta de que eles fizeram isso. Isso é o que
penso. Então, sim. Isso tem um campo em torno dele,
onde os efeitos são bastante mortais.
BR: Agora, dando um salto...
JF: Claro.
BR: ... e um que alguns dos nossos
telespectadores já podem até ter dado.
JF: Hum-hum.
BR: Se, para espelhar-me no que você disse no
início da nossa conversa, quando dissestes: "Bom,
vamos supor que os alemães foram bem sucedidos em
criar certa tecnologia de arma nuclear".
JF: Certo.
BR: Vamos supor que os americanos fizeram alguma
coisa no projeto Montauk.
JF: Ok.
BR: Como tem popularmente sido...
JF: Interpretado.
BR: ... retratado como uma espécie de
dispositivo Portal Estelar que envolve grandes
quantidades de energia elétrica, muito teste e erro
experimental...
JF: Hum-hum.
BR: ... e até mesmo a idéia, sabes - Deus me
perdoe - de que as crianças pegas nas ruas foram usadas
como um meio de tentar ajudá-los nessa coisa, para ver
se elas iriam sobreviver à jornada.
JF: Certo.
BR: Isso é um passo possível em sua mente ou é algo que
você está disposto a considerar, teoricamente, que há
essa conexão. Quando esta tecnologia...
JF: Entre o Bell e Montauk?
BR: Bem, sim. Quero dizer... Porque, enquanto
esta conversa continua, eu quero a sua opinião sobre o
que aconteceu com esta tecnologia após a guerra. O
significado de Kammler...
JF: Certo.
BR: ... e o que aconteceu com ele. [Farrell ri]
O que aconteceu com esta tecnologia e os negócios que
podem ter sido feitos?
JF: Certo.
BR: ... com quem e onde ele está agora. O que
aconteceu com ele?
JF: OK.
BR: Isto não é o tipo de coisa que é abandonado.
Ele é um projeto fracassado?
JF: Não, não. [Ri]
BR: Certamente que não. Hão muitas pessoas
inteligentes...
JF: Ah,sim!
BR: ... que estão muito interessadas em
continuar brincando com este brinquedo incrível.
JF: Ok, bom, deixe-me dispensar o Montauk. Que não é
um projeto que investiguei profundamente, OK?
Investiguei o suficiente para saber que hão muitas (se
eu posso usar a expressão) coisas esquisitas
por aí e eu não quero ir por esse caminho. Houve, na
verdade, apenas um livro bom sobre isso, na minha
opinião, e não posso nem mesmo lembrar o nome do
mesmo.
De algumas das descrições do projeto: Sim, parece
que eles investigavam coisas semelhantes, mas, na
verdade, não. Então, não faço uma conexão entre o Bell
e o Montauk intuitivamente, de forma alguma, na minha
mente. Isso tem muitos... tem muitos elementos como a
Sociedade Vril recebendo comunicação espiritual de
toda essa informação e é daí que vem esta ciência. Tem
muito disso para mim.
Mas, quanto para onde o Bell foi. A maneira como eu
esquematizo em meus livros, parece-me que Martin
Bormann é a figura-chave aqui. Em cada e qualquer caso
que vemos esses cientistas alemães se rendem aos
Aliados, vamos dar o exemplo dos cientistas de
foguetes, nós nos Estados Unidos recebemos os
melhores, OK? Quanto ao local para onde o Bell foi. Na
minha opinião Martin Bormann cuida para que os Aliados
e a União Soviética recebam mais ou menos uma divisão
igual dos despojos tecnológicos.
Ele cuida, de acordo com minha pesquisa, que os
Estados Unidos receba componentes cruciais da bomba
atômica. Físsil U235, fusíveis infravermelhos de
proximidade que são uma coisa boa e útil para se ter à
mão quando se está tentando detonar núcleos de
plutônio, toda esta tecnologia, ele cuida para que os
Estados Unidos as receba. Ele cuida para que a União
Soviética fique com um cientista nazista crucial que
havia desenvolvido determinadas tecnologias de
enriquecimento de isótopos.
BR: Quem era?
JF: Barão Manfred de Arjona, que, naturalmente, usou
ciclotrões e espectrômetros de massa como Lawrence fez
por aqui. Portanto, este foi para a União Soviética -
êpa! - junto com a tecnologia de centrifugação. Então,
ele está cuidando para que toda esta tecnologia seja
dividida igualmente.
Mas, se se vai ter um estado nazista pós-guerra,
extra-territorial, por assim dizer, onde haverá
organização, e se se vai ter um projeto de pesquisa em
andamento, existem duas coisas que não se pode ter:
Não se pode ter bombas atômicas, pois exigiria grandes
usinas de enriquecimento, é claro, seria um alvo
fácil. Não se pode ter grandes pórticos de foguete, se
precisará de um projeto que seja realmente
sensacional, que pague dividendos enormes e ainda seja
um projeto que se possa, muito mais facilmente, manter
em segredo, OK? Esse é o Bell.
BR: OK.
JF: Então, em outras palavras, o que estou dizendo
é, os Aliados e a União Soviética obtiveram os jatos,
os foguetes, os visores infravermelho, os
computadores, os chips semi-condutores, sabem, todas
essas coisas. Mas o projeto que foi classificado como
decisor de guerra, os nazistas guardaram para eles.
Na minha pesquisa, acho que, definitivamente,
pode-se considerar que o projeto de fusão pós guerra
que estava acontecendo na Argentina de Juan Perón,
nada mais é do que uma continuação de certos aspectos
desse projeto Bell. Em outras palavras, com todos
aqueles nazistas localizados na Argentina, incluindo -
como eu mostro em meus livros - o próprio Martin
Bormann. Se tem o chefe, em outras palavras, ali, na
área onde o projeto secreto argentino está sendo
feito.
Então, de outra forma, Peron não é, na verdade, quem
está no controle disso. É Bormann. Ele é o
financiador, certo? Então, não se tem o Bell indo para
o Ocidente, não vai para a União Soviética, se tem ele
indo para a Argentina. Ora, você mencionou Kammler...
KC: Me desculpe, mas tenho que perguntar...
JF: Claro.
