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Joseph Farrell:

Transcrição da Entrevista

Esta página é uma reformatação da versão original publicada pelo Projeto Camelot.


Dr. Joseph Farrell:
O Nazismo International

Laughlin, Nevada, fevereiro de 2009

Introdução


Bill Ryan (BR): ... Assim, nosso trabalho é ajudá-lo a por essa informação disponível a uma quantidade máxima de pessoas.

Joseph Farrell (JF): OK.

BR: As pessoas que recebem essas informações são um grupo muito eclético. Temos crianças de 16 anos de idade, que acabaram de acordar no mês passado, dizendo: "O que está acontecendo por aqui? Diga-me. Diga-me." Então nós temos pesquisadores experientes como você e, até mesmo, informantes que assistem nossos vídeos para terem uma idéia do que realmente está acontecendo.

JF:  OK.

BR: Assim, uma das razões de querermos falar com você é porque você é um apresentador muito convincente, lúcido e articulado de algumas informações muito difíceis. Também tenho certeza que outras pessoas te disseram isso, mas nós reconhecemos isso.

JF:  OK.

BR: Pedimos desculpas por colocá-lo na frente da câmera sem que você tenha seu projetor de slides. [Farrell ri]. Você não tem quaisquer lembretes e nem tem nenhuma anotação.

JF: Eu vou fazer sombras com as mãos. [Ri]

BR: A ​​sensação que tínhamos de você é que você tem uma idéia muito boa da sua informação e também respeitamos isso. Então, vamos lá. Estamos filmando.

Início da entrevista

BR: Então... Sou Bill Ryan do Projeto Camelot. Estou com a minha colega Kerry Cassidy e também estamos muito satisfeitos por Joseph Farrell estar aqui. Antes da gravação, a apenas alguns momentos atrás, eu verifiquei que não havia problema de chamá-lo Joe...

JF: Ah, com certeza.   

BR: ... porque estamos entre amigos e isso me faz sentir um pouco mais relaxado. Você pode estar se perguntando e alguns dos nossos telespectadores podem estar se perguntando como é que é este Bill que está fazendo esta entrevista. Assim com uma apresentação pessoal pequena e, também, talvez para alguns de nossos espectadores mais novos, eu sou... Se fôssemos o Arquivo-X verdadeiro, eu seria realmente Scully. [Ri] Ok? Significando que eu sou aquele que é um pouco mais científico, um pouco mais cético, um pouco mais cauteloso...

JF: Certo.

BR: ... e é por isso que, entre nós, muitas pessoas sentem, e nós sentimos, que fazemos uma equipe muito boa. Assim, eu tenho um currículo em matemática e física.

JF: OK.

BR: Eu tendo a não tirar conclusões doidas, mas ao mesmo tempo estou muito feliz de pensar de forma criativa...

JF: Certo.

BR: ... como suspeito fortemente que você também faz.

JF: Certo.

BR: Uma das razões pelas quais nós realmente queríamos falar com você, além da alta qualidade profissional de sua apresentação em várias entrevistas que ouvimos, para nos prepararmos para esta, é que as peças do quebra-cabeça que você coletou através da sua pesquisa diligente, nos parece ser o entendimento essencial para quem realmente quer saber o que está acontecendo hoje na geopolítica, em termos de "ciência negra/secreta", talvez, até em termos da agenda global, quem está comandando o show, como tudo começou, onde tudo começou e quando tudo começou.

JF: OK.

BR: Para esclarecer alguns dos nossos telespectadores que podem não saber quem você é...

JF:  OK. [Ri]

BR: ... apesar dessa introdução, dê-nos a sua breve apresentação sobre: ​​Quem é Joe Farrell? Como você começou a fazer o que você está fazendo agora?

JF: Bom, numa versão rápida: Meu pai era um engenheiro, então eu cresci num lar onde a ciência sempre foi uma espécie de coisa principal a ser ressaltada e sempre fui, sabem, pessoalmente interessado nela. Por um longo período, quando eu era criança, e por todo o ensino médio mais tarde, eu queria ser um físico. Então, no meu último ano, eu fiquei desinteressado, estava com medo e desisti de cálculo e escolhi teoria musical como meu estudo alternativo, mas [ri] isso também foi muito difícil, se não até mais difícil.

Então, eu também era um músico e entrei para a música. Portanto, quando eu estava na faculdade eu estudei filosofia e isso desviou-me ainda mais do meu objetivo original, filosofia e textos antigos. Eu também sempre me interessei por história, coisas antigas, mistérios e assim por diante. Então eu fiz meu doutorado na Inglaterra e depois ensinei na faculdade por alguns anos.

BR: Em Oxford? Você esteve em Oxford?

JF: Não, não. Eu não fui professor em Oxford. Eu apenas fiz meu doutorado lá. Eu só ensinei na faculdade em Oklahoma. Foi principalmente filosofia e história, mas eu dei um seminário inter-disciplinar por um período. Foi um seminário de equipe-didata e a forma como o outro professor e eu tivemos que dividir as várias disciplinas que estávamos tentando reunir... Bom, ela era uma bióloga, portanto, ela lidava com certas coisas e eu dei física, porque esse sempre foi uma espécie de passatempo mesmo quando abandonei a busca profissional dela, então...

Nós também descobrimos que tínhamos um interesse comum, por assim dizer, nas coisas esotéricas e alternativas; eu apresentei algumas das minhas idéias sobre Pirâmide a ela e ela disse: "Ah, você tem que passar isso para a classe". Então eu passei isso para a classe e eles gostaram muito, para minha grande surpresa.

Depois que eu parei de ensinar na faculdade eu decidi: "Bom, sabem, eu poderia muito bem fazer um sacrifício e escrever algumas das minhas idéias malucas". Assim, foi [ri] como entrei em tudo isso. Foi assim que aconteceu.

BR: Então, você é um grande polímata.

JF: Ah... Eu tenho muitos interesses. Sim. Eu não diria polímata; mas, sim, eu tenho um amplo espectro de interesses. [Ri]

BR: Você já respondeu a uma das minhas perguntas, que era - como é que parece evidente que você tenha uma tal compreensão da física que a sua investigação o levou a se enredar, se eu posso usar essa palavra.

JF: Ah, sim. Bom, enquanto eu crescia, eu era o nerd por excelência. Quero dizer, divertia-me quando era menino brincando com a régua de cálculo do meu pai, sabem? [Ri] Então isso dá-lhe a idéia de que tipo de pessoa... Eu sempre fui um leitor e até hoje eu ainda gostaria de procurar e encontrar artigos de física on-line, abrí-los e lê-los, e ver o que está acontecendo. Então esse é o tipo de pessoa que eu sou.

BR: Ora, bom para você, porque parece que, do que pudemos coletar, tendo conversado com colegas mútuos, tais como Richard Hoagland ...

JF: Certo.

BR: ... e Jim Marrs, a quem entrevistamos esta manhã, é que você está fornecendo um serviço real na cadeia de informação, por assim dizer, em termos de fornecer aos pesquisadores - que estão dando o melhor deles para obter um visão geral - com alguns componentes de dados específicos que você parece eminentemente qualificado ao topar com eles. Ou, talvez, isso soe muito grosseiro. Na verdade, talvez você tenha ido atrás deles deliberadamente, desde quando você percebeu que havia alguma coisa para ir atrás.

JF: Talvez.

BR: Você acha que isso está correto?

JF: Talvez em algum lugar entre os dois. Uma das coisas que sempre me impressionou... Minha formação acadêmica é na verdade em teologia e sempre me pareceu que muitos dos métodos que os teólogos usam são muito semelhantes, em alguns aspectos, aos métodos que os físicos usam. Isso pode soar muito contraditório em relação ao que a maioria das pessoas pensa.

Mas, ao olhar os textos antigos, especialmente textos filosóficos, sempre me pareceu que eu estava olhando uma espécie de metáfora topológica mais do que, especificamente, um texto metafísico. Quanto mais eu voltava no tempo, essa metáfora tornou-se mais aparente, a tal ponto que tornou-se possível perceber certos conceitos no texto comparáveis às convenções de notação da topologia.

Então eu pensei, bom, sabem: Isso é uma loucura! [Ri] Portanto, não o compartilhei. Quando fazendo o doutorado, não compartilhei essa idéia com ninguém, sabem. Mas, depois que parei de lecionar na faculdade comecei a olhar para os textos dessa forma e a ver... Eu fiz isso em particular. Não estou dizendo que, sabem, de repente, decidi fazer isso. Eu estava fazendo isso privadamente por alguns anos e mantendo pequenos blocos de notas. Mas, sim. Foi uma espécie de meio-acidente e algo initerrupto. Talvez em algum ponto entre os dois.

BR: Mas, houve algo que deve tê-lo feito começar especificamente na trilha do tesouro que o levou a reunir muito do sub-quebra-cabeça que era: O que estavam os nazistas realmente fazendo antes e durante a Segunda Guerra Mundial...

JF: Correto.

BR: ... que ninguém mais parece ter realmente percebido? O que foi que te levou nessa direção? Quais foram as primeiras coisas que você encontrou?

JF: Bom, a coisa que sempre me pareceu, que não acho que tem... Eu nem sequer me incluo nesta categoria. A coisa que sempre me impressionou sobre o tipo de pesquisa que os nazistas estavam fazendo é, por um lado você tem, definitivamente, uma influência e interesse esotérico, oculto que ajuda a dar nascimento ao Partido Nazista. Se tem uma influência esotérica e oculta definitivamente em ação após os nazistas tomarem o poder.

E, sabem, uma das coisas que eu gostaria de salientar é que o "Estado" nazista com a SS e Heinrich Himmler, quando ele cria o Ahnenerbe Dienst (O serviço Ahnenerbe), o chamado Bureau de Pesquisa Ancestral...

Se se for aos Tribunais de Nuremberg e procurar o resumo - se tem que desenterrar isso, mas se pode, eventualmente, encontrá-lo - é uma afirmação pequena, uma declaração que estabelece essa coisa. Mas uma das coisas que ele considera como uma das finalidades deste departamento é que o departamento é para investigar todas essas áreas para uma potencial aplicação militar. Ok?

Portanto, temos essa influenciam atuando. Então, por outro lado, como sabem, tendo um currículo matemático e físico, se tem durante esse período de - ah, digamos 1920 até cerca de 1931-32 - se tem essa onda de publicações na Alemanha, de várias teorias do Campo Unificado : Kaluza, Einstein, Eddington e assim por diante. Se tem esse tipo de fermento científico em ação.

Assim, é claro, se adicione Gabriel Kron na mistura, um colega húngaro, engenheiro elétrico que diz: "Ei!" Sabem, ele ganhou um prêmio da Universidade de Liège, na Bélgica, por um artigo em que ele diz: "Bom, nós, engenheiros elétricos, percebemos todas essas anomalias em grandes sistemas elétricos rotativos e podemos explicar essas anomalias, apelando para estas Teorias do Campo Unificado das físicas das dimensões mais elevadas".

Assim, em outras palavras, se se parar e pensar sobre as implicações do que ele disse, a tecnologia de circuitos elétricos, por volta de 1935, está produzindo anomalias só explicáveis ​​por essas teorias matemática/física da dimensão superior. Ele está lhe dizendo, em outras palavras: "Essas teorias podem ser aplicadas". Elas podem estar incompletas no sentido teórico, mas elas, no entanto, são teorias aplicáveis. Isso é uma declaração importante.

BR: O que é altamente significativo porque ele está unindo dois mundos totalmente diferentes.

JF: Ah, sim. Certamente. Sim.

BR: Engenharia na prática e oculta na matemática.

JF: Com certeza. Certamente. Sabem, uma das coisas que me surpreendeu... Acabei de adquirir alguns dos artigos de Kron. Eu saí e comprei um dos livros dele, um livro pequeno e velho publicado por Dover. Mas, o que ele diz é: ele pega o cálculo tensorial e usa-o como uma maneira de analisar as máquinas elétricas.

BR: Mas, este é o cálculo do tensor de Einstein do artigo do Campo Unificado de 1928?

JF: Sim. Isso é... Certo. Uma das coisas específicas que se vai notar em Kron, embora ele não vem a público e lhe diz: "Agora vou lhe mostrar como funciona a torção" - é que ele apela para esse conceito real.

Desse modo, se tem essas duas coisas muito diferentes acontecendo como um tipo de fermento intelectual na Alemanha nessa época. Se tem o interesse esotérico e oculto, e se tem esse interesse teórico e prático muito oculto.

Ora, eu sempre suspeitei que existe algum tipo de conexão entre os dois. Foi isso que me interessou na história do "Bell (Sino)", porque o departamento do governo alemão que estava realizando toda esta pesquisa muito exótica é, precisamente, o SS.

BR: De que ano estamos falando?

JF: Essa é outra boa pergunta. O projeto Bell em si, acho que se pode dar um motivo, na verdade, tem o tipo conceitual do início do estágio de prova de conceito de antes dos nazistas tomarrem o poder, e pode ter ocorrido mais cedo, por volta de 1924-25.

BR: Tão cedo!?

JF: Muito cedo. A razão para eu dizer isso está num dos meus livros em que reproduzo este, ah, algo como, artigo pequeno de enchimento de duas colunas que apareceu no Frankfurter Allgameine Zeitung, acho que foi, mas foi escrito por ninguém menos do que o Dr. Walther Gerlach.

Porém, Walther Gerlach, sabem, ele é um dos físicos mais famosos nessa época da história. Ele é um ganhador do Prêmio Nobel, sabem... o experimento famoso de Stern-Gerlach.

Pensei: "Bom, uau!" Porque o que ele fala neste artigo é da possibilidade da transmutação dos elementos, especificamente em relação a transformação do mercúrio em ouro, e ele chama isso de uma "nova alquimia". Isso realmente me chamou a atenção. Porque, sabem, isto é, o número um, antes da descoberta da fissão nuclear por Otto Hahn. Ok? Então, ele tinha um conceito muito diferente na cabeça dele.

BR: Ele era um cara inteligente, ele não era um... 

JF: [Ri] Ele era um cara muito inteligente! Sim. Este não era um amador, sabem. Quando ele usa essa palavra alquimia, fica bem claro. Eu até reproduziu o artigo original em alemão e depois o traduzi, então saibam que não estou inventando nada, gente.

BR: A palavra é a mesma em alemão, não é?

JF: Ah, sim. Alchemy (Alquimia). Se pode vê-lo ali mesmo no artigo. Assim, ele escreve este artigo e, em seguida, fica muito claro, ele faz uma espécie de uma pequena declaração final, que, sabem: "Isto deve ser mais investigado e para fazer isso será necessário - dica, sugestão - ter-se uma grande quantidade de dinheiro". [Ri] Portanto, este é o tipo de apelo típico do cientista para o governo. Certo?

BR: OK.

JF: Bom, a razão de eu achar que o projeto pode ter começado neste período é porque foi precisamente o Dr. Walther Gerlach, quem foi o diretor do projeto Bellfor dos nazistas.

BR: Ok. Mas, Joe, eu me pergunto se eu posso pará-lo aqui, porque, pelo que entendemos, nós temos os primeiros dez minutos do que está parecendo com um filme realmente interessante onde [Farrell ri] ninguém está completamente certo do que está acontecendo...

JF: Sim.

BR: ... mas eles estão interessados.

JF: OK.

BR: Agora, para os nossos telespectadores, ok? Nós conversamos sobre Einstein; cálculo tensorial - algo que soa com matemática muito complexa que...

JF:  É! [Ri]

BR: ... ninguém vai entender; os nazistas, algo chamado o Bell. Então, qual é a trama da estória aqui? Por que alguém deveria...

JF: Prestar atenção a isto?

BR: ... se preocupar com essa história extraordinária?

JF: Certo. Muito simples. É minha crença... Só para lhe dar uma espécie de resposta resumida, muito curta, é minha crença, número um, que o projeto da bomba atômica nazista foi bem sucedido. Mas, o que vou fazer é simplesmente pedir aos espectadores para aceitarem isso como uma espécie de "garantido", por uma questão de argumento, para que eu possa expor o contexto. Ok?

Se se olhar para a classificação do projeto do Bell, os nazistas o classificaram como kriegsentscheidend (definidor de guerra). Em outras palavras, dentro do sistema de classificação do Terceiro Reich, o Bell foi classificado absolutamente único e no topo mais alto do sistema, e foi o único projeto na Alemanha nazista a ser dado essa classificação específica. Em outras palavras, maior do que a bomba atômica. Ok?

Assim, em outras palavras, para os nazistas a bomba atômica é, sabem, uma espécie de "coisa velha". [Ri] Ok? Assim isso dá um indicador de qual era o significado disso. Mas, se se olhar para a física que eles estão tentando investigar, acredito que eles a investigam por três razões - para fins de obterem três coisas.

Número um, eles querem livrar a Alemanha da dependência energética dos poderes estrangeiros e do petróleo estrangeiro. Então, em outras palavras, eles estão investigando a chamada energia do "ponto zero". Ok?

Número dois, o mesmo tipo de física que eles viram é uma espécie de porta ou janela no campo de propulsão avançada, ou antigravidade, se se quiser chamá-lo assim.

A terceira coisa, é claro, nazistas são nazistas, é que eles queriam utilizar esta física como uma arma. E, claro, estamos lidando agora com a física que, novamente, pode projetar o tecido do espaço-tempo, localmente.

BR: Ok. Ora, só mais uma vez, para resumir isto antes de entrarmos em maiores detalhes.

JF: Certo.

BR: O que você se refere aqui é, você pegou a linha de pesquisa que foi iniciada por...

JF:  Igor Witkowski.

BR: ... Nick Cook e Igor Witkowski. Essa coisa que parece ter sido chamada... bom, por falta de uma palavra melhor "O Bell (Sino) Nazista". Nós não sabemos como eles o chamavam, não é?

JF: Bom, na verdade eles o chamavam de Die Glocke (O Sino).

BR: Die Glocke.

JF: Eles tinham outro apelido para ele: Der Bienenstock - a colméia...

BR: A ​​colméia. 

JF: ... por causa do som que faz. Mas, um dos nomes de código do projeto atual foi Projekt Cronos, ou Projeto Tempo. Porém, muitas pessoas tiram a conclusão que, por isso, eles estão tentando construir uma máquina do tempo. Bom, não. Isso é... O tempo está envolvido porque, novamente, se está tentando usar torção para aproveitar a capacidade de manipular o tecido do espaço-tempo.

BR: O que é torção?

JF: Certo. Torção. A maneira que gostaria de ilustrá-la é muito simples: Se se pegar uma lata de refrigerante, a esvaziar e, em seguida, torcê-la como um pano de prato, se tem o movimento de contra-rotação que vai espiralar, dobrar e fazer pregas nessa lata, depois junte as extremidades da lata. Então, esse tipo de ilustração é a minha forma simplista para explicar o que a torção faz. A lata representaria o espaço-tempo, ok?

Porém, o que estão fazendo... Acho que em última instância, para os nazistas, o objetivo disso é que eles querem usá-lo como arma. Claro, e digo isto frequentemente nas minhas entrevistas, se se está lidando com uma tecnologia que tem potencial para engendrar o espaço-tempo, o que significa que se se usar isso como arma, potencialmente, você tem uma arma que faria a bomba de hidrogênio parecer fogo de artifício.

É, na verdade, uma coisa destruidora de planeta, se se tem a engenharia adequada por trás disso e, sabem, se desenvolve sistemas de alimentação apropriados e assim por diante. Que, mais uma vez... é simplismente a mesma coisa que levaria a energia de ponto zero, então essa é a energia, [ri] sabem?

BR: Existiam alguns cientistas muito inteligentes nessa época.

JF: Ah, sim! Com certeza.

BR: Pode-se realmente dizer: "os melhores do mundo", você o diria?

JF: Eu diria isso. Novamente, sabem, é por isso que prefaciei meu discurso ao mencionar a bomba atômica, por causa da lenda dos Aliados do pós-guerra, como gosto de chamá-la, que é, naturalmente, os alemães eram um bando de trapalhões nucleares, sabem. Eles não tinham suficiente potencial humano. Eles não tinham dinheiro suficiente, sabem, e todas essas besteiras divertidas que se lê nos livros didáticos.

Bom, para mim, esta história realmente não faz muito sentido. Você está certo. Eles tinham Heisenberg. Eles tinham Hartek. Quero dizer, essas pessoas não são, de forma alguma, amadores. Então, sim, o que os alemães estavam fazendo... Eu quero enfatizar aqui a importância da razão pela qual o nazismo seria o caldeirão ideológico para isso, pois o nazismo, é claro, baniu "físicos judeus". Em outras palavras: Relatividade. Eles ainda tinham dificuldades ideológicas com os aspectos da mecânica quântica, porque era muito estatística. Era muito probabilística. Não era determinista o suficiente para alguns dos ideólogos nazistas.

Mas, o que fica implícito na história oficial, é que dentro da Alemanha nazista, se tem uma eliminação absoluta do método científico e um beco sem saída da física. Porém, acho que se se olhar agora, cem anos depois da Relatividade, vemos justamente que a física está num beco sem saída. Nós temos agora esse tipo de dogma.

O que acho que o nazismo realmente fez, foi libertar essas pessoas, de uma certa maneira, para pensarem criativamente, e todo esse pensamento criativo ocorreu dentro dos limites da SS. Sendo o evento que sinaliza o início de tudo isso solto nos tempos modernos, a razão de estarmos descobrindo isso, é precisamente a reunificação alemã. Por quê?

BR: Certo.

JF: Porque quando a Zona Leste é, basicamente, anexada em um casamento forçado pela Alemanha Ocidental... e isso é exatamente como eu o descreveria. Quando isso acontece, todas as instalações SS antigas na Zona Oriental - algumas das quais os soviéticos nem sequer entraram, sabem. A SS as explodiu e os soviéticos nunca se preocuparam em entrar nelas. Os alemães voltaram lá e olharam para tudo isso, e isso não estava aparecendo em qualquer tela de radar conectada com foguetes ou aviões a jato ou gás venenoso, sabem, nenhuma das outras coisas que eles estavam fazendo. Portanto, eles começaram a se perguntar:
"Bom, o que estava acontecendo aqui?"

Daí, claro, Igor achou esse "dólmen" muito estranho - como a estrutura lá em Ludwikowice, acho que na Polônia, que costumava ser Ludwigsdorf, e ele se pergunta: "O que é isso?" [Ri] Sabem? "Por que isso está aqui?"

E, é claro, que isso solta a curiosidade da desclassificação. Isso dá liberdade a muita gente vindo da antiga Zona Leste, que agora são capazes de falar sobre o que viram, o que observaram. Isso abriu caminho para uma quantidade fantástica de informações.

BR: É muito interessante o que você está dizendo sobre o... Deixe-me reformular o que você está dizendo: O crisol de apoio e da agenda do Estado era um sistema de apoio perfeito para o cientista que quizesse o financiamento e a motivação...

JF: E pensar fora da caixa - criativamente.

BR: ... e todos os recursos para poder brincar com esses brinquedos e fazer tudo que os cientistas realmente querem fazer, que é inventar algo extravagante...

JF: [Ri] Sim! Exatamente!

BR: ... que funcione. 

JF: Isso está perfeitamente correto.

BR: E o que alguns de nossos ouvintes já devem estar pensando é, como... eles vão estar pensando: "Espere um minuto! Isto é o que está acontecendo em Los Alamos, Sandia, Hughes e Laborátorios Bell agora."

JF: Hum hum! Sim. Isso mesmo. Sim!

BR: Em uma época diferente e com uma forma diferente de Reich [Farrell ri], que é o que Jim Marrs diria.

JF: Sim. Eu também não teria muito que argumentar com ele! [Ri]

BR: Mas, o que também acho que você está dizendo, com o risco de colocar palavras em sua boca, é que se queremos entender essas coisas que acabei de mencionar, então precisamos voltar exatamente a esta trilha de documentos que você seguiu, porque o que estamos vendo hoje é a descendência disso. Isso está correto?

JF: Sim. A Alemanha nazista é, sabem, é realmente um estado estranho quando se examina as implicações científicas dela porque...

Deixe-me voltar ao departamento da SS que Himmler criou. Ok, se vai lá e se pesquisa a herança ariana - se olharmos para o Estado nazista e voltarmos ao que Himmler estabelece com este departamento - e ele diz: "Tudo bem. Vão e investiguem todos os aspectos da herança ariana antiga". Mas a missão curta que ele lhes dá é ampla o suficiente.

Basicamente, se tem um departamento do estado nazista criado especificamente com o objetivo de investigar o esotérico, o oculto, o hermético, o que se quiser chamar todo esse conhecimento antigo, OK? Com a finalidade específica de aplicação militar.

BR: Isto, de novo, soa estranhamente reminiscências do que ouvimos sair de alguns lugares na América de hoje.