KC: Você não acha que há uma boa chance de que o que
estava acontecendo na Argentina estava sob a tutela dos
Estados Unidos? Porque muitos dos cabeças nazistas foram
para os Estados Unidos, você não imaginaria isso?
JF: Bom, existem nazistas que vieram para cá, mas os
mais importantes não. A razão de eu dizer isso é
que... Se você lembra do meu livro SS Irmandade do
Bell, eu achei algo que Igor Witkovsky muito
explicitamente menciona em seu livro, isso é o que
parece: que os Estados Unidos estavam desesperadamente
tentando reconstruir a equipe técnica do Bell. Em
outras palavras, nós não conseguimos essas pessoas e
se estamos tentando reconstruir a equipe técnica, isso
significa que não conseguimos os documentos do projeto
e, provavelmente, não conseguimos o aparelho.
Se tivéssemos o aparelho, provavelmente, não
precisaríamos muito dos técnicos. Então, nós realmente
não conseguimos muita coisa. Eu só fui capaz de
identificar dois cientistas do Bell que vieram a este
país. Um deles foi, consequentemente, Dr. Hubertus
Strughold que estava envolvido no aspecto médico do
projeto. O outro era um cara com o nome de Dr. Kurt
Debus.
Esse cara é um personagem interessante porque,
aparentemente, era um dos cientistas mais importante,
porque ele foi o homem que projetou a usina elétrica
para o Bell. Esse é o motivo porque ele é
significativo. Eu tenho uma foto dele na SS
Brotherhood of the Bell e ele está em pé ao lado
de Dr. Wernher Von Braun [ri] na NASA e está
balançando a cabeça e sorrindo, vocês sabem onde isso
vai dar!
Ele está de pé ao lado de Wernher Von Braun, na
NASA, e eles estão como que apontando para algo ao
longe, desse jeito, e ele é um diretor sênior de vôo
do programa Apollo em Cabo Canaveral. Assim, em outras
palavras, como um administrador, ele tem todos os
privilégios na NASA. Mas o homem não é nem mesmo um
cientista de foguetes. Ele é um engenheiro elétrico.
BR: É realmente estranho, não é?
JF: Bom, é tão estranho [ri] ir lá onde você
quer que eu vá. É tão estranho que tenho que pensar
que isso indica que há uma tecnologia alternativa em
jogo aqui.
BR: Ok.
JF: No programa Apollo.
BR: É! Deixe-me falar de uma pequena anedota que
pode fazer você sorrir. Esta é uma anedota pessoal e
penso que nem mesmo a Kerry ouviu isso. Meu pai era um
especialista de reconhecimento facial que trabalhou n o
Ministério do Interior britânico.
JF: Ok.
BR: Ele... Entre muitas outras coisas, ele
inventou PhotoFit, o sistema de reconhecimento facial
usado para capturar criminosos.
JF: Ok.
BR: E o Identi-kit, que o precedeu, foi uma
idéia que roubaram dele.
JF: Certo.
BR: De vez em quando o Ministério do Interior
britânico iria consultá-lo com um pedido especial. Eu
lembro de estar sentado na mesa da cozinha, na década de
1970, quando estava na metade dos meus vinte anos, e meu
pai olhando para fotos de Martin Bormann...
JF: [Ri] Ah, meu deus.
BR: ... e ele foi abordado pelo Ministério do
Interior britânico que tinha algumas fotos de um homem
velho que haviam sido enviado a eles, ou do Brasil ou da
Argentina, não posso lembrar qual, (e meu pai já não
está conosco) e meu pai foi encarregado de declarar se
ou não este homem, que havia sido encontrado na década
de 1970, era Martin Bormann e meu pai disse: "Sim,
com certeza era". Então, que tal isso como uma
pequena anedota?
JF: Sim, incrível. [Ri] Eu tenho uma
anedota minha. Não é minha anedota pessoal, mas eu
menciono no meu livro Nazismo Internacional
que o jornalista da CBS Paul Manning, que foi um
colaborador próximo de Ed Murrow, sabem, o jornalista
muito famoso que esteve no Reino Unido durante o
ataque repentino e, mais tarde, na TV.
Bom, Manning escreveu um livro. Isso foi depois de
Ladislas Farago ter lançado o livro dele sobre Martin
Bormann, o Quarto Reich e todas essas coisas. Bom,
Manning, acho, em certo sentido, ficou um pouco
ofendido pela forma como tinham tratado um colega
jornalista e ele escreveu um livro chamado Martin
Bormann: Nazista no Exílio. Ele, basicamente,
verificou que os documentos que Farago tinha usado no
livro dele eram reais. Eles eram legítimos, OK?
Assim, ele descobriu outra coisa. [Ri] Ele
descobriu que Martin Bormann, eu acho que por volta de
1967, descontou um cheque [ri]] na
Manufacturers Hanover (Fabricante Hanover) e Banco
Chase Manhattan. O cheque foi endossado pelo Deutsche
Bank (Banco Alemão), em Buenos Aires, na Argentina, e
o cheque havia sido descontado com a assinatura
verdadeira. [Ri]
BR: Incrível. [Farrell ri] Surpreendente.
KC: Eu não entendo. Quero dizer, você pode recuar até a
ligação entre este - não sei como dizer o nome - o cara
na Florida...
JF: Debus. Kurt Debus.
KC: ... Debus. Ok, e Bormann. Em outras palavras, você
está, em essência, dizendo que eles não se falam mais?
JF: Ah, não, não, não! Eu não estou recuando a esse
tempo. Muito pelo contrário. Não. Concordo plenamente
com Richard Hoagland e Mike Bara que, sabem, no livro
Missão Negra/Secreta, eles delinearam o caso em
que, na época dessas últimas missões Apollo, os
nazistas são a influência mais significativa dentro da
NASA.
Não, muito pelo contrário. De fato, uma das coisas
que tento e menciono no livro SS Irmandade do Bell,
é que o nosso acompanhamento inicial destes cientistas
alemães, que estavam aqui como parte de nosso programa
de mísseis e início do programa espacial, descobrimos
que parecia haver uma espécie de cadeia de comando
entre todos esses nazistas ainda em existência e que
eles também tinham correspondência secreta.
Eles dirigiam esses carros de luxo e recebiam
dinheiro de onde-eles-não-sabiam-que-vinha. O
dinheiro não era proveniente de um salário de
cientista da NASA. Eles andavam por aí [ri] nestes
carros Mercedes, mas nada foi feito contra eles. Isso,
para mim, é o que é suspeito, porque, sim, isso indica
claramente que eles tinham alguma conexão com esta
organização nazista de pós-guerra. De forma muito
clara e muito palpável.
KC: Então o que aconteceu com Wernher Von Braun...
JF: Hum-hum.
KC: ... e sobre ele e a ligação com...
JF: ... com tudo isso?
KC: É. Com Debus. Porque, se eles trabalhavam juntos,
havia mais do que apenas uma relação de trabalho? Em
outras palavras, o que tento descobrir é, onde ele se
encaixa nesta hierarquia...
JF: ... neste contexto? Tudo bem! Boa pergunta. Eu
não, em meus livros, especulo sobre o que essa relação
pode ser. Mas eu vou fazê-lo aqui porque eu acho que é
uma excelente pergunta.
Se se olhar para as hipóteses do Sr. Hoagland e do
Sr. Bara no livro Missão Negra/Secreta, o que se tem,
em última análise, é um programa espacial em duas
vertentes. Se tem um que está aberto, para divulgação
pública, com os foguetes e, sabem, todos os fogos de
artifício e bandeiras acenando, mães e torta de maçã.
Então, há algo mais. É como se se lidasse com um
buraco negro de notícias. Hão novas histórias em torno
disso e, então, há este grande buraco negro no meio
que é ressaltado pela própria escuridão, OK?
Bom, esta pequena foto de von Braun e Debus, para
mim, é uma espécie de ícone do que se está vendo nesse
programa espacial em duas vertentes, porque muito
claramente estes dois homens estão envolvidos em uma
conversa privada, por trás do vidro, pois eles usam
seus fones de ouvido. Eles estão próximos um do outro
e apontam para alguma coisa ao longe, OK? Então, acho
que essa relação remonta à Alemanha nazista porque sei
que Debus também fez parte da equipe de von Braun em
Peenemünde. O que ele fazia com von Braun, havia...
ele estava construindo equipamento de medição para
estes pórticos de teste de foguetes estacionários que
os nazistas construiram. Mas ele também tem essa
conexão com o Bell.
Ora, é por isso que acho esta questão interessante,
porque se se entrar nos documentos de Cooper-Cantwell
(documentos MAJIC 12) e não estou argumentando a favor
ou contra a autenticidade deles, eu estou dizendo que
olho apenas para a evidência interna dos documentos,
eles como que corroboram essa imagem, porque o que
eles sugerem é que estes cientistas nazistas de
foguetes do Paperclip foram levados para olhar os
destroços de Roswell. A primeira pergunta que vem à
minha mente: "Bom, por que trazer cientistas
nazistas se se suspeita que isto é ET?" Se vai
querer manter isso tão secreto quanto possíveis do seu
antigo inimigo, OK? Mas se traz eles é porque isso
parece alemão.
E von Braun... Ok? Se tem von Braun e Arthur Rudolph
e todos esses cientistas nazistas examinando essas
coisas e eles vêm com essa explicação do que é isso. O
que isso é, é algum tipo de motor Neutrônico
de fusão e etcetera. Isto me diz que se isso for
verdade, então alguém - se é desinformação - sabe que
Debus e von Braun relataram algo, há algum tempo, na
Alemanha nazista e que von Braun sabia o suficiente
sobre esse outro projeto secreto para ser capaz de
dizer isso aos interrogadores americanos dele.
Por isso, voltamos a essa cena. O que essa cena
representa para mim é que este programa espacial duplo
começa na Segunda Guerra Mundial e na
Alemanha nazista. Porque, o que se tem? Se tem
foguetes que são muito visíveis. E se tem essa coisa
do Bell e todas essas coisas secretas que realmente
não são reveladas até depois da reunificação da alemã.
Os nazistas estão cuidando para que a União Soviética
e os Estados Unidos recebam os jatos e os foguetes,
mas eles mantêm isso para si.
BR: Se estão mantendo isso para si, o que eles
fizeram com isso nos últimos 63 anos?
JF: Excelente pergunta. Porque se se pode
imaginar... Vamos apenas voltar. Se tem Martin Bormann
vivendo na Argentina, com uma conta bancária conjunta
com Juan Perón, e que está sentado no topo de quase
800 milhões de dólares. Isso é um pedaço grande de
mudança nesse momento da história. Devidamente
investido... e Bormann foi um gênio financeiro. Quero
dizer, não há nenhuma dúvida sobre isso. Ele sabia
como movimentar o dinheiro e ganhar dinheiro.
Devidamente investindo, se pode manter este tipo de
projeto independente, desenvolvê-lo. Em algum momento,
acho que vai exigir um parceiro se se vai fazê-lo
grande, prático e utilizável. Ok?
Mas, sim, em 63 anos fica muito claro, para mim, que
eles resolveram os erros médicos, sabem, que se pode
colocar alguém dentro de uma dessas engenhocas e voar
por aí, OK? Sim, é muito aceitável que isso seja
possível.
É aceitável, para mim, que numa data ainda mais cedo
se poderia tomar aspectos dessa tecnologia e casá-los
com as tecnologias mais convencionais para aumentar a
eficiência delas, por assim dizer. É por isso que acho
que essa foto de Debus e Braun von, na NASA, é muito
eficaz, porque se Debus está envolvido no programa
Apollo e no Bell... Mais uma vez, isso, para mim,
aponta, possivelmente, para uma tecnologia
alternativa. Isso e outras coisas. Eu certamente não
estou discutindo o caso inteiro.
Então, sim, em 63 anos o que eles poderiam fazer com
isso? Sabem, o projeto de curva de aprendizado. Sabem,
para mim é muito viável que as questões médicas foram
resolvidas. Eles podem ter sido capaz de encontrar uma
aplicação prática para a energia livre. Mas, sabem,
aqui está a má notícia: Mais uma vez, eles podem ter
sido capaz de fazer uma arma dessa coisa. E isso, para
mim, é a parte mais assustadora.
BR: Mas se eu entendi direito, você está
sugerindo que há um grupo isolado de nazistas, talvez os
descendentes deles...
JF: Certo.