JF: Sim! Certo. Mas aqui, o que enfatizo aqui, e o que quero atar com o que você disse, é que esta é a primeira vez, na história moderna, que uma grande potência mundial investe muitos recursos financeiros e pessoal para fazer isso. Está muito, muito claro, sabem, no caso da Alemanha nazista. Então, temos este caldeirão, este crisol que,  sabem...

Acredito que seria algo diametralmente oposto o que um historiador acadêmico comum lhe diria dessa física ariana. Sabemos quais são as falhas. Quero dizer, elas são palpáveis. Elas são gritantes. Mas a razão de não sabermos sobre os sucessos e a razão de estarmos apenas ouvindo sobre elas agora, não é apenas a reunificação alemã, mas, precisamente, porque esse crisol estava na SS. Tudo era classificado. Sempre foi profundamente secreto.

Mas, sim, ao se libertarem da chamada "física judaica", o que eles estão realmente dizendo é: "Nós queremos que você pense criativamente. Queremos que você venha com um paradigma da física completamente diferente. E, se for capaz de ser construído, [bate palmas] faça-o".

BR: Ok. Ora, curiosamente, na semana passada falámos com Peter  Levenda. Você o conhece o trabalho dele?

JF: Ah, sim. É. Eu conheço o Pete

BR: Foi um prazer conversar com ele e, claro, ele é alguém que...

JF: Ah, sim.

BR: ... é um pesquisador de documentos como você. Ele descreveu-nos como ele foi a um arquivista muito famoso, o Dr. Wolfe...

JF: Ok. Sim.

BR: ... que lhe mostrou os arquivos da SS Ahnenerbe.

JF:  Ah, meu deus! [Ri]

BR: Nas palavras dele, o queixo dele caiu. Ele nunca soube que tal coisa existisse. É muito interessante para nós que você já esteve nessa mesma situação incrível. O que eu adoraria perguntar-lhe - se isto não se afastar da sua linha de pensamento - é: Qual é a conexão entre esta física difícil, mas, brilhante e criativa, com o ocultismo?

JF: Eu acho que... Novamente, se se voltar as observações do começo, acho que se se for longe o suficiente no passado e olhar para certos tipos de textos, por exemplo, a Hermética, OK? Lê-los sem a abordagem padrão acadêmica, porém, com óculos metafísicos e lê-los mais como um topólogo - do que como um matemático - leria estes textos, ou mesmo como um engenheiro de materiais, sabem, poderia ler estes textos, o que salta dessas coisas é uma metáfora profunda de um meio físico que cria a informação e isso é uma idéia muito moderna. Na verdade, é tão moderna, sabem, que começou a surgir na União Soviética na década de 1970 e começou a disseminar-se de lá. Todo este material está surgindo na União Soviética.

Assim, em outras palavras, voltando bem atrás no tempo - se voltarmos a Hermética - lidamos com um texto que diz, aproximadamente, dê ou tome, sabem; 2.000 anos de idade, portanto, em outras palavras... Porém, é um texto egípcio mesmo que esteja escrito em grego. A proveniência é claramente egípcia, OK? Portanto, isso é muito antigo e ainda assim contém esta metáfora física profundamente sofisticada.

Isso foi o que realmente sobressaiu para mim, sabem, quando lia esses textos. Não era que eu deveria estar olhando e vendo universos platônicos, sabem, a cadeira perfeita e o cavalo perfeito. Não. Nada disso era o que saltava aos meus olhos. Do que Platão falava era de topologia. Ele falava de superfícies comuns com formas comuns, OK? Então, olho para isso e, então, olho para os nazistas e eles levantam essas teorias, essencialmente, nos anos 20 e 30, que é olhar para o meio físico como uma realidade aplicável. Em outras palavras, em certo sentido, como um meio de informação de criação. Então... E, novamente, a chave para a criação de informação estável é a rotação, OK? Torção e assim por diante.

Então, penso: "Bom, isto parece ser exatamente o que vemos acontecer com este projecto Bell. Eles estão de alguma forma procurando essa ideia física. Uma das coisas que realçou para mim esse tipo de conexão muito claramente foi...

Em meu livro, A Pedra Filosofal, refiro-me a um colega com o nome de "O Rasputin de Himmler", se se pode imaginar [ri] Heinrich Himmler como tendo um Rasputin particular! Bom o nome desse cara é Karl Maria Wiligut. Ok? Ele tem muitos pseudônimos que ele usou para escrever tratados esotéricos. Mas a concepção básica dele é que todo o universo surge a partir de uma tensão entre duas contra-rotações espirais que criam o "Ovo Cósmico". Ok?

Quando vi isso pensei: "Ah, meu deus!" Porque, naturalmente, no Bell, sabem, que eu penso ser, basicamente, uma espécie de dispositivo da física da torção hiper-dimensional - se tem estes dois cilindros contra-rotativos em que eles colocam este líquido de alta densidade, que acho que pode até mesmo ter incorporado um isômero como um dos seus componentes. E, claro, um isômero é um desses isótopos de alta rotação, que se se reduzir seu nível energético, ele liberará enormes quantidades de energia.

Bom, se tem estes dois tambores de contra-rotação, e penso: "Bom, essa é a física que eles usam e nós temos essas duas coisas em contra-rotação". Assim, O Rasputin de Himmler está dizendo: "Bom, isso tudo vem de dois sistemas de contra-rotação". Sabem? Então, acho que, claramente, se tinha uma cultura ideológica na SS que, ao invés de inibir o progresso científico, na verdade, os força a perseguir toda essa física de dimensão superior.

BR: Na verdade, deu-lhes um impulso inspirador.

JF: Sim. É, exatamente. E, sabem, o tipo de... ponto final, tanto quanto eu entendo é, se se olhar para a suástica, sabem, e vê-la não tanto como o logotipo do partido nazista, mas como um ideograma de toda essa idéia física...

BR: Parece um diagrama vetorial.

JF: Sim. Parece um diagrama vetorial. Exatamente! Sabem, se tem um subsistema de rotação, se tem um subsistema de estresse, e se junta isso e se  torce essa coisa, e se tem o transporte paralelo no cálculo tensor... e aí está, sabem, [ri] se está no caminho certo.

Kerry Cassidy (KC): De uma certa forma, esse símbolo veio da Índia.

JF: Ah, certo. Foi.

KC: Eles realmente consideraram o significado original do símbolo e o pegaram, pois supunha-se ter sido...

JF: Sim. Bingo. Bingo! Exatamente! E, sabem, se se pode imaginar Walther Gerlach sendo desafiado, sabem. Vamos supor que o projeto estava em andamento quando os nazistas tomam o poder. Gerlach satisfaz o desejo dele. Ele conseguiu o financiamento do governo de Weimar e ele está fazendo os experimentos de rotação, certo? Ele era fascinado por rotação, ressonância magnética e a gravitação, sabem. Ele se correspondia com o físico austríaco, Thirring. Sabem, o efeito de Lense-Thirring. Arrasto de satélite e coisas assim, sabem. Essa era a praia dele.

Então, imagine os nazistas vêm e dizem: "Bom, Professor Doktor Gerlach, vamos fechar o seu projeto. Ele parece muito suspeito para nós. Está lidando com áreas que não queremos lidar. Não é parte de nossa ideologia". Bom, tudo o que Gerlach tem a fazer é dizer: "Herr Himmler, isso está aí na sua braçadeira". Ele já os comprometeu, em um certo sentido! [Bill ri]

Você está certa. Porque a outra coisa sobre o Bell que devo mencionar, neste contexto, referente a Índia é que este Xerum 525 que eles estão colocando dentro deste dispositivo e girando... Bom, número um, é um líquido. Número dois, é de densidade pesada. Número três, é de uma cor amarronzada-violeta, ok? Muito pesado.

Então, penso: "Um metal líquido". Mercury. Então, provavelmente o mercúrio é uma coisa. E há a sua ligação com a Índia. Porque, naturalmente, como sabem, nos textos vimana se tem referências a vórtices de mercúrio. E, só como ponto final, o mercúrio é um candidato ideal se se estiver usando plasmas nesta coisa.

E, novamente, sabem, se tem os astrofísicos na Alemanha - Houtermans - olhando o Sol e pensando: "Ok, temos a fusão nuclear lá em cima". Eles perceberam que o Sol gira, mas o plasma está girando em velocidades diferentes, então, se tem essa "rotação diferencial" como a chamam, mas isso é apenas uma palavra chique para, sabem, ele está girando em velocidades diferentes. Eles estão fazendo a mesma coisa com este dispositivo.

KC: E quanto aos vimanas? Sabes, que eram, em essência, discos voadores naquela época? Você acha que eles poderiam ter tirado essa idéia de lá?

JF: Desses textos antigos? Deixe-me colocar desta forma: Eu acho que nem é necessário dizer que isso poderia ter sido uma motivação. No entanto, dentro da cultura da SS, que estava realizando essa pesquisa, havia um departamento, a Ahnenerbe, lendo e levando esses textos para os cientistas os analisar. Os cientistas olhavam estas coisas e diziamr: "Ah, não é interessante?"

Porque esse Professor Doutor Gerlach estudava isso. Ele ganhou um prêmio Nobel por estudar os aspectos desse tipo de física e ele esteve investigando e pesquisando desde então. Eles estão colocando essas duas coisas juntas. Acho que foi isso o que aconteceu na Alemanha nazista. Eles faziam a primeira tentativa, em certo sentido, de voltarem a estes textos antigos e dizerem que eles continham uma metáfora científica e, portanto, uma tecnologia. Nós temos estes papéis e podemos provar isso. Vamos tentar reconstruí-lo.

Isso é uma coisa vital, porque isso significa que eles também viram e isso é, novamente, uma parte da crença ideológica nazista, que houve uma civilização antiga muito sofisticada. Portanto, de outra forma, sim, eles estão tentando reconstruir essas coisas. Nesse sentido eles são uma espécie de ressurreição da Atlântida.

BR: Hum.

KC: Então eles examinavam as pirâmides egípcias e os selos sumérios...

JF: Eles examinavam tudo. [Ri]

KC: ... e eles estão obtendo todos os tipos de pistas.

 JF: Ah, é! Com certeza eles estão, sabem...

BR: Porque, exatamente ao mesmo tempo, eles faziam expedições em todo o mundo para tentar se apossar de...

JF: Ah ,sim.

BR: ... qualquer coisa que eles pudessem por as mãos.

JF: Sim.

BR: Isso iria dar-lhes pistas para tudo isso, certo?

JF: Bom, a este respeito, essa idéia de uma civilização antiga e a tentativa de obter pistas dela, você está familiarizado com a expedição ao Tibete de Schafer nos anos 38-39.

BR: Sim.

JF: Ok. Bom, Himmler era um patrocinador pessoal dessa expedição. O que acho interessante é que, apesar da forte influência do Raj britânico no Tibete, os nazistas não apenas foram capazes de entrarem no Potala. Eles saíram do Tibete com uma cópia inteira - como a pesquisa de Peter Levenda declara - uma cópia inteira do Kangschur; este épico tibetano antigo que é, supostamente, sobre essa civilização antiga muito sofisticada. Eles conseguiram voltar para a Alemanha com isso.

BR: Eles sabiam da importância disso.

JF: Sim, certamente que sabiam, com certeza sabiam.

KC: Então, algumas das tecnologias deles poderiam ter vindo também do Tibete?

JF: Acho que algumas dessas tecnologias vieram... Alguns dos pensamentos deles vieram do exame destes textos e da pesquisa em todas estas idéias muito abstrusas da física e colocando-as juntas, porque elas se encaixam tão confortavelmente nos lugares e no tempo, que isso realmente é surpreendente. Sabem, não ousei escrever sobre nada disso quando era um professor. [Ri] É por isso que esperei até sair de lá. Agora as escreverei.

BR: O mínimo que se pode dizer sobre isso é que isso é todo o trabalho do gênio intuitivo.

JF: Sim, eu…

BR: Esse é o mínimo que se pode dizer.

JF: Isso é o mínimo que se pode dizer. E, novamente, o fato de que temos um departamento organizado do governo - e um secreto - que faz isso, isso significa que é organizado.

BR: Sim!

JF: Isso, para mim, implica que, como você está insinuando, há alguma deliberação sendo tomada ao se pensar e racionalizar tudo isso.

BR: Ok. Deixem-me apenas colocar uma questão aqui que os nossos telespectadores gostariam que eu fizesse.