BR: ... em algum lugar na América do Sul,
provavelmente, Argentina...
JF: Brasil, Chile... [Ri] Sim.
BR: Etcetera, sim. Com acesso a essa tecnologia
exótica recuperada e exportada...
JF: Hum-hum.
BR: ... com a manutenção do financiamento e
proteção contínua de algum lugar.
JF: De algum lugar.
BR: Quem está fazendo o que? Eles não têm que
pagar as contas de eletricidade? Eles estão voando,
pesquisando e armando isso contra quem? Isso não parece
fazer sentido por si mesmo.
JF: Ok. Deixe-me dar-lhe um contexto. O colapso
financeiro moderno, para mim, é um sinal de que há uma
ruptura ocorrendo entre a distensão da idade
pós-guerra. O que quero dizer com isso? Os fundadores
do Grupo Bilderberg foram Lawrence e David
Rockefeller, um Rothschild estava envolvido. Que
representavam o interesse da empresa anglo-americana.
Mas, do lado europeu, quem é o principal fundador? O
príncipe Bernhard dos Países Baixos. Quem é o príncipe
Bernhard? Ele foi um oficial da SS. E, portanto, se
ainda se tem um sobrevivente da cadeia de comando do
pós-guerra nazista e nós já mencionamos que nós... Se
se tem um sobrevivente da cadeia de comando do
pós-guerra nazista, então, um oficial da SS como
Bernhard respondendo ao chefe dele, que é Martin
Bormann, que detém uma patente de general de quatro
estrelas da SS, OK? Mas Bernhard é também um
vice-presidente da - ah, que coincidência - IG Farben,
OK? Que, aliás, quero ressaltar, IG Farben foi
finalmente, totalmente, liquidada em que ano?
BR: Eu não sabia.
JF: 2003.
BR: Verdade!
JF: Sim. [Ri]
BR: Ok.
JF: Esta corporação era tão grande, tão enorme, e
todos esses acordos de licenciamento que tinha em todo
o mundo estavam em um tal emaranhado que levou,
literalmente, todo esse tempo para finalmente se
livrar da coisa toda. Isso é uma quantidade enorme de
poder.
KC: Mas, Bormann se reportava a von Braun?
JF: Não. Von Braun se reportava... Se alguém era
subordinado nessa cadeia, era von Braun que respondia
a Bormann. Ok?
KC: Ok.
JF: Mas, vamos voltar ao príncipe Bernhard, porque,
presente nessas reuniões iniciais do Bilderberger,
está uma figura muito significativa. É o Dr. Hermann
Josef Abs, que é o CEO do Deutsche Bank, um dos
maiores do mundo, dos bancos internacionais. O banco
que, aliás, endossou o cheque de Bormann, em Buenos
Aires, que foi descontado na Fábrica Hanover e Chase
Manhattan; os grandes bancos dos Rockefellers. Lucros
de Morgan Rockefeller.
Então, colocando todos estes partes juntas, o que
aparece para mim, é que o primeiro propósito secreto
do grupo Bilderberger depois da guerra era pegar todo
esse dinheiro líquido, que estava nas mãos desses
nazistas do pós-guerra e movê-lo por estes bancos
ocidentais, torná-lo disponível para estes banqueiros
ocidentais. Muito disso, eu suspeito, foi mantido fora
dos livros. Eles estão lavando uma enorme quantidade
de dinheiro, em outras palavras.
Porém, aqui está o problema. Eu gosto de dizer - e
agradeço Richard Hoagland por este tipo de analogia,
porque ele disse isso numa conferência e adoro isso:
"Com Martin Bormann estamos lidando com um Dick
Cheney sem entusiasmo e charme".
Assim, em outras palavras, quando eles estão fazendo
estes negócios, sabem: "Nós concordamos com você.
Fascismo corporativo é o caminho a se percorrer e
concordamos que a dominação do mundo é um tipo de
idéia legal e estamos dispostos a jogar bola uns com
os outros. Aqui tem muito dinheiro para fazê-lo".
[Ri] Sabem?
Bom, quando se lida com alguém como Bormann, se está
lidando, como eu disse, com Dick Cheney, sem
entusiasmo e charme. Esse dinheiro virá com muitas
linhas atadas e quando o prazo vencer é melhor se ser
capaz de pagar.
BR: Hum-hum.
JF: Hum-hum.
BR: Hum-hum.
JF: E se... com Bormann se tem uma organização
inteligente que era liderada pelo amigo dele Heinrich
Muller, que eu também acredito fugiu da Alemanha
nazista, o chefe real da Gestapo, se está lidando com
pessoas que não só podem fazer ameaças, mas
cumpri-las, mesmo contra o extremamente rico e o
extremamente poderoso.
KC: Mas os EUA venceram a guerra.
JF: Mais ou menos.
KC: Por que os EUA deixaram os nazistas ir para a
Argentina, com a bênção, sem ter o controle deles?
JF: É simples. Exatamente. Eles estão no controle.
KC: Ok.
JF: Bormann, como eu disse, negociou - de novo, esta
é uma parte de... Eu sei que você está sob restrições
de tempo, então, para mim responder a essa pergunta eu
levaria muito mais tempo, OK, mas...
KC: Nós [falam juntos] um pouco de tempo aqui [ri].
JF: Bom, basicamente o que temos é Bormann
elaborando um acordo para entregar todos os
componentes da bomba atômica para os Estados Unidos.
Assim, em outras palavras, Bormann já tem uma certa
quantidade de alavancagem moral sobre os Estados
Unidos. Ele poderia facilmente expor a coisa toda e
expor os Estados Unidos como tendo feito um pacto com
o diabo. É uma espécie de um impasse clássico
mexicano.
Isso é parte do problema que estamos enfrentando. E,
novamente, parte deste acordo inclui toda esta
inteligência militar alemã que se infiltrou na CIA,
sabem, mas continua a estar operacionalmente sob o
controle do mesmo general nazista que a controlava
durante a Segunda Guerra Mundial.
KC: [falam juntos]
BR: E há muita tecnologia de controle da mente.
Nem sequer chegamos lá.