JF: Certo. [Ri

BR: Na verdade, e, secretamente, eu quero perguntar também. Esta é a inferência reivindicativa da Sociedade Vril, aqueles jovens que faziam canalização, visão remota, acessavam informação pela clarividência - o que quer que você quiser chamá-lo.

JF: OK.

BR: Isso foi muito ostentado...

JF: Sim.

BR: ... por teóricos que afirmam que eles estavam acessando informações que podiam ter vindo de outros reinos ou outros planetas ou o que quer que fosse.

JF: Certo.

BR: Qual é a sua opinião sobre isso?

JF: Eu não baseio a minha análise do Projeto do Bell, ou qualquer coisa assim, em informação canalizada ou em fontes neo-nazistas. Meu problema com essa história é exatamente essas duas coisas. Que se trata, em primeiro lugar, de uma fonte que é anedótica e, em segundo lugar, que a fonte principal que está colocando isso em público tem algum tipo muito sombrio de laços neo-nazista, OK?

Não há comprovação disso além do fato de que sabemos que algo chamado Sociedade Vril existia, e nós sabemos disso, porque foi o cientista alemão de foguete, Willy Ley, que o menciou  pela primeira vez quando ele veio para este país para escapar dos nazistas.

BR: Hum-hum.

JF: Ok. Então, sabemos que essa sociedade  existia. Não sabemos muito sobre ela. Eles publicaram uma brochura fina pequena em Berlim antes da guerra. Não fui capaz de obtê-la. Não sei qual o contéudo dela. Então, até onde eu sei, esta é uma história que: número um, tem uma espécie de origem suspeita e, número dois, não fui capaz de encontrar nada além desta história para corroborar que os nazistas estavam fazendo isso.

Eu sei que o Ahnenerbe fazia uma pesquisa que consideraríamos paranormal ou psíquica ou visualização remota ou o que você quiser. Certamente eles faziam. Então, se tem num contexto geral, que algo como isso poderia ter acontecido, mas eles estão alegando que isso aconteceu no fim - de fato, em alguns casos, durante a Primeira Guerra Mundial e até o final da Primeira Guerra Mundial - muito antes dos nazistas entrarem em cena.

BR: Eu pensei que fosse nos anos vinte.

JF: Não. Acho que um desses foi em 1916 e um outro foi em 19  - e de novo, posso estar enganado - 1919, acho, perto Berchtesgarten, que é outra pequena coincidência estranha, [ri] nesta história, mas...

KC: Mas você investigou a visão remota, algo como as origens da visão remota, no nazismo...

JF: Não, não, eu não investigue. Esse é um aspecto da história que acho que, mais uma vez, vai surgir eventualmente. O problema agora é obter... Hão enormes quantidades de documentos de Ahnenerbe nos Arquivos Nacionais dos EUA, mas muitos deles ainda não estão disponíveis, então o problema é ser capaz de contar uma história completa. Sabem, esse é todo o problema aqui. Não é que eu não ache que haja uma, mas até agora, tudo o que temos com a Sociedade Vril é uma espécie de um tipo geral de corroboração de um contexto.

BR: Sim. E, presumivelmente, você também está invocando a Navalha de Occam, dizendo que não é necessário...

JF: Ir até lá.

BR: Eu entendo isso

JF: Exatamente. Não é necessário, porque se tem uma outra influência oculta já funcionando dentro da SS que tem uma relação detalhada especificamente conceitual com a física a ser investigada no Bell e isso é este cara Wiligut.

BR: Sim.

JF: Certo. Então, realmente, não se precisa nem ir lá. Seria uma boa espécie de cereja no bolo, sabem, se eles descobrissem: "Bom, a consciência também desempenha um papel nisso e vamos investigá-la". Ora, se eles estão interpretando as coisas dessa forma, sim, então, temos problemas ainda maiores. [Ri]

BR: Ok. Depois de todas essas circunstâncias fascinantes...

JF: OK. [Ri]

BR: ... nossos telespectadores, que estão pensando que isso soa como uma história de detetive, isso soa como o seriado de televisão Columbo...

JF: Ou é um filme ruim de Oliver B. [Ri]

BR: O que era o Bell? O que eles estavam tentando fazer? O que é conhecido, o que não se sabe, o que é teorizado e por que isso é importante?

JF: Ok, deixe-me dar-lhe os dados básicos e, então, eu lhe direi como eu os interpreto. Minha interpretação disso é um pouco diferente das de Igor Witkowski e Nick Cook, embora eu me baseei em alguns dos aspectos da análise deles.

Primeiro de tudo é um dispositivo, em forma de sino, tem cerca de 4 a 5 metros de altura, 3 a 4 metros de largura. Ou está encaixado numa espécie de um composto metal-cerâmica ou simplesmente cerâmica antiga. Tendo portas para cabo ​​elétrico grosso - cabeamento elétrico - ao redor do dispositivo.

Dentro do dispositivo existem dois cilindros contra-rotativos e eu quero ser claro. Os dados que temos não especifica a configuração interna dos tambores dentro do Bell. Estes dois contra tambores rotativos tinha um 'soro' - esse Xerum 525 mencionado anteriormente - o composto pesado amaronzado-vermelho, provavelmente, o mercúrio,

É criogenicamente esfriado por oxigênio líquido ou nitrogênio líquido e fica perto de uma usina de energia elétrica e soa como uma colméia, OK? A usina de energia elétrica dá uma espécie de evidência a isso, estando a metros de distância das instalações onde o Bell é testado, certo?

BR: O tipo de zumbido que se obtem de um gerador de alta tensão.

JF: Sim. Ok. Ora vamos colocar todas essas coisas... Esses são os dados e os...

BR: Como se sabe disso?

JF: Isso é conhecido por um general da SS com o nome de Jakob Sporrenberg que fazia parte desse projeto, porque ele era o general que foi incumbido disso, no final da guerra, para ir lá e assassinar sessenta dos cientistas envolvidos no projeto.

BR: Hum.

JF: Em outras palavras, os nazistas queriam manter esta coisa completamente secreta.

BR: Eu não sabia disso.

JF: Pois é, foi assim que tudo isso foi descoberto. Ele é julgado por esse crime por um Tribunal de Crimes de Guerra polonês, porque, naturalmente, a Polônia se esticou para oeste e assumiu partes da Pomerânia Silesia que antes eram províncias alemãs. O Bell foi testado naquela parte da Alemanha que, depois, virou Polônia, após a guerra.

Assim, a Polônia assumiu o julgamento deste homem por esse crime e o sabemos pelo depoimento que ele deu nesse julgamento de crimes de guerra, OK? Mas, é importante também perceber, que foi depois do colapso da cortina de ferro, foi depois do colapso do Estado da Alemanha Oriental e, basicamente, a união forçada que houve em 1989, que tudo isso surgiu.

Sporrenberg também descreve o efeito do dispositivo sobre as plantas. As plantas expostas ao campo desta coisa, quando ela estava operando, se decomporiam numa espécie de uma geléia cinzento-acastanhado em questão de horas ou semanas, isso variaria.

BR: Elas se desmanchavam.

JF: Sim. Elas apenas, literalmente, desintegravam, apenas 'puuf', e ocorria sem putrefação. A primeira vez que foi testado, aparentemente, os alemães não tinham feito algo correto e sete dos cientistas originais do projeto foram mortos quando isso foi testado pela primeira vez. Mais tarde, aparentemente, eles aprenderam como controlar alguns desses efeitos mortais um pouco melhor.

Mas esses são os dados principais. Uma pequena última informação, um último dado relevante... Quando foi testado no subterrâneo, isso tinha que ser testado em uma sala forrada com tijolos de cerâmica cobertos com tapetes de borracha. Após cada teste vítimas dos campos de concentração entrariam, retirariam os tapetes de borracha, queimariam as esteiras e depois esfregariam os tijolos de cerâmica com salmoura - OK? Isso tinha que ser feito, por alguma razão, depois de cada teste.

BR:  Radioatividade?

JF: Sim, penso que sim, acho que sim. Mais uma vez... e estou mencionando isso porque é um dado crucial. Então, quando era testado ao ar livre, era testado, aparentemente, dentro dessa estrutura de  colunas que estava perto de todas essas instalações estranhas com esta usina de energia elétrica logo ali.

Estas colunas estava em uma espécie de uma bacia, que parecia uma piscina, que conteria algum tipo de líquido. Em torno do perímetro desta piscina existiriam ... Se pode ver isso no documentário do  Canal de História com Nick Cook. Igor levou Nick dentro desta estrutura e se pode ver essas portas de entrada para todos esses cabos ​​elétricos pesados, Ok?

Aparentemente, quando testado durante a noite, os detentos do campo de concentração descreveram essa espécie de barril brilhando com um brilho azul pálido e que se elevaria acima da linha das árvores, permaneceria lá e depois desceria; até o nível mais baixo.

Portanto, estes são os nossos dados principais. Não acho que as dimensões do dispositivo, neste momento, em minha pesquisa, são funcionalmente importantes, então, vamos voltar ao resfriamento criogênico, OK? Estamos lidando, já sabemos, com um dispositivo que está usando esses dois cilindros contra rotativos, e suspeito que a tecnologia da centrífuga de isótopo tinha algo a ver com isso, porque eles usavam alta rotação ultra-mecânica.

Em outras palavras, esta é uma máquina de precisão, e está sendo criogenicamente resfriada. A primeira coisa que penso é super-condutividade, sabem. Novamente, sistema de alto giro, pouca resistência. É uma espécie de bolha auto-contida pequena por si mesmo...

BR: A supercondutividade era entendida na física da época?

JF: Ah, sim. Com certeza. Então, a próxima coisa é que temos esta substância misteriosa que eles estão colocando em tais garrafas e girando em alta velocidade. Acho que a presença da usina e o som do Bell, como uma colméia, indica que essa coisa toda era eletricamente pulsada, extremamente, com a alta tensão da corrente contínua da eletricidade.

Os tambores eram arranjados - e Igor concorda comigo nisso, esta é a análise dele que estou pegando emprestada - de formas que, se tem um catodo e um anodo, isso vai curvar no centro. Como este material está girando e aderindo ao longo do mesmo plano de rotação e sendo pulsado, pulsado eletricamente, isso vai conduzi-lo para dentro, criando plasmoides pequenos e se vai ter ainda mais rotação dessa coisa.

Então, em outras palavras, do jeito que entendo o dispositivo, em última análise, eles estão tentando maximizar por todos os meios possíveis esse efeito de cisalhamento extremo de torção? Isto é exatamente o que eles estão procurando. Eles estão tentando descobrir se eles podem manipular e criar o tecido do espaço-tempo.

BR: Com que fim?

JF: Com que fim, de novo, acho que hão esses três objetivos em mente: o Bell é parte de uma... A supervisão do departamento, vamos dizer, do Bell é três coisas.

Primeiro, se tem algum vínculo com a Forschung Inviclum Inpatento, que é uma super secreta entidade SS que está reclamando cada pedido de patente dentro do Terceiro Reich e, mais tarde, na Europa ocupada, que tem implicações de segurança nacional.

Número dois, está sob uma entidade chamada SS Entwicklungstelle vier que significa Desenvolvimento Área Quatro. A breve missão desse departamento é tornar a Alemanha independente de energia e é nesse departamento que se tem pesquisado coisas como a fusão controlada, energia do ponto zero, e assim por diante. Por isso está anexado a esse departamento.

Em seguida, o último departamento, que está anexado ao General Hans Kammler e ao grupo de pensadores dele em Pils, na Tchecoslováquia, na Fábrica de Munições Scotia. A breve missão desse departamento da SS é imaginar um caminho da primeira geração para a segunda e a terceira e a quarta gerações - aqui está a chave - para descobrir os meios necessárias na árvore tecnológica, para se ir de um para o outro e, depois, implementá-lo. Ok?

BR: Hum-hum.

JF: Então, o Bell está conectado com todos esses departamentos e isso sugere-me, dada a física envolvida aqui, que eles estão tentando criar uma tecnologia protótipo. Eu quero enfatizar isso: Essa coisa não é um OVNI, não é em si uma arma e não é em si um dispositivo de energia do ponto zero.

É uma tecnologia protótipo, ou uma tecnologia de ponta, que eles estão usando para desenvolver e investigar cada uma dessas três áreas. O que eu acho que é o que você tem com esse projeto. Mas acho que os resultados foram significativos o suficiente para eles, em 1944, eles lhe deram essa classificação extrema - kriegsentscheidend - decisor de guerra.