JF: Ah, sim! Exatamente! Quero dizer, isto é sem
fim, sabem. Para mim o que realmente interessa é, uma
vez que façamos pacto com o diabo, dizemos: "Ok,
Martin (ou seja lá quem for), precisamos que você
cuide de alguns negócios e não queremos manchar as
nossas mãos americanas puras com isso. Porém. nós
sabemos que você tem as pessoas que podem fazer
isso".
Com certeza. Mas, ao fazer esse acordo, a qualquer
momento que aconteça, acabou-se de se colocar na
posição de ser chantageado e essas pessoas vão
fazê-lo. Em outras palavras, eles podem expô-lo como
estando envolvido nessas, sabem, coisas sórdidas ao
redor do mundo. Portanto, acho que todo o resultado
desse pacto com o diabo... e acho que começamos a
perceber por volta da década de 1950, com Eisenhower,
por quê? o que ele alerta quando ele deixa o cargo? O
complexo industrial militar. Ele conhece todos esses
nazistas, OK? Ele conhece esses nazistas porque ele
lutou contra eles.
Eu acho que o aviso que ele está dando ao povo
americano e, por conseguinte ao Ocidente, como uma
coisa trivial, não é tanto contra o crescimento
interno do complexo militar-industrial
norte-americano, porém, quem está se infiltrando e
limpando o caminho em todas essas posições de poder e
influência dentro desse complexo, ou seja, os
nazistas. Isto é muito... [Em busca de palavras]
... Lamento ser tão desarticulado aqui porque estou
tentando ligar muitos pontos muito rapidamente para
vocês. Mas, sim, acho que a razão principal é: eles
têm uma arma na cabeça das elites anglo-americana.
Para trazê-los até os tempos modernos, o que... e
novamente, estou simplesmente especulando aqui em
resposta à sua pergunta anterior, porém, o
comportamento da elite corporativa nas audiências de
socorro financeiro, nesse negócio sem supervisão e o
tipo de pronunciamentos que vem dos líderes dos
principais bancos e famílias e grupos e etcetera, me
parece não ser um pânico aparente, mas um pânico genuíno.
Viajando ao redor do mundo, venho da Europa, eu vejo
pânico, mas não se parece com a histeria e o tom do
que acontece neste país. Há certamente pânico na
Islândia, porém, parece que quanto mais para o oriente
avançamos, menos pânico e histeria existe.
Mas, é este socorro financeiro sem a idéia de
supervisão que me parece... Esse é o tipo de
comportamento de alguém que está sendo chantageado,
com uma arma na cabeça: "Bom, nós queremos muito
dinheiro, mas não podemos te dizer para o que é".
BR: Esta é uma tese muito, muito interessante.
JF: Sim. É muito suspeito. Então, para colocá-lo no
contexto com os nazistas e acho que a razão, talvez,
da sua pergunta é que a única coisa que vejo dentro do
contexto da história recente, nos últimos 60 a 70
anos, que poderia colocar essa extremamente poderosa
corporação bancária anglo-americana de lucros ou elite
nesse tipo de perigo, é precisamente uma entidade que
tenha enormes quantidades de capital líquido, que
colocou nesses bancos e deixou lá por muito tempo,
como parte do acordo: "Nós vamos dar-lhe esse
dinheiro. Faça o que quiser com ele. Nos deixem em
paz".
BR: Esta é a linha de pesquisa que você gostaria
de seguir, nos próximos meses, enquanto mais informações
tornam-se disponíveis sobre a crise atual?
JF: Na verdade, não sou um teórico da conspiração.
Eu toco nessas coisas só quando parece que os aspectos
físicos levam a isso. Mas me fazem muito essa
pergunta, então, eu como que especulo, sabem,
considerando esse tipo de cenário.
Mas posso dizer-lhes isto: eu estou pesquisando um
livro - escrevendo um livro - que lida com, espero
efetivamente, razões profundamente arraigadas e
enraizadas nesta conexão muito estranha entre a física
e as finanças que parece surgir frequentemente. E só
vou dizer isto: Está muito profundamente enraizada e é
muito, muito antiga.
BR: Sim. Isso é um belo pensamento para se deixar
para muita gente ponderar.
JF: [Ri] Deixá-los curiosos.
BR: Algo que Peter Levenda mencionou sucintamente
e lindamente quando falamos com ele na semana passada.
Ele disse: "Veja, o mundo inteiro não pode ir à
falência. Alguém tem que estar com o dinheiro".
JF: Exatamente.
BR: Algo que parece muito óbvio para nós, quando
estamos discutindo este assunto entre nós, é que se se
olhar para todos os projetos negros/secretos, todos os
equivalentes modernos dos experimentos Bell, onde quer
que estejam...
JF: Onde quer que estejam.
BR: ... neste planeta ou até mesmo em outros
lugares, então, sabes, isso custa dinheiro. Se se
considera o dinheiro como energia, é como se onde...
Sabes, esta energia está sendo drenada do circuito
global e vai para algum lugar.
JF: Para onde está indo? [Ri]
BR: Sim. Para onde vai? Que é outra maneira de
reenquadrar a mesma pergunta que acredito que é o que
você está perguntando.
JF: Exatamente! Exatamente.
BR: Então, só para juntar algumas desses fios e
há muitos fios.
JF: Ah, sim. [Ri]
BR: Eu sei que você não precisa nem fingir que
isso está resolvido.
JF: Ah, não. Eu certamente não preciso. [Ri]
BR: Se parece com, sabes, outtakes (cenas
filmadas, porém não editadas na versão final) de um
filme: "O que aconteceu com esse personagem? O que
aconteceu com aquele personagem?" Você está
assumindo que Hans Kammler acabou onde Martin Bormann
acabou?
JF: Sim.
BR: Ok. Você está assumindo que a razão pela
qual os nazistas nunca usaram a tecnologia nuclear deles
indiscutivelmente bem desenvolvida... Isto daria uma
outra entrevista para se falar sobre a prova disso.
JF: Certo. Ah, sim. [Ri]
BR: Mas, o apoiamos na sua tese de que parece que
isso era muito mais avançado do que alguém tenha dado
crédito público.
JF: Certo. Correto.
BR: Mas eles nunca a usaram, mesmo a testando e
tendo-a por alguns anos. Isso foi devido ao fato de que
eles estavam planejando usá-la como barganha mais tarde?
JF: É possível. Mas acho que se poderia também
considerar... Veja, uma das coisas... Eu sou um tipo
de jogador de estratégia militar. Eu jogo essas coisas
o tempo todo. É o meu entretenimento, sabem. Eu gosto
d isso assim como as pessoas gostam de assistir TV ou
filmes, OK? E, vocês sabem tão bem quanto eu que a
Wehrmacht, na frente oriental, alcançou esta
impressionante taxa de destruição contra o Exército
Vermelho, contra os russos.
BR: Sim. Milhões de soldados vermelhos.
JF: Metade das vítimas da Segunda Guerra
Mundial foram causadas pela máquina de guerra nazista
na Rússia Soviética.
BR: Sim. E, sabem, que nunca entendi como uma
nação tão pequena poderia ir contra todos os soldados
russos...
JF: Apenas os esmagando... [Rindo]
BR: ... e neutralizando todos. Eu simplesmente
nunca pude entender isso.
JF: Exatamente. E, sabem, do meu ponto de vista de
historiador militar amador, a sabedoria ou operações
convencionais não conseguiriam dar conta de tudo isso.
Acidentalmente, a Rússia, recentemente, acho que nos
últimos anos, revelou o fato de que as baixas reais
podem ter sido tanto quanto 10-15 milhões mais do que
os 25 milhões declarados.
BR: Hum.
JF: Então, sabem, esse minúsculo, país pequeno e
enfadonho não está apenas combatendo o Reino Unido e,
mais tarde, os Estados Unidos e, praticamente, todos
os outros países, mas tudo isso para eles é apenas um
tipo de espetáculo. Esta campanha militar enorme está
ocorrendo na Frente Oriental e, na minha opinião,
sendo o exército alemão tão competente e taticamente
brilhante como era, isso não explica tudo para mim.
Assim, há algo mais acontecendo aqui, e...
KC: Você tem uma teoria?
JF: Sim. Ah, é. Eu escrevi sobre isso no meu
primeiro livro nazista, Reich do Sol Negro.
Hão rumores persistentes que vem da Rússia, iniciados
durante a guerra, que os nazistas estavam usando algo
na frente oriental que eles não estavam usando contra
os aliados ocidentais, simplesmente porque, é claro,
os comunistas-bolcheviques, são os inimigos
ideológicos deles, sabem. Assim, claro. Eles são
subumanos. Podemos usar toda essa tecnologia
terrível que temos neles. Porém...
KC: Você está sugerindo que era guerra biológica?
JF: Não. Eu estou sugerindo, talvez, bombas
radiológicas. Estou absolutamente certo de que eles
estavam usando algum protótipo ou primeira geração de
bombas de ar e combustível. Se vocês não sabem o que
uma bomba de ar e combustível é, isso é uma bomba
convencional com o potencial explosivo de uma bomba
nuclear tática. Vou lhes mostrar... e vou mais longe.
Vou lhes dizer como eles as usam. Eles as usam
lançadas de um lançador de foguetes múltiplo.
Então, se se pode dizer a frase bomba tática e
bombardeio, se tem uma idéia, sabem, desta
carnificina que estavam infligindo ao Exército
Vermelho. Era tão ruim que em 1941, durante a batalha
em Moscou, quando os alemães estavam fazendo essas
coisas, os soviéticos, através da Suécia, disseram aos
alemães que se não parassem e desistissem eles
começariam a usar gás venenoso. Sabem, era bem ruim.
BR: Mas há também... Quero dizer, além dessa
indução fascinante daquelas circunstâncias...
JF: Certo.
BR: ... há relatos de testemunhas...
JF: Ah, sim. Com certeza.
BR: ... de pessoas que relatam algo que se
parecia exatamente com uma explosão nuclear.
JF: Sim. Exatamente. Exatamente. Se tem todas essas
coisas acontecendo na frente oriental, que é
inexplicável, sem, na minha opinião, o uso e a
aplicação de todas essas armas avançadas nazista.
Então, isso é, penso eu, a razão de não ouvirmos sobre
isso. Uma observação final a esse respeito é que,
durante a guerra, o governo de Stalin detestaria
admitir que estavam enfrentando um inimigo que tinha
uma tecnologicamente muito superior.
BR: Era constrangedor, pelo menos. [Ri]
JF: No mínimo era constrangedor. Mas, imagine o
exército vermelho, quando a moral com esse massacre,
esse derramamento de sangue que está acontecendo,
tenha-se que ter supervisores, literalmente, ameaçando
atirar em quem desertasse, apenas para manter o moral
em algumas dessas grandes batalhas. Se Stalin tivesse
admitido isso publicamente, isso - número um, acho que
poderia ter enfraquecido o governo dele
muito seriamente e poderia ter lhe custado o governo,
sabem.
BR: Sim.
JF: E, número dois, se isso fosse o caso, poderia
ter trazido um governo que estaria disposto a pedir a
paz. De fato, Stalin ainda tentou fazer isso em 1942.
BR: Sim. Os relatórios dos generais, primeiros
comandantes, diziam que eles estavam dispostos a atirar
nos soldados que desertassem... Isto é completamente
contrário a tudo o que entendemos da psique russa, da
personalidade russa, da resistência russa perseguida.
JF: Exatamente.
BR: Isso não se encaixa, não é?
JF: Isso não se encaixa. Exatamente.
KC: Eu pensei que fosse o inverno russo que parou os
nazistas.
JF: Bom, quero dizer, nós temos... É. Hão todas
essas declarações felizes [Kerry ri],
especialmente nos livros didáticos americanos, sabem,
livros universitários e de história.
KC: Ok.
JF: Sabem, a América entra e salva o mundo na
Primeira Guerra Mundial. America entra e salva o mundo
na Segunda Guerra Mundial, entendem. Para mim, isso é
só conversa fiada militar.
KC: OK.
JF: Porque entramos bastante atrasados. Se se olhar
para as campanhas americanas na Segunda Guerra
Mundial, estamos, de certa forma, na periferia das
coisas o tempo todo. A ação está acontecendo na União
Soviética.