Então, eles já estavam vendo o potencial militar de tal coisa. Este é um campo potencial de propulsão de capacidade simplesmente extraordinário. Esta é uma arma potencial com uma capacidade extraordinária, mas é uma espécie de uma tecnologia unificada.

BR: Ora...

KC: Também soa como se fosse uma máquina do tempo. Quero dizer, parece que se está criando a que Jodie Foster entrou, de uma certa forma, no filme Contato.

JF: Certo. Eu uso o termo "dilatação do tempo", e não quero associações relativistas, mas não quero que as pessoas pensem que este é um dispositivo que pode ser usado como um dispositivo prático para viagem no tempo - indo para trás ou para frente no futuro. Mas os efeitos do campo nas plantas, eu acho, que são fundamentais.

Outra coisa que devo mencionar é: 'acho que um dos propósitos deste "Xerum" e do uso de, provavelmente, alguns isótopos de mercúrio e isômeros nucleares foi precisamente o fato de, se eles fossem capazes de conseguir um efeito importante na dilatação do tempo, a maneira de se tentar medir isso é precisamente por mudanças no decaimento radioativo, OK?

BR: [ inaudível]

JF: Sim. Então, acho que esta é a outra razão para eles estarem girando e pulsando este material. É uma espécie de, ao mesmo tempo, combustível do dispositivo e medidor do que eles estão pegando nele.

KC: Mas é possível, ser as duas coisas...

JF: Hum hum.

KC: ... uma, que se girando, está criando um portal, na verdade, está criando um campo de torção em torno de...

JF: Sim. Está criando este efeito de "lata torcida".

KC: Mas você diz que isso afetou as plantas do lado de fora disso.

JF: Sim.

KC: Existe alguma chance de que no interior não se teria o mesmo efeito?

JF: Boa pergunta. Do meu conhecimento - e acho que Igor Witkowski provavelmente me apoiaria nisso. Que eu saiba, não há nenhuma evidência de que este dispositivo foi construído de tal forma, que se pudesse colocar pessoas ou plantas ou animais ou qualquer coisa dentro deste dispositivo. Ora, isso não significa que...

Vamos nos colocar no lugar dos nazistas por um momento e especular. Se, digamos em 1942/43 quando fica muito claro, nos documentos que Igor reuniu, que eles foram bem sucedidos com este projeto, até mesmo dividindo-o em componente física e componente médica, OK? O que indica - Igor acha (e eu acho que ele está muito certo) - que os nazistas decidiram: "Ok. Fomos longe o suficiente com isso, agora precisamos aprender como limitar os efeitos dessa coisa nos seres vivos".

Se esse for o caso, então, não havia nada que impedisse os nazistas de construir ou modificar essa máquina, construir uma outra, tal que eles pudessem fazer exatamente isso. Isso seria um passo lógico para eles tomarem. Mas, até o momento, não temos nenhuma prova concreta de que eles fizeram isso. Isso é o que penso. Então, sim. Isso tem um campo em torno dele, onde os efeitos são bastante mortais.

BR: Agora, dando um salto...

JF: Claro.

BR: ... e um que alguns dos nossos telespectadores já podem até ter dado.

JF: Hum-hum.

BR: Se, para espelhar-me no que você disse no início da nossa conversa, quando dissestes: "Bom, vamos supor que os alemães foram bem sucedidos em criar certa tecnologia de arma nuclear".

JF: Certo.

BR: Vamos supor que os americanos fizeram alguma coisa no projeto Montauk.

JF: Ok.

BR: Como tem popularmente sido...

JF: Interpretado.

BR: ... retratado como uma espécie de dispositivo Portal Estelar que envolve grandes quantidades de energia elétrica, muito teste e erro experimental...

JF: Hum-hum.

BR: ... e até mesmo a idéia, sabes - Deus me perdoe - de que as crianças pegas nas ruas foram usadas ​​como um meio de tentar ajudá-los nessa coisa, para ver se elas iriam sobreviver à jornada.

JF: Certo.

BR: Isso é um passo possível em sua mente ou é algo que você está disposto a considerar, teoricamente, que há essa conexão. Quando esta tecnologia...

JF: Entre o Bell e Montauk?

BR: Bem, sim. Quero dizer... Porque, enquanto esta conversa continua, eu quero a sua opinião sobre o que aconteceu com esta tecnologia após a guerra. O significado de Kammler...

JF: Certo.

BR: ... e o que aconteceu com ele. [Farrell ri] O que aconteceu com esta tecnologia e os negócios que podem ter sido feitos?

JF: Certo.

BR: ... com quem e onde ele está agora. O que aconteceu com ele?

JF: OK.

BR: Isto não é o tipo de coisa que é abandonado. Ele é um projeto fracassado?

JF: Não, não. [Ri]

BR: Certamente que não. Hão muitas pessoas inteligentes...

JF: Ah,sim!

BR: ... que estão muito interessadas ​​em continuar brincando com este brinquedo incrível.

JF: Ok, bom, deixe-me dispensar o Montauk. Que não é um projeto que investiguei profundamente, OK? Investiguei o suficiente para saber que hão muitas (se eu posso usar a expressão) coisas esquisitas por aí e eu não quero ir por esse caminho. Houve, na verdade, apenas um livro bom sobre isso, na minha opinião, e não posso nem mesmo lembrar o nome do mesmo.

De algumas das descrições do projeto: Sim, parece que eles investigavam coisas semelhantes, mas, na verdade, não. Então, não faço uma conexão entre o Bell e o Montauk intuitivamente, de forma alguma, na minha mente. Isso tem muitos... tem muitos elementos como a Sociedade Vril recebendo comunicação espiritual de toda essa informação e é daí que vem esta ciência. Tem muito disso para mim.

Mas, quanto para onde o Bell foi. A maneira como eu esquematizo em meus livros, parece-me que Martin Bormann é a figura-chave aqui. Em cada e qualquer caso que vemos esses cientistas alemães se rendem aos Aliados, vamos dar o exemplo dos cientistas de foguetes, nós nos Estados Unidos recebemos os melhores, OK? Quanto ao local para onde o Bell foi. Na minha opinião Martin Bormann cuida para que os Aliados e a União Soviética recebam mais ou menos uma divisão igual dos despojos tecnológicos.

Ele cuida, de acordo com minha pesquisa, que os Estados Unidos receba componentes cruciais da bomba atômica. Físsil U235, fusíveis infravermelhos de proximidade que são uma coisa boa e útil para se ter à mão quando se está tentando detonar núcleos de plutônio, toda esta tecnologia, ele cuida para que os Estados Unidos as receba. Ele cuida para que a União Soviética fique com um cientista nazista crucial que havia desenvolvido determinadas tecnologias de enriquecimento de isótopos.

BR: Quem era?

JF: Barão Manfred de Arjona, que, naturalmente, usou ciclotrões e espectrômetros de massa como Lawrence fez por aqui. Portanto, este foi para a União Soviética - êpa! - junto com a tecnologia de centrifugação. Então, ele está cuidando para que toda esta tecnologia seja dividida igualmente.

Mas, se se vai ter um estado nazista pós-guerra, extra-territorial, por assim dizer, onde haverá organização, e se se vai ter um projeto de pesquisa em andamento, existem duas coisas que não se pode ter: Não se pode ter bombas atômicas, pois exigiria grandes usinas de enriquecimento, é claro, seria um alvo fácil. Não se pode ter grandes pórticos de foguete, se precisará de um projeto que seja realmente sensacional, que pague dividendos enormes e ainda seja um projeto que se possa, muito mais facilmente, manter em segredo, OK? Esse é o Bell.

BR: OK.

JF: Então, em outras palavras, o que estou dizendo é, os Aliados e a União Soviética obtiveram os jatos, os foguetes, os visores infravermelho, os computadores, os chips semi-condutores, sabem, todas essas coisas. Mas o projeto que foi classificado como decisor de guerra, os nazistas guardaram para eles.

Na minha pesquisa, acho que, definitivamente, pode-se considerar que o projeto de fusão pós guerra que estava acontecendo na Argentina de Juan Perón, nada mais é do que uma continuação de certos aspectos desse projeto Bell. Em outras palavras, com todos aqueles nazistas localizados na Argentina, incluindo - como eu mostro em meus livros - o próprio Martin Bormann. Se tem o chefe, em outras palavras, ali, na área onde o projeto secreto argentino está sendo feito.

Então, de outra forma, Peron não é, na verdade, quem está no controle disso. É Bormann. Ele é o financiador, certo? Então, não se tem o Bell indo para o Ocidente, não vai para a União Soviética, se tem ele indo para a Argentina. Ora, você mencionou Kammler...

KC: Me desculpe, mas tenho que perguntar...

JF: Claro.

KC: Você não acha que há uma boa chance de que o que estava acontecendo na Argentina estava sob a tutela dos Estados Unidos? Porque muitos dos cabeças nazistas foram para os Estados Unidos, você não imaginaria isso?

JF: Bom, existem nazistas que vieram para cá, mas os mais importantes não. A razão de eu dizer isso é que... Se você lembra do meu livro SS Irmandade do Bell, eu achei algo que Igor Witkovsky muito explicitamente menciona em seu livro, isso é o que parece: que os Estados Unidos estavam desesperadamente tentando reconstruir a equipe técnica do Bell. Em outras palavras, nós não conseguimos essas pessoas e se estamos tentando reconstruir a equipe técnica, isso significa que não conseguimos os documentos do projeto e, provavelmente, não conseguimos o aparelho.

Se tivéssemos o aparelho, provavelmente, não precisaríamos muito dos técnicos. Então, nós realmente não conseguimos muita coisa. Eu só fui capaz de identificar dois cientistas do Bell que vieram a este país. Um deles foi, consequentemente, Dr. Hubertus Strughold que estava envolvido no aspecto médico do projeto. O outro era um cara com o nome de Dr. Kurt Debus.

Esse cara é um personagem interessante porque, aparentemente, era um dos cientistas mais importante, porque ele foi o homem que projetou a usina elétrica para o Bell. Esse é o motivo porque ele é significativo. Eu tenho uma foto dele na SS Brotherhood of the Bell e ele está em pé ao lado de Dr. Wernher Von Braun [ri] na NASA e está balançando a cabeça e sorrindo, vocês sabem onde isso vai dar!

Ele está de pé ao lado de Wernher Von Braun, na NASA, e eles estão como que apontando para algo ao longe, desse jeito, e ele é um diretor sênior de vôo do programa Apollo em Cabo Canaveral. Assim, em outras palavras, como um administrador, ele tem todos os privilégios na NASA. Mas o homem não é nem mesmo um cientista de foguetes. Ele é um engenheiro elétrico.

BR: É realmente estranho, não é?

JF: Bom, é tão estranho [ri] ir lá onde você quer que eu vá. É tão estranho que tenho que pensar que isso indica que há uma tecnologia alternativa em jogo aqui.

BR:  Ok.

JF: No programa Apollo.

BR: É! Deixe-me falar de uma pequena anedota que pode fazer você sorrir. Esta é uma anedota pessoal e penso que nem mesmo a Kerry ouviu isso. Meu pai era um especialista de reconhecimento facial que trabalhou n o Ministério do Interior britânico.

JF: Ok.

BR: Ele... Entre muitas outras coisas, ele inventou PhotoFit, o sistema de reconhecimento facial usado para capturar criminosos.

JF: Ok.

BR: E o Identi-kit, que o precedeu, foi uma idéia que roubaram dele.

JF: Certo.

BR: De vez em quando o Ministério do Interior britânico iria consultá-lo com um pedido especial. Eu lembro de estar sentado na mesa da cozinha, na década de 1970, quando estava na metade dos meus vinte anos, e meu pai olhando para fotos de Martin Bormann...

JF: [Ri] Ah, meu deus.

BR: ... e ele foi abordado pelo Ministério do Interior britânico que tinha algumas fotos de um homem velho que haviam sido enviado a eles, ou do Brasil ou da Argentina, não posso lembrar qual, (e meu pai já não está conosco) e meu pai foi encarregado de declarar se ou não este homem, que havia sido encontrado na década de 1970, era Martin Bormann e meu pai disse: "Sim, com certeza era". Então, que tal isso como uma pequena anedota?

JF: Sim, incrível. [Ri] Eu tenho uma anedota minha. Não é minha anedota pessoal, mas eu menciono no meu livro Nazismo Internacional que o jornalista da CBS Paul Manning, que foi um colaborador próximo de Ed Murrow, sabem, o jornalista muito famoso que esteve no Reino Unido durante o ataque repentino e, mais tarde, na TV.