Então, sabem, é general inverno e tudo isso. Porém,
se pode argumentar contra essa tese, pois em agosto de
1941, Adolph Hitler dá meia-volta no Grupo Central do
Exército, o Segundo Exército Panzer, 1050 quilômetros
ao sul para cercar algumas forças russas em Kiev,
enquanto à frente deles, ele estava a 402 quilômetros
de Moscou no final de agosto [ri], eles tinham
dizimado sessenta por cento do Exército Vermelho e ele
tem apenas uma divisão de fuzileiros russos entre ele
e Moscou. Então, a guerra foi perdida, não pelo
general inverno ou general lama, mas por Hitler tomar
esta tola, estúpida, idiota decisão militar
indefensável ao pegar esse desvio. [Ri]
BR: É.
KC: É possível que até mesmo isso seja, sabes,
desinformação? E o que realmente mudou a guerra foram os
negócios sendo feitos com os americanos, porque eles
decidiram que estavam lutando uma batalha perdida e
estavam fazendo acordos monetários e saindo da Alemanha
porque queriam reescrever a história e ir em uma direção
diferente?
JF: Ok. Bom, acho que os negócios começaram a ser
discutidos, as propostas foram dadas a eles,
certamente, no período da queda do Sexto Exército em
Stalingrado até o fracasso da ofensiva alemã em Kursk,
em 1943, julho de 1943. Portanto, foi nesta época.
KC: Tão cedo.
JF: Foi muito cedo. Após Kursk, a capacidade
ofensiva da Wehrmacht ficou enfraquecida por todo um
ano e meio, OK? Portanto, é durante este período que a
liderança nazista, tranquilamente, faz as propostas,
na esperança que a ofensiva corra bem, mas eles
declaram isso, eles estabelecem a base. Após a batalha
de Kursk, isso acontece em alta velocidade e se tem
todas estas negociações secretas. É. Eu acho que se
pode argumentar, com certeza, que algumas dessas
histórias foram deliberadamente manipuladas para
esconder isso.
BR: É uma suposição razoável.
JF: Claro.
BR: Deixe-me fazer-lhe uma última pergunta...
JF: Ok.
BR: ... embora seja uma importante e que possa
ser uma grande, eu não sei se é fácil ou não.
JF: Ok.
BR: É essa: Se agora há tal coisa como uma base
central de poder dos nazistas, onde está? Quem são eles?
O que eles comandam? Por que deveríamos nos importar?
JF: Ah... A Alemanha e alguns dos principais
políticos. [Ri]
BR: A Alemanha? Hoje?
JF: A Alemanha. É.
BR: Realmente! Eu não sabia que você diria isso!
JF: Sim, tão surpreendente quanto possa parecer. Uma
das coisas que olhei com muito cuidado foi a
reunificação alemã. Quando o Muro de Berlim caiu, ele
caiu na data exata, esqueci a data numérica exata, mas
caiu na data exata do aniversário da Kristallnacht em
1938.
BR: Hum.
JF: Ele caiu... e esse, aliás, é o aniversário do
Putsch da Cervejaria. Ok?
BR: Ok.
JF: Ora, se se voltar e recordar o que estava
acontecendo na Alemanha Oriental na época. Hão todas
estas reuniões e manifestações em massa em Leipzig e
Dresden de um grupo de intelectuais da Alemanha
Oriental que estão querendo a reforma do Estado da
Alemanha Oriental. Eles não querem a reunificação.
Mas então, uma coisa surpreendente acontece e isso,
para mim, é inconfundível - as reuniões começam a ter
muitos participantes neo-nazistas. Estas pessoas
aparecem com telefones celulares, computadores, muito
dinheiro e usando táticas e força
típicas dos nazista para qualquer oposição a
estas reuniões e começam a desviá-las, tal que até
mesmo os slogans populares que os reformistas estavam
cantando: Wir sind das Volk (Nós somos o
povo) foi alterado para Wir sind ein Volk.
BR: Ah. Somos um povo único.
JF: Um povo, um império, um Líder. Ok?
BR: Sim.
JF: Porém, por outro lado, o governo da chanceler
Köhl, em Bonn, é muito discreto, mas leva muito a
sério a canalização de dinheiro e o controle dessas
coisas. Então, em outras palavras, o que estou
dizendo: não se pode ter células comunistas
neo-nazistas na Europa Oriental, de repente,
aparecendo com telefones celulares, computadores, todo
esse dinheiro, organizadas, prontas para ação, sem ter
tido uma estrutura inteligente no Leste Europeu para
começar a apoiá-las.
Quando toda essa atividade acontece - BANG - de
repente, Bonn está pronta para ação, para articular,
um plano para a reunificação. É, basicamente, um
casamento forçado e é típico das táticas hitlerianas:
"Bom, vamos dar-lhe a oportunidade de votar se
querem a reunificação". E, novamente, o que
acontece? Quando o referendo é realizado nas
províncias do leste da Alemanha, os neo-nazistas
aparecem e estão comandando algumas dessas atividades
para manter as pessoas votando, as que vão votar por
isso, e para controlar as pessoas que não querem isso.
BR: Mas, isso não faz parte da criação de um dos
elementos centrais da União Europeia?
JF: Ah, é claro que faz!
BR: Ok.
JF: Porém, o que Martin Bormann diz que ele quer
fazer depois da guerra? Ele quer criar uma federação
europeia, ou confederação, que a Alemanha será capaz
de dominar. Essas são palavras dele: "Por meio da
política elástica". Em outras palavras, ele
aprendeu a falar a linguagem certa.
BR: Ok. Mas você está dizendo, então, que tudo o
que pode ou não pode estar acontecendo na América hoje
está divorciado do que você acabou de descrever? Não há
conexão?
JF: Ah não, não. Nada disso. Estou muito alarmado
pelo que vejo acontecer na América nos últimos dez, 12
anos, esta emergência de uma cultura de um
estado-policial/delator horrendo, fascista. Ah,
certamente. Não, eu não diria que está divorciado
disso.
Porém, digo olhe para a Europa e para os
acontecimentos recentes com muito cuidado e olhe
especialmente para os eventos em torno da Reunificação
alemã e os movimentos que a Alemanha fez depois, quase
imediatamente, para quebrar a Tchecoslováquia e a
Iugoslávia. Porque, lembre-se, foi a Alemanha
Ocidental, a Alemanha recém-reunificada, que foi a
primeira nação a reconhecer a Croácia separatista
apesar da oposição de Washington e Londres. Eles
fizeram isso de forma unilateral.
Quando a Croácia conseguiu a independência, virou-se
e disse: "Ah, por favor nos ajude. Será que
alguém, por favor, pode nos ajudar? Enviarem-nos
forças de paz?" - BANG - a Alemanha enviou
tropas. BANG - a Alemanha enviou a Luftwaffe. BANG - a
Alemanha vendeu todos os equipamentos comunistas para
a Croácia e re-equipou a parte da Alemanha Oriental do
recém-absorvido Exército da Alemanha Oriental com
equipamento Bundeswehr.
Então, olhe para a Alemanha com cuidado. Ela fez
muito mais. Quero dizer, vá ao YouTube. Esta é uma
dica, porque achei no YouTube um Bundeswehr
Wachbataillon fazendo um show de banda marcial em
Colônia, OK? Em 2005! [Ri]
Isso me chocou, porque aqui, na América, sabem,
[ri], não temos a menor idéia de que isso está
acontecendo. Mas, eles vêm marchando para o estádio,
carregando a Árvore de Sino, tambores rufando,
trombeteando glória a Prússia. Sabem? Assim, em outras
palavras, estou vendo uma restauração de todas essas
velhas tradições militares prussianas diante dos meus
olhos e a única coisa que eles não estão fazendo é o
passo de ganso. [Ri] Eu estou chocado.
Porém, isso me assusta porque eu disse a alguns
amigos sobre os cinco anos antes da reunificação
acontecer, eu disse: "Acredite. Se isso
acontecer, eles vão lentamente trazer de volta todas
essas tradições militares". E, agora, sabem,
após esses dois, três anos, eles estão fazendo Paradas
Militares na Bundeswehr e novamente marchando,
carregando a Árvore de Sino e todos esses adornos
antigos prussianos, fazendo essas Paradas Militares em
frente ao Reichstag, sabem. Então, é assustador para
mim. Quero dizer, me arrepia.
KC: E também...
BR: Entendido.
KC: Obama foi... fez um especial...
JF: No Siegessäule!
KC: No Portão, certo - [Portão de
Brandenburgo], que é suposto ser um símbolo muito
importante do evento do ponto de vista oculto.
JF: Ah, por certo! É claro. Sim. Eu não acho que
isso é um simbolismo bom. Hão algumas pessoas que o
fazem, sabem. Discordo do meu bom amigo Richard
Hoagland nisso. Mas, sabem, porque temos um candidato
presidencial indo a Berlim? Claro, é bom ter boas
relações com a Europa, obviamente.
BR: Isso também tem a ver com o toque do
Kennedy.
JF: Sim. É bom ter boas relações com Moscou e
Pequim, [ri] sabem, e isso parece-me ser o
lugar lógico que se iria. Porém, Berlin?
KC: Mas há algo subliminar acontecendo aqui.
JF: Ah, com certeza.
KC: Eu quero dizer, se eles estão infiltrados na NASA,
eles têm que se infiltrar a paisana, sabes, projetos
negros/secretos...
JF: Certo.
KC: ... e isso significa que eles já se infiltraram no
verdadeiro governo secreto dos Estados Unidos. Portanto,
há um alinhamento lá.
JF: Ok. Pergunte-se: O Acelerador de Partículas
Hadron, OK? Se tem dois anéis enormes em
contra-rotação e eles vão girar essas partículas e
colidí-las. Ok? Acho toda essa idéia de contra-rotação
muito estranha, sabem, sugestivamente estranha. Porém,
a coisa realmente estranha para mim é: Por que a
primeira chanceler da Alemanha do Partido União
Democrata Cristão após Helmut Köhl, é uma física? [ele
está se referindo a Angela Merkel].
BR: Hum.
JF: Vocês sabiam disso?
BR: Eu não.
JF: Ela tem um Ph.D. em física. [Ri]
BR: OK.
JF: Por que ela tem um Ph.D. em física?
BR: Um Ph.D. em física.
JF: Sim. Ora, vocês sabem como é um Ph.D. alemão,
para começar.
BR: Eu sei.
JF: [Ri] Vocês sabem, eles não o entregam
por quailquer coisa e isso, para mim... Porque é que
alguém assim, está na política, ainda mais, sobretudo,
a este nível? Sabem? Esta não é um Ph.D. em física que
se tornar a primeiro-ministro da Somália, entendem.
[Ri] Esta é uma nação bastante sofisticada,
tecnologicamente. Tal que, para mim, sabem... é um
outro pequeno indicador que temos de ver as coisas por
lá com muito cuidado.
BR: Então, o que é realmente fascinante aqui...
Como você gentilmente apontou, esta noite, estamos com
pouco tempo. Nós só gravamos quase duas horas e
nós poderíamos provavelmente gravar mais quatro sem
sequer pensar nisso, porque há tantos lugares que esta
conversa pode chegar.
JF: Ah, é.
BR: Eu não sei quando vamos todos estar reunidos
no mesmo lugar e ao mesmo tempo, mas agora eu gostaria
de dizer que adoraria conversar com você novamente no
áudio para explorar algumas destas coisas.
JF: Claro. Isso seria bom.
BR: Eu tenho certeza que vou acordar amanhã de
manhã, se não ao descer agora, pela escada rolante, com
um monte de perguntas que não tive a chance de
perguntar.
JF: Certo. Certo.
BR: O que eu quero fazer é: quero lhe agradecer
por sua diligência, sua criatividade, seu poder de
articulação ao explicar esses conceitos que são difíceis
para muitas pessoas de entenderem porque essa história é
tão grande.
JF: Ah, sim.
BR: Você descreveu aquela parte do iceberg que
não é frequentemente vista.
JF: Certo. Certo.
BR: Alguém tem de fazê-lo e acho que você fez um
trabalho maravilhoso.
JF: Bom, obrigado. Obrigado. Eu aprecio isso.
BR: O prazer é nosso e temos o privilégio de
ajudá-lo nisso e estamos ansiosos para vê-lo novamente,
estamos ansiosos para falar com você novamente.
JF: A honra é minha.
BR: Muito obrigado pelo seu tempo.
JF: Obrigado.
Clique aqui para a
entrevista em vídeo