Bom, Manning escreveu um livro. Isso foi depois de Ladislas Farago ter lançado o livro dele sobre Martin Bormann, o Quarto Reich e todas essas coisas. Bom, Manning, acho, em certo sentido, ficou um pouco ofendido pela forma como tinham tratado um colega jornalista e ele escreveu um livro chamado Martin Bormann: Nazista no Exílio. Ele, basicamente, verificou que os documentos que Farago tinha usado no livro dele eram reais. Eles eram legítimos, OK?

Assim, ele descobriu outra coisa. [Ri] Ele descobriu que Martin Bormann, eu acho que por volta de 1967, descontou um cheque [ri]] na Manufacturers Hanover (Fabricante Hanover) e Banco Chase Manhattan. O cheque foi endossado pelo Deutsche Bank (Banco Alemão), em Buenos Aires, na Argentina, e o cheque havia sido descontado com a assinatura verdadeira. [Ri]

BR: Incrível. [Farrell ri] Surpreendente.

KC: Eu não entendo. Quero dizer, você pode recuar até a ligação entre este - não sei como dizer o nome - o cara na Florida...

JF: Debus. Kurt Debus.

KC: ... Debus. Ok, e Bormann. Em outras palavras, você está, em essência, dizendo que eles não se falam mais?

JF: Ah, não, não, não! Eu não estou recuando a esse tempo. Muito pelo contrário. Não. Concordo plenamente com Richard Hoagland e Mike Bara que, sabem, no livro Missão Negra/Secreta, eles delinearam o caso em que, na época dessas últimas missões Apollo, os nazistas são a influência mais significativa dentro da NASA.

Não, muito pelo contrário. De fato, uma das coisas que tento e menciono no livro SS Irmandade do Bell, é que o nosso acompanhamento inicial destes cientistas alemães, que estavam aqui como parte de nosso programa de mísseis e início do programa espacial, descobrimos que parecia haver uma espécie de cadeia de comando entre todos esses nazistas ainda em existência e que eles também tinham correspondência secreta.

Eles dirigiam esses carros de luxo e recebiam dinheiro de onde-eles-não-sabiam-que-vinha. O dinheiro não era proveniente de um salário de cientista da NASA. Eles andavam por aí [ri] nestes carros Mercedes, mas nada foi feito contra eles. Isso, para mim, é o que é suspeito, porque, sim, isso indica claramente que eles tinham alguma conexão com esta organização nazista de pós-guerra. De forma muito clara e muito palpável.

KC: Então o que aconteceu com Wernher Von Braun...

JF: Hum-hum.

KC: ... e sobre ele e a ligação com...

JF: ... com tudo isso?

KC: É. Com Debus. Porque, se eles trabalhavam juntos, havia mais do que apenas uma relação de trabalho? Em outras palavras, o que tento descobrir é, onde ele se encaixa nesta hierarquia...

JF: ... neste contexto? Tudo bem! Boa pergunta. Eu não, em meus livros, especulo sobre o que essa relação pode ser. Mas eu vou fazê-lo aqui porque eu acho que é uma excelente pergunta.

Se se olhar para as hipóteses do Sr. Hoagland e do Sr. Bara no livro Missão Negra/Secreta, o que se tem, em última análise, é um programa espacial em duas vertentes. Se tem um que está aberto, para divulgação pública, com os foguetes e, sabem, todos os fogos de artifício e bandeiras acenando, mães e torta de maçã. Então, há algo mais. É como se se lidasse com um buraco negro de notícias. Hão novas histórias em torno disso e, então, há este grande buraco negro no meio que é ressaltado pela própria escuridão, OK?

Bom, esta pequena foto de von Braun e Debus, para mim, é uma espécie de ícone do que se está vendo nesse programa espacial em duas vertentes, porque muito claramente estes dois homens estão envolvidos em uma conversa privada, por trás do vidro, pois eles usam seus fones de ouvido. Eles estão próximos um do outro e apontam para alguma coisa ao longe, OK? Então, acho que essa relação remonta à Alemanha nazista porque sei que Debus também fez parte da equipe de von Braun em Peenemünde. O que ele fazia com von Braun, havia... ele estava construindo equipamento de medição para estes pórticos de teste de foguetes estacionários que os nazistas construiram. Mas ele também tem essa conexão com o Bell.

Ora, é por isso que acho esta questão interessante, porque se se entrar nos documentos de Cooper-Cantwell (documentos MAJIC 12) e não estou argumentando a favor ou contra a autenticidade deles, eu estou dizendo que olho apenas para a evidência interna dos documentos, eles como que corroboram essa imagem, porque o que eles sugerem é que estes cientistas nazistas de foguetes do Paperclip foram levados para olhar os destroços de Roswell. A primeira pergunta que vem à minha mente: "Bom, por que trazer cientistas nazistas se se suspeita que isto é ET?" Se vai querer manter isso tão secreto quanto possíveis do seu antigo inimigo, OK? Mas se traz eles é porque isso parece alemão.

E von Braun... Ok? Se tem von Braun e Arthur Rudolph e todos esses cientistas nazistas examinando essas coisas e eles vêm com essa explicação do que é isso. O que isso é, é algum tipo de motor Neutrônico de fusão e etcetera. Isto me diz que se isso for verdade, então alguém - se é desinformação - sabe que Debus e von Braun relataram algo, há algum tempo, na Alemanha nazista e que von Braun sabia o suficiente sobre esse outro projeto secreto para ser capaz de dizer isso aos interrogadores americanos dele.

Por isso, voltamos a essa cena. O que essa cena representa para mim é que este programa espacial duplo começa na Segunda Guerra Mundial e na Alemanha nazista. Porque, o que se tem? Se tem foguetes que são muito visíveis. E se tem essa coisa do Bell e todas essas coisas secretas que realmente não são reveladas até depois da reunificação da alemã. Os nazistas estão cuidando para que a União Soviética e os Estados Unidos recebam os jatos e os foguetes, mas eles mantêm isso para si.

BR: Se estão mantendo isso para si, o que eles fizeram com isso nos últimos 63 anos?

JF: Excelente pergunta. Porque se se pode imaginar... Vamos apenas voltar. Se tem Martin Bormann vivendo na Argentina, com uma conta bancária conjunta com Juan Perón, e que está sentado no topo de quase 800 milhões de dólares. Isso é um pedaço grande de mudança nesse momento da história. Devidamente investido... e Bormann foi um gênio financeiro. Quero dizer, não há nenhuma dúvida sobre isso. Ele sabia como movimentar o dinheiro e ganhar dinheiro. Devidamente investindo, se pode manter este tipo de projeto independente, desenvolvê-lo. Em algum momento, acho que vai exigir um parceiro se se vai fazê-lo grande, prático e utilizável. Ok?

Mas, sim, em 63 anos fica muito claro, para mim, que eles resolveram os erros médicos, sabem, que se pode colocar alguém dentro de uma dessas engenhocas e voar por aí, OK? Sim, é muito aceitável que isso seja possível.

É aceitável, para mim, que numa data ainda mais cedo se poderia tomar aspectos dessa tecnologia e casá-los com as tecnologias mais convencionais para aumentar a eficiência delas, por assim dizer. É por isso que acho que essa foto de Debus e Braun von, na NASA, é muito eficaz, porque se Debus está envolvido no programa Apollo e no Bell... Mais uma vez, isso, para mim, aponta, possivelmente, para uma tecnologia alternativa. Isso e outras coisas. Eu certamente não estou discutindo o caso inteiro.

Então, sim, em 63 anos o que eles poderiam fazer com isso? Sabem, o projeto de curva de aprendizado. Sabem, para mim é muito viável que as questões médicas foram resolvidas. Eles podem ter sido capaz de encontrar uma aplicação prática para a energia livre. Mas, sabem, aqui está a má notícia: Mais uma vez, eles podem ter sido capaz de fazer uma arma dessa coisa. E isso, para mim, é a parte mais assustadora.

BR: Mas se eu entendi direito, você está sugerindo que há um grupo isolado de nazistas, talvez os descendentes deles...

JF: Certo.

BR: ... em algum lugar na América do Sul, provavelmente, Argentina...

JF: Brasil, Chile...
[Ri] Sim.

BR: Etcetera, sim. Com acesso a essa tecnologia exótica recuperada e exportada...

JF:  Hum-hum.

BR: ... com a manutenção do financiamento e proteção contínua de algum lugar.

JF: De algum lugar.

BR: Quem está fazendo o que? Eles não têm que pagar as contas de eletricidade? Eles estão voando, pesquisando e armando isso contra quem? Isso não parece fazer sentido por si mesmo.

JF: Ok. Deixe-me dar-lhe um contexto. O colapso financeiro moderno, para mim, é um sinal de que há uma ruptura ocorrendo entre a distensão da idade pós-guerra. O que quero dizer com isso? Os fundadores do Grupo Bilderberg foram Lawrence e David Rockefeller, um Rothschild estava envolvido. Que representavam o interesse da empresa anglo-americana.

Mas, do lado europeu, quem é o principal fundador? O príncipe Bernhard dos Países Baixos. Quem é o príncipe Bernhard? Ele foi um oficial da SS. E, portanto, se ainda se tem um sobrevivente da cadeia de comando do pós-guerra nazista e nós já mencionamos que nós... Se se tem um sobrevivente da cadeia de comando do pós-guerra nazista, então, um oficial da SS como Bernhard respondendo ao chefe dele, que é Martin Bormann, que detém uma patente de general de quatro estrelas da SS, OK? Mas Bernhard é também um vice-presidente da - ah, que coincidência - IG Farben, OK? Que, aliás, quero ressaltar, IG Farben foi finalmente, totalmente, liquidada em que ano?

BR: Eu não sabia.

JF: 2003.

BR: Verdade!

JF: Sim. [Ri]

BR: Ok.

JF: Esta corporação era tão grande, tão enorme, e todos esses acordos de licenciamento que tinha em todo o mundo estavam em um tal emaranhado que levou, literalmente, todo esse tempo para finalmente se livrar da coisa toda. Isso é uma quantidade enorme de poder.

KC: Mas, Bormann se reportava a von Braun?

JF: Não. Von Braun se reportava... Se alguém era subordinado nessa cadeia, era von Braun que respondia a Bormann. Ok?

KC: Ok.

JF: Mas, vamos voltar ao príncipe Bernhard, porque, presente nessas reuniões iniciais do Bilderberger, está uma figura muito significativa. É o Dr. Hermann Josef Abs, que é o CEO do Deutsche Bank, um dos maiores do mundo, dos bancos internacionais. O banco que, aliás, endossou o cheque de Bormann, em Buenos Aires, que foi descontado na Fábrica Hanover e Chase Manhattan; os grandes bancos dos Rockefellers. Lucros de Morgan Rockefeller.

Então, colocando todos estes partes juntas, o que aparece para mim, é que o primeiro propósito secreto do grupo Bilderberger depois da guerra era pegar todo esse dinheiro líquido, que estava nas mãos desses nazistas do pós-guerra e movê-lo por estes bancos ocidentais, torná-lo disponível para estes banqueiros ocidentais. Muito disso, eu suspeito, foi mantido fora dos livros. Eles estão lavando uma enorme quantidade de dinheiro, em outras palavras.

Porém, aqui está o problema. Eu gosto de dizer - e agradeço Richard Hoagland por este tipo de analogia, porque ele disse isso numa conferência e adoro isso: "Com Martin Bormann estamos lidando com um Dick Cheney sem entusiasmo e charme".

Assim, em outras palavras, quando eles estão fazendo estes negócios, sabem: "Nós concordamos com você. Fascismo corporativo é o caminho a se percorrer e concordamos que a dominação do mundo é um tipo de idéia legal e estamos dispostos a jogar bola uns com os outros. Aqui tem muito dinheiro para fazê-lo". [Ri] Sabem?

Bom, quando se lida com alguém como Bormann, se está lidando, como eu disse, com Dick Cheney, sem entusiasmo e charme. Esse dinheiro virá com muitas linhas atadas e quando o prazo vencer é melhor se ser capaz de pagar.

BR: Hum-hum.

JF:  Hum-hum.

BR:  Hum-hum.

JF: E se... com Bormann se tem uma organização inteligente que era liderada pelo amigo dele Heinrich Muller, que eu também acredito fugiu da Alemanha nazista, o chefe real da Gestapo, se está lidando com pessoas que não só podem fazer ameaças, mas cumpri-las, mesmo contra o extremamente rico e o extremamente poderoso.

KC: Mas os EUA venceram a guerra.

JF: Mais ou menos.

KC: Por que os EUA deixaram os nazistas ir para a Argentina, com a bênção, sem ter o controle deles?

JF: É simples. Exatamente. Eles estão no controle.

KC: Ok.

JF: Bormann, como eu disse, negociou - de novo, esta é uma parte de... Eu sei que você está sob restrições de tempo, então, para mim responder a essa pergunta eu levaria muito mais tempo, OK, mas...

KC: Nós [falam juntos] um pouco de tempo aqui [ri].

JF: Bom, basicamente o que temos é Bormann elaborando um acordo para entregar todos os componentes da bomba atômica para os Estados Unidos. Assim, em outras palavras, Bormann já tem uma certa quantidade de alavancagem moral sobre os Estados Unidos. Ele poderia facilmente expor a coisa toda e expor os Estados Unidos como tendo feito um pacto com o diabo. É uma espécie de um impasse clássico mexicano.

Isso é parte do problema que estamos enfrentando. E, novamente, parte deste acordo inclui toda esta inteligência militar alemã que se infiltrou na CIA, sabem, mas continua a estar operacionalmente sob o controle do mesmo general nazista que a controlava durante a Segunda Guerra Mundial.

KC: [falam juntos]

BR: E há muita tecnologia de controle da mente. Nem sequer chegamos lá.

JF: Ah, sim! Exatamente! Quero dizer, isto é sem fim, sabem. Para mim o que realmente interessa é, uma vez que façamos pacto com o diabo, dizemos: "Ok, Martin (ou seja lá quem for), precisamos que você cuide de alguns negócios e não queremos manchar as nossas mãos americanas puras com isso. Porém. nós sabemos que você tem as pessoas que podem fazer isso".

Com certeza. Mas, ao fazer esse acordo, a qualquer momento que aconteça, acabou-se de se colocar na posição de ser chantageado e essas pessoas vão fazê-lo. Em outras palavras, eles podem expô-lo como estando envolvido nessas, sabem, coisas sórdidas ao redor do mundo. Portanto, acho que todo o resultado desse pacto com o diabo... e acho que começamos a perceber por volta da década de 1950, com Eisenhower, por quê? o que ele alerta quando ele deixa o cargo? O complexo industrial militar. Ele conhece todos esses nazistas, OK? Ele conhece esses nazistas porque ele lutou contra eles.

Eu acho que o aviso que ele está dando ao povo americano e, por conseguinte ao Ocidente, como uma coisa trivial, não é tanto contra o crescimento interno do complexo militar-industrial norte-americano, porém, quem está se infiltrando e limpando o caminho em todas essas posições de poder e influência dentro desse complexo, ou seja, os nazistas. Isto é muito... [Em busca de palavras] ... Lamento ser tão desarticulado aqui porque estou tentando ligar muitos pontos muito rapidamente para vocês. Mas, sim, acho que a razão principal é: eles têm uma arma na cabeça das elites anglo-americana.

Para trazê-los até os tempos modernos, o que... e novamente, estou simplesmente especulando aqui em resposta à sua pergunta anterior, porém, o comportamento da elite corporativa nas audiências de socorro financeiro, nesse negócio sem supervisão e o tipo de pronunciamentos que vem dos líderes dos principais bancos e famílias e grupos e etcetera, me parece não ser um pânico aparente, mas um pânico genuíno. Viajando ao redor do mundo, venho da Europa, eu vejo pânico, mas não se parece com a histeria e o tom do que acontece neste país. Há certamente pânico na Islândia, porém, parece que quanto mais para o oriente avançamos, menos pânico e histeria existe.

Mas, é este socorro financeiro sem a idéia de supervisão que me parece... Esse é o tipo de comportamento de alguém que está sendo chantageado, com uma arma na cabeça: "Bom, nós queremos muito dinheiro, mas não podemos te dizer para o que é".

BR: Esta é uma tese muito, muito interessante.

JF: Sim. É muito suspeito. Então, para colocá-lo no contexto com os nazistas e acho que a razão, talvez, da sua pergunta é que a única coisa que vejo dentro do contexto da história recente, nos últimos 60 a 70 anos, que poderia colocar essa extremamente poderosa corporação bancária anglo-americana de lucros ou elite nesse tipo de perigo, é precisamente uma entidade que tenha enormes quantidades de capital líquido, que colocou nesses bancos e deixou lá por muito tempo, como parte do acordo: "Nós vamos dar-lhe esse dinheiro. Faça o que quiser com ele. Nos deixem em paz".

BR: Esta é a linha de pesquisa que você gostaria de seguir, nos próximos meses, enquanto mais informações tornam-se disponíveis sobre a crise atual?

JF: Na verdade, não sou um teórico da conspiração. Eu toco nessas coisas só quando parece que os aspectos físicos levam a isso. Mas me fazem muito essa pergunta, então, eu como que especulo, sabem, considerando esse tipo de cenário.

Mas posso dizer-lhes isto: eu estou pesquisando um livro - escrevendo um livro - que lida com, espero efetivamente, razões profundamente arraigadas e enraizadas nesta conexão muito estranha entre a física e as finanças que parece surgir frequentemente. E só vou dizer isto: Está muito profundamente enraizada e é muito, muito antiga.

BR: Sim. Isso é um belo pensamento para se deixar para muita gente ponderar.

JF: [Ri] Deixá-los curiosos.

BR: Algo que Peter Levenda mencionou sucintamente e lindamente quando falamos com ele na semana passada. Ele disse: "Veja, o mundo inteiro não pode ir à falência. Alguém tem que estar com o dinheiro".

JF: Exatamente.

BR: Algo que parece muito óbvio para nós, quando estamos discutindo este assunto entre nós, é que se se olhar para todos os projetos negros/secretos, todos os equivalentes modernos dos experimentos Bell, onde quer que estejam...

JF: Onde quer que estejam.

BR: ... neste planeta ou até mesmo em outros lugares, então, sabes, isso custa dinheiro. Se se considera o dinheiro como energia, é como se onde... Sabes, esta energia está sendo drenada do circuito global e vai para algum lugar.

JF: Para onde está indo? [Ri]

BR: Sim. Para onde vai? Que é outra maneira de reenquadrar a mesma pergunta que acredito que é o que você está perguntando.

JF: Exatamente! Exatamente.

BR: Então, só para juntar algumas desses fios e há muitos fios.

JF: Ah, sim. [Ri]

BR: Eu sei que você não precisa nem fingir que isso está resolvido.

JF: Ah, não. Eu certamente não preciso. [Ri]

BR: Se parece com, sabes, outtakes (cenas filmadas, porém não editadas na versão final) de um filme: "O que aconteceu com esse personagem? O que aconteceu com aquele personagem?" Você está assumindo que Hans Kammler acabou onde Martin Bormann acabou?

JF: Sim.

BR: Ok. Você está assumindo que a razão pela qual os nazistas nunca usaram a tecnologia nuclear deles indiscutivelmente bem desenvolvida... Isto daria uma outra entrevista para se falar sobre a prova disso.

JF: Certo. Ah, sim. [Ri]

BR: Mas, o apoiamos na sua tese de que parece que isso era muito mais avançado do que alguém tenha dado crédito público.

JF: Certo. Correto.

BR: Mas eles nunca a usaram, mesmo a testando e tendo-a por alguns anos. Isso foi devido ao fato de que eles estavam planejando usá-la como barganha mais tarde?

JF: É possível. Mas acho que se poderia também considerar... Veja, uma das coisas... Eu sou um tipo de jogador de estratégia militar. Eu jogo essas coisas o tempo todo. É o meu entretenimento, sabem. Eu gosto d isso assim como as pessoas gostam de assistir TV ou filmes, OK? E, vocês sabem tão bem quanto eu que a Wehrmacht, na frente oriental, alcançou esta impressionante taxa de destruição contra o Exército Vermelho, contra os russos.

BR: Sim. Milhões de soldados vermelhos.

JF: Metade das vítimas da Segunda Guerra Mundial foram causadas pela máquina de guerra nazista na Rússia Soviética.

BR: Sim. E, sabem, que nunca entendi como uma nação tão pequena poderia ir contra todos os soldados russos...

JF: Apenas os esmagando...
[Rindo]

BR: ... e neutralizando todos. Eu simplesmente nunca pude entender isso.

JF: Exatamente. E, sabem, do meu ponto de vista de historiador militar amador, a sabedoria ou operações convencionais não conseguiriam dar conta de tudo isso. Acidentalmente, a Rússia, recentemente, acho que nos últimos anos, revelou o fato de que as baixas reais podem ter sido tanto quanto 10-15 milhões mais do que os 25 milhões declarados.

BR: Hum.

JF: Então, sabem, esse minúsculo, país pequeno e enfadonho não está apenas combatendo o Reino Unido e, mais tarde, os Estados Unidos e, praticamente, todos os outros países, mas tudo isso para eles é apenas um tipo de espetáculo. Esta campanha militar enorme está ocorrendo na Frente Oriental e, na minha opinião, sendo o exército alemão tão competente e taticamente brilhante como era, isso não explica tudo para mim. Assim, há algo mais acontecendo aqui, e...

KC: Você tem uma teoria?

JF: Sim. Ah, é. Eu escrevi sobre isso no meu primeiro livro nazista, Reich do Sol Negro. Hão rumores persistentes que vem da Rússia, iniciados durante a guerra, que os nazistas estavam usando algo na frente oriental que eles não estavam usando contra os aliados ocidentais, simplesmente porque, é claro, os comunistas-bolcheviques, são os inimigos ideológicos deles, sabem. Assim, claro. Eles são subumanos. Podemos usar toda essa tecnologia terrível que temos neles. Porém...

KC: Você está sugerindo que era guerra biológica?

JF: Não. Eu estou sugerindo, talvez, bombas radiológicas. Estou absolutamente certo de que eles estavam usando algum protótipo ou primeira geração de bombas de ar e combustível. Se vocês não sabem o que uma bomba de ar e combustível é, isso é uma bomba convencional com o potencial explosivo de uma bomba nuclear tática. Vou lhes mostrar... e vou mais longe. Vou lhes dizer como eles as usam. Eles as usam lançadas de um lançador de foguetes múltiplo.

Então, se se pode dizer a frase bomba tática e bombardeio, se tem uma idéia, sabem, desta carnificina que estavam infligindo ao Exército Vermelho. Era tão ruim que em 1941, durante a batalha em Moscou, quando os alemães estavam fazendo essas coisas, os soviéticos, através da Suécia, disseram aos alemães que se não parassem e desistissem eles começariam a usar gás venenoso. Sabem, era bem ruim.

BR: Mas há também... Quero dizer, além dessa indução fascinante daquelas circunstâncias...

JF: Certo.

BR: ... há relatos de testemunhas...

JF: Ah, sim. Com certeza.

BR: ... de pessoas que relatam algo que se parecia exatamente com uma explosão nuclear.

JF: Sim. Exatamente. Exatamente. Se tem todas essas coisas acontecendo na frente oriental, que é inexplicável, sem, na minha opinião, o uso e a aplicação de todas essas armas avançadas nazista. Então, isso é, penso eu, a razão de não ouvirmos sobre isso. Uma observação final a esse respeito é que, durante a guerra, o governo de Stalin detestaria admitir que estavam enfrentando um inimigo que tinha uma tecnologicamente muito superior.

BR: Era constrangedor, pelo menos. [Ri]

JF: No mínimo era constrangedor. Mas, imagine o exército vermelho, quando a moral com esse massacre, esse derramamento de sangue que está acontecendo, tenha-se que ter supervisores, literalmente, ameaçando atirar em quem desertasse, apenas para manter o moral em algumas dessas grandes batalhas. Se Stalin tivesse admitido isso publicamente, isso - número um, acho que poderia ter enfraquecido o governo dele muito seriamente e poderia ter lhe custado o governo, sabem.

BR: Sim.

JF: E, número dois, se isso fosse o caso, poderia ter trazido um governo que estaria disposto a pedir a paz. De fato, Stalin ainda tentou fazer isso em 1942.

BR: Sim. Os relatórios dos generais, primeiros comandantes, diziam que eles estavam dispostos a atirar nos soldados que desertassem... Isto é completamente contrário a tudo o que entendemos da psique russa, da personalidade russa, da resistência russa perseguida.

JF: Exatamente.

BR: Isso não se encaixa, não é?

JF: Isso não se encaixa. Exatamente.

KC: Eu pensei que fosse o inverno russo que parou os nazistas.

JF: Bom, quero dizer, nós temos... É. Hão todas essas declarações felizes [Kerry ri], especialmente nos livros didáticos americanos, sabem, livros universitários e de história.

KC: Ok.

JF: Sabem, a América entra e salva o mundo na Primeira Guerra Mundial. America entra e salva o mundo na Segunda Guerra Mundial, entendem. Para mim, isso é só conversa fiada militar.

KC: OK.

JF: Porque entramos bastante atrasados. Se se olhar para as campanhas americanas na Segunda Guerra Mundial, estamos, de certa forma, na periferia das coisas o tempo todo. A ação está acontecendo na União Soviética.

Então, sabem, é general inverno e tudo isso. Porém, se pode argumentar contra essa tese, pois em agosto de 1941, Adolph Hitler dá meia-volta no Grupo Central do Exército, o Segundo Exército Panzer, 1050 quilômetros ao sul para cercar algumas forças russas em Kiev, enquanto à frente deles, ele estava a 402 quilômetros de Moscou no final de agosto [ri], eles tinham dizimado sessenta por cento do Exército Vermelho e ele tem apenas uma divisão de fuzileiros russos entre ele e Moscou. Então, a guerra foi perdida, não pelo general inverno ou general lama, mas por Hitler tomar esta tola, estúpida, idiota decisão militar indefensável ao pegar esse desvio. [Ri]

BR: É.

KC: É possível que até mesmo isso seja, sabes, desinformação? E o que realmente mudou a guerra foram os negócios sendo feitos com os americanos, porque eles decidiram que estavam lutando uma batalha perdida e estavam fazendo acordos monetários e saindo da Alemanha porque queriam reescrever a história e ir em uma direção diferente?

JF: Ok. Bom, acho que os negócios começaram a ser discutidos, as propostas foram dadas a eles, certamente, no período da queda do Sexto Exército em Stalingrado até o fracasso da ofensiva alemã em Kursk, em 1943, julho de 1943. Portanto, foi nesta época.

KC: Tão cedo.

JF: Foi muito cedo. Após Kursk, a capacidade ofensiva da Wehrmacht ficou enfraquecida por todo um ano e meio, OK? Portanto, é durante este período que a liderança nazista, tranquilamente, faz as propostas, na esperança que a ofensiva corra bem, mas eles declaram isso, eles estabelecem a base. Após a batalha de Kursk, isso acontece em alta velocidade e se tem todas estas negociações secretas. É. Eu acho que se pode argumentar, com certeza, que algumas dessas histórias foram deliberadamente manipuladas para esconder isso.

BR: É uma suposição razoável.

JF: Claro.

BR: Deixe-me fazer-lhe uma última pergunta...

JF: Ok.

BR: ... embora seja uma importante e que possa ser uma grande, eu não sei se é fácil ou não.

JF: Ok.

BR: É essa: Se agora há tal coisa como uma base central de poder dos nazistas, onde está? Quem são eles? O que eles comandam? Por que deveríamos nos importar?

JF: Ah... A Alemanha e alguns dos principais políticos.
[Ri]

BR: A Alemanha? Hoje?

JF: A Alemanha. É.

BR: Realmente! Eu não sabia que você diria isso!

JF: Sim, tão surpreendente quanto possa parecer. Uma das coisas que  olhei com muito cuidado foi a reunificação alemã. Quando o Muro de Berlim caiu, ele caiu na data exata, esqueci a data numérica exata, mas caiu na data exata do aniversário da Kristallnacht em 1938.

BR: Hum.

JF: Ele caiu... e esse, aliás, é o aniversário do Putsch da Cervejaria. Ok?

BR: Ok.

JF: Ora, se se voltar e recordar o que estava acontecendo na Alemanha Oriental na época. Hão todas estas reuniões e manifestações em massa em Leipzig e Dresden de um grupo de intelectuais da Alemanha Oriental que estão querendo a reforma do Estado da Alemanha Oriental. Eles não querem a reunificação.

Mas então, uma coisa surpreendente acontece e isso, para mim, é inconfundível - as reuniões começam a ter muitos participantes neo-nazistas. Estas pessoas aparecem com telefones celulares, computadores, muito dinheiro e usando táticas e força típicas dos nazista para qualquer oposição a estas reuniões e começam a desviá-las, tal que até mesmo os slogans populares que os reformistas estavam cantando: Wir sind das Volk (Nós somos o povo) foi alterado para Wir sind ein Volk.

BR: Ah. Somos um povo único.

JF: Um povo, um império, um Líder. Ok?

BR: Sim.

JF: Porém, por outro lado, o governo da chanceler Köhl, em Bonn, é muito discreto, mas leva muito a sério a canalização de dinheiro e o controle dessas coisas. Então, em outras palavras, o que estou dizendo: não se pode ter células comunistas neo-nazistas na Europa Oriental, de repente, aparecendo com telefones celulares, computadores, todo esse dinheiro, organizadas, prontas para ação, sem ter tido uma estrutura inteligente no Leste Europeu para começar a apoiá-las.

Quando toda essa atividade acontece - BANG - de repente, Bonn está pronta para ação, para articular, um plano para a reunificação. É, basicamente, um casamento forçado e é típico das táticas hitlerianas: "Bom, vamos dar-lhe a oportunidade de votar se querem a reunificação". E, novamente, o que acontece? Quando o referendo é realizado nas províncias do leste da Alemanha, os neo-nazistas aparecem e estão comandando algumas dessas atividades para manter as pessoas votando, as que vão votar por isso, e para controlar as pessoas que não querem isso.

BR: Mas, isso não faz parte da criação de um dos elementos centrais da União Europeia?

JF: Ah, é claro que faz!

BR: Ok.

JF: Porém, o que Martin Bormann diz que ele quer fazer depois da guerra? Ele quer criar uma federação europeia, ou confederação, que a Alemanha será capaz de dominar. Essas são palavras dele: "Por meio da política elástica". Em outras palavras, ele aprendeu a falar a linguagem certa.

BR: Ok. Mas você está dizendo, então, que tudo o que pode ou não pode estar acontecendo na América hoje está divorciado do que você acabou de descrever? Não há conexão?

JF: Ah não, não. Nada disso. Estou muito alarmado pelo que vejo acontecer na América nos últimos dez, 12 anos, esta emergência de uma cultura de um estado-policial/delator horrendo, fascista. Ah, certamente. Não, eu não diria que está divorciado disso.

Porém, digo olhe para a Europa e para os acontecimentos recentes com muito cuidado e olhe especialmente para os eventos em torno da Reunificação alemã e os movimentos que a Alemanha fez depois, quase imediatamente, para quebrar a Tchecoslováquia e a Iugoslávia. Porque, lembre-se, foi a Alemanha Ocidental, a Alemanha recém-reunificada, que foi a primeira nação a reconhecer a Croácia separatista apesar da oposição de Washington e Londres. Eles fizeram isso de forma unilateral.

Quando a Croácia conseguiu a independência, virou-se e disse: "Ah, por favor nos ajude. Será que alguém, por favor, pode nos ajudar? Enviarem-nos forças de paz?" - BANG - a Alemanha enviou tropas. BANG - a Alemanha enviou a Luftwaffe. BANG - a Alemanha vendeu todos os equipamentos comunistas para a Croácia e re-equipou a parte da Alemanha Oriental do recém-absorvido Exército da Alemanha Oriental com equipamento Bundeswehr.

Então, olhe para a Alemanha com cuidado. Ela fez muito mais. Quero dizer, vá ao YouTube. Esta é uma dica, porque achei no YouTube um Bundeswehr Wachbataillon fazendo um show de banda marcial em Colônia, OK? Em 2005! [Ri]

Isso me chocou, porque aqui, na América, sabem, [ri], não temos a menor idéia de que isso está acontecendo. Mas, eles vêm marchando para o estádio, carregando a Árvore de Sino, tambores rufando, trombeteando glória a Prússia. Sabem? Assim, em outras palavras, estou vendo uma restauração de todas essas velhas tradições militares prussianas diante dos meus olhos e a única coisa que eles não estão fazendo é o passo de ganso. [Ri] Eu estou chocado.

Porém, isso me assusta porque eu disse a alguns amigos sobre os cinco anos antes da reunificação acontecer, eu disse: "Acredite. Se isso acontecer, eles vão lentamente trazer de volta todas essas tradições militares". E, agora, sabem, após esses dois, três anos, eles estão fazendo Paradas Militares na Bundeswehr e novamente marchando, carregando a Árvore de Sino e todos esses adornos antigos prussianos, fazendo essas Paradas Militares em frente ao Reichstag, sabem. Então, é assustador para mim. Quero dizer, me arrepia.

KC: E também...

BR: Entendido.

KC: Obama foi... fez um especial...

JF: No Siegessäule!

KC: No Portão, certo - [Portão de Brandenburgo], que é suposto ser um símbolo muito importante do evento do ponto de vista oculto.

JF: Ah, por certo! É claro. Sim. Eu não acho que isso é um simbolismo bom. Hão algumas pessoas que o fazem, sabem. Discordo do meu bom amigo Richard Hoagland nisso. Mas, sabem, porque temos um candidato presidencial indo a Berlim? Claro, é bom ter boas relações com a Europa, obviamente.

BR: Isso também tem a ver com o toque do Kennedy.

JF: Sim. É bom ter boas relações com Moscou e Pequim, [ri] sabem, e isso parece-me ser o lugar lógico que se iria. Porém, Berlin?

KC: Mas há algo subliminar acontecendo aqui.

JF: Ah, com certeza.

KC: Eu quero dizer, se eles estão infiltrados na NASA, eles têm que se infiltrar a paisana, sabes, projetos negros/secretos...

JF: Certo.

KC: ... e isso significa que eles já se infiltraram no verdadeiro governo secreto dos Estados Unidos. Portanto, há um alinhamento lá.

JF: Ok. Pergunte-se: O Acelerador de Partículas Hadron, OK? Se tem dois anéis enormes em contra-rotação e eles vão girar essas partículas e colidí-las. Ok? Acho toda essa idéia de contra-rotação muito estranha, sabem, sugestivamente estranha. Porém, a coisa realmente estranha para mim é: Por que a primeira chanceler da Alemanha do Partido União Democrata Cristão após Helmut Köhl, é uma física? [ele está se referindo a Angela Merkel].

BR: Hum.

JF: Vocês sabiam disso?

BR: Eu não.

JF: Ela tem um Ph.D. em física. [Ri]

BR: OK.

JF: Por que ela tem um Ph.D. em física?

BR: Um ​​Ph.D. em física.

JF: Sim. Ora, vocês sabem como é um Ph.D. alemão, para começar.

BR: Eu sei.

JF: [Ri] Vocês sabem, eles não o entregam por quailquer coisa e isso, para mim... Porque é que alguém assim, está na política, ainda mais, sobretudo, a este nível? Sabem? Esta não é um Ph.D. em física que se tornar a primeiro-ministro da Somália, entendem. [Ri] Esta é uma nação bastante sofisticada, tecnologicamente. Tal que, para mim, sabem... é um outro pequeno indicador que temos de ver as coisas por lá com muito cuidado.

BR: Então, o que é realmente fascinante aqui... Como você gentilmente apontou, esta noite, estamos com pouco tempo. Nós gravamos quase duas horas e nós poderíamos provavelmente gravar mais quatro sem sequer pensar nisso, porque há tantos lugares que esta conversa pode chegar.

JF: Ah, é.

BR: Eu não sei quando vamos todos estar reunidos no mesmo lugar e ao mesmo tempo, mas agora eu gostaria de dizer que adoraria conversar com você novamente no áudio para explorar algumas destas coisas.

JF: Claro. Isso seria bom.

BR: Eu tenho certeza que vou acordar amanhã de manhã, se não ao descer agora, pela escada rolante, com um monte de perguntas que não tive a chance de perguntar.

JF: Certo. Certo.

BR: O que eu quero fazer é: quero lhe agradecer por sua diligência, sua criatividade, seu poder de articulação ao explicar esses conceitos que são difíceis para muitas pessoas de entenderem porque essa história é tão grande.

JF: Ah, sim.

BR: Você descreveu aquela parte do iceberg que não é frequentemente vista.

JF: Certo. Certo.

BR: Alguém tem de fazê-lo e acho que você fez um trabalho maravilhoso.

JF: Bom, obrigado. Obrigado. Eu aprecio isso.

BR: O prazer é nosso e temos o privilégio de ajudá-lo nisso e estamos ansiosos para vê-lo novamente, estamos ansiosos para falar com você novamente.

JF: A honra é minha.

BR: Muito obrigado pelo seu tempo.

JF: Obrigado.


